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Full text of "Coleção ABC da Eletrônica"

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510 | | | Nº 16-Cr | 


TEVISTA-CURSO 











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APRENDER A ME | 
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- OS CIRCUITOS INTEGRA- 
DOS (3º PARTE) - Ampil- 
ficadores Operacionais - O 

“741 devidamente 
'“'mastigado””, estrutura, 
parâmetros, circuitagem 
típica e utilização prática! 








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Na Seção de CARTAS, va- Rá 


liosas explicações comple- 
mentares, aos “ALUNOS”! 









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EDITORA 


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Diretores 
Carlos W. Malagoli 
Jairo P. Marques 
Wilson Malagoli 


Diretor Técnico 
Bêda Marques 


Colaboradores 
José A. Sousa (Desenho Técnico) 
João Pacheco (Quadrinhos). 


Publicidade 
KAPROM PROPAGANDA LTDA. 
(011) 223-2037 


Composição 
KAPROM 


Fotolitos de Capa 
DELIN 
(011) 35-7515 


Foto de Capa 
TECNIFOTO 
(011) 220-8584 


Impressão 
EDITORA PARMA LTDA. 


Distribuição Nacional c/Exclusividade 
| DINAP 


Distribuição Portugal 
DISTRIBUIDORA JARDIM LTDA. 


ABC DA 
ELETRÔNICA 
(Kaprom Editora, Distr. e Propa- 
ganda Ltda - Emark Eletrônica 
Comercial Ltda.) - Redação, Admi- 
nistração e Publicidade: 
Rua Gal. Osório, 157 
CEP 01213 São Paulo - SP 
Fone: (011) 223-2037 


EDITORIAL 





- PÔIE EU QUE PENSEIQUE | 

TINHA CONSEGUIDO FQ O <p 
COM ESSA REVISTA, 

DE UMA VEZ... 















PRÁ VARIAR, VOCÊ 
DANÇOU, QUEIMADINHO! 
AQUI ESTAMOS (A TURMA 
TODA) NOVAMENTE 
NA ATIVAI 





RECOMEÇO...? CONTINUAÇÃO...? 


Uma séria e problemática conjugação de fatores ocasionou uma “parada” no nosso 
“Curso” por alguns mêses (durante pouco mais de um semestre “letivo””, a Escola ficou - 
infelizmente - fechada...). Entre tais fatores negativos, destacamos a terrível crise econô- 

- — mica que se abateu sobre nosso povo e sobre nosso País, enfatizando no segundo semestre 
de 92 uma situação absolutamente insustentável para qualquer empreendimento, desde os 
“macro”, até os “micro” (como é o caso de ABC, uma publicacão quase que “exclusiva” 
- ao lado da “irmã”, APE - de Editora pequena, especialmente dedicada à área...). Outro 
fator que muito pesou na decisão - dura,.mas inevitável - de “parar” por uns tempos, foi O 
sofrível esquema de distribuição da Revista, que simplesmente não conseguia atingir os 
Leitores/“ Alunos” residentes nas localidades mais afastadas desse imenso Brasil! 

Como o poder aquisitivo dos frustados “Alunos” reduzido a “titica de galinha”, 
aliado à “não chegada” da Revista/Curso aos rincões onde se “escondem” grande parte de 
nossos Leitores, o retorno financeiro atingiu patamares mínimos, absolutamente aquém do 
suportável (esse ponto se deu em meados do ano passado...). Fomos, então, obrigados a dar 
um “breque” (profundamente entristecidos com isso, principalmente por que sabíamos do 
desamparo que seria sentido por todos os que - a duras penas - continuavam a acompanhar 
ficlmente a ABC). 

Numa prova cabal e irrefutável de que (como sempre dissémos) aqui, em ABC, tm- 
do se faz muito mais por puro idealismo do que visando vantagens imediatas, cada um dos 
Leitores/“ Alunos” do ABC que - no momento da “parada?” - detinha a condição de Assi- 
nante, recebeu, pelo Correio, um cheque ou Vale Postal com valor (corrigido) correspon- 
dente às Edições a que ainda tinha direito, de modo que absolutamente ninguém “ficou no 
prejuízo” (e notem que tal atitude, embora seja a mais elementarmente recomendada pela 
Etica e pelo Direito, dificilmente - quase nunca - é adotada por editoras que, by surprise, 
suspendem publicações, deixando os eventuais Assinantes a “ver navios”, sem a menor 
satisfação, explicação ou compensação!). | 

* Mas Vocês todos sabem que aqui ninguém é de “abrir as pernas” paía as intempé- 
ries da vida, para as dificuldades às quais jamais cederemos, de “mão beijada”... Durante 
todos esses mêses de “recesso”, de “férias forçadas”, não cessamos de lutar, batalhar pelo 
renascimento e continuidade da nossa tão querida ABC... AQUI ESTA O RESULTADO 
DE TODA ESSA LUTA: uma CONTINUAÇÃO e um RECOMEÇO! 

ABC retoma o seu lugar e o seu espaço, dando sequência, sem “quebra” no “curri- 
culum””, ao nosso “Cursinho” básico de Eletrônica, nos exatos mesmos molde e estilo! 
Ainda que o horizonte não esteja totalmente desanuviado, já se fazem sentir indícios de 
que a inquebrantável vontade e o inegável talento do nosso Povo estão - pouco a pouco - 
vencendo as dificuldades, e rearticulando os mecanismos econômicos do País, condições 
imprescindíveis para a estabilidade € o crescimento que todos queremos (e precisamos...). 
E notem que atribuímos esses indícios de “renascimento” ao POVO, e NAO ao (com o 
perdão da palavra...) governo (assim mesmo, com minúscula, porque não tem na nossa 
máquina, letra menor para escrever palavrinha tão... deixa prá lá...). 

Paralelamente, o esquema de distribuição de ABC foi - finalmente - assumido pelo 
mais eficiente e abrangente sistema nacional, a cargo da conceituadíssima DINAP, graças 
a cujo trabalho nossa Revista agora chega, rápida, simultânea e seguramente, a todos os 
pontos do território brasileiro, com a mais absoluta pontualidade! Simplesmente acaba- 
ram-se os problemas do tipo “o Leitor vai à banca, e a Revista já terminou (porque foram 
entregues exemplares em número insuficiente), ou nem chegou (por ineficiência na distri- 
buição...)! 

Com tal “renascimento”, em espectro ainda mais amplo do que o verificado no 
seu original “nascimento”, ABC passa a ser vista, lida e acompanhada por um Universo 

ainda maior de Leitores/“Alunos”! Assim, aproveitamos para lembrar aos “recém-che- 

gantes””, aos “calouros” do nosso “Cursinho”, que todas as “Aulas” (Exemplares) ante- 
riores (do nº 1 ao nº 15, contendo importantíssimas Lições Práticas e Teóricas sobre os 
fundamentos da Eletrônica...) estão disponíveis (“reprintamos”, inclusive, algumas 

Edições que estavam esgotadas, de modo a poder atender a todo mundo...) e podem ser fa- 

cilmente solicitados pelo Correio, usando-se o Cupom específico que o Leitor/““ Aluno” 
encontra em outra parte da presente ABC! Aproveitem, pois essa é uma Promoção de “re- 
lançamento”, cujas condições especiais têm prazo de validade (mais do que suficiente para 
completar a fase inicial da Coleção de “Aulas”, dos Leitores/“ Alunos” que só agora to- 
maram conhecimento da nossa Revista/''Curso””). | 

Aos novos “Alunos”, uma saudação... Aos “veteranos” um abraço de reencontro, 
feito aquele que se dão Alunos e Professores depois de prolongadas férias! Vamos em 
frente, exorcisando de vez a “maré” de problemas (que só podem ter sido causados, como 
dizem os bonequinhos dos componentes - personagens constantes de ABC - por uma praga 
daquele danado do Queimadinho, o eterno safado atrapalhador...). 


O EDITOR 





É vedada a reprodução total ou parcial de textos, artes ou fotos que componham a presente 
Edição, sem a autorização expressa dos Autores e Editores. Os projetos eletrônicos, experiências 
e circuitos aqui descritos, destinam-se unicamente ao aprendizado, ou a aplicação como hobby, 
lazer ou uso pessoal, sendo proibida a sua comercialização ou industrialização sem a autorização 
expressa dos Autores, Editores e eventuais detentores de Direitos e Patentes. Embora ABC DA 
ELETRÔNICA tenha tomado todo o cuidado na pré-verificação dos assuntos teórico/práticos aqui 
veiculados, a Revista não se responsabiliza por quaisquer falhas, defeitos, lapsos nos enunciados 
teóricos ou práticos aqui contidos. Ainda que ABC DA ELETRÔNICA assuma a forma e o conteúdo 
de uma “Revista-Curso”, fica claro que nem a Revista, nem a Editora, nem os Autores, obrigam- 
se a concessão de quaisquer tipos de “Diplomas”, “Certificados” ou “Comprovantes” de aprendi- 
zado que, por Lei, apenas podem ser fornecidos por Cursos Regulares, devidamente registrados, 
autorizados e homologados pelo Governo. e. 























































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- TERMOSTATO DE PRECISÃO 


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TAMBÉM 
ECNICO 


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BARREIRA INVISÍVEL DE 
SEGURANÇA 


(PARTE 3) 


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3- OS CIRCUITOS INTEGRADOS 


18 - CARTAS 
22 - TRUQUES & DICAS 


33 ARQUIVO T 


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INFORMAÇÕES 


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PRATICA 












TEORIA 11 








Os Circuitos Integrados 3 





" DETALHANDO O 741 


NUMA INEVITÁVEL SEQUÊNCIA TEÓRICO-PRÁTICA DAS “LIÇÕES” 
SOBRE OS CIRCUITOS INTEGRADOS LINEARES, AMPLIFICADORES 
OPERACIONAIS, ESTUDAREMOS AGORA, A FUNDO, O MAIS FAMO- 


SO DELES, O “ONIPRESENTE”, SUPER-VERSÁTIL E CONFIÁVEL 741 
- APARÊNCIA, PINAGEM, ESTRUTURA INTERNA, ALIMENTAÇÃO, 
PARÂMETROS, CIRCUITAGEM TÍPICA E UTILIZAÇÃO DA SUA SAÍ- 
DA! UMA “AULA” COMPLETA SOBRE UM COMPONENTE “INFALTÁ- 
VEL” NA BANCADA DO ESTUDANTE, TÉCNICO OU ENGENHEIRO! 


“Indo fundo” no detalhamen- 
to sobre as “espécies” e “famílias” 
principais dos Integrados, logo 
após falarmos sobre o funciona- 
mento e as aplicações dos chama- 
dos LINEARES (“ Aula” ante- 
rior...), O próximo e inevitável 
“degrau” é um detalhamento práti- 
co sobre o famoso 741... Comum, 
barato, versátil, confiável, multi- 
aplicável, “largo” na aceitação de 
parâmetros de alimentação e fun- 
cionamento, o 741 é - com todos os 
méritos - considerado o verdadeiro 
“nai” (ou - pelo menos - o “irmão 
mais velho”) de praticamente todos 
os lineares amplificadores opera- 
cionais atualmente existentes (em- 
bora antes do 741 tenham sido lan- 
çados alguns importantes represen- 
tantes da “família”, cujas vanta- 
gens e desempenhos, contudo, fo- 
ram “condensados” no dito cu- 
JO...). 

Pela sua “onipresença” (o 
741 “está em todas”, em termos de 
circuitos práticos, aplicativos, co- 


merciais e industriais...) e pela sua 
condição básica na “família”, um 
estudo detalhado do citado Integra- 
do servirá também como alicerce 
teórico e prático para a totalidade 
do grupo representado pelos linea- 
res do tipo amplificador operacio- 








nal... Assim, embora aparentemente 
o 741 seja o “dono” da presente 
*“* Aula”, na verdade ela é sobre to- 
do e qualquer operacional de uso 


-geral (na Seção ARQUIVO TÉC- 


NICO mostramos alguns outros re- 
presentantes da ““turma”...), blocos 
funcionais Integrados da maior im- 
portância! 

Para que o Leitor/“ Aluno” 
possa situar-se solidamente no as- 
sunto, vamos inicialmente caracte- 
rizar bem o que é um AMPLIFI- 
CADOR OPERACIONAL: esse é 
o nome técnico dado a blocos cir- 
cuitais (geralmente baseados em 
transístores integrados bipolares, 
mas também alguns recorrendo a 
transístores internos de efeito de 
campo...) amplificadores de 
Tensão, estruturados para elevado 
ganho e garantida linearidade, do- 
tados de uma única Saída, porém 
com duas Entradas, sendo uma in- 
versora e outra não imversora (rever 
a “Aula” anterior...). Podendo-ser 
alimentados (geralmente em ampla 
gama de Tensões) por fontes “úni- 
cas” ou “divididas” (split), os 
Amp.Ops. são efetivamente usados 
desde como simples amplificadores 
(inversores ou não...) ou como 
“amplificadores diferenciais”? 
(comparadores), tanto em CC quan- 





to. em CA (sua gama de Frequên- 
cias é muito boa...), além do que, 
as facilidades de pinagem para 
acessar realimentações controladas 
(veremos, no decorrer da presente 
“Aula”...) permitem também sua 
prática e fácil utilização como osci- 
ladores, “filtros sintonizados”, 
“chaves eletrônicas” acionadas por 
nível (de Tensão), etc. | 


AMPLIFICADOR OPERACIONAL 741 


Preço relativamente baixo, fa- 
cilidade de aquisição (um “monte” 
de fabricantes o produz, e a oferta 
no varejo é constante...) e simplici- 
dade na utilização fazem - como já 
foi insinuado - do 741 um verda- 
deiro “burro de carga” (no bom 
sentido) entre os Amp.Ops. No de- 


“correr do nosso “Curso” (que não 


tem “fim”, nem “Diploma”, como 
sabem os “Alunos”...) o Leitor terá 
inúmeras oportunidades de convi- 
ver com o 741, aplicando-o em vá- 
rias aplicações e montagens práti- 
cas... Sabendo “de tudo” sobre o 
“bichinho”, o “Aluno” também 
não encontrará dificuldades em rea- 
lizar Experiências e tentar criar 
projetos próprios com o citado In- 
tegrado... Sua robustez elétrica (pa- 
ra “queimar” o 741 o “cara” tem 
que ser um autêntico “tarado elétri- 
co”...) também o qualifica como 
componente ideal para uma ini- 
ciação aos Integrados. 


- FIG. 1 - APARÊNCIA E PINA- 
GEM - O 741 é normalmente 
apresentado num invólucro DIL 
(com duas “linhas” de pinos) de 
8 “pernas”, 4 de cada lado do seu 








TEORIA 11 - OS CIRCUITOS INTEGRADOS (PARTE 3) 








corretamente acessar os blocos in- 
ternos do componente. Obviamen- 
te que, além disso, cisamcs 
também saber os PARAMETROS 
e LIMITES do Integradc, assun- 
tos que veremos logo adiante... 
Por enquanto, vamos dar uma 
olhada “mais dentro” do 741, 
numa análise básica dos seus mó- 
dulos e blocos internos... 





- FIG. 3 - OS BLOCCS INTER- 
NOS DE UM 741 - Basicamente, 
todo Amplificador Operacional 
(como o 741...) é formado inter- 
namente por um bloco de entrada, 

“na forma de um amplificador dife- 
rencial, dotado de duas entradas, 
uma inversora e uma não inverso- 
ra, seguindo-se um bloco para 
controle da compensação ou off- 
set (através do qual podemos, ex- 
ternamente, “forçar” um ““zera- 
mento” na saída - detalhes mais 
adiante...) e driver (excitação), fi- 
nalmente tudo ““desembocando” 
num amplificador de saída, do ti- 
po: complementar (permitindo a 
excursão do sinal na saída, “para 
cima” ou “para baixo” de um 
“zero” nominal ou referencial...). 
Notem os Leitores/“ Alunos”, que 
tanto na figura anterior (2) quanto 
na presente, toda a identificação 
numérica dos pinos está lá, indi- 
cada dentro dos pequeros círcu- 
los... Na fig. 3, contudo, vemos 
uma linha denominada “comum”, 
“terra” ou “zero volt”, em cujas 
extremidades estão também pe- 
quenos círculos, sem a indicação 
numérica de “a qual pino” se re- 
ferem... A explicação é simples: 


nome” (cu o “prenome”...) do 
fabricante... 


“corpinho” retangular... Notem 
que existe também o 741 em invó- 
lucro metálico, redondo, porém 
trata-se de componentes ““super- 
especificado”, para aplicações in-. 
dustriais e militares, normalmente: 
não disponível para nós, “simples 
mortais”, a preços ““aguentá- 
veis”... Quanto à identificação da 
pinagem, conforme já explicamos 
nas “Aulas” iniciais sobre os In- 
tegrados, ela é feita a partir da 
simples- “numeração” ou “conta- 
gem” dos pinos, adotando-se para 
isso o procedimento convencio- 
nal: observando-se a peça por ci- 
ma, OS pinos são numerados, de 1 
a 8, em sentido anti-horário (pro- 
gredindo “contra” o movimento 
dos ponteiros num relógio analó- 
gico...), a partir da extremidade . 
marcada com um pequeno chan- 
fro, ponto ou marca pintada. 
Quanto ao código identificatório 
do componente, como são muitos 
os fabricantes que o produzem, 
embora o “coração” numérico 
(741) esteja presente em todas as 
codificações “de fábrica”, é co- 
mum que apareçam prefixos ou 
sufixos, na forma de ““letras”” ou 
“números” outros. 


- FIG. 2 - CONFERINDO A PI- 
NAGEM (FUNÇÕES E PARÁ- 
METROS) - O bloco triangular 
visto na figura constitui a maneira 
convencional de representar um: 
módulo amplificador nos esque- 
mas e diagramas de circuitos... O 
Leitor/“ Aluno” verá muitas vezes 
essa estilização, ao longo do nos- 
so “Curso”... Observando a ilus- 
tração, vamos relacionar pinos e 
funções, para que não fiquem dú- 
vidas ao Leitor/“ Aluno”, durante 
eventual utilização prática do In- 


tegrado: 


conexão do cortrole de 
OFF-SET 

entrada inversora 

entrada não inversora 
negativo da alimentação 





conexão do controle de 


OFF-SET 

saída 

positivo da alimentação 
sem ligação (pino “morto”) 


uA741, LM741, NE741, MC741, 
CA741, etc., todos equivalentes 
diretos, tratando-se de “7)41”s 
comuns, apenas usando o ““sobre- 





Exemplos: 


Assim como ocorre com todo e 
qualquer Integrado, o fundamental 
é sabermos a função de cada pino, 
sem cujos dados não podemos 


ESTA É A MANEIRA MAIS COMUM 
DE ME REPRESENTAR! 


essa “linha de terra” corresponde 
ao “comum”? da alimentação ex- 
ternamente aplicada, fazendo par- 
te, portanto, do arranjo circuital 
onde o Amp.Op. vá ser aplicado, 
corforme  explicaremos logo 
adiante... Normalmente o 741 (e 
todos os Amp.Ops.) são energiza- 
dos por fontes “divididas” (split, 
em inglês...), constando de uma 
linha positiva (+V), uma negativa 
(-V) e uma linha de “terra”, 


também chamada de “comum”, 


ou de ““zero volt”... Essa especial 
configuração das linhas de ali- 
mentação permitem - como já foi 
dito - que tanto o nível quanto a 


própria polaridade do sinal obtido | 














TEORIA 11 - OS CIRCUITOS INTEGRADOS (PARTE 3) 


na saída do Operacional possam 
“deslocar-se” tanto “para cima” 
quanto “para baixo” de um “ze- 
ro” nominal ou referencial (quem 
não se lembra desse “negócio” de 
“referencial de zero” deve reler a 
“Lição” teórica da “Aula” nº 13 
do ABC...). Veremos, nas abor- 
dagens práticas, que também é 
possível fazer um Amp.Op. fun- 
cionar corretamente sob alimen- 
tação ““única””, desde que ““falsi- 
fiquemos” uma “divisão” nesse 
bloco de alimentação... Logo de- 
pois de fazermos uma análise dos 
PARÂMETROS e LIMITES do 
741, falaremos com mais detalhes 
sobre as possibilidades práticas de 
alimentação desse Integrado... 


00060 
PARÂMETROS E LIMITES 


Idealmente, um AMPLIFI- 
CADOR OPERACIONAL deveria 
apresentar uma impedância de en- 
trada (resistência “vista”” pelo sinal 
aplicado...) infinita, um ganho (fa- 
tor de amplificação) também infini- 
to, uma faixa de Frequências infini- 
ta e uma impedância de saída “ze- 
ro”... É óbvio, porém, que inevitá- 
veis limitações “físicas” e indus- 
triais, colocam tais parâmetros, na 


realidade, em condições “não 
ideais””, matematicamente falando. 


Essas limitações, contudo, não 1n- 
validam os excepcionais “dotes” 
do 741... Vamos ver, item por item, 
os principais parâmetros e limites 
do dito Integrado, assim como al- 
guns comentários sobre a sua im- 
portância individual: 


- IMPEDÂNCIA DE ENTRADA - 
Pode ser considerada como a Re- 
sistência “vista” ou “encontrada” 
pelo sinal que é aplicado, a ser 
amplificado. O parâmetro tem 
grande importância no perfeito 
“casamento” com estágios ante- 
riores, “fornecedores” do sinal ou 
nível a ser amplificado. As entra- 
das de um 741 mostram elevada 
impedância, em torno de IM (O- 
peracionais com entradas FET 
mostram impedâncias de entrada 
ainda mais elevadas, atingindo 
centenas de megohms...). 

- IMPEDÂNCIA DE SAÍDA - O 


CIRCUITO, 
PODEMOS ANALISÁ-LO, INTERIOR- 
MENTE EM BLOCOS... 


AMPLIF DE ENTRADA 
(DIFERENCIAL) 


AMPLIF. DE SAÍDA 
(COMPLEMENTAR) 


LINHA "COMUM" OU “TERRA' (ZERO VOLT) 


“Aluno” pode considerar como 
sendo o “*valor resistivo” intrín- 
seco e interno, através do qual se 
“desenvolve” a Tensão de saída, 
já amplificada pelo Operacional. 
O parâmetro tem grande im- 
portância na perfeita ““transferên- 
cia” do sinal, já amplificado, aos 
estágios “posteriores”, que vão 
“utilizar” o sinal... A saída do 
741 mostra impedância muito bai- 
xa, tipicamente em torno de 100 
ohms, | 
CORRENTE DE ENTRADA - 
Os Amplificadores Operacionais 
são amplificadores de Tensão, en- 


” tretanto, fica óbvio que uma de- 


terminada Corrente tem que se 
desenvolver nas Entradas, tendo 
em vista a relação entre a Tensão 
do sinal aplicado, em função da 
Resistência (impedância) ““natu- 
ral” das tais entradas. Devido à 
elevada impedância, as Correntes 
de polarização das entradas, num 
741, dificilmente ultrapassam 1 
microampére. Isso é importante, 
pois denota que um 741, na práti- 
ca, quase nada “drena”, em ter- 
mos de Corrente (e, consequen- 
temente, de Potência...) dos está- 
gios que lhe fornecem o sinal a 
ser amplificado! 

GANHO (FATOR DE AMPLI- 
FICAÇÃO) - Num Operacional, o 
principal limite que nos importa, 
quanto ao seu fator de amplifi- 
cação, é o ganho “em aberto”, ou 
seja, com o bloco trabalhando no 
seu máximo fator, desprovido de 
qualquer tipo de realimentação 
(detalhes mais à frente...) O 741 
mostra um ganho “em aberto” tf- 
pico que pode atingir 100.000, ou 
seja: a Tensão do sinal aplicado à 





entrada, surge na Saída multiph- 
cada por até 100.000! Lembrem- 
se, contudo (conforme já foi ex- 
plicado quanto aos simples 





transístores...) que “não se pode | 
tirar algo do nada” (nem fazer um | 


cheque de um milhão, sobre uma 
Conta Corrente com saldo de al- 
guns cruzeirinhos...). Assim, a 
real Tensão mostrada na Saída é 
automaticamente limitada também 
pela própria Tensão de Alimen- 
tação... $ 

- FAIXA DE TENSOES DE ALI- 
MENTAÇÃO - São bastante am- 
plas as possibilidades de alimen- 
tação do 741, quanto às Tensões 
(o que, aliás, permite o fácil ““ca- 
samento”” do 741 com os parâme- 
tros dos inevitáveis componentes 
“periféricos”...). Geralmente um 
Amp.Op. trabalha sob alimen- 
tação “dividida”, “gêmea”... No 
741, os limites típicos, inferiores 
e superiores, são +3/-3V e 
+15/-15V. Sob alimentação ““ú- 
nica”, tais limites se traduzem em 
6V a 30V... Nas aplicações típi- 
cas, um 741 é normalmente ener- 
gizado por fontes capazes de for- 
-necer +9/0/-9V ou +12/0/-12V... 

- GAMA DE TENSÕES NA EN- 
TRADA - A Tensão dos sinais 
aplicados às entradas de um 
Amp.Op. podem, normalmente, ir 
desde “*zero”” até um pouco abai- 
xo das voltagens simétricas da 
própria alimentação. Jamais, sob 


hipótese alguma, devem ser apli- 
“cados às entradas, com Tensões | 


que excedam às de alimentação 
(essa é uma das raras maneiras de 
se inutilizar um Amplificador 
Operacional...). Tipicamente o 


nível dos sinais apostos às entra- 





y 
TEORIA 11 - OS CIRCUITOS INTEGRADOS (PARTE 3, 


SS 


das deve limitar-se em 1 ou 2 
volts abaixo dos “tetos” estabele- 
cidos pela própria alimentação... 
Exemplo: alimentado por +12/- 
12V, um 741 não deve receber, 
nas suas entradas, sinais “mais al- 
tos” do que uns 10V positivos, 
nem “mais baixos” do que cerca 
de 10V negativos... 


- GAMA DE TENSÕES NA SAÍ- 


DA - Em teoria (que “na prática, 


sempre é outra”, conforme sabe-' 


mos...) um Amplificador Opera- 
cional devidamente “saturado”, 
sob máxima excitação na entrada, 
deveria mostrar, na sua saída, um 


nível de Tensão idêntico à da: 


própria alimentação... Na prática, 
contudo, por limitações internas 
(entre elas as próprias quedas de 
Tensão naturais das junções semi- 
condutoras que perfazem os 
transístores internos...), a ex- 
cursão real, máxima, da Tensão 
de saída tambem fica limitada a 
cerca de 1 ou 2 volts “antes” das 
voltagens nominais de alimen- 
tação... Desse modo, um 741 ali- 
mentado por - digamos - +9/-9V 
pode mostrar, sob condições ex- 
tremas, na sua saída, Tensões en- 


tre +7V e -7V, aproximadamen-.. 


te... (E, como dissemos lá atrás, 
“não adianta” contar com o ele- 
vadíssimo ganho para tentar so- 
brepassar tal limitação...). 

- TENSÃO DIFERENCIAL DE 
ENTRADA (TENSÃO DE “ER- 


RO” OU OFF-SET) - Com sua 


estrutura de amplificador diferen- 
cial, teoricamente um 741 com 
suas duas entradas recebendo si- 
nal “zero” (nenhuma Tensão), 
deveria mostrar, na sua saída, 
também uma Tensão equivalente a 
“zero”, nula, uma vez que o blo- 
co na realidade amplifica a DI- 
FERENÇA entre as Tensões apli- 
cadas às suas duas entradas (mais 
detalhes, adiante...). Mas, tirando 
os olhos da Michelle Pfeiffer e as 


pernas da Cláudia Raia, nada é 


perfeito. Assim,  “infugíveis” 


desbalanceamentos internos fazem 


com que as entradas “vejam” pe- 


quenas diferenças de Tensão ex- 


ternamente inexistentes... Isso, 


multiplicado pelo “baita” ganho | 
do bloco, costuma ““saturar””, num 


ou noutro sentido, a saída do 
Amp.Op. É por essa razão que 





ionais “não compensados” 
(como o 741) são dotados de pi- 
nos que acessam um controle ““fi- 
no” das suas polarizações inter- 
nas, através dos quais - pelo uso 


' de um simples potenciômetro ou 


- podemos “forçar um 
zeramento” de Tensão na saída, 


- possibilidade importante em apli- 


cações de precisão... 


FIG. 4 - ORGANIZAÇÕES TÍ- 
PICAS PARA A ALIMEN- 
TAÇÃO - Conforme já falamos, 


tipicamente a alimentação de um 


Amplificador Operacional deve 
ser “dup ” q “simétrica” (“gê- 
mea”, com polaridades opos- 
tas...). Essa “divisão” (spht) da 
fonte se deve à frequente necessi- 
dade de um “'zero central” para 
referencial principalmente da 
Tensão de saída... Na fig. 4-A 
vemos então um arranjo típico pa- 
ra alimentação com pilhas ou ba- 
terias (o consumo intrínseco de 
Corrente de um 741 fica na faixa 
de 1 ou 2 mA - salvo a Corrente 
“nuxada” pela carga - o que o 
torna ideal para energização por 
pilhas ou baterias...), bastando - 





por exemplo - ““amontoar” dois 
“tijolinho””. de 9V cada, para ob- 
ter os convenientes +9/0/-9V. 
Também não é difícil promover-se 
a alimentação do 741 a partir de 
uma fonte ligada à C.A. domici- 
liar (110/220V), estruturando a 
“coisa” conforme sugere (na sua 
configuração mais elementar...) a 
fig. 4-B: um transformador cujo 
secundário de baixa Tensão apre- 
sente um “'zero central” (9-0-9 ou 
12-0-12...) dá certinho! Com a 
ajuda de diodos e eletrolíticos in- 
dividuais (para cada ladn da “di- 
visão” da fonte...) teremos o 
+V/0/-V que o 741 “gosta”, sem 
problemas... Notem o seguinte, 
quanto à tal “simetria” da fonte: 
embora em algumas aplicações 
menos críticas não haja a necessi- 
dade das Tensões de alimentação 
serem perfeitamente simétricas 
(exatos mais nove de um lado, e 

exatos menos nove do outro, por 
exemplo...), para preservar a mais 
absoluta linearidade das manifes- 
tações de saída do Amp.Op. 
convém que a característica “gê- 
mea” das Tensões seja mantida... 
Quando isso for nítida e obrigato- 


A oi 


12-0-I2v 


É ("TERRAS) 


— (PINOS) 


FALOU EM “FONTE DE 
ALIMENTAÇÃO”, “Ó! NÓIS AÍ”... 
E EM DOBRO! É 


TEÓRIA 11 - OS CIRCUITOS INTEGRADOS (PARTE 3) 


riamente necessário, os dois “la- 
dos” da fonte poderão ser estabi- 
lizados e regulados - por exemplo 
- por Integrados específicos, tipo 
7812/7912 ou equivalentes, com 
o que as duas metades da “banana 
split” ficarão seguramente idênti- 
cas... Nas aplicações menos “*no- 
bres” ou pouco rígidas, contudo, 
nada obsta que exista uma defa- 


sagem de níveis reais de Tensão, 


entre os dois ramos da fonte, de 
até 10% ou mesmo 20%... Sem 
“fanatismos”, portanto... 


- FIG. 5 - FONTES SPLIT “FAL- 
SAS”... - Às vezes a aplicação 
permite considerarmos válida uma 
excursão do sinal de saída apenas 
num “sentido” ou polaridade... 
Nesse caso, podemos facilmente 
“falsificar” uma fonte split a par- 
tir de uma fonte única, dividindo 
“artificialmente” a alimentação 
por uma -das maneiras indicadas 
na figura! Em 5-A temos um 
“truque” puramente  resistivo, 
empilhando-se RA e RB (ambos 
de idêntico valor), com o que te- 
remos dois “ramos” de Tensão, 
cada um compreendendo metade 
da Tensão original da bateria B, 
em torno de um “zero” central 
“falso”, porém eletricamente vá- 





VE 





SÃO MANEIRAS DE SE “DIVIDIR” 
UMA ALIMENTAÇÃO “ÚNICA”... 


ig.5 


(A) 
- VÊ (PINO 4) 


+ NE (PINO 7) 


Ta (PINO 4) 


lido para a aceitação do 741, em 
muitas aplicações... ATENÇÃO, 
contudo: não esquecer que o “to- 
tem” resistivo formado por RA e 
RB será percorrido por Corrente, 
diretamene proporcional à Tensão 
da fonte B, e inversamente pro- 
porcional à soma dos valores re- 
sistivos empregados! Isso, se nos 
valermos de resistores de baixo 
valor, poderá ocasionar dreno ex- 
cessivo de Corrente, com o que a 
bateria B ““miará” em pouquíssi- 
mo tempo! Nos circuitos típicos, 
os valores de RA e RB costumam 
ficar entre 4K7 e 100K, cada, de 


| modo a manter a Potência consu- 


mida da bateria em níveis aceitá- 
veis... O arranjo 5-B mostra uma 
segunda opção, com a qual é 
possível obter uma melhor estabi- 
lidade e “segurança” de valores 
de Tensão... No caso, um dos 
“ramos” do divisor é formado 
não por resistor, mas sim por dio- 
do zener, cuja Tensão nominal 
deve situar-se em valor tão pró- 
ximo quanto possível da metade 
de VE (Tensão geral de entrada, 
fornecida pela fonte única...). No- 
tem que, também nesse caso, o 
cálculo do valor de R deverá le- 


” var em conta não só os parâme- 


tros e limites do próprio zener 


AS DUAS ENTRADAS “OPOSTAS”, 
PERMITEM A FÁCIL UTILIZAÇÃO DO 


AMP/OP. COMO COMPARADOR! 


Dio 


VR 













AQUI “TEM COISA”... 
ALGUM FABRICANTE DE PILHAS 
TÁ “DANDO ALGUM POR FORA"... 





ud 


gn 








(rever “Aula” nº 10...) como 
também o regime máximo de Cor- 
rente sob o qual desejamos que a 
fonte VE fique... 


- FIG. 6 - CONEXÕES BÁSICAS 


DE ALIMENTAÇÃO E UTILI- 
ZAÇÃO - O diagrama mostra as 
ligações típicas (a numeração dos 
pinos respectivos, incluída...) pa- 
ra alimentação e utilização de um 
Amplificador Operacional 741... 
Observem que tanto a Tensão de 
Saída (VS) quanto as de Entrada 
(VR e VA) são sempre referen- 
ciadas com relação à linha de 
“terra” (zero volt) e não com re- 
lação à linha do negativo da ali- 
mentação split (eventualmente, 
em casos especiais de alimentação 
por fonte única ou outros, pode- 
mos referenciar a Saída pela linha 
do negativo geral da alimentação 
- veremos adiante...). O importan- 
te é notar, desde já, que o 741 
(todo o Amplificador Operacio- 
nal...) mostra, na sua Saída, uma 
Tensão proporcional à diferença 
entre as Tensões aplicadas aos 
seus dois terminais de Entrada... 
A fórmula básica diz: 


VS = Ao (VA - VR) 


Onde VS é a Tensão de Saída, Ao 
é o ganho (fator de amplificação), 
VA é a Tensão de “Amostra”, 
aplicada à Entrada Não Inversora 
(pino 3) e VR é a Tensão de “Re- 
ferência””, aplicada à Entrada In- 






y 1 
TEORIA 11 - OS CIRCUITOS INTEGRADOS (PARTE 3) 


versora (pino 2). Além dessa con- 
dição básica de funcionamento, 
convém lembrar três situações tf- 
, picas: 


- Se sinais de idêntica Tensão fo- 
rem aplicados simultaneamente a 
ambas as Entradas (teoricamente) 
a Saída mostrará Tensão zero. 

- Um sinal, ou nível de Tensão, 
aplicado à Entrada Inversora (pi- 
no 2) surgirá na Saída amplifica- 
do e invertido. 

- Um sinal, ou nível de Tensão, 
aplicado à Entrada Não Inversora 


(pino 3), surgirá na Saída amplifi-. 


cado e não invertido. 


Aplicando-se, via truques exter- 
nos muito simples, realimentação 
negativa controlada, podemos fi- 
xar ou programar o ganho de um 
Amp.Op., com grande precisão... 
Veremos isso mais à frente. 

A organização circuital básica, 
“mostrada na figura, corresponde à 
de um COMPARADOR DIFE- 
RENCIAL DE TENSÃO... Se a 
Tensão de Referência (VR), apli- 
cada à Entrada Inversora (pino 2) 
for fixa e conhecida, podemos 


aplicar uma Tensão de “teste” ou... 


de Amostra (VA) qualquer à En- 


trada Não Inversora (pino 3). Sea . 


Tensão VA for apenas alguns mi- 
crovolts (notem a extrema sensibi- 
lidade do Amp.Op...) mais alta 
que VR, a Tensão de Saída (VS) 
“saturará”, atingindo valor pró- 
ximo (cerca de 1 ou 2V abaixo) 
da Tensão positiva de alimen- 
“tação... Por outro lado, quando 
VA for apenas alguns microvolts 
mais baixa do que VR, a Saída 
(VS) “saturará” no sentido nega- 
tivo, ou seja: mostrará um valor 
quase igual ao da linha negativa 
da alimentação (cerca de 1 ou 2V 
“acima” desta, como já disse- 
MOS...). 


- FIG. 7-O “ZERAMENTO” DA 
TENSÃO DE SAÍDA - Em tese, 
se as duas Entradas receberem 
idêntico nível de Tensão (e idên- 
tica polaridade também...), a Saf- 
da deveria mostrar uma VS igual 
a “zero”... Entretanto, o altíssimo 
ganho, aliado a pequeninos “des- 
casamentos” internos, faz com 
que as Entradas “vejam” Tensões 





NÃO SERÁ DIFÍCIL VOCÊS 
REPRODUZIREM ESSE ARRANJO, 
EXPERIMENTALMENTE, NA “MESA 

DE PROJETOS PARA C|.”, DA 
ABC Nº 14... 


levementes distintas, mesmo se 
levarmos ambas a “'zero””, con-= 
forme ilustra o diagrama... Esse 
minúsculo “erro de interpretação” 
pelas Entradas, faz com que um 
voltímetro de zero central, aplica- 
do entre o pino 6 e a linha de 
“terra” tenha seu ponteiro total- 
mente defletido para um lado (o 
que não deveria ocorrer num 
Amp.Op. matemática e teorica- 
mente ideal...). 


