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Full text of "Coleção ABC da Eletrônica"

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- MAIS UMA IDÉIA, COMPLETAMENTE “MASTIGADA”, | 
PARA VOCÊ COMEÇAR SUA “FABRIQUETA” DE «na 
PRODUTOS ELETRÔNICOS! | O a ICE RIGOR 


TEORIA: (2222727227 222277277 77707 07777777 
(Aprenda, fácil, fácil...) 


OS CIRCUITOS INTEGR RADO (ER a RR | LUES (Saiba o que é preciso saber...) 
IN ITEGRA DIOS Dj: 


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PPPLITNS TÍDIPNC APLIC 
CIRCUITI ») EE ILUU do ed Ai IG 







POTÊNCIA PARA e ae | | | 
S -0 - ARQUIVO TÉCNICO: “DE CABO A RABO”, CIRCUITOS PRÁTICOS 
ISCRE- - DE AMPLIFICAÇÃO DE ÁUDIO COM INTEGRADOS! (DESDE UMA 
0- “CAQUINHA” DE MILIWATTS, ATÉ UMA “PORRADA” DE 
WATTS...) 


- TRUQUES & DICAS: DADOS IMPORTANTES E PRÁTICOS SOBRE 
AS “LAPELAS” DE DISSIPAÇÃO DO “IPAS” - OS CABOS 
BLINDADOS (MONO E ESTÉREO) 


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NA PRESENTE “AULA 
EXPLICAMOS OS MEUS 
“PRIMOS MAIS BEM 
DOTADOS”... OS INTEGE. 
AMPLÍ FICAPORES DE AUD 
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MINI-SIRENE DE POLICIA AUTOMATICA 


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q RESPOSTAS, CONSULTAS, SUGESTÕES E “ POSSE) (, EraDOPIRES FERREIRA 


Rua Xavantes, 40 Ap. 302 


IDÉIAS DO LEITOR E PARAOLEITOR... JW Casa Amarela * 





CEP 52070 - Recife - PE - Brasil 
Tel.: 268-4659 





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aprom 


EDITORA 








ema 


EMARK ELETRÔNICA 


Diretores 
Carlos W. Malagoli 
Jairo P. Marques 
Wilson Malagoli 


Diretor Técnico 
Bêda Marques 


Colaboradores 
José A. Sousa (Desenho Técnico) 
João Pacheco (Quadrinhos) 


Publicidade 
KAPROM PROPAGANDA LTDA. 
(011) 223-2037 


Composição 
KAPROM 


Fotolitos de Capa 
DELIN 
(011) 35-7515 


Foto de Capa 
TECNIFOTO 
(011) 220-8584 


Impressão 
EDITORA PARMA LTDA. 


Distribuição Nacional c/Exclusividade 


DINAP | | 


Distribuição Portugal 
DISTRIBUIDORA JARDIM LTDA. 


ABC DA 
ELETRÔNICA 
(Kaprom Editora, Distr. e Propa- 
ganda Ltda - Emark Eletrônica 
Comercial Ltda.) - Redação, Admti- 
nistração e Publicidade: 
Rua Gal. Osório, 157 
CEP 01213 São Paulo - SP 
Fone: (011) 223-20837 


EDITORIAL 


Com a presente “Aula”, atingimos um importante “degrau” no cronograma do nosso 
“Curso”, já que a partir da próxima Revista ABC entraremos (ainda dentro do assunto 
genérico “OS INTEGRADOS...) no fascinante campo dos DIGITAIS, um tema que abran- 
ge as bases de tudo o que há de mais moderno nos aplicativos eletrônicos (informática, 
computação, video-games e o “diabo”, são todas áreas de aplicação centradas nos Inte- 
grados DIGITAIS...)! 


O Leitor/“Aluno”, contudo, sabe que o “Curso” é organizado numa forma (toda pecu- 
liar, é verdade...) obrigatoriamente sequencial, de modo que as bases de qualquer abor- | 
dagem feita nas “Aulas”, sempre se alicerçam nos ensinamentos mostrados em “Lições” 
anteriores... Muito raramente “atropelamos” o cronograma, com algumas inevitáveis in- 
serções de “assuntos futuros”, e que serão abordados em profundidade no devido tempo... 


Dessa forma, simplesmente não há como acompanhar com bom rendimento (e pleno 
entendimento...) - por exemplo - a “Aula” nº 19 ou 20, sem antes ter cumprido a sequência 
de informações Teóricas e Práticas de todas as Revistas anteriores...! Embora certamente 
FÁCIL, a moderna Eletrônica exige alguns embasamentos para que o interessado possa 
por ela transitar com certa desenvoltura... Como sempre tem gente nova chegando à “tur- 
ma”, recomendamos com insistência que todos aquele que “pega o bonde andando” DE- 
VE procurar obter os exemplares correspondentes às “Aulas” anteriores do “Curso”, desde 
o nº 1 (recentemente a KAPROM EDITORA promoveu a reimpressão das primeiras “Aulas” 
do ABC, que já se tinham esgotado, justamente para atender aos solicitantes de números 
atrasados...) até a “Aula” imediatamente anterior âquela na qual o Leitor/“Aluno” iniciou a 
aquisição do ABC... 


Notem que essa é uma condição praticamente OBR IGATÓRIA, uma vez que não está 
nos nossos planos fazer “revisões” ou “relançamentos” (no máximo, a reimpressão de 
Exemplares/“Aulas” esgotados - e a maioria deles está com seus estoques “no finzi- 
nho” ...). 


No mais, aos “Alunos” veteranos e também aos calouros, desejamos uma boa “au- 
la”,.. Aproveitem bem os ensinamentos valiosos do presente Exemplar e mantenham a 
vontade, a participação e o interesse, unicas formas de realmente se aprender alguma coi- 
sa (mesmo tão fascinante quanto a Eletrônica...). 


O EDITOR 


». MENOS EU! 
QUERO MAIS É QUE 
VOCÊS SIFU... 


NÓS, OS BONEQUINHOS DO ABC, 
ESTAREMOS AQUI AJUDANDO 
VOCÊS A ENTENDER AS LIÇÕES...! 





SS e mm 


E vedada a reprodução total ou parcial de textos, artes ou fotos que componham a presente 
Edição, sem a autorização expressa dos Autores e Editores. Os projetos eletrônicos, experiências 
e circuitos aqui descritos, destinam-se unicamente ao aprendizado, ou a aplicação como hobby, 
lazer ou uso pessoal, sendo proibida a sua comercialização ou industrialização sem a autorização 
expressa dos Autores, Editores e eventuais detentores de Direitos e Patentes. Embora ABC DA 
ELETRÔNICA tenha tomado todo o cuidado na pré-verificação dos assuntos teórico/práticos aqui 
veiculados, a Revista não se responsabiliza por quaisquer falhas, defeitos, lapsos nos enunciados 
teóricos ou práticos aqui contidos. Ainda que ABC DA ELETRÔNICA assuma a forma e o conteúdo 
de uma “Revista-Curso”, fica claro que nem a Revista, nem a Editora, nem os Autores, obrigam- 
se a concessão de quaisquer tipos de “Diplomas”, “Certificados” ou “Comprovantes” de aprendi- 
zado que, por Lei, apenas podem ser fornecidos por Cursos Regulares, devidamente registrados, 
autorizados e homologados pelo Governo. 




























à IMENSA E HETEROE 





ENA FAMILIA DOS 
LINEARES NÃO FICA POR, AQUI, COM 
A LIÇÃO SOBRE 08 C.1.6 AMPLIFICADORES DE | 
POTÊNCIA PARA AUDIO ...! 












EU 
ESTAREI NA 
PRÓXIMA 
AULA 


EXISTEM MUITOS OUTROS INTEGRADOS “PEDICAPOS! | 
CRAAPOS PARA FUNÇÕES ESPECÍFICAS, COMO 08 
PARA APLICAÇÕES MUSICAIS ... 






ÍNDICE - ABC -19] 


PAGINA 


=. 


