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Full text of "Circuitos de Áudio"

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23 MENSAL 





OSCILOSCÓPIO 


Já nas bancas o novo livro de A. Fanzeres 
CONHEÇA E APLIQUE O OSCILOSCÓPIO 


Pedidos para Ed. Signo, rua Goiás, 1164 


MUNDO ELETRÔNICO — sob a orientação de A. Fanzeres 
Curso de eletrônica, FEIRA ELETRÔNICA, comentário de livros, circuitos prá- 


ticos de áudio, transmissão, recepção, passatempos, informações mundiais. 


Mensalmente nas bancas 


EDITORA GRÁFICA LEMAR LTDA. Diretor Responsável: 
Rua Goiás, 1164 — Quintino 
Fone: 269-0398 - 20000 — RIO - RJ WALDEMIRO BARBOSA DA SILVA 


Distribuição 


Fernando Chinaglia Distribuidora S/A. 


Rua Teodoro da Silva, 907 ORIENTADOR TÉCNICO 
Rio de Janeiro A. FANZERES 





ENDJIATAOJRAARE 


























Vai indo muito bem a nossa revista CIRCUITO DE ÁUDIO. As outras que 
todos já conhecem (RÁDIO TV TÉCNICO, ELETRÔNICA PARA TODOS 
e MUNDO ELETRÔNICO) caminham bem há muito tempo. 


Agradecemos à todos aqueles que nos lêem pelo apoio que nos têm dispen- 
sado, pois nossas publicações dependem somente da venda avulsa, sem 
publicidade, e se vendemos todas as edições é porque estamos atendendo o 
desejo de nossos leitores. Precisamos porém que nos ajudem. Há queixas de 
leitores porque não conseguem obter exemplares nas bancas. Uma solução 
será fazer assinatura por 6 meses com a Editora Gráfica Lemar (endereço 
abaixo). 


Há tempos, falamos da possibilidade de serem criadas condições para que 
técnicos desejosos em conhecer melhor a parte de áudio dedicada a reabili- 
tação dos deficientes da audição pudessem ter explicações, seminários e 
aulas objetivas. Isto parece que já está se concretizando. Os leitores interes- 
sados, em princípio, em assistir palestras sobre este assunto devem dirigir- 
se, por carta, ao Instituto Nacional de Educação dos Surdos, solicitando que 
lhes seja permitido assistir as palestras e conferências que ali se realizam 
regularmente. O endereço é o seguinte: rua das Laranjeiras, 232 — Rio. Se 
houver número ponderável de interessados poderá até surgir um curso re- 
gular, grátis, oficial, de áudio. Escrevam! 


Até a próxima 










A. Fanzeres 
C.P. 2483 - ZC-00 
20.000 - Rio 


O 


A. Fanzeres é professor de eletrônica, acústica e audiologia no INES, órgão 
do CENESP (Ministério da Educação e Cultura) 


Sd 






Um amplrficador versátil 


Na mesma configuração e utilizando os mesmos componentes, 
você pode ter um amplificador estéreo com 25W por canal 
ou um amplificador monocanal em ponte com 55W. 


O amplificador versátil foi projetado para 
juso em aparelho de áudio de alta qualidade, 
com a possibilidade da utilização do mesmo 
“layout” e os mesmos componentes para 
duas configurações diferentes: amplificador 
estéreo 25 Wrms/canal e amplificador em 
ponte monocanal com 55 Won: 

É fornecido um circuito de proteção con- 
tra curtos que opcionalmente pode ser adap- 
tado à plaqueta da fiação impressa do am- 
plificador, podendo ser utilizado em ambas 

“Jas configurações. 


DESCRIÇÃO FUNCIONAL 
DO AMPLIFICADOR ESTÉREO 
2X 25 Wims 


Neste, projeto -procurou-se levar em con- 
ta w facilidade de montagem e ajuste, bem 
como sua viabilidade econômica. 

A figura | mostra o esquema do amplifi- 
icador, onde à entrada é utilizado um ampli- 
ficador diferencial com alta imunidade a 
ruído, diminuindo-se assim o número de ca- 
pacitores eletrolíticos de valor elevado, e 
obtendo-se a sensível melhora dos níveis de 
distorção por intermodulação. 

Quanto ao estágio de saída utiliza-se a 
configuração classe B com 2 pares comple- 
'mentares em paralelo, garantindo-se à saída 
alta potência e baixa impedância. 

Por meio do “trimpot” TP é feito o ajus- 
te de simetria para os dois canais simul- 
taneamente. 


circuito de” protecão 
R203 e LP 


L [NUMERAÇÃO PAR] 
L não exste R207 


Tensões continuas 





DESCRIÇÃO FUNCIONAL 
| DO AMPLIFICADOR EM PONTE 
55 Wins 


Basicamente o amplificador em ponte 
funciona como dois amplificadorês traba- 
lhando em contra fase, obtendo-se nessa 
configuração uma potência quatro vezes 
maior do que aquela extraída em classe B 
(Boletim Técnico Informativo n.º 10). 

Para a montagem nesta configuração de- 
vemos proceder da seguinte maneira: 

A. Acrescenta-se o circuito inversor de fase 
(figura 3). A plaqueta do circuito impresso 
do amplificador já está prevista para esta 
finalidade, bastando para isso ligarmos os* 
“jumpers” J,; à J,y aos pontos indicados no 
circuito do amplificador (pontos a; até 
as9). 
B. Conecta-se o alto falante conforme indi- 
ca a figura 1. ” 
C. Muda-se a conexão de entrada para o 
ponto P (fig. 2). 
D. Interliga-se os pontos ay e as; através RESISTORES (1/4W) R 004 22k9 
de um “jumper”. DO LR Cc 002 22 uF/40 V 
R 002 22k0 CAPACITORES TRANSISTORES 
Parte elétrica do circuito inversor R003 1MQ cool 22 uF/25V TROOl BC547 


Tensões de.snol em Volts ou my LikMz) 


OS COMPONENTES DO CANAL 


08S: Para conat 


os: OD. 
o 


mins; Todd 


Fig. | — Esquema elétrico do amplificador versátil 





Soída do Canal R Saída do Canal L OV + 35Vec Fusivel 





TRIOS TRIOS RIOS TRIO TR206 TR205 - TR2Z09 





CRE San 
mp" 
Eras AS, 

do Ex 

ENT. do ENT. do 

CANAL Rº CANAL L 





Escala 1: 


Fig. 2 — Pláqueta do circuito impresso do amplificador OBS: TRIOL 105, 106, 107 e TR 20, 205, 206, 207 são colocados cy mca 





PRI 














Fig.3 — Plaqueta do circuito inversor Escala 1:1 
[Valores sem sinal 15 mA 40mA | deentrada 75 
Era z kt 60k0 
aracterísticos  Estéreo/Canal Ponte Ê 
RREacto e ad * Distorção 
: tu harmônica 
Potência de máxima 620 mA/89 22A ênci 
saída máxima 25 Wega/40 55 Weatis 14/40 Fed 0.1%/40 0.04% 
14,5 Wyms/80 E 
a (1 kHz) rms é Sensibilidade (1 kHz) 0.04% /89 
º Tensão de a máxima o Faixa de 
alimentação 35Vec potência 340mV resposta -  20Hz a  20kHz 
8 Consumo º Impedância S 


PROTEÇÃO CONTRA CURTO 
CIRCUITOS (figura 4) al 





RELAÇÃO DOS COMPONENTES 
DA PLAQUETA DO AMPLIFICADOR 





PARTE ELÉTRICA Capacitores 
Resistores 

C101, C201 - 1 uF/40V 
R101, R201- 10kq C102, C202- 220 uF/40V 
R102 - 410ka C103, C203- 10 uF/40V 
R103 - 12ka C104, C204- 10 uF/40V 
R104, R204- 68ka C105, C205- 82 pF (cerâmico) 
R105, R205- 5,6k o C106, C206- 27 pF (cerâmico) 
R106, R206 - 2700 C107, C207 - 220 uF/40V 
R107, R207- 39ka C108, C208 - 2200 uF/40V 
R108, R208- 22k9 C109, C209- 0.1 uF (Schiko) 
R109, R209- 68k a 
R110.R210- 109 Transistores 
Rit1. R211- 1502 
Rt12,R212- 39k a T101, T201 - BC 547/B 
Rt13. R213- 8200 T102, T202 - BC 547/B 
Rt14,R214- 100 T103. T203 - BC 327/B 
Rt15.R215- 109 T104, T204 - BD 135/10 
R121,R221- 470 T105, T205 - BD 437 (casado) 
R116, R216- 0,47 0 (1W) fio T106. T206 - BD 437 (casado) 
Rt17, R217-0,47 0 (1W) fio T107, T207 - BD 136/10 
R118. R218- 0.47 9 (1W) fio T108, T208 - BD 436 (casado) 
R119, R219- 0,470 (1W) fio T109, T209 - BD 436 (casado) 


Diversos 


Escala 1:2 


de proteção contra curto circuitos 





Dissipador — 400 cm2 chapa de alumínio brilhante de 2,5 mm 
de espessura 


Fig. 4 —Plaqueta do cir 


T.p — Trimpot de4,7k9 








La, 42: — Indutância 3 “H. 12 espiras fio 15 AWG 
sobre núcleo de ferrite é = 60mm 
L = 185mm 





Tem por finalidade proteger a saída do D11, D12, D21, D22 Diodo de silício BAY 61 
amplificador contra eventuais sobrecargas. 
Fornecida em plaqueta independente, é fa- PARTE MECÂNICA 
cilmente conectável à placa de fiação im- - 
pressa do amplificador. Item Quantidade 


Para sua inclusão basta ligar-se o as Bornes de Pressão (JOTO) E 
por meio dos “jumpers” J, a “,, Jos furos MES dE SBIS ; Ea 
indicados pelas letras ay até aj, (Veja de- ica de isolação para transisto 


i igura 4 A). Parafuso, porcas e arruelas de pressão 
talhe construtivo na figur; ) e Goma) 


Parte elétrica do circuito inversor Porta fusíveis (engate rápido para 


circuitos impressos) 5x20 mm (JOTO) 
RESISTORES (1/4 W) Fusível 5 x 20 mm 3A 


R120, R220 560kQ N Tomado Tpo RCA 
R122, R222 330k0 


R123, R223 330k0 
Ri2Z4, R224 330k0 
R125, R225 330k0 
CAPACITORES Bino DEVE 


SER ENCOSTADO 


C110, C210 3900 pF (cerâmico) ÃO DISSIPADOR 


TRANSISTORES 

T1lOo, T210 BC327 
Till, T211 BC337 
T1li2, T212 BC327 



































Fig. 5 — Detalhe construtivo 











Nota: A impedância da carga para esta 
configuração deve ser 80), em função 
da limitação de potência. 


DISSIPADOR CIRCUITO DE PROTEÇÃO 











RECEPTOR TRANSGLOBAL MKE — 90. 





Vários leitores nos têm escrito, solicitando a 
publicação de um circuito receptor transis- 
torizado para várias faixas de onda. 


Sempre replicávamos que a maior dificulda- 
de residia no fato de não existir um Kit que 
fosse completo, isto é, bloco, FI, circuito im- 
presso e caixa. 

Agora já existe este conjunto na praça. 
Trata-se do receptor TRANSGLOBAL MKE-90 
com 7, transistores, 3 diodos, 3 transformado- 
res de F.l. e quatro faixas de onda. O KIT 
vem completo e uma vez terminado está pron- 


to para funcionar. Seu desempenho em on-| 
das médias e tropicais é bom. Em ondas cur- 

tas sua sensibilidade não é muito elevada po- 

rém, com antena, é possível a captação das 

estações principais da difusão em 25 e 31 

metros, Faixa alargada. 

O receptor possui saída para fones e en- 

trada para toca-disco, o que o torna bem ver- 

sátil. Aliás, o livreto de instruções de monta- 


EM 


Jaque DO 





— O Dag 


= aoaPTADOR 
6 Voir 























ci4: 


Cil | 2000 pF x 160 V. 
5 % 
cig 


STYROFLEX 


TEM , 
Tie, PINTA PRETA ( SECUNDÁRIO ) 


TFI-3<] PINTA VERDE ( SECUNDÁRIO ) 




















É saque DE 


TRANSISTORES VISTO PELA BASE DE BAIXO = FONE 


gem é explícito e indica inclusive como usar 
o receptor como intercomunicador. 

O consumo de corrente vai de 30 mA, com 
volume moderado até 120 mA, com máximo 
volume. A potência de saída de áudio é de 
450 mW sendo a voltagem de alimentação de 
6 volts. 

Na figura 1 temos o circuito elétrico e na fi- 
gura 2, o chapeado. 


Fig 1 


Notem os leitores que se trata de um kit co- 
mercial e que 'não são fornecidos detalhes 
do monobloco no esquema. É 
Os interessados podem escrever diretamen-' 
te para MULTI KITS ELETRÔNICA LTDA. — 
Rua Capitão Salomão, 49 — S. Paulo, SP — 
01034. O custo do Kit completo é de Cr$ .. 
800,00. 





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prescocecad 


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O sOuiovdvo 


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O 2A9/ 149 


090718 0NOW 









| Os transistores de potência são necessa- 
riamente bastante correntes. São muitos os 
fabricantes que elaboram tipos capazes de 
satisfazer todas as potências desejadas em 
montagem de push-pull; as potências pos- 
síveis atingem algumas dezenas ou mesmo 
uma centena de watts. O preço destes tran- 
sistores é, ainda, relativamente elevado 
mas já não é proibitivo, como acontecia há 
poucos anos. 