- FIG. 8 - AJUSTANDO O OFF- 


SET (“ZERANDO” A SAÍDA 
“NA MARRA”...) - Em muitas 
aplicações típicas, as próprias po- 
larizações e níveis reais, aplica- 
dos às Entradas, se encarregam de 
“colocar” o 741 “nos eixos”, 
quanto à posição da sua Tensão 
de Saída “em repouso”... Exis- 
tem, contudo, aplicações circui- 
tais de precisão que exigem um 
nítido zeramento na Saída, estan- 


ESSE É UM JEITO SEGURO DE 
“ZERAR” A MINHA SAÍDA, EM 








do as Entradas sob rigorosamente 
idênticas Tensões... Para nos aju- 
dar na COMPENSAÇÃO ou no 
chamado controle de OFF-SET 
(anulação da “Tensão de Erro”), 
estão lá, no 741, os pinos 1 e 5... 
Basta intercalarmos um trim-pot 
(ou potenciômetro) de 10K entre 
tais terminais, levando o cursor 
do componente ajustável à linha 


"do negativo da alimentação. Gi- 


rando lentamente o tal resistor va- | 
riável (em algumas aplicações su- | 
per-rigorosas podemos até aplicar 
um trimpot tipo “multi-vol- 
tas”...), compensemos as polari- 
zações internas do bloco driver do 
741 (ver fig. 3) e levamos a 
Tensão de Saída realmente a “'ze- 
ro” (o que poderá ser indicado 
pelo ““centramento” do ponteiro, 
num voltímetro de zero central, 
conforme sugere o diagrama...), 
estando ambas as Entradas devi- 
damente ““aterradas”... 


ESTÁGIO ANTERIOR 


- FIG. 9 - FALANDO SOBRE AS 
(IMPORTANTES)  IMPEDÂN- 
CIAS DE ENTRADA E SAÍDA - 
Já dissemos, quando comentamos 
os parâmetros e limites do 741, 
que a impedância nas Entradas é 
muito alta, e a de Saída muito 
baixa... Observem agora o dia- 
grama de blocos da figura, onde 
os símbolos RS codificam im- 
pedâncias “de saída'”, enquanto 
que RE indicam impedâncias “de 
entrada”... Para que haja perfeita 
“transferência?” de energia entre 
estágios anteriores, posteriores, e 
os respectivos terminais do 741, o 
ideal seria que a impedância de 
Saída (RS) do estágio anterior 
fosse igual à de Entrada (RE) do 
741. Também conviria que a im- 
pedância de Saída (RS) do 741 
““batesse”” com a de Entrada (RE) 
do estágio seguinte... Nem: sempre 
tais “casamentos * são rigorosa- 
mente possíveis nos circuitos prá- 
ticos, portanto, a nível de apli- 
cações e projetos, devemos consi- 
derar o seguinte: 


- A alta impedância de Entrada 
(RE) do 741 permite que o 
Amp.Op. não “carregue”, não 
“roube” muita energia dos even- 
tuais estágios anteriores (fornece- 
dores de sinal ou de nível de 
Tensão às Entradas do Amp.Op.). 

- Quanto à Saída, desde que o está- 
gio seguinte (utilizador do sinal 
ou nível de Tensão já amplifica- 
dos pelo 741) mostre impedância 
substancialmente superior a 100R, 
tudo bem... Não haverá como tal 
estágio . posterior “carregar” a 
Saída do Amp.Op. (o que poderia 
“denegrir” o nível real de Tensão 
mostrado pela tal Saída...). 


ESTÁGIO DO AMP OP. 


ESTÁGIO SEGUINTE 


à 
de 





CONFIGURAÇÕES CIRCUITAIS 
PICAS 


À luz de tudo o que já vimos 
sobre os Amp.Ops. em geral, e so- 
bre o 741 em particular, vamos 


agora estabelecer os arranjos cir- 


cuitais mais comuns, seus “com- 
portamentos”” e utilizações. Através 
da compreensão dessas configu- 
rações básicas, o Leitor/“Aluno” 
pocerá desenvolver inúmeras expe- 
riências, além de - no futuro - “re- 
conhecer” com facilidade os arran- 
jos nos eventuais circuitos práticos 
com 741 (ou com outros 


Amp.Ops.). Observem, então, com 

- atenção, sempre revendo os concei- 
tos até agora ensinados, se “pinta- 
rem” dúvidas... 





JÁ NUM INVERSOR FECHADO, A 
REALIMENTAÇÃO NEGATIVA PODE 
SER “PROGRAMADA” PELOS 
VALORES DOS RESISTORES! 





TEORIA 11 - OS CIRCUITOS INTEGRADOS (PARTE 3) 


- FIG. 10 - AMPLIFICADOR IN- 
VERSOR “ABERTO” - Nessa 
configuração, a Tensão de Saída 
será sempre invertida em função 
da polaridade do sinal aplicado à 
Entrada... Como a Entrada Não 
Inversora (pino 3) não é utilizada, 
promovemos sua ligação à “terra” 
(zero volt), para que não “pente- 
lhe”, eletricamente... O ganho 
(fator de amplificação) nesse ar- 
ranjo é simplesmente total, ““tu- 
do” o que o 741 é capaz de 
“dar”... Assim, alguns “caqui- 
nhos de volt”, positivos, na En- 
trada (pino 2) farão com que VS 
vá quase ao nível da Tensão ne- 
gativa de alimentação... Por outro 
lado, alguns “*ciscos de volt”, ne- 
gativos, como VE, levarão VS 
praticamente à Tensão positiva de 
alimentação... uma configu- 
ração, portanto, “radical” (e por 
isso mesmo raramente usada...) já 
que, por exemplo, se colocarmos 
“*0,0001V”” (cem microvolts ne- 
gativos) como VE, teremos uma 
VS de 10V! Isso com o 741 ali- 
mentado por +12/-12V... O ar- 
ranjo é tão sensível que basta 
Você “olhar feio”, ou “por o de- 
do” na Entrada (pino 2), para O 
741 “saturar”! 


- FIG. 11 - AMPLIFICADOR IN- 
VERSOR “FECHADO” (COM 
GANHO CONTROLADO) - Essa 


NUM ARRANJO INVERSOR 
ABERTO, NÃO HÁ 
REALIMENTAÇÃO NEGATIVA... 


RR 
VSsINVER RR 
. SO DE vE( RE) 





y 
TEORIA 11 - OS CIRCUITOS INTEGRADOS (PARTE 3) 


é, provavelmente, a configuração 
mais usada com Amp.Ops., 741 
incluído... Com o simples acrés- 
cimo externo dos resistores RR 
(RESISTORES DE REALIMEN- 
TAÇÃO) e RE (RESISTOR DE 
id po podemos ““progra- 
", determinar com grande pre- 
isa o ganho ou fator real de 
amplificação de Tensão executada 
pelo 741...! De novo, como não é 
usado, o pino 3 (Entrada Não In- 
versora) é devidamente “aterra- 
do”... O ganho, no caso, é deter- 
minado pela simples fórmula: 





Ou seja: o fator de amplificação 
(Ao) é equivalente ao valor (em 
ohms) de RR dividido pelo valor 
(em ohms) de RE... Assim - num 
exemplo, se dermos a RR o valor 
de 100K e a RE o valor de 1K, te- 
remos um ganho de “100”, fator 
pelo qual a Tensão aplicada à En- 
trada (VE) será multiplicada pelo 
741, para ser então mostrada na 
Sáida (VS) e - não esqueçam - 
com polaridade invertida (já que o 


arranjo é INVERSOR...). Nesse 


caso, se aplicarmos - por exemplo 

- uma Tensão de -0,03V (três cen- 
tivolts negativos) como VE, tere- 
mos uma VS igual a +3V (três 
volts positivos), com excelente 
precisão...! Já se colocarmos, co- 
mo VE, +0,1V (um décimo de 
volt positivos), obteremos uma 


VS de -10V (dez volts negativos), 


e assim por diante. Nunca se es- 
queçam, contudo: a Tensão real, 
“esperável”” na Saída, é automati- 


ESTE É O NÃO INVERSOR 
FECHADO... O GANHO (ATRAVÉS 
DA REALIMENTAÇÃO POSITIVA) 

TAMBÉM PODE SER FACILMENTE 
PROGRAMADO! 


a 


- mento e controle... 


- FIG. 12 - 


camente limitada pelas próprias 
Tensões usadas na alimentação... 
Para obtermos (conforme último 
exemplo) -10V como VS, a ali- 
mentação deve situar-se em 
+12V/-12V, pelo menos (consi- 
derando-se a “perda” normal nos 
limites da excursão da Tensão de 
Saída, já explicada...). Notem que 
a possibilidade de ajustar-se com 
grande precisão c ganho faz com 
que tal arranjo seja muito útil em 
aplicações e projetos de instru- 
mentos de medição, de sensorea- 
importante 
notar também que a impedância 
de Entrada, nesse arranjo, não 
mais fica parametrada pelos limi- 
tes naturais do 741, mas sim pelo 
próprio valor de RE, com o que 
“casamentos” mais baixos podem 
ser facilmente obtidos, de modo a 
adequar a transferência de energia 
provinda do bloco “fornecedor” 
do sinal, em condições ótimas... 


C AMPLIFICADOR 
NÃO INVERSOR “FECHADO” 
(COM GANHO CONTROLA- 


DO) - Outro arranjo bastante uti- 


lizado, na prática (depois do in- 
versor “fechado”, é, provavel- 
mente, o mais usado...). Nesse ca- 
so, “nao queremos” a inversão da 
polaridade do sinal, durante a 
amplificação, assim aplicamos o 
sinal ou nível a ser manipulado, à 
própria Entrada Não Inversora 
(pino 3). Já a Entrada Inversora 
(pino 2) recebe uma realimen- 
tação através do divisor de 
Tensão formado pelos resistores 
RA e RB, que dimensionam uma 
parte do sinal presente na Saída, 











reaplicando-o ao tal pino 2. O ga- 
nho é dado pela fórmula: 





No cálculo, todos os valores de- 
vem ser considerados em ohms... 
Observem que, como não ocorre 
inversão na polaridade do sinal, 
durante a amplificação, teremos 
na Saída uma VS correspondente 


a VE multiplicada pelo ganho 


(dado pela fórmula) e com a mes- 


"ma polaridade do sinal/Tensão 


aplicado à Entrada (pino 3). Va- 
mos a um exemplo: se RA tiver, 
digamos, 100K, e RB um valor de 
1K01 (ou seja: 1010 ohms, que 
pode ser obtido, na prática, pelo 
seriamento de um resistor de 1K 
com um de 10R...), a matemática 


da seia ficará: 


— 100.000 + 1010 
1010 É 


é 101.010 


— Jojo 


Nesse caso, +0,05V (cinco centi- 
volts positivos) aplicados como 
VE resultarão numa VS de +5V 
(Cmais” cinco volts), ou -0,035V 
(trinta e cinco milivolts negativos) 
aplicados à Entrada (pino 3) farão 
com que VS vá a -3,5V (três e 
meio volts negativos), e assim por 
diante... De novo lembramos que 
a máxima excursão da Tensão VS 
é automaticamente limitada pela 
própria Tensão geral da alimen- 
tação (na verdade em parâmetros 
1 ou 2 volts “anteriores” às linhas 
de alimentação...). Além da con- 
dição “não inversora”, essa con- 
figuração guarda algumas diferen- 
ças definidas com relação ao ar- 
ranjo mostrado na fig. 11: a im- 
pedância de Entrada, como não 
mais depende de eventuais resis- 
tores intercalados (o sinal pode 
ser aplicado diretamente ac pino 3 
do 741) é elevadíssima (toda a na- 
tural do 741...), mas, agora, a im- 
pedância de Saída é influenciada 
pelo valor série de RA mais RB 


t | | 
TEORIA 11 - OS CIRCUITOS INTEGRADOS (PARTE 3) 


(que, eletricamente, estão “* e- 
ladcs” com a dita Saída...). As- 
sim, não se recomenda usar valo- 
res muito baixos para RA/RB, de 
modo a não “carregar” a centena 
de ohms que naturalmente o 741 
“mostra”” para o desenvolvimento 
da Tensão de Saída VS. O arranjo 
mostra também boa precisão e sua 
utilização prática é ampla, em 
inúmeros circuitos (principalmen- 
te naqueles onde a impedância de 
Entrada do bloco formado pelo 
741 deva ser a mais alta possível, 
caso que nem sempre ocorre com 
o arranjo inversor, da fig. 11...). 


00000 
A REALIMENTAÇÃO 


Quando estamos falando so- 

bre amplificadores operacionais, o 
termo “REALIMENTAÇÃO” refe- 
se, diretamente, à providência de 
“recolher” uma “parte” do sinal 
presente na Saída do bloco e “rea- 
plicá-lo”” à Entrada (geralmente a 
inversora...). Pelo dimensionamen- 
to de “quanto” do sinal de Saída 
retornamos à entrada, podemos - 
como foi visto - determinar com 
precisão o fator de amplificação de 
Tensão (ganho ou “multiplica- 
“dor”...) dentro do qual o Amp.Op. 
Qual a razão da realimentação 

“ter que ser” negativa (aplicada à 
Entrada Inversora)...? Muito sim- 
ples: se a realimentação for positiva 
(aplicada à Entrada Não Inversora) 
não mais teremos um amplificador 
linear, mas sim um... OSCILADOR 
(vimos as bases teóricas disso, na 
*“* Aula” nº 8, quando aprendemos a 
fazer o Transístor oscilar...)! Será 
como amarrar uma cenoura ao rabo 
de um bode (e mostrar a cenoura 
para o bicho...): o coitado ficará gi- 
rando, como doido, eternamente 
tentando comer a inalcançável ce- 
noura! Veremos como “amarrar a 
cenoura no rabo do bode” mais 
adiante, quando falarmos sobre a 
possibilidade real de fazer o 741 
Voltando ao assuntó REA- 
LIMENTAÇÃO na amplificação: 
por enquanto estamos referencian- 
do todos os nossos exemplos a uma 


manipulação de sinais em CC, ou 


seja, níveis de Tensão “mais ou 


menos estáveis” (pelo menos quan- 
to à sua polaridade ou “senti- 
do”...). Entretanto, a estrutura in- 
terna do 741, com os acoplamentos 
entre os transístores Integrados (são 
nada menos que 20...!) feita de 
forma totalmente direta, permite um 
fácil desempenho também sob si- 
nais em C.A. (veremos algumas 
explicações mais adiante). Nessa 
condição, a possibilidade: de con- 
trolar a tal REALIMENTAÇÃO se 


amplia muito: não apenas o ganho 
puro e simples, mas também o ga- 


nho efetivo em Frequência, poderá 


ser controlado facilmente, aplican- 
do-se capacitores junto com os re- 
sistores que formam as redes de 
realimentação! Assim, com “tru- 
ques” simples (veremos, no futuro, 
alguns exemplos práticos...) pode- 
mos com um 741 realizar autênticos 
“filtros” do tipo “só deixa passar a 
Frequência escolhida” ou “não 
deixa passar a Frequência proibi- 
da”...! 

Os Operacionais são realmen- 
te fantásticos, podem crer...! 


AMPLIFICADOR 
NÃO  INVERSOR “TOTAL- 
MENTE FECHADO” - Obser- 
vando o arranjo mostrado no dia- 

- grama, o Leitor/“ Aluno” verá al- 
go que parece conflitar com o que 
foi dito aí atrás, sobre “realimen- 
tar uma parte do sinal”... É ver- 
dade: nessa configuração, a rea- 
limentação negativa (feita, portan- 
to, à Entrada Inversora do 741) é 
total! Não há nenhum divisor de 
Tensão ou dimensionador resisti- 


- FIG. 13 - 


GANHO =1 
VS=VÊE 


ZVEZDZNVS 


O NÃO INVERSOR TOTALMENTE 
FECHADO, COM 
REALIMENTAÇÃO NEGATIVA, 
MOSTRA GANHO UNITÁRIO! 


vo entre a Saída (pino 6) e a En- 
trada Inversora (pino 2), já que 
tais terminais estão diretamente 
interligados...! Com esse “elo fe- 
chado” para a realimentação, Oo 
ganho (fator de amplificação da 
Tensão) cai a 1 (um), ou seja: 
forma um “amplificador que não 


" amplifica”! O arranjo é também 
"chamado de SEGUIDOR DE 


VOLTAGEM. Os mais “cricas” 
entre Vocês estarão, certamente, 
perguntando: “- Pô! Para que ser- 
ve um amplificador que não am- 
plifica...?””. Explicamos: notem 
que como o sinal/Tensão aplicado 
à Entrada “encara” diretamente o 
pino 3, a impedância que ele 
“vê” é super-alta,.. Por outro la- 
do, como não existem divisores 
resistivos acoplados à Saída, esta 


11 





mostra também sua impedância | 


“natural”, muito baixa! Graças a 
tais características, aproveitando 
ao máximo as qualidades ineren- 
tes aos Operacionais, podemos 
usar o bloco literalmente para 
ISOLAR estágios, “levando” o 
sinal ou nível de Tensão de um 
bloco anterior para um seguinte, 


-sem que tais blocos possam, entre 


sf, ““descasar-se”... O 741, no ca- 
so, age como anêniico “trans- 
formador de impedâncias”, num 
trabalho de grande utilidade em 
circuitos de entrada para apare- 
lhos de medição, sensoreamento, 
etc. Lembrem-se também que, 
como a configuração é nitidamen- 
te não inversora, além de “não 
amplificar”, o bloco também não 
altera a polaridade do sinal, ou 
seja: VS será igualzinha, sem tirar 


nem por, à VE... 


- FIG. 14 - 


ximos 


: Ê 
TEORIA 11 - OS CIRCUITOS INTEGRADOS (PARTE 3) 


ARRANJOS COM 
GANHO AJUSTÁVEL - Nas 
figs. 11 e 12, respectivamente, 
mostramos as configurações bási- 
cas de amplificadores inversores e 
não inversores “fechados”, cujos 
ganhos podem ser parametrados 
ou programados através de valo- 
res calculados para conjuntos de 
resistores aplicados na rede de 
realimentação negativa... E se, 
além de “programável”, 
mos que o ganho seja também ““a- 
justável”...? Nada mais fácil! 
Basta lembrar que existem ““coisi- 
nhas” chamadas resistores pas 
veis ou resistores 

conhecidos por POTENCIÓME- 
TROS e TRIM-POTS... Assim, 
conforme mostram os diagramas 
14-A e 14-B, basta incluir, nas 
tais redes resistivas de realimen- 
tação, trim-pots ou potenciôme- 
tros, conjuntamente com resisto- 
res fixos (valores cuidadosamente 
calculados, com as dadas fórmu- 
las, de modo a estabelecer ““má- 
”* e “mínimos” definidos 


quiser-. 


AJ. 
GANHO(IG100) 





para a gama de ganho...), para ob- 
termos qualquer ganho (dentro da 
faixa pré-determinada...)! Os dois 
exemplos básicos mostram, res- 
pectivamente, um arranjo inversor 
e um não inversor, ambos com o 
ganho ajustável de “1 a 100”, ao 
simples girar de um trim-pot ou 
potenciômetro... Notar que basta 





usar resistores variáveis de “cur- 
va” linear, e - eventualmente - 
dotar seus knobs de dials ou mos- 
tradores cuidadosamente dividi- 
dos, 'demarcados| e calibrados, 
para que possamos determinar 
com boa precisão “o quanto que- 
remos que o bloco amplifique”, 
condição bastante útil em inúme- 
ras spnCaçies, de precisão ou 
não...! Obviamente que, se esti- 
vermos lidando com sinais ou 
Tensões em C.A., tais arranjos 
também podem ser usados como 
meros controladores de “volume” 
(ou até de “faixa passante de Fre- 
quência””, controle tonal, portan- 
to...), notadamente em aplicações 
de Áudio... Nesse caso, será ne- 
cessário o auxílio de alguns capa- 
citores, além dos resistores fixos e 
ajustáveis das respectivas redes 
de realimentação... 


- FIG. 15 - O 741 TRABALHAN- 


DO COM SINAIS EM CA. 
(ÁUDIO, POR EXEMPLO) - Me- 
ramente intercalando capacitores 
de bloqueamento da C.C. (para 
que não sejam influenciados os 
cálculos puramente resistivos das 
redes de realimentação) nos per- 
cursos de Entrada (CE) e de Saída 
(CS) dos sinais, podemos tranqui- 
lamente colocar um 741 a traba- 


lhar com sinais C.A. (áudio, por | 
exemplo...). Convém, agora, notar 


que existe um último e importante 
PARÂMETRO do 741 a conside- 
rar: a MÁXIMA FREQUÊNCIA 


PASSANTE, de modo que ainda 


tenhamos “garantido” um ganho 


COM O MEU AUXÍLIO, OS 
AMP.OPs. PODEM TAMBÉM 
MANEJAR SINAIS DE CA, EM 
QUALQUER “FORMATO”! 





: | 
TEORIA 11 - OS CIRCUITOS INTEGRADOS (PARTE 3) 


funcional... Normalmente, um 741 
pode trabalhar com sinais alterna- 
dos de Frequência até cerca de 
100 KHz, com uma possibilidade 
de ganho ainda considerável... 
Podemos levar a Frequência de 
funcionamento até o limite de 1 
MHz, porém, nesse caso (Fre- 
quências relativamente eleva- 
das...) ficam invalidadas as fór- 
mulas determinadoras do ganho, 
já que este, por razões internas do 
Integrado, terá seu limite superior 
cada vez mais “pra baixo”, à me- 
dida que a Frequência “sobe”... 
Tanto que a 1 MHz não consegui- 
remos, “nem a pau”, obter ganho 
maior do que o unitário, do Inte- 
grado! Na faixa de áudio, contudo 
(até uns 20 ou 30 KHz...) pode- 
mos, na prática, considerar os 
parâmetros de ganho como muito 
próximos dos verificados sob 
C.C., valendo todas as fórmulas e 
configurações já vistas (sempre 
com a intercalação dos capacito- 
res de “isolamento”, conforme 
diagrama da fig. 15...) nas figuras 
anteriores. 


secoo 
O 741 OSCILANDO... 


Conforme vimos na “Aula” 


nº 8, um oscilador nada mais é do . 


que um amplificador (geralmente 
de bom ganho, pois do seu nível de 
saída precisamcs “roubar” consi- 
derável parcela para sua “auto-ex- 
citação””...) dotado de uma rede de 
realimentação positiva, e cujo ân- 
gulo de fase comporte o necessário 
diferencial... Com esse sistema 


QUANDO O NEGOCIO É 
OSCILAR, NÃO TEM JEITO... 
NÓS ESTAMOS LÁ! 


simples, colocamos a energia para 
“circular”, eternamente (enquanto 
o “circuito estiver alimentado...) da 
Entrada para a Saída do bloco, no- 
vamente da Saída para a Entrada, 
depois da Entrada para a Saída, e 
assim por diante... Vimos também 
que a Frequência ou “ritmo” com 
que o bloco efetua o seu “*vai-vem” 
depende basicamente do “atraso” 
de fase que incorporamos na rede 
de  realimentação, normalmente 
através do correto cálculo de con- 
juntos RC (resistor/capacitor)... 
Vimos agora, na presente 
“Aula”, como é fácil se promover 


- as realimentações controladas num 


Amplificador Operacional, como o 
741... Verifiquemos, então, as pos- 


sibilidades de se por um Amp.Op. a 


trabalhar como oscilador (também 
são muitas as aplicações circuitais 
práticas...), “coisa” que ele faz 
muito bem, geralmente com grande 
estabilidade de Frequência e de 
“forma de onda”, atributos muito 
“procurados” no projeto de circui- 
tos de precisão... 


= FIG. 16 - O 741 CCMO OSCT- 


LALOR - São várias as configu- 
rações nas quais podemos fazer 
um Amp.Op. oscilar... Algumas 
delas envolvem sofisticações e 
cuidados rigorosos, no sentido de 
determinar com grande precisão 
(e estabilidade...) a Frequência, 
com redes múltiplas RC, even- 
tualmente em “ponte”, em “PY”, 
em ““T””, etc. Tais casos particula- 
res serão eventualmente vistos, 
em seus aspectos Teóricos, se e 


F = 5KHz 


quando forem realmente utilizadas 
as configurações em eventuais 
montagens práticas, no futuro... O 
diagrama da fig. 16, contudo, 
mostra o arranjo elementar de os- 
cilação para um Amp.Op. como o 
741: a primeira providência é efe- 
tuar-se a realimentação positiva 
(nós queremos que o amplificador 
fique “instável”"...). Assim, parte 
do sinal presente na Saída (pino 
6) é re-dirigida à Entrada Não In- 
versora (pino 3), sendo que a 
“dose” de realimentação é deter- 
minada pelos valores dos resisto- 
res presentes no divisor de 
Tensão (no caso, 220K e 1CK...). 
Para a determinação do ganho do 
bloco, temos que nos valer do 
controle da realimentação negati- 
va, entre a Saída e a Entrada In- 
versora (pino 2), o que é feito, no 
circuito exemplo, pelo resistor de 
1IOCK. Finalmente, a ““tempori- 
zação” ou defasamento necessário 
à manutenção da oscilação e fi- 
xaçãe da Frequência, é promovi- 
do pela presença do capacitor 
(10n, no exemplo). Na verdade, 
todos os componentes externos ao 
Amp.Op. são, em maior ou menor 
grau, “responsáveis” pela Fre- 
quência da oscilação, mas, na prá- 
tica, podemos considerar que o 
rítmo da manifestação será inver- 
samente proporcional ao valor do 
capacitor (maior valor = Fre- 
quência mais baixa, menor valor 
= Frequência mais alta...). Como 
geralmente pré-fixamos o ganho, 
não é comum que num circuito de 
oscilador com Amp.Op. recorra- 
mos a modificações calculadas no 
resistor de realimentação (100K, 





$ 
TEORIA 11 - OS CIRCUITOS INTEGRADOS (PARTE 3) 


no caso) no intuitc direto de 
“mexer” com a Frequência. O 
método prático de se atuar sobre 
os valores resistivos, alterando 
com isso a Frequência, é agir so- 
bre os resistores do divisor de 
Tensão que determina o “grau” 
de realimentação positiva (220K e 
10K, no exemplo...). Com cs va- 
lores exemplificados, teremos na 
Saída do 741 uma “onda quadra- 
da” quase perfeita, em Frequência 
de aproximadamente 5 KHz, bas- 
tante estável, razoavelmente inde- 
pendente da Tensão real de ali- 
mentação geral do circuito (carac- 
terística que. nem sempre acompa- 
nha os circuitos osciladores mais 
simples, elaborados a partir de 
componentes discretos...) Notem 
ainda que se os dois resistores do 
divisor de Tensão, fixos, forem 
substituídos por outro arranjo/sé- 
rie, incluindo um resistor variá 
vel ou ajustável (potenciômetro, 
trim-pot, etc.), obteremos com fa- 
cilidade um oscilador de Frequê- 
nia também ajustável, e isso em 
ampla gama (normalmente bem 
mais “larga” do que a obtida em 
osciladores ajustáveis feitos com 
componentes. discretos...). Não é 
anormal que se consiga, num os- 
cilador com Amp.Op., uma re- 
lação ““máximo/mínimo” de Fre- 
quências ajustáveis de até 100, ou 
seja: a maior Frequência obtida 
poderá ser até 100 vezes mais alta 
do que a menor...! 


APROVEITANDO (BEM...) 
A SAIDA DO 741 


Os Amp.Ops. convencionais, 
como o “famigerado” 741, são ine- 
rentemente dispositivos de baixa 
Potência... Você não conseguirá 
acionar um alto-falante, mover um 
eixo de motor ou acender uma lâm- 
pada forte com a energia provida 
pelo pino 6 de um 741... Embora a 
excursão de Tensão na Saída seja 
(como já explicamos) muito. ampla, 
praticamente “de ponta a ponta” 
dos extremos da alimentação, Oo 
máximo fluxo de Corrente, tanto 
“saindo” quanto “entrando”, está 
automaticamente limitado a poucos 
miliampéres (não mais do que 5 


ma, num 741 típico...). 

Assim, quase sempre devemos 
usar algum tipo de “reforçador”” de 
Potência ou de Corrente, entre a 
Saída do 741 e a aplicação... Entre- 
tanto, dispositivos de baixa Potên- 
cia, feito LEDs, galvanômetros, 
etc., podem, eventualmente, ser 


“plenamente excitados diretamente 


pelo pino 6 do 741... 

Tendo sempre em mente os 
limites indicados, vamos ver algu- 
mas possibilidades típicas de ““a- 
proveitamento” da Saída do 
Amp.Op., diretamente ou com “re- 
forço”... 


- FIG. 17 - O 741 ACIONANDO 
UM LED - No arranjo 17-A, o 
LED será energizado (acenderá) 
quando a Saída do 741 (pino 6) 
estiver em “zero” até +V. Já na 
configuração 17-B, para que O 
LED acenda, é preciso que o pino 
6 situe-se de “zero” até -V. No- 
tem que o resistor/limitador R de- 
verá ter seu valor calculado em 
função da Tensão de alimentáção 
extrema, de “ponta a ponta”” (uma 
fonte split de 9-0-9 é, então, con- 
siderada como de 18V, para tal 
cálculo...) e determinando uma 
Corrente máxima de 5 mA (vejam 
a “Aula” nº 5, sobre os LEDs e 
respectivos cálculos...). 


- FIG. 18 - REFERENCIANDO A 
ENERGIZAÇÃO DE UM LED, 
NA SAÍDA DO 741, PELA LI- 
NHA DE “ZERO” VOLT - Ob- 
viamente, também podemos refe- 
renciar a energização de um LED 
acoplado ao pino 6 do 741, pela 
linha de ““terra””, de “zero” volt, 
ou “ponto central” da alimen- 
tação “gêmea”, split... Observem 
que nesse caso, se por exemplo a 
alimentação geral situar-se em 
9-0-9V, o maior potencial a ser 
desenvolvido sobre o conjunto 
LEDYresistor será o de “meia fon- 
te”, ou seja: cerca de 9V (descon- 
tando ainda aqueles “velhos” 1 
ou 2V que o 741 naturalmente 
“rouba” da excursão máxima de 
Saída...). O valor do resistor/limi- 
tador R, portanto, deverá ser cal- 
culado levando em conta essa 
condição de máxima Tensão, além 


















VOCÊS PODEM “ME” USAR, 
PARA COMPROVAR A SAÍDA 
DOS AMP.OPs.! 


RÁ! ESSE TONTO DESSE 
LED NÃO SABE SE 
DESSE OU SE SOBE! 


Fig.18 





COM ESSE ARRANJO TÍPICO, 
DEPENDENDO DOS SINAIS NAS 
ENTRADAS DO AMP. OP, 
PODEMOS FAZER UM MOTOR 

GIRAR “PRA FRENTE” OU 


: ; 
' TEORIA 11 - OS CIRCUITOS INTEGRADOS (PARTE 3) 


do limite já indicado de 5 mA. Na 
condição mostrada em 18-A Oo 
LED acenderá quando o pino 6 
do 741 estiver “alto” (Tensão 
próxima da positiva da alimen- 
tação), enquanto que no arranjo 
18-B, o LED acenderá sob a con- 
dição “baixa” (Tensão próxima 
da linha negativa da alimentação) 
no pino 6. Lembrem-se, ainda, 
que embora a Corrente típica para 
“bom” acendimento dos LEDs 
comuns fique em torno de 20 ma, 
estes diodos emissores de Luz 
podem, perfeitamente, trabalhar 
dentro da faixa que vai de 5 mA 
até 40 mA, ficando tais parâme- 
tros (na sua “ponta de baixo”...) 
dentro do que um 741 é capaz de 
oferecer, em termos de Potên- 
cia/Corrente... Mesmo se não fo- 
rem usados os modernos e efi- 
cientes LEDs de alto rendimento, 
embora a iluminação do dito cujo 
não seja “cegante”, será perfei- 











“PRA TRAS... 





Fig.19 


tamente aceitável, para fins indi- 
cadores... 


FIG. 19 - APROVEITANDO A 
BI-DIRECIONALIDADE DA 
SAÍDA DE UM AMP.OP. - Co- 
mo a Tensão de Saída (pino 6) de 
um 7/41 pode excursionar desde 
cerca de 2V “acima”* do negativo 
da alimentação geral, até cerca de 
2V “abaixo” do positivo da dita 
alimentação, ou seja: é ““bi-dire- 
cional” com relação ao “zero” 
central da alimentação (linha de 
“terra”...), podemos acionar dois 
LEDs num só arranjo, de modo 
que um deles acenda sob estado 
“alto” no pino 6 e outro acenda 
sob estado “baixo” na Saída! O 
arranjo mostrado em 19-A traduz, 
na prática, essa possibilidade... 
Cada um dos resistores (R1 e R2) 
deve ter seu valor calculado para 
promover 5 mà máximos nos res- 
pectivos LEDs, sob uma Tensão 
equivalente à metade da geral (u- 
ma “fatia” do split...). Dessa ma- 
neira, estando a Saída do 741 ri- 
gorosamente ““zerada”” (sob o Po- 
tencial nulo da linha de ““terra”, 
central da alimentação...), ambos 


- os LEDs acenderão (os mais es- 
pertos logo notarão que o conjun- 


to forma um excelente indicador 
para o ajuste do OFF SET, já ex- 
plicado lá no começo da presente 
“Lição”...). Qualquer outra con- 
dição da Saída, que não seja o 
“zero” absoluto, promoverá o 
acendimento proporcional de um 
ou ce outro LED (nunca mais de 
ambos...), dependendo unicamen- 
te da polaridade com que o sinal 
se manifesta na saída... Um inte- 
ressante fenômeno também ocor- 
re: a “soma” das luminosidades 
dos LEDs, num arranjo em que o 
ganho do 741 seja linear e contro- 
lado, será sempre a mesma, obe- 
decendo, proporcionalmente, a 
seguinte “tabelinha”: 


Se Ll está completamente apaga- 
do, L2 está completamente aceso. 
Se L2 está completamente apaga- 
do, Ll está completamente aceso. 
Lil e L2 estão sob idêntica lumi- 
nosidade (no preciso caso da saí- 
da do 741 mostrar rigoroso ““ze- 
ro” volt...) 

Se Li mostrar 1/3 da sua lumino- 


sidade, L2 mostrará 2/3 da sua, . 
vice-versa (e assim por diante...). 


No arranjo mostrado em 19-B te 
mos uma interessante variação pa 
ra o aproveitamento da Saída di 
741 de forma bi-direcional , n« 
acionamento ce um par d 
LEDs... Nesse caso os LEDs fi 
cam em ““anti-paralelo”, entre « 
pino 6 e a junção de dois resisto 
res de igual valor, “'empilhados” 
entre os extremos da linha de ali 
mentação... Assim, quando a saí 
da do 741 (pino 6) ““tender”” par: 
o positivo, o LEI Li será “favo 
recido” (com o auxílio, ro per 
curso da Corrente, de R2), en: 
quanto que o LED L2 receberá c 
seu fluxo de Corrente (via R1 
quando o pino 6 “tender” para c 
negativo, guardando a mesm 
proporcionalidade mútua já expli- 
cada quento ao arranjo da fig 
19-A... Como geramos um ““terrz 
falso”, um “'zero”” específico par: 
o par de LEDs (a junção dos dois 
resistores de idezl valor...), essz 
configuração é aplicável, inclusi- 
ve, à alimentação não dividida (ou 
“falsamente” dividida, conforme 
sugerimos nas figs. 5-A e 5-B...). 


- FIG. 20 - ACIONANDO CAR- 


GAS DE, ALTA CORRENTE - 
LEDs se “*contentam”” com os me- 
ros 5 mA que o 741 pode “forne- 
cer” ou “puxar”, entretanto, se 
desejarmos acionar cargas que 
demandem Correntes substanciais, 
precisaremos da interveniência de 
A quem vamos recorrer, para tal 
feito...? Justamente a quem ““nas- 
ceu pra isso”: o TRANSÍSTOR! 
Nas figuras 20-A e 20-B temos 
“dois arranjos típicos, sendo que 
no primeiro a carga receberá Cor- 
rente quando o pino 6 do 741 es- 
tiver ““positivado” (em pelo me- 
nos 0,6V, lembrem-se, que consti- 
tui o “degrau” fundamental de 
Tensão para o chaveamento de 
um transístor bipolar...), enquanto 
que no segundo, a carga só rece- 
berá Corrente quando a Saída do 
741 se “'negativar”” (também por 
pelo menos 0,6V...). Observem 
que em 20-A o transístor “refor- 
çador de Corrente” deve ser de 
polaridade NPN, enquanto que 


16 


em 20-B precisa ser PNP... Para 
trabalhar sob “meia Tensão” (da 
alimentação geral, split.. oem 
qualquer caso o emissor do 
transístor driver pode ser sim- 
plesmente ““aterrado”” (ligado à li- 
nha central, de “zero” volt...). Os 
transístores podem, também, tra- 
balhar sob uma alimentação Vceo 
















SEM “MIGO” A CORRENTE DE 
SAÍDA DOS AMP.OPs. É BAIXINHA... 
MAS COMIGO, CARGAS “PESADAS” 
PODEM SER CONTROLADAS! 








Fig.20 


COM ESSES ARRANJOS É 
FÁCIL“VER” A ATUAÇÃO 
“Bi-DIRECIONAL” DA 


MINHA SAIDA! 





e... 


= 
«o E EM DIVERSAS VELOCIDADES! 


correspondente à totalidade da- 
quela aplicada entre os pinos 7 e 
4 do 741, caso em que o emissor 
do NPN deve ser ligado à linha 
negativa da alimentação, enquan- 
to que o do PNP precisa ser liga- 
do à linha do positivo da alimen- 
tação. Em qualquer caso, o cálcu- 

“ lo do valor do resistor R de base 
será determinado por fatores liga- 
dos unicamente ao próprio 
transístor utilizado (seu ganho, 
principalmente) e às reais neces- 
sidades de Corrente da carga aco- 
plada ao séu coletor... Nunca se 
esqueçam, porém, da rigorosa in- 
terdependência dos parâmetros e 
limites dos componentes num cir- 
cuito: 


- O transístor não pode “requerer” 
uma Corrente de base maior do 
que 5 mA, já que esse é c limite 
de “fornecimento” pelo 741. 

- De nada adianta tentar “gerar” 
uma enorme Corrente de coletor, 
valendo-se, por exemplo, de um 
transístor de ganho super alto, se 
tal Corrente calculada estiver 
acima do Ic max. do dito transís- 
tor (ele ““frita””, se Você tentar is- 
SO...). 

- E por aí vai... A energia (e os in- 
terdependentes parâmetros/limites 
dos componentes), são como um: 
cobertor sobre a pessoa na cama: 
se puxar pcr cima da cabeça, des- 
cobre os pés, se: puxar mais sobre 
os pés, descobre a cabeça... Você 
e o seu bom senso determinam 
onde o frio lhe dói mais... 