03 = OS CIRCUITOS INTEGRADOS | 


(PARTE 6) 
TEORIA OS CIRCUITOS INTEGRADOS 
| “DE POTÊNCIA P/ 


AMPLIFICAÇÃO DE AUDIO 







OUTROS ESPECIAIS PARA À CONTAGEM E INDICAÇÃO 
PO TEMPO , UTILIZADOS EM RELOGIOS E CRONÔ - 











17 = CARTAS 


ss 21= TRUQUES E DICAS 
DADOS SOBRE DISSIPAÇÃO 
INFORMAÇÕES Ô 
33- ARQUIVO TÉCNICO 
OS INTEGRADOS DE ÁUDIO 
NOVA SEÇÃO 























[ MUITOS DESSES INTEGRADOS ESPECIAIS SÃO “HÍBRIDOS 
É EMBUTINDO, TÉCNICAS DIGITAIS E LINEARES /ANALÓSI- | 
CAS! EVENTUALMENTE, QUANDO SURGIR A OPORTUNI- 


» 
, 


4 
A WU 





38 = PGD PRA GANHAR DINHEIRO 
CONVERSOR DE 12VCC 
PARA 6 OU 9VCC 











MINI-SIRENE DE 
POTÊNCIA AUTOMÁTICA 


46- 





50= TEMPORIZADOR DE 
UTILIZAÇÃO TELEFÔNICA 





TEORIA 11 











Os Circuitos 
Integrados - 6 


OS CIRCUITOS INTEGRADOS DE POTÊNCIA, 
PARA AMPLIFICAÇÃO DE AUDIO 





No início dessa atual fase do nosso 
“Curso” (““Aulas”” sobre os Circuitos 
Integrados, das quais estamos no 6º está- 
gio...) explicamos a grande “divisão” 
que se faz, a nível de “famílias”, entre 
os Integrados, colocando de um lado os 
DIGITAIS e do outro os LINEARES... 
Entre os LINEARES, um grupo muito 
importante em termos aplicativos fi- 
nais, é o formado pelos INTEGRADOS 
AMPLIFICADORES DE ÁUDIO, DE 
POTÊNCIA, objeto da presente 
“Aula”... 


A maioria dos Integrados de Potência 
para Áudio é formada por componentes 
(entenda-se aqui, por “componentes”, 
todo e qualquer Circuito Integrado, em 
bora eles - como sabemos - sejam na 
verdade inteiros blocos circuitais, for- 
mados por dezenas, centenas, ou mesmo 
milhares, de reais componentes, inter- 
nos...) específicos, com características e 
parâmetros muito próprios e que direcio- 





nam ou ““dedicam”” a sua aplicação a 
determinados tipos e parâmetros de cir- 
cuitos aplicativos... 

Um ponto a considerar, desde o início, 
é que (salvo algumas poucas exceções, 
Integrados considerados mais ou menos 
“universais””...) a maioria dos compo- 
nentes desse grupo dos LINEARES não 
admite equivalências, ou seja: cada fa- 
bricante “*cria”” seus próprios “'mode- 





los”” internos e externos de Integrado 
para tais funções, dá-lhe um ““nome/ 
código”” específico e pronto... Assim, 
num circuito onde originalmente encon- 
tramos (num exemplo hipotético...) O 
Integrado de Potência para Áudio 
'XYZ123'", muito dificilmente 
poderíamos substituí-lo por qualquer 
outro componente, devido a inevitáveis 
incompatibilidades na pinagem, nos 
parâmetros, na organização da circuita- 
gem externa de '“apoio”” (polarizações, 
acoplamentos, desacoplamentos, etc.). 
Assim, ainda mais do que ocorre com 
Os outros grupos, sejam nas ''famílias”' 
dos LINEARES, seja entre os DIGI- 
TAIS, o usuário apenas pode “transitar” 
com certa desenvoltura no campo dos 
Integrados de Potência para Áudio, a 
partir da posse de consistentes dados, 
parâmetros, características e limites, 
exclusivamente fornecidos pelos própri- 
os MANUAIS DO FABRICANTE... 
Uma saída prática para tal problema, está 
nas chamadas “TABELAS TÉCNI- 
CAS”, que são livros um pouco mais 
abrangentes, relacionando aparências, 
pinagens e parâmetros de centenas de 
componentes, provenientes de vários fab- 
ricantes... Esses ''super-manuais””, con- 
tudo, são caros, quase sempre fora do 
alcance financeiro imediato do iniciante 
(embora quem pretenda se tornar um 
técnico especializado no assunto - Áudio 
- tenha que amealhar, mais cedo ou mais 


“tarde, uma boa “'coleção”” desses ““su- 


per-manuais”"...). Também nas Revistas 
de divulgação ou de ensino da Eletrônica 
(como ABC e a nossa “irmã mais 
velha””,a APE...)oLeitor/'' Aluno” pode 
recolher (e colecionar...) importantes 
dados referenciais para uso futuro, nesse 
campo dos Integrados de Potência para 
Áudio... 


O 





ABC DA ELETRÔNICA 3 





TEORIA 11- OS CIRCUITOS INTEGRADOS (PARTE 6) 





À nível puramente técnico e funcio- 
nal, os Integrados de Potência para Áu- 
dio (daqui pra frente, de modo a simpli- 
ficar as coisas, chamaremos esses 
“bichões”” de.. IPA...) seguem as mes- 
mas estruturas teóricas de funcionamen- 
to dos seus companheiros de “família”, 
os Amplificadores Operacionais, já vis- 
tos em “ Aulas” anteriores do ABC... As 
únicas diferenças dizem respeito justa- 
mente à sua Potência (níveis de Tensão/ 
Corrente manipuláveis) e à sua relativa 
“especialização””, ou seja: são criados 
especificamente para trabalhos de am- 
plificação de Áudio e assim não podem 
- normalmente - ser usados para outras 
funções, como controles industriais, 
instrumentação, etc. 


Dessa forma, a presente “* Aula”” en- 
fatizará aspectos nos quais os IPAs se 
diferenciam dos seus “'companheiros”” 
LINEARES (e, eventualmente, a título 
ilustrativo, nos aspectos em que eles “se 
parecem” com os demais, ''mais “fra- 
quinhos”” e menos especializados...). 

O tema é amplo, e não teria como 
“nascer emorrer”” totalmentena presen- 
te “Aula” do ABC... Assim, daremos 
uma idéia bastante geral sobre o assunto, 
e prometemos voltar a abordá-lo, sempre 
que.a situação, o cronograma ou a cir- 
'cunstância do nosso “*Curso”” o exigir... 
Assim, a presente “Lição” TEÓRICA 
será, na verdade, mais uma abordagem 
PRÁTICA, sem muitas fórmulas ou cál- 
culos que- de qualquer maneira - estari- 
am muito vinculados aos próprios dados 
técnicos individuais dos componentes, 
coisa que não faz parte - em tese - da 
filosofia de ABC (isso aqui é uma ““Re- 
vísta””, não um “Manual de Componen- 
tes 5). 


- FIG. 1 - A REPRESENTAÇÃO DOS 
IPAs NOS “ESQUEMAS” - Em sua 
essência, os IPAs são “Integrados Am- 
plificadores””, e assim convencionou-se 
representá-los nos diagramas de circui- 
tos através da estrutura em forma de 
triângulo (igual à adotada para os Ampli- 
ficadores Operacionais, feito o 741, já 
estudados...). Suas conexões básicas, ou 





REVEJAM 
A “AULA” 
SOBRE 
O “741º... 


SINAL NO 





SPLIT 


acessos essencias, são (ver fig. 1-A) pelo 
menos um terminal de Entrada (E), pelo 
menos um de Saída (S) e mais dois 
terminais para a alimentação (''+'" e 

% Notem que é possível, dependendo 
de condições específicas de desenho e da 
própria complexidade do “esquemas”, 
encontrar os IPAsrepresentados de outra 
forma (que não o tradicional triângulo 
estilizado dos amplificadores...), às ve- 
zes como blocos quadrangulares (''cai- 
xas””) ou outros “formatos” de desenho 
representativo... Assim, é sempre bom 
usar o raciocínio na interpretação dos 
diagramas que contenham Integrados 
desse gênero, analisando visualmente o 
“esquema” de modo a corretamente 
interpretar seus símbolose significados... 
O arranjo circuital básico de um IPA, na 
sua utilização prática, é mostrado na fig. 
1-B, devendo o Leitor/'* Aluno”” obser- 
var que é convencional fazer coincidir, 
eletricamente, a linha de “'terra”” do 


“TERRA"DE 


RAMO CENTRAL 
(ZEROVOLT) 
DA ALIMENT. 











É UM RAMO MUITO 
IMPORTANTE DA 
NOSSA "FAMÍLIA" 

DOS LINEARES! 


(F) ALIMENT. 





á 
“TERRA"DE SINAL 
COINCIDINDO C/ O 

NEGATIVO DA ALIMENT. 


FIG. 1 











sinal (geralmente comum à Entrada e : 
Saída...) com a linha do negativo d. 
alimentação. Existem exceções à ess: 
regra, fiquem atentos, porém - de mod: 
geral - essa é a estrutura adotada... 


- FIG. 2 - IPAs ESTRUTURADO: 
COMO AMP.OPs...- Não é incomum 
também, que a estrutura interna dos IPA 
seja feita em arranjo muito parecido con 
os dos Integrados Amplificadores Ope: 
racionais (revejam as “ Aulas”” 15 e 16...) 
com única diferenciação no âmbito d. 
Potência (Corrente/Tensão) manejáve 
(que-obviamente - nos IPAs é substan 
cialmente maior...). Nesses casos, o com 
ponente é normalmente dotado de dua 
Entradas, distintas e simétricas quanto 
sua “polaridade”... Tais Entradas (com: 
num 741 “da vida””...) são, respectiva 
mente INVERSORA e NÃO INVERSO 
RA, o que gera a automática possi 
bilidade da Saída '“'“excursionar”' 


eee 
Des EL RT TO E E 50 TT 


4 ABCDA ELETRÔNICA 


4: 





TEORIA 11- OS CIRCUITOS INTEGRADOS (PARTE 








É MENTIRA! ESSAS 
PERNAS NÃO SERVEM 
PRA NADA... 