O rápido desenvolvimento tecnológico, as 
constantes melhorias introduzidas nas li- 
nhas de fabricação e a produção em série 
(este tipo de transistor atinge os maiores 
índices), estão na origem do que anterior- 
mente se afirmou quanto ao preço destes 
componentes, 


Possibilidade dos transistores 


Começamos por deplorar o fato das infor- 
mações fornecidas pelos fabricantes relati- 
vas aos transistores que colocam no mer- 
cado serem, por vezes, tão resumidas e in- 
completas. As tabelas e as curvas que são 
dadas, são sempre limitadas em relação às 
possibilidades reais dos transistores. Sere- 
mos, portanto, quando de eventual neces- 






Fig. 1 
preciso que o traçado estático, X 


Considerações sobre 
transistores de potência 


Traçudo dinâmico da curva I. — f(V.). Este processo, evidentemente menos 












sidade, obrigados a calculá-las mais com- 
pletamente. 

Este pequeno trabalho que se propõe não 
apresenta nenhuma dificuldade em espe- 
cial, mas exige muita prudência, a partir 
do momento em que a corrente do coletor 
ultrapasse os 4 ou 5 A, a menos, bem en- 
tendido, que' se possua um gerador capaz 
de elaborar o gráfico dinamicamente. Em 
corrêntes fortes, as medidas devem ser efe- 
tuadas rapidamente para não aquecer de- 
masiado o transistor em ensaio. 

Os construtores dão geralmente, como Ji- 
mite, uma corrente média e uma corrente 
de pico. Veremos que estes valores podem 
ser sensivelmente excedidos, sem inconve- 
nientes, visto que os transistores não estão 


limitados (como as válvulas) por uma cor- 
rente de saturação, acima da qual se de- 
teriorariam, 

Quanto à tensão nominal, é praticamen- 
te um limite absoluto, mas existe uma pe- 
quena margem de segurança que é relati- 
vamente fácil de determinar como veremos 
mais adiante, e fazer trabalhar um transis- 
tor acima do limite, se bem que deixe de 
existir rigorosidade nas suas características. 

















































q 


50 
Hz 
I 


Osciloscópio 






A potência, por seu lado, é também um 
limite extremamente impreciso. O único 
limite real é a temperatura da junção que, 
naturalmente, está condicionada ao mate- 
rial de que é feita. Se este for levado à sua 
temperatura de fusão, ou mesmo à de amo- 
lecimento, o transistor ficará destruído. A 
potência que se poderá, portanto, dissipar 
num transistor, depende essencialmente do 
processo de arrefecimento e do ambiente 
em que este irá funcionar. Se a montagem 
for projetada para trabalhar em ambiente 
quente, a potência máxima que este tipo 
de transistor utilizado pode dissipar é for- 
cosamente mais pequena do que se a mon- 
tagem fosse projetada para trabalhar em 
ambiente fresco. Como é, de certo modo, 
difícil prever estas situações, os fabricantes 
de aparelhos que utilizam estes componen- 
tes, projetam bases metálicas de dissipação 
de acordo com previsões da emanação caló- 
rica. O essencial é que se respeite a tempe- 
ratura máxima da junção, dada geralmen- 
te pelo fabricante, podemos, ainda, acres- 
centar que os transistores p-n-p têm uma 
temperatura máxima de junção um pouco 
inferior às dos n-p-n. 

Excetuando o que diz respeito à tensão, 
todos os limites podem ser largamente ex- 
cedidos em regime de impulsos, ao qual os 
transistores resistem muito bem. Para fazer 
um estudo conveniente, neste caso, seria 
necessário conhecer a curva de sobrecarga 
do transistor em causa, curva que nenhum 
fabricante normalmente fornece (é apenas 
fornecida para alguns diodos).O traçado 
desta curva característica requer meios 
consideráveis e, portanto, não abordaremos 
este assunto. 













































Traçado das características 


Como já tinhamos dito, o traçado das 
características | dum transistor não apre- 
senta grandes dificuldades, nem necessita 
de muito material. Este trabalho é indis- 
pensável, e também é um bom começo para 
quem se está a iniciar no campo dos tran- 
sistores, devido à sua simplicidade. 








a) — 'Traçado da característica Ic = 
— f(V.), dinamicamente. 


O esquema é dado pela fig. 1. O trans: 
formador ataca o coletor, através de um 
diodo que limitará a corrente de coletor, 


























quando o transformador polarizar o tran- 
sistor em sentido inverso. A resistência em 
série com o emissor será de um valor baixo, 
compatível com a sensibilidade do oscilos- 
cópio, visto que esta resistência terá, nos 
seus terminais, uma tensão proporcional à 
corrente de emissor. 

Injetam-se na base vários valores de cor-! 
rente (de base) aos quais se quer traçar a 
curva característica Ve (Ic). O potenciô- 
metro alimenta a base e permite regular o 
valor da corrente injetada. Deverá ter uma 
resistência bastante baixa para que a cor- 
rente injetada seja suficientemente cons- 
tante. 






b) — Traçado da característica Lc — 
=— f(Ve), estaticamente. 


Vamos utilizar o esquema da fig. 2, que 
nos permite traçar, não só a curva Ic (de 
V.) com Ip constante, mas também a curva 
Vep (de To) para diversos valores de V. As 
curvas da figura 3, (A, B, D e E) foram 
traçadas desta maneira. Os potenciômetros 
de regulação deverão ser adequados para 
um consumo nitidamente superior aos dos 
eletrodos que alimentam, para permitir uma 
operação rápida quando se trabalha com 
correntes fortes. Isto põe um problema de 
alimentação e de potência dissipada no po- 
tenciômetro do coletor, para os transistores 
de potência. O amperímetro, colocado em 
série com o emissor, deverá ter uma fraca 
resistência interna. 












Fig. 2— Esquema para o traçado estático das 
características de um transistor em emissor 
comum. Este processo torna-se delicado quan- 
do se ultrapassam correntes de alguns amp. 





Perda nos transistores 









As perdas nos transistores têm três ori- 
gens principais: N 


— As perdas diretas emissor-coletor. 






— As perdas inversas base-coletor. 








-— As perdas diretas base-emissor. 





q) As perdas diretas emissor-coletor são, 
na realidade, perdas inversas visto que a 
junção coletor-base é percorrida no sentido 
inverso mas como se trata de correntes for- 
tes, chamar-lhe-emos diretas, contraria- 
mente às verdadeiras perdas inversas, que 
são devidas, geralmente, a correntes fracas. 

Estas perdas são, em cada instante, iguais 
ao produto da corrente de coletor pela ten- 
são emissor-coletor. Será necessário integrar 
este produto ao longo de um período de tem- 
po, para conhecer o seu valor médio. No 
caso particular dos vibradores a potência 
dissipada será aproximadamente igual ao 
semi-produto da corrente de pico pela ten- 
são de corte para essa corrente (fig. 3A). - 






b) As perdas inversas na junção base- 
coletor existem, apenas, no funcionamento 
em classe B, ou num vibrador quando um 





dos transistores está bloqueado. Simulta-| 
neamente existe, também uma perda del 
potência direta na junção emissor-base, 
mas é perfeitamente desprezível. Como es- 
tas perdas são fracas, mesmo a tempera-, 
turas elevadas, com os transistores recentes, 
cuja corrente de fuga é muito pequena não 
será necessário calculá-las com precisão 
(ver fig. 3C). Podemos admitir, sem grande 
risco de erro, que estas perdas são iguais ao 
produto da tensão de alimentação pela cor- 
rente de fuga a temperatura elevada. Este 
produto será aproximadamente exato para 
um vibrador e ligeiramente sobre-calculado 
para um push-pull da clase B. 



















c) As perdas diretas na junção base-emis- 
sor estão relacionadas com o princípio que 
nos diz ser o transistor comandado por uma 
corrente e que a resistência da junção base 
“emissor não é nula. 
























e 











TT 














nsão de corti 




















































































1s 
Vee av» 
















































Fig. 3—A) Característica I, de V. dum transistor de potência. A parte comum a todas 
as curvas é a tensão de corte. Tem um aspecto semelhante à dos diodos. Vê-se que 
é perfeitamente desprezável, 0,8 V aproximadamente para um transistor capaz de 
trabalhar sob uma tensão de uns 15V em push-pull, ou de uns 30 V quando simples. 
B) Curva de ganho do mesmo transistor. C) Variação da corrente inversa dum 
transistor em função da temperatura. Podemos ver que a mesma duplica a cada 
10ºC, aproximadamente. As perdas inversas aumentarão. portanto, enormementê 
com a temperatura. D) Característica V., = f(I,)) para duas tensões de cole tor. 
E) Característica I, = f(V.). A reta de carga representada a tracejado é a dum 
push-pull de 24 W, cujo esquema é dado na fig. 4B 




















































A curva Us — f(I,) para uma tensão 
de coletor dada, figura normalmente entre 
os dados do catálogo (fig. 3D), mas con- 
vém traçá-la mais completamente, para di- 
versos valores da tensão de coletor. Esta 
curva é indispensável para o cálculo de 
qualquer montagem a transistores. 

Existem também perdas inversas nesta 
junção, mas são desprezáveis. 

Conhecendo as perdas para um funcio- 
namento dado dos transistores, será preciso 
conhecer a graduação da temperatura do 
conjunto constituído pelo transistor utili- 
zado e pelo dissipador no qual está mon- 
tado, para calcular a temperatura que atin- 
girá a junção em funcionamento. 

A graduação da temperatura é por vezes 
indicada pelo fabricante, embora raramen- 
te se saiba se se trata propriamente da do 
transistor simples ou do transistor montado 
no dissipador preconizado. Também esta 
característica pode ser determinada. 












Como escolher um transistor 


Os transistores utilizados neste estudo 
eram equivalentes no que diz respeito à 
potência, o que quer dizer que poderiam ser 
| utilizados em andares da mesma potência 
ou aproximadamente. No entanto, verifi- 
camos que as suas características diferiam, 
embora, em alguns casos, só sensivelmente, 
e, por esse motivo, um ou outro destes tran- 
sistores poderia vir a st. 1 relerido para uma 
determinada e específica montagem. Se, 
por exemplo, a tensão de alimentação, dis- 
ponível, é fraca (6V, por exemplo), ter-se-ia 
interesse em escolher o transistor que tives- 
se a mais fraca tensão de corte. Assim, para 
uma igual absorção de potência, a potência 
de saída poderá ser mais elevada do que 
com uma tensão de alimentação maior; o 
ganho a correntes fortes deve ser o mais 
elevado possível. Estas duas qualidades po- 
dem não estar necessariamente associadas 
e, neste caso, dever-se-á tentar a melhor so- 
lução de compromisso. 

No caso de um funcionamento com ele- 
vada tensão de alimentação, o ganho terá 
menor importância, bem como a tensão de 
corte, e poder-se-á utilizar o preço como cri- 
tério de seleção. , 

Se o funcionamento for previsto para ele- 
vada temperatura, dever-se-á escolher o 
transistor que tenha a mais fraca corrente 
de fuga e a mais baixa graduação de tempe 
ratura. 






























10 











Montagem mecânica 






A maior parte dos transistores de potência 
são fabricados, mecanicamente, de maneira 
sensivelmente igual. Somente as dimensões 
podem variar, já que a padronização é pra- 
ticamente uniforme, salvo uma ou outra ex- 
ceção. 

Para um bom arrefecimento sabemos que 
é absolutamente necessário montar o tran- 
sistor com uma aleta de refrigeração. Esta 
aleta, se for em cobre, deverá ter maior es- 
pessura do que se for em alumínio. Este úl- 
timo, normalmente, anda à volta dos 2,5 mm. 
Será, de preferência, pintada de negro- 
mate; insiste-se no termo mate (baço) pois 
para este uso a diferença é importante. 

Sabe-se que para fornecer potência, a mon- 
tagem dita “emissor comum” é a mais favo- 
rável, Nesta montagem, os coletores, e por 
consequência os invólucros dos transistores 
e as aletas de refrigeração, não estão ao po- 
tencial de massa. Será preciso, portanto, iso- 
lá-las do chassis o que representa uma com- 
plicação. Ver-se-á mais adiante como, na 
montagem de emissor comum, se pode colo- 
car os coletores ao mesmo potencial. Poder- 
se-á então utilizar o chassis como radiador, o 
que é mais prático e por vezes mais eficaz do 
que uma aleta de dimensões razoáveis. 

É raro a montagem ter de funcionar per- 
manentemente a uma temperatura elevada. 
Normalmente, o transistor atingirá picos 
de temperatura de curta duração. Neste 
caso, se a inércia térmica do conjunto tran- 
sistor e radiador é importante, como pode 
ser o caso na montagem no chassis, o sis- 
tema poderá ultrapassar, sem risco, os mo- 
mentos de pico de temperatura, permanen- 
temente. 