- FIG. 21 - SAÍDA BI-DIRECIO- 
NAL PARA CARGAS DE AL- 
TA CORRENTE - O acoplamento 


NÃO ACREDITO! 
“CÊ” TÁ COM “PALHA”... 





y 
TEORIA 11 - OS CIRCUITOS INTEGRADOS (PARTE 3) 





de um par complementar (NPN:- 
PNP) de transístores à Saída de 
um Amp.Op. resulta num autênti- 
co Amp.Op. de Potência, cuj: 
Saída guardará todas as excelen- 
tes características (quanto 
Tensão e sua execução...) de - poi 
exemplo - um 741, porém acres. 
cidas da possibilidade de manejar. 
“nra cima” ou “pra baixo” de 
“zero”, elevadas Correntes. No- 
tem que, no arranjo básico mos- 
trado (que é - diga-se - plenamen-: 
te funcional, podem experimen- 
tar...) convém usar um “par casa- 
do” de transístores (polaridades 
opostas nas demais características 
“tão iguais” quanto possível...). 
além de ocorrer a necessidade dz 
fonte split geral ser capaz de ofe- 
recer os níveis elevados de Cor: 
rente requeridos pela carga... € 
referencial (para plena bi-direcio- 
nalidade...) deve ser a linha dc 
“comum” (“terra” ou “zero” 
volt). O cálculo do valor do resis- 
tor das bases, R, deverá obedece: 
aos conselhos já dados para os: 
casos da figura anterior... O dia- 
grama/exemplo mostra a configu- 
ração no acionamento direto de 
um motor de CC (cujo sentido de 
rotação é dependente da polarida: 
de sobre seus terminais...), cuj: 
Tensão de trabalho deve - no casc 
- ser equivalente a “metade” d: 
geral (split). Se o 741 está energi: 
zado por 12-0-12V, o motor de 
verá ser para 12V (e não par 
24V...). Lembrando que - na prá 
tica - todos os arranjos determi. 
nadcres e/ou controladores dc 
ganho do 741, já mostrados ni 
presente “Lição”, podem ser fa: 
cilmente aplicados ao sistema 


[E 





Fig.21 


$ 
TEORIA 11 - OS CIRCUITOS INTEGRADOS (PARTE 3) 


“dependendo unicamente dos nf- 
veis e das polaridades dos sinais 
de controle, aplicados à(s) Entra- 
da(s) do 741, podemos fazer o 
motor girar “pra frente” ou ““pra 
trás”, e em diversas velocidades! 
Trata-se, na verdade, de um mó- 
dulo de controle válido e funcio- 
nal, realmente aplicado em muitas 
utilizações industriais complexas! 
Observem que, quando pelo co- 
mando dado pelo pino 6 do 741,o 
transístor NPN estiver “saturado” 
(e o PNP “cortado”, a junção dos 
emissores oferecerá nível positivo 
(sob boa Corrente) ao terminal 
“de cima” do motor (o de baixo 
funcionará como se estivesse li- 
gado ao negativo da sua alimen- 
tação), com o que o motor girará 
“para lá”... Já quando o transístor 
PNP estiver “ligado” (o NPN 
“desligado”), o terminal “de ci- 
ma” do motor passará a receber 
potencial negativo (sempre sob 
boa Corrente...), funcionando o 
terminal de baixo como se ligado 
ao positivo da sua alimentação, 


fazendo com que o motor passe a | 


girar “para cá”... Acredite ou não 
o QUEIMADINHO, a “coisa” 
funciona! Basta montar a estrutu- 
ra, num proto-board, ou na Mesa 
de Projetos para Circuitos Inte- 
grados (cuja construção/utilização 
já foram ensinadas em “Aula” an- 
terior...) e verificar... Não esque- 
cer, contudo, que Tensão, Corren- 
te e Potência requeridas pelo mo- 
tor/carga têm que ser compatíveis 
com os parâmetros limites do res- 
tante do circuito, notadamente 
com os dos próprios transístores... 


Depois dessa “geral” dada 
“em cima” do 741 e Cia., pouca 
coisa mais fica a ser explicada 
quanto aos Amplificadores Opera- 
cionais, em seus elementares aspec- 
tos Teóricos e Práticos! Em diver- 
sas Montagens Práticas, daqui pra 
frente, o Leitor/*Aluno” se con- 
frontará com as estruturas básicas 
aqui mostradas, e seguramente as 
“reconhecerá”... 

Conforme é norma no Crono- 
grama meio “maluco” do ABC 
(louco, mas funciona...), se e quan- 
do surgirem necessidades mais es- 


pecíficas de explicações detalha- 
das, estas serão dadas (eventual- 
mente no item “O CIRCUITO - 
COMO FUNCIONA”, das matérias 
referentes a tais Montagens...). 

Não se esqueçam, também, de 
que os “Alunos” têm um canal 
permanente de comunicação, para o 
esclarecimento de dúvidas, que é a 
Seção de CARTAS... “Dançou” 
em algum ponto das presentes ex- 
plicações...? “Sem terror”! Escre- 
va, detalhando a dúvida que (após 
a inevitável espera...) ABC respon- 
derá, “mastigando” a parte do as- 
sunto que tenha ficado “nebulo- 


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A Seção de CARTAS da ABC destina-se, basicamente, a esclarecer pontos, 
matérias ou conceitos publicados na parte Teórica ou Prática da Revista, e 
que, eventualmente, não tenham sido bem compreendidos pelos Leitores/A- 
lunos. Excepcionalmente, outros assuntos ou temas podem ser aqui abor- 
dados ou respondidos, a critério único da Equipe que produz ABC... As re- 
gras são as seguintes: (A) Expor a dúvida ou consulta com clareza, aten- 
do-se aos pontos já publicados em APE. Não serão respondidas cartas so- 
bre temas ainda não abordados... (B) Inevitavelmente as cartas só serão 
respondidas após uma pré-seleção, cujo crivo básico levará em conta os 
assuntos mais relevantes, que possam interessar ao maior número possível 
de Leitores/Alunos. (C) As cartas, quando respondidas, estarão também 
submetidas a uma inevitável “ordem cronológica” (as que chegarem primeiro 
serão respondidas antes, salvo critério de importância, que prevalecerá so- 
bre a “ordem cronológica”...). (D) NÃO serão respondidas dúvidas ou con- 
sultas pessoalmente, por telefone, ou através de correspondência direta... O 
único canal de comunicação dos Leitores/Alunos com a ABC é esta Seção 
de CARTAS. (E) Demoras (eventualmente grandes...) são absolutamente 
inevitáveis, portanto não adianta gemer, ameaçar, xingar ou fazer beicinho: 





“Acompanho com grande atenção: as 
“Aulas” do ABC e, recentemente, um 
conjunto de “Lições” me interessou mui- 
to, quanto a possibilidade de projetar um 
MEDIDOR DE INTENSIDADE SO- 
NORA, ou seja: um dispositivo para 
quantificar o nível de ruído ambiente, de 
modo a analisar se atinge uma faixa pe- 
rigosa para a saúde das pessoas, ou 
não... Imagino (pelo que vi nas excelen- 
tes “Aulas” do ABC...) que posso usar 
um alto-falante como se fosse um micro- 
fone, captando o ruído ambiente, e 
transformando-o em níveis proporcio- 
nais de Tensão... Será que a indicação 


poderia ser diretamente visualizada no 


mostrador de um microamperímetro, li- 
gado aos próprios terminais do dito al- 
to-falante...? Tertamos, assim, um medi- 
dor sem necessidade de alimentação, 
energizado pelo próprio sinal (já que o 
alto-falante funciona como um pequeno 
dínamo, gerando verdadeiramente ener- 
gia elétrica, ao ter sua bobina deslocada 
no campo magnético do imã interno, pe- 
la ação do som sobre o cone... Estou er- 
rado...? Ou a idéia não funcionaria, na 
prática..?” - Nelson C. Moraes - Rio de 
Janeiro - RJ 


)q 


Em tese a sua idéia é perfeita, Nelson! 
E, inclusive, uma maneira “esperta” de 
pensar, tentar partir de dispositivos ul- 
tra-econômicos, “auto-alimentados”, 
que não requeiram pilhas, baterias ou 
energia de C.A. para seu funcionamen- 


'to...! Também à luz da Teoria, pura e 


simples, sua idéia é funcional... Agora 
vejamos aspectos práticos mais consis- 
tentes, “para ver se dá”...: o seu “proje- 
to” inicial pode ser diagramado confor- 
me a fig. 1-A, com o alto-falante/mi- 
crofone, diretamente ligado dos termi- 
nais do galvanômetro. Ocorrem, aí, al- 
guns probleminhas práticos quase in- 
solúveis: os pulsos de Tensão gerados 
pelo alto-falante, na presença de Som, 
serão muito breves, insuficientes (no 
tempo e na energia...) para causar de- 
flexões “visíveis” no ponteiro do mi- 
croamperímetro... Outra coisa: o consi- 
derável “descasamento” de impedâncias 
(a do alto-falante será - normalmente - 
muito mais baixa do que a do galvanô- 
metro dessa sensibilidade...) prejudicará 
ainda mais a “transferência” da energia 
(que já é pouca...) entre falante e mi- 
croamperímetro, com o que ficará ainda 


mais improvável uma indicação consis- 


COZINHA - CARTAS 16 


A 


Ed E - 
= 4 

aa 
CrrzarA 













% 


a ma 


ge: 
Clol 


tente, via ponteiro do instrumento... A 
solução mostrada em 1-B começa a 
“melhorar” as coisas: o acréscimo puro 
e simples de um diodo D e de um capa- 
citor C torna melhor a “transferência”, 
isolando a baixa impedância do falante 
do restante do circuito... Além disso, O 
efeito “temporizador” do capacitor “re- 
terá” a energia de cada micro-pulso de 
Tensão, “somando” sua energia com a 
dos pulsos seguintes, tendo assim uma 
carga mais consistente a ser avaliada pe- 
lo galvanômetro! Se for possível encon- 


trar um instrumento realmente muito 


sensível (ccm fundo de escala em torno 
de luA, por exemplo), o arranjo será 
plenamente funcional, ainda que não tão 
barato quanto Você estava pensando, já 
que galvanômetros ultra-sensíveis, de 
bobina móvel, custam caro... O diagra- 
ma de blocos 1-C mostra a solução prá- 
tica final recomendada: nas duas “pon- 
tas” do sistema, estarão o alto-falante 
(microfone) e o galvanômetro por Você 
inicialmente imaginados, só que no 
“meio”, teremos a interveniência de um 
bloco Amplificador Operacional (de 
Tensão), como um Integrado 741 - por 
exemplo, estudado coincidentemente na 
presente “Aula” do ABC... Esse arranjo 
permitirá, inclusive, que o ganho geral 
do sistema seja facilmente calibrado e 
ajustado, através de resistor variável de 
realimentação (RR). Com isso será 
possível demarcar com precisão a pró- 
pria escala do galvanômetro de modo 
que a leitura seja feita diretamente em 
“Unidades de Volume”, ou mesmo em 
“Decibéis”, grandezas mais facilmente 
manejáveis e “calculáveis” para a finali- 
dade por Você imaginada! E certo que 
nessa configuração haverá a necessidade 
de fonte de energia externa (uma vez 
que o Amplificador Operacional precisa 
de “comida” para “trabalhar”...). Entre- 
tanto, o diferencial de custo será facil- 
mente ccmpensado pelo fato do gal- 
vanômetro - no caso - poder ser de bai- 
xa sensibilidade (um mero miliamperí- 
metro, não mais um sensível microam- 
perímetro...), de custo bem mais “mode - 
rado”! Veja, então, que nem toda idéia 





TEM SEMPRE MAIS DE UMA 
MANEIRA DE SE REALIZAR UM 
CIRCUITO PRÁTICO! 


“fantástica” ainda que teoricamente lú- 
cida...), na prática pode ser implementa- 
da... As vêzes, num projeto, somos obri- 
gados a “ceder” aqui para “ganhar” alí, 
e assim por diante! Isso vale para todos 
os aspectos práticos da Eletrônica (e 
constitui a énfase básica do próprio 
“Curso” do ABC, no qual procuramos 


tornar Vocês autênticos “raciocinado- . 


res”, e não meros “seguidores” de fór- 
mulas ou de conceitos acadêmicos! 


“Acho que estou começando a “pegar”, 
graças ao ABC, algumas coisas nas 
quais sempre encontrei grande dificul- 
dade de entendimento, principalmente no 
que diz respeito às Tensões presentes 
nos circuitos transistorizados, em fun- 
cionamento.. As “Aulas” sobre o 
TRANSISTOR (principalmente em ABC 
nº 6 e 7) mais as “Lições” sobre os 


MEDIDORES E AS MEDIÇÕES (ABC | 


nº 12, 13 e 14) conseguiram me “ilumi- 
nar” um pouco sobre o assunto... Entre- 
tanto, ainda tem uns pontos um pouco 
obscuros para mim, quando Vocês se re- 
ferem ao transístor, como amplificador 
em emissor comum, e dizem tratar-se de 
uma configuração “inversora” ... Afinal, 
se a Corrente é diretamente amplificada 
(pelo fator do ganho...), onde está a tal 
inversão” ...?” - Ariel Norbertti - Juiz de 
Fora - MG 


Bom que Você esteja “desanuviando” 
velhas dúvidas, Ariel, com o auxílio do 
ABC... Realmente os conceitos de am- 
plificação inversa e direta costumam 
“embaralhar” um pouco a “cabeça” dos 


COZINHA - CARTAS 16 





iniciantes, principalmente porque se es- 
quecem de que os termos podem ser 
aplicados a mais de uma grandeza: 
Tensões ou Correntes... Vamos rever 
alguns pontos, com a ajuda do diagrama 
da fig. 2: o transístor bipolar comum (no 
caso do exemplo, um de polaridade 
NPN) é, na verdade, um amplificador de 


Corrente... Assim, se aplicarmos à En- 


“trada “E” o ponto “+” (correspondente 


aos 9V da alimentação), teremos desen- 
volvida sobre o resistor de base (10K), 
uma Corrente de: 





pondem à natural “queda” ou “degrau” 
de Tensão inevitável na junção base/e- 
missor do transístor, conforme vimos 
nas “Aulas” sobre DIODOS e 
TRANSISTORES BIPOLARES... Su- 
pondo que o ganho do transístor exem- 





plificado seja de 200, poderemos obter, 
no seu circuito de coletor, uma Corrente 
de até 0,166A (0,00083 x 200). O resis- 
tor de “carga” de coletor, contudo (so- 
bre o qual a Corrente de “saída” do 
nosso amplificador se manifestará...), 
com seus 1K, e considerando a natural 
queda de Tensão através do próprio 
transístor, limitará a Corrente final a 
cerca de 0,008A... Como tal valor é in- 
ferior aos 0,166A que o ganho “mate- 
maticamente” nos proporcionaria, po- 
demos contar com esse limite (0,008), 
sem “medo”! A Corrente foi - no caso - 
diretamente amplificada, ou seja: o 
transístor agiu como um amplificador 
não-inversor de Corrente! Analisemos 
agora as “coisas” sob o ponto de vista 
das Tensões: se ligarmos a Entrada “E” 
ao “+”, aplicando, portanto, 9V positi- 
vos ao nosso Amplificador, o transístor, 
totalmente “saturado”, mostrará bai- 
xissímo valor “resistivo” entre seu cole- 
tor C e emissor E... Um voltímetro apli- 
cado então entre a linha de “terra” (“'ze- 
ro” volt) e o coletor do transístor, 
“lerá” praticamente “nada” (“zero” 
volt) uma vez que para a Corrente “pas- 
sante”, o percurso coletor/emissor será 
“interpretado” como um autêntico 
“curto-circuito”! Vejamos, agora, o que 
acontece quando aplicamos à Entrada 
“E” o referencial de “-” (ou “zero” 
volt)... Nesse caso, sem polarização de 
base, o transístor mostrará, entre coletor 
e emissor, um percurso resistivo de ele- 
vadíssimo valor, frente ao qual o resis- 
tor de “carga” (1K) representará muito 
pouco. Assim, o voltímetro aplicado en- 
tre a linha de “terra” e o coletor C 
“lerá” quase que os 9V positivos, “in- 


teiros”! Observe, então, Ariel, que para 


a Tensão, o conjunto constitui um pode- 
roso amplificador inversor (Você bota 
“nada” de Tensão na Entrada, e obtém 
“tudo” de Tensão na Saída, ou bota 
“tudo” de Tensão na Entrada e obtém 
“nada” de “voltagem” na Saída...). 
Normalmente, quando nos referimos à 


condição ou “sentido” da amplificação 


AMPLIFICANDO A CORRENTE, 


MODIFICAMOS TAMBEM A TENSÃO 
(REVEJAM A 1º “AULA”..) 





de um componente, bloco circuital (ou 
mesmo Circuito Integrado) estamos fa- 
zendo-o quanto à Tensão (e não quanto 
à Corrente, já que seus limites reais de- 
pendem, basicamente, de outros fatores 
não inerentes ao próprio componente ou 
bloco, quais sejam as reais impedâncias 
ou Resistências de “carga” apostas à 
Saída, etc.). Para todos os reais efeitos, 
o arranjo mostrado é, então, um Ampli- 
ficador Inversor... Deu pra entender...? 
Procure também observar com atenção 
a “Lição” Teórica sobre o (fantástico...) 
741, na presente “Aula”, de onde po- 
derá tirar algumas importantes con- 
clusões a respeito desse “negócio” de 


Amplificação de Tensão, inversora € 


não-inversora... 
00000 


“Montei o AMPLIFICADOR/REFOR- 
ÇADOR DE ÁUDIO cuja realização 
prática foi ensinada em ABC nº 13. 
Alimentei-o com uma fonte de 12V x JÁ, 
e liguei a sua entrada à saída de “fone” 
de um radinho de pilha bem “xexelento” 
que tenho... O resultado foi ótimo! Um 
som forte e de boa qualidade, numa cai- 
xa acústica não muito grande, com alto- 
falante de 4 polegadas..! Gostei tanto 
que “queria mais”. Dá para aumentar 
a Potência de saída sem “mexer” muito 
no circuito, talvez “melhorando” a Cor- 


rente da fonte, para 2A ou mais.” - 


Jeremias Nascimento - Recife - PE. 


Realmente, Jeremias, o desempenho de 
módulo tão simples quanto o do AM- 
PLIFICADOR/REFORÇADOR chega 
a ser fantástico, considerando o belo 
“reforço” e a boa fidelidade do som... 
Entretanto, vôos mais altos, quanto à 
Potência, não são recomendados a partir 
daquela estrutura circuital, por uma sé- 
rie de motivos: primeiramente, pela con- 
figuração com o alto-falante constituin- 
do a própria e direta “carga” de coletor 
do TIP31, a bobina do transdutor per- 
manece (havendo ou não sinal a ser am- 
plificado...) o tempo todo “sob Corren- 
te”, o que causa dois “probleminhas”... 
Uma constante “pressão” mecânica so- 
bre a estrutura de amortecimento e re- 
torno do cone do alto-falante, e uma 
dissipação relativamente alta, mesmo em 
“espera”, no transístor de Potência... 
Considerados os parâmetros inicialmen- 
te calculados, podemos “passar por ci- 
ma” desses probleminhas, sem com isso 
causar danos aos componentes, ou €xX- 
cessivo desperdício de energia no circui- 
to... Se, porém, tentarmos “puxar” mais 
Potência do arranjo básico (esquema na 
fig. 1 - pág. 44 - ABC nº 13), agrava- 
remos exponencialmente esses “defei- 


tos”, a ponto de tornar inviável a “coi- 
So pg pr o alt rece ge E 


COZINHA - CARTAS 16 


sa”...! O único “caminho” que vemos, 
será baixar a impedância do alto-falante 
original (idealmente ligado ao coletor do 
TIP31 dois alto-falantes, de 8 ohms ca- 
da, em paralelo), dobrar a capacidade de 
Corrente da fonte (situando-a em 1A ou 
mesmo 2A) e também ampliar sensivel- 
mente a área do dissipador de calor aco- 
plado ao transístor de Potência... Se, 
com tais “invenções”, for notada dis- 
torção muito severa no som, será impor- 
tante também “mexer” no valor do re- 
sistor de realimentação (que condiciona 
o ganho e a Corrente quiescente do mó- 
dulo...) original de 56K, até obter uma 
solução de compromisso (boa potência 
com mínima distorção...). Como conse- 
lho “curto e grosso”, contudo, não re- 
comendamos “fuçar” muito no circuito 
básico, que já está otimizado dentro dos 
conceitos Potência/Fidelidade/Eficiên- 
cia/Limites naturais dos componentes... 
Tenha um pouco de paciência, que logo, 


logo entraremos nos estudos dos Ampli-. 


ficadores de Potência, e Você terá a 
oportunidade de “arrebentar a boca do 
balão” (ou os ouvidos da vizinhança...) 
de forma mais segura, tecnicamente... 


“Tentei melhorar a luminosidade dos 
LEDs e o volume do som da METRA- 
LHADORA ELETRÔNICA (Prática 23 
- ABC 12) removendo o resistor de 22R 


* (mesmo sabendo que isso aumentaria o 


consumo de pilhas), porém a modifi- 
cação não deu certo... Mesmo com ali- 
mentação de 9V, não consegui obter me- 
lhorias perceptíveis no desempenho 
acústico e luminoso... Queria saber a 
razão disso, e se não é mesmc possível 
aumentar a intensidade das manifes- 
tações da METRALHADORA...' - Dir- 
ceu N. Barbosa - Goiânia - GO. 


O circuitinho da METRALHADORA, 
Dirceu, é um exemplo clássico do “má- 
ximo que se pode obter, a partir do mí- 
nimo”, ou seja: aquilo que em ABC cos- 
tumamos chamar de “enxugamento”, ti- 
rando toda a “gordura” supérflua, sim- 
plificando até o “talo” a própria parte 
ativa do circuito, e minimizando o con- 
sumo relativo de energia... Na verdade, 
sem substanciais modificações circuitais, 
e sem um nítido incremento no consumo 
de Corrente, nada pode ser feito para 
“melhorar” o desempenho do circuito! 


Entretanto, para a finalidade prevista | 


(um simples brinquedo...), parece-nos 
que a METRALHADORA “dá o que 
tem que dar”, não precisando de ne- 
nhuma “melhora”... O tal resistor de 
22R, que Você presumiu ser “responsá- 
vel” pelo “baixo” desempenho, na ver- 
dade efetua importante trabalho (releia 





o item “FIG. 7”, à pág. 47 de ABC 
12...) de otimização luz/som/consumo, 
em função do seu valor cuidadosamente 
calculado e comprovado em Laborató- 
rio! Existem, é claro, outras configu- 
rações possíveis, aumentado o som, a 
luminosidade dos pulsos emitidos pelos 
LEDs, etc., mas todas elas incluindo 
transístores (aumentando direta- 
mente o custo da montagem) e resultan- 
do em maior consumo de Corrente (au- 
mentando indiretamente o custo opera- 
cional...). “Dê um tempo”, pois logo que 
entrarmos no estudo Teórico/Prático 
dos Integrados digitais, poderemos mos- 
trar alguns “brinquedinhos” de alto de- 
sempenho, sem que isso implique num 
aumento da complexidade aparente, ou 
do custo inicial da montagem... 


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22 





NESSA PEQUENA SÉRIE DE “LIÇÕES”, MOSTRADAS A PARTIR DA 
PRESENTE “AULA”, AQUI NO TRUQUES & DICAS, O LEITOR/“ALU- 
NO” RECEBERÁ UM VERDADEIRO MANUAL PRÁTICO DE UTILI- 
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LIOSAS FERRAMENTAS DE BANCADA, TANTO PARA O ESTUDO E A 
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CUITOS E PROJETOS, NUM ESTÁGIO MAIS AVANÇADO! 


Parté do material educacional utilizado na presente série 
de “Lições”, teve seus Direitos de Utilização gentilmente cedidos pelo 
INSTITUTO NACIONAL DE CIÊNCIA, uma das mais conceituadas orga- 
nizações de Ensino à Distância existentes no Brasil. Agradecemos à Di- 
retoria daquela Escola, pela especial cessão, ao mesmo tempo em que 
recomendamos aos “Alunos” do ABC uma visita/consulta ao INC sobre 
Cursos práticos e avançados de Eletrônica, nos mais variados graus. O 
endereço é: Av. São João, 253 - CEP 01035 - São Paulo - SP - Telefone: 
(011) 223-4755 













Nas “Aulas” do ABC nº 9 e 
14, respectivamente mostramos aos 
“Alunos”, aqui mesmc no “TRU- 
QUES”, a construção de “Mesas 
de Projetos” que podiam ser facil- 
mente feitas em casa, baseadas em 
barras de conetores parafusáveis 
(tipo “Sindal””), para uso tanto com 
componentes discretos (ABC nº 9) 
quanto com Integrados (ABC nº 
14). Naquelas oportunidades, ex- 
plicamos aos “Aluros”” as vanta- 
gens de tais sistemas de implemen- 


tação de circuitos, sem soldas, que 
- por todos os motivos - se presta 
fortemente às verificações experi- 
mentais, aos estudos e também às 
“primeiras tentativas” de desen- 
volver projetos e circuitos de in- 
venção do próprio Leitor/'Alu- 
no”... 

Havíamos também prometido 
(e aqui no ABC “promessa é real- 
mente, dívida...”), naquelas oca- 
siões , que brevemente abordaría- 
mos um aprofundamento no assun- 


INFORMAÇÕES - TRUQUES & DICAS 





“to, falando sobre o uso das “mesas 


de projeto” (em inglês, proto-boar- 
ds) comerciais, que hoje podem sei 
encontradas nas lojas, em diversos 
tamanhos e graus de “'comodida- 
de”, a preço razoável (até barato 
se considerarmos friamente suz 
enorme utilidade prática, presente e 
futura...). Pois bem: aqui está a 
primeira “Lição” a respeito, in- 
cluindo o detalhamento sobre 2 
construção “física” e elétrica das 
Matrizes de Contatos e os preâmbu- 
los práticos sobre a sua correta uti- 
lização. Nas próximas “Lições” dz 
série, entraremos em abordagens 
práticas ainda mais completas, já 
com a demonstração “real” da im- 
plementação de circuitos sobre 
Matriz, inicialmente a partir de um 
“modelo” proposto por ABC e, em 
seguida, “liberando” o senso práti- 
co e o raciocínio do “Aluno” parz 
que, obtida a natural desenvoltura. 
ele mesmo possa “sair de um es- 
quema”” para uma montagem final 
sem grandes problemas...! 





A “Matriz de Contatos”, algc 
que no Brasil encontra-se à dispo- 
sição do grande público há algun: 
anos, mas que há décadas existe 
nos mercados dos países mais 
avançados, é um “negócio” que 
tem “muitos nomes”... E comum 
que cada fabricante dê, ao seu pro: 
duto, um ““nome-marca” que acab: 
por tomar-se a própria identifi 
cação genérica do dispositivo, daí : 
proliferação de “apelidos”, todos 
porém, dotados de muita lógica.. 
Só para que o Leitor/“ Aluno” nãc 
se perca nesse festival de nomes 
vamos relacionar alguns pelo: 
quais a Matriz de Contatos é cha: 
mada, por aí... 


- Proto-boards (do inglês, “mesa d 
protótipos”...). 
- Tábua de Projetos 
- Mesa de Experimentação 
- Experimentador 
Ed 

Não importando, contudo, « 
nome pelo qual lhe chame, a Matri: 
de Contatos é uma fantástica ““fer 
ramenta”” de bancada, qualquer qu 
seja o grau de envolvimento com. 
Eletrônica. Senão, vejamos: 


INFORMAÇÕES - TRUQUES & DICAS 


23 


- Para o ESTUDANTE - Permite, 
com grande facilidade, verificar 
experimentalmente os arranjos 
circutais estudados em Teoria, 
comprovando, ““ao vivo”, o fun- 
cionamento dos circuitos. 
Também torna fácil e simples efe- 
tuar medições, comparações, mo- 
dificações, etc., tudo no sentido 
de compreender, na Prática, as 
formulações da Eletrônica e suas 
aplicações! 

- Para o TÉCNICO - Permite ““re- 
produzir” com facilidade etapas, 
estágios ou partes de circuitos, 
“fora” do aparelho sob eventual 


manutenção ou verificação, com o , 


que podem ser feitas inúmeras ve- 
rificações sobre o funcionamento 
e desempenho do circuito e seus 
componentes. É, portanto, valioso 
auxiliar na identificação de defei- 
tos, instabilidades, etc., que de- 
vam ser sanados no aparelho/cir- 
cuito “real”...! 

- Para o ENGENHEIRO ou PRO- 
JETISTA - Permite “fazer nas- 
cer” novos circuitos, aparelhos e 
projetos, com grande facilidade, e 
em qualquer nível de complexida- 
de! Com grande rapidez (nas 
mãos de alguém experimentado...) 
permite criar, pesquisar, testar, 
na Prática, tudo o que a Teoria, 
as fórmulas e as “matemáticas” já 
determinaram, “no papel”...! 


Circuitos de praticamente 
qualquer “densidade” ou comple- 
xidade (desde um “projetinho” 
centrado em apenas um transístor, 
até um completo microprocessa- 
dor...) podem ser implementados 
numa Matriz de Contatos, simples- 
mente colocando-se os terminais 
dos componentes em pontos especí- 
ficos de conexão, fazendo o mesmo 
com fios, controles, periféricos, 
etc. TUDO SEM SOLDA! Na 
verdade, cer um “tiquinho” de 
prática, alguns cuidados e atenções 
elementares (que a presente série 
de “Lições” abordará com deta- 
lhes...) um “esquema” pode, ao 
mesmo tempo em que é “lido”, já 
ser literalmente “transformado” 
numa montagem “real”, num cir- 
cuito funcional, cujos parâmetros 
podem então ser medidos, analisa- 


dos, modificados ou experimenta- 
dos à vontade! 

A mais importante das vanta- 
gens inerentes à Matriz de Contatos 
é que, com praticamente todas as 
conexões feitas sem solda, sem que 
terminais e “pernas” de componen- 
tes precisem ser cortados ou modi- 
ficados, TODAS as peças utiliza- 
das numa experimentação ou veri- 
ficação podem, indefinidamente (a 
partir de certos cuidados...) ser reu- 
tilizadas em novas e posteriores 
experiências ou criações, gerando 
enorme economia! Num exemplo 
típico: um protótipo qualquer, de- 
senvolvido sobre Circuito Impres- 
so, “se der certo”, tudo bem; se 
“falhar”, por qualquer motivo, já 
terá ocasionado a inutilização de 
várias peças e componentes, even- 
tualmente de custo não muito bai- 
xo! Com uma Matriz de Contatos 
no “substrato” do protótipo, is- 
so não acontece, já que as peças 
poderão facilmente ser ““reorgani- 
zadas” para novo teste e verifi- 
cação, até que “a coisa dê certo”! 

Por tudo o que foi dito, a Ma- 
triz de Contatos é um verdadeiro 
“achado” para o Estudante (e 


“também, como vimos, para Técni- 


cos e Engenheiros...). Entretanto 
(como ocorre com todos os equi- 
pamentos, instrumentos ou ferra- 
mentas da moderna tecnologia ele- 
trônica...), para que se possa obter 
o máximo da Matriz de Ccntatos, o 
“Aluno” deve estar devidamente 
familiarizado com o equipamento, 
conhecer seus limites e característi- 
cas elétricas e mecânicas... Saber 
como algo é “*por dentro””, e como 
utilizá-lo corretamente “*por fora” 
são mandamentos fundamentais da 
Eletrônica prática e aplicada. 


COMO É CONSTRUÍDA 


Os módulos de Matrizes de 
Contatos são comercializados em 
vários tamanhos ou “capacidades”, 
normalmente classificados pelo 
número puro e simples de “pontos 
de ligação” (em inglês, tie poin- 
ts...) que apresentam. O módulo 
padrão, standart conta com 550 tie 
points, embora existam outros, com 
milhares de pontos de ligação, múl- 
tiplos acessos de barramentos de 
alimentação, etc. Aqui, na série do 
TRUQUES & DICAS, abordare- 
mos o assunto “em cima” de um 
módulo básico, tipo “550” (mesmo 
porque a maioria dos “Alunos” não 
está “vazando grana” a ponto de, 
logo “de cara”, poder obter uma 
“baita” Matriz, com mais de 5.000 


tie points...). 


- FIG. 1 - O “JEITÃO” DO MÓ- 
DULO BÁSICO - A ilustração 
mostra uma estilização do módulo 
com 550 pontos de ligação. Nor- 
malmente, o corpo plástico do 
módulo repousa sobre uma su- 
perfície de metal ou madeira, mais 
ampla (de modo a dar bom ““e- 
quilíbrio”” ao conjunto), even- 
tualmente dotada de pés de borra- 
cha (para que o conjunto não des- 
lize na bancada, durante o uso...). 
Nessa superfície/base costumam 
estar instalados alguns bornes pa- 
ra facilitar o acesso externo de 
importantes “periféricos”, nota- 
damente as linhas de alimentação 
do circuito... O módulo é fixado à 
base através de 4 parafusos, nos 
cantos. Os tie points (pontos de 
ligação) são representados, na fi- 
gura, por aqueles pontinhos ne- 
gros, rigorosamente ordenados e 


Dee MÓDULO COM 550 “TIE POINTS" 





espaçados... Na verdade, tais pon- 
tos apresentam-se como pequenós 
furos no módulo, onde devem ser 
inseridos os terminais dos compo- 
nentes, pontas de fios, etc. Tais 
pontos de ligação, para efeito de 
ordenação e “identificação” de- 
vem ser interpretados como for- 
mando “filas” horizontais e “co- 
lunas” verticais, cuja organização 
é de fácil entendimento. Vejamos 
os detalhes: 


- H1 - Fila horizontal superior, com 
40 tie poinís. Embora exter- 
namente “pareça” estar - a 
fila - dividida em 8 conjun- 
tos de 5 pontos cada, na 
verdade, “por dentro” do 
módulo, eletricamente falan- 
do, os 40 pontos da linha 
estão TODOS LIGADOS 
ENTRE SÍ. 

- H2 - Fila horizontal inferior, 
também com 40 pontos, em 
arranjo mecânico e elétrico 
idêntico ao de Hi, com to- 
dos os pontos internamente 


ligados... 
- Vs - Grupo de colunas verticais 
superiores. Totalizam, no 


módulo básico, 47 conjuntos 
de 5 pontos cada, ordenados 
na vertical. Notar que cada 
conjunto vertical de 5 tie 


points é ELÉTRICA e ME- 
CANICAMENTE | INDE- 


PENDENTE DOS DEMAIS. 
O bloco “Vs”, em sua tota- 
lidade, conta então com 235 
pontos de ligação (47 colu- 
nas x 5 pontos cada). 

- Vi - Grupo de colunas verticais 
inferiores, em tudo idêntico 
ao conjunto total de “Vs”, 
constando de 47 colunas com 
5 tie points cada, totalizando 
também 235 pontos. Notem 
que ELÉTRICA e MECA- 
NICAMENTE formam gru- 
pos independentes, assim 
como ocorre no “lado de ci- 
ma” do módulo (setor “Vs”). 
- FS - Faixa central de separação. 
Trata-se de um mero sulco 
central que divide o módulo 
em seus dois blocos, superior 
(Vs) e inferior (Vi). Desti- 
na-se basicamente a acomo- 
dar Integrados com pinagem 
DIL standart, facilitando tan- 


INFORMAÇÕES - TRUQUES & DICAS 





to a sua inserção quanto a 
sua remoção (veremos deta- 
lhes em futuras abordagens, 
ainda na presente série de 
“Lições” gp 


- P- Posição dos 4 parafusos de 


fixação do módulo à sua ba- 
se. 


- FIG. 2 - DANDO UM “ZOOM” 


NOS CONJUNTOS DE TIE 
POINTS - Se alguém aí ainda não 
“negou” bem como é feito o ar- 
ranjo elétrico interno do Módulo 
básico, basta observar com 
atenção a figura, onde fizemos 
uma “ampliação” de um setor do 
dito cujo, incluindo uma espécie 
de ““radiografia”” das conexões in- 
ternas... (Comparem cuidadosa- 
mente a figura com a anterior (fig. 
1) e notem que agora, cada um 
dos quadradinhos representa um 
tie point, enquanto que as ilhas 
mais grossas (que ligam entre si 


os quadradinhos/tie points de ca- 


da linha ou coluna específica...) 
FURO DE INSERÇÃO 
AO"TIE POINT" 


CONTATO DE MOLA"FECHADO" FIO 
EM REPOUSO 


RESISTOR 


BARRA METÁLICA INTERNA Boo À 
CONTATOS (“TIE POINTS") 


representam justamente as li- 
gações internas a que estão sub- 
metidos os pontos... 


- FIG. 3 - COMO SÃO ESTABE- 


LECIDAS AS LIGAÇÕES ELÉ- 
TRICAS ENTRE OS TERMI- 
NAIS DE COMPONENTES E 
OS TIE-POINTS - Já sabemos, 
pelas figuras anteriores, como é a 
ordenação elétrica interna do mó- 
dulo... Vejamos, agora, como 
os terminais e “pernas” de com- 
ponentes, ou simples pontas de 
fios, externamente aplicados (en- 
fiados nos furinhos corresponden- 
tes aos tie points...) fazem contato 
elétrico entre sí e com a própria 
estrutura do módulo... A figura 
mostra, em corte, de forma estili- 
zada, a estrutura interna dos bar- 
ramentos de contatos, no caso 
destacando apenas dois conjuntos 
de 5 tie points cada. Cada conjun- 
to é formado por minúsculas bar- 
ras metálicas especialmente ba- 
nhadas (evitando a oxidação e fa- 










Fig.: 


vorecendo o contato elétrico) con- 
tendo uma série de “grampos” ou 

molas” posicionadas rigorosa- 
mente sob cada um dos furinhos 
externamente acessíveis. Em re- 
pouso (sem que nenhum terminal 
ou ponta de fio esteja inserido no 
respectivo furo...), o contato per- 
manece “apertado”, pelo efei- 
to/mola... Quando, porém, um 
terminal ou ponta de fio é inseri- 
do no tie point, a tal “mola” se 
abre, deixando passar o dito ter- 
minal e - ao mesmo tempo - pren- 
dendo-o suave e firmemente, es- 
tabelecendo uma boa e firme co- 


nexão, mecânica e eletricamente , 


falando. A título de exemplo prá- 
tico, na figura, a barra de 5 tie 
points da direita está ligando en- 
tre sí uma ponta de fio, um termy- 
nal de resistor e um terminal de 
capacitor... O “desenho mecâni- 
co” de cada grampo ou “mola”” é 
tão sutilmente bem feito que basta 
uma leve pressão no terminal, du- 
rante sua inserção, para que o dito 
cujo seja devidamente “aceito” e 
“retido” pela “mola”... Por outro 
lado, desfazer o contato também é 
simples, bastando um puxão firme 


para libertar um terminal da co- . 


nexão... O furinho externo, de 
“entrada/saída” mecânica do ter- 
minal, age como um “guia”, pra- 
ticamente obrigando a inserção a 
ser feita sempre de maneira corre- 
ta (desde que as próprias di- 


“mensões do terminal sejam com- 







patíveis com as características 
mecânicas do tie point - falaremos 
disso mais adiante...). 