TERMINAIS E ACESSOS EXTRAS 


e OFF SET 

º CONTROLE DE GANHO 
ºCONTROLE DE FAIXA TONAL 
º DESACOPLAMENTO, ETC. 


LÁ DENTRO 
TEM UM MONTE 


EXEMPLOS 


LM 380N-8 
TDA 7050 
TDA 7052 





em Tensão, “para baixo” ou “para 
cima”” de um referencial de “'zero volt”, 


“ou de ““terra””... Tal estrutura embute a 


necessidade (ou, pelo menos, a possibi- 
lidade...) de se usar alimentação simétri- 
ca (split), em ““formato” muito parecido 
ao utilizado com os Operacionais 
(CAula”” 16). Observar, então, que o 


arranjo circuital aplicativo básico, nesse 
caso, inclui duas entradas("E"+ e "E"-), 
e uma Saída (S), sendo esses três acessos 
referenciados a uma única linha de '“ter- 
ra””, correspondente ao ““meio”” da ali- 
mentação ““dividida”” em dois blocos de 
igual Tensão (Vl e V2)...Não se es- 
queçam que um sinal aplicado à entrada 
NÃO INVERSORA (E+) “aparece” na 
Saída (S) amplificado, guardando ames 
ma polaridade com a qual foi introduzi- 
do, enquanto que um sinal aplicado à 
Entrada INVERSORA (E-) surge na Saí- 
da (S) amplificado, mas com polaridade 
invertida com relação àquela com a 
qualfoi introduzido (de novo, revejam 


EXEMPLOS 


LM 380 
TDA 7053 
TBA 820 


14" PIS API DO:: 04 "6 
atim visa 
1 


VISTO POR 
CIMA 


o % mm 
mB 
3 4 


Z 
E) 





2 


a'' Aula”” sobre o 741, para entender o 
assunto, se já tiverem “'esquecido””...). 


FIG. 3- OS “OUTROS'” TERMINAIS 
E “PERNAS” DOS IPAs... - Isso tam- 
bém ocorre nos Operacionais, mas a alta 
“especialização ' dos IPAs, faz com que 
neles seja praticamente inevitável a 
existência de vários pinos "extras" (fora 
aqueles básicos, mostrados nas figuras 1 
e 2...) correspondentes a terminais ou 
acessos para controles os mais diversos: 
off-set (ajuste do equilíbrio ou “'zera- 
mento” da Tensão de Saída, em con- 
dição “sem sinal””, na Entrada...), con- 
trole de ganho (redes de realimentação, 
externamente montadas - geralmente a 
partir de resistores - de modo a determi- 
nar com precisão o fator de amplificação 
pretendido), controle de faixa tonal de 
“nassagem”” (também através de redes 
externas - geralmente tipo RC, com re- 
sistores e capacitores - para determinar 
as faixas de Frequências de Áudio que o 


IPA deve - ou não deve - amplificar. 
desacoplamentos (filtragem e atenuaí 
de interferências via linhas de alim: 
tação, etc.). Assim, não se ''espanter 
com o (às vêzes...) elevado número 
“pernas” presente em alguns IPA 
Todas têm sua razão de ser, mas apei 
um Manual específico poderá indicai 
funções individuais dos pinos... 


- FIG. 4 - ENCAPSULAMENTO Di 
IPAs NÃO MUITO POTENTES... - 
termo ““de Potência”” é, obviamente, 
lativo, já que, no jargão de Elet 
Eletrônica, a Potência, medida « 
Watts, não é mais do que o produto 
Tensão (em Volts) pela Corrente (« 
Ampéres). Assim, um circuito ou co 
ponente submetido a - por exempl 
0,5V e que, sob tal ''voltagem””, perm 
o trânsito de uma Corrente de 0,01 
estará manejando uma POTÊNCIA 
0,005W (cincomilésimos de Watt). Ve 
então, que “POTÊNCIA” nem sempr 
sinônimo obrigatório de ... FORC 


GRANDE... | 
Assim, existem Integrados “'de Pot 


cia” para Áudio, capazes de mane 
“wattagens * máximas considerav 
mente baixas ou moderadas, sem q 
com isso percam a classificação de IPA 
Nesses casos (como em Eletro-Eletrô 
ca o tamanho físico das peças é ine 
tavelmente proporcional às Tensõ 
Correntes e Potências que manejem. 
os IPAs podem vir encapsulados « 
embalagens de modesto tamanho, « 
nada diferentes (externamente) às c 
Integradinhos digitais ou amplificado: 
operacionais comuns (geralmente 1 


' DIL de 8a 16 pinos...). A figura mos 


alguns exemplos práticos, incluindo IP 
de & pinos e de 14 pinos, com se 
respectivos códigosidentificatórios, be 
como as “instruções visuais” para cc 
tagem (numeração) dos pinos (sem 
em sentido anti-horário, vista a peça F 
cima, e a partir da extremidade que cc 
tém uma marca - chanfro, ponto ou rt 
salto...). Os códigos relacionados 

exemplo incluem IPAs capazes de lib: 
ar em Áudio, Potências que vão des 
algumas dezenas de miliwatts, até algu 
watts... Se (e quando...) cada um del 
for utilizado em algumas das noss 
“Lições” Práticas, os parâmetrose pir 
gens serão devidamente detalhados... 








ABC DA ELETRÔNICA 


” 





TEORIA 11- OS CIRCUITOS INTEGRADOS (PARTE 6) 





PARECEM 
TRANSISTORES COM 
UM "MONTE" DE 
PERNAS, MAS SÃO 
INTEGRADOS! 


LIGADO 
ÃO PINO 3 





EXEMPLOS 


DA 2002 
TDA 2003 
TDA 2020 


EXEMPLO 
VISTO PELA 


BASE 
Ne E BASE 


FIG. 5 
















ISSO É UM 


PENTE OU UM 
COMPONENTE? 


LIGADO 
ÃO PINO 6 





VISTO PELA 








FIG. 5 - IPAs DE MÉDIA POTÊNCIA 
- ENCAPSULAMENTOE DETALHES 
- Na faixa de Potência que vai de apro- 
ximadamente 5 W até uns 20W, o encap- 
sulamento mostrado na figura é bastante 
comum, com o componente parecendo 
(em formato e tamanho...) com um mero 
transístor de Potência, porém geralmente 
dotado de pelo menos “*pernas””... Ob- 
servem uma característica ''mecânica”” 
quase universal nos IPAs dessa catego- 
ria/encapsulamento, que é a disposição 
alternada, em “'zigue-zague”” dos pinos - 
(quando olhados pela base da peça...). 
Notar ainda que é possível encontrar tais 
IPAs contendo alguns dos seus terminais 
alternados apresentando uma “*dobra”” 
ou “joelho” (““truque”” usado para faci- 
litar o correto espaçamento entre os ter- 
minais...). A contagem/numeração das 
“pernas” é convencionalmente feita da 
esquerda para a direita, olhando-se o 
componente pela base, e tendo sua lapela 
"* metálica externa de dissipação voltada 
para baixo. Falandona tal ““lapela”” (tam- 
bém chamada de ““aba””...) metálica ex- 
terna, ela costuma estar presente nos 
Integrados de Média ou Alta Potência, e 
destina-se ao acoplamento térmico de 
dissipadores de alumínio, os quais pro- 
movem uma ““via de saída”” para o calor 
internamente gerado no componente... 
Quase sempre, tais abas são eletrica- 
mente ligadas, “por dentro” da peça, a 
um dos terminais, conforme indica a 
“Jegenda na figura (mais detalhes sobre 
isso, em outra Seção da presente 
“Aula: o): a 


- FIG. 6 - IPAs DE GRANDE POTÊN- 
CIA - Conforme já dissémos, é ine- 
vitável que, quanto maior a Potência 
manejada, maior seja também a própria 
peça, fisicamente... Mais ou menos de 
10W ““para cima'',o encapsulamento 
mostrado torna-se frequente (ou algu- 
mas variações do ''modelo'' do dese- 
nho, eventualmente com número dife- 
rente de ““permnas”” e uma ou outra dife- 
renciação pequena, no formato/tama- 
nho...). Um''corpo” encapsulado em 
epoxy cinza ou preto, uma lapela metáli- 
ca de tamanho compatível, pinos geral- 
mente alternados em''zigue-zague” 
(recurso inevitável para se botar tantas 
“pernas” em espaços tão exí- 
guos...), sempre contados/numerados da 
esquerda para a direita, vista a peça pela 
sua base, aba metálica para baixo... De 
novo, notar que a aba metálica externa 


TBA BO0 
TBA 810 





ABERTAS | Ea 


costuma fazer contato elétrico direto con 
um dos pinos (geralmente o correspon 
dente ao negativo da alimentação...). 