Amplificação 


Só vamos falar aqui de amplificadores 
em push-pull, classe B. Com efeito, a classe 
A é desprovida de interesse e, praticamente, 
nunca é empregada para produzir potência. 
O push-pull, classe B, apresenta a enorme 
vantagem de fornecer duas ou três vezes 
mais potência, com menor aquecimento. 
Por outro lado, os transistores funcionando 
apenas metade do tempo, e tendo que su- 
portar, na outra metade, apenas as perdas 
devidas à corrente de fuga, têm sempre tem- |. 
po de se refrigerar no caso de transitórios 
violentos 'e passageiros. O push-pull classe 
B de transistores calcula-se, em função do 


















toletor, exaramente da mesma maneira que 
o andar a válvulas (ver fig. 3E). As cur- 
vas e tabelas de características assemelham- 
se. Notar-se-á que a tensão de corte de um 
transistor é mais fraca que a de uma vál- 
vula, o que permite desprezá-la completa- 
mente; por vezes mesmo, nem figura nos 
“catálogos de características. Lembremo-nos, 
de algumas fórmulas-clássicas: 





4Eo 
Cc — 
2 Im 


w Im x Eo e R 


Nestas relações desprezou-se a tensão de 
corte, 

Vejamos agora o push-pull em função da 
base. Contrariamente ao que acontece nas 
válvulas, que têm uma impedância de en- 
trada praticamente infinita, e portanto um 
coeficiente de amplificação em-potência tam- 
bém infinito, os transistores têm uma ampli- 
ficação em potência não infinita. Se, por- 
tanto, quisermos que o transistor forneça 
uma potência útil qualquer, seremos obri- 
gados a injetar-lhe uma certa potência de 
comando. Daqui se vê imediatamente a difi- 
culdade: qual é a impedância do circuito de 
comando ou, por outras palavras, qual é a 
impedância entre as bases do push-pull? O 
conhecimento do seu valor é muito impor- 
tante para melhor fazer a adaptação do 
andar “driver”, 

A impedância entre as bases calcula-se 
tão facilmente como os dados do circuito de 
saída, com a ajuda das curvas dadas pelos 
construtores, ou obtidas pelo próprio inte- 
ressado. 

A característica Ic-- f(Vc), com Ip cons- 
tante, dará a corrente de base, de pico, ne- 
cessária para obter a corrente, de pico, de 
coletor. A partir da característica Vbel= Í 
(Io) — ver fig. 3D — determina-se a ten- 


são de pico emissor-base, para obter Ib| A 
potência de comando e a impedância serão, 
então: 





1 «pico, X Ven «pico, 
2 
4 Vo (pico) 


P= 


1, (pico) 


Daqui se deduzirá imediatamente o ganho 








em potência do push-pull. Será preciso 
agora calcular as perdas, e verificar se a 
temperatura atingida em regime permanen- 
te não será perigosa para os transistores. 

A impedância base-base calculada ante- 
riormente não representa forçosamente a; 
impedância de entrada do push-pull emis- 
sor-comum; neste caso seria necessário en- 
trar com a ponte de polarização deste últi- 
mo, em paralelo. Na fig. 4A está represen- 
tado o esquema clássico, do push-pull emis- 
sor-comum. Este esquema apresenta o in- 
conveniente de não ter os coletores ao mes- 
mo potencial. Com a utilização de um en- 
rolamento suplementar (ver fig. 4B), os 
coletores passarão a estar ao mesmo poten- 
cial, e o funcionamento em emissor comum 
é conservado. 





















































Etapa de , 
Comando Ê 
do 


Fig. 4-— A) Esquema de um push-pull em 
classe B. B) Esquema do mesmo amplificador, 
mas com os cole tores ao mesmo potencial. 
Se bem que a carga esteja no circuito d: 
emissor, o funcionamento em emissor comum 
é conservado e o enrolamento suplementar 
do transformador da saída coloca as bases 
ao potencial dos emissores $ Ê 







































Eira 





1 





Vibrador 


O vibrador a transistores é a montagem 
ideal para transformar a tensão em corren- 
te contínua. O seu funcionamento é muito 
simples e o seu rendimento é excelente, pois 
o tempo de comutação é praticamente nulo, 
contrariamente ao que se passa com os vi- 
bradores mecânicos, 

O esquema de um vibrador é dado na fig. 
5A. O da fig. 5B é idêntico. 

Para estas duas montagens, a frequência 
de oscilação é dada pela expressão: 




















na qual: 
V = tensão de alimentação; 


N = número de espiras de um semi-enro- 
lamento de coletor, ou emissor confor- 
me o caso; 











B — indução de saturação do circuito mag- 
nético, geralmente 15 000 gauss; 


S - seção de circuito magnético. 


G enrolamento de reação é calculado pela 
tórmula: 





Fig. 5— A) Esquema de unv vibrador 
depoi 





12 


. uma centena de Hz. Se se desejar que a fre- 


em emissor conum. B) O mesmo vibrador 
s de ter sofrido uma transformação idêntica à do amplificador da fig. 44) 







na qual N e V são os dados da fórmula pre- 
cedente, I max a corrente de coletor máxima 
em funcionamento, 6 o ganho em corrente 
do transistor para esta corrente, Re a resis- 
tência em série com as bases, e r, a resistên- 
cia de base. 

Para que o oscilador não deixe de funcio- 
nar para uma determinada carga, é preciso 
que 1 ms: seja maior do que a corrente absor- 
vida na bateria, praticamente 1,3 a 1,5 vezes 
maior. 

Não se deve fazer funcionar um vibrador 
a uma frequência muito elevada, pratica- 
mente não se deve ultrapassar 100 a 150 Hz. 
Com efeito, o tempo de oscilação não é de 
maneira nenhuma nulo. A corrente do cole- 
tor não cai imediatamente a zero, mas so- 
mente ao fim de alguns microsegundos. A 
tensão coletor-emissor, sobe mais depressa 
e atinge duas vezes o valor da tensão de ali- 
mentação, ainda que a dissipação de pico 
possa ser bastante grande. As perdas são por- 
tanto maiores quanto maior for a frequência 
a que o transistor trabalha. 


Para ter um bom rendimento, a fre- 
quência de oscilação não deverá ultrapassar 


quência não varie em função da temperatu- 
ra, será preciso prever resistências de base 
relativamente grandes. A frequência aumen- 
tará linearmente com a tensão. A regulação 
em função desta variável é simples. 

Como foi descrita, esta montagem não 
poderá arrancar sozinha, também deverá 
ser criado um desequilíbrio pela colocação de 





N 








um condensador ou de uma resistência en- 
tre uma bàse e o coletor correspondente 
Utilizando o condensador, este terá um valor 
muito fraco pois aumenta as perdas do tran- 
sistor ao qual está ligado. 

Um vibrador não corre risco com a sobre- 
carga. Com efeito, quando esta aumenta, 
mantém-se constante a corrente absorvida 
na bateria, que é determinada pelo ganho 
dos transistores e pelas relações de transfor- 
mação. Como a corrente consumida pela car- 
ga é maior, sobra cada vez menos corrente 
para saturar o circuito magyético. Então, o 
vibrador deixa de oscilar, para arrancar 
logo que a carga tome um valor razoável. 
Para a eventualidade da saída poder ficar 
em vazio, e se a tensão é tal que os transisto- 
res trabalhem perto da sua tensão nominal 
entre outros sistemas é costume recorrer-se 
a dois diodos montados segundo o esquema 
da fig. 6. Estes diodos evitam as sobretensões 
devidas à comutação, impedindo os coletores 
de atingir um potencial superior à tensão de 
alimentação. Lembremos mais uma vez que 
as sobretensões são extremamente prejudi- 
ciais para os transistores, 

As fórmulas que acabgmos de indicar para 
o cálculo dos vibradores são muito aproxi- 
madas. São válidas apenas para uma carga 
dada, invariável, e na condição de se utili- 
zarem transistores bastante potentes. O cál- 
culo preciso de um vibrador, em qualquer 
condição, é muito .complexo e não será 
abordado aqui. 





Ligação em paralelo dos transistores 


Acabamos de descrever duas utilizações 
clássicas dos transistores, mostrando as pos- 
sibilidades máximas destes elementos. Po- 
derá acontecer que se queira produzir po- 
tências superiores às potências limites, 
susceptíveis de serem fornecidas por dois 
transistores. Neste caso, a única solução é 
a ligação em paralelo. 

A ligação em paralelo dos transistores é 
perfeitamente possível, mediante algumas 
precauções que se deve tomar. O perigo a 
ter em conta é que um ou outro transistor 
seja sobrecarregado. O meio clássico para 
evitar este inconveniente é por uma resis- 
tência em série com cada transistor. Para 
cumprir eficazmente o seu papel, esta resi, 
tência deverá ser bastante elevada, nara que 
a diferença relativa entre os picos de ten- 
sões seja muito fraca. Não se poderá descer 
o valor desta resistência, abaixo de 1 a 1,5 











vezes mais do que a resistência do transistor, 
quando este for perfeitamente condutor. 4 
perda de potência desta resistência será, 
portanto, apreciável. 

Um outro meio de equilibrar a montagem 
será a de aumentar a tensão de corte dos 
transistores e de só ligar em paralelo os 
transistores que tenham a mesma tensão 
de corte. Assim, deixa de ser necessário equi- 
librar os dois ramos do push-pull ou do vi- 
brador. 





































Fig. 6 — Outro esquema de vibrador. Previu- | + 
-se a possibilidade da saída estar em vazio. 
Por isso colocaram-se dois diodos entre os 
emissores e o «menos» (—) da bateria, para 
evitar as sobretensões devidas à oscilação 











Um terceiro meio, que é preferível aos ou- 
tros, consiste em atuar sobre as resistências 
de base. Por questões de estabilidade, estas 


resistências deverão ser fracas. Serão per- 
corridas por uma corrente bastante elevada: 
várias centenas de miliamperes em pico; 
portanto, serão do tipo bobinado. Compen- 
sa utilizar estas resistências com cursor. 
Assim, poder-se-á regular facilmente as cor- 
rentes injetadas nas bases e repartir con- 
venientemente a carga entre os diferentes 
transistores. Utilizando esta regulação, per- 
de-se um mínimo de potência bastante me- 
nor que no primeiro processo, e não se tem 
de emparelhar os transistores. 

















Transistores plásticos de potência 










Os transistores encapsulados em plástico 
foram lançados no mercado de semicondu-l 


13 














tores de alta potência, com vantagens signi- 
ficativas no que diz respeito ao seu custo, 
facilidade de montagem e excelente desem- 
penho. Alguns dos maiores fabricantes de 
semicondutores incluíram nas suas linhas, 
transistores de potência encapsulados em 
plástico, com dissipações que vão desde al- 
guns watts até mais de 80 watts por unida- 
de, podendo operar desde C.C. até 2000 MHz. 

Quase todos os transistores de potência 
encapsulados em plástico são de silício. 

Alguns dos primeiros transistores fabri- 
cados usavam cápsulas plásticas, com re- 
sultados insatisfatórios mas os novos avan- 
cos dos compostos moldáveis de silício e 
epoxi produziram plásticos que não têm va- 
zios, não são higroscópicos e são verdadei- 
ramente opacos. Enquanto isso, a tecnologia 
do transistor chegou a superfícies total- 
mente passivas, que não reagem com qual- 
quer dos compostos de moldagem. O resul- 
tado foi um transistor tão confiável como 
as unidades convencionais, por uma fração 
do seu preço. 

Os dados de confiabilidade são agora dis- 
poníveis, após milhares de horas de teste 
e longos relatórios de cada fabricante. Os 
transistores em plástico são tão confiáveis 
quanto os convencionais. Além disso, não 
há restrição de temperatura nestes atuais 
componentes. A maioria dos fabricantes 
garante a sua operação na faixa de — 65º C 


até 1509C. Muitas vezes a confiabilidade 
de um equipamento pode aumentar com a 
mudança dos seus transistores para os en- 
capsulados em plástico, devido à simplici- 
dade de montagem e necessidade de menor 
número de peças. 






Capa de alumínio soldada a frio 
à respectiva base de alumínio 
niguelada. 




















Terminais 





Ligações de ouro a 
soldadas por. 


compressão — 
al Radiador de cobre 
niquelado soldado 
à base do invólu- 
Pastilha Co cro de alumínio. 































Base do invólucro 
niquelada 













colagror estampado 
corpo desilicone 4 


E 









contactos 













pastilha de 
silício 
















cobre niquelado 






Fig. TA — Transistor de potência em cápsula 
metálica TO-3, da RCA 









Fig. TB — Transistor de potência em cápsula 
plástica TO-220 versawatt. O revestimento 
(silicone) é um composto orgânico de silício 
polimétrico de excelentes propriedades isola- 
doras e resistente à água e ao calor 








Selecções de Rádio 






“CADASTRO 










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a fim de se habilitar ao recebimento de informações e folhetos técnicos. 






CAIXA POSTAL 2483 — ZC-00 — 26.000 






14 


CONSTRUA UM ACESSÍVEL 
PESQUISADOR DE AVARIAS 


Serão por certo poucos os técnicos vete- 
ranos que não dispõem já, na sua oficina, 
de um pesquisador. de sinais (vulgarmente 
conhecido por “de avarias”), mas também 
não é menos certo que muitos serão os ini- 
ciados, apostados em encarreirar nesta arte, 
que o não possuem. É a estes últimos, que 
nos lêem sempre desejosos de encontrar te- 
mas e montagens acessíveis, que ofertamos 
estas páginas e esta vportunidade de reali- 
zarem um aparelho de laboratório (de re- 
sultados comprovados), que lhes facilitará 
as tarefas e lhes porporcionará mais justos 
proventos económicos, reflezro do tempo 
poupado nas reparações. 


Introdução 


Os veteranos sabem que, entre os proces- 
sos que se idealizaram pora facilitar a assis- 
tência técnica a receptores de rádio, foi o 
do seguimento do sinal através de todas as 
etapas do receptor que sg mostrou mais prá- 
tico, mais rápido e de maiores possibilida- 
des. 

Consiste este processo em seguir o sinal 
desde a antena até ao alto-falante, poden- 
do-se deste modo detectar a etapa em que 
ele deixa de ser transmitido à seguinte ou 
em que essa transmissão se faz a nível mais 
baixo do que o desejado ou com deformação. 