FIG. 4 - UTILIZANDO OS TIE 
POINTS - CONVENÇÕES 
ADOTADAS NA PRESENTE 
SÉRIE - Voltando momentanea- 


CONEXÕES DA 
ALIMENTAÇÃO 
EXTERNA 


SODOD DDODC 
| ir 
a AO0DO0O D0OOODC 


[0] — CÓDIGO PARA “TIE POINT” UTILIZADO 


INFORMAÇÕES - TRUQUES & DICAS 


ARRANJO CIRCUITAL 
edi 





ARRANJO IMPLEMENTADO 
NOS“TIE POINTS" 


E FÁCIL “TRADUZIR” 





UM “ESQUEMA” NA 
re NEAR MATRIZ DE CONTATOS! 


BARRA VERTICAL 
DE “TIE POINTS" 


mente às figuras anteriores (nº 2 e 
3), observem que as barras hori- 
zontais superior (H1) e inferior 
(H2), são, normalmente, utiliza- 
das como barramento de alimen- 
tação para o circuito ou arranjo a 
ssr implementado sobre a Matriz 
de Contatos... De acordo com an- 
tiga e universalmente aceita con- 
venção (que é adotada, inclusive, 
nos próprios desenhos dos ““es- 
quemas”” de circuitos...), é normal 
que a barra superior seja a condu- 
tora do positivo (+) da alimen- 
tação, enquanto que a inferior 
conduza o negativo (-). Isso, con- 
tudo, não é uma norma rígida e 
eventuais arranjos poderão exigir 
ou requerer que as conexões de 
alimentação sejam feitas a outros 
conjuntos de tie points, que não 
os formados pelas barras H1 
e H2... De modo geral, contudo, 
adotamos a disposição de alimen- 
tação mostrada na fig. 5. Notem 
ainda que normalmente a cabagem 
da alimentação recebe uma pré-li- 
gação aos bornes existentes na 
placa/base do módulo, sempre 
procurando obedecer à outra codi- 
ficação universal, com o bome 
vermelho para o positivo e o preto 















Fig.4 


[O] — coDiGo PARA “TIE POINT“ UTILIZADO 


atos 


Fig.5 





para o negativo. Ainda na fig. 5, 
observem uma convenção nossa, 
criada para simbolizar os tie 
points realmente utilizados no 
módulo: um pequeno círculo, den- 
tro do respectivo quadradinho re- 
presentativo, “envolvendo” a 
ponta do terminal nele inserido 
(essa é apenas uma “fórmula vi- 
sual”” de referenciar um tie point 
utilizado,  diferenciando-o dos 
demais, para que não fiquem dú- 
vidas, nas explicações seguintes 


da presente série...). 
FIG. 5 - “TRANSFERINDO” 
UM “ESQUEMA” PARA A 


MATRIZ DE CONTATOS - Ao 
aplicar os componentes, basta que 
o “Aluno” tenha sempre em men- 
te a organização elétrica interna 
da Matriz (se ocorrerem dúvidas, 
basta consultar a fig. 2...). Sim- 
plesmente as “pernas” das peças 
devem ser inseridas nos tie points 
respeitando a configuração do 
próprio circuito ou “esquema” a 
ser reproduzido... Sempre lem- 
brando que cada coluna vertical 
(tanto no conjunto superior quan- 
to no inferior...) apresenta 5 pon- 
tos de ligação eletricamente ““jun- 
tos”, quando no circuito em im- 
plementação houver um “*nó” ou 
junção elétrica de vários compo- 
nentes, seus terminais devem ser 
inseridos na mesma coluna para 
que, eletricamente, fiquem cone- 
tados... Na figura temos um pe- 
queno arranjo circuital hipotético 
(“esquema”” e também a sua con- 
figuração “real” sobre os tie 
points do módulo. Não é difícil 
notar que o resistor R, o capacitor 
€ e o diodo D têm, tanto no “es- 
queminha” quanto na sua imple- 


26 









ERA q o) 


mentação, um dos seus terminais 
ligados a um ponto comum... É 
um exemplo super-simples, porém 
claramente elucidativo, de como 
as conexões são feitas, a partir de 
um módulo de Matriz de Conta- 
tos... 


-" FIG. 6 - OS (INEVITÁVEIS...) 
JUMPERS... - O espaçamento en- 
tre “filas” e entre “colunas” dos 
tie points de uma Matriz de Con- 
tatos é universalmente padroniza- 
do, de modo a “aceitar” bem, 
mecanicamente, a distância nor- 
mal, entre terminais, da maioria 
dos ' componentes eletrônicos 
(1/10 de polegada, ou aproxima- 
damente 2,54 mm). Então, ““en- 
fiar”” componentes na Matriz é re- 
lativamente fácil... Entretanto, a 
quase totalidade das implemen- 
tações de circuitos ou projetos 
sobre o módulo exigirá também a 
utilização de jumpers (meros pe- 
daços de fio rígido, interligando 
tie points de diferentes colunas ou 
conjuntos de contatos...). É fácil 
perceber a razão disso: se, no 
exemplo de interconexão da fig. 
5, ao invés de apenas 3 compo- 

“nentes, tivéssemos 6, os 5 tie 
points de uma única coluna se- 


COMPONENTE 
EM 


PÉ yuMPER" 
É. EM PÉ COMPONENTE 


“TIE POINT” UTILIZADO 





INFORMAÇÕES - TRUQUES & DICAS 


“JUMPERS" DE 
EE TAMANHOS 


E 
y 
PY 


—Smm 
CÓDIGO PARA 


riam insuficientes para a totalida- 
de das conexões (cada tie point 
pode receber apenas um terminal 
ou ponta de fio...). A solução pa- 
ra esse simples problema de “con- 
gestionamento”” é interligar duas 
ou mais colunas ou conjuntos de 
contatos com o auxílio de jumpers 
(tradução literal do inglês: pula- 
dores...). Tais jumpers podem ser 
curtos (interligando colunas de 
contatos adjacentes) ou longos 
(ligando entre sí conjuntos de 
contatos mais ou menos distan- 
tes), dependendo das necessida- 
des da montagem... Nos exemplos 
mostrados na figura, todos os fie 
points marcados ccm “A” for- 
mam um único ponto elétrico, 


* graças ao jumper curto, enquanto 


que o mesmo ocorre com todos os 
tie points marcados com “B”, 
graças ao jumper longo... É quase 
que impossível implementar um 
circuito numa Matriz de Contatos 
sem a utilização de jumpers... As- 
sim, é conveniente ao “Aluno” 
manter um estoque desses pedaci- 
nhos de fio, sempre já conforma- 
dos em “U” (ver a figura) e em 
diversos tamanhos, evitando a ne- 
cessidade de estar toda hora cor- 
tando e desencapando fios duran- 


"JUMPER" 
DEITADO 


HUUM! AÍ TEM “COISA”... 


-FIG. 7 - AS 












É MUITO FIOZINHO 
PRA LÁ E PRA CÁ... 








te os trabalhos... Para as necessi- 
dades médias, algumas dezenas de 





jumpers já prontos, guardados 
numa caixinha, proporcionarãc 


grande conforto e rapidez às im- 
plementações de circuitos. Na 
pré-confecção desses jumpers, o 
“Aluno” deve considerar o se- 


" guinte: 


- Os jumpers devem ser sempre fei- 


tos com fio sólido, nº 22, isolado, 
desencapados cerca de 5 mm nas 
duas extremidades. 


- Às dimensões (afastamento entre 


as pontas...) são sempre baseadas 
em múltiplos de 1/10” (um déci- 
mo de polegada). Dessa forma, 
para interligar colunas adjacentes, 
o Jumper deve ter suas pontas 
afastadas em cerca de 2,5 mm. 
Para “pular” duas colunas, o 
afastamenmto deve ser de 5mm, e 
assim por diante... É óbvio que, 
pela relativa flexibilidade, mesmo 
dos fios sólidos utilizados, essas 
medidas não precisam ser ““mi- 
crométricas””, já que o distancia- 
mento pode ser facilmenmte adap- 
tado às circunstâncias, simples- 
mente “apertando” ou ““alargan- 
do” um pouco o “U” invertido 
dos jumpers. 


“POSIÇÕES” 
REAIS, DE COMPONENTES E 
JUMPERS - Com relação à su- 
perfície da Matriz de Contatos, a 
posição dos comporentes (e 
também dos próprios e inevitáveis 
jumpers...) adotam as mesmas 
normas aplicadas à uma monta- 
gem em Circuito Impresso: tudo 
pode ser colocado “em pé” ou 
“deitado”, dependendo  unica- 
mente das próprias dimensões dos 


componentes, afastamentos É di- 
mensões dos seus terminais, 
distância das colunas de tie points 
utilizadas, etc. A figura mostra 





INFORMAÇÕES - TRUQUES & DICAS 


E Eve tada 
DHT HO 
CD) a a 
DITO 


alguns exemplos práticos de colo- 
cação, onde “RP” é um “resistor 
em pé”, “JP” é um “jumper em 
pé”, “RD” é um “resistor deita- 
do”, e “JD” é um “jumper deita- 
do”. Como regra geral (mas não 
estritamente obrigatória...) os 
compenentes de corpo cilíndrico 
(resistores, diodos, etc.) são cos- 
tumeiramente posicionados ““dei- 
tados”, enquanto que as demais 
peças são colocadas “em pé”, is- 
so devido à própria disposição 
dos seus terminais... 


- FIG. 8 - “ENFIANDO” INTE- 
GRADOS NA MATRIZ - Os 
Circuitos Integrados, com suas 
pernas curtas, próximas e extre- 
msmente regulares em afastamen- 
to, constituem um casc específico. 
O próprio espaçamento natural 
dos tie points está sempre dimen- 
sionando para receber diretamen- 
te, sem nenhum problema de in- 
serção, qualquer Integrado (desde 
que seus terminais estejam em 
disposição “DIL” - dual in li- 
ne...) “universal”. Em tais Inte- 
grados, a distância entre pinos de 
um mesmo “lado” é sempre de 
1/10” e o espaçamento entre as 


duas linhas de “pemas” é de. 


3/10” (ou seja: o apresen- 
tado pela faixa central de sepa- 
ração - “FS” - ver fig. 1). Nesse 
padrão, conforme mostra a figura, 
Integrados de 8, 14, 16 pinos ou 
mais, devem ser sempre inseridos 
justamente sobre a separação cen- 
tral, ficando uma das linhas de 


CIRCUITO 
INTEGRADO 


FAIXA DE 
SEPARAÇÃO 


AS MATRIZES DE CONTATOS 
SÃO FEITAS “NO JEITINHO” 
PRA NÓS, INTEGRADOS! 


- CÓDIGO PARA 
“TIE POINT” UTILIZADO 
Fig.8 
pinos nos tie points imediatamen- 
te superiores à “FS” e a outra li- 
nha nos pontos de ligação imedia- 
tamente inferiores à “FS”... Ob- 
servem ainda que (já vimos isso 
em “Lições” práticas anterio- 
res...) sendo a contagem ou nu- 
meração dos pinos dos Integrados 
feita em sentido anti-horário, a 
partir da extremidade da peça 
marcada por um pequeno chanfro 
ou ponto, no caso do exemplo, as 
'* colunas de tie points marcadas 
com números de 1 a 8 indicam, 
respectivamente, os acessos de li- 
gação aos pinos de 1 a 8 do Inte- 
grado mostrado... Sem grande 
“esforço mental” será fácil rela- 
cionar o posicionamento e a ““nu- 
meração”, para Integrados com 
qualquer número de pinos... 





A 1º Parte da “Lição” sobre 
a perfeita utilização das Matrizes 
de Contatos (Proto-Boards), fica 
por aqui... Na próxima “Aula” do 
ABC, aqui mesmo no TRU- 
QUES..., falaremos sobre a colo- 
cação de peças com terminais gran- 
des (cujo calibre natural não permi- 
te sua inserção direta aos tie poin- 
ts...), as conexões externas ou pe- 
riféricas aos blocos circuitais im- 
plementados, os limites mecânicos 
e elétricos das Matrizes, e outros 
importantes aspectos práticos da 
utilização dessa fantástica ferra- 
menta de bancada. Não percam... 





Os mais variados tipos 






1 


2 
e 


PACOTES ECONÔMICOS (ELETRÔNICOS) 


OFERTÃO +11 


de PACOTES!! 


Todos com os mais 
úteis e variados 
componentes 





DIODOS 
PACOTE Nº 17 


100 Peças. Contendo 


os mais variados e 
usuais tipos de Retifi- 
cadores, Zeners, Si- 


, nal, etc. 


ELETROLÍTICOS 


PACOTE Nº 13 
DO Peças. Com di- 
versificados e varia- 
dos tipos de capaci- 
dades, voltagens e 


modelos. 
q Cr$ 109.000,00 
CERÂMICOS 


PACOTE Nº 12 
100 Peças. (Terminal 
Padrão). Os tipos de 
capacidades e volta- 
gens são inúmeros e 


usuais. 
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BF's - para uso em 
osciladores - drives - 
amplificadores, etc. 


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variedade de valores | 
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PACOTE Nº 10 


É o tradicional Pacote, 
com os mais variados ti- 
pos de componentes pa- 
ra o uso no dia-a-dia, 
tais como, conectores, 
placas, disjuntores, cha- 
ves, pinos, semiconduto- 


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- Incluir despesas postais CrS 85.000 00 


Atendimento dos pedidos atraves; 


A - (cheque anexo ao pedido) ou 


B- (Vale Postal Ag. S.Paulo/400009) 


LEYSSEL LTDA. Av. Ipiranga. 1147 - 6ºA 





(esq. Sta Efigênia) - 01039 - SÃO PAULO-SP 














EFEITOS SONOROS & 
GERADORES COMPLEXOS 


e MICRO-SIRENE DE POLÍCIA (02807-APE) - Som nítido e extre- 
namente parecido cfpolícia”. Montagem facílima. ideal PARA 
PRINCIANTES ... Lc... 0. 2.000 «+ + 470.000,00 

e SUPER-SINTETIZADOR DE SONS E EFEITOS (03108-APE) - 
“MP melodias e oteitos, totalmente programáveis. infinitas pos- 

ideal para 


e PASSARINHO AUTOMÁTICO (052/71 1-APE) - Perfeita Imitação do 
gorgelo de um pássaro real Canta, pára e volta a cantar auto- 
maticamente num efeito extremamente realista! “Engana” até os 
passarinhos de galola...) .. ccccrcnces. 925.000,00 


e CADA DE MÚSICA 5313 (088/17-APE) - Contérm uma melto- 
dia Hi memorizada e programada. Facílima montagem e mútk- 
plas aplicações! Verdadeira “caixinha de música” totalmente 
eletrônica. Facflima montagem (Alliment. 3V - duas pilhas 

e eua areia raca ota eRara es SOUL DO 


peq.) ...... . 
e CAIXINHA DE 7 MÚSICAS (174-A33-APE) - Contêm 7 melodias... 


já memorizadas e programadas, Facfilma montagem civárias 
aplicações (pela ordem de inserção na memória do Integrado: 1 
Home, Sweet Home, 2 - Ohl Susanna, 3 - Whispering Hope, 4 - 
Dreaming of Home and Mother, S - Ohl My Darling Clementins, 6 
- Beautiful Dreamer, 7 - Red River Valley) . .« SOB CONSULTA 
e MÓDULO GERADOR DE SONS COMPLEXOS (196M1-APE) - 
Funcionando em conjunto com o “chip” de um chavelrinho “sono- 
ro”, proporcionando 8 sons ultra-realistas (pistolas, bombas, 
metralhadoras, “armas espaclals”, etc.), aclonávels p/'comandos 
individuals manuais ou eletrônicos os mais diversos. Adaptável 
como campainha residencial “diferente”, em brinquedos, alar- 
mes, buzinas, etc, "Segredo" de APE, agora reveladosl, Com- 
DIGIO Dessa, macedo o idrjá Eram a 106 SOB CONSULTA 





CONTROLES REMOTOS 
COMANDO POR SENSOREAMENTO 
E DETETORES 


e CONTROLE REMOTO INFRA-VERMELHO (001/01-APE) - Super- 
- versátil, safda pirel picargas de C.A, ou C.C. (1 canaVins- 

tant,) PORRA O e anxado a o 6 0a e 6 -0::10090,000,00 
e CONTROLE REMOTO SÔNICO (010/03-APE) - Sintonizado, Ideal 


pibrinquedos, alcance local, cargas de CA. ou 
GC.C. “. Ed “ . + “ “ . “ “ “ - “ e “ . . +. e 1.162.000,00 
e SIMPLES 5404-APE) - Controle remoto 


(o 

monocanal temporizado pícargas C.A. (800W) bom alcance, tra- 
balha acoplado a receptor FM -. . «vc cvs 0 857.000,00 
e RADIOCONTROLE MONOCANAL (02206-APE) - Completo e 
autônomo, controle remoto tipo “liga-desliga”. Alcance 10 a 
“100m. Fácil ajuste e utilização . ..ccc.s. 1.330.000,00 
e CHAVE DA SUPER-SENSÍVEL (026/07-APE) - Tipo liga 
ou desliga cargas de potência acionada pela voz. Super-sensf- 
vel, temporizada . ..cccuna recuo a. 700.000,00 
e MICRO-RADAR INFRA-VE APE) - Módulo de 
sensoreamento ativo multaplicáve! (residência, comércio, In- 
dustrla). Funclona mesmo no escuro total! . .« « 1.140.000,00 
e DETETOR DE METAIS (047/10-APE) - Indica presença de metals 
enterrados/embutidos em paredes. Utilsensível plutilizações 
profissionais ou caça-tesouro” cce rs. 680.000,00 
e CONTROLE REMOTO ULTRA- (054/12-APE) - Comando 
sem fio p/aparelhos/dispositivos com alcance moderado. Dire- 
cional, prático, ideal para hobbystas, Feira de Ciências, 
Si CE sao é ão o aa term Ema: om So 746.000,00 
e MÓDULO TERMOMÉTRICO DE PRECISÃO (D99AS9-APE) - 
Termômetro eletrônico preciso/sensível, faixa até 100º Laborató- 
rlos, controles Industriais, estufas, chocadelras, aquários, etc. 
Pode ser acoplado a multímetro digital ou analógico, ou (opclo- 
nal) a galvanômetro próprio. . ..ccsarmo 583.000,00 
e CHAVE ELETRO-MAG SEM FIO (108/21-APE) - Aciona- 
mento p/“chave* portátil e personalizada em campo de atuação 
curto. Abreftecha porta de residência ou veículo e “milº outras 
aplicações. Saída por relê, comanda cargas alta potên- 
dia oo ES na O esa Oo crio Sons q 10004000, 00 
e CONTROLE FOTO-ACIONADO (112/21-APE) - Alcance 
2 a 7m, sensível, versátil, 6 a 12V. Clsaída C.C. até 1A (acoplá- 
ve! a relê opcional). Aclonamento p/simples lanterna de mão, 
Mult-aplicável. Ideal PARA PRINCIPIANTES . . 1.060.000,00 
e MÓDULO SENSOR DE IMPACTO MULTHUSO (113/21-APE) - 
“Sente” batidas, vibrações, movimentos bruscos, etc. contra só- 
tidos . Múltiplas aplicações. Saída temporizada por relé (cargas 
de potência ). . cce cu» + + + 680.000,00 
8 CONTADOR-DESCONTADOR DIGITAL DE PASSAGEM (117/22- 
APE) - Mult-aplicável p/pessoas, objetos, carros, etc. Display 
até “99º, Soma o que entra e subtral o que sal, Dotado de re- 
set, funciona com barreira ótica dupla e sensível. Utilização 
PROFISSIONAL . 2. cce... e o + 2.340.000,00 
o SUPER CONTROLE-REMOTO INFRA-VERMELHO - 9 CANAIS 
(133825-APE) - Módulo completo (transmissor portátil mais re- 
ceptor, c/9 canais sequencias € progressivos) dotado também de 
“resetamento” remoto! Saídas “em aberto”, aceitando Inúmeros 
tipos de drivers ou interfaceamentos de potência p/qualquer tipo 
de carga CA, 0U CC. . cruzes 1.700.000,00 
e CAÇA-TESOURO (DETETOR DE METAIS B (197/25-APE) - 
Sensível e fácil de utilizar, c/Indicação po Instrumento (gal- 
vanômetro ou V.U.). Mil aplicações “aventurelras” ou sé- 
rias! MR io as via é Seta os do FADO 
e CHAVE SECRETA RESISTIVA (152/28-APE) - Segredo inviolável 
e personalizado, na forma de uma “mink-chave” embutida num 
plugue comum (P2 ou P1). Permite o acionamento de cargas de 
até 10A (CC) ou até 1200W (CA), através de potente reiô de saf- 
da. O “segredo” (um simples resistor) pode ser modificado a 
vontade. Exclusivo e Inédito Item de segurançal . 600.000,00 
e SUPER DETETOR DE METAIS (180/36-APE) - Modelo mais 
sensivel, totalmente transistorizado (indicação por galvanôme- 
pese rsss, Graca um taça é cata Do FAUDO0O 
e SENSOR DE POTÊNCIA POR TOQUE/APROXIMAÇÃO (197/41- 
APE) - Eficiente, sensível (um único ajuste permite adequar a 
vários tamanhos de superfícies metálicas sensoras) e com saída 
potente, por relê (Incluso no KIM. Totalmente transistorizado, 
trabalha sob 12 VCC (apenas 100mA!) e pode sor usado em vel- 
culos, em alarmes domésticos, em aparelhos comerciais ou In- 
dustriais, Instalação facflima - Completo . . «qe. 560.000,00 

- é AUDECHAVE MULTI-USO (21643-APE) - Interruptor de CC, boa 
Potência (6 a 12V x 1A) aclonável por ruídos amblentes ou pela 
voz humana, muito versátil e mult-aplicável! Pode comandar fa- 


DESCONTO DE 20% AT 











E 07/05/93 - PREÇOS VÁLIDOS ATÉ 07/06/93 


climente qualquer aparelho, circulo ou dispositivo eletro-ele- 
trônico (que trabalhs na faixa de TensãoiCorrente Indicada) 
Com a simples anexação de um relê (opcional, não fornecido c'o 
KIT ), a Potência de controle poderá ser grandemente aumenta- 
da! Ideal para Experimentadores, Hobbystas “avançados”, Mó- 
dulo eletrônico básico completo . «vce... 350.000,00 
e DETETOR DE CAMPOS ELETRO-MAGNÉTICOS (222M4-APE) - 
Sensível à presença de campos oscilantes ou pulsados (pode 
detetar também campos estáticos, pela rápida movimentação do 
sensor) c'indicação por LED. Aliment. bat. 8V. Parte eletrônica 
completa (não Inclul formas especiais p/a bobina ou suas varian- 


tes) ........ + HE NR DO a TA DE DR RAS RM 1.100.000,00 s 


ALARMES E 
ITENS DE SEGURANÇA 


e ALARME DE P OU PASSAGEM (007/02-APE) - “Radar 
Ótico” sensível, fácil Instalação. Aviso por “bip” temporiza- 
do +. . .-. . “ “ * . “ “ “ . . . “ “ “ . .“ . - “ 890.000,00 

o ALARME DE PORTA SUPER-ECONÔMICO (008/03-APE) - Pro- 
teção simples e eficiente p/portas, janelas, vitrines. etc, Ideal 
PARA INICIANTES .. cc. cc cc. 0. +» 540.000,00 

e GRAVADOR AUT TICO DE CHAMADAS TELEFÔNICAS 
(013404-APE) - Controla e grava chamadas acoplado a um gra- 
vador comum. Projeto “secreto” . ..cccuss 600.000,00 

e ALARMEISENSOR DE APRO TEMPORIZADO (016/05- 
APE) - “Radar Capacltivo" sensfvel, temporizado, c/safda poter- 
te p/cargas até 10A. (1000W em 110 ou 2000W em 220), 
EM sora Doe arenas e caca calo ves 078º 6D0500U,00 

o ALARME DE MAÇANETA (029/07-APE) - Proteção e segurança, 
acionado pitoque da mão (mesmo c/luva). Montagem, ajuste e 
instalação facílimas ..ccscrccc raros 450.000,00 

e BARREIRA ÓTICA AUTOMÁTICA (03809-APE) - Aclonado 
pFquebra de feixe”, opera c/luz visível. Sensibilidade automáti- 
ca (sem ajustes). Saída tomporizada c'relô picargas de potência 
(até 10A em C.C. ou até 2000W em CA.) «+» « 625.000,00 

e EUMINADOR DE NCIA (037/09-APE) - Automático, es- 
tado sólido, acionamento Instantâneo em caso de black out. Re- 
set automático, alimentação p/baterla . . «+ + + 320.000,00 

e RADAR UU (051/11-APE) 
- Controla e deteta movimentos em razoável volums ambiental 
(sala, passagem, entrada, Int. de veículo, etc.). Fácil de montar 
e liminlar . cac socios + 0-s;0.00:0+m 1:200:000,00 

e MAXI-CENTRAL DE ALARME RESIDENCIAL (055/12-APE) - Pro- 
Aisslonal e completíssima c/3 calnas de sensoreamento (um tem- 
porizado p/entrada e saída). Saídas operacionais de potência 
p/qualquer disposiilvo existente. Alimentação 11/220 VCA e/ou 
bateria 12V. Inclul carregador automático Interno. Todos senso- 
resicontroles/funções monitorados por LEDs . . 2.500,000,00 

e SUPER-SIRENE P/ALARMES (057/12-APE) - Módulo de Potência 
(até 50W), som “ondulado” e penetrante. Ideal p/alarmes resi- 
denclais, Industriais, veículos, etc. Pequeno tamanho e som for- 
Mi Si ai EM co) ár To é dave o 670. 10 A TOLDOO ÇÃO 

e ESPIÃO TELEFÔNICO (061/13-APE) - Basta discar o nº do tele- 
“fone controlado p/ouvir tudo o que se passa “lá” Temporizado, 
secreto, pídiversas aplicações (segurança, espionagem, vigitân- 
cla, “babá” eletrônica, etc). Fácil de acoplar a tinha telefôni- 
FR e RD A SRS a E iniadt Ud 
e ALARME OU INTERRUPTOR AO TOQUE (06313- 

APE) - Liga cargas de C.A. até 200W em 110 ou 400W em 220 a 
um toque de dedol Sensivol e multtaplicável. Idea! PARA INH 
CIANTES E RAE ao O atiegniáo d aa à e 00:000;00 
e MICRO-AMPLIFICADOR ESPIÃO (067/14-APE) - Incrível desem- 
penho, super-sensível, altíssimo ganhol Pfescuta secreta” clio 
ou conto “telescópio acústico”. Utll também para naturalistas, 
observadoresas de pássaros e estudantes de animais, Inclul mk 
crofone supereminl . . cce ses 510.000,00 
é MICRO-TRANSMISSOR ICO (080/16-APE) - Acoplado a 
linha telefônica, sem alimentação transmite p/receptor FM pró- 
ximo toda conversação, ideal para esplonagem é vigliân- 
cla Td vei Sds ESOM Siad dba a 0a! dsebaço: LOG OOOVOO 
e ALARME MAGNÉTICO C.A. (082/16-APE) - Minl-módulo pícon- 
trole de portas e passagens. Utilíssimos p/segurança localizada, 
Aciona cargas de C.A. (até 300W) - funciona 
110/220V . . * Ed “ “ + “ . . . “ . . . . . +, . a 300.000,00 
e SUPER SENTE-GENTE (098/19-APE) - “Vigla Eletrônico"p/monk 
torar e avisar presença de pessoas em áreas ou passagens con- 
troladas! “Radar Ótico” sensível, multi-aplicável em Instalação 
de segurança! ...cncrr con cneaas 770.000,00 
. e MINI-CENTRAL DE ALARME COMERCIAL (101M9-APE) - Peque- 
na no tamanho, grande no desempenho. Ideal picontrole de vi 
trines, passagens, portas, caixas registradoras, etc. Canals 
N.F. e N,A, Incorpora alarme sonoro temporizado. Montagem e 
instalação fácels .. cuco nc cana nes 800.000,00 
e ALARME DE XIMIDADE, TEMPORIZADO (PIMAÇA- 
NETA) (140/26-APE) - - Exclusivamente p/fechaduras/maçanetas 
METÁLICAS, instaladas em portas NÃO METÁLICAS. Alarme so- 
noro'forte, instantâneo ou temporizado (à escolha, p/chavea- 
mento) c/controle de sensibilidade, Reage ao toque de um Intru- 
so sobre a maçaneta, mesmo que a pessoa esteja usando lu- 

+» « 730.000,00 


gurança com “chave” e “fechadura” funcionando por sinal ótico 
codificado em luz visível. Idea! p/abertura de portas, ligação de 
alarmes ou dispositivos, acessos a maquinários ou dispositivos 
apenas a pessoa autorizada! “Chave” portátil e “fechadura” all- 
mentada por pilha ou fonie, capaz de acionar cargas de CC ou 
CA de até 1200W 0U 10A ..cccuuzeros 890.000,00 
e SUPER-BARREIRA DE SEGURANÇA INFRA-VERMELHO 
(154/28-APE) - Completo sistema com “central” e módulos opto- 
eletrônicos específicos de longo alcance (barreiras de até deze- 
nas de metros, em condições ideais). Admite ampliação no nó- 
mero de barreiras e trabalha com bateria acessória de no break 
(Inclui carreg. automático pibateria). Saída temporizada (4 min.) 
e potente sirene intermitente incorporada, Fácil Instalação, 
adaptação e modificação! . .. cce. 3.660.000,00 
e SIRENE DE 3 TONS - Módulo eletrônico (sem transdutor) su- 
di pt cichaveamento p/3 sirenes diferentes 300.000,00 
a ELETRÔNICO PIGRAVAÇÃO A (17332-APE) - 
Não usa relê, não precisa de alimentação “própria”, pode ser 
embutida dentro da calxa do mini-gravador ... 160.000,00 
e ALARME INDUSTRIAL DE NÃO ROTAÇÃO (178/34-APE) - Emite 
um aviso sonoro quando sente a queda na rotação de motores, 
volantes, poliel ou engranagens. ideal p/quem opera címa- 
quinário do tipo “Non Stop” . «cases 1.040.000,00 
e PORTEIRO AUTOMÁTICO (183/37-APE) - Um verdadeiro mor- 
domo-robó, vigla, cortêz. Quando algum visitante noturno tocar 
a campainha, liga automático e temporizado a luz de entrada da 
residância. Não há alteração na Instalação elétrica. 110 ou 220 







inúmeras aplicações práticas! . «0» + «+ + 260.000,00 
jo JONIZADOR AMBIENT AL (078/6-APE) - Gerador de fons negatt 


(SEM DESCONTO) 


OM pacato o qiio Dnbe o sas 6 ie NADO 
o MARME LOCALIZADO PENSORES NA.) 
(185/38-APE) - Ideal picontrote/vigiiância Je Postal, etc, Uma 
vez disparado, permanece nesse estado. Com reset. sireno, im 
corporada - 6 Volts AE gaia gr caca 40: 0 MO MONDO 
e PODEROSA SIRENE “DI-DÁ (200M42-APE) - Trabelhando sob 
12 VCC (SA). Ideal para alarmes, buzinas, avisos, sirenes de 
viaturas, etc. Libera cerca de 20W de imensa é dierente sono- 
ridade modulada em dols tons periódicos (como sirenos de bom- 
belros, tipo “dik-dáá”). Tamanho pequeno, podendo ser acopia- 
da nas “costas” do próprio projetor de som (corneta oletro- 
magnética de 2 a 4 ohms, NÃO incluída no KT) « 410.000,00 
e BARREIRA INFRA-VERMELHO PROFISSIONAL PBIIMI-APE) - 
Médulo duplo, formado pelo emissor (BIVEP-E) o pelo receptor 
(BIVEP-R), estabelecendo uma “barreira InvisfvoP de proteção 
em passagens, portas, locais cujo acesso ou “penetração” de- 
vam ser controlados, monitorados ou fiscalizados! Excelente al- 
cance (dependendo da parte ótica, não fornecida com o KIT), 
salda com rel (capacidade dos contatos = 2A) cicontatos re- 
versívels, e “pilotagem” por LED (facilitando o ajusto e alinha- 
mento). Clrculto ultra-compacio, dimenslonado para acomoda- 
mento em calxas padronizadas tipo 4 x 2º (standard - em insta- 
lações elétricas residenciais e comerciais). ALiment, 12 VCC 
(fonte ou bateria, baixo consumo). Ideal para profissionais Insta- 
ladores de alarmes, etc. Módulos eletrônicos completos (sem 
partes óticas, lentes, caixas, etc) «vc v too. 610.000,00 





UTILIDADES PARA 
A CASA 


e CAMPAINHA RESIDENCIAL PASSARINHO - “Dile- 
rente”, temporizada, reproduz o canto de um pássaro! Fácil de 
instalar, não usa pllhast ec cid Die 4 0.60 1.030.000,00 

e LUZ DE SEGURANÇA AUTOMÁTICA (008/02-APE) - Interruptor 
crespuscular p/400W em 110 ou 800W em 220, Sensível, fácil 
de montar e instalar «. cce crrerceso 400.090,00 

e INTERCOMUNICADOR (009003-APE) - Com fio piresidência ou 
local de trabalho, adaptável! como “porteiro eletrônico”. SensÊ 
val a-claro Dó Som - .«0.0.0:0:0:4/66:6/0 5 SAO 000OU, 

e LUZ TEMPORIZADA AUTOMÁTICA DE TOQUE) 
(011/03-APE) - P/residâncias, prédios (escadas, corredores, pá- 
tios, etc.) 300W em 110 ou 600W para 220. Fácil instalação ou 
ampliação, » «cc custos oo » 0 0/0 wo 760,000,00 

e MASSAGEADOR ELETRÔNICO - ELETRO-ESTIMULADOR MUS- 
CULAR (023/06-APE) - Totalmente ajustável, especial pifislote- 
rapia, dores, cansaço, etc. Uso seguro e fácil (recomenda-se a 
assistência de um profissional) , ..csvua. 1.140,000,00 - 

e SUPER-TIMER REGULÁVEL (02506-APE) - Presidência, 
comércio ou indústria. precisão e potência (400W em 110 ou 
800W em 220). Temporização facilmente ajustável ou ampllá- 
vel O SD DE AA ES AS 

e SUPER-TERMOSTATO DE PRECISÃO (D30A77-APE) - Módulo 
controlador de temperatura p/aplicações domésticas. profissio- 
nais ou Industrials. Preciso, conflável e potente . 530.000,00 

e RELÓGIO DIGITAL INTEGRADO (04811-APE) - Modo 24 
Hs. display a LEDs de alta luminosidade. Ajustes individuais 
píhoras e minutos. Super-precisão, totalmente com C.l.s C.MOS 
convencionais (9) +... .ccccscnc css 2.830,000,00 

e CAMPAINHA RESIDENCIAL “DIM-DOM” (062/13-APE) - Gera 2 
notas harmônicas e sequentes, a partir deum só toque no 
“botão” da campainha, Interessante também p/sistemas de aviso 
ou chamada em P.A, Fácil instalação .. .... 610.000,00 

e MICRO-TEMPORIZADOR PORTÁTE (D69M4-APE) - Preciso, 
confiável, “de bolso”. Ajust. desde 1 minuto até mais de 2 horas 
(faixa modificável). Indicação do fim da temporização por "blp". - 


vos alimentado p/C.A. Comprovadas ações benéficas no relaxa- 
mento físico/emoclonal das pessoas, Montagem super-simples 
(sem transformador) +... csrercne sas 640.009,00 
e RELÓGIO ANALÓGICO-DETAL (090/18-APE) - “ImperdíveF” fusão 
entre o tradicional e o moderníssimo! Mostrador análogo/digital 
circular (12 Hs) cidisplay numérico central p/os minutos, O 
LED/hora” pisca, dinamizando o funcionamento e a visuall- 
zação, Incluindo um fantástico “tique-taque”, absolutamente 
surpreendente num relógio digital Incrível presente p/Você 
mesmo ou pafa alguém de quem gosta +... .«. 2.500.000,00 
e CAMPAINHA RESIDENCIAL CARRILHÃO (093/16-APE) - Novíssi- 
ma e exclusiva, simulando c'perteição um carrilhão de 3 sinos 
(dim, dém, dom”...). Facflima montagem € instalação. Ideal 
p/'hobbystas avançados! . . «auras... SOB CONSULTA 
e TEMPORIZADOR LONGO LIGA-DESLIGA (102/20-APE) - Duplo 
temporizador p/aplicação de longo período (até 24 Hs) progra-, 
mação independente p/momento de “ligar” e “desligar”, Saída de 
potência (até 1200W em C.A, ou até 104) citomada de “re- 
versão” (ligada ou desligada durante o período) 1.480.000,00 
e CAMPAINHA DIGITAL PITELEFONE (120/23-APE) - Allment. pola 
própria linha telef. Sinal forte diferenciado, economiza ex- 
tonsões e incluí "piloto luminoso” da chamda p'identificação de 
fia O. sa Se prscar Em ato a ecos (a; a aee SA UNO ENA 
e MONITOR DE LINHA q - Utilíssimo In- 
dicador de "linha sendo utilizada” cLED plioto! Facflima monta- 4 
gem e Instalação. Proporciona comodidade e proteção contra 
“esplonagens" e constragimentos! . «cvs ve. 220.000,00 
e EUMENÁRIA ACIONADA POR TOQUE (132/24-APE) - Liga/desil 
ga lâmpadas comuns (até 200W em 110 e até 400W em 220) a 
partir do toque de um dedo sobre pequeno sensor metálico! Po- 
de ser usado como-"Interruptor de parede” ou como comando 
“melo de flo” em abajuresi “MIP outras aplicações, compacto, 
fácil de montar e Instalar! . +... 20 ++ «o 300.000,00 
e REATIVADOR DE PEHAS E BATERIAS (135/25-APE) - Prolonga 
a vida de pilhas comunst “Paga-se* a sí próprio em pouquíssimo 
MENDOE ss 2 amis do as no To aro ce a ris RO 
e DIMMER ESCALONADO DE TOQUE - BAIXO CUSTO (14927- 
APE) Uma alternativa mais simples ao DIMMER DE TOQUE COM 
MEMÓRIA (APE nº 21). Ideal p/controte de abajur ou luminária 
(também pode ser adaptado para luzes ambientais). Funciona 
por toque, em “degraus” escalonados de luminosidade! Diferen- 
te e avançado (porém de fácil montagem, ajuste e instalação) - 
110 ou 220 VCA - piaté 400W ou 800W de lâmpadas, respect 
DRNAE:s à cos o o EPL oo a ca tid 4 0/6 SR 
e RELÓGIO DIGITAL-ANALÓGICO DE BAIXO CUSTO (161/29-APE) 
- Mostrador cídols círculos (112 pontos) de LEDs discretos, em 
cores diferentes para Horas e Minutos (resolução: 5 minutos). 
Indicação de Hora e Minutos (a Intervalos de 5) por “piscagem” 
do(s) LED(s) correspondente(s). Dotado de botão de “acerto r& 
pido” e trim-pot de ajuste de clock Intemo. Funciona Indeper- 
dente da rede C.A. (pode ser alimentado pípilhas ou baterias). 
Inédito, o menor custo em um clrculto de relógio digital baseado 