- FIG. 7 - OUTROS ENCAPSULA 
MENTOS DOS IPAs...- Alémdas cas 
cas” mostradas nas figs. 4, 5 e 6, existen 
alguns outros ''modelos”” de encapsula 
mentos/pinagem para os IPAs. A figur. 
mostra um desses modelos alternativos 
dotado de *“asas”” metálicas laterais par. 
o acoplamento termo-mecânico de dissi 
padores externos, e com terminais qua: 
in line, ou seja: em linha “quadrupla” 
já que, embora dispostos filas em amba 
as laterais da peça, são ''zigue-zaguea 
dos” através de dobras ou “joelhos” d 
modoque, alternadamente, alguns ficar 
voltados “'para dentro”” e outros “par 
fora”, ao longo do “'corpo”” do IPA. 
Notem que, nesses casos, a contagem, 


ALGUNS SÃO 
MEIO 
ESQUISITOS, 
MAS SÃO 
TODOS MEUS 
PRIMOS... 










FIG. 7 











6 ABC DA ELETRÔNICA 


nf AACS A SENSE RITA 5 É SOUZA O dp e E A VR 
| TEORIA 11- OS CIRCUITOS INTEGRADOS (PARTE 








numeração dos pinos é feita como nos 
DIL convencionais, em sentido anti- 
horário, a partir da extremidade marca- 
da, olhando-se o componente pelas ““cos- 
tas"... As ““asas”” metálicas, também 
quase sempre, fazem contato elétrico 
com o próprio pino do negativo da ali- 
mentação (às vêzes elas são o “pino do 
negativo””...). 


MANUAIS, LISTAS 
DE PARÂMETROS 
E CARACTERÍSTICAS 
ELÉTRICAS 


0000000000 000000060606 


Os IPAs, dentro os LINEARES, cons- 
tituem (como dissémos no início...) um 
grupo de Integrados destinado sempre a 
aplicações e a arranjos circuitais muito 
específicos (principalmente a nível de 
parâmetros ou limites de funcionamen- 
to...). Dessa forma, o usuário simples- 
mente “não tem saída””: precisa de Man- 
uais, Listas de Características, Tabelas 
de Parâmetros, essas coisas, sem as quais 
(e mais o conhecimento ““físico”” dos 
componentes, sua identificação de pina- 
gem, etc., conforme mostrado nas figu- 
ras anteriores...) não há como aplicar 
com segurança tais componentes! 


A seguir, para familiarizar o Leitor/ 


““Aluno”” com tais aspectos, vamos dar . 


importantes “dicas” práticas e exem- 
plos convencionais, de modo que se tome 
mais fácil, no futuro, interpretar 
taisdados essenciais no que se refere a 
quaisquer IPAs com os quais houver a 
necessidade de lidar... 


- FIG. 8 - COMO É ORGANIZADO, 
CONVENCIONALMENTE, UM 
“QUADRO DE PARÂMETROS” - 
Imaginando um IPA hipotético, a TABE- 
LA da fig. 8 mostra como é organizado 
um quadro de dados, da forma apresen- 
tada nos Manuais dos Fabricantes ou 
Genéricos... Quase todos os dados elétri- 
cos e limites essenciais, são apresenta- 
dos em três colunas, representativas do 
mínimo, típico e máximo valor ou 
parâmetro para cada tópico... Analise- 
mos o quadro hipótetico da figura: 

- À Tensão de alimentação do nosso IPA 
deve ser, preferencialmente, de 12V, 


- podendo, contudo, situar-se na realidade 
entre um mínimo de 9V e um máximo de 


18V. Depreende-se que, alimentado com 
menos do que 9V o dito IPA não funci- 
onará corretamente, e com mais do que 
18V poderá “queimar”... 

- O fator de amplificação (ganho) que se 
pode esperar do IPA hipotético, é de 50 
(havendo uma tolerância industrial, que 
vai de um mínimo de 40 até um máximo 
de 60...). Essa indicação, normalmente, 
corresponde ao ganho que se pode 
parametrar, através da realimentação 
extema calculada, via valores específi- 
cos de resistores acoplados a pinos espe- 
ciais, ou meramente entre a Entrada e a 
Saída (como nos 741 “'da vida””...). 

- À sensibiliade de Entrada é também um 
parâmetro importante, para a escolha do 
IPA em função da aplicação final... No 
caso do exemplo, o IPA apenas poderá 
oferecer, na sua Saída, sua máxima Potên- 
ctanominal, seo nível de Tensão do sinal 
de Entrada alcançar 0,5V. Trata-se de 
um parâmetro “auto-limitativo””, ou seja: 
com um sinal de Entrada substancial- 
mente menor do que 0,5V, não podere- 
mos obter a Potência nominal máxima 


do IPA na sua Saída, e comum sinal 
Entrada substancialmente maior do « 
0,5V , não teremos amplifica 
LINEAR pelo fator de ganho, ou s 
resultará num som distorcido... 
- À primeira vista, o parâmetro/lim 
mais IMPORTANTE, seria o referen 
POTÊNCIA máxima, em watts, qu 
IPA é capaz de liberar na sua Saíd 
Notar, porém, que tal parâmetro é se 
pre dependente ou relacionado cor 
Tensão de alimentação e outros dados 
características do próprio IPA ou do « 
cuito aplicativo onde o dito cujo vá 
utilizado... 
- Um dado também IMPORTANTE. 
CORRENTE DE PICO requerida p: 
IPA, sob condições de funcionamentk 
Esse valor representa a máxima Cx 
rente momentânea a ser “puxada” 
fonte de alimentação e serve - obv 
mente - para gabaritar o próprio proj 
da dita fonte... No caso donosso hipoté 
co IPA, sua fonte deve ser plenamei 
capaz de oferecer pelo menos os 2, 
indicados... Se isso não ocorrer, 1 
instantes em que a ''Wattagem”” sol 
instantaneamente (por uma passagé 
mais ““forte””, num exemplo, do sir 
musical que está sendo amplificado.. 
ocorrerá inevitável distorção por “ins 
ficiência”” de energia disponível pars 
componente...! 
- Outro item importante, é a TEMPER 
TURA máxima de operação... Atrav 
de tal parâmetro podemos avaliar se n 
estamos “forçando a barra”” quanto 
outros limites do IPA (Tensão de alime 
tação, Potência de Saída, etc.). Ser 
também - obviamente - para avali 
“quanto” será preciso de dissipaç 
externamente providenciada (via radi 
dores de alumínio acoplados à lape 
metálica do componente...). 
- Indicativos de Proteções automátic 
internas (como o ítem “*Proteção Cont 
Curto””, no quadro/exemplo) també 


- São Importantes a nível de projeto... N: 
é incomum que os modernos IPAs seja 
dotados de proteções automáticas cont 
“curtos” na sua Saída, contra sobr 
Tensão na alimentação e contra excess: 
vo aquecimento... Nesses casos, mód 
los específicos internos ““forçam”” o IP 
a se ““re-parametrar””, sozinho, de m 
doa conter os eventuais excesso 














ABC DA ELETRÔNICA 


PRQ E PS PN DOORS 1 UR 1 1 OPS a e SS 7 


TEORIA 11-08 CIRCUITOS INTEGRADOS (PARTE 6) | 
O O RR 


(que, de outra forma, ““queimariam” o 
Integrado...). Os IPAs dotados dessas 
“seguranças” internas são, obviamente, 
mais confiáveis e menos sujeitos a danos 
(alguns são quase ““inqueimáveis'*, mes- 
mo se manejados por projetistas ou 
experimentadores 'desastrados”* ou pou- 
co preparados, tecnicamente...). 


Além dos itens ou tópicos exemplifi- 
cados no quadro da fig. 8, outros dados 
podem estar presentes nas TABELAS de 
parâmetros: impedância típica de Saída 
e de Entrada, faixas de Frequência den- 
tro das quais o fator de amplificação 
indicado ““vale””, e assim por diante... 
Radicalmente TODOS os dados ou li- 
mites são interdependentes, e devem ser 

" considerados sempre em conjunto, em 
qualquer projeto, experimentação ou 
utilização prática, não se esqueçam...! 


- FIG. 9 - NOMOGRAMAS ESPECÍFI- 
COS - Alguns dos limites são TÃO inter- 
dependentes, de forma tão absolutamente 
PROPORCIONAL, que frequentemente 


merecem, nos Manuais, quadros ou grá- . 


ficos (também chamados de NOMO- 
GRAMAS...) específicos! Na figura, te- 
mos um exemplo (ainda quanto a um IPA 
hipotético) do gráfico de “*proporciona- 
lidade”” entre a Tensão de Alimentação 
(em volts) e a Potência de Saída (em 
watts). A título de treinamento de inter- 
pretação, notem - por exemplo - que 


(WATTS) 
10 


GRUNF! ISSO É 


0 RR 9 


alimentado com 6V, nosso IPA poderia libe- 
rar, no máximo, 2 watís, enquanto que - sob 
alimentação de 15V, chega a um máximo de 
10W nasua Saída! São dados proporcionais e 
comparativos importantíssimospara qualquer 
projeto, verificação ou reposição... 