Assim, por comparação dos sinais obser- 
vados à saída e à entrada de uma etapa 
amplificadora podemos, sem dificuldade, 
chegar a uma das seguitnes conclusões: 

— que a etapa não funciona: 

quando há sinal à entrada e não 
à saída; 
— que a etapa não está em pleno rendi- 
mento: 
quando a amplitude do sinal de 
saída é igual ou inferior à do de 
entrada; 


— que a etapa provoca distorção: 
quando o sinal de entrada é puro 
e o de saída não. 


É este, em resumo, o trabalho que pre- 
tendemos do pesquisador de sinais. Permite 





































Preparado pelos Serviços Técnicos de S. R. 


uma rápida localização da avaria e, por con- 
sequência, abrevia a entrega do receptor 
reparado, do que resulta maior procura do 
nosso. trabalho devido precisamente a este 
fato. 

De assinalar também que com a prá- 
tica se vão tirando melhores resultados da 
sua utilização e que em cada dia se verifi- 
cam novas possibilidades no seu emprego 
desde que se conheçam perfeitamente os 
seus circuitos de modo a tirar deles o melhor 
proveito. 

Se bem que tenhamos enumerado e iden- 
tificado todos os materiais intervenientes 
nesta montagem que apresentamos, que são 
de grande acessibilidade de mercado, afigu- 
rou-se-nos oportuno colocarmos ao dispor 
do leitor o respectivo Kit de materiais: 

Assim, e caso se insira numa eventual 
opção, todo o conjunto de materiais poderá 
ser solicitado da seguinte forma: Rua Fer- 
não Lopes, 8 — Lisboa, Portugal. 

Este conjunto de materizis (que se iden- 
tifica por “Kit-P5”), engloba um painel em 
alumínio anodizado com caracteres impres- 
sos, uma caixa metálica, uma sonda e dois 
completos manuais práticos de montagem 
e utilização. 


Descrição dos circuitos do pesquisador de 
sinais 
O esquema da montagem, excluindo a 
sonda de que falaremos mais adiante, está 
representado na fig. 1. Esta parte é a que 
fica alojada na caixa. 


Como facilmente se verifica, trata-se de 
um canal amplificador de áudio--freguên- 
cia. Na montagem dividimo-lo em duas par- 
tes para uma mais conveniente distribuição 
e arrumação. 


A primeira parte forma o andar ampli- 
ficador da saída. Emprega um transistor 
AF 170 (ou equivalente). Este andar recebe 
o sinal da sonda e amplifica-o à amplitude 
necessária para conveniente excitação da 
saída. 


A segunda parte é o andar de saída de 


que fazem parte dois transistores AC-Í28 
(ou equivalentes). 













15 







Sobre o funcionamento destas duas unida- 
des nada temos a dizer visto tratar-se de 
uma montagem perfeitamente “standardi- 
zada”. 

A inovação mais importante introduzida 
na montagem está na utilização do comu- 
tador de 3 circuitos a 3 posições (A, Be C) 
e na particular constituição do transforma- 
dor de saída. 

Examinemos em conjunto o comutador e 
o transformador de saída: 

— A posição normal do comutador, isto 
é, a posição de funcionamento do canal am- 















T? branco 


É sas 
amarelo 





pl icador, é a indicada no esquema e corres- 
ponde à posição de utilização em pesquisa 
de sinais. | 

Verifica-se que nestas circustâncias a ten- 
são negativa da pilha é aplicada ao centro 
elétrico do primário do transformador de 
saída por meio da seção A do comutador e 
o coletor do transistor AC 128 inferior é li- 
gado ao extremo inferior-do mesmo enrola- 
mento por meio da seção B. 

— O secundário do transformador de saí- 
da é constituído pela associação em série de 
dois enrolamentos: o superiormente dese- 




















castanho T2 branco 
(1 











apetanho 









































nhado no esquema, que é de alta impedân- 
cia e o inferior de baixa impedância, este 
utilizado para acoplamento à bobina móvel 
do alto-falante. 

— Continuando o exame do esquema, ve- 
rifica-se que, por ação da seção C do comu- 
tador, a parte superior do secundário do 
transformador (parte de alta impedância) 
é ligada ao alvéolo D. O alvéolo E está li- 
gado à união dos dois enrolamentos secun- 
dários. Portanto, quando o pesquisador se 
encontra em funcionamento, dispomos na- 
queles alvéolos de uma tensão alterna men- 
Isurável com um voltímetro cuja utilização 
explicaremos mais adiante. 

— Na posição 2 do comutador, verifica- 
se que: 











e por ação da seção A o centro elétrico 
do primário do transformador de saída 
deixa de estar ligado à pilha; 





16 


















º por ação da seção B o coletor do se- 
gundo AC 128 deixa de estar ligado ao 
mesmo enrolamento; 


º por meio da seção C o alvéolo D passa 
a ser ligado ao extremo inferior da se- 
ção de baixa impedância do secundário 
do transformador de saída e, por con- 
segiiência, a um lado da bobina móvel. 


Nestas condições, se se ligar o secundário 
do transformador de saída de um receptor 
aos alvéolos D e E, o alto-falante do pesqui- 
sador reproduzirá os sinais das estações que 
por tal receptor forem sintonizados. Se o 
receptor em questão não reproduz qualquer 
som e depois da ligação acima descrita se 
ouvem estações no alto-falante do pesquisa- 
dor, isto quer dizer que o do receptor não 
funciona. 

Nota-se, seja qual for a posição do comu- 
tador, que a bobina móvel do alto-falante 


se mantém sempre ligada à parte de baixa 
impedância do enrolamento secundário e 
que, por conseguinte, quando fazemos a li- 
gação de um secundário de um transforma- 
dor de saída de um receptor nas condições 
que acabamos de descrever, a tensão áudio- 
-frequente é aplicada também àquele enro- 
lamento. Este fato não acarreta transtornos 
de maior no que se refere aos valores quali- 
tativo e "quantitativo de reprodução. O 
grande inconveniente da aplicação do sinal 
ao secundário do transformador reside no 
fato de se gerar no primário, por transfor- 
mação, uma elevada tensão devido à grande 
relação de espiras entre estes enrolamentos. 
É para evitar este inconveniente, de desas- 
trosas consequências para os transistores 
de saída, que o centro elétrico do primário 
e um dos seus extremos são desligados dos 
respectivos circuitos por ação das seções A 
e B do comutador. 

— Na posição 3, as seções A e B conti- 
nuam a manter desligados dos seus circui- 


tos o centro elétrico e o extremo do primário - 


do transformador de saída. A seção C volta 
a ligar o alvéolo D à parte superior do enro- 
lamento secundário. Neste caso os alvéolos 
D e E ficam ligados à seção de alta impedân- 
cia do secundário. Esta seção tem a impe- 
dância suficiente para servir de carga num 
circuito de saída, podendq, portanto, oficiar 
de enrolamento primário do transformador 
de saída e como tal ser ligado, com o auxílio 
dos alvéolos D e E. 

A seção inferior do mesmo enrolamento 
é o secundário e está ligada à bobina móvel 
do alto-falante. 

Na fig. 2 está esquematizado o circuito 
da sonda de prova. Todo este conjunto de 


materiais terá de ser envolvido por um ci-l, 
lindro metálico, servindo de blindagem. 

A sonda terá de possuir, soldado interior-| 
mente, um fio provido de uma pinça “boca 
de crocodilo” (com, pelo menos, 50 cm de: 
comprimento) para ligação a chassis dos 
receptores em prova. 

O potenciômetro de 50 K/ohmios (fig. 1), 
serve para dosear o sinal entregue pela son-' 
da ao canal de áudio. 


Princípios da análise do sinal 


Como já deixamos dito, o emprego do pes- 
quisador é extremamente simples: baseia-se 
na observação do sinal à entrada e à saída 
de cada andar dando-nos uma idéia bastan- 
te precisa do comportamento de cada um 
deles. 

Como sempre, a prática é um poderoso 
auxiliar quer facilitando a correta interpre- 
tação das observações quer aumentando as 
possibilidades de emprego deste instrumento. 

A análise pode levar-se a efeito de três 
maneiras: seguindo o sinal da antena até 
ao alto-falante; observando-o do alto-falante 
para a antena ou começando a seguir à de- 
tecção, isto é, no cursor do potenciômetro de 
controle de volume. 

Quando a análise se inicia no terminal 
do potenciômetro que corresponde ao cursor 
há que ter em conta o seguinte: 


a) Se o sinal se apresenta neste ponto, a 
avaria radica-se na baixa frequência do re- 
ceptor, tornando-se, por conseqiiência, des- 
necessária qualquer observação dos circui- 
tos anteriores (detector, amplificador de 
F. I., conversor e amplificador de RF, quan- 
do o houver); 











17 


b) Não se notando presença do sinal, 
tem de se analisar os circuitos anteriores, 
sendo muito natural que estejam em per- 
feito estado de funcionamento os de baixa 
frequência. 

Como sinal a seguir no receptor pode ser- 
vir o de uma estação de ondas médias ou 
o do oscilador de laboratório em onda mo- 
dulada. 

— A utilização do sinal de uma estação 
é muito mais cômoda e, por isso, mais fre- 
quente. É de ótimos resultados práticos. 

— O oscilador de laboratório utiliza-se 
nos casos em que se deseja uma idéia mais 
precisa da amplificação ou da atenuação 


originada por um andar ou um elemento de. 
acupiamento inter-andares. 

Quando se trata do exame de um receptor 
a transistores, a técnica de análise (básica) 
é a de observar à entrada da etapa (base) 
e à saída (coletor). O exame dos circuitos 
e do transistor limita-se à etapa em que foi 
notada a anormalidade. 

Se o aparelho for a válvulas, a técnica de: 
análise é a mesma: observação à entrada 
da etapa (grelha) e à saída (placa). 


Índice de amplificação 


Como já se disse, no processo de pesquisa 
pode utilizar-se o sinal modulado do osci- 
lador de laboratório em vez do de uma es- 
tação. A maneira de proceder é absoluta- 
mente a mesma. Contudo, o emprego do 
sinal do oscilador, por ser de amplitude 
constante, traz consigo a vantagem de nos 
| poder dar uma idéia sobre o grau de am- 
plificação de uma etapa ou de alteração dos 
elementos de ligação entre etapas (trans- 
formadores, condensadores, resistências, 
etc.). 

Este sistema deve ser usado nos casos em 
que se note que um receptor tem fraco ren- 
dimento muito embora nos pareça, pelo exa- 
me que se efetuou com o sinal de uma es- 
tação que todas as etapas se desempenha- 
ram satisfatoriamente das suas missões. A 
simples apreciação do sinal pelo ouvido, 
não nos pode informar se o grau de ampli- 
ficação de uma etapa é o suficiente. O nosso 
ouvido apenas acusará diferenças de am- 
plitude sonora e, por consequência, por ele 
não podemos notar se a amplificação de 
um andar está ou não aproximado do nor- 
mal, Nestas circunstâncias, se mais do que 
um andar de um receptor estiver a um ren- 


18 


dimento mais baixo que o normal, o nosso, 
ouvido, quando do exame do sinal, não se] 
apercebeu da falta de, rendimento indivi-! 
dual de cada andar e, contudo, o rendimen-i 
to global do receptor é fraco. 


Quando isto sucede, não temos outro re-; 
médio senão apreciar mais objetivamente, 
por meio da visão, os rendimentos indivi-: 
duais das etapas. 

Não podemos fornecer dados concretos, 
para estas apreciações vistos que cada pes-| 
quisador construído terá sensibilidades e 
graus de amplificação diferentes devido à 
forma de montar, às diferenças que sempre 
existem entre os acessórios empregades e, 
sobretudo, à falta de uniformidade das ca- 
racterísticas dos transistores. Contudo, este 
incoveniente. (se incoveniente se pode cha- 
mar) será de somenos importância se previa- 
mente se fizerem observações em diferen- 
te receptores em boas condições de funcio- 
namento e se se tomarem notas dessas ob- 
servações. 

Note que o processo que passamos a ex- 
plicar constitui um refinamento na utiliza- 
ção do pesquisador com o qual póucos fa- 
bricantes destes instrumentos se preocupam. 

É fundamental que o controle de sensibi- 
lidade do pesquisador conte com uma esca- 
la de 20 ou mais divisões. Neste processo 
necessita-se de utilizar essa escala, pelo que 
se tem de considerar as suas divisões e es- 
tas terão de ser nunseradas da direita para 
a esquerda. 


— Neste processo temos de utilizar um 
voltímetro de corrente alterna, na escala 
dos 50 V ou na que se julgue mais apropri- 
ada durante o ensaio. 

Dispõem-se os materiais do seguinte mo- 
do: 


— Pesquisador na posição de normal uti- 
lização; 

— Voltímetro de corrente alterna ligado 
aos bornes-alvéolos do pesquisador. Os fics 
de ligação do voltímetro não devem ficar 
juntos da ponta-de-prova da sonda, porque 
se assim suceder é natural que o pesquisa- 
dor entre em oscilação por efeito de reali- 
mentação, devido ao acoplamento entre saí- 
da e entrada; 


— Oscilador. comutado para a gama de 
ondas médias e irradiando em onda modu- 
lada. A antena ligada à antena do receptor 
ea terra ao chassis do mesmo. 





— O receptor comutado para ondas mé- 
dias. O controle de volume pode ficar no mí- 
nimo para evitar incômodos. 

Depois basta estabelecer índices, de am- 
plificação padronizados que, com a prática 


Lista de materiais 


Ri — 22 K9; R2 — 1 Mº; R3 — 22KR 
R4 — 100 K9; R5 — 6,8K9; R6 — 47 KQ 
R7 — 47 K9; R8 — 22Kº; R9 — 470 R 
R10 — 390 2; R11 — 6,8 KQ; R12 — 1008 


As resistências de R1 a R6 são de !/, W, 
todos os restantes poderão ser de 4% ou 1W. 