EFEITOS SONOROS & 
GERADORES COMPLEXOS 


e MICRO-SIRENE DE POLÍCIA (0E807-APE) - Som nítido e extre- 
namente parecido cpolícia”. Montagem facílima, Ideal PARA 
PRENCIANTES ........... 0.000. + 470.000,00 

e SUPER-SINTETIZADOR DE SONS E EFEITOS (081/09-APE) - 
“MIF melodias e efeitos, totalmente programáveis, infinitas poe- 
sibliidados em sons sequenciais. Ideal para Hobbys- 
MENUS TE cisma e no aco no 0,650: 0 1TAD0U, DU 

e PASSARINHO AUTOMÁTICO (052/11-APE) - Perfeita Imitação do 
gorgelo de um pássaro real Canta, pára e volta a cantar auto- 
malicamente num efeito extremamente realista! “Engana” até os 
passarinhos de galola...) AL DO PA MARS ES. SIRI, 925.000,00 


e CADUNHA DE MÚSICA 5313 (088/17-APE) - Contérm uma meto- 
dia já memorizada e programada, Facílima montagem e mánk 
plas aplicações! Verdadeira “caixinha de música” totalmente 
eletrônica. Facílima montagem (Aliment. 3V - duas pilhas 
PG.) css... bes a arere eco dé cos arS io DON OUOLDU 

e CAIXINHA DE 7 (174-A3S-APE) - Contém 7 melodias. 
já memorizadas e programadas, Facilima montagem civárias * 
aplicações (pela ordem de inserção na memória do Integrado: 1 
Home, Sweet Home, 2 - Ohl Susanna, 3 - Whlspering Hope, 4 - 
Dreaming of Homs and Mother, 5 - Oh! My Darling Clementinse, 8 
- Beautiful Dreamer, 7 - Red River Valley) . .« SOB CONSULTA 

e MÓDULO GERADOR DE SONS COMPLEXOS (198M1-APE) - 
Funcionando em conjunto com o “chip” de um chavelrinho “sono- 
ro”, proporcionando 8 sons ultra-realistas (pistolas, bombas, 
metralhadoras, “armas espaciais”, etc.), acionáveis p/comandos 
individuals manuais ou eletrônicos os mais diversos. Adaptável 
como campainha residencial “diferente”, em brinquedos, alar- 
mes, buzinas, etc. “Segredo” de APE, agora revelados!, Com- 
DIGO. asse ms acsna o cé;ia 6160700704 4 SOBIGONSULTA 





CONTROLES REMOTOS 
COMANDO POR SENSOREAMENTO 
E DETETORES 


e CONTROLE REMOTO INFRA-VERMELHO (001/01-APE) - Super- 
- versátil, safda pírelô picargas de C.A, ou C.C. (1 canal'ins- 
tanto) ceccccro coro ron 00 0 + « 1.030.000,00 
e CONTROLE REMOTO SÔNICO (010/03-APE) - Sintonizado, idea! 
p'brinquedos, alcance local, cargas de CA. ou 
“ Ed “ “ “ s “ “ “ o . . a ” . “ Ed “ us “a . - - 1.162.000,00 
e SIMPLES RADIOCONTROLE (015/04-APE) - Controle remoio 
monocanal! temporizado picargas C.A. (800W) bom alcance, tra- 
balha acoplado a receptor FM-. . «css. e. 857.000,00 
e RADIOCONTROLE MONOCANAL (022/06-APE) - Completo e 
autônomo, controle remoto tipo “llga-desliga”. Alcance 10 a 
“100m. Fácil ajuste e utilização +... cv... 1.330,000,00 
e CHAVE DA SUPER-: (026/07-APE) - Tipo liga 
ou desliga cargas de potência acionada pela voz. Super-sensf- 
vel, temporizada , ...cacna crase. 700.000,00 
e MICRO-RADAR INFRA-VERMELHO APE) - Módulo de 
sensoreamento ativo mult-apllcável (residência, comércio, In- 
dustria). Funciona mesmo no escuro totall . . . 1.140.000,00 
e DETETOR DE METAIS (047/10-APE) - Indica presença de metais 
enterrados/embutidos em paredes. Utli/sensível plutilizações 


profissionais ou caça-tesouro” "a. rose, e pve 680.000,00, 
TRA-SÔNICO 


e CONTROLE REMOTO UE (054/12-APE) - Comando 
sem fio p/aparelhos/dispositivos com alcance moderado. Dire- 
cional, prático, ideal para hobbystas, Feira de Clências, 
se Sic vês SC S mo andem de qo ho 7455000,00 

e MÓDULO TERMOMÉTRICO DE PRECISÃO (099/9-APE) - 
Termômetro eletrônico preciso/sensível, faixa até 100º Laborató- 
rlos, controles Industriais, estufas, chocadeiras, aquários, etc. 
Pode ser acoplado a multfmetro digital ou analógico, ou (opclo- 
na) a galvanômetro próprio. +... ccusaas 583.000,00 

e CHAVE ELETRO-MAGNÉTICA SEM FIO (108/21-APE) « Aciona- 
mento p/“chave” portátil e personalizada em campo de atuação 
curto. Abreftecha porta de residência ou vefcuio e “mil” outras 
aplicações. Salda por relê, comanda cargas alta potén- 
des e treco tesoia desen cure ns: q ANDA DOD, DO 

e CONTROLE REMOTO FOTO-ACIONADO (112/21-APE) - Alcance 
2 a 7m, sensível, versátil, 6 a 12V, Clsafda C.C. até 1A (acopiá- 
vel a relê opcional. Acionamento p/simples lanterna de mão, 
Multk aplicável. Ideal PARA « + 1.060.000,00 

e MÓDULO SENSOR DE IMPACTO MULTHUSO (113/21-APE) - 
“Sente” batidas, vibrações, movimentos bruscos, etc. contra só- 
lidos . Múltiplas aplicações. Saída temporizada por relô (cargas 
de potência ). . . cce v oo 0. + o « + 680.000,00 

s CONTADOR-DESCONTADOR DIGITAL DE PASSAGEM (117/22- 
APE) - Multhapllicável p/pessoas, objetos, carros, etc, Display 
até “99º, Soma o que entra e subtral o que sai, Dotado de re- 
set, lunciona com barreira ótica dupla e sensível. Utilização 
PROFISSIONAL +... ooo a e o o 2.340.000,00 

e SUPER CONTROLE-REMOTO INFRA-VERMELHO - 9 CANAIS 
(133/25-APE) - Módulo completo (transmissor portátil mais re- 
ceptor, c/9 canais sequencias e progressivos) dotado também de 
“resetamento” remoto! Saídas “em aberto”, aceitando Inúmeros 
tipos de drivers ou interfaceamentos de potência p'qualquer tipo 
de carga CA. ou CC. ..cucusacnseos 1.700.000,00 

e CAÇA-TESOURO (DETETOR DE METAIS 8 (137/25-APE) - 
Sensível e fácil de utilizar, c/indicação po Instrumento (gal- 
vanômetro ou V.U.). Mil aplicações “aventurelras” ou sé- 
riasl O e Cie can a aro a ataso lo ar EODNUOO 

e CHAVE SECRETA RESISTIVA (152/28-APE) - Segredo inviolável 
e personalizado, na forma de uma “minkchave” embutida num 
plugue comum (P2 ou P1). Permite 0 acionamento de cargas de 
até 10A (CC) ou até 1200W (CA), através de potente retô de saf- 
da. O “segredo” (um simples resistor) pode ser modificado a 
vontade. Exclusivo e Inédito Item de segurança! . 600.000,00 

e SUPER DETETOR DE METAIS (180/36-APE) - Modelo mais 
sensível, totalmente transistorizado (indicação por galvanôme- 
WADE No go so dream ar brera nt mea So TAO0DO,0O 

e SENSOR DE POTÊNCIA POR TOQUE/APROXIMAÇÃO (197M41- 
APE) - Eficiente, sensível (um único ajuste permite adequar a 
vários tamanhos de superfícies metálicas sensoras) e com saída 
potente, por relê (Incluso no KIM. Totalmente transistorizado, 
trabalha sob 12 VCC (apenas 100mAl) e pode ser usado em vel- 
culos, em alarmes domésticos, em aparelhos comerciais ou In- 
dustriais, instalação facflima - Completo .. .«. 560.000,00 

- é AUDICHAVE MULTHUSO (216/43-APE) - Interruptor de CC, boa 
Potência (6 a 12W x 1A) aclonável por ruídos amblentes ou pela 
voz humana, muito versátil e multhaplicável! Pode comandar fa- 


DESCONTO DE 20% AT 








olimente qualquer aparelho, circuito ou dispositivo eleiro-ela- 
trônico (que trabalho na faixa de Tensão/Corrente Indicada)! 
Com a simples anexação de um relô (opcional, não fornecido d'o 
KIT ), a Potência de controle poderá ser grandemente aumenta- 
da! Ideal para Experimentadores, Hobbysias “avançados”. Mó- 
dulo eletrônico básico completo . ..ccvv vs. 350.000,00 
e DETETOR DE CAMPOS ELETRO-MAGNÉTICOS (222M4-APE) - 
Sensível à presença de campos oscilantes ou pulsados (pode 
detetar também campos estáticos, pela rápida movimentação do 
sensor) cfindicação por LED. Ailment, bat. 8V. Parto eletrônica 
completa (não Inclui formas especiais p/a bobina ou suas varian- 


tes) QDO 7 ..." 0-0 9::6 » O 09 à 0 QUO :A 1.100.000,00 é 


ALARMES E 
ITENS DE SEGURANÇA 


e ALARME DE PRESENÇA OU PASSAGEM (007/02-APE) - “Radar 
Ótico” sensível, fácil Instalação. Aviso por “bip” temporiza- 
do ae RS caos ara tao atestar ieção (8 caro O BOAUND, DO 

e ALARME DE PORTA (00803-APE) - Pro- 
teção simples e eficlente p/portas, janelas, vitrines. etc, Ideal 
PARA INICIANTES ..... cc. cc... o o 540.000,00 

e GRAVADOR AUTOMÁTICO DE CHAMADAS TELEFÔNICAS 
(013404-APE) - Controla e grava chamadas acoplado a um gra- 
vador comum. Projeto “secreto” . . . .«« «o. «+ 800.000,00 

e ALARMEISENSOR DE APRO. 
APE) - “Radar Capacitivo” sensível, temporizado, c/safda poter- 
te pí/cargas até 10A. (1000W em 110 ou 2000W em 220), 
cirels E) “ . . * . . “ e . . o +. . . “ . e . - . . 680.000,00 

o ALARME DE MAÇANETA (029/07-APE) - Proteção e segurança, 
acionado p/toque da mão (mesmo c/luva). Montagem, ajuste e 
instalação facílimas ..saurccc cone... 450.000,00 
e BARREIRA ÓTICA AUTOMÁTICA APE) - Aclonado 
pf'quebra de feixe”, opera c'luz visível. Sensibilidade automáti- 
ca (sem ajustes). Saída temporizada cirelê picargas de potência 
(até 10A em C.€, ou até 2000W em C.A,) . . +.» 625.000,00 

e LUMINADOR DE (03709-APE) - Automático, es- 
tado sólido, acionamento Instantâneo em caso de black out, Re- 
set automático, alimentação p/baterla . . .« « «+ 320.000,00 

e RADAR ULTRA- (ALARME VOLUMÉTRICO) (051/11-APE) 
- Controla e deteta movimentos em razoável volume ambiental 
(sala, passagem, entrada, Int. de vefculo, etc.). Fácil de montar 
Simao cc pac 4 sd 607070" 20% 1RUOSÇDOÕO 

e MAXECENTRAL DE ALARME RESIDENCIAL (055/12-APE) - Pro- 
fisslonal e completíssima c/3 calnas de sensoreamento (um tem- 
porizado p/entrada e saída). Safdas operacionais de potência 
piqualquer dispositivo existente, Alimentação 11/220 VCA e/ou 
bateria 12V. Inclui carregador automático Interno. Todos senso- 
resicontroles/funções monitorados por LEDs . . 2.500.000,00 

e SUPER-SIRENE P/ALARMES (057/12-APE) - Módulo de Potência 
(até 50W), som "ondulado" e penetrante. Ideal p/alarmes resi- 
dencials, industriais, veículos, etc, Pequeno tamanho e som for- 
MOR ra ra nai ae a é ova Ta la eéra 0a - ATOSODODO 

e ESPIÃO TELEFÔNICO (061/13-APE) - Basta discar o nº do tole- 
tone controlado p/ouvir tudo o que se passa “lá” Temporizado, 
secreto, pídiversas aplicações (segurança, espionagem, vigilân- 
cla, “babá” eletrônica, etc,). Fácil de acoplar a tinha telefôni- 
ca Dm rs va pia Sara ai BS direto Tá. evo od BOULOUO; RO 

e ALARME OU INTERRUPTOR SENSÍVEL AO TOQUE (0653/13- 
APE) - Liga cargas de C.A. até 200W em 110 ou 400W em 220 a 
um toque de dedol Sensível e multkaplicável. Ideal PARA INK 
CIANTES ..ccrccccc cos oo 04 « o + +“300,000,00 

e MICRO-AMPLIFICADOR ESPIÃO (057/14-APE) - Incrível desem- 
penho, super-sensível, altíssimo ganho! Prescuta secreta” ciflo 
ou conto “telescópio acústico”. Util também para naturalistas, 
observadoresas de pássaros e estudantes de animais, Inclul mk 
crofone super-minl ..ccccrcnsseasoe 510.000,00 

o MICRO-TRANSMISSOR TELEFÔNICO (080/6-APE) - Acoplado a 
linha telefônica, sem alimentação transmite p/receptor EM pró- 
ximo toda conversação. ideal para esplonagem é vigllãm- 
RS RÃ ol dista a sd to SA qua Esarto 06: Abr) DOGUOU 0 

e ALARME MAGNÉTICO C.A. (082/16-APE) - Mink-módulo p/con- 
trole de portas e passagens. Utilíssimos p/segurança localizada, 
Aclona cargas de C.A, (até 300W) - funciona 
SADIO O Score me O o ao se à, 6,70 mn 10-18 - SGD DODDO 

e SUPER SENTE-GENTE (098/19-APE) - “Vigla Eletrônico"p/monk 
torar e avisar presença de pessoas em áreas ou passagens con- 
troladas! “Radar Ótico” sensível, multi-aplicável em Instalação 
de segurançal ..ccercncrarueasos 770.000,00 

. o MINECENTRAL DE ALARME COMERCIAL (10109-APE) - Peque- 
na no tamanho, grande no desempenho. Ideal p/controle de vi 
trines, passagens, portas, caixas registradoras, etc. Canals 
N.F. e N.A. Incorpora alarme sonoro temporizado. Montagem € 
instalação fáceis ..ccccuuco senao 600.000,00 

e ALARME DE TOQUE/PROXIMIDADE, TEMPORIZADO (PIMAÇA- 
NETA) (140/26-APE) - - Exclusivamente pifechaduras/maçanetas 
METÁLICAS, Instaladas em portas NÃO METÁLICAS, Alarme so- 
noro"forte, Instantâneo ou temporizado (à escolha, p/chavea- 
mento) cicontrole de sensibilidade, Reage ao toque de um Intru- 
so sobre a maçaneta, mesmo que a pessoa esteja usando lu- 
VEL SAO PER acao era eo oro é a are e POOR) 

e MÓDULO DE MEMÓRIA PAINK TEMPORIZADO DA “MACARE” 
(148/27-APE) « Complemento final para a MAXE-CENTRAL DE 
ALARME RESIDENCIAL (APE nº 12). Permite a memorização da 
violação da entrada controlada pelo link temporizado, Incremen- 
tando muito a já alta segurança do sistema original, Fácil de 
acoplar à “MACARE" e de Instalar (Callimenta-se" da própria 
CENTR RED NM oo aa sdçã as aceno 12650 000,000,00 

PERSONALIZADA (150/27-APE) - Módulo de se- 
gurança com “chave” e “fechadura” funcionando por sinal ótico 
codificado em luz visível. Ideal p/abertura de portas, ligação de 
alarmes ou dispositivos, acessos a maquinários ou dispositivos 
apenas a pessoa autorizada! “Chave” portátil e “fechadura” all 
mentada por pilha ou fonte, capaz de acionar cargas de CC ou 
CA de até 1200W qu 10A ...curcneres 890.000,00 

e SUPER-BARREIRA DE SEGURANÇA INFRA-VERMELHO 
(154/28-APE) - Completo sistema com “central” e módulos opto- 
eletrônicos específicos de longo alcance (barreiras de até deze- 
nas de metros, em condições Ideals). Admite ampliação no nú- 
mero de barreiras e trabalha com bateria acessória de no break 
(inclui carreg. automático p/bateria). Saída temporizada (4 min.) 
e potente sirene intermitente Incorporada, Fácil Instalação, 
adaptação e modificação! +... cure ce. 3.660.000,00 

e SIRENE DE 3 TONS - Módulo eletrônico (sem transdutor) su- 

- per-potente cichaveamento p/3 sirenes diferentes 300.000,00 

e RELÉ ELETRÔNICO PIGRAVAÇÃO A (17U32-APE) - 
Não usa relê, não precisa de alimentação “própria”, pode set 
embutida dentro da calxa do mini-gravador ... 160.000,00 

e ALARME INDUSTRIAL DE NÃO ROTAÇÃO (176/34-APE) - Emite 
um aviso sonoro quando sente a queda na rotação de motores, 
volantes, poliel ou engranagens. ideal p/'quem opera cima- 
quinário do tipo “Non Stop” . . .... «+ « 1.040.000,00 


e PORTEIRO AUTOMÁTICO (183/37-APE) - Um verdadelro mor- 


domo-robô, vigia, cortêz. Quando algum visitante noturno tocar . 


a campainha, liga automático e temporizado a luz de entrada da 
residência. Não há alteração na instalação elétrica. 110 ou 220 











e MASSAGEADOR ELETRÔNICO - ELETRO-ESTIMULADOR MUS- 


| e IONIZADOR AMBIENTAL (078/16-APE) - Gerador de fons negati- 


o EIMENÁRIA ACIONADA POR TOQUE (132/24-APE) - Liga/desil- 


E07/05/93 - PREÇOS VÁLIDOS ATÉ 07/06/93 (SEM DESCONTO) 


MR rss ads E arsto 0, é ncaiero aca 0/0 NBDO MONIOO 
o ALARME LOCALIZADO MA) 
(105/38-APE) - Ideal picontroleivigilância de Postal, etc, Uma 
vez disparado, permansce nesse estado, Com reseL. sireno, 
corporada - 6 Volts ER RED Fc 
e PODEROSA SIRENE “DI-DÁ” (200M2-APE) - Trabalhando sob 
12 VCC (44). Ideal para alarmes, buzinas, avisos, sirenes de 
viaturas, etc, Libera cerca de 20W de imensa e diferente sono- 
ridado modulada em dois tons periódicos (como sirenes de bom- 
belros, tipo “dik-dáá”). Tamanho pequeno, podendo ser acopia- 
da nas “costas” do próprio projetor de som (corneta eletro- 
magnética de 2 a 4 ohms, NÃO Incluída no KM) . 410.000,00 
e BARREIRA INFRA-VERMELHO PROFISSIONAL Q1IM3-APE) - 
Módulo duplo, formado pelo emissor (BIVEP-E) e pelo receptor 
(BIVEP-R), estabelecendo uma “barreira Invisívo” de proteção 
em passagens, portas, locais cujo acesso ou “penetração” de- 
vam ser controlados, monitorados ou fiscalizados! Excelente al- 
cance (dependendo da parte ótica, não fornecida com o KM), 
salda com relê (capacidade dos contatos = 2A) cicontatos re- 
versívels, o “pilotagem” por LED (facilitando o ajuste e alinha- 
mento). Clrculto ultra-compacio, dimenslonado para acomoda- 
mento em caixas padronizadas tipo 4 x 2º (standard - em insta- 
lações elétricas residenciais e comerciais). Aliment, 12 VCC 
(fonte ou bateria, baixo consumo). Ideal para profissionais insta- 
ladores de alarmes, etc. Módulos eletrônicos completos (sem 
partes óticas, lentes, caixas, 61.) « «cc vv. + 610.000,00 





UTILIDADES PARA 
A CASA 





o CAMPAINHA RESIDENCIAL PASSARINHO (00502-APE) - “Dife- 
rente”, temporizada, reproduz o canto de um pássarol Fácil de 
instalar, não usa pilhas! . «e cecssse. 1.030.000,00 

e LUZ DE SEGURANÇA AUTOMÁTICA (006/02-APE) - interruptor 
crespuscular p/400W em 110 ou 800W em 220, Sensível, fácil 
de montar e instalar +... cc voou «+ + 400.000,00 

e INTERCOMUNICADOR (009803-APE) - Com flo p/residôncia ou 
local de trabalho, adaptável! como “porteiro eletrônico”, Sensk 
val a claro NO SOM «e cce comi ds. 0,66 ÃO DONOS 

e LUZ TEMPORIZADA AUTOMÁTICA (MINUTERIA DE TOQUE) 
(01103-APE) - P/residências, prédios (escadas, corredores, pá- 
tios, etc.) 300W em 110 ou 600W para 220. Fácil instalação ou 
ampliação. «cc coco oro» 0 + + « « 760.000,00 


CULAR (023/06-APE) - Totalmente ajustável, especial p/fislote- 
rapla, dores, cansaço, etc, Uso seguro e fácil (recomenda-se a 
assistência de um profissional) . «. «o «o + 1.140.000,00 - 
e SUPER-TIMER REGULÁVEL (02506-APE) - Piresidência, 
comércio ou indústria. precisão e potência (400W em 110 ou 
800W em 220). Temporização facilmente ajustável ou ampliá- 
vel RE SEDA ER tt 
o SUPER- ATO DE (030/07-APE) - Módulo 
controlador de temperatura p/aplicações domésticas. profissio- 
nais ou Industriais. Preciso, confiável e potente . 530.000,00 
e RELÓGIO DIGITAL INTEGRADO (048M1-APE) - Modo 24 
Hs. display a LEDs de alta luminosidade. Ajustes Individuais 
plhoras e minutos. Super-precisão, totalmente com C.i.s C.MOS 
convencionais (9) 2. ..ccccrcro cu os 2.830.000,00 
e CAMPAINHA RESIDENCIAL “DIM-DOM” (062/13-APE) - Gera 2 
notas harmônicas e sequentes, a partir deum só toque no 
“botão” da campainha. Interessante também p/sistemas de aviso 
cu chamada em P.A, Fácil instalação ...... 610.000,00 
e MICRO-TEMPORIZADOR PORTÁTE (D69N4-APE) - Preciso, 
confiável, "de bolso”, Ajust. desde 1 minuto até mais de 2 horas 
(faixa modificável. Indicação do fim da temporização por “bip”. - 
Inúmeras aplicações práticas! , .. ccvcass 560.000,00 


vos alimentado p/C.A. Comprovadas ações benéficas no relaxa- 
mento ffsico/emocional das pessoas, Montagem super-simples 
(sem transformador) E a so Ra ease o, OMUEDUULUM 
e RELÓGIO ANALÓGICO-DETAL (090/18-APE) - “ImperdiveF fusão 
entre o tradicional e o modernfssimo! Mostrador análogo/digital 
circular (12 Hs) cidisplay numérico central p/os minutos, (8) 
LEDFhora” pisca, dinamizando o funcionamento e a visuall 
zação, Incluindo um fantástico “tique-taque”, absolutamente 
surpreendente num relógio digital! Incrível presente p/Você 
mesmo ou pafa alguém de quem gosta . . . « « 2.500.000,00 
e CAMPAINHA RESIDENCIAL CARRLHÃO - Novíssi- 
ma é exclusiva, simulando c/perieição um carrilhão de 3 sinos 
(dim, dém, dom...) Facflima montagem e instalação. Ideal 
plhobbystas avançados! . «carece. SOB CONSULTA 
e TEMPORIZADOR LONGO (102/20-APE) - Duplo 
temporizador p/aplicação de longo período (até 24 Hs) progra-, 
mação Independente p/momento de “ligar” e “desligar”. Salda de 
potência (até 1200W em C.A. ou até 10A) citomada de “re- 
versão” (ligada ou desligada durante o período) 1.480.000,00 
e CAMPAINHA DIGITAL PITELEFONE (120/23-APE) - Aliment. pota 
própria linha telef. Sinal forte diferenciado, economiza ex- 
tensões e Incluí "piloto luminoso” da chamda p/'identificação de 
linha AR O EA NPR Sri E 
a MONITOR DE LINHA q - Utiifssimo In- 
dicador de “linha sendo utilizada” cLED plloto! Facilima monta- 
gem e Instalação. Proporciona comodidade e proteção contra 
“esplonagens” e constragimentos! . ...«v.. 220.000,00 


ga lâmpadas comuns (até 200W em 110 e até 400W em 220) a 
partir do toque de um dedo sobre pequeno sensor metálico! Po- 
de ser usado como “Interruptor de parede” ou como comando 
“melo de flo” em abajures! “MI” outras aplicações, compacto, 
fácil de montar e Instalar! +... 0000 + «+» 300.000,00 
e REATIVADOR DE PEHAS E BATERIAS (135/25-APE) - Prolonga 
a vida de pilhas comunsl “Paga-se" a sf próprio em pouquíssimo 
tempol RO RR RE VER RE DU Dio o Mt 


APE) Uma alternativa mais simples ao DIMMER DE TOQUE COM 
MEMÓRIA (APE nº 21), Ideal p/controle de abajur ou luminária 
(também pode ser adaptado para luzes amblentais). Funciona 
por toque, em “degraus” escalonados de luminosidadel Diferen- 
te e avançado (porém de fácil montagem, ajuste e instalação) - 
110 ou 220 VCA = piaté 400W ou 800W de iâmpadas, respecti- 
VERONÕESs soo e ra gd Ria SS Ripa a 7O O O 
e RELÓGIO DIGITAL-ANALÓGICO DE BAIXO CUSTO (161/29-APE) 
- Mostrador cídols círculos (112 pontos) de LEDs discretos, em 
cores diferentes para Horas e Minutos (resolução: 5 minutos). 
Indicação de Hora e Minutos (a Intervalos de 5) por “Discagem” 
do(s) LED(s) correspondente(s). Dotado de botão de “acerto rá 
pido” e trim-pot de ajuste de clock intemo, Funciona indeper- 
dente da rede C.A. (pode ser alimentado p/pllhas ou baterias). 
Inédito, o menor custo em um circulto de relógio digital baseado 











DESCONTO DE 20% ATÉ 07/05/93 - PREÇOS VÁLIDOS ATÉ 07/06/93 (SEM DESCONTO) 


em integrados comunst , ...,......« 1.280.000,00 
e CAMPAINHA RESIDENCIAL MUSICAL (169531-APE) - Totalmente 
inôvita, charmoniwsa melodia já programada em C,!, especial! 
sa Ne Com um breve toque no “bolão” campainha! 110 ou 


DANEVANÇA Cave es Cas « SOB CONSULTA 
e ROBÔ JARDINEIRO (191/39-APE) - Detetor de grau de umidade 
presente na terra, Um LED acusa quando a planta reclama da 
ausência de água, Funciona com pilhas ou balerlas (6 a 
TA PETS A E Di CE pp a lo 
o TESTA-DOLAR (199/41-APE) - Simples e sensivel, portátil, veri- 
fica cigrande facilidade a autenticidade das notas “verdinhas”. 
Basta apertar um botão e “passar” o sensor sobre a nota, c/ um 
LED indicando a presença do “flo magnético” autenticador da dt 
ta nota! Aliment. pípilhas (3V) - Completo .... 708.000,00 
o SINETA ELETRÔNICA - PACAMPAINHA RESIDENCIAL OU TELE- 
FONE (202M2-APE) - Sofisticado e moderno substituto para as 
velhas e chatas campalinhas residenciais (também pode funcio- 
nar como “sinal de extensão” para chamadas telefônicas), Ener- 
giza diretamente pela C.A, (ou pola linha telefônica), não usa 
pilhas ou baterias! Completa , +... .. +. « 803.000,00 
MUSCULAR GEADOR 


e EXCITADOR (MASSA BD 
(COAMI-APE) - Versão atualizada de um best-seller (Massagea- 
dor Eletrônico), valioso auxiliar em sessões de fisioterapia, tra- 
tamento de dores musculares por contusão ou cansaço (A- 
TENÇÃO: apenas deve ser usado sob supervisão profissional de 
um fislo-terapeuta ou pessoa quallficadal). Pulsos totalmente 
controláveis, para adequar a qualquer necessidade particular 
de tratamento ou usol Super-seguro (se usado de acordo com as 
normas, recomendações e culdaros), super-portátil, aliment 
píbateria pequena de 9VI NÃO Inclul os eletrodos de aplicação, 
correias de fixação, etc, (Itens facilmente realizávels pelo pró- 
prio montador), Parte eletrônico completa . ... 890.000,09 








MEDIÇÃO & TESTES 
(INSTRUMENTOS DE BANCADA) 


º MINI-QERADOR DE BARRAS PITV (003/01-APE) - Pitécnicos, 
amadores e estudantes (barras horizontais preto & branco). 
Simplíssímo de montar e operar . . «.««« «« 191.000,00 

e MICRO TESTE UNIVERSAL PITRANSÍSTORES - 
P/hobbysta avançado e estudante. Montagem e utilização sim- 
pPles e segural . .crecass ces. 0. «o 410.000,00 

e MICRO-PROVADOR DE CONTINUIDADE G-APE) - Instru- 
mento obrigatório na bancada do hobbysta, “Testa tudo”, sim- 
ples, eficiente, fácil de montar e usar! . ... . 300.000,00 

e DISPLAY NUMÉRICO DIGITAL - 7 SEGMENTOS (050/11-APE) - 
Minkmontagem. Display funcional e completo, feito a partir de 
LEDs comuns. PARA PRINCIPIANTES . . . ... . 140.000,00 

o MINH-ELBANADOR DE PLHAS (084/17-APE) - Mink-fonte p/ban- 
cada ou aplicações gerals (sem trafo) na alimentação, pequenos 
circultos, projetos, dispositivos ou aparelhos sob corrente mo- 
derada (até 50 mA), Saída em 3, 6, 9 ou 12V opclonals, 'Paga- 
se” cleconomia de pllhast . .... «2 «+ « «+ 240.000,00 

e TESTA TRANS NO CIRCUITO (092/18-APE) - Valloso Ins- 
trumento de bancada, verifica o estado do componente sem pre- 
cisar desligá-lo do circuito! Ideal piestudantes e técni- 
cos: .“ . Ro ças “ +. e *. “ “ “. “ Ed “ e . . . . Ra . e . 430.000,00 

e SEGUIDORANJETOR DE SINAIS C/AMPLIFICADOR DE BANCA- 
DA (095/18-APE) - Versáti/completo Instrumento p/tstes e acom- 
panhamento dinâmico de qualquer circuito de áudio (ou mesmo 
RF, modulada), imprescindível na bancada do estudante, técnk 
co ou amudor avançado! ..... «c++ « 760.000,00 

e FONTE REGULÁVEL ESTABLIZADA (0-12V x 1-2A) (100/19- 
APE) - P/bancada do estudante ou técnico, Confiável, simples, 
precisa, excelente regulação e estabilidade. Safda continua- 
mente ajustavel entre “0” e “t2V*, Fomecida citrato de 
PAC soam ini po Mina sá dis é aee é 15400.000,00 

e PROVADOR AUTOMÁTICO DE TRANSISTORES E DIODOS 
(D24-ANT) - Testa cirapidez e segurança, indicando o estado 
pAEDs. ideal píhobbysta avançado +... ... 340.000,00 

e WATTIMETRO PROFISSIONAL (1 14/22-APE) - Teste dinâmico do 
potência ciampiificadores, Gera um sinal “silencioso” e mede a 
wattagem (indicada em barra de LEDs "bargraph”) RMS, Ideal 
PARA PROFISSIONAIS e Instaladores, 2.000,000,00 

e MÓDULO CAPACÍMETRO PIMULTITESTE (119-APE) - Transtor- 
ma seu multiteste num eficiente e confiável CAPACÍMETRO 
(também pode ser montado como unidade Independente, c/ane- 
xação de um gaivanômetro). Multifaixa, boa precisão e fáci! “let 
tura”, Não pode faltar na bancada do estudante ou amador 
avançado! . acc acaco cao e. «e é + « « 480.000,00 

e MICRO-TESTE C.C. (122-APE) - Utilíssimo pieletricistas, Insta- 
ladores e p/uso doméstico, Ferramenta p/Hobbysta que gosta de 
fazer manutenções no Lar. Simples, barato, portá!ll e confiável 
(MinkMontagem p/lniclantes). +. . +. . . «+ «« 140.000,00 

e MÓDULO FREQUENCÍMETRO P/MULTITESTE (I4TIZT-APE) - 
Permite utilizar o seu multímetro analógico como prático fre- 
quencimetro de áudio (4 falxas, até 100KHz). Boa precisão e 
confiabilidade, Entrada de alta sensibilidade e protegida até 
100W, Também pode ser usado como unidade Independente 
(com um opcional millamperímetro de 0-1mA incorporado). All- 
ment, p/bat, 9V, Ideal piestudante ou técnico Iniclan- 
Msn ajsia pn Cass una a savda dig da ova rio io. é DLOCODNIDO 

o MÓDULO DE MEDIÇÃO DIGITAL (158/29-APE) - 


UNIVERSAL 
Versátil e multtaplicável módulo DPM c!3 dígitos (display de 


LEDs, 7 segmentos), alcance básico de 1V, indicação automáti-' 


ca de sobrecarga e de polaridade invertida, entrada de medição 
super-protegida, alimentação 9VCC (6 a 12). Facilmente 
adaptável p/funcionar na leitura de tensões, correntes, resistân-. 
cla, potência, frequência, temperatura, etc, Inclul acesso p/cha- 
veamento de ponto decimal, Montagem e ajustes (callbração) 
MCONTONA cmo 0 à acess scorét a acoes so 2.150.000,00 
o TESTADOR PICRISTAIS OSCLADORES (162/29-APE) - Verifica 
e Indica seguramente o “estado” de cristals osclladores de fre- 
quência (fundamenta! até 30 MHz) c/indicação por LED. Ideal pa- 
ra montadores de aparelhagem pºPX* e “PY”. Portátil, permite 
o testo do cristal no próprio local da compra . . , 350.000,00 
o SUPER-FONTE REGULADA (12V - SA (168/30-APE) - Fonte “po- 
sada”, regulada, estabilizada, balxíssimo rípia, Ideal p'bancada 
ou pialimentação de loca-fiias, PX, monitores de TV. Excelente 
desempenho e alta potência ..... . 2940006,00 











o MINS-INJETOR DE SINAIS (181/96-APE) - Pequeno, mas eficion- 
te, alimentado por 2 pilhinhas, gera sinals desde a faixa de Áu- 
dio, até a casa dos megahermmr ,.....«««« 430.000,00 

e MICRO-PROVADOR DINÂMICO PITRANSÉSTORES QITMA-APE) 
- Simples e efetivo, Indica “num piscar de olhos”, estado, pola- 
ridade e terminais do transístor sob teste! Válido pitransístores 
bipolares, e com indicação sonora, chaveamento e utilização 
super-fáceis, Imprescindível na bancada do iniciante ou estu- 

“dante. Aliment. pilhas (3V). Módulo eletrônico completo . . .. 
550.000,00 









CARRO E MOTO 





e ALARME DE PICARRO OU MOTO (021/08-APE) - 
Sensível, cídisparo temporizado/intermitente da buzina (68 ou 
12VI, GEORG COPO bes a» 5 mes 770.000,00 

e CARREGADOR PROFISSIONAL DE BATERIA (041/09-APE) - Es- 
peclal p/baterla e acumuladores automotivos (chumbo/ácido) 
12V, Automático, c/proteção a bateria, monitorado p/LEDs. 
PROFISSIONAL (não acompanha o trafo) . ... . 750.000,00 

e CONVERSOR 12V PARA 6-9V (056/12-APE) - Pequeno e fácil 
de instalar, Fornece 6 ou 9V regulados e estabilizados, alimen- 
taação p/12V normais do carro, Corrente 1A . .. 170.000,00 

e AMPLIFICADOR ESTÉREO (100W) PIAUTI E TOCA-F- 
TAS - “AMPLICAR BEK” (063/13-APE) - Booster de áudio, alta 
potência, alta fidelidade, balxa distorção, Especlal p/uso auto- 
motivo. MontagemInstalação facflimas ...... 790.000,00 

e COMANDO SECRETO MA PIALARME DE VEÍCULOS 
(084/13-APE) - Sistema automático seguro p/aclonamento extas- 
no de alarmes já Instalados (ligar/delsigar alarme picomando 
especial, s/flos, s/Interruptores mecânicos, Complemento Im- 
prescindível p/quem já tem uma alarme! , . .. . 480.000,00 

e VOLTÍMETRO BARGRAPH PICARRO (07515-APE) - UtlVelegan- 

te medidor p/painel. Indicação da tensão p/barra de LEDs em 


4 arco, Util também como unidade autonôma em oficinas auto-alé- 


tricas, Montagem/instaiação utilização facílimas . 220.000,00 
e ALERTA DE RÊ PIVEÍCULOS - Eficiente, moderno, 
segurol Evita e previne acidentes e prejuízos, Montagem/insta- 
lação facílimas S 0:06 0 a cova... UC “e 300.000,06 
e CONVERSOR 12 VCC/10-220 VCA (105/20-APE) - Transforma 
12 VCC (bat ela carro) em 110-220 VCA (20 a 40W). Excelente 
módulo de apolo p/sistemas de emergência ou utilização “na es- 
trada”, campings, etc o “Io sn A, D 9 CG GID O 1.430.000,00 
e LUZ DE FREIO (BRAKE LIGHT) SUPERMÁQUINA - Inédito, barra 
de 5 lâmpadas, em deito sequencial convergente. Instalação 
facflima no carro (só 2 flos). Super segurança p/Você e seu vel- 
culol MONTADO set Sm asso os More ieta 1.110.000,00 
e BUZINA SUPER-PÁSSARO PICARRO (115/22-APE) - Diferente! 
Potentel Um “super-plado” que ninguém tem! (não Inclui o trans- 
dutor). Apenas o módulo eletrônico . ....«.. 590.000,00 


e LUZ FÉTMICA 10 LEDS - 12 VOLTS (118/22-APE) - Alto rendk 


mento/sensibilidade, Idea! pfacoplamento à safda de som e au- 
to-rádio e  toca-fitas, Montagem/instalação super-fá- 
00 à exis um assa vis Euré 5 io a sido é é 410/00000 
e CHAVE DE IGNIÇÃO SECRETA PIVEÍCULOS (1386/25-APE) - Im- 
pede que ladrões liguem o carro, mesmo c/ilgação direta” 
Acionada magneticamente e secretamente, com monitoração por 
LEDO asseio ra ela gran o mia a toma ras o SUA OND 
e CONTA GIROS BARGRAPH PICARRO (144/26-APE) - Medidor 
análogo/digital de RPMs do motor p/veículo, cidisplay em barra 
de 12 LEDs coloridos! Mostrador elegante, em “arco” (modificá- 
vel). Montagem, Instalação e alibração fáceis, Informação e be- 
leza p/o painel do carrol , +. «cc. «++.» 700.000,00 
e MULTETESTADOR DIGITAL PY (148/27-APE) - 
Prático, simples e efetivo testador de circuitos e componentes 
no sistema elétrico de veículos 12V), com Indicação digital por 3 
“LEDs, Útil p/profissionals do ramo (aliment, p/o próprio sistema 
de 12V do veículo) Cos. o o. eos as é 400.000,00 
e DETETOR DE MASSA PLÁSTICA EM VEÍCULOS (16780-APE) - 
Utflissimo detetor de metais “ao contrário”, que Indica, via sinal 
sonoro (modificação do timbre) e presença de massa plástica ou 
“falhas na lataria de veículos, mesmo que bem “disfarçadas” 
por uma boa pintura, Ideal p/quem negocia (ou pretende adqui- 
rir) carros usados, Inédito! . ..... 0... «« 550.000,00 
e BUZINA MUSICAL (154/30-APE) - Potente buzina musical p/vek- 
culos (12V) c/50W de pico (35W RMS), contendo melodia harmo- 
nlosa e completa, Já programada em Integrado específico. Pode 
ser usada como buzina simples ou como “sinal de chamada” em 
caminhões de entrega (de gás Ilquefeito, por exemplo), contor- 
me já exigem algumas das legislações municipais. O KIT não ln- 
chsi o transdutor (projetor de som) ....... 1.070.000,00 
e BUZINA “FRLFRP (175/34-APE) - Imita o tradicional assobio que 
os rapazes usam p/chamar uma “tremenda gata” . 300.000,00 
e ANTÉROUBO RESGATE PIARRO E (192/39-APE) - mobiliza o 
carro, possibilitando o resgate, após ter sido levado pelo gatu- 













no. Funcionamento autómático ,....... 1.060.000,00 
o PROTEÇÃO PITARRO CISEGREDO DIGITAL (19644 1-APE) - 
Fantástico, simples, seguro e oficiemel Mostra apenas 4 tectas, 
onde o usuário tem um “prazo” de 5 segundos (a partir do acio- 
namento da ignição) p/'digitar um código secreto ( que pods ser 
amplamente modificado, a critário do montador) admitindo ele- 
vado número de combinações e sequências, Se o código não for 
Inserido corretamente, e/ou se o temps de prazo “estourar”, o 
circulo “trava” imediatamente o sistema de tgnitãr so carro! 
Montagem, instalação e adaptações facílimas (anmitindo aplk 
cações “não automotivas”. Salda de Potência por relé (Incluso), 
Aliment 12VCC sob baixo consumo intrínseco - Comple- 
Deccocserccorsecs o os 0 0 e 0» 1.150,000,00 
o ALARME UNIVERSAL MINI-MAX” (1 98/41-APE) - Aplicável a car- 
ros ou motos, sob 6 ou 12V (também pode ser adaptado p/apit- 
cações não automotivas), c/ídisparo temporizado (15 segundos) e 
Intormitente (2 Hz), Módulo eletrônico básico, sem reiê e sem 
sensor (que dependerão da aplicação desejada Tensão de tra- 
balho, OM), e o ds cs apio no o 000.0 a 147.000,00 
e ALARME AUTOMOTIVO SEM SENSOR - Poderoso, 


sensível e sofisticado, c/delay ajustável para entrada e saída do 
vefculo! Saída por relê de Potência, intermitente e temporizada 
(podendo controlar a buzina, o sistema de Ignição, etc). O pon- 
to forte é a Instalação SUPER-FÁCI, uma vez que HÁ 
SENSORES a serem colocados ou ligados especialmento...! 
Parte eletrônica completa , .. cc cc 0 oo» 910.000,00' 










AMPLIFICADORES & 
EQUIPAMENTOS DE ÁUDIO 





& AMPLIFICADOR ESTÉREO PAWALKMAN (014M4-APE) - Conte, 
transforma s/walkmas num “sistema de som” de baixo custo, boa 
potência e fidelidadel . . . “ + o Ed . . . . Ex 1.150.000,00 

o MÓDULO AMPLIFICADOR LOCALIZADO PISONORIZAÇÃO AM- 
BIENTE (068/14-APE) - Especial p/Instalações de sonorização 
amblente, Permite até 100 pontos de sonorização, excitados 
p/pequeno receiver. ideal p/Hotóis, Motáis, Chalés, Inst, Co- 
merciais, etc, Baixo custo, alta fidelidade, excelente potência. 