- FIG. 10 - MAIS NOMOGRAMAS... - 
Também a relação entre IMPEDÂNCIA 
efetiva da carga de Saída, e MÁXIMA 
POTÊNCIA obtenível, é normalmente 
bastante proporcional, merecendo quase 
sempre um homograma específico nos 
Manuais... No caso do exemplo, notem 
que se o conjunto de alto-falantes aco- 
, plado à Saída mostrar impedância final 
de 2 ohms, a Potência pode chegar a 
quase 10W, enquanto que, sob impedan- 


cia de 16 ohms, não mais do que 4W pode- 
rão ser obtidos... NÃO ESQUECER de 


inter-relacionar esses dados com os 
outros limites ou indicações de '“propor- 
cionalidade”” do IPA (Máxima Corrente, 
Máxima Tensão de Alimentação, etc.). 


ARRANJOS CIRCUITAIS 
APLICATIVOS TÍPICOS 
COM IPAs... 


Embora bastante ““particularizados” 
e específicos, os IPAs se submetem à 
alguns arranjos que podem ser conside- 
rados ““universais”” ou convencionais, 
na utilização prática final... 

Certas estruturas de acoplamento de 
sinal de Entrada, aproveitamento da Saí- 
da, controle de níveis de sinal, aplicação 





NADA DISSO 
QUEIMADINHO | 
SÃO 
GRÁFICOS 
I 





TUDO 





IMPORTANTES! 





12 15 (VOLTS) 
GRÁFICO POTÊNCIA X TENSÃO ALIMENT. 
Ô FIG. 9 





INTER- 
RELACIONADO, 
LEMBRAM-SE? 


da energia de alimentação, etc., são ba- 
sicamente ““standartizados””, valendo 
para praticamente todos os IPAs com os 
quais o Leitor/'* Aluno”” se defrontar... 
As figuras a seguir dão uma idéia geral 
dessas estruturas ou arranjos circuitais 
básicos (não estão consideradas ou indi- 
cadas conexões a eventuais pinos espe- 


“Ciais, como aqueles mencionados na 


fig. 3...). 


- FIG. 11 - UMA ESTRUTURA ES- 
TÉREO TÍPICA... - “Aproveitando o 
ensejo” (falando sobre estéreo...) lem- 
bramos que muitos dos modemos IPAs 
são, na verdade, componentes DUPLOS, 
contendo nada menos do que dois blocos 
amplificadores completos independen- 
tes em suas Entradas e Saídas (salvo 
pelas conexões de alimentação, quase 
sempre '“comuns”” ou “compartilhadas” 
pelos dois blocos...). Observe, então, na 
fig. 11, que uma estrutura circuital €s- 
téreo, de muito fácil implementação, 
pode ser conseguida a partir de um míni- 
mo de componentes externos, de ““apo- 
io””...! Um arranjo essencial é formado, 
basicamente, de um determinador de 
nível do sinal de Entrada, na forma de um 
potenciômetro ou trim-pot (RVA ou 
RVB, na figura...), um capacitor de En- 
trada, que ““isola””, para CC, os pinos de 
Entrada de modo a poderem também 
receber realimentações ou polarizações 
adequadas, além do sinal propriamente 
(CEA ou CEB), quase sempre um com- 
ponente de poliéster (ou eletrolítico de 


(WATTS) 


10 


0 2 4 6 32 (OHMS) 


GRÁFICO POTÊNCIA X IMPEDÂNCIA DOS A.FALANTES 


FIG. 10 





tm ia 








TEORIA 11- OS CIRCUITOS INTEGRADOS (PARTE 6) 


DS 





baixo valor) e um capacitor de Saída 
(CSA e CSB, no diagrama), geralmente 
um eletrolítico de alto valor, destinado a 
“passar” o sinal já amplificado ao(s) 
alto-falante(s), também exercendo iso- 
lação para CC, de modo a permitir o 


SÃO 
ESTRUTURAS 
BÁSICAS, 
MAS QUE 
DEVEM SER 
CONHECIDAS! 


melhor controle da Corrente/Potência de 
Saída, e facilitar o eventual acoplamento 
de realimentações ao mesmo pino de 
Saída (SA e SB). O negativo (-) da 
alimentação é, ao mesmo tempo, a 
referência de ““terra”” para o trânsito do 


Y O = NEGATIVO ALIMENTAÇÃO 
E “TERRA DE SINALº 


FIG. 11 








“ESTRUTURA 
EM PONTE"...? 
ISSO É 
COISA DE 
ARQUITETO 
PÔRRA! 


É UMA FORMA 
DE OBTER 
ALTAS 
POTÊNCIAS 
SEM TORNAR 
OS CIRCUITOS 
MUITO 
COMPLEXOS... 


(O) = NEGATIVO ALIMENT. 
E “TERRA"DE SINAL 


1 
IC.LDUPLO AMP! SEM "CS"E SEM 
| | REFERÊNCIA DE "TERRA" 


57 





GANHO A=B=50 


FIG. 13 





sinal,tanto na Entrada quanto na Saída. / 
alimentação positiva (+V), uma vez apli 
cada ao conveniente pino do IPA, ener 
giza simultaneamente ambos os bloco 
amplificadores internos... 

- FIG. 12 - ESTRUTURA “EM PON 
TE”, MONO, TÍPICA... - A presenç: 
costumeira de dois blocos amplificado 
res internos nos IPAs, não facilita apena: 
a estruturação de um arranjo estéreo 
óbvio, conforme mostrado na fig. anteri 
or...! Se a idéia for implementar um 
amplificador MONO (um canal), de ele 
vada Potência, quase sempre convém 
arranjar os dois amplificadores interno: 
ao IPA em ““ponte””, o que proporcion: 
inclusive uma drástica redução na quan: 
tidade de componentes externos, con 
forme vemos do diagrama... Nesse caso 
além doessencial potenciômetro ou trim: 
pot ““dosador”” do nível de Entrada (RV 
e do capacitor de Entrada (CE), em ter 
mos básicos não precisamos de mai: 
nenhum componente! Os próprios ca 
pacitores isoladores e acopladores de 
Saída (CSA e CSB, na fig. anterior... 
tornam-se desnecessários, conforme ex. 
plicações no texto referente à próximi 
figura! Um ponto importante: observem 
que os sinais de Entrada são apresenta 
dos, conjuntamente, à Entrada Inversori 
de um dos blocos amplificadores, e : 
Entrada Não Inversora do outro (de modc 
a obter a desejada ''gangorra”” de Ten 
são à Saída...). As Entradas não utiliza 
das pelo sinal, nos dois blocos, são nor 
malmente ““aterradas””, ou “'zeradas' 
para sinal... Não se esqueçam, contudo 
que tais Entradas (e mesmo aquelas ji 
utilizadas para a ““introdução”” do sinal 
podem ser usadas para determinação d 
ganho, faixa “'passante”” de Frequên 
cias, etc., via realimentações por rede: 
externas de resistores/capacitores, em 
modo muito semelhante ao utilizado es 
truturalmente com os Amplificadore: 
Operacionais, tipo 741... 


- FIG. 13 - COMO FUNCIONA UMA 
“PONTE'' AMPLIFICADORA... - Par: 
entender direitinho esse negócio de *“pon 
te””, é fundamental que o Leitor/'Alu 
no”” tenha compreendido bem os princí 
pios aplicativos dos Amplificadore: 
Operacionais, vistos sob o exemplo 








ABC DA ELETRÔNICA 9 





y 








TEORIA 11- OS CIRCUITOS INTEGRADOS (PARTE 6) 