Ci — 390 pF; C2, C3 e C4 —. 10 uF/12V; 
C5 — 100 nF/16 V; C6 — 0,05 uF; C7 —10 
vE/12 V; 

C8 — 10 uF/12 V. 


Comutador: três circuitos — três posi- 
ções, 

Transistores: 2-AC128; 1-AF170; 1-AC134 
(ou equivalentes). : 


1 Diodo tipo OAT0 ou equivalente; 1 po- 


tenciômetro (£P) de 50 Kº2 com interrup- 


EM SÃO PAULO... 


RUA BARÃO DE PIRACICABA, 105 


tor (logarítmico). 

2 transformadores (um “driver” e um de 
saída). 

Primário de “driver”: 1200 espiras de fio 
0,15 mm 2. 


Secundário: 495 + 495 espiras de fio 0,15 
mm gd. 

Ferro a utilizar: 42 x 27 cm; área de 
1,82 cm? (tipo 1). 

Primário do de saida: 195 + 195 espiras, 
de fio 0,15 mm Gj (pontas castanha, azul é 
castanha). 


Secundário 85 espiras de fio 0,45 mm (2 
(pontas verdes). 


Secundário auxiliar, de alta impedância: | 
3200 espiras de fio 0,10 mm (% (pontas! 
brancas). 

Ferro: 4,8 x 3,2 cm; área de 2,56 em?! 
(tipo 3). 

1 alto-falante 82 1 W; 1 ficha afenol macho 
e outra fêmea; 2 pilhas de 4,5 V; 1 pinça 
“boca de crocodilo”. 

Os restantes materiais, tais como, bases 
para as montagens dos componentes, im- 
pressos ou não, blindagem da sonda e pon- 
ta-de-prova, caixa, painel, etc., terão de 
ficar ao critério e engenho do leitor. 


HOSPEDE-SE NO LAR DA FRATERNIDADE 


Tel. 220-4012 


“Além de estar juntinho à Rua Santa Ifigênia, onde se localiza o maior 
número de casas especializadas em eletrônica, fica *ronteiro à Estação 


Rodoviária é 





19 


ACÚSTICA 












No início do período da Alta-Fidelidade 
andava em, voga dizer-se que o seu objetivo 
era “recriar ou simular o salão de concerto 
dentro de sua sala de estar”. Com o passar 
do tempo (e quando os audiófilos tornaram- 
se mais exigentes, sofisticados e conhecedo- 
res do assunto), as indústrias logo se aper- 
ceberam de que esse objetivo era, na melhor 
das hipóteses, tremendamente ilusório. Uma 
sala de estar doméstica não tem o espaço 
(volume cúbico) nem as propriedades acús 
ticas de um amplo salão de concertos e, 
portanto, nenhum “forte desejo” poderá 
torná-los iguais. Além do mais, há muito 
tempo, pesquisadores defendem a idéia de 
que parte daquilo que dá ao ouvinte a “sen- 
sação” de estar num salão real de concer- 
tos é de natureza psicológica ou psicoacús- 
tica. Temos a sensação de “estarmos” num 
grande salão de concertos devido aos estí- 
























so redor e seu ruído característico, as pol- 
tronas enfileiradas, que se estendem ao 
longe, o palco iluminado sobre o qual os 
músicos geram a música — tudo isso con- 

ou A e 
tribui para a “sensação da presença real”. 

Logo que a idéia do som quadrifônico foi 
lançada, alguns defensores do sistema de 
áudio de 4 canais propugnaram que essa 
técnica de reprodução por canais múltiplos 
poderia mesmo chegar perto do “som real 
do salão de concertos” dentro de nossas ca- 
sas. A verdade, no entanto, é que muito 
daquilo que se fez como “ambiente real de 
salão de concertos”, em gravações e fitas 
de 4 canais, foi, na realidade, nada mais 
que uma espécie de “som envolvente”, “som 
abrangente” ou “imersão sonora” e que foi 
considerado irreal e até fora do natural por 
muitos ouvintes que se ressentiram com 
um verdadeiro bombardeio de vocalistas e 
instrumentos localizados às suas costas. 


Até recentemente, parece que a única ma- 
neira de se fazer com que um sistema mu- 
sical de alta-fidelidade simulasse estar re- 
produzindo uma execução real em salão de 
concertos, era transportar alto-falantes, 
amplificadores e a fonte musical gravada 
para um salão verdadeiro de concertos. O 
salão podia então proporcionar as qualida- 
des acústicas que faltam numa residência 
quando o sistema de hi-fi é utilizado. Gran- 





















20 : 


mulos visuais e auditivos. A platéia ao nos-' 





Camilo Roberto CF Costa 


de parte do sucesso dos antigos concertos 
com partes ao vivo e partes gravadas, e que 
foram esporte popular dos audiófilos no iní- 
cio da época do hi-fi, é agora atribuida ao 
fato de que não só a execução real ao vivo 
mas também o equivalente reproduzido ele- 
tronicamente estavam, na realidade, utili- 
zando um auditório (ou Salão de concertos) 
amplos e acústicamente idênticos. 


Um ouvinte num auditório para concer- 
tos ouve pelo menos três efeitos de acústica 
do salão, a saber: 


1. — Chegada do som de uma quantida- 
de de direções numa sucessão rápida. 
São os sons coerentes, pois o ouvinte 
pode identificar o ponto de origem; 


a) Som direto do palco. É o som 
PRIMÁRIO OU DIRETO; 


b) Som de várias superfícies refle- 
toras. É o som REFLETIDO. 


2. — Chegada de sons INCOERENTES. O 
ouvinte tem dificuldade para locali- 
zar a fonte. São sons de alta freqiuên- 
cia (agudos) que ao mesmo tempo 
dão ao som do salão uma qualidade 

* dear livre. 


3. — Degeneração gradual. É o efeito co- 
mum e conhecido sentido após ter 
cessado a fonte sonora no palco. Este 
efeito é frequentemente simulado 
com êxito durante. a gravação, de 
modo que parece não haver necessi- 
dade de “recriá-lo” no processo de: 
reprodução (play back). Esse recur- 
so é longamente utilizado por nos- 
sas estações de radiofusão para si-' 
mular grandes ambientes e até mes- 
mo o efeito de eco. 


Para cada um dos efeitos acima, deve-se 
considerar ainda a existência de duas mo- 
dalidades: os sons alternados e os fora de 
fase. Os dois primeiros efeitos da relação 
acima não podem ser transmitidos com téc- 
nicas convencionais de reprodução sonora. 
A falha dos equipamentos convencionais de 
alta-fidelidade em reproduzir os dois efeitos 
faltantes talvez seja um dos principais mo- 
tivos da qualidade artificial na reprodução 
de música orquestral em residências, mes- 
mo quando os componentes utilizados são 


de precisão, a resposta de fregiiência é boa, 
quando os sons harmônicos e a distorção 
são desprezíveis. 


Uma série de estudos levados a cabo no 
centro de pesquisas acústicas dos Estados 
Unidos demonstram que o“efeito subjetivo 
das primeiras reflexões de um grande au- 
lditório são diferentes dos efeitos subjetivos 
causados pela reverberação posterior. Esses 
estudos indicam que o período de tempo no 
qual o caráter acústico de um salão é “sen- 
tido” pelo ouvinte é de aproximadamente 
100 milisegundos (1/10 de segundo). Nesse 


e o cérebro formam uma idéia do tamanho 
e difusão da fonte sonora e da colocação on-| 
de estão situados o ouvinte e a fonte. Testes 
em estúdio e laboratório revelaram também 
que a ilusão de estar num salão de concertos 
bem amplo foi tremendamente aumentada 
quando se apagaram as luzes, confirmando 
assim o que se disse anteriormente a respeito 
dos aspectos psicológicos da audiência com 
sensação de salão de concertos. . 


É importante frisar que as pesquisas de- 


'monstraram que, num auditório, o ouvido 


recebe sons “atrasados” depois do impacto 


tempo, após o golpe de som transiente que 


do som direto do palco. 
representa o início do som musical, o ouvido 











Es Es 


Fig. 1 — (D) Som coerente, direto do palco 
(R1) Som rejletido, chegando ao ouvinte 
com atraso de no mínimo 1/10 seg. com re- 
tação ao som “D”, tendo para isso que fazer 
um percurso total de no mínimo 34 m. (R2) 
Som rejletido com atraso superior ao som 
“Ri”, com percurso total superior a 34 m. 
(R3) Som rejletido com atraso maior que 
“R2” e percurso total maior que o de “R2”. 
(I) Sons incoerentes, de altas fregiiências, 
difíceis de localizar. O auditório aqui repre- 
sentado é maior em largura que em projun- 
didade. 








21 


” Esses sons são ouvidos por um período de | mário); 
1/10 de segundo, após o impacto inicial. ) — tma série de alto-falantes com emis- 
Embora ainda haja fatores. desconhecidos são retardada (1/10 a 1/4 de segun- 
a audição humana e que carecem de maio- do) por computador ou sistema de 
es pesquisas, os a Ps já E retardo para simular sons refletidos 
ram para uma conclusão básica: somente no salão. Quanto maior o retardado, 
será possível simular.o ambiente real de um maior as dimensões do salão simu- 
auditório de concerto utilizando-se os siste- 1ado. 
mas convencionais de hi-fi-stéreo em pe- 3 alt ) 
.— o-falantes para agudos (tweeters) 
ível E É 
sa ng a Ea ERES ao alto e ao: redor do ouvinte (siste- 
criar as segu. ç e ma quadrifónico, n/caso), com sis- 
j1l. — Um par de alto-falantes hi-fi stéreo | tema de retardo, para simular ondas 
colocados à frente, a pç 9 incoerentes difíceis de localizar. 
som direto do palco (coerente pri- 


4, — Sistema de degeneração ou reverbe- 





Fig. 2 — As ondas e reflexos da fig. 1 foram 
substituídas por alto-falantes. O som “D” 
poderá ser gerado por uma ou mais caixas. 
Os jalantes R1, R2 e R3 têm tempos de re- 
tardo diferentes, o que permite ao cérebro 
sentir as dimensões do ambiente. Variando- 
se os diferentes tempos de retardo pode-se 
simular ambientes de diferentes formatos e 
dimensões. Alterando-se a posição das cai- 
xzas pode-se alterar a posição simulada do 
ouvinte no auditório simulado. Observe-se 
no entanto que a acústica do ambiente so- 
E aos efeitos produzidos pelo sistema. 

ideal seria uma sala pi câmara absor- 
Eres 





22 




























ração para todos os canais (exceto os 
os do palco). 
Observe-se ainda que num salão real, 


todas as superfícies geram reflexões retar- 
dadas (devido ao espaço/distância interna 












| 
| 
( 






jetos. Portanto, a sensação real de um sa- 
lão a partir de um sistema stéreo é quase 
'impossível ser recriada, pois demandaria 
um número altíssimo de alto-falantes para 
simular os diversos pontos refletores das 
diversas superfícies. 


As técnicas atuais de gravação, introdu- 
zindo reverberação artificial (ou tempo de 
degeneração) nos discos stéreos originais, 
realmente causam uma certa sensação de 
auditório. Esses discos são gravados a partir 
de matrizes de gravação de shows ao vivo ou 
em matrizes feitas em estúdio do tipo canais 
múltiplos. Essas gravações, contudo, pecam 
num detalhe: quando o ouvinte do sistema 
hi-fi deveria ouvir um som direto e os demais 





'sons retardados de outras direções, ele ou- 


vejanosso stand de 


Tenha uma boa base. Para o Técnico de serviço 
externo nada como ter os pés calçados com os 
sapatos sob medida de MONTIEL. 


Praça Jcão Pessoa, 16-B — Tel. 242-1428 





ve, na realidade, sons diretos e reverbera- 
ção de uma única fonte à sua frente. O ou- 
vido humano com um pouco de imaginação 
consegue satisfazer o desejo de “ambiência 
real de auditório”, mas para os mais exi- 
gentes o efeito é falho, pois nosso ouvido 
possui um sentido acuradíssimo de tempo 
e espaço e “sabe” que as reverberações não 
porvêm de pontos espalhados ao seu redor 
mas, sim, da fonte original à sua frente. 


Encontram-se adiantadas nos Estados 
Unidos as pesquisas no sentido de criar sis- 
temas de retardo para alto-falantes “refle- 
tores”. As pesquisas de desenvolvimento 
com êxito no Centro de Pesquisas Acústicas, 
tendo Robert Berkovitz na direção dos tra- 
balhos. Numa segunda parte descrevemos o 
sistema Digital de retardo de tempo para 
simulação de som de auditório, desenvolvi- 
do nos Estados Unidos e recentemente di- 
vulgado pela revista Americana Radio Ele- 
tronics. ) 






Rua Gararu, 188 - s/6 
04513 - São Paulo - SP 


novidades 






23 


MEDIÇÃO DE RUÍDO NO RECEPTOR 





As indicações abaixo foram tomadas da pu- 
blicação “RADIO RECEIVERS TEST” publi- 
cada pela Marconi Instruments Ltd., da 
Inglaterra. Agradecemos aquela entidade a 
permissão de usar o presente material para 


divulgação entre nossos leitores. 


Para a medição do nível de ruído no recep- 
tor em medidas de laboratório, deve-se ligar 
os aparelhos e testes como se vê no diagrama 
de bloco. O oscilador de áudio é para a mo- 
dulação externa do gerador de sinais. 

A antena fantasma é uma disposição que 
quase sempre acompanha os geradores de 
sinais do tipo laboratório. 