+» 960.000,00 

S-APE) - Simu- 
lador eletrônico de efeito estéreo “espaclaf”, Transforma qual 
quer fonte de sinal mono (rádio, gravador, TV, vídeo, etc.) em 
convincente “estéreo”, ciexcepcionals resultados sono- 
TONS eps nara ques ma e doa doca FEDDO ONO 

e MÓDULO AMPLIFICADOR PISINTONIZADO FM (KV=11) - Espect 
fico p/acoplamento ao KV-10 (SINT. FM), cidupla fonte (Inclusive 
pio KV-10), 10W, controla volume e tonalidade. Alta fidelidade 
(semo transformador) .....ccv ec vo « 1.530.000,00 

e AMPLIFICADOR MÉDIA POTENCIA 


(106/20-APE) - Super compacto, totalmente transistorizado, 7 a 
10W, Alta-fidelidade, balxa distorção, boa sensibilidade e exce- 
lento resposta, Sem ajustesi Requer fonte. Módulo para fácil 
realização de sistemas domésticos de som! . . . 310.000,00 
e SUPER V.U, SEM HO (111/21-APE) - “Diferente”, não precisa 
ser eletricamente ligado ao sistema de som (funciona sem fio). 
Indicação em bargraph (barra de LEDs c40 pontos). Monitora 
desde um “radinho” até ampliicadores de centenas de watts. 
Pode ser transformado opcionalmente, em decibelimetro p/apik 
cações profissionais. Alimentação 12V (podes ser usado em car- 
- TO) bo ndo os c 00 solo 0 é o à aa 004 940,000,00 
e V.l, DE LEDS - Bargraph 0/10 LEDs, podendo sãr 
usado como “medidor” ou “ritmica”. Super compacto! Alimen- 
tacão 9-12V ” o LR) s . ” - .. . 4 . ” a 856.000,00 
s SIMULADOR DE ESTÉREO-- BAIXO CUSTO (121/23-APE) - “DI 
visão Elstrônica” de um sinal mono pfaiso estéreo”! Simples 
adaptação e equipamentos de áudio já existentes! Balxo custo, 
alto desempenho, montagem facílima . ..«. + 360.000,00 
a DE ECO E ELETRÔNICA (124/23- 
APE) - Supar-Especlal, com Integrados específicos BBD, dotada 
de controles de DELAY, FEED BACK, MIXER, etc.) admitindo vá- 
rias adaptações em sistemas de áudio domésticos, musicais ou 
profisslonaís! Fantásticos efeitos em módulo versátil, de fácil 
instalação (p/Hobbystas avançados) . ..,. . SOB CONSULTA 
o PRÊ-MIXER UNIVERSAL (PROFISSIONAL) (128/24-APE) - Mistu- 
rador/pré-amplificador de áudio “universa” de aito desempe- 
nhol Controles Individuais de nível (4 entradas), mais controle, 











KITS DO MÊS 


e MÓDULO RÍTMICOLUMINOSO PICARRO (22445-APE) - Sim 
ples, sensível e eficiente módulo de “luz rítmica” p/uso automoti- 
* vo (sob 12 VCC), Dotado de ajuste de sensib, p/ampia gama de 
volumes de audição... Boa Potência de safda, permitindo o com- 
nado de até 25 lâmpadas de 12V x 40mA ou de até 240 LEDs! 
Módulo eletrônico, completo (NÃO Inclui as lâmpadas ou LEDs, 
em virtude das Inúmeras configurações possíveis, conforme ins- 
truções anexas ao KlT..). «cv. o ++ « 540.000,00 
DIMMER PROFISSIONAL (PANSTALADORES) (225/45-APE) - 
Atenuador progressivo p/lluminação amblente (lâmpadas Incan- 
descentss), bi-tensão (110-220V) Potência de até 300W/600W, 
instalação facilima (2 flos), ajuste de luminosidade “zero” 
portrim-pol, desligamento completo no próprio controle de ate- 
nuação! Compacto (lay out especial para caixa/padrão 4º x 29, 
eficlente e durável, Item profissional. Completo . . 600.000,00 
o LUZ DE FREIO (E26/45-APE) - Um KITexchsst- 
vo de APE, agora disponível aos Leitores/HobbystasiBrake-Light 
sequencial e dinâmica c/5 pontos de luz em efeito convergente, 
comandado pelo pedal de frelo de qualquer veículo (12 VCC)]! 


instalação super-fáci! (apenas 2 flosl Um item de segurança para 
Você e de beleza p/o seu carrol Módulo eletrônico completo (In= 
clusive lâmpadas/soquetes), NÃO Incluindo caixa, refletores, 
máscara de acrílico, etc, (Itens de fácil confecção ciinstruções 
detalhadas) » » cc c rc casaco o 0 0 + o o 1.150.000,00 
“ON-OFF” TOQUE, DE POTÊNCIA (5-15V x 14) Q27M5- 
APE) - Módulo que permite acionamento por toque de um dedo 
(Illga/desliga) de qualquer aparelho/dispositivo/circulto que ort 
glinalmente trabalhe sob 5 a 15 VCC x até 1A... Instalação e 
acoplamento facflimos, Tamanho facilmente “embutfver” na caixa 
do próprio aparelho controlado! Sensível e versátil. Modulo ele- 
trônico completo. « cc ccrc cc... ++ + 260.000,00 
PIVICLÃO 


e CAPTADOR AMPLIFICADO ESPECIAL (C28MS-APE) - 


“Eletrifica” violões cícordas de aço ou denyioni Alto ganho e ex- 
celente fidelidade! Montagem super-compacta, especial p/embu- 
tir no próprio Instrumento! Aliment. bat. 9V, Dotado de controle 
de volume... Permite acoplamento a praticamente qualquer bom 
amplificador/gravador! Completo. . . ..... . 580.000,00 











$ 


DESCONTO DE 20% ATÉ 07/05/93 - PREÇOS V 


“maste” e “tonalidade”! Alta fidelidade, alta sensibilidade o 
compatibilidade c/quaisquer equipamentos já utilizados pelo 
hobbysta! Ideal p/aplicações profissionais e amadoras em áudio, 
P.A., gravaçoss, edições, etc, . . . «+. « « 1.540.000,00 


e CONTROLE DE VOLUME DIGITAL (138/25-APE) - *Potenciômetro 


eletrônico” totalmente digital, oB “degraus” de ajuste, mais “ze- 
ramento”, tudo por toque digital! Substitul facilmente qualquer 
potenciômetro comuml Permite multas outras aplicações e adap- 
oo +06 + 940.000,00 


Ed d. -CDAO. -D -0L0...0. 0a D7 O 


tações! . 
e MÓDULO DE DELAY PIÁUDIO (CAMARA DE REVERBERAÇÃO E 


ECO) (188/38-APE) - C/fonte de alimentação Interna - Filtros, 
eletrônicos de entrada p/atenuar ao máximo a superposição do 
sinal do ClOCk. «cc cv cc. - SOB CONSULTA 


e SPEED LIGHT CIRCULAR (194M1-APE) - Efeito totalmente Inédi- 


to, c/dimpiay circular de 10 LEDs, cujo acendimento sequencial 
se dá em velocidade proporcional à Intensidade do sinal de ãu- 
dio, acoplado, dotado de controle de sensibilidade, Diferente o 
super-bonito. completo .... 2... 0. + « « 690.000,00 


e MÓDULO AMPLIFICADOR EM PONTE - 35W (20842-APE) - 


Compacto, potente, boa fidelidade, baixa distorção! Allment. 
nominal de 12VCC (limites de 6 a 20 VCC) podendo atingir 35W 
RMS (dependendo da Tensão de alimentação e Impedância da 
carga) acionando falantes ou conjuntos de falantes entre 2 e 8 
ohwnst Excelente módulo p/bancada, aplicações gerals e profls- 
sionals! Apenas o módulo (NÃO Inclui fatantes, dissipadores, 
tonto, efe) cc... aid sda é jeto 400 AMO 


TRANSMISSORES & RECEPTORES 
(R.F.) 





e RECEPTOR EXPERIMENTAL VHF (00201-APE) - Pega FM, som 
da TV, polícia, aviões, comunicações, etc. Escuta em falante (ou 
em fonte, opcional. Sintonia p'trimmer . .... 810.000,00 

e BOOSTER PM-TV (020/05-APE) - Amplificador de antena sincro- 
nizado) de alto ganho para sinais fracos e difícels 660.000,00 

e RÁDIO PORTÁTL AM-4 (027/07-APE) - Ideal p/hobbystas e INI- 
CIANTES. Escuta em falante. Sensibilidade plestações locais 
(pode ser acoplada antena extema, para maximização da sensh 
bilidade). Não requer ajustes! +... «cce va 850.000,00 

e RECEPTOR PORTÁTE FM (034/08-APE) - Completo, c/audição 
em falante (ou fone, opcional. Sensível, alto ganho, nenhum 
ajuste complicado! . ...cccsurcesa 1.110.000,00 

o MINI-ESTAÇÃO DE AM (039/08-APE) - Transmissor expe- 
rimental de AM (O.M.) baixa potência. Permite até mixagem ce 


voz e música. Alcance domiciliar, fácil montagem e ajuste, Ideal 
CU EM o is 06,4: é 840.000,00 

o MAXL-TRANSMISSOR FM (049/11-APE) - Pequeno, potente e 
sensível transmissor portátil. O melhor no mercado de KITs, 
atualmente. Em condições ótimas pode alcancar até 2 
MB SS E cão Mada o 1» feio à o ORDSQUO,00 
e SINTONIZADOR FM (KV-10 - C/C.l. TDA 7000, sensível e sem 
ajustes complicados, Só precisa de um bom amplificador p/for- 
mar um superior receiver FMI .....ccv.. 550.000,00 
e SINTONIZADOR FM E (12323-APE) - Facílimo de montar, Insta- 
lar e de EM comercial c/ excelente rendimento, sensibilidade e 
fidelidade (junto c” um bom amplificador, taz um ótimo recei- 
ver p/aplicações gerais) . . «cce rems. 690.000,00 
e RECEPTOR EXPERIMENTAL (VHF FM EB (182/37-APE) - Poga 
FM, som das emissoras de TV (VHF) e faixas de comunicação em- 
tro 50 e 150 MHz - Bobina principal Intercemblável (p/abranger 
malor número de faixas e frequencias) . .. . « 1.380.000,00 
e MICROTRANS FM (187/38-APE) - Alcance de até 500 metros. 
Ideal piprinciplante. Funciona c/baterla comum de 9 vor 
DER Ea SS A SO o o à ASA VON DO 

e SUPER- FM (207/42-APE) - Na categoria de “mk 
crotone sem flo” para a faixa de FM comercial, mostra excelente 
alcance (de 200 a 500 metros!), levando a voz do operador até 
um receptor comum de FM, a consideráveis distâncias, com toda 
clareza! Utilizável desde como simples brinquedo, até em st- 
tuações mais “sérias”. Alliment p/bal 9V +... 530.000,00 


e RECEPTOR EXPERIMENTAL MULTHFAIXAS (21 - Mô- 
dulo experimenta! super-versátil que “cobre” (dependendo de 
bobinas e capacitores de sintonia providenciados pelo Hobbys- 
ta) praticamente todas as faixas comercials e amadoras de 
transmissão! Regenerativo cicontrole, atinge desde a faixa de 
OM comercial, até dezenas de Megahertz, podendo excitar dire- 
tamente um pequeno alto-falante! Aliment. p/pilhas ou bat. (6- 
9V). Módulo básico, “em aberto”. O HObbysta deverá providen- 
clar/experimentar bobinas e cap./varlávels diversos, a seu critó- 
rio. Ideal p/os “amantes” da recepção experimental, pesquisa- 
dores e amadores de rádio, Iniciantes . . . « «1.1 90.000,00: 





VÍDEO DOMÉSTICO, 
AMADOR E PROFISSIONAL 


e MIXER DE ÁUDIO PIVÍDEO-EDIÇÃO (143/26-APE) - Específico 
p/edição de fitas de vídeo, c/'troca”, modificação ou complemen- 
tação da trilha sonora original! Entradas de Áudio p/VCR. Com- 
troles Independentes. Sensível, eficiente (Inclusive p/uso profis- 
slonal em vídeo-edição). Aliment. p/bat. 9V, Baixo ruído, alta f- 
delidade. Pode ser usado também ciCamcorder! . 730.000,00 





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Nº 59.112 - CEP 02099 -970 - SÃO PAULO - SP 


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ÁLIDOS ATÉ 07/06/93 (SEM DESCONTO) 


PARA INSTALADORES E 
APLICAÇÕES PROFISSIONAIS 


e MÓDULO CONTADOR DIGITAL PADISPLAY GIGANTE (042/10- 
APE) - Especial p/placares, painéis externos, grandes dinçteys 
numéricos pírua ou fachadas, out-doors computadorizados, etc, 
Alta potência p/segmento. Comando picirculto lógico e convem 
Mondo o so Maca co sta arco o teria Ao UD0U000,00 

e ALTERNADOR PARA FLUORESCENTE 12V O45H0-APE) - Aclo- 
na lâmpadas fluorescentes comuns sob alimentação 12 VCC. 
Idea! pívelculo, camping, emergência . .. .... 450,000,00 

e MINUTERIA PROFISSIONAL - COLETIVABITENSÃO (07315- 
APE) - Especial p/eletricistas e instaladores profissionais. Co- 
manda até 1200W de lâmpada (110 ou 220V). Admite qualquer 
quantidade de pontos de controle. Unica gelo a a 


da completal 
e CONTROLE DE 


rlos, etc. Permite Incorporação de tacômetro opcional. Ins 
truções inclusas. Mil aplicações . . .. crase. 490.000,00 
e INTERRUPTOR CREPUSCULAR PROFISSIONAL (088MT-APE) - 
Especial p/sietricistas e Instalação prediais, Comanda automátk- 
co acendimento de lâmpadas ao anoltecer, apage ao amanho- 
cer. Até 500W em 110 ou até 100W em 220. Fácil montagem e 
instalação (apenas 3 fios) «crase a.e. 580.000,00; 
e CONTADOR DIGITAL AMPLIÁVEL (096/19-APE) - Módulo (1 digl- 
to) versátil, multhaplicável e ampliáve! p/displays c/'qualquer 
quantidade de digitos! Montagem e “enfilelramento” facílimos. 
ideal p/maquinários, jogos, controles numéricos, Instrumentos é 
“milº outras funções! +... .cscrccerno 490.000, 
e MINUTERIA P “EK-1º (110V) E “EKX-2º (220V) - 
300W (110) ou 600W (220). Tempo 40 a 120 seg. Instalação su- 
per-simples, - MONTADA , .. 580.000,00 
e DIMMER “DEK? - 110/220V - Até 300W « 
ou 600W em 220. Universal, bk-tensão, ajuste de “zero” disponf- 
vel, fácil de Instalar. Ideal pfeletricistas PROFISSIONAIS - 
MONTADO O a to Cie Conan Te 470: 05 UNA 
e MÓDULO DE CONTROLE DE TEMPO 
(139/26-APE) - Aliment. C.A. (110/220) c/mini-fonte e ajuste de 
tempo Incorporados. Específico pírelês de 12VCC (bobina de 
330R ou mais). Ideal para temporização de processos e ma- 
quinários (Tempos originais aproximados: de 30 segundos a 5 
minutos, MODIFICÁVEIS, facilmente). Aclonamento reversível do 
relê controlado (auto tum off ou auto tum on) . . 450.000,00 
es DE POTÊNCIA P/AQUECEDORES - 5 
KW (151/27-APE) - Um dimmer “bravíssimo” exclusivo p/cargas 
resistivas aquecedoras (não serve p/lâmpadas ou motores...) de 
até 2500W (em 110) ou até 5000W (em 220). Controle seguro, 
“macio” e linear, por potenciômetro comum (entre 0,5% e 99,5% 
da potência nominal total). Ideal p/fornos, aquecedores, estufas 
e outras aplicações domésticas, comerciais ou Industriais! Subs- 
titul com vantagem os “velhos” reostatos ou chaves “pesa- 
Mas oro NS To o e 00 e esa ca caçado MUDA UU DO 
e STARTER PAÂMPADAS FLUORESCENTES 
(155/28-APE) - Substitul os starters convencionais, c/Inúmeras 
vantagens (durabilidade maior, não “fica” a lámpada, aumenta a 


CHEQUES ou VALES POSTAIS, SEMPRE NOMINAIS À 





ATENÇÃO: 


EMARK ELETR 





ÔNICA COMERCIAL LTDA. (CONFIRA seu VALE 


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KIT EDUCACIONAL 












vida útil desta,..). Comanda até 2 lâmpadas de 20 a 80W cada. 
Utiliza o reator convencional, Fácil instalação, Ciajuste para 
adequação a lâmpadas envelhecidas . ..... 915.000,00 
e NO BREAK PROFISSIONAL P, DE EMERGÊNCIA 
(15328-APE) - Módulo píserviço pesado em iluminação de 
Emergência, cícarreg. Interno p/bat, de 12V. Dois Ramais de 
Saída operados automatica e instantaneamente por relé (10A ou 
100W cada). Todas as funções, ramais e condições (inclusive 
fusíveis) monitorados por LEDs. Item realmente profissio- 
NA q ereta e uco caqui 0/67 aco boa vo ie (ás Ro 000,000,00 
o CAMPAINHA LUMINOSA P/TELEFONES (159/29-APE) - Ligada à 
rede C.A. (110V) aciona uma lâmpada (até 400W) ou várias de- 
las, como “aviso” da “chamada telefônica” Ideal p/amblentes 
ruídosos, oficinas, grandes galpões de trabalho, etc. Completo 
isolamento da rede cirelação à linha telefônica (também pode, 
opcionalmente, aclonar sinetas elétricas de potência, ao toque 
do telefone). Item “profisslona” .....««»- 360.000,00 
e PROTETOR ADA INCANDESCENTE (165/30-APE) - Sim- 
ples e eficiente circuito de proteção “em série”, de facflima ins- 
talação, toma quase “inqueimável” lâmpadas Incandescentes de 
até S00W (em 110V) ou até 1000W (em 220V). Aumenta muito a 
vida útil das lâmpadas e acrescenta grande segurança para lo- 
cais onde nunca deva “altar luz” .. +... «« « 450.000,00 
e MULTI RUPTOR PROFISSIONAL P/ESCADAS E CORREDORES 
(179/36-APE) - Liga ou desliga uma ou um conjunto de lâmpa- 
das, incandescente ou fluorescente em diversos pontos de con- 


trole, Potência (200W em 110V e 400W em 220V). 643.000,00 | 


e MINUTERIA PROFISSIONAL EK (189/39-APE) - 300W em 110V 
ou 600W em 220V. Tempo 40 a 120 seg. Instalação simples. 
Fomecido em KIT para montar ......... 300.000,00 

e LAMPEJADOR DE - PIVEÍCULO DE EMERGÊNCIA 
(19340-APE) - Módulo profissional (12V) para controle de lam- 
pejadores altemados de teto (veículos de emergência, polícia, 
ambulância, bombeiros, etc.). 80W por saída (160W total), sob 
Corrente de 6,6A, Frequência de 3Hz. Simples, potente, efi- 
ciente e de fácil instalação .. .....«« «1.000.000,00 

e POTENCIÔMETRO TEMPORIZADOR (201M1-APE) - Preciso 
temporizador ajustável (1 a 100 segundos) num minkcircuito que 
“cabe atrás” do próprio potenciômetro de ajuste! Dotado de au- 
to-turm-of (desligamento automático do próprio circuito, ao fim 
da temporização), alimentado p/12 VCC. Imterface de potência 
por relê (não incluído no KIT) de alta capacidedade. Ideal para 
controle de maquinários e aparelhos diversos . . 510.000,00 

o TESTA CABO/PLUGUE (DIGITAL) (212M3-APE) - Utilíssimo 
píquem lida com instalações de som, palco, estúdio, sonori- 
zação ambiente, etc, Dlagnostica de forma rápida, segura e ca- 


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ra, defeitos (“curtos”, “abertos”, inversões, . etc,) na cabagem 
coaxial de sinais de áudio de baixo ou alto nível! Indicação por 
bargraph de LEDs, allment 6V CC (pilhas). Módulo eletrônico 
completo, porém não acompanhados dosa conjuntos de jaques 
que dependerão dos modelos a serem costumeiramente testados 
pelo usuário) «. csacc tus coco vo a oo o 610.000,00 


e ANALISADOR DE CONTATOS (213/43-APE) - Um provador su-' 


per-especlalizado, ideal para eletricistas e técnicos Industriais, 
capaz de detetar balxíssimos valores de Resistência de contato 
(a serem evitados nas Instalações de alta Potência/alta Corren- 
te). Preciso, portátil, fácil de usar. Indicação por buzzer (opclo- 
nalmente por LED)  Aliment 9VCC (bat). Comple- 
Doc coc cs oncno ouso. 0 o e « 540.000,00 
.º MÓDULO INDUSTRIAL P/TEMPORIZAÇÃO SEQUENCIAL OU EM 
“ANE” - Especial p/técnicos Industriais, versátil, 
ampliável e multi-configurável p/comando de operações, even- 
tos ou processos, em sequência ou em “anel fechado”, Aliment. 

+ 12 VCC (baixa Corrente), c/safda de Potência por relê (contatos 
de 10A), Acessos totais p/controle de “encadeamento” de quan- 
tos môdulos se queira (em fila ou em elo fechado), Lay outtibo 
“Industria” p/fácil manutenção e utilização. Módulo completo, 
“instruções detalhadas de uso e adaptação. . . . 590.000,00 





“PEDAIS DE EFEITOS” & “MODIFICADORES” 
P/INSTRUMENTOS MUSICAIS 


o SUPER-FUZZ/ISUSTAINER PIGUITARRA (01705-APE) - Dis- 
torção controlável e sustentação da nota, simultâneas num su- 
pereletol. . . .... ese mo seo es oo e 540.000,00 

e ROBOVOX (VOZ DE ROBÔ 18 (018/05-APE) - Intercalado entre 
microfone e amplificador, modula e modifica a voz (Iguai robôs 
dos filmes de floção clentífica) . +... ....«« 570.000,00 

e AMPLIFICADOR P/GUITARRA - 30 WATTS (032/08-APE) - Com- 
pleto, c/fonte, pré e controles. Boa potência e sensibilidade (en- 
TANAS “MNDRAVOIS) AF od  Tn ousa caido Eta PPS - 1.950.000,00 

e BONGÔ ELETRÔNICO (060/13-APE) - Instrumento musical de 
percurssão totalmente eletrônico, acionado p'toque! Reproduz o 
som de tumbadoras ou bongô (acoplado a qualquer amplificador 
de boa potência). Fácil de montar e usar! « « 477.000,00 





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e TREMÔLO PIGUITARRA (072/15-APE) - “Pedal de efeito 
c'grande beleza na execução musical de solos ou acordes! Sim- 
ples de montar, fácil de ajustar, agradável de ouvir e utilk 
IM cave rero a po srefo cen ra ra erao to a é e DAODOO DO 

º VIBRATO PIGUITARRA (0217-ANT) - Efeito regulável e super- 
agradável p/ísolos e acompanhamentos! , .... 570.000,00 

e CAPTADOR ELETRÔNICO PARA VIOLÕES (125/23-APE) - Módu- 
lo de “eletrificação* acoplável a violões comuns, “embutivel” no 
próprio Instrumento (transforma num “Ovatlon? cicontroles de 
Volume, Graves e Agudos! Aliment, píbaterla9V , 750.000,00 

e UÁ-UÁ A TICO PIGUITARRA (131/24-APE) - Pedal de 
ofelto p/músicos, “sem pedal” (não há necessidade de se cons- 
truir a “parte mecânica”), dotado de comando automático ajustá- 
vel (velocidade do efeito). Totalmente inédito, excelente sensibi 
lidade e compatibilidade total com qualquer Instrumento, nota- 
damente guitarras , ....c cc cc... « 530.000,00 

e OVER DRIVE PIGUITARRA (134/25-APE) - “Suja” controlada- 
mente o som, imitando os “velhos amplificadores valvulados”! 
Controle de ganhc e over drive! Ideal p/metaleiros” e solis- 
tasl cce o a rua o + + «+ 490.000,00) 

e REPETIDOR PARA GUITARRA 2 (FALSO ECO) (18888-APE) - 
Simula falso eco, velocidade e profundidade do efelto ajustáveis 
por potenclômetro , ... cc rc...» 690.000,00 


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Fone (031) 201 - 7882 
Rua Bahia, 279 - Centro 
Fone (031) 212-5977 








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“B4JPÓ E CUJO) Ud ANLIUOD '0Sdedsa 12] 2) ag 
















ASQUVONEÊNICO 





Lá no início da presente “Au- 
la” do ABC, na “Lição” Teórica, 
vimos os detalhes de funcionamen- 
to e utilização prática dos Amphfi- 
cadores Operacionais, centrando as 
explicações no “famigerado” e 
onipresente 741... Os motivos des- 
sa abordagem Teórico/Prática to- 
talmente “em cima” de um único 
código do Integrado são óbvios, 


e já foram explicados: o 741 é um | 


verdadeiro “coringa”, um “burro 
de carga””, capaz de funcionar sot 
condições amplas e diversas, uma 
autêntica “ferramenta” múltipla 
nos mais diversos blocos circuitais, 
seja trabalhando em CC, seja em 
CA, sob Frequências em ampla fai-- 
xa, considerável “largura” das 
Tensões aceitas (tanto na alimen- 
tação quanto no próprio “manejo” 
dos sinais! Ele amplifica (direta 
e/ou inversamente), compara, osct- 
la, controla... Faz “o dia e 
sempre a partir de estruturas circui- 
tais externas muito simples, confi- 
gurando arranjos econômicos, fun- 
cionais e confiáveis... 

Nãc é “de graça” que há va- 
rias décadas o 741 “deita e rola” 
num. infinidade de aplicações, e 
mesmo hoje, com todo o avanço 
verificado na elaboração industrial 
de novos e fantásticos componen- 
tes, esse verdadeiro “pai” dos 
" Amp.Ops. ainda está longe da ob- 
solescência, se considerados todos 
os fatores que determinam 2 esco- 
lha de um ccmponente para deter- 


— 


minacde circuirto /aplicação... 

Como não podia deixar de 
ser, o “velho” 741 (ainda com “a 
corda toda”'...) acabou situando-se 
na raiz de uma substancial “árvore 
genealógica” de componentes in- 
dustrialmente desenvolvidos sob a 
sua “paternidade”... São dezenas e 
mais dezenas de “irmãos”, “pri- 
mos”, “filhos” e “netos”, cada um 
desses novos componentes guar- 
dando fundamentais características 
do seu “antepassado” (ainda *“mui- 
to vivo”, insistimos...), porém 
acrescentando melhoramentos sob 
vários aspectos específicos, desde a 
própria faixa de Tensões de Ali- 
mentação, a “Potência” aproveitá- 
vel na Saída, as naturais Impedân- 
cias de Entrada, a Sensibilidade, e 
até o próprio número de Amp.Ops. 
“embutido” num único chip! 

No presente ARQUIVO 
TÉCNICO daremos ao Leitor/“A- 
luno” algumas ““dicas”” importantes 
sobre esses “descendentes” do 
741, naturalmente sintetizando a 
“coisa” em torno daqueles compo- 
nentes que realmente possam ser 
encontrados com facilidade nas lo- 
jas (não adianta nada ficar, aqui, 
dissertando sobre o Integrado 
“x YZH20”, “tremendo”, ““fantás- 
tico”, mas que ninguém encontra à 
venda - e se encontra, tem que dei- 
xar até as calças na loja, para pagar 
o preço do danado...). 





INFORMAÇÕES - ARQUIVO TÉCNICO 


33 





OS OPERACIONAIS FET 


Um dos primeiros (e princi- 
pais...) “aperfeiçoamentos” indus- 
triais feitos em cima da estrutura 
básica do 741 foi a elaboração dos 
blocos diferenciais de Entrada, não 
com transístores bipolares comuns 
(“sanduíches” semicondutores de 
silício tipo NPN ou PNP, conforme 
já estudamos nas “Aulas” nº 6, / e 
8...) mas sim com transístores de 
efeito de campo (FET), de diversas 
tecnologias (ver “Aula” nº 9...). 
Mantendo os transístores bipolares 
nos estágios de driver e Saída dos 
Operacionais, contudo, as carac- 
terísticas de Potência, Corrente de 
Saída, Impedância (baixa) na Saf- 
da, etc., foram preservadas... 

Os transístores tipo FET nos 
blocos de Entrada, contudo, melho- 
raram sensivelmente vários dos 
parâmetros dos Operacionais, nota- 
damente a Impedância de Entrada, 
que assim atingiu a casa das cente- 
nas de Megohms, sensibilizando 
enormemente as Entradas inversora 
e não inversora desses Amp. Ops. 
Esses ““melhoramentos”” também - 
“por tabela” - ampliaram a própria 
faixa de Tensões de alimentação 
“aceita” pelo Integrado, levaram a 
excursão da Tensão de Saída prati- 
camente até as “beiras” da alimen- 
tação (coisa que um 741 “normal” 
não é capaz de fazer...), possibilita- 
ram um melhor '“'zeramento” da 
Tensão “nula” de Saída e diminui- 
ram (o já pequeno) consumo intrín- 
seco de energia pelo componente, 
adequando cada vez mais sua apli- 
cação em circuitos alimentados por 
pequenas pilhas e baterias até do 
tipo “botão”... 

Coisa que não é “comum”: OS 
fabricantes e engenheiros, ao de- 
senvolverem essa “descendência 
FET” do 741, procuraram manter 
absoluta compatibilidade e “uni- 
versalização”, tanto nas estruturas 
circuitais de funcionamento, quanto 
na pinagem, de modo que em maut- 
tas aplicações menos críticas, é 
possível simplesmente substituir o 
“velho” 741 por um moderno 
TLO81, por exemplo, sem o menor 
problema (notem que a recíproca 
nem sempre é válida, ou seja: onde 
“está”, normalmente, um modemo 





34 t 


TLO81, não se pode ir “enfiando” 
um 741 sem antes fazer sérias e 
completas avaliações do restante do 
bloco circuital... Em outras pala- 
vras: o “novo” substitui o “velho” 
quase sempre, porém o “velho”, 
nem sempre substitui o “novo”...). 


OS MÚLTIPLOS OPERACIONAIS, 
NUM SÓ INTEGRADO... 


Dezenas de anos atrás, logo 
que foi verificado o enorme poten- 
cial prático e funcional dos 
Amp.Ops. tipo “741”, os fabrican-, 
tes (na esteira da interna miniaturi- 
zação industrial obtida com a então 
chamada “corrida espacial” entre 
os EUA e a - hoje extinta - 
URSS...) começaram a “enfiar mais 
de um Amplificador Operacional 
num mesmo chip, beneficiando com 
isso vários aspectos: custo, tama- 
nho, energia necessária, simplifi- 
cação de circuitagem ““periférica””, 
etc. Atualmente são super-comuns 
Integrados Lineares contendo 2 ou 
4 Amp.Ops., normalmente acessa- 
dos individualmente (em suas En- 
tradas e Saídas) via pinos especffi- 


cos, porém “'compartilhando” a pi- | 


nagem de alimentação! 

Isso quer dizer que - num 
exemplo - um Integrado (como o 
LM358) contendo dois Operacio- 
nais, podemos “usar” individual- 
mente os blocos internos, sob 
parâmetros e condições bastante 
particularizadas, porém não pode- 
mos fugir do fato da alimentação 
geral ser sempre “compartilhada”, 
ou seja: aplicados 12 VCC nos pi- 


nos externos de alimentação, ambos ' 


os Amp.Ops. “lá dentro” estarão 
forçosamente energizados por tal 
nível de Tensão... Não há como 
“desligar” um dos Amp.Ops. ou 
alimentar um sob 12V e outro sob 
15V, por exemplo... 

Essa característica (a alimen- 
tação total e simultânea), contudo, 
não chega a ser uma “deficiência”, 
já que existem vários “truques” 
circuitais periféricos que permite o 
perfeito aproveitamento individual 
dos blocos internos de um Opera- 
cional múltiplo (veremos inúmeros 
exemplos práticos, nas Montagens 
definitivas a serem mostradas no 


INFORMAÇÕES - ARQUIVO TÉCNICO 


decorrer das futuras “Aulas” do 
ABC...). 


00606060 
PINAGENS E CÓDIGOS... 


- FIG. 1 - DOIS OPERACIONAIS 
- NUM SÓ INTEGRADO - O dia- 
grama mostra a pinagem/organi- 
zação típicas de um Integrado du- 
plo Amp.Op., relacionando os 
códigos mais comuns para os 
componentes bipolares e FETS... 
Notem que a configuração de pi- 
nagem é válida também para mui- 
tos outros “códigos de fabrican- 
te”, equivalentes a duplo 
Amp.Op. Logo “de cara” obser- 
vamos que os fabricantes “'conse- 
guiram enfiar”, num Integrado de 
tamanho externo igual ao de um 
741 “normal” (8 pinos, DIL), na- 
da menos que dois blocos Opera- 
cionais completos, cada um com 
suas Entradas, inversora e não in- 
versora, e Saídas, totalmente in- 
dividualizadas através da pinagem 
respectiva... Alguma coisa tinha 
que se “perder” e - efetivamente - 
os controles de ““zeramento” 
(OFF SET) normalmente não 
estão disponíveis (como ocorreria 
num Integrado DIL de 8 pinos 
com apenas um Amp.Op. “lá den- 
tro”...). Como, entretanto, exis- 
tem outras maneiras circuitais de 
se promover a “compensação” ou 
“zeramento” da Tensão de Saída 
(além do modo obviamente sim- 
ples, com um trim-pot entre os pi- 
nos 1 e 5, com o cursor “negati- 
vado”...), essa aparente insufi- 
ciência pode, tranquilamente, ser 
ultrapassada... Nessa configu- 
ração dupla, normalmente os 


acessos da alimentação encon- 
tram-se no pino 8 (positivo) e 4 
(negativo), abrangendo - como já 
foi dito - a energização simultâ- 





nea dos dois Amp.Ops. Ao longo 
das futuras “Aulas” (notadamente 
nas Montagens Práticas...) o Lei- 
tor verá várias aplicações dos In- 
tegrados duplo Amp.Op. em cir- 
cuitos e dispositivos diversos, 
quase sempre na “substituição” 
direta de “dois 741” que seriam 
necessários numa configuração 
menos compacta... 