“onipresente”” do famoso 741, na nossa 
“Aula” nº 16... O arranjo em ponte 
exige que cada um dos dois blocos am- 
plificadores contidos no IPA seja dotado 
de Entradas Inversora e Não Inversora, 
pelas razões que veremos a seguir, ob- 
servem a estrutura básica do diagrama/ 
exemplo... Nela temos a chamada orga- 
nização em ponte, formada por dois 
amplificadores (forçosamente idênticos, 
o que não é problema num IPA duplo, 
que sempre contém módulos internos 
““gêmeos”...) cujo ganho (ou intrínseco, 
ou determinado por realimentações ex- 
ternamente aplicadas...) individual é de 
50... Osinal de Entrada (E) tem um nível 
presumido de 0,2V e de ver aplicado, 
simultânea e conjuntamente à Entrada 
Inversora de um dos módulos, e à En- 
trada Não Inversora do outro... As En- 
tradas não utilizadas pelo sinal, em am- 
bos os blocos, são normalmente ““aterra- 
das”* (ou usadas, como já foi dito, para à 
determinação de ganho ou outro 
parâmetro externamente ajustável via 
redes de realimentação, essas coisas...). 
Lembrando de como funcionam os blo- 
cos Operacionais (* Aula” nº 16, se o 
sinal de Entrada mostra um nível mo- 


mentâneo (VE) positivo de 0,2V, a Saída " 


do Amp. A (SA), por ser um módulo Não 
Inversor, mostrará um nível de 10V 
positivos (0,2V x 50, sem inversão de 
polaridade...). Já a Saída do Amp.B (SB) 
estará, nesse momento, com 10V nega- 
tivos (0,2V x 50, mas com inversão de 
polaridade), já que o módulo é Inversor. 
Submeter a carga (alto-falante) a uma 
Tensão de +10V num terminal e -10V no 
outro, equivale a aplicar-lhe diretamente 
20V, ou seja, exatamente o dobro da 
Tensão “oferecível”” por apenas um dos 
módulos amplificadores (com referên- 
cia à ““terra”” geral do arranjo...). Como 
"a Resistência (ou “impedância” ao si- 
nal...) do alto-falante é uma e fixa (8R), 
dobrando-se a Tensão, dobra-se também 
a Corrente (revejam, se duvidarem, a Lei 
de Ohm, na distante primeira “ Aula” do 
ABC...). Acontece que ““o dobro de al- 
guma coisa, multiplicado pelo dobro de 
outra coisa”” não resulta simplesmente 
no ““dobro”” do produto simples de “uma 
coisa vezes a outra”, mas sim no “quadra- 
do” desse resultado! Vejamos a ““com- 
provação matemática” dessa afirmação: 


10 ABC DA ELETRÔNICA 





NÓS 
CAPACITORES, 
TAMBÉM 
ESTAMOS 
"EM TODAS"...! 


2x2 = 4... Agora, se dobrarmos os 
fatores para 4x4, teremos como resulta- 
do 16, que é o quadrado de 4 (e não o seu 
dobro...)! Assim, TEORICAMENTE, 
dois amplificadores juntos, em ““pon- 
te”, iguais entre sí, não dão o dobro” 
da Potência de um só amplificador, mas 
sim o ““qaudrado”” dessa Potência...! Na 
prática, contudo, existem outros fatores 
limitadores que devem ser considera- 
dos, “graças” à já mencionada (e que 
jamais deve ser esquecida...) inter-de- 
pendência entre os limites de um compo- 
nente... Além disso (também conforme 
já “avisamos” várias vêzes...), não é 
possível ““tirar energia do nada... . 
Vocês não conseguirão “tirar” - por 
exemplo - 40 watts de áudio, de um 
circuito cuja fonte de alimentação 
forneça, em termos de Potência, um 
máximo de 30 watts! Tratar-se-ia de um 
“estelionato energético”, ou como ten- 
tar-se sacar um cheque de CR$ 4.000,00 
de uma Conta Corrente com Saldo de 
CR$ 3.000,00... Ainda que o dito cheque 
fosse um documento corretamente 
preenchido e assinado pelo emitente, 
ninguém (muito menos O Banco...) iria 
“fazer aparecer” os CR$ 1.000,00 que 
faltam para ““completar”” o saque... De 
qualquer forma, o arranjo “em ponte” é 
uma forma simples, econômica sob to- 
dos os aspectos, de obter a máxima 
Potência de um conjunto amplificador 
(e, por isso mesmo, intensamente usada, 
na prática, Vocês verão...). 


V 
ALIMENT. 


FISICAMENTE 
PRÓXIMOS AO 
À. AMP. 





- FIG. 14 - OS DESACOPLAMENTOS 
DA ALIMENTAÇÃO - Circuitos 
eletrônicos costumam (devido à grande 
sensibilidade dos modernos componen- 
tes...) ser nitidamente '“mal influencia- 
dos” por ocorrências ou condições ine 
rentes às suas alimentações (pilhas, ba- 
terias, fontes, etc.). Ripples (super- 
posições de C.A. sobre a C.C. nominal, 
ainda que em pequeno nível...), vari- 
ações de impedância (que ocorrem com 
o desgaste natural de pilhas e baterias...) | 
e outros fatores, podem (e certamente O 
fazem...) interferir drasticamente com O 
funcionamento calculado de circuitos... 
Enfim, “na prática, a teoria é outra...””. 
Assim, para evitar tais problemas, usa-se 
o “truque” * dos DESACOPLAMENTOS, 
quase sempre na forma de inserção de 
capacitores (um de pequeno valor para 
“desviar” sinais interferentes e outro de 
alto valor, cuja Constante de Tempo 
atnua variações “lentas” de 
parâmetros...) em paralelo com as linhas 
de alimentação... Os IPAs costumam ser 
particularmente sensíveis a condições 
adversas nas linhas de alimentação, 
pedindo frequentemente a inserção de 
pelo menos dois capacitores, dentro da 
gama de valores sugerida no diagrama e, 
de preferência, fisicamente próximos -ao 
próprio C.I., para bem resguardá-los con- 
tra “melecas”” provenientes da alimen- 
tação... Como “*o que sobra não falta”, 
na dúvida, é sempre melhor aplicar os 
indicados desacoplamentos (se eles es- 





TEORIA 11- OS CIRCUITOS INTEGRADOS (PARTE 6 








NOS Ai, 
JUNTOS 
( PRA VARIAR...) 


tiverem lá, e não forem necessários, tudo 
bem, mas se eles não estiverem lá e 
forem necessários, ''merdeou”” tudo, 
não é...?). Nos traçacdos ou lay outs dos 
Impressos destinados a receber os IPAs, 
deve-se, então, procurar posicionar os 
ditos capacitores de desacoplamento de 
alimentação “bem pertinho” dos Inte- 
grados, por prevenção... Em algumas 
aplicações menos sofisticadas, entretan- 
to, tais capacitores podem - seguramente 
- não ser necessários... 


- FIG. 15 - DESACOPLAMENTO E 
“FILTRAGEM” DA SAÍDA... - O ele- 
vado ganho intrínseco dos modernos In- 
tegrados (e, pelas suas próprias funções 
e características, notadamente dos 
IPAs...), facilita muito o surgimento de 
oscilações em ultra-som (Frequências 
maudíveis através dos transdutores nor- 


mais de Áudio, alto-falantes, fones, etc.), 
ocasionadas por realimentações não 
“enxergadas””, e que se dão através das 
capacitâncias distribuídas e percursos 
resistivos de elevado valor, determina- 
dos pela unidade depositada sobre as 
placas de Impresso, etc. Embora não 
- possamos ouvir diretamente tais even- 
tuais oscilações, elas (estando “lá”...) 
estarão “'puxando”” energia da fonte e, 
quase sempre, acrescentando dissipações 
não previstas nos próprios Integrados! 
Uma forma de evitar tais oscilações e 
instabilidades, é através da devida “*fil- 
tragem”” ou ““desvio"” dessas faixas de 


FISICAMENTE 
PRÓXIMOS 
O C.l. AMP 


CABAGEM 
ÃO FTE 





Frequências realimentadas, dotando as 
saídas dos Integrados de Potência para 
Áudio, da chamada Rede de Zobel, um 
mero arranjo em série formado por resis- 
tor e capacitor (as faixas de valores cos- 
tumeiros estão relacionadas no diagra- 
ma...), capazes de '“amortecer'" ou ““des- 
viar para a terra””, tais fatores. Para se 


“fugir” totalmente das capacitâncias. 


distribuídas (já falamos sobre isso em 


“** Aulas”” anteriores...) convém que tais 


redes fiquem também próximas, fisica- 
mente, aos IPAs, nos lays outs criados 
para os Impressos especificos... Essa rede 
(formada por RZ e CZ, no diagrama), 
eventualmente pode ser não necessária, 
se o alto-falante for posicionado bem 
próximo ao próprio IPA, ligado à placa 
do circuito por fiação bem curta... 


OS IPAs SÃO 
“COMPLETOS”, 

MAS AS VÊZES 
“NEM TANTO”... 
COMO “AJUDAR” SUAS 
ENTRADAS E SAÍDAS, 
QUANDO NECESSÁRIO...? 


Já foi mencionado (e enfatizado...) na 
presente “Lição”, que existem pelo 
menos (fora os inerentes à Tensão de 
Alimentação e Impedância da carga fi- 
nal...) dois fatores dos quais depende 


muito a Potência de Saída a ser esperad 
num arranjo amplificador centrado nur 
IPA: a sensibilidade de Entrada e. 
Ganho máximo (fator de amplifi 
cação...). 

Além disso (apesar do prático e funci 
onal “truque” do arranjo ““em ponte” 
jáexplicado...), pode ocorrer quea Potên 
cia final que desejamos seja maior d 
que o respectivo parâmetro máximo d 
Integrado... 