O filtro deve ser do tipo passa-alto, com 
uma frequência de corte em 300 Hz, para 
remover o zumbido residual dos receptores 
alimentados pela energia do setor. 





OSCILADOR ob lo GERADOR 
DE DE 
ot—to sinais 


FANTASMA 
AUDIO 











Ajustar o sinal de entrada no receptor a 
um nível que, quando a modulação for re- 
movida, a leitura no medidor de saída seja 
reduzida de 50%. Esta entrada de sinal, em 
microvolts, é a medida de nível de ruído do 
receptor. 





O teste deve ser efetuado em duas ou três 
frequências de cada faixa de operação do 
receptor. 

Coloca-se o gerador de sinais na frequên- 
cia desejada modulado a 1.500 Hz com uma 
profundidade de 10%. Liga-se o receptor e 
sintoniza-se para a frequência do gerador de 
sinais. Os controles de ganho e sensibilidade 
em RF devem estar para o máximo. Obser- 
var a posição dos controles de áudio, tona- 
lidade e outros. 


RECEPTOR FILTRO 








O nível de ruído é proporcional a largura 
da banda-passante em RF do receptor e se 
há um controle de sensibilidade, o nível de 
ruído deve ser estabelecido para em função 
da posição deste controle quando a medida 
for efetuada. 


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TRÔNICA, Indicador Profissional. Sob a orientação de A. Fanzeres 


24 


Mensalmente nas bancas 





“UMA NOVA OPÇÃO EM ALTA FIDELI- 


DADE 


Com os constantes aperfeiçoamentos que 
vêm sendo introduzidos nos aparelhos de re- 
produção de som e o crescente desenvolvi- 
mento da indústria fonográfica, a alta fide- 


lidade — o “Hi-Fi”, como se diz usualmente . 


—está cada vez mais na ordem do dia. No 


Amplificador-sintonizador RH-748, da Phi- 
lips, com 120 watts. de potência musical. 


Brasil, como no resto do mundo, a “mania do 
som” ganha continuamente novos adeptos, 
que hoje já não se restringem às camadas 
mais privilegiadas da população. 

A Philips, tendo em vista as tendências do 
mercado, acaba de lançar sua primeira li- 
nha de aparelhos de alta fidelidade. Trata- 
se de um conjunto formado por um ampli- 
ficador-sintonizador de 120 watts de potên- 
cia musical, com características e desem- 
penho profissionais; por um toca-discos 
cujas principais funções são realizadas 
através de um sofisticado circuito eletrô- 
nico; e por caixas acústicas de sistema 
“bass reflex”, que garantem elevada fideli- 
dade e mínimo de distorção. A nova linha 
incorpora o sistema de conexões tipo ame- 
ricano, que permitirá combinar esses apa- 
rclhos com quaisquer outros equipamentos 
eletrônicos de reprodução de som. 


O equipamento 


O amplificador--sintonizador RH 748 reú- 
ne um amplificador de alta fidelidade de 
padrão internacional, com 120 watts de 
potência. musical (30 mais 36 watts RMS), 
com distorção quase nula, a um sintoniza- 
dor de AM/FM estéreo. O aparelho é dota- 


do de filtros de graves e agudos, de chave 
“loudness” para correção automática de 
graves e agudos, de seleção para grupos de 
caixas acústicas, de saída estéreo para fone 
de ouvido, de seleção de programa (AM, 
FM, “tape” 1, “tape” 2 e toca-discos) por 
teclas, além dos controles habituais de vo- 
lume, graves, agudos e “balance” e de indi- 
cadores de nível de potência para cada canal 
de saída. 

O toca-discos GA 312, cujo modelo precur- 
sor teve grande aceitação entre os cultores da 
alta fidelidade no Brasil, apresenta como no- 
vidade um motor dotado de tacômetro--ge- 
rador, que detecta qualquer oscilação na 
velccidade, aliado a um circuito que per- 
mite a estabilização da rotação, Esse toca- 
discos dispõe também de controles de toque 
suave (“touch controls”) para seleção del 
rotação e imobilização do prato, de ajuste 
de compensação de força lateral (anti-“ska- 
ting”), de tecla de acionamento do braço 
com precisão e suavidade em qualquer pon-| 
to do disco, de anel estroboscópico para con-| 
trole visual da velocidade, de ajustes indi- 
viduais de velocidade e de peso na agulha 
e de suporte universal da agulha, que pos- 
sibilita a substituição da cápsula magnética 
de nível profissional original do aparelho 
por qualquer outra. 

As caixas acústicas RH-476 utilizam o 


Toca-discos Philips GA — 312, com circuito 
eletrônico altamente sofisticado. 





25. 





sistema “bass reflex”, com três canais que 
asseguram, resposta fiel em todas as faixas 
[de fregiência, através de alto-falantes de 
10 polegadas para graves (“woofers”), de 
5 polegadas para médios (“squawkers”) 
'e de 3 polegadas para agudos (“tweeters”). 
Essas caixas são dotadas de divisores de 
frequência, com controles de resposta nas 
frequências médias e agudas, e o equilíbrio 
'em altos e baixos níveis de potência faz com 
que elas possam ser utilizadas em ambien- 
tes pequenos ou grandes e conjugadas a 
amplificadores que forneçam até 30 watts 
RMS por canal. 

A partir desses modelos básicos, a Philips 
desenvolverá e lançará futuramente outros 
tipos de equipamentos de som de alta fide- 
lidade, de menor e de maior potência, vi- 
sando atender todas as faixas de consumi- 
dores e incorporando os mais recentes aper- : 
feicoamentos no campo da reprodução do caixa acústica RH-476, da Philips, com sis- 
som, tema “Bass Reflex”, 































AMPLIFICADOR COM CI — CA 3020 










O amplificador, cujo circuito publicamos, ps 0,62 ohms, lw 
apesar de dimensões diminutas, é de ganho T1 , patenhs 
muito elevado (cerca de 56 dB) sendo mais 
que suficiente para acionar um alto-falante 
de uma pequena eletrola ou rádio portátil. 

O circuito integrado CA 3020 cujas di- 
mensões são quase as de um transistor co- 
mum, contém 7 transistores, 11 resistores e 
3 diodos, todos eles interligados e acessíveis 
desde o exterior por 12 terminais. 

A alimentação é de 9 volts e o alto-falante 
deverá ser de 4 a 8 ohms de impedância na 
bobina móvel. O valor do condensador C5 
pode variar desde 0,001 a 0,2 mfd segundo 
seja a aplicação que se destine o amplifica- 
dor. 






primário 125 ohms, com derivação 
central, secundário para 4 ou 8 
ohms. 



















LISTA DE MATERIAIS 





ci, C3 1 mfd 
c2 0,1 mfd 
c4 0,01 


C5 0,001 a 0,2 mfd (ver texto) 
R1 potenciômetro log. 5K ohms 


510K ohms, 1/2 w. 








26 


MODELADOR DO ESPECTRO DE ÁUDIO 


A firma dinamarquesa BRUEL & Kjaer 
especialista em equipamentos, testes e pro- 
cessos de medidas de áudio, desenvolveu um 
modelador de espetro de áudio que permite 
aplicar 36 filtros de 1/3 de oitava, cada um 
com seu atenuador próprio na faixa de fre- 


C00000000000000000000009 


quência que vai desde 11 Hz até 45 kHz. 

Pela aplicação do filtro, modelo 5612, a 
um sinal, é possível modelá-lo com variações 
desde 1/3 de oitava, para que apresente o 
perfil que se deseje, seja em atenuação ou 
ênfase. 


recocovosoo o 


e 
JU! 
dh 


em 


o 


O 





Este modelador não é um aparelho de pro- 
dução corrente, destinando-se a pesquisa e 
medidas de laboratório. Os engenheiros e 


projetistas que desejarem maiores informa- 
ções devem contactar a Bruel & Kjaer do 
Brasil, C. P. 2414, São Paulo 1, Brooklin, SP 


O GRAVE PROBLEMA DA DIVULGAÇÃO 
E APLICAÇÃO DO VOCABULÁRIO, DAS 
DEFINIÇÕES DE TERMOS E DA SIMBO- 
LOGIA UTILIZADAS NAS TELECOMUNI- 
CAÇÕES. 


Nos principais países do mundo, onde a 
tecnologia é altamente desenvolvida, existe 
pelo menos um órgão de pesquisa perma- 
nente consagrado às telecomunicações. 


Quase todas essas organizações divulgam 
ao mundo científico, através de, publicações 
periódicas, as informações e os resultados 


devota inteiramente às telecomunicações 
está sediado em Genebra, Suíça, e é tha-| 
mado: “UNIÃO INTERNACIONAL DE TE- 
LECOMUNICAÇÕES —. U.LT.” 

A U.I.T., congrega quase tedos os paí- 
ses do mundo (inclusive o Brasil). por meio 


de suas pesquisas, no campo a que se dedi- 
cam. 


O principal órgão internacional que se 





27 





ide representantes designados pelas Admi- 
nistrações dos países membros. Cada país, 
geralmente, em períodos de quatro anos, 
apresenta em Assembléia Plenária, os re- 
sultados detalhados de suas pesquisas e rei- 
vindicam, por seus representantes, solução 
para qualquer problema individual ou re- 
gional. 

Alguns desses representantes na U.LT., 
formam dois Comitês principais: o “COMI- 
TÊ CONSULTIVO INTERNACIONAL TE- 
LEGRÁFICO E TELEFÔNICO - C.CIT.T.” 
e o “COMITÉ CONSULTIVO INTERNACIO- 
NAL DE RADIOCOMUNICAÇÕES-C.C.I.R.”; 
ambos os Comitês são assessorados por 
COMISSÕES DE ESTUDOS (específicos) 
que, por sua vez, são formadas, ora pelos 
membros que compõem os Comitês princi- 
pais, ora formadas pelos outros representan- 
tes na U.I.T. 

Entre outros órgãos subordinados à U.LT., 
se destaca, ainda, a “JUNTA INTERNACIO- 
NAL DE REGISTROS DE FREQUÊNCIAS - 
L.P,B.B.”.. 

Esses três órgãos difundem, para conhe- 
cimento dos países membros: Convênios, Re- 
gulamentos, Estatísticas, Conferências, Lis- 
tas, Planos, Manuais, Instruções, Glosários, 





cações científicas relacionadas com as tele- 
comunicações, de interesse geral. 

Após as Assembléias Plenárias, é publica- 
da uma série de volumes, separados por gru- 
pos -de assunto, e dessa forma, é tornado 
público internacionalmente: Informes, Re- 
comendações, Resoluções, Decisões e Soli- 
citações, quando aprovados por unanimida- 
de de seus membros. 

Ao tomarem conhecimento dos resultados 
de tais Assembléias, os países membros põem 
em execução aquelas aprovações, respeita- 
das, no que couber, as peculiaridades de 
cada um. 

Basta fazer-se uma comparação entre o 
“REGULAMENTO DE RADIOCOMUNICA- 
ÇÕES DA U.I.T.” e a “NORMA GERAL DE 
RADIOCOMUNICAÇÕES (NG-01/75)”, a- 
provada pela Portaria nº 265, de 18.03.75, 
de nosso Ministério das Comunicações, para 
se ter uma idéia geral da seriedade com que 
são levadas em conta, as publicações daquela 
organização internacional. 

A V-Assembléia Plenária do CCITT., 
conhecida por “Livro Verde”, foi realizada 
em Genebra, 1972. A publicação dos resulta- 
dos obtidos é composta de 10 volumes e edi- 


28 


“tada, em separado, em três idiomas: Fran- 


Seminários, Jornais, Boletins e outras publi- 






cês, Inglês e Espanhol. 

A XIII-Assembléia Plenária do C.C.I.R., 
a mais recente, foi realizada também em Ge- 
mebra, 1974. A publicação dos resultados ob- 
tidos é composta de 14 volumes, sendo que 
um é o Suplemento do 13º volume, como a 
anterior, editada nos três idiomas já citados. 

Com referência à terminologia aplicável 
internacionalmente à Telefonia e à Telegra- 
fia o C.C.I.T.T., por intermédio da ULT., 
publicou, em separado, o “REPERTÓRIO DE 
DEFINIÇÕES DOS TERMOS ESSENCIAIS 
EMPREGADOS EM MATÉRIA DE TELECO- 
MUNICAÇÕES — Parte 1”. 

No que diz respeito à simbologia, o C.CI.R., 
também através da U.I.T., publicou o IN- 
FORME-440-2, extraído das publicações da 
Série nº 117, da “COMISSÃO ELETROTÉC- 
NICA INTERNACIONAL - C.E.1.”. Este 
Informe, está em atualização permanente, 
de acordo com Recomendação aprovada por 
unanimidade dos membros que compuseram, 
a XIII Assembléia Plenária do C.C.I.R., de 
1974. 