- FIG. 2 - QUATRO OPERACIO- 
NAIS NUM SÓ INTEGRADO - 
O diagrama mostra pinagem/or- 
ganização mais ou menos “uni- 
versalizadas”” pelos fabricantes, 
para Integrados “contendo” qua- 
tro Amplificadores  Operacio- 
nais... Do mesmo modo que ocor- 
re com os duplos Amp. Ops.,'ca- 
da uma das Entradas e Saídas 
apresenta acesso individual 
através de pino específico, mas a 
alimentação é “geral”, simulta- 
neamente aplicada através dos pi- 
nos 4 (positivo) e 11. (negativo). 
Códigos correspondentes aos 
quádruplos Amp.Ops. tipo bipolar 
ou FET são apresentados (““no- 
mes” mais comuns, encontráveis 
nas lojas...). Esse ““monte”” de 
blocos operacionais num só Inte- 
grado pode, a princípio, parecer 
“exagerado”, porém existem cir- 
cuitos e aplicações onde uma ver- 
dadeira ““fila”” de Operacionais se 
tornam necessários... Nesses ca- 
sos, a vantagem do arranjo quá- 
druplo fica óbvia: um aparelho 
que, “no primeiro pau”, pedisse 8 
Integrados tipo 741, poderia ser 
facilmente “resolvido” com ape- 
nas dois Integrados quádruplo 
Amp.Op., com enorme simplifi- 
cação do próprio lay out do Cir- 
cuito Impresso, diminuição do 
número de componentes externos 
e até da própria energia necessá- 
ria ao acionamento do conjunto! 
O “Aluno” terá oportunidade, no 








futuro, de ver algumas aplicações 
práticas desses “grupos” de 
Amp.Ops. “embutidos” num só 
chip, comprovando o quanto a 
configuração facilita os projetos e 
finalizações. 


FIG. 3 - AMPLIFICADORES 
OPERACIONAIS ÚNICOS 
(FET) - Não podemos nos esque- 
cer dos chips de 8 pinos, em tudo 
idênticos aos “741 da vida”, 
porém baseados - nos seus blocos 
de entrada - em transístores de 
Efeito de Campo (falamos sobre 


isso lá no começo do presente . 


ARQUIVO TÉCNICO...). O dia- 
grama mostra a estrutura/organi- 
zação/pinagem, inteiramente 
compatível com as de um 741 
“normal” (incluindo - no caso - O 
acesso ao controle do OFF SET 
via pinos 1 e 5...), bem como os 
códigos mais comuns, facilmente 
encontráveis no varejo... Notem 
que embora diferentes tecnologias 
industriais sejam usadas para “fa- 
zer” os transístores internos dos 


“Amp.Ops, citados, na prática, em. 


aplicações gerais, eles são mu- 
tuamente compatíveis e “substi- 
tuíveis”” (salvo em aplicações 
muito críticas e específicas - ca- 
sos em que os códigos serão men- 
cionados como não passíveis de 
equivalências...). 


000060 
PRINCIPAIS PARÂMETROS 


Assim como ocorre com O 
741 “normal”, os Amp.Ops. ““múl- 
tiplos” também podem trabalhar 
sob alimentação única ou “dividi- 
da” (split). Para que o Leitor/“A- 







INFORMAÇÕES - ARQUIVO TÉCNICO 


luno”” vá, aos poucos, preenchendo 
seu arquivo com dados fundamen- 
tais quanto aos principais compo- 
nentes usados no dia-a-dia da Ele- 
trônica, a seguir apresentamos al- 
guns dos parâmetros e limites do 
Integrado relacionados na presente 


“Lição”... Não desceremos a deta- 


lhes muito particulares e técnicos 
(os quais, contudo, poderão surgir 
nas futuras “Aulas”, quando o seu 
conhecimento e utilização forem 
realmente necessários...) procu- 
rando situar os dados das Tabeli- 
nhas dentro do “que interessa”, pa- 
ra o momento... 


- CA3140 - 


- Tensão de aliment. - (única) de 3 
a 40 volts - (split) de -1,5/+1,5V 
a -20/+20V 

- Saída - Protegida contra curto- 


"* circuito 


- Impedância de Entrada - 1,5 Te- 
raohm 

- Máxima Frequência (para ganho 
unitário) - 4,5 MHz (sob +/- 
15V) 

- Ganho máximo (amplif. “aberto””) 
- muito elevado (típico 50.000) 

- Compatibilidade - substitui dire- 
tamente o 741 na maioria das 

aplicações | 


- TLOSO 
TLO81 - 


- Tensão de aliment. - (única) de 7 


a 36 volts - (split) de -3,5/+3,5V' 


a -18V/+18V 
- Saída - Baixa impedância 
- Impedância de Entrada - Muito al- 


ta 


- Máxima Frequência - (para ganho 
unitário) - típica 3 MHz 

- Ganho máximo. - muito elevado 
(típico 50.000) 

- Compatibilidade - substitui dire- 
tamente o 741 em muitas das apli- 
cações. 














3o 





- Características e parâmetros idên- 
ticos aos do TLO80/TLO8S1, com a 
diferença única de conter dois 
Amp.Op. no encapsulamento, 
e não apenas um... 


- MC 1458 
CA1458 
LM358 - 


- Tensão de aliment. - (única) de 3 
a 30 volts - (split) de -1,5/+1,5V 
a -15/+15V 

- Saída - Baixa impedância - Prote- 
gida contra curto-circuito 

- Impedância de Entrada - alta 

- Máxima Frequência (para ganho 
unitário) - típica 1 MHz 

- Ganho máximo - muito elevado 
(típico 25.000) 

- Compatibilidade - substitui dire- 
tamente o 741 em muitas das apli- 


* cações 


- TLOS4 - 


- Características e parâmetros idên- 
ticos aos do TLO8S0/TLO81 e 
TLO82, com a diferença única de 
conter quatro Amp.Op. no encap- 
sulamento, e não apenas um ou 





- LM324 - 


- Características e parâmetros 
iguais aos do LM358, com a dife- 
rença de conter quatro Amp.Op. 
no encapsulamento, ao invés de 
dois. 






LM348 - 





- Características e parâmetros idên- 
ticos aos do 741 “normal”, com a 
diferença de conter quatro 


Amp.Op. no encapsulamento, ao 
invés de apenas um. 





“DICAS” PRÁTICAS 


Embora os Integrados sejam, 
na verdade, completos blocos cir- 
cuitais formados por muitos transís- 
tores, pré-organizados no seu subs- 
trato de silício de modo a exercer 
funções às vêzes complexas, cos- 
tumamos chamar os ditos cujos - 
para simplificar - de “'componen- 
tes”... Na prática, inclusive, é mais 
fácil e confortável interpretá-los as- 
sim mesmo, como se fossem “'*su- 
per-componentes””, ignorando (até 
certo ponto...) o que está “lá den- 
tro” dos seus blocos funcionais, 
desde que respeitemos seus pará 
metros e limites “externos”... | 

Assim como ocorre com os 
“discretos” ' (transístores, por 
exemplo...), desde que conheçamos 
alguns fatores e características bá- 
sicas (e para tanto a única fonte 
viável são os próprios Manuais de 
Fabricante, ou as eventuais ““Tabe- 
linhas” que aparecem aqui no 
ABC...) podemos, “sem medo”, 
experimentar os Integrados, no ca- 
so os Lineares, da “família” dos 
Amplificadores Operacionais! 

Os cuidados básicos são ele- 
mentares: 


- Jamais aplicar, na alimentação, 
Tensões superiores ao limite má- 
ximo relacionado para o Integrado 
(se tal limite for “estourado”, o 
componente “queima”, sem 
perdão...). 

- Também não tentar alimentar o 
Integrado com Tensões inferiores 
ao mínimo relacionado na sua Ta- 
bela de Parâmetros... ““Sub-ali- 
mentado””, o componente sofrerá 
de inevitáveis instabilidades no 
seu funcionamento, ou - simples- 
mente - não funcionará. 

- Evitar “puxar” da sua Saída, mais 
Corrente ou Potência do que sua 
impedância/dissipação naturais 
e típicas “gostam”... Mesmo nos 
blocos cujas Saídas são conside- 
radas, pelos fabricantes, como a 
“prova de curtos”, nem por isso 
podemos ““abusar”” dessa carac- 
terística (que está “lá” como um 
“bônus”, e não como uma possi- 
bilidade de “deitar e rolar”*...). 

- Verificar cuidadosamente a pola- 


ridade e a respectiva pinagem de | 


aplicação da alimentação... Mes- 


INFORMAÇÕES - ARQUIVO TÉCNICO 


mo nos Integrados internamente 
protegidos, um erro grosseiro nes- 
sa área pode “gerar fumaça”... 
Jamais aplicar a nenhuma das En- 
tradas, um nível de Tensão supe- 
Tior ao da própria alimentação ge- 
ral do bloco! Normalmente, em 
circuitos mais simples, essa limi- 
tação é “automática”, já que sim- 
plesmente não haverá ponto, no 
arranjo, sob Tensão maior do que 
a de alimentação... Entretanto, em 
módulos que devam trabalhar 
acoplados a outros aparelhos (que 
tenham fontes de alimentação 
próprias, eventualmente em nível 
maior de Tensão...), os cuidados 
quanto a esse ponto devem ser ri- 
gOrOSOS... 

Embora as Entradas de Amp.Ops. 
sejam, na sua quase totalidade, de 
impedância muito elevada (o que 
autcmaticamente limita, de forma 
drástica, a Corrente que por elas 
pode ““circular”...), nem por isso 
é conveniente se trabalhar com 
tais Entradas “nuas”... Na maio- 
ria dos casos, a intercalação de 
resistores de “proteção” nas En- 
tradas costuma ser bastante con- 
veniente., 

Nos Integrados com 
FET (CA3140, por exemplo...) 
não é bom ficar ““bolinando”” as 
“perninhas” do dito cujo... Expli- 
camos: sobre a pele da pessoa, 


devido ao atrito com os tecidos | 


sintéticos da roupa e as outras 
condições ambientais e atmosféri- 
cas específicas, pode se desen- 
volver uma carga elétrica que 
(embora de irrisória Potência...) 
chega a alguns milhares de volts, 
suficiente para romper os fragilís- 
simos substratos dos transístores 
de efeito de campo! Conselho: 
evitar tocar os pinos dos Integra- 
dos FET com os dedos, pelo me- 
nos enquanto eles estiverem ““sol- 
tos” (depois de ligados/soqueta- 
dos/soldados aos circuito em que 
vão trabalhar, as naturais im- 
pedâncias - mais baixas - do pró- 
prio circuito “periférico”, se en- 
carregarão de “descarregar” esses 
potenciais perigosos, protegendo 
o componente...). 

Se o Integrado, na montagem/uti- 
lização, for “soquetado””, jamais 
inserir ou remover o dito cujo do 
tal soquete estando ligada a ali- 


Entradas : 





mentação geral do circuito... De- | 
vido à mais leve “entortadinha”, 
de repente um pino corresponden- 
te a uma Entrada pode, no caso, 
receber Tensão antes que os pinos 
correspondentes à alimentação se- 
jam energizados, o que eventual- 
mente causa danos às “entranhas” 
do componente... 

- Respeitar os limites de Frequência 
dentro dos quais o Integrado po- 
de, com segurança, funcionar... 
Ser for tentado um funcionamento 
sob Frequência superior a tal limi- 
te, dois “galhos” podem ocorrer: 
(A) Se a função desejada for osci- 
ladora, o “bichinho”, simples- 
mente, “se recusará”” a oscilar... 
(B) Se a função for amplificadora, 
o ganho cairá tanto, que o bloco 
deixará de ter validade funcional. 

- Usar sempre, do “famoso” BOM 
SENSO! Na dúvida, não faça na- 
da! Não tente experiências “na 
louca”... Procure antes, infor- 
mações técnicas, exemplos aplica- 
tivos e Tabelas de parâmetros e 
limites, para só então fazer suas 
maluquices””, sob controle! 


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PRÁTICA 30 


UTILIZANDO CONCEITOS E COMPONENTES ESTUDADOS NA PRE-- 
| SENTE “AULA” (E NAS IMEDIATAMENTE ANTERIORES...), VOCÊ: 
MONTA DOIS PROJETOS DE UTILIZAÇÃO PRÁTICA IMEDIATA, AM-. 


BOS EXTREMAMENTE VÁLIDOS PARA DIVERSAS APLICAÇÕES: UM 
“TERMOSTATO DE PRECISÃO”, CONTROLADOR DE TEMPERATU- 
RA MULTI-APLICÁVEL (PODE SER USADO EM AQUÁRIOS, CHOCA- 
DEIRAS ELÉTRICAS, SISTEMAS DIVERSOS DE MANUTENÇÃO E 
CONTROLE DE TEMPERATURA...) É UMA “BARREIRA INVISÍVEL DE 
SEGURANÇA”, IMPORTANTE ITEM QUE ESTABELECE UMA “POR- 
TA” DE RADIAÇÃO INFRA-VERMELHA (FUNCIONA “NO CLARO” E 
“NO ESCURO”...) QUE, AO SER ROMPIDA PELA PASSAGEM DE UMA 
PESSOA, ACIONA AUTOMATICAMENTE UM ALARME, LIGA UMA 
LÂMPADA, DISPARA UM “BIP AVISADOR”, ETC... AMBOS OS CIR- 
CUITOS SÃO DOTADOS DE SAÍDA DE ALTA POTÊNCIA, ATRAVÉS 
DE CONTATOS DE RELÊS, ATRAVÉS DOS QUAIS CARGAS AS MAIS 
DIVERSAS (ATÉ 1000W EM 110V'OU ATÉ 2000W EM 220V, OU AINDA 
ATÉ 10A EM CC...) PODEM SER CONTROLADAS! FÁCEIS DE MON- 
TAR, AJUSTAR, INSTALAR E USAR, AMBAS AS MONTAGENS 


ESTÃO “CENTRADAS” NO FAMOSO INTEGRADO 741, OBJETO DA. 


PARTE TEÓRICA DA PRESENTE “AULA”... ASSIM, ALÉM DE OBTER 
DOIS FANTÁSTICOS DISPOSITIVOS AUTOMATIZADOS, O LEI- 
TOR/“ALUNO” AINDA APRENDE MAIS, “AO VIVO”, SOBRE ESSE 
ONIPRESENTE INTEGRADO! | 





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Do RR 
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(30º MONTAGEM PRÁTICA) 


- FIG. 1 - O “ESQUEMA” DO 
CIRCUITO - É inevitável que 
com o natural avanço do nosso 
“Curso”, inclusive as Montagens 
Práticas (que refletem a comple- 
xidade da parte Teórica...) tenham 
um incremento nas suas organi- 
zações circuitais, cada vez com 
mais componentes, peças mais 
“especializadas”, e realizando 
funções mais e mais “'complica- 
das” (isso não quer dizer que, de 
quando em quando, mesmo daqui 
pra frente, não surjam na Seção 
de Prática projetos ainda simples 








e “básicos”, mas é inevitável que 
eles fiquem mais raros...). Um re- 
flexo direto desse “crescimento” 
é que os próprios diagramas (“es- 
quemas”) também vão ficando 
mais ““complicados””, exigindo, às 
vezes, um pouco mais de atenção 
por parte do Leitor/“ Aluno” na 


sua interpretação ou leitura... Na- 
da para “assustar”, contudo; 
quem segue as “Aulas” do ABC 
desde seu nº 1, “nessas altúras” 
já está mais do que apto a “ler” 
qualquer “esquema”, por mais 
complexo que seja... Chamamos a 
atenção apenas para uma simbo- 
logia “nova”, que é a atribuída 
justamente ao bloco Amplificador 
Operacional, representado pelo 
Integrado 741, cujo símbolo uni- 
versal é baseado naquele triângu-. 
lo que se vê no diagrama, como 
sempre com toda a numeração da 
pinagem nitidamente indicada... 
Como a representação ainda está 
“fresca” na memória da Turma 
(acabamos de ver a “Aula” es- 
pecífica sobre o assunto...), nin- 
guém vai se “embananar”... 


- FIG. 2 - PRINCIPAIS COMPO- | 


NENTES DA MONTAGEM - 
Como sempre acontece na des- 
crição das Montagens Práticas 
aqui do ABC, para benefício dos 
“Alunos” recém-chegados (e 
também para apresentar aos “'ve- 
teranos” da “Escola”, os novos 
componentes...) mostramos na 
ilustração as aparências, símbolos 
e pinagens das principais peças 
do circuito... A “novidade” mes- 
mo é o Integrado 741, com suas 8 
pernas”, cuja identificação 
numérica é feita contando-se os 
temrinais em sentido anti-horário 
(olhando-se a peça por cima), a 


partir da extremidade que contém |. 


uma pequena marca... Ainda na 
figura, transístor, LEDs e diodos 
Gá “velhos companheiros de 
montagens” dos “Alunos”...) 
também são detalhados visual- 
mente.,... 





y Ê = 
PRÁTICA 30 - TERMOSTATO DE PRECISAO 


ESSA É UMA DAS APLICAÇÕES 


TÍPICAS DO 741... 


(30º M.P.) 


e 1 - Circuito Integrado 741 
e 1 - Transístor BC558 (PNP pa- 


ra uso geral, ou equival.) 
e 1 - LED vermelho, redondo, 5 
ia | 
e 1 - LED amarelo, redondo, 5 
mm 


e 3 - Diodos 1N4001 ou equival. 
e 1 - Termístor (NTC) com valor 
nominal de 10K (é possí- 
vel, na falta desse valor, 


usar outro, na faixa que vai = 


de SK até 100K - VER 
TEXTO). 

e 1-Relê c/bobina para 12 
VCC e um contato reversí- 
vel para 10A (tipo GIRCZ2 
ou equival.) 

e 1 - Resistor 1K x 1/4W 

e 1 - Resistor 1K2 x 1/4W 

e 1 - Resistor 2K2 x 1/4W 

o 1 - Resistor 4K7 x 1/4W 

e 2 - Resistores 10K x 1/4W 

e 1 - Trim-pot vertical 22K 
(NOTA: se for usado um 
NTC com outro valor, que 
não os 10K originalmente 
indicados, o valor de 
trim-pot deverá situar-se 
em torno do dobro do apre- 
sentado pelo termístor - va- 
lor comercial mais próxi- 


mo). 

e 1 - Capacitor (eletrolítico) 
1000u x 25V 

e 1 - Transformador de força 
c/primário para 


0-110-220V e secundário 
para 12-0-12V x 250mA 
e 1 - Placa de Circuito Impresso 


(GIRC2) 


específica para a montagem 
(8,6 x 3,2 cm.) 

e 1 - “Rabicho” (cabo de força 
c/plugue C.A.) tipo “pesa- 
do” 

e 1 - Tomada de C.A. tipo re- 
tangular, “pesada” 

e 1 - Interruptor simples, para 
serviço “pesado” (chave 
C.A. p/104) 

e 1 - Par de segmentos de barra 
de conetores parafusáveis 
tipo “Sindal”. 

e -Fioe solda para as ligações 


DIVERSOS/OPCIONAIS 


e 1 - Caixa para abrigar a mon- 
tagem. Dimensões, formato 
e material dependerão mui- 
to da aplicação final dese- 
jada, bem como do tama- 
nho do transformador utili- 
zado - VER TEXTO. 

e -Proteção / impermeabili- 
zação / vedação para O 
termo-sensor  (NTC)  - 
Exemplos: tubo de vidro 
termo-resistente (pirex), 
cobertura de epoxy, etc. 

e -Cabagem para posiciona- 
mento remoto (eventual) do 
termo-sensor. 


e - Elementos aquecedores 
(“resistências”) com 
Potência de até 1000W (pa- 
ra redes de 110V) ou até 
2000W (redes de 220V), 
em encapsulamento condi- 
zente com o meio ou fluído 
cuja temperatura se deseja 
controlar e estabilizar. 


39 


1000w(HQ) 
2000w(220) 





- FIG. 3 - OUTROS COMPO- 
- NENTES IMPORTANTES DO 


CIRCUITO - Na sequência, mos- 
tramos o termístor (NTC), capaci- 
tor eletrolítico e relê, todos com 
suas “caras”, “corpos” e ““per- 
nas” devidamente identificados... 
Observem o seguinte: o NTC po- 


- de apresentar um formato diferen- 


te do ilustrado. Nada obsta, desde 
que seja um NTC com valor no- 
minal de 10K (na verdade, entre 
SK e 100K, como sugere a LIS- 
TA DE PEÇAS...) O capacitor 
eletrolítico, eventualmente, pode 
apresentar terminais axiais (e não 


* PRÁTICA 30 - TERMOSTATO DE PRECISÃO 


TERMÍSTOR 
NTC 


CAR 


ELETROLÍTICO 





Fig.3 


radiais, como ilustrado). Tudo 
bem, apenas um pouquinho pro- 
blemático o “casamento” dos 
terminais com os furos da placa, 


que estão “leiautados” para ter- - 


minais radiais... Finalmente, 
quanto ao relê, notem que o códi- 
go/modelo sugerido na LISTA 
pertence à indústria “Metaltex”"... 
Outros, equivalentes, também po- 
dem ser aplicados, porém even- 
tualmente pode tornar-se necessá- 
ria uma alteração no lay out ori- 
ginal do Impresso, se a disposição 
dos terminais for diferente da 
ilustrada... 


- FIG. 4 - CIRCUITO IMPRESSO 
ESPECÍFICO (ESCALA 1:1) - A 
plaquinha, cujo padrão cobreado 
é mostrado na figura em tamanho 
natural (para facilitar a “carbona- 
— gem” direta...) é simples, pouco 
“congestionada”, de fácil con- 
fecção pelo próprio Leitor/'* Alu- 
no” (desde, obviamente, que pos- 
sua os materiais básicos necessá- 
rios à traçagem, corrosão, furação 
e limpeza...). Cuidados especiais 
devem ser dedicados nas regiões 
das ilhas destinadas às ““perni- 
nhas”” do Integrado, já que consti- 
tuem contatos muito pequenos e 


muito próximo uns dos outros, fa- 
vorecendo os probleminhas de 
“curtos” ou “emendas” aciden- 
tais, por falha na corrosão, etc. 
Terminada a confecção da placa, 
é bom conferir tudinho com muita 
atenção, corrigindo eventuais de- 


feitos antes de começar as solda- 


gens... 


FIG. 5 - “CHAPEADO” DA 
MONTAGEM - Essa é a parte 
“crucial” da Montagem: ao mes- 
mo tempo a mais ““costosa”” de 
fazer, e a “mais responsável” por 
eventuais defeitos ou problemas... 
Para evitar “galhos”, o método é 
simples: extrema atenção! Cuida- 
do na colocação dos componentes 
polarizados (que não podem, sob 
hipótese alguma, ser conetados 
invertidos à placa...), como o In- 
tegrado, o transístor, os diodos e 
o capacitor eletrolítico... Também 
o relê tem modo único e certo pa- 
ra conexão à placa, porém a natu- 
ral “assimetria” dos seus conjun- 
tos de terminais simplesmente im- 
pedirá a inserção em posição 
errônea... Jamais devem ser es- 
quecidos aqueles “velhos” cuida- 
dos, objeto de um aconselhamento 
até “chato”, de tanto que repeti- 
mos (é preciso, acreditem...): con- 
ferir, ao final, todos os valores, 
posições e polaridades dos com- 
ponentes, bem como a qualidade e 
a “integridade” dos pontos de 
solda (pelo lado cobreado, é cla- 
TO...), corrigindo eventuais erros 
“no ato”... Em Eletrônica, jamais 


“tiver 








devemos deixar para o final as 
eventuais revisões ou correções... 
Elas (quando necessárias...) de- 
vem ser efetuadas no exato mo- 
mento em que se percebeu alguma 
falha ou incorreção... Se tudo es- 
mesmo certinho, podem 
então ser cortadas as sobras dos 
terminais, pelo lado cobreado... 


FIG. 6 - CONEXÕES EXTER- 
NAS À PLACA - A figura mostra 
a plaquinha ainda pelo lado não 
cobreado (como ocorreu na fig. 
anterior), só que agora a ênfase é 
dada aos “periféricos” (tanto que 
os componentes sobre a placa se- 
quer são mostrados...). Atenção 
aos pontos e itens que merecem 
maior cuidado: 


Ligações do transformador à pla- 
ca, e ao “rabicho”'/tomada/chave 
geral... 

Perfeita identificação (e ligação) 
dos terminais dos dois LEDs. Ob- 


* Servar ainda a codificação das co- 


res, com “VM” para vermelho e 
“AM” para amarelo. Embora a 
figura indique os LEDs ligados 
diretamente à placa, pelos seus 
próprios terminais, nada impede 
que, dependendo da instalação e 
do “encaixamento” final preten- 
didos, tais componentes sejam 
remotamente posicionados, con- 
dição em que suas ligações à pla- 
ca poderão ser feitas por cabinhos 
paralelos finos, no necessário | 
comprimento... - 


- Observem que as conexões de 


* PRÁTICA 30- TERMOSTATO DE PRECISÃO 


Potência (entre os pontos “NA” e 
“Cº da placa, tomada de ““Saíf- 
da”, chave geral e “rabicho”...) 
devem ser feitas com cabagem de 
bom calibre, já que por tais seto- 
res eventualmente circulará Cor- 
rente “brava” (até 10A!), caso em 
que uma fiação “fina” sofrerá de 
inevitável sobreaquecimento, ter- 
minando pelo rompimento ou 
“derretimento” da isolação e ou- 
tros graves problemas... 

O circuito original da MP-30 tem 
como único controle o trim-pot de 
22K, colocado sobre a placa, já 
que os ajustes, normalmente, 
serão do tipo “semi-permanente”” 
(ou até permanentes mesmo...). 
Quem, contudo, optar pelo con- 
forto de uma ““ajustabilidade” 
constante, poderá simplesmente 
substituir o tal trim-pot por um 
potenciómetro externo (de igual 
valor), que deverá então ser liga- 
do conforme sugere o “box” tra- 
cejado na figura (notem que, nes- 
sa opção, não se deve colocar o 
trim-pot na placa...). 

Como na maioria das aplicações, 
o termo-sensor (NTC) ficará re- 
motamente posicionado com re- 
lação à placa, convém fazer sua 


conexão através de um par de .. 


segmentos de conetores parafusá- 
veis tipo “Sindal”, conforme ilus- 
trado, dando maior flexibilidade 


NTC(10K) 


(NO LUGAR 
DO TRIM-POT) 


NOTAS SOBRE O 
FUNCIONAMENTO DA “MP-30” 


O circuito, basicamente rece- 
be a denominação técnica de 
TERMOSTATO... Vejamos “o que 
é isso”: basicamente o conjunto 
destina-se a manter estável a Tem- 
peratura de um meio, fluído ou am- 
biente, geralmente num “grau” su- 
perior ao da Temperatura circun- 
dante... Exemplos típicos de utili- 
zação: chocadeiras elétricas, água 
de aquários, estufas de secagem, 
etc. À saída do circuito, através do 
seu relê interno, controla o “liga- 


" mento” ou “desligamento” de uma 
| carga resistiva de alta Potência, re- 


presentada pelos elementos aque- 
cedores (mais detalhes à frente...), 
energizados pela C.A. local (110 
ou 220V). Dependendo unicamente 
do ajuste dado ao trim-pot (ou po- 
tenciômetro), é fácil determinar-se 
uma exata Temperatura (cuja esta- 
bilidade se manterá, num diferen- 
cial inferior a 1 grau!) abaixo da 
qual o meio controlado não pode 
“cair”... A MP-30, ao ser ligada, 
se encarrega de acionar o elemento 
aquecedor (“resistência”), elevan- 
do a Temperatura do meio até supe- 
rar levemente o ponto pré-determi- 
nado e ajustado... Isso obtido, Oo 
elemento aquecedor é automatica- 
mente desligado... Com o tempo, € 
com a natural perda de calor para o 
ambiente (devido ao diferencial 
“nositivo” de Temperatura, que se 





deseja...) a Temperatura no meio 
ou no fluído controlado “cairá”... 
Assim que tal “queda” atingir O 
exato “degrau” ou “limiar” de 
Temperatura pré-ajustado, de novo 
automaticamente a MP-30 energi- 
zará o elemento aquecedor, de mo- 
do a novamente “aumentar” a 
Temperatura, mantendo-a estável, 
na desejada “altura”... 

Assim, fundamentalmente, a 
MP-30 é um dispositivo eletrônico 
que promove a imediata “ligação” 
do aquecimento, assim que a Tem- 
peratura ““caia”” abaixo de um pon- 
to pré-determinado... 


- FIG. 7 - “INVERTENDO” A 
ATUAÇÃO DA MP-30 - 
possível, com uma alteração sim- 
plíssima, “inverter” a atuação do 
circuito, fazendo com que ele atue 
como uma chave “quente liga” 
(originalmente sua função é “frio 
liga”...), que pode também ser 
útil em outras diversas funções de 
controle! Para tanto, basta eletri- 
camente, na estrutura do próprio 
circuito, também “inverter” as 
posições relativas do termístor e 
do respectivo trim-pot de ajuste... 
Sem nenhuma “'mexida”” na placa 
ou no seu lay out natural, o trim- 
pot (um potenciômetro, no ca- 
so...) pode ser ligado “no lugar” 
do termístor, e este no lugar da- 
quele, conforme ilustra a figura! 
Com tal disposição, obtemos o 
funcionamento “inverso”, preser- 





a 


42 


- FIG. 8 - ARRANJOS TÍPICOS : 





* PRÁTICA 30 - TERMOSTATO DE PRECISÃO 


NTCUOK) | : 


vando todas as demais caracterís- 
ticas técnicas do circuito... 


PARA UTILIZAÇÃO - No dia- 
grama 8-A temos um arranjo bási- 
co para utilização na função “frio 
liga”, ou seja: aquele em que a 
MP-30 aciona automaticamente 
elementos aquecedores assim que 
a Temperatura controlada “caia” 
a um pré-determinado “limiar”... 
Observem que a sugestão indica o 
uso, como “elementos aquecedo- 
res”, de simples lâmpadas incan- 
descentes (uma solução prática 
muito adotada - por exemplo - em 
chocadeiras elétricas...), mas nada 
impedindo que “resistências 


aquecedoras”” mesmo, industrial- 


LAMPADAS 


NESSA OPÇÃO, 
A “INTERPRETAÇÃO” DO SENSOR 
FICA INVERTIDA! 





mente construídas para tal finali- 
dade, sejam utilizadas... Já no 
diagrama 8-B, para o caso do Lei- 
tor/“Aluno” ter optado (por 
razões aplicativas) pelo funcio- 
namento “inverso” (ver fig. 7) 
mostramos um arranjo do tipo 
“quente liga”, com a carga repre- 
sentada por um ventilador, por 
exemplo (também pode ser um 
complexo sistema refrigerador, 
baseado em compressores, serpen- 
tinas com gás refrigerante, etc.). 
Com tal configuração, quando a 
Temperatura do meio ou fluído 
controlados “subir”, atingindo 
um pré-determinado (e ajustado) 
degrau, a MP-30 acionará o ““res- 


- friamento” destinado a manter as 


“coisas” dentro dos desejados li- 


(OU RESISTÊNCIAS...) 


AQUECEDORAS 


ESSES CARAS NÃO DECIDEM SE 
QUEREM “ESQUENTAR” OU 
ESFRIAR”, PÓ! 


POT.MAX. 
1Kw (TIOv) 
2Kw(220v) 


VENTILADOR . 


(OU SISTEMA 
REFRIGERADOR...) 


RESFRIADOR 








mites... 


- FIG. 9 - O TERMO-SENSOR E 


OS ELEMENTOS  AQUECE- 
DORES, NA PRÁTICA - “Os 
dedos” da MP-30 são representa- 
dos pelos termístor NTC... É ““e- 
le” que “sente” as variações na 
Temperatura (revejam a “Aula” 
nº 11, se já tiverem esquecido seu 
funcionamento...) e “traduz”, ele- 
tricamente, tais condições ao cir- 
cuito, para que sejam tomadas as 
“devidas providências”...). Pela 
sua importância no desempenho 
geral do TERMOSTATO, o sen- 
sor merece algum “respeito” e 
cuidado... Se, por exemplo, o 
meio controlado for um fluído, lí- 
quido (água ou solução quími- 
ca... convém impermeabilizar 
bem o NTC, eventualmente en- 
capsulando-o num tubinho de vi- 
dro termo-resistente (pirex), con- 
forme sugere o diagrama 9-A. O 
tal tubinho deve ser dotado de 
tampa, e a vedação desta deverá 
ser promovida com silicone ou 
cola de epoxy... Com tal cons- 
trução, o sensor poderá, “sem 
medo”, ser “mergulhado” em 
qualquer líquido, mantendo suas 
funções, devidamente protegido... 
Existem, é claro, outras possibili- 


“dades de dar uma “roupa” ou 


proteção ao NTC, soluções que 
dependerão muito do tipo de apli- 
cação, e surgirão naturalmente da 
criatividade e bom senso do Lei- 
tor/** Aluno”... Outro exemplo: no. 
monitoramento/sensoreamento da 
Temperatura de “algo sólido” (a 
estrutura de um maquinário...), O 
NTC, pelas suas pequenas di- 
mensões, pode ser simplesmente 
colado à conveniente superfície, 


"com massa de epoxy, utilizando- 


se esse adesivo também como 
“cobertura” protetora para o 
termístor... Já quanto aos even- 
tuais elementos aquecedores co- 
mandados pela Saída de Potência 
da MP-30, são muitas as possibi- 
lidades práticas (já mencionada a 
das “lâmpadas esquentadoras”, 
na fig. 8-A...): em 9-B vemos um 
típico aquecedor com filamento 
de nicromo, com estrutura cerâ- 
mica cônica, dotado de rosca uni- 
versal (tipo “lâmpada”? na base... 


““Esquentamentos”” de pequena ou 


FIO DE NICROMO 
(RESIST. AQUECEDORA) 


* PRÁTICA 30 - TERMOSTATO DE PRECISÃO 


média Potência podem ser 
econômica e facilmente promovi- 
dos por dispositivos do gênero. 
Outra solução, mais “brava”, par- 
te da utilização de “resistências” 
aquecedoras do tipo industrial, 
geralmente  encapsuladas em 
cerâmica e metal, conformadas em 
arco ou círculo (existem, também, 
em outros formatos...), dotada de 
terminais ou contatos de ligações 
bem protegidos. Tais dispositivos 
são usados em estufas industriais, 
aquecedores de Potência em cozi- 
nhas profissionais, etc. Quanto às 
possibilidades dos “resfriadores””. 


controlados pela MP-30, já foram | 
mencionadas algumas (ventilado- ' 


res, sistemas refrigeradores, etc.), 
sendo comum que a Potência ne- 
cessária ao acionamento desses 
dispositivos seja bem menor do 
que a empregada para “esquen- 
tar” algo (é “mais barato”, em 
termos financeiros e energéticos, 
Você ““retirar calor” de algo, do 
que “acrescentar calor” a alguma 
coisa...). Em qualquer caso, con- 
tudo, JAMAIS ESQUECER os 
limites de Potência controláveis 
pela MP-30, que são 1000W em 
redes de 110V e 2000W em redes 
de 220V... 


A “INDEPENDÊNCIA” DA CHAVE 
DE POTÊNCIA DA MP-30... 


Como a Saída do circuito é 


TUBO DE VIDRO 
TERMO-RESISTENTE 


«EEE 
“o CONTATOS 






CONTATO —— e ES 
POR ROSCA == 
UNIVERSAL 


controlada via relê, com contatos 
totalmente independentes do restan- 
te do arranjo eletrônico, na verdade 
se o Leitor/“ Aluno” imaginar al- 
guma utilização onde as fontes de 
alimentação para o circuito em sí, e 
para a carga (aquecedora ou “res- 
friadora”'...) de Potência sejam to- 
talmente independentes, nada obs- 
ta...! | 
Outra possibilidade: para usar 
o dispositivo totalmente num “am- 
biente” elétrico energizado por 12 
VCC (como num veículo, por 
exemplo...), basta “desprezar” todo 
o setor do circuito correspondente à 
sua fonte interna (transformador, 
diodo 1N4001 anexos), aplicando 
os 12 VCC disponíveis diretamente 
às barras cobreadas da placa, cor- 
respondentes aos percursos da ali- 
mentação CC... Nesse caso, ele- 
mentos aquecedores industrialmen- 
te desenhados para trabalhar sob 12 
VCC deverão ser usados, controla- 
dos diretamente pelos terminais 
“NA” e “C” da placa de Circuito 
impresso (ver figs. 5 e 6...). Se a 
idéia (ao invés de “esquentar” ...) 
for “esfriar”, tudo bem, também: 
ventiladores ou sistemas de condi- 
cionamento para veículos normal- 


= mente trabalham sob 12 VCC e aí é 


só controlar tais dispositivos 
através dos tais contatos da placa 
(usar, no caso, a configuração su- 
gerida na fig. 7...). 


RESIST. ENCAPSULADA 
EM CERÂMICA 


METAL 








Fig.9 





A MONITORAÇÃO DO “ESTADO” 
DO CIRCUITO... 


Os dois LEDs “piloto” indi- 
cam, permanentemente, “a quantas 
anda” o circuito: o vermelho mos- 
tra, pelo seu acendimento, que o 
circuito em sí está ligado, “de | 
plantão”... Já o amarelo apenas | 
acende quando o relê está energi- 
zado, ou seja: quando a carga (seja 
ela “esquentadora” ou “esfriado- 
ra”...) se encontra ativa... 