Como resolver, então, questões ou pro 
blemas práticos do tipo: nível do sinal d 
Entrada muito baixo para os requeri 
mentos do IPA, ou Potência final do IP/ 
mais baixa (sem apelação...) do qui 
aquela que necessitamos ou pretende 
mos...? 

É simples: basta não esquecer que o: 
IPAs não estão “'sozinhos”” no universc 
dos modernos componentes Eletrôni 
cos...! Ainda existm os valiosos, ines 
timáveis, versáteis componentes “dis 
cretos” (os velhos e bons TRANSÍS 
TORES, enfim...), com suas centenas ot 
milhares de códigos e características 
limites, capazes de oferecer seus “'ga 


- nhos”” ou fatores de amplificação e sua: 


Correntes ou Potências finais, em com 
plementação àquilo que os IPAs são in 
trinsecamente capazes de fazer...! Ness: 
parte final da nossa “'Lição”*, mostrare: 
mos, em diagramas básicos, porém alta: 
mente elucidativos (para quem “cum 
priu”” o ““Curso”” assiduamente, desde « 
primeira “ Aula””...), soluções para esses 
dois probleminhas... 


- FIG. 16 - UM “REFORÇADOR” DE 
ENTRADA PARA IPAs... - Normal. 
mente, os IPAs têm uma boa sensibili- 
dade de Entrada, entendendo-se por tal 
termo a capacidade de ““aceitar”” bem 
sinais com níveis não muito altos (em 
Tensão...) e - mesmo assim - promover 


- uma boa e Potente amplificação final, 


livre de distorções... Entretanto, na práti- 
ca, deparamo-nos com alguns proble- 
minhas nesse campo: algumas fontes de 
sinal, notadamente microfones dinâmi- 
cos (magnéticos), cápsulas fonocaptoras 
magnéticas e outros transdutores, emitem 
sinais com nível de Tensão muito baixo 
(alguns com ““picos'” de menos de 50 





ABC DA ELETRÔNICA 11 


t 





TEORIA 11- OS CIRCUITOS INTEGRADOS (PARTE 6) 





milivolts... ), nitidamente insuficientes 


para permitir alcançar a máxima Potên- 


cia de Saída oferecida - em Teoria - por 
IPAs... Junto com isso, os IPAs da mais 
alta gama de Potência (dezenas de watts) 
têm uma inerente sensibilidade de Entra- 
da também em escala alta, ou seja, pre- 
cisam de uns 0,3 a 0,5V de sinal para 
máximo aproveitamento... Esse ““des- 
casamento” de níveis - na prática - exige 
a interveniência de um módulo pré-am- 
plificador... Um módulo típico para tal 
função, ““universal”” mesmo, tem seus 
diagrama esquemático mostrado na figu- 
ra... Não mais do que um BC549€ (alto 


ganho e baixo ruído), alguns resistores , 
de polarização (sistema “automático”, 


revejam a ““Aula”” que falou sobre as 
configurações amplificadoras e métodos 
de polarização de transístores..), capa- 
citores de passagem e desacoplamento e, 
como carga de coletor, diretamente um 
potenciômetro para dosar os sinais já 
pré-amplificados, a serem enviados para 
a Entrada do IPA... Notem algumas 
excelentes características: ganho muito 
elevado, impedância de Entrada bastan- 
te ““universalizada”” (aceitando várias 


fontes diferentes de sinal, com ampla. 
gama de “resistências” intrínsecas...) . 


impedância de Saída facilmente 
““casável”” com qualquer dos IPAs mais 
comuns, faixa de alimentação ampla (9 à 
18V), o que permite o “*compartilha- 
mento”” da energia com o próprio IPA 
(eventualmente após uma rede de iso- 
lação e desacoplamento...), baixo ruído, 
baixa distorção, ampla faixa tonal de 
passagem (essa faixa pode ser - em parte 
- “atenuada” ou re-dimensionada, pela 
“ alteração do valor do capacitor de 22n...) 
£ consumo mínimo de energia... Enfim: 
é só construir o módulo, intercalá-lo à 
Entrada do IPA, e pronto! Teremos no 
contexto, um IPA ““super-sensível””, ca- 
paz de operar com fontes de sinal baixíssi- 
mo, sem problemas...! 


- FIG. 17 - REFORÇANDO A SAÍDA 
DO IPA... - Com o módulo pré-amplifi- 
cador exemplificado na fig. anterior, 
melhoramos a sensibilidade e o ganho 
geral dosistema... Mas e se o problema 
for mesmo a ““wattagem”” final, ou seja: 


temos um IPA capaz de “dar”” 10W de - 


Saída, mas precisamos de 50W, ou 








OS TRANSISTORES 
"DISCRETOS" 
NÃO PODEM 
NUNCA SER 
ESQUECIDOS! 





9-18v (+) v (ALIMENT.) 





e) Ss (AOC. AMP.) 


PREAMP. 
“ÚNIVERSAL* 
PARA C.l.s AMPs, 


FIG. 16 








GANHO GERAL 
RR 
RE 


POLARIZADO 
PARA QUE 
NA SAÍDA "S”, 
SEM SINAL 
NA ENTRADA, 
OBTENHA-SE 
TENSÃO =V. 

2 





+) v 
ALIMENT. 
SIMPLES 


TRANSISTORES 
DE POTÊNCIA 











qualquer coisa nesse sentido...? Não é 


possível, por mais que otimizemos os 
circuitos, obter mais Potência de um 
IPA do que a sua “'wattagem”” nominal, 
relacionada no seu Quadro de Parâmetros 
(fig. 8). De novo, os ““velhos”” e bons 
transístores (que, por tais razões - e ou- 
tras - ““sobrevivem”” galhardamente no 
mundo dos componentes, apesar da in- 


- vasão cada vez mais intensa dos Integra- 


dos...)! Como POTÊNCIA é, em síntese, 
uma mera questão de Tensão e Cor- 
rente, e os IPAs são, normalmente, ca- 


“pazes de boa amplificação de Tensão 


(com a máxima Corrente de Saída limi- 
tada pelos seus parâmetros...), só pre- 
cisamos de “alguém” que amplifique 
convenientemente a... Corrente máxi- 


ma de Saída...Bastam, então, alguns tra 
sístores ““bravos””, de Potência, “es 
cando” linearmente a Corrente de Saí 
do módulo, para obtermos ''wattagen: 
realmente “fortes”... Na figura 17 1 
mos um arranjo típico e funcional pa 
um IPA que trabalhe sob alimentaç 
simples, usando então dois transístor 
de Potência simétricos e de polaridad 
opostas (um NPN e um PNP, notem.. 
Os resistores RR e RE (e sua relação . 
valores...) determinam o ganho geral 
bloco... A Entrada Não Inversora do IF 
(não utilizada, no caso, para introduç 
do sinal a ser amplificado...) deve 
cuidadosamente polarizada de modo qt 
na saída final (ponto S ou intersecção d 
emissores dos transistores), tenhamc 


TE DT TT TITO IT TITE EO ST O 
a aa eee 


12 ABC DA ELETRÔNICA 


PECA HOJE MESMO O SEU “PACOTE/AULA” nº19 


PREÇOS VÁLIDOS ATE 23/11/93 





PACOTE/AULA Nº19 


PEÇA HOJE MESMO SEUS 
“PACOTES/AULA”! 


“ABC DA ELETRÔNICA” E “EMARK” OFERECEM (VOCÊ PODE AD- 
QUIRIR. CONFORTAVELMENTE, PELO CORREIO...), “PACO- 
CONJUNTOS COMPLETOS DE COMPONENTES E IM- 





| “PACOTES/AULA” DO MÊS 


- PIA 19-A (MINE-SIRENE DE POLÍCIA AUTOMÁTICA - 
ver ABC 19) . +... « CR$ 2.750,00 
- P/A 19-B (TEMPORIZADOR DE UTILIZAÇÃO TELEFÓ- 
NICA - ver ABC 19) . cc 00 0 +++ « CR$2.280,00 
- PGD-02 (CONVERSOR DE 12 VCC PARA 6 OU 9 VOC - 
VOL ADG 10) “aus =» bls o so 0 2/6 2 ne CIO VODUU 














TES/AULA”, p 
PLEMENTOS NECESSÁRIOS AO APRENDIZADO, EXPERIÊNCIAS E 





MONTAGENS PRÁTICAS! 


Cada “PACOTE/AULA” refere-se a TODAS as. 


montagens, sejam experimentais, comprobató- 
rias, práticas ou definitivas, mostradas na Re- 
vista “ABC” do MESMO NUMERO (“ABC” nº 1 
= “PACOTE/AULA” nº 1, e assim por dian- 
te...). Eventuais “redundâncias” ou repetições 
de componentes (dentro de cada Revista/Aula) 
são previamente “enxugadas”, para reduzir o 
material (e o custo...) ao mínimo necessário 
para o perfeito acompanhamento do si eba 


luno! 
Preencha o CUPOM/PEDIDO com alónção: 
enviando-o OBRIGATORIAMEMTE A: 


CAIXA POSTAL nº 59112 
CEP 02099 - SÃO PAULO - SP 
ATENÇÃO: 


- Os “PACOTES/AULA” apenas podem ser 
solicitados através do presente CUPOM/PE - 
DIDO! Não serão atendidas outras formas de 
solicitação ou pagamento! Confira o preen- 
chimento do Cupom antes de postar sua Cor- 
respondência! 