A Parte II do “Repertório”, relacionada 
com as Radiocomunicações, está sendo ela- 
borada pelo C.C.I.R. Todavia, na XIII As- 
sembléia Plenária de 1974, foram tomadas 
muitas decisões definitivas a respeito do 
assunto, conforme relação parcial que se- 
gue: 

1) Definição dos termos, emissão, trans- 

missão e radiação — Recomendação 325; 

2) Termos relativos à transmissão (potên- 

cia dos transmissores radioelétricos) — 

Recomendação 326-2; 

Espectros e larguras de faixas de emis- 

são. -Recomendação 328-2; 

Radiações não essenciais. — Recomen- 

dação 329-2; 

Ruído de fundo e sensibilidade dos re- 

ceptores (sensibilidade máxima utilizá- 

vel) — Recomendação 331-3; 

Seletividade dos receptores — Recomen- 

dação 332-3; 

7) Noção das perdas de transmissão nos 
projetos de sistemas radioelétricos — 
Recomendação 341; 

8) Definição relativa à potência irradiada 

—Recomendação 445; 

Medidas da qualidade da transmissão te 

lefônica — Informe 526; 

10) Definições da interferência — Informe 
528; 

































3 






- 







4 


- 







5 


- 









6 


- 










9 


- 










12) 


13) 


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19) 


20) 


21) 


22) 


23) 


24) 


25) 


26) 


27) 





Classificação e denominação das emis- 
sões — Solicitação 44; 

Efeito das interferências nos circuitos 
de enganche de fase e faixa estreita uti- 
lizados na investigação espacial (relação 
sinal/ruido equivalente) — Informe 544; 
Utilização de antenas diretivas nas fai- 
xas de frequências compreendidas en- 
tre 4 a 28 MHz — Recomendação 162-2:; 
Sistema de correção automática de er- 
ros para sinais telegráficos transmitidos 
por circuitos radioelétricos — Recomen- 
dação 342-2; 

Distorção telegráfica — Recomendação 
345; 

Qualidade de funcionamento dos siste- 
mas radiotelegráficos (fator de funcio- 
namento satisfatório) — Informe 351-2; 
Termos e definições relativos à radioco- 
municaçõeôs espaciais — Informe 204-3; 
Fatores que influem no acesso múltiplo 
dos sistemas do serviço fixo por satélite: 
Método de modulação, etc) — Informe 
213-3; 

Determinação da zona de coordenação 


(margem de interferência) — Informe 
382-2; 
Definição de termos relativos à propa- 
gação troposférica — Recomendação 
310-3; 
Definição de uma atmosfera fundamen- 
tal de referência — Recomendação 
369-1; 


Curvas de propagação de ondas métri- 
cas e decimétricas para a faixa de fre- 
quências compreendidas entre 150 kHz 
e 1600 kHz (transmissão ortogonal) — 
Recomendação 370-2; 

Definição das frequências máximas de 
transmissão — Recomendação 373-3; 
Análise dos resultados de medidas da 
propagação da onda ionosférica nas fai- 
xas compreendidas entre 150 kHz e 1600 
kHz (transmissão ortogonal) — Infor- 
me 431-1; 

Emissões de fregiências-padrão e si- 
nais horários — Recomendação 460-1; 
Características dos sistemas que propor- 
cionam numa emissão informação so- 
bre o tempo e a frequência — Informe 
366-2; : 

Sistemas de radiobuscas (Radio paging) 
— Informe 499-1; 

Sistemas de radiocomunicações e/ou ra- 








diodeterminação para aeronaves ou bar- 
cos com uso de satélites (complemento 
das definições do Informe 213-3, da Co- 
missão de Estudos nº 4) — Informe 596; 
Relação sinal/interferência para radio- 
difusão — Recomendação 447; 
Terminologia relativa ao emprego de 
técnicas de radiodifusão Informe 471-1; 
Compressores-expansores para circuitos 
de transmissões radiofônicas (Ruído es- 
tendido, ruído residual e ruído diafôni- 
co) — Informe 493-1; 

Definição de uma interrupção nos ser- 
viços de televisão — Informe 639; 
Unidade de quantidade de informação 
— Recomendação 166-1; 

Termos e definições: Ondas (eletro- 
magnéticas) de polarização elíptica ou 
circular dextrósum ou sinistrósum — 
Informe 321; ; 

Definições da irradiação nas faixas 5 — 
ondas quilométricas, e 6 ondas hecto- 
métricas — Informe 618 — e muitas 
outras Recomendações e Informes que 
tratam de terminologia e definições de 
termos essenciais às telecomunicações. 









29) 






30) 








31) 









32) 






33) 







34) 








35) 








Infelizmente ainda existe em nosso país 
quem, laborando diariamente em algum 
setor das telecomunicações, não tome co- 
nhecimento dos padrões e normas inter- 
nacionais que — fazendo-se justiça — são 
postas em prática, rigorosamente, pelos ór- 
gãos subordinados ao Ministério das Co- 
municações. 









Não é raro deparar-se com uma publica- 
ção técnica ou didática (o que é mais gra- 
ve), onde o autor (muitas vezes formado 
em nível superior) emprega termos técni-- 
cos erroneamente, confundindo o leitor. 
Não é raro, também, ter-se que fazer com- 
parações com esquemas elaborados por in- 
dústrias, e se ver símbolos de transistores, 
condensadores, resistências, ligações, cha- 
ves, etc., em completo desacordo com a Sim- 
bologia Gráfica Oficial. 

No que pese as dificuldades de aquisição 
das obras referidas neste trabalho, pois as 
livrarias especializadas geralmente não se 
interessam em adquirí-las no exterior, e 
quando o fazem, querem usufruir lucros 
excessivos. No que pese as dificuldades de 
acesso às mesmas obras, em bibliotecas de 
órgãos especializados do Governo, pois tais 
obras são raras e de grande utilidade para 
a repartição, o que vem.causar situações de 

























29 


dificuldade para o estranho à repartição 
poder delas fazer uso; embora todos estes 
empecilhos não justifiquem, de forma al- 
guma, os procedimentos supra citados. 

As palavras escritas acima não têm a 
finalidade de ataques pessoais nem de pro- 
vocar alguma polêmica, pois a ela sou aves- 
so. Longe do autor a intenção de destruir. 
Por outro lado, é nosso. desejo fazer um 
apelo aos profissionais das telecomunicações 
para que procurem, dentro do possível, se- 
guir as normas internacionais em seus tra- 
balhos, como tão bem exemplificam os ór- 
gãos de nosso Governo.. 


Sempre achei que o livro técnico pode ser 


TDA 1057 


circuito integrado 


comparado ao instrumento de precisão, em 
termos de valor, para 0 profissional; por isso 
escrevi à U.I.T. e à outras Instituições 
Internacionais, e de posse dos respectivos ca- 
tálogos, importei, por conta própria, as obras 
que escolhi. Posso afiançar que os 34 volu-: 
mes importados, em 3 etapas, ficaram mais 
baratos que a aquisição de um osciloscópio 
duplo traço, de fabricação nacional. Mais 
tarde cheguei à conclusão que se tivesse com- 
prado os Bônus da Unesco, poderia ter feito 
economia ainda maior; mas, de qualquer 
forma, estou satisfeitíssimo. 


Mário Leite Brandão 


com SW de saída 



































30 


O TDA 1037 é um circuito integrado 
com estágio de saída em classe B, protegido 
contra altas temperaturas. 

Com tensões de operação entre 4 e 28V, 
proporciona aplicações universais como em 
TV e aparelhos de áudio. 

Por causa de sua versatilidade quanto à 
tensão de trabalho, o TDA 1037 pode ser 
utilizado inclusive em aparelhos onde se uti- 
lizam baterias. 

Com encapsulamento plástico (SIL-9) po- 
de ser fixado sobre a parte metálica do 
aparelho dispensando o uso de dissipadores. 


Valores máximos 
Máxima tensão de 
alimentação 

Máxima corrente de 
saída de pico 

(não periódica) 
Máxima corrente de 
saida (periódica) 
Temperatura de junção 
Resistência térmica 
Temperatura ambiente 
em operação 
Potência de saida 
(Tamb = 25ºC; | = 
1KHZ; K = 10%; 

Vec = 14V;AL =491) 
Sensibilidade na 
entrada (P = 5W; 
Vec = 14V; RL =49) 
Resposta em 
frequência (—3db) 


3.54 
2.54 
1509C 
12K/W 


—25 a 85º9C 


5.0W 


80mv 








35 a 20.000Hz 





SERVOLINEAR 





“Uma nova concepção em reprodução do som. 


ER 


3 


Já dissemos há alguns anos — e voltamos 
a repetir — que a conquista da fugitiva 
dama, ou seja, a Alta-Fidelidade, é impossí- 
vel de ser obtida de modo total, 100%. Há 
grandes aproximações, reproduções quase 
perfeitas, mas... sempre há algo que o per- 
fecionista acha que deixa a desejar. Enquan- 
to isso, surgem sempre novidades e, diga-se 
a bem da verdade, cada vez melhores, cada 
vez mais realistas. E tão realistas se tornam 
estes novos dispositivos que a grande maio- 
ria de audiófilos se sente encorajada em pen- 
sar que agora a fugitiva dama será con- 
quistada de vez. 

Estas reflexões vêm a propósito do SER- 
VOLINEAR que usa uma disposição inusita- 
da de alto-falantes (figura 1) para dar uma 
sensação de realismo muito grande. O pro- 
jeto do SERVOLINEAR foi baseado em cál- 
culos efetuados por computadores. Usa o 
sistema patenteado PERIPHONIC que, se- 
gundo seus fabricantes, permite o “casamen- 
to sem atrito” dos três elementos mais co- 
muns dos alto-falantes dinâmicos. Para que 
se entenda melhór isto, vamos detalhar os 
três elementos em separado: Servolinear 
Phase-lock Servo Circuit; Planar RPD e 
Gabinete Periphonic, 

O sistema “phase-lock” evita uma série de 
compiemissos que comumente ocorrem no 
setor elerróiico da reprodução e, deste modo, 
permite uma ótinta transferência de todas 
as frequências na gama audível. Isto implica 
na ausência de ressonância. 

O processo Planar RPD (Pistão de dia- 
fragma rigido) que são os alto-falantes para 
graves é exclusivo. Trata-se de um “motor so- 
noro” que atinge o conceito de pistão perfei- 
to, coisa não conseguida pelos alto-falantes 
comuns. Possui também “tweeter”, tipo pie- 
zo-eletricos, para agudos, que não possuem 
ímã de voz nem “gap”. Como agem capaciti- 
vamente não necessitam de “cross-over” e a 
resposta é praticamente sem distorção até 
20.000 Hz. 


ESQUEMAS. 


CURSO DE TREINAMENTO 
DE TRANSISTORES PHILCO 


32 


Por fim, temos o gabinete — Periphonic 
enclosure — que é um tipo cônico tuncado, 
sendo que o topo é uma lente acústica que 
permite uma reprodução muito realista em 
qualquer ambiente. 

Este produto é fabricado pela Internatio- 
nal Sound Co., Servolinear Audio Products 
Inc., P. O. Box 4276, Modesto, California 
95352, USA. 

No Brasil ele é representado por G. A. Bo- 
leckis — C. Postal 1162 — S, Francisco — 
Niterói — RJ — tel. 711-7528, a quem muito 
agradecemos pela possibilidade de difundir 
estas e outras novidades de áudio para nossos 
leitores. 


edidos para Rua Goiás, 1.164 
Quintino. 








MENSALMENTE, 


O CORREIO DA UNESCO 
PÕE O MUNDO AO SEU ALCANCE. 


A cada mês, O Correio da Unesco traz para V. um aspecto interessante do 
mundo em que vivemos. Informação selecionada, em artigos assinados pelos 
maiores especialistas. À cada edição, um assunto de interesse geral com fotos 
inéditas. São 34 páginas de leitura atraente, traduzidas em 15 idiomas para 
leitores do mundo inteiro. Veja o exemplo de nossas últimas edições: 





9% 


URQHILO 
os PR 





OS CITAS A Quem Descoberta 

ourives nômades Pertence na Síria 

das estepes o Oceano? uma cidade de 
4.000 anos 


e O mundo Cita 

º Um grande cronista 
grego nos fala dos 
Citas 

e Maravilhas da arte 
cita 

e Os Ossetas: citas do 
século XX 

º... e muito mais. 


* Ouro negro sob o azul 

* O mar em debate 

º As promessas do 
oceano 

e Poluição marinha: 
há remédio? 

º... e muito mais. 


º Aacrópole em perigo 
º A planta da felicidade 
º Do oral ao escrito 

º Asigrejas pintadas 
º... e muito mais. 