Uma advertência de seguran- 
ça: embora o LED amarelo sirva 
como prático monitor do funciona- 
mento da carga, na verdade ele não 
pode “avisar” se esta se encontra 


mesmo energizada, uma vez que O 


LED se encontra “antes” dos con- 
tatos do relê, e não “após” estes, 
em termos de organização circui- 
tal... Se o Leitor/“ Aluno” desejar 
“nilotar”” a carga com maior pre- 
cisão e segurança, poderá “parale- 
lar”” com esta uma pequena lâmpa- 
da (Tensão compatível com a da 
energização). Outra providência 
básica: intercalar, entre a carga e o 
controle, um fusível de segurança, 
com Corrente de fusão ligeiramente 
superior à máxima requerida pela 
tal carga... Assim, na ocorrência de 
eventual “curto” ou outro proble- 
ma de sobrecarga elétrica, tal fusf- 
vel “abrirá”, protegendo os conta- 
tos de trabalho do relê interno da 
MP-30... 


eeee0 
O AJUSTE - A UTILIZAÇÃO 
Com o sensor € os aquecedo- 


res instalados em suas posições de- 
finitivas (isso na função “frio li- 


“ga”, que será a aplicação mais co- 


mum do dispositivo...), basta girar 
o trim-pot (ou potenciômetro) to- 
talmente para o extremo que pro- 
porcione a energização plena da 
carga (aquecedor). Deixa-se a 
“coisa” assim, por algum tempo, 
monitorando a Temperatura do 
meio, fluído, objeto ou ambiente, 
através de um bom Termômetro... 
Atingida a desejada Temperatura a 
ser “fixada”, retorna-se lentamente 
o ajuste dado ao trim-pot, parando 
o giro exatamente no ponto em que 
a carga aquecedora é “desligada”... 


Pronto! Nada mais precisará ser 
feito ou mudado, a menos que seja 
desejada, no futuro, uma alteração 
no “degrau” de Temperatura a ser 
estabilizado! Procedimento seme- 
lhante pode ser usado com cargas 
“resfriadoras””, no caso fazendo 
com que ela fique “ligada” até que 
a Temperatura  (''visualizada” 
através de um bom Termômetro) 
“caia” exatamente ao requerido 
ponto, momento em que o trim-pot 
deve ser cuidadosamente trazido a 
um ajuste que promova o imediato 
“desligamento” do sistema refrige- 
rador... Nada mais! 

Quem usar um potenciômetro 
no lugar do trim-pot (e se for dota- 
do de uma boa dose de potência...) 
poderá até estabelecer um dial, uma 
marcação de Temperaturas num 
mostrador em torno do knob do di- 
to controle, de modo que, daí pra 
frente, sem a necessidade de novos 
monitoramentos via Termômetro, 
qualquer limiar prático de Tempe- 


ratura possa ser ajustado rapida- 


mente e com grande conforto... Es- 
sa calibração ampla demandará 
tempo e o estabelecimento progres- 
sivo de diversas ““marcas” indivi- 
duais (“grau a grau”, por exem- 
plo...) de Temperatura, e - obvia- 
mente - jamais será tão precisa 
quanto a calibração individual e 
única, porém poderá ser bastante 
válida para diversas aplicações ge- 


- FIG. 10 - O CIRCUITO - COMO 
FUNCIONA - O diagrama de 
blocos da figura mostra, clara- 
mente, os estágios, funções e 
“comportamentos” do circuito... 
Tudo está centrado na função 
comparadora executada pelo Inte- 
grado 741, o fantástico Amplifi- 
cador Operacional estudado na 
parte Teórica da presente ““Au- 
la”... Observem que, como o 
Amp.Op. está alimentado por fon- 
te única (12V nominais), a pri- 
meira providência para referenciar 
corretamente o funcionamento do 
bloco foi estabelecer um “zero 
central falso” para as Entradas do 
dito cujo, simplesmente conetan- 
do seu pino inversor ao “nó” de 
um divisor de Tensão formado pe- 


* PRÁTICA 30 - TERMOSTATO DE PRECISÃO 





O 1a 


RA 
TP à 
Gs 
los resistores iguais, RA/RA 


(10K cada, revejam o “esquema”, 
na fig. 1). Assim, a Entrada In- 
versora “vê”, sempre a metade 
exata da Tensão geral de alimen- 
tação... A Entrada Não Inversora, 
por sua vez, está ligada a um ou- 
tro “nó”, estabelecido pelo sensor 
termo-resistivo (ao alto) e pelo re- 
sistor ajustável (em baixo). Em si- 
tuação de ““espera””, é fácil ajus- 
tar-se TP para que este mostre o 


s valor óhmico momenta- 


neamente assumido (é função da 
Temperatura “sentida”,  lem- 
brem-se...) pelo NTC. Nessa con- 
dição, os pontos P e Q mostrarão 
idêntica Tensão, e a comparação 
executada pelo 741 resultará nu- 
ma Saída em ““zero””, mantendo o 
transístor driver (um PNP) desli- 
gado... Não esquecer que o tal 
“zero”, na Saída, devido à “falsa 
divisão gêmea” da fonte única, 
corresponde, na verdade, a 6V 
positivos, suficientes para blo- 
quear totalmente o transístor (que 
“quer” polarização negativa na 
sua base, para “ligar””...) Quando, 
porém, a Temperatura “sobe” 
além do ponto ajustado, a queda 
do valor ôhmico no NTC automa- 
“ticamente eleva o potencial no 
ponto P. desbalanceando as En- 
tradas do comparador... Pelo seu 
enorme ganho natural, o 741 
então “satura” a base do transís- 
tor driver com suficiente polari- 
zação, “ligando” o dito cujo, o 
qual, por sua vez, aciona a bobina 
do relê por ele comandado... Fi- 








A PARTE “INTELIGENTE” DO 
CIRCUITO E DE MINHA 
RESPONSABILIDADE! 


( ECA 
Fig.10 


nalizando o processo, os contatos 
do relê se encarregar de, quando 
fechados, acionar a carga, direta- 
mente alimentada pela C.A. lo- 
cal... Todos os blocos são energi- 
zados direta (caso da carga/conta- 
to de saída do relê) ou indireta- 
mente pela C.A. local, sendo que 
o bloco comparador e driver, co- 
mo precisam de Tensão C.C. bai- 
xa (12V), recebem-na da fonte in- 
terna do circuito, estruturada em 
torno do transformador, diodos, 
capacitor eletrolítico (rever fig. 
1). Invertendo-se as posições rela- 
tivas do NTC e do “seu” resistor 
ajustável, companheiro do termís- 
tor no divisor de Tensão que re- 
sulta no ponto P, tudo fica “aq 
contrário””, com relação ao “sen- 
tido” em que a modificação da 
Temperatura monitorada determi- 
na o “gatilhamento” do circuito... 


A REVISTA P/ 
HOBBYSTAS, 
ESTUDANTES E 


TÉCNICOS. 





APRENDENDO 


SJsivôniea 


JA NAS BANCAS! 





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= 

Óóo 


(312 MONTAGEM PRÁTICA) 


“ESQUEMA” DO 
CIRCUITO - Agora com a pre- 
sença de dois Integrados, sendo 
um deles o 741, “dono” da pre- 
sente “Aula”, e o outro um 555 
(que será objeto de “Aulas” intei- 
ras, também “só pra ele”, logo 
mais...) nos pontos principais do 
circuito, o Leitor/“ Aluno” vai, 
lenta porém seguramente “se 
acostumando” a lidar - na prática 
- com esses fantásticos * 
componentes”, verdadeiros mini- 
circuitos embutidos numa caixi- 
nha preta cheia de pernas... Con- 
forme dissemos aí atrás, no texto 


“super- a 


BARREIRA INVISÍVEL DE SEGURANÇA 


de entrada referente à montagem 
anterior (MP-30), quanto à “leitu- 
ra” de esquemas, os “Alunos” 
aplicados e assíduos do ABC não 
têm mais o menor “terror”... Aos 
novatos (gente que só agora, sa- 
fados, estão chegando à Escola...) 
um conselho e uma explicação: 
primeiro adquirir, urgentemente, 
as “Aulas” anteriores, de modo a 
poder entrar em fase com o res- 
tante da Turma (tem um Cupom, 
por aí, em outro lugar da Revista, 
específico para a solicitação de 
exemplares já publicados do 
ABC...); segundo, considerar 


E O “VELHO” ESQUEMA! MAIS E 
MAIS VAI FICANDO COMPLICADO, 
MAS VOCÊS JÁ ESTÃO “CRAQUES” 
NA INTERPRETAÇÃO! 


45 


sempre que um “esquema * ou 
diagrama de circuito nada mais é 
do que uma espécie de “mapa” 
do arranjo de componentes e suas 
inter-conexões (mais as indi- 
cações dos acessos extemos...), 
“juntados” para funções e in- 
tenções específicas... Num mapa 
mesmo, temos lá a representação 
de rios, montanhas, mares, etc., 
além dos conceitos de distâncias, 
profundidades, altitudes, etc., tu- 
do através de símbolos e códigos 
que qualquer pessoa, após pe- 
queníssimo treinamento, é capaz 
de interpretar... Da mesma forma 
ocorre num “esquema”: lá estão 
as representações dos Integrados, 
transístores, resistores, capacito- 
res, etc., além de suas mútuas hi- 
gações, códigos de valores e/ou 
parâmetros... Basta conhecer os 
significados individuais dos sím- 
bolos para, em breve tempo, intuir 
com precisão o que o esquema re- 


“presenta, como um todo! 


A ALIMENTAÇÃO “PADRÃO” 
(E AS CONSEQUÊNCIAS DISSO, 
NOS ESQUEMAS...) 


Notem, desde já, que 12 VCC 


constituem parâmetros para Tensão 
de alimentação de circuitos mais ou 


APLICAÇÃO 
imerso É 


NF C NA 








menos ““universalizados”” ou pa- 
dronizados... Existem várias razões 
para tal dimensionamento, que ago- 
ra não vem ao caso. Uma delas, en- 
tretanto, é fácil de compreender: a 
maioria dos veículos automotores 
tem seu sistema elétrico acionado 


por bateria de... 12 VCC... Além 


disso, grande parte dos equipamen- 
tos elétricos que comportem uma 
“sub-fonte” de segurança (back 
up), para acionamento emergencial 
quando “falta força” na tomada de 
C.A., também trabalha sob 12 
VCC, favorecidos pela facilidade 
de se encontrar baterias potentes, 
com tal parâmetro de Tensão... 

Como item técnico adicional, 
justificando a adoção desse valor 
de Tensão para a alimentação de 
grande número de circuitos, 12 
VCC constituem valor típico, bem 
“dentro” dos requisitos de energi- 
zação da grande maioria dos com- 
ponentes utilizados nos circuitos 
(transístores, Integrados, relês, mo- 
tores, etc. e etc...). 

Em consequência dessa rela- 
tiva “standartização”, é comum 
que os esquemas (diagramas do cir- 
cuito), assim como ocorre no caso 
da presente MF-31 (BARREIRA 


INVISÍVEL DE SEGURANÇA), | 


mostrem apenas as conexões para a 
Entrada de Alimentação (nitida- 
mente marcadas com “+” e “2, 
não fazendo menção gráfica especí- 
fica de baterias, fontes, etc. Fica 
claro, no esquema da MP-31, que o 
circuito precisa, para funcionar, de 
energia na forma de 12 VCC sob 
até 500mA,, e isso é tudo o que o 
montador precisa saber (baterias, 
fontes, conjuntos de pilhas, etc., fi- 
cam por conta das conveniências 
técnicas, práticas e “financeiras”, 
além das especificações e requisitos 
puramente de instalação e utili- 
ZaÇãO...). 


- FIG. 2 - PRINCIPAIS COMPO- 
NENTES DA MONTAGEM - 
Como é costume aqui na Seção de 
PRÁTICA, na figura estão as 
aparências, pinagens e símbolos 
dos principais componentes... 
Valem alguns comentários indivi- 
duais, para benefício dos even- 
tuais *“'começantes”” (os “Alunos” 


, 


de primeira hora já não têm ne- 
nhum problema de RIR IAÇÃO, 
com certeza...): 


- Integrados: são dois, um 741 e um 
555. Notem que externamente os 
dois “bichinhos” são idênticos, 8 
pernas, tamanho, “cara”” e ““cor- 
po”... A única “coisa” que os di- 
ferencia é justamente o código de 
identificação, inscrito nas suas 
“costas”... Cuidado para não 
“trocar as bolas”, na hora das 
soldagens definitivas, uma vez 
que um 555, embora parecendo 
(por fora) um “irmão gêmeo” de 
um 741, é completamente outro 
Integrado (o “vice-versa” também 
é verdadeiro...). - 

- Transístor: “bicho manjado”. No 
caso de ser usado um equivalente, 
é necessário confirmar antes a or- 
dem da pinagem, que pode even 
tualmente, ser diferente da indi- 
cada para o BC548... 

- Diodos: sem o menor “galho”. 
Lembrar apenas que a pequena 
faixa ou anel contrastante indica o 
terminal de catodo (K). 

- Capacitores Eletrolíticos: os dois 
modelos (com relação à dispo- 
sição “mecânica” dos terminais), 
radial e axial, são mostrados, com 
a identificação relativa da polari- 
dade das “pernas” (única coisa 
que realmente importa...). 

- Relê: o modelo ilustrado é o indi- 
cado na LISTA DE PEÇAS. No- 
tem que, embora seja possível a 
utilização de outro relê, dotado de 
idênticos parâmetros, se esse 
equivalente tiver diferente dispo- 
sição de pinos surgirá a necessi- 
dade de se alterar o próprio lay 
out do padrão cobreado do Im- 


presso! 


- FIG. 3 - OUTROS COMPO- 
NENTES IMPORTANTES - Os 
diretamente responsáveis pela tal 
“invisibilidade” da BARREIRA 
(que não passa de um feixe de ra- 
diação luminosa não visível, no 
espectro do infra-vermelho...) são 
o LED infra-vermelho TIL38 e o 
foto-transístor (sensível não só à 
luminosidade ambiente, mas 
também - e isso é o que nos inte- 
ressa aqui - ao infra-vermelho...) 
TIL78. CUIDADO, pois os dois 
componentes são, externamente 





PRÁTICA 31 - BARREIRA INVISÍVEL DE SEGURANÇA 





DIODOS 


' K “IN4148 
“TD .neco 


ELETROLÍTICOS | 








muito parecidos e a possibilidade 
de uma inversão de posições na 
hora da montagem existe mes- 
mo... Para diferenciá-los, notar 
que o foto-transístor (TIL78) cos- 
tuma ser codificado com um 
minúsculo ponto verde junto ao 





seu terminal de coletor... Ambos 
se “parecem”, externamente, com 
LEDs comuns... Assim, cuidado 
para não deixá-los “rolar” na 
bancada, misturando-se a LEDs 
que estejam por lá... A posterior 
identificação e procura exigirá 
tempo, testes e... paciência! 


- FIG. 4 - LAY OUT DO CIR- 
CUITO IMPRESSO ESPECÍFI- 
CO, EM TAMANHO NATURAL 
- Um pouco maior, mas tão “sem 


segredos” 


ficação circuital, refletida no bai- 
xo “congestionamento” da placa, 
no seu padrão cobreado. Como a 
escala é de 1:1, o Leitor/'* Aluno” 
poderá ““carbonar” diretamente o 
lay out, para a confecção da sua 
plaquinha... Como sempre, pedi- 
mos um pouco de atenção extra às 
regiões em torno das ilhas que 
comportarão as ““perninhas”” dos 
dois Integrados, devido às peque- 
nas dimensões e à relativa proxi- 
midade dos contatos elétricos... 


Notem ainda algumas pistas bem .. 


grossas, que correspondem justa- 
mente às conexões de alta Corren- 
te, entre os contatos de utilização 
e as Saídas operacionais do cir- 
cuito... A “grossura”” das pistas, 
como o ““Aluno”” sabe, deve ser 
proporcional às Potências elétri- 
cas que elas se encarregarão de 
conduzir, daí a espessura maior 
de tais trilhas cobreadas... 


- FIG. 5 - “CHAPEADO” DA 
MONTAGEM - A placa, vista pe- 
lo seu lado não cobreado, com to- 
das as principais peças já posicio- 
nadas... Sem grandes “segredos” 
ou problemas interpretativos: bas- 
ta tomar os “velhos” cuidados no 
posicionamento dos componentes 
polarizados (Integrados, transís- 
tor, diodos, capacitores eletrolíti- 
cos) e também na rigorosa colo- 
cação dos outros componentes re- 
ferenciando seus valores em 
função das suas posições na pla- 
ca. Qualquer inversão em qual- 
quer desses dois itens “danará” 
tudo...! Quanto ao relê, a dispo- 
sição “excêntrica” da sua pina- 


quanto a placa da ., 
MP-30... A presença dos dois In- | 


tegrados possibilita grande simpli- 


€2 - Capacitores 


y 
PRÁTICA 31 -« BARREIRA INVISÍVEL DE SEGURANÇA 






6/1 - Circuito Integrado 741 

e 1 - Circuito Integrado 555 

e 1 - Foto-transístor TIL78 

e 1 - Transístor BCS48 ou equiva- 
lente 


'€ 1 - LED (Diodo Emissor de Luz) 


infravermelho, tipo TIL38 

82 - Diodos 1N4001 ou equival. 

e 2 - Diodos 1N4148 ou equival. 

e1-Relê com bobina para 12 
VCC e um contato reversível 
para 10A (GIRC2 ou equival) 

61 - Resistor 100R x 1/4W 

e 1 - Resistor470R x 14W 

e 1 - Resistor680R x 14W 

e 1 - Resistor 2K2 x 1/4W 

e 1 - Resistor SK6 x 14W 

e 3 - Resistores 47K x 14W 

e 3 - Resistores 100K x 1/4W 

e 1 - Tim-pot (vertical) 4K7 

e 1 - Capacitor (poliéster) 10n 

e 1 -Capacitor (poliéster)47n 

e 1 - Capacitor (poliéster) 100n 

(eletrolíticos) 
2u2 x 16V (ou tensão maior) 

e 1 - Capacitor (eletrolítico) 47u x 
16V 

e 1 - Capacitor (eletrolítico) 100u x 
16V 

e 1 -Capacitor (eletrolítico) 1000u 
x25V 

€1-Piaca de Ciruito Impresso 
específica para a montagem 
(10,5 x 4,5 cm.) 

€2 - Pedaços de barra de coneto- 
res parafusáveis, tipo “Sin- 
dal”, sendo um com 3 seg- 


gem simplesmente impede que o 
dito cujo tenha suas “pernas” en- 
fiadas na placa sob condição 
errônea... Observem duas coisas, 
ainda quanto ao relê: seus pinos 
são relativamente grossos (compa- 
rados aos terminais de resistores, 
capacitores, transístores, etc.), e 
assim a furação das suas respecti- 
vas ilhas deve apresentar calibre 
compatível, senão o “bicho não 
entra”... Olhando a placa pelo la- 
do cobreado (fig. 4) o “Aluno” 
logo perceberá que as ilhas desti- 
nadas a receber as conexões do 
telê são mais avantajadas, justa- 
mente para permitir uma furação 
mais “larga”... Terminadas as 
soldagens, como sempre - conferir 
tudinho “com lente”: posições, 
valores, códigos, polaridades, etc. 





mentos e um com 2. 
e -Foe solda para as ligações 


DIVERSOS/OPCIONAIS 


e - Tubinho de material opaco 
e pouco refletivo (fosco), 
para o dimensionamento 
ótico do sensor infra-ver- 
melho TIL78 - VER TEX- 
TO 

e - Cabo paralelo isolado, fino 
e longo, no comprimento 
necessário para a instalação 
remota do emissor infra- 
vermelho TIL38 - VER 
TEXTO 

e -Fonte de Alimentação, ca- 
paz de liberar 12 VCC sob 
Corrente de até 5O0OmA. 
Também pode ser usada (se 
a MP-31 for definitivamen- 

' te instalada num “ambiente 
automotivo”) a bateria do 

e 1 - Caixa para abrigar o circui- 
to, com dimensões depen- 
dentes do modelo aplicati- 
vo, instalação, etc. Even- 
tualmente o container po- 
derá até apresentar di- 
mensões que permitam. 
“embutir” a própria fonte 
de 12V, ou outras con- 
cepções a critério do mon- 
tador/instalador... 


Pelo lado cobreado, verificar se 
todos os pontos de solda estão 
“nos trinques”, e se não há fa- 
lhas, corrimentos, “curtos”, etc., 
corrigindo os eventuais defeitos 
antes de considerar o circuito 


; “pronto”... 


- FIG. 6 - CONEXÕES EXTER- 


NAS À PLACA - A placa conti- 
nua “olhada” pelo lado não co- 
breado, desprezando-se momenta- 
neamente a visualização dos com- 
ponentes “em cima”” dela, que já 
foram abordados na figura ante- 
rior... O que interessa, agora, são 
as conexões periféricas, entre a 
placa e o que está “fora dela”... 
Observar bem a polaridade da 
alimentação (convém codificar, 
como é norma, o fio do positivo 


417 


PRÁTICA 31 - BARREIRA INVISÍVEL DE SEGURANÇA 


com a cor vermelha e o do nega- 
tivo com a cor preta...), a identifi- 


cação dos terminais da Saída para . 


a Aplicação (NA-C-NF) e - prin- 
cipalmente - a correta identifi- 
cação dos terminais do par infra- 
vermelho formado pelo TIL78 e 
pelo TIL38. As letras “E” e “C” 


(no foto-transístor), indicam res-. 


pectivamente os terminais de 
emissor e coletor, enquanto que 
os signos “A” e “K” (no LED 








infra-vermelho) codificam respec- 
tivamente anodo e catodo... No- 
tem ainda que, nos “conformes” 
da instalação final, é muito 
provável que o TIL78 fique pró- 
ximo à placa (até ligado direta- 
mente à ela...), enquanto que o 
emissor de feixe infra-vermelho, 
TIL38, fique “longe” da placa, 
nesse caso ligado a ela via cabi- 
nho paralelo isolado, no necessá- 
rio comprimento (3 ou 4 metros 


| AQUI TEM LED INFRA-VERMELHO E 
FOTO-TRANSÍSTOR, ESTABELE- 
CENDO UMA BARREIRA INVISÍVEL. 


MP-31 
LADO DOS COMPONENTES 


APLICAÇÃO 





não constituirão problema...). 


O CONCEITO DA “BARREIRA 
INVISÍVEL” E A UTILIZAÇÃO 
BÁSICA DA MP-31... 


Falando agora sobre o fun- 
cionamento geral da MP-31... O 
nome BARREIRA INVISÍVEL DE 
SEGURANÇA, embora um pouco 
“pretensioso””, diz exatamente o 
que a “coisa” é: o circuito estabe- 
lece um feixe de luz não “enxergá- 
vel” (sua Frequência, no espectro 
das oscilações eletro-magnéticas 
está fora da gama de “sintonia” do 
olho humano, mais ou menos como 
uma emissão radiofônica de FM 
não pode ser captada por um rádio 
de Ondas Médias...). O feixe- bar- 
reira é emitido pelo LED especial 
(TIL38) e recebido pelo sensível 
foto-transístor TIL78... Se correta- 
mente alinhados tais componentes 
opto-eletrônicos, a barreira apenas 
continuará íntegra enquanto nin- 
guém  “atravessá-la”... Quando 
uma pessoa transitar pela dita bar- 
reira, seu corpo momentaneamente 
interromperá a livre passagem do 
feixe, entre TIL38 e TIL78... 

Através de um conjunto de 
blocos extremamente sensíveis e 
especialmente projetados para tais 
funções, o circuito então “sente” 
essa breve interrupção na barreira e 
imediatamente manifesta o senso- 
reamento através da altemância dos 
contatos reversíveis do relê de saí- 





PRONTO! 


DE NOVO AQUELA HISTÓRIA DE 
“LUZ INVISÍVEL”... BÁI 


! 
PRÁTICA 31 - BARREIRA INVISÍVEL DE SEGURANÇA 


(0) (7, 


TILTO 


/ 


da (o que estava “fechado”, abre, e 
o que estava “aberto”, fecha...). O 
circuito apresenta ainda uma pe- 
quena temporização ou “retardo”, 
de modo que mesmo sob uma 
brevíssima e momentânea inter- 
rupção (a pessoa passando corren- 
do pela barreira...), ainda assim é 
consistente a identificação da 
“quebra” do feixe... 

Com os três contatos de utili- 
zação do relê estão disponíveis, 
eletricamente, na Saída da MP-31, 
podemos (graças à boa capacidade 
de Corrente e Potência dos tais 
contatos...) acionar cargas ““pesa- 


das”, normalmente trabalhando sob | 


CA de 110V (até 1000W) ou 220V 
(até 2000W), ou sob CC (até 10A), 
tanto fazendo com que tal carga 
“ligue” para dar o “aviso”, quanto 
que “desligue””, momentaneamente, 
sob a “quebra” da barreira! 

Além disso (como veremos 
adiante...) o circuito promove uma 
espécie de “codificação” no feixe 
infra-vermelho, de modo que outras 
“fontes de radiação luminosa que in- 
cluam, no seu espectro de emissão, 
Frequências na “casa” dos Infra- 
Vermelhos (lâmpadas incandescen- 


tes comuns estão nessa categoria...) . 


não possam interferir demasiada- 
mente com o funcionamento do 
sensor, prevenindo assim instabili- 
dades ou sensibilidades errôneas ao 
conjunto... 


- FIG. 7 - O ESTABELECIMEN- 
TO PRÁTICO DA “BARREI- 
RA” - A utilização típica da 
MP-31 está diagramada na figu- 
ra... Controlar (fiscalizar...) a 
passagem de pessoas por uma 
porta é o ponto alto da aplicação: 
basta posicionar o conjunto ótico 
formado pelo TIL38 de um lado 
(ligado ao circuito “mãe” por um 
par de fios finos, conforme já foi 
sugerido) e o TIL78 (agregado 
elétrica e mecanicamente à pró- 
pria placa do circuito) do outro, 
alinhando bem o conjunto (ver 
fig. 7-B). Para que haja boa dire- 
cionalidade no alinhamento e na 
sensibilidade quanto ao feixe, 
convém entubar o foto-receptor 
TIL78 (ver 7-A), bastando para 
isso embutir o componente num 


TUBINHO 


NINGUÉM VÊ A BARREIRA, 
MAS ELA ESTÁ LÁ, MESMO 
NA COMPLETA ESCURIDÃO! 


pequeno cilindro opaco e fosco 
(obviamente com a extremidade 
frontal “aberta”, para que a luz 
invisível possa entrar...) A res- 
peito das dimensões desse tubi- 
nho, observar o seguinte: 


- Convém que seja estreito, de mo- 
do que seu diâmetro interno per- 
mita apenas “caber” o TIL78 lá 
dentro... Tubos muito largos sim- 
plesmente  anularão as  “in- 
tenções” do entubamento, de no- 
vo ““alargando”” a direcionalidade 
que se procurava “estreitar”... 

- Quanto mais longo o tubinho, 


"mais direcional fica o sistema, 


porém menos sensibilidade apre- 
sentará o conjunto (e maior difi- 
culdade prática no “encontro”” do 
ponto de alinhamento ideal...). 
Assim, o comprimento do tubo 
deve se restringir a cerca de 2 ou 
3 vezes o próprio comprimento do 
“corpo” do TIL78 entubado.-. 

- Obviamente o tubinho deve ser 








49 


SE 











opaco. Convém ainda que sua su- 
perfície interna seja fosca (não re- 
fletiva), de modo que incidências 
luminosas em ângulo também não 
possam interferir com o funcio- 
namento do foto-sensor... 


Um ponto fundamental e importan- 
te: sendo “invisível”, a barreira 
“não está nem aíf' se o ambiente, 
em sí, está iluminado ou não! Isso 
quer dizer que o sistema funciona 
tanto “no claro”” quanto ““*no escu- 
ro”, sem problemas (desde que cor- 
retamente alinhado e ajustado...). E 
mais - reafirmamos que - em qual- 
quer circunstância as pessoas não 
poderão ver a barreira (e nem, cer- 
tamente, “sentí-la”...), daí a grande 
eficiência dentro do aspecto segu- | 


rança... 


- FIG. 8 - EXEMPLOS DE UTI- 

"LIZAÇÃO DAS SAÍDAS DA 
MP-31 - Os contatos de Potência, 
para utilização do relê, estão to- 










É IMPORTANTE LIGAR 
CERTINHO O CIRCUITO Á 
SUA FONTE DE ENERGIA... 





Fig.” 


Fig.8 


50 F - | 
PRÁTICA 31 - BARREIRA INVISÍVEL DE SEGURANÇA 








pelos contatos do relé original d: 
MP-31, será necessária a interme- 
diação de um segundo relê, de al- 


ISSO! PÕE O DEDINHO AÍ, SUA (o) 
BESTA, QUE SE ESSE CIRCUITO 
FALHAR, “CÊ” TÁ FERRADO... 





NÃO FICA “AGOURANDO”, 
Q 


UEIMADINHO! EM 
APLICAÇÕES DE SEGURANÇA, 
É FUNDAMENTAL TESTAR 
MUITO BEM A INSTALAÇÃO! 





dos (os 3) disponíveis através dos 
conetores NA-C-NF (quem acom- 
panhou com atenção a já distante 
“Aula” sobre os relês - em ABC 
nº 4 - sabe o que esses códigos 
querem dizer... Vão “lá”, se já ti- 
verem esquecido...). É importante 
considerar que em situação nor- 
mal (barreira íntegra), o relê da 
MP-31 fica energizado, portanto o 
terminal NA estará, nessa con- 
dição, ligado ao terminal C, e o 
NF estará desligado do terminal 
C... Assim, para que - por exem- 


plo - uma campainha (cigarra de * 


CA) soe quando a barreira for 
rompida, devemos utilizar as Saíf- 
das NF e €C como se fossem os 
terminais de um interruptor mo- 
mentâneo para a tal campainha 
(fig. 8-A). Para funcionamento 
ininterrupto, convém que o circui- 
to seja energizado por uma fonte 
ligada à C.A., capaz de fornecer 
os necessários 12V sob 500ma. 
A ligação dessa fonte deve ser 
feita conforme diagrama 8-B... 
Em aplicações automotivas (já fa- 





SÃO MUITAS AS 
POSSIBILIDADES 
DO CIRCUITO! 









CEGA. 


FONTE 
|2v 


Fig.9 


lamos a respeito...) obviamente 
que os 12 VCC da bateria do car- 
ro podem ser diretamente aprovei- 
tados na alimentação do circuito, 
sem problemas... 


FIG. 9 - APLICAÇÕES MAIS 
SOFISTICADAS DA MP-31 - 
Não só para “vigiar portas” serve 
o circuito! É só por a imaginação 
pra funcionar (parem um pouco 
de imaginar o que vão fazer nes- 
sas férias de meio de ano, seus 
“vagáus”...) que muita coisa pode 
surgir! O diagrama dá um exem- 


“plo “nobre” de aplicação, com o 


circuito controlando, através de 
um arranjo ótico e elétrico muito 
bem feito (e testado...) o motor de 
acionamento de uma prensa in- 
dustrial, de modo que - se o ope- 
rador estiver com as mãos em 
“zona perigosa” (setor onde a 
prensa... PRENSA!), o maquiná- 
rio simplesmente “se recusará” a 
funcionar! Notem que, se o motor 
que aciona a dita prensa usar uma 
Corrente maior do que a oferecida 





Fig.10 


ta Potência, que terá a sua bobina 
controlada pelos contatos do relé 
do circuito, e seus contatos (di- 
gamos para 1004 ou 2004) co- 
mendando a energização do ditc 
motor... ATENÇÃO: a estrutura 
de aplicação mostrada na fig. 9 é 
uma sugestão prática que, se for 
levada a termo, deverá ser rigoro- 
samente testada e verificada, com 
extremo cuidado, antes de ser 
considerada funcional! NÃO 
TENTEM fazer isso em casa, 
usando o poodle da mamãe como 
cobaia e essas coisas... 


- FIG. 10 - MAIS DADOS PRÁ- 


TICOS PARA UTILIZAÇÃO 
DOS CONTATOS DE SAÍDA - 
Sempre considerando que, sob 
condição normal, o relê se encon- 
tra energizado (contato NF “des- 
ligado” de C, e contato NA ““li- 
gado” a C), ocorrendo o mo- 
mentâneo ““corte”” no relê, quando 
acontece o rompimento da barrei- 
ra, vamos a uma rápida sequência 
de exemplos práticos para utili- 
zação: 


- 10-A - A carga, para CA (110 ou 


220V, dentro dos limites de “*wat- 
tagem” indicados), ficará nor- 
malmente ligada, desligando-se 
apenas quando ccorrer o rompi- 
mento da barreira, Essa condição 
durará breves segundos, após o 
que ela (a carga) retornará à con- 
dição “ligada”... 


- 10-B - A carga (sob C.A., 110 ou 


220V), normalmente ficará desli- 
gada. No rompimento da barreira 
ela será momentaneamente ligada, 


| € - ao fim de breve tempo, retor- 


nará à condição “desligada”... 


- 10-€ - Se a carga escolhida puder 


operar sob 12VCC, nada impede 
que ela compartilhe a alimentação 
geral com o próprio circuito, 
usando-se as conexões básicas 
mostradas (para “carga ligandc 
durante o rompimento”...). Lem- 
brar que nesse caso, a fonte deve 
ser capaz de oferecer Corrente 
correspondente à soma dos 
50OCmA ““pedidos”” pelo circuito 
mais a requerida pela própria car- 
ga... Assim, se a tal carga for uma 


PRÁTICA 31 - BARREIRA INVISÍVEL DE SEGURANÇA 














buzina de carro que precisa de 3A 
para seu funcionamento, a totali- 
dade da Corrente disponível na 
fonte deverá ser de - pelo menos - 
3,5A (se for uma bateria de carro, 
tudo bem, que esse nível de Cor- 
rente ela “dá de letra'”, por breves 
momentos, sem grandes desgas- 
tes...). 


- FIG. 11 - O CIRCUITO - COMO 
FUNCIONA - O circuito da 
MP-31 é razoavelmente comple- 
xo, embora o uso dos dois Inte- 
grados tenha simplificado bastan- 
te o hard ware (para isso os Inte- 
grados existem...). Só para “dar 
um susto”, o mesmo circuito, ela- 
borado zpenas com componentes 
discretos, necessitaria de 12 a 15 
transístores, uma “porrada” de 
resistores e capacitores de aco- 
plamento, e uma “baita” placa de 
Impresso... Mas, vamos ac que in- 
teressa: a “blocagem” do circuito, 
para uma análise, “pedaço a pe- 
daço””, do seu funcionamento. O 
primeiro bloco (esquerda, no dia- 
grama) é centrado no Integrado 
555 (que estudaremos com deta- 
lhes nas próximas “*Aulas” do 
ABC...), funcionando comc osci- 
lador, cuja Frequência (nominal- 
mente em torno de 5 KHz) é di- 
mensionada pelos  resistores/ 
trim-pot/capacitor a ele anexos... 
(rever fig. 1). Como a Potência de 
Saída do 555 é considerável (para 
um Integrado...), ele pode excitar 

rdiretimente o LED infra-verme- 
lho TIL38, em pulsos de boa Cor- 
rente, o que se traduz numa 
emissão consistente de radiação, 
na referida Frequência, para for- 
mação do feixe/barreira... Na ou- 

tra “ponta ótica” da tal barreira, o 
7 primeiro elemento é o foto- 


transístor, TIL78. Este funciona . 


de modo muito semelhantes ao de 
um transístor bipolar convencio- 
nal, só que a sua Corrente de ex- 
citação de base, no caso, é “subs- 
tituída” pela própria incidência da 
radiação luminosa, externamente 


SINTONIZADO 
M sKHZz 


gerada, e que “entra” por uma 
““ianela”” (o componente é dotado 
de uma espécie de “lente”, para 
recepção e concentração da 
emissão infra-vermelha que o 
atinge...). Assim, no seu coletor 
(observar fig. 1) pulsos elétricos à 
razão de 5 KHz se manifestam, 
correspondendo à Frequêrcia de 
emissão do TIL38, “lá”” grudado 
ao 555... Esses sinais são ainda 
muito tênues para bom aproveita- 
mento e assim precisamos de uma 
boa amplificação, coisa que é fei- 
ta pelo bloco centrado no Integra- 
do 741, arranjado em amplifica- 
dor C.A. de elevado ganho, e em 
cuja rede de realimentação (ver a 
“Aula” teórica, lá no começo da 
Revista...) inserimos um arranjo 
RC  (resistores/capacitor) cujos 
valores permitem “filtrar” ou se- 
lecicnar a Frequência de 5 KHz 
como aquele na qual o amplifica- 


- dor mostra o maior poder de am- 


plificação! Isso faz com que, até 
certo ponto, o circuito “ignore” 
manifestações de outras Frequêr- 
cias, reduzindo as possibilidades 
de interferências... 
grandemente amplificado, o sinal 
de 3 KHz é entregue a uma rede 
retificadora, formada por dio- 
dos/resistor/capacitores eletrolíti- 
cos, que transforma os pulsos 
num rível CC mais ou menos 
estável, suficiente para manter O 
transístor driver (BC548 - ver fig. 
1) devidamente “ligado... Como 
este traz, no seu coletor, a carga 
representada pelo relê (a bobina 
do dito relê...), enquanto o sinzl 
de 5 KHz estiver presente (em cu- 
tras palavras: enquanto nada in- 
terromper o feixe ótico entre o 
TIL38 e o TIL78...), o tal relé 
permanecerá energizado. Quando, 
porém, o feixe for momentanea- 
mente “cortado” (por que alguém 
“entrou na frente”, rompercc a 
barreira...), O sinal de 5 KHz dei- 
xa de ser recebido pelo TIL78, 
com: o que o 741 não tem “nada” 
para amplificar, a rede retificado- 


Depcis de . 










“Ér SEMPRE NÓS, 
NA MAIORIA DOS CIRCUITOS! 


ra rapidamente “perde” o seu ní- 
vel CC de saída. Sem: polarização 
de base, o transístor driver ““des- 
liga”, fazerdc com que o mesmo 
ocorra com o relê, « que se reflete 
na inversão dc chaveamento de 
saída (ccntatos de utilização do 
relê...) e consequente alternância 
da condição de energização da 
carga final, controlada pelo relê... 
Voltando um pcuco à fig. 1, no- 
tem que embora os dcis blocos 
fundamentais (555 e conjunto 
emissor dc feixe, e 741 com o 
conjunto receptor do feixe, anexo 
à chave de Potência) sejam ali- 
mentados por fonte única, para 
que não ocorram mútuas inter- 
ferências, as linhas “reais” de 
alimentação dos blocos são devi- 
damrente desaccpladas (“isola- 
das””) pela presença de um diodo 
1N4001 (ver ao alto, no centro dc 
“esquema”...) que “separa” ele- 
tricamente a energia de alimen- 
tação dos docis blocos, ajudado 
pela presença de capacitores ele- 
trolíticos de filtro e armazenamen- 
to individuais (47u para o 555 e 
“região”, e 100u para o 741 “e 


“ turma”...). O transístor driver e o 


relê, como lidam: com considerá- 
veis Potêrcias finais (ainda que a 
nível de bobina, sem considerar 
aqui a ação sobre a aplicação, que 
é totalmerte independente, em 
termos elétricos...) podem ser 
alimentados diretamente pela fon- 
te fonte geral de 12V, preventi- 
namente (não “'sabemcs” as con- 
dições reais de riple e ce im- 
pedância da tal fonte...) desaco- 
plada pelo eletrolítico de alto va- 
lor - 100Cu. 





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