——e-.o.<— NS 


O CORREIO DA UNESCO. A cada mês, no seu jornaleiro. 40 cruzeiros. 
A O DA CC o GS UT a, 


Vendas e assinaturas 
EDITORA DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS 
Praia de Botafogo, 188 - Tel.: 286-3344 - Rio de Janeiro - RJ 





33 





0D26/7 
0D28 
O0D29/35 


OD30 
OD36 


OD603 


0D604 
0D605 
OD650 
OD651A 
0X3003 
0X3004 


0X4001, 


P1027 
P1028/69E 
P1OBGE 
P1087E 
PADT23 
PADT24/5/8/30 
PADT31 
PBC107 
PBC108 
PBC109 
PET1001 
PET 1002 
PET 1075 
PET1075A 
PET2001 
PET2002 


PET3001/2 


PET3702/1 


PET3704/5/6 


PET3903 
PET3904 


EQUIVALÊNCIA DE TRANSISTORES 


ASZ16, AUY21-32, MP2063, NKT452, SFT265, 
40022, 2N2514A-1529 

ASZ15, AUY 28-30-34, MP2060, NKT401, SFT267, 
40021, 2N1041-1531 

ASc16, AUY 21-31, MP2061, NKT404, SFT266, 
40421 

AD148-162, MP2061, NKT453, 40022, 2N251A-1539 

ASZ18, AUY 22-30, MP2061, NKT403, SFT268, 
40421, 2N1540-1550 

AD1311V/V-138/50,ASZ18. AUY 22-30. MP2061, 
NKT403 SFT268, 713029 40421, 2N1540-1] 550- 
2066- 2836 

2N2836 

0C26, 2N2836 

AD138, ADZ11 

AD133-138, ADZ11 

AC1 26: 2N2429 

AC128, 2N2431 

AF185 

E270 

E271 

E174 

E175 

AF185, SK3005 

AF178, SK3006, 2N2495 

AF178, SK3006, 2N2495 

BC237 

BC238 

BC239 

BC207, BCY59A-66, BSX45VI-51A, ME1001, 
MPS56575, NKT10339, SE1001, 2N929 

BC207, BCY59B-66, BSX45X-52A, ME 1002, MPS6575 
NKT10439, SE1002, 40245, 2N930 

BF156-177-257-297, ME1075, SK3039, 40360, 
2N1990N-3114 

BF118-156-178-257/8, ME1100,MM3001, SE7002, 
40349, 2N3114 

BFX62, BEY39I, BSX51A-69- 81, ME2001, MPS6575 
NKT10339, SE2001, 40244, 2N929 

BFX59, BFY39II, BSX52A-69-81, ME2002, MPS6575, 
NKT10439, SE2002, 40245, 2N930 

BFX59, BFY39.66, BSX92, BSY95A, ME3001, 
MM1501, NKT16229, SE3001,TIS62, 40480, 
2N2368-3011' 

BC328-360VI, BSV15VI, BSX36-G13702, ME0401, 
Ni NKT20329, 40406, 2N2906-3702- 

47/8 

BC337;340VI, BSX30-45VI, BSY51, ME6001/2, 
MPS3704/5, GI3704/5, NKT10339, SE6001/2, 
40317, 2N5449 

BSX33-46VI, BSW84, BC184, ME6G101, 40407. 
2N2221-3903 

BC184, BSX33-46X, BSW85, ME6102, 40407, 

2N2222-3904 









PET3905/6 
PET4001/2 
PET4003 
PET4058/9/60 
PET4061/2 
PET4123 
PET4124/5/6 
PET6001/2 
PET8000/1/2/3/4 
PET8005/6/7 
PET8101 
PET8200 
PET8201 
PET8202/3 
PET8203 
PET8250/1 


PET8300/1/2/3/4 


PET8350/1/2/3 


PL 1091 
PL1092/3/4 


RR83/7/117 
RR160/1/2 
RRJ14/20/34 
S1042 
$1211N 
S$1212N 
S1213N 
S1214N 
8S1215N 
S1216N 
S1221N 
S1222N 


BSX36. BSW74. BSV16V1 BC214. MEO401. 40406. 
2N906. 3905 

BC168A-183-208. BCY58A. ME4001 MPS6574, 
NKT 10419. SE4001. SK3024. 40398. 2N3706 

BC168C-183-208. BCY58C. ME4003. MPS6574, 
NKT 10519. SE40083. 40397. 2N3706. 

BC153-182-205, BCY 78VI. G13703. MPS3708. 
NKT 20229. SE8540. 40406. 

BC153-182-205, BCY 78A. GL3702. MPS3702, 
NKT20329. SE8540. j 

BC207. BCY 59, ME9001. BSX88A. NKT 20339, 
SE8040. 2N4123-4140. 

BC208. BCY 58. BSX88A. ME9002. NKT 20229, 
SE8040, 40407; 2N4124-4141 

BC222-337-340. ME6001/2. MP5. 3704/5. G13704/5. 
NKT10339. SE6001/2, 40451/2. 2N3416/7-5449/50 

BC183-289, BCY 56-59-66. BSX51/2-54. MPS6575, 
40456. 2N3566. 

nen BCY 58. MPS6574. NKT 10339. 40311. 

N3565. 

BSV90, BSY 19-63. EN744. ME8101, NKT 16229, 
2N744-3013-3839-4264. 

BC168-172-183-208. ME4001. MPS 6574. NKT 12329, 
40311. 2N3565. 

BC167-172-183-207. ME8001. MPS6575. NKT 10339. 
SK3039, 40456, 2N3566 

BC168-172-183-208-288. MPS6574, NKT 10439, 40311. 
2N3565/6. 

BC169-173-183-209-239. MPS6575. NKT 10519. 404 
2N3565/6. À 

BC222-337-340. GL3702. ME6001. MPS3702, 
NKT 10439. SE6001. 40451. 2N3416. 5450. 

BC204. BCY 79, BSX36. G13703. MPS3703. NKT 2039. 
SE8540. 40406. 2N5448. 

AC117-124-128-153-180-192. BSX36. NKT302, 
2N1998-2000-2837-3638-40 

E304 

E305 

0C16 

AC128. SK3004, 2N2431 

AF185 

AC 126. 2N2429 

AF185 


AC126. 2N2429 
ESA dog apaga « MPS6516. 2N3703 


E201 
E201 
E201 
E201 
E202 
E201 
E201 





35 


36 


S1223N 
S1224N 
S1225N 
S1226N 
S1231N 
S1232N 
$1233N 
S$1234N 
S1235N 
S1236N 
S1241N 


S1242N | 


S1243N 
S1244N 
S1245N 
S1246N 
S2048 
S2049 
S2050 
S2292 
S15649 
$15650 
S15657 
SB100 
SC12 

SC 107 
Sc108 
SC 109 
SDF500 
SDF501 
SDF502 
SDF503 
SDF504 
SDF505 
SDF506 
SDF507 
SDF508 
SDF509 
SDF510 
SDF511 
SDF512 
SDF513 
SDF514 
SDF 1001 
SDF 1002 
SDF 1003 
SDT 1860 
SDT1861 
SDT 1862 
SDT1960 
SDT 1961 
SDT9901 
SDT9902 


E201 

E201 

E201 

E202 

E201 

E201 

E201 

E202 

E202 

E202 

E304 

E304 

E304 

E211 

E113 

ENT? 
BC177-237-257A-261-308VI, MPS6516, 2N3702 
BC140-337-337/16, 2N2222-3704 
BC107-147A-267A-337A, MPS6566, 2N3710 
BC177-237-257A-261-308VI, MPS6516, 2N3702 
MPS6520, SK3122 
MPS6515, SK3117 
MPS3563, SK3117 
AF185, SK3008 
AC126, SK3004, 2N2429 
BC182L 

Bc183L 

BC184L 

E400 

E400 

E400 

E401 

E413 

E400 

E400 

E400 

E401 

E413 

E400 

E400 

E400 

E401 

E413 

E108 

E109 

E110 
2N4281-4282-4283 
2N4051-4279-4280 
2N3316-4048 
2N4051-4052-4053 
2N4279-4280-4281 
2N4301 

2N4301 





3DT9903 
3DT9904 
SE1001 
SE1002 


SE1010 
SEZ001 


SE2102 


SE3001 


SE3002 
SE3005 
SE3819 
SE4001 
SE4002 
SE4010 
SE4020 
SE4021 
SE4022 
SE5001 


SE5002 


SE5003 
SE5006 
SE5020 


SE5021 


2N4301 

2N4301 

BC118, BF173-194-224, ME1001, MPS3693, 
NKT10339, SK3018, TIS87, 2N3693, 40235 

BC134-1824-171A- 207A- 237A, BF1 94.237, ME1002, 
MPS3694, NKT10439, SK 3018-3020, 2N3694 

BF22F-165-184-189-194-235-237, BFY1 9, ME8101, 
MPS3693-6514; NKT16229, Sk301 8/9, 2N3478- 
3564 

BC129-147A-172-207-223, BF154-185-224-235, BF Y 19, 
ME2001, MPS6512, NKT35219, SK3020, TIS98, 
2N2708-3691 

BC129-147-172-207-223, BF154-224-234-254, BFY 19, 
ME2002, MPS6513, NKT35219, SK3117, 2N2708- 
3692 

BF185-194-195, BFX59-66-73-89, BFY 19-88, ME3011, 
MPS3563, NKT16229, SK301 8, TIS62, 2N918- 
2857-3015-3563-3866. 


BF185-194-195-357, BFX59-73, BFY 19-88-90, 
ME3011, MPS3563, NKT16229, SK3018, TIS62, 
2N918-2857-3563-3600 

BF271-357, BFX62,.BFY90, ME3002, SK3117-3018, 

Enio 2N2616-2857-3839 

BC107-129-132-173B-182-2098-237A-239B, BF357, 
G13708, ME4101, MPS6514-6575, NKT10519, 
SK3020; TIS97, 2N2708-2921, 25C458 

BC107-129-132-173C-182-1 84A- -209C-239C, G13708, 
ME4002, MPS6576, NKT10519, SK3020, TIS97Z. 
2N5088-2708 

BC108B-114-131-173C-183-184C-209C-239C, G13708, 
ME4010, MPS6576, NKT10519, SK3020, TIS97, 
2N2708 

BC209C, BCY65E/X-79C, BFR16, SK3117, 2N760A- 
929A 

BC209C, BCY56-59C-66, BFR17, MPS-A18, SK3117 

BC209C, BCY59C-65E, BFR16, MPS-A1 8, SE4021, 
SK3117 

BC127-163-167-173-225-237, ME5001, MMB800, 
MPM5006, NKT35219, SK3019, 40238, 2N3337- 
3588, 25C464 

BF127-164-167-173-225-237, ME5001, MPM5006, 
Mat NKT35219, SK3018, 40239, 2N3338- 

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37 





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38 


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dard, Rádio Corp. SRTV-3A. 

Luiz Fernando Rabello 

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Desejo manter contato com pessoas que te- 
nham espírito criador e gostem de eletrônica. 
MARCELO A. R. MEIRELLES 

R. Engº Ernani Cotrim, 50 apt. 104 — Rio 


CORRESPONDÊNCIA 


Desejo manter correspondência com jovens 
de qualquer país. 

MARIA LUÍSA ALBUQUERQUE 

R. João Xavier, 11 — Apto. 401 

Higienópolis — Rio 


CORRESPONDÊNCIA 


Gostaria de trocar cartas com pessoas inte- 
ressadas em eletrônica. 
Luiz Jorge F. Prates Jr. 
R. Joaquim André, 1325 
Piracicaba — 13400 — SP 





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nentes eletrônicos ou prestam serviços téc- 
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leitores informem não estar servindo satisfa- 
toriamente. 















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39 


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Os pequenos livros publicados por esta 
editora são de pequeno formato porque o 
conteúdo excede, em muito, o que outros li- 
vros de maior formato trazem. Muito práti-- 
cos, com abundância de esquemas objetivos, 
a coleção BABANI atinge mais de trezentos 
exemplares. Na parte de áudio, como o pre- 
sente e subsegiientes livros, há uma pleni- 
tude de circuitos que o leitor, mesmo não 
sabendo falar inglês, não terá dificuldade 
em executar. Recomendamos a.nossos leito- 
res que procurem comprar Bônus da Unesco 
(Fundação Getúlio Vargas) e adquiram os 
livros diretamente na Inglaterra, pois os 
preços cobrados por certos livreiros aqui são 
dignos de um Ali Babá... é 


Ed. Babani Press, The Grampian, Shepherds 
Bush Road, London W6 YNF, England 
(85 p.) 


EQUIVALENTS AND SUBSTITUTES — 
B. B. Babani 


Eis um guia imprescindível ao técnico e 
ao amador. Centenas de circuitos integrados 
são indicados com seus possíveis equivalen- 
tes. Uma publicação que deve ser adquirida 
por todos. Ed Babani Press ( endereço acima) 
(75 p.) 


HI-FI, PA, GUITAR & DISCOTHEQUE AM- 
PLIFIER DESIGN HANDBOOK — B. B, 
Babani 


Por este livro da mesma série que citamos 
acima, verifica-se que a válvula ainda não 
foi definitivamente encostada. Quando se 
deseja potência elevada, as válvulas parecem 
disputar acirradamente com os transistores 
de potência e com alguma vantagem, senão. 
estariam sendo produzidos equipamentos 
comerciais, válvulares, etc. Neste livro há am- 
plificadores inclusive de 1.100 watts. 

Aiém disto, há circuitos de “fuze”, vibra- 
tos, tremolos, etc, Ed Babani ( endereço aci- 
mz) (75 7. 





40 


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000. Rio 


COMENTARIOS SOBRE LIVROS 
“RECENTEMENTE PUBLICADOS 


HANDBOOK OF INTEGRATED CIRCUITS - 


toca-discos, agulhas, cápsulas, etc. Muito) 


mente, uma boa contribuição ao leitor del 
“nível técnico e porque não acrescentar (?) a 


Nota: os números entre parêntesis, seguidos| 















PRACTICAL STEREO AND QUADRAPHO- 
NY HANDBOOK — B. B. Babani 


Como todos os livretos desta série, é práti- 
co, bem ilustrado e contém circuitos inte- 
ressantes. O autor faz algumas revisões crí- 
ticas sobre a quadrafonia e recomendamos a 
todos os entusiastas que leiam atentamente 
este livro, para que não se iludam com a 
fugitiva dama, 


Ed. Babani (endereço acima) (75 p.) 














HANDBOOK OF PRACTICAL ELECTRO- 
NIC MUSICAL NOVELTIES — B. B. Babani 


Tambores, orgãos, bongôs, címbalos, trê- 
mulos, assobios, etc., são as novidades que 
este livro traz em circuitos práticos, fáceis 
de executar. Mesmo para os que não domi- 
nam perfeitamente a língua inglesa os cor- 
cuitos são tão claros que não há dificuldade 
para as realizações dos mesmos. 


Ed. Babani (endereço acima) (50 p.) 










AUDIO ENTHUSIASTS HANDBOOK — 
B. B. Babani 


Neste livro o autor nos dá várias preciosi- 
dades acerca de HI-FI, som estereofônico, 












bem equilibrado, cada cavítulo traz, real-| 










muitos de nível superior. 
Ed. Babani (endereço acima) (85 p.) 
















da letra p, são valores de. moeda inglesa. 
Por exemplo: 85 p = 85 pennies 














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