- NÃO operamos pelo Reembolso Postal. 

- Os Cupons devem , obrigatoriamente, ser 
acompanhados de UMA das FORMAS DE 
PAGAMENTO a seguir detalhadas: 


- 


A) - CHEQUE, nominal à EMARK ELETRÔNI- 
CA COMERCIAL LTDA;, pagável na praça 
de São Paulo - SP. 

B) - VALE POSTAL - adquirido na Agência do 
Correio, tendo como destinatário a EMARK 
ELETRÔNICA COMERCIAL LTDA., pagá- 
vel na “Agência Central” - SP 


- Aconselhamos que o eventual CHEQUE seja 
enviado JUNTO COM O CUPOM/PEDIDO, 
através de correspondência REGISTRADA. 

- No caso de pagamento com VALE POSTAL, 
mandar o CUPOM/PEDIDO em cormes- 
pondência à parte (os Correios não permitem 
a inclusão de mensagens dentro dos Vales 
Postais). Nosso sistema computadorizado de 


atendimento “casará” imediatamente seu 
PEDIDO ao seu VALE, 
“PACOTE AULA” E 
ABC DA ELETRONICA 

- P/A-1 (conteúdo em ABC 1). . .... CR$ 2.550,00 
- P/A-2 (conteúdo em ABC 2). .... CR$ 5.500,00 
- P/A-3 (conteúdo em ABC 3). .... CR$ 4.590,00 
- P/A-4 (conteúdo em ABC 4). .... CR$ 8.365,00 





“ PJA-5A - (conteúdo em ABC 5) . . CR$ 380,00 
- P/A-5B - (conteúdo em ABC 5) . . . CR$ 2.070,00 
- P/A-5C - (conteúdo em ABC 5) . . «. CR$2,300,00 
- P/A-GA = (ver conteúdo em ABC 6) CR$ 530,00 

CR$ 750,00 


- P/A-6C - (ver conteúdo em ABC 6) 
- P/A-ZA - (ver conteúdo em ABC 7) 
- P/A-7B - (ver conteúdo em ABC 7) CR$ 2.680,00 
- P/A-7C - (ver conteúdo em ABC 7) CR$ 1.820,00 
- P/A-8A - (só EXPERIÊNCIA - verABC 8). . +... 


- P/A-6B - (ver conteúdo em ABC 6) . 
. CR$ 1.090,00 


EM DO E DESP QN PAST EP A CR$ 3.830,00 
- P/A-8B - (BICHINHO ESCUTADOR - ver ABC 8). .. 

MED SEC oo rogerio TS E II R$ 2.130,00 
- P/A-8C - (EFEITO CARRO DE BOMBEIROS - ver 
ABOD acre ou ss A e nl 4 ES era Sa CR$ 2.340,00 


- P/A-9A - (só EXPERIÊNCIA - ver ABC 9). +. ... 
RE ER SRI O RE CR$ 1.670,00 
- P/A-9B - (só EXPERIÊNCIA - ver ABC 9). .. ... 
EE e De GS TO CR$ 1.530,00 
- P/A-9C - (MICROFONE “FEITO EM CASA” - ver ABC 
CR$ 2.080,00 
- PJA-9D - (ALARME DE BALANÇO/VIBRAÇÃO P/ 
CARRO E MOTO - ver ABC 9). . ... CR$ 2.100,00 
- P/A-10A - (só EXPERIÊNCIAS - ver ABC 10). 

ERA e Cnfesnai dO E CR$ 670.00 
- P/A-10B - (só EXPERIÊNCIAS - ver ABC 10). 
nos 036 o IR UE CR$ 1.480,00 
- P/A-10C - (INTERRUPTOR CREPUSCULAR SUPER- 
SIMPLES - ver ABC 10). ..... CR$ 1.770,00 
- P/A-10D - (VOLTÍMETRO DE BANCADA As BAIXO 
CUSTO - ver ABC10). ...... CR$ 1.200,00 


-- P/A 11A - (só EXPERIÊNCIAS - ver ABC 11). 


PAGUEI PRI à RS Rga a SE 'CR$3. 870, 00 
- P/A 11B - (TERMO MONITOR - ver ABC 11). 
o O AE ia NAS DOSE cor o CR$ 1.345,00 
- P/A 11C - (LUZ RÍTMICA PARA CARRO - ver ABC 11) 
Pe go a LES 15 PI a De A RR RV - CR$ 2 860, 00 
- P/A 12A - (MP-23 - METRALHADORA ELETRÔNICA - 
VOrSADG: ho) fes atas cantado o a ICR$ 2.000,00 
- P/A 12B - (DETETOR DE MENTIRAS - ver ABC 12). 
CR$ 1.530,00 
- P/A 13A - (CONTROLADOR DE TENSÃO - ver 
ABCÍS), E sr So ET E is CR$ 1.340,00 
- P/A 13B - (AMPLIFICADOR/REFORÇADOR DE AUDIO 
o Ver ABCTI) os esto ta to a E gn Eis CR$ 2.100,00 
P/A 14-A - (ALARME SENSOR INTEGRADO, DE TO- 
QUE OU PROXIMIDADE - ver ABC 14) CR$ 1.670,00 
- P/A 14-B - (MESA DE PROJETOS - TRUQUES & DI- 
CAS) E tm La ray CR$ 4.900,00 
- P/A 15-A (OHMÍMETRO MULTI-FAIXAS SEM GAL- 
VANÔMETRO - ver ABC 15). .... CR$ 2.390,00 
- P/JA 15-B (EFEITO “GIRA-LEDS” - ver ABC 
15 SRA REA CON So ele tacada CR$ 2.870,00 


Sa Asi O) UND OSLO DANO TO a O «0 TUR. 6 


- P/A 16-A - (TERMOSTATO DE PRECISÃO - ver ABC, 


18) SBD PE es do a ec a a « CR$ 5.020,00 
- P/A 16-B (BARREIRA INVISÍVEL DE SEGURANÇA - 
ver ABC AB) cas a é we ds CR$ 4.540,00 
- P/A 17-A (ILUMINAÇÃO TEMPORIZADA PARA ES- 
CADAS E CORREDORES - ver ABC 17) CR$ 1.990,00 
- P/A 17-B (PROTETOR INTERMITENTE P/VEICULOS - 
vor ABC TT) cs si ee was eso ex CR$ 4.000,00 
- P/A 18 - (ALARME. TEMPORIZADO P/PORTAS E JA: 
NELAS - ver LISTA DE PEÇAS na “Lição PRÁTICA” de 
ABC nº 18 ENelo bre as 06 66 0,0 CFP CS 400,00 
PGD-01 - PISCA ALTERNADO (2 LEDS) - ver LISTA DE 
PEÇAS na Seção PGD de ABC nº 18. CR$ 1.000,00 


DESPESAS DO CORREIO: 


SÃO PAULO/SP - CR$ 1.000,00 
OUTROS ESTADOS - CR$ 1.500,00 





CR$ 2.320,00: 











PACOTE/AULA 19-A 
MIN-SIRENE DE POLÍCIA AUTOMÁTICA 


e 1 « Circuito Integrado 555 

e 1 - Transístor BC549 

e 1 - Diodo 1N4148 ou equivalente 

e 1 - Transformador de Saída mini, tipo “pinta verme- 
lha” (apenas dols fios no primário), para transfsto- 
res. Não admite equivalências... 

e 1 - Resistor 1K x 1/4W 

e 2 - Resistores 10K x 1/4W 

e 1 - Resistor 15K x 1/4W 

e 1 - Resistor 820K x 1/4W 

e 1 - Capacitor (eletrolítico) 10u x 16V 

e 1 - Capacitor (eletrolítico) 470u x 16V 

e 1 - Alto-falante mini, 8 ohms 

e 1 - Placa de Circulto Impresso específica para a mon- 
tagem (6,2 x 3,2 em.) 

e 1 - Interruptor simples (chave H-H mini ou standarf 

e 1 - “Clip” para baterla de 9V (ou ainda suporte para 4 
ou 6 pilhas pequenas - VER TEXTO) 

e -Floe solda para as ligações 






PACOTE/AULA 19-B 
TEMPORIZADOR DE UTILIZAÇÃO 
TELEFÔNICA 


e 2 - Circuitos Integrados 555 

e 1 - LED vermelho, redondo, 5 mm, bom rendimento 
luminoso 

e 1 - LED verde, redondo, 5 mm, bom rendimento lumi- 
noso 

e 1-LED amarelo ou âmbar, 5 mm, bom rendimento 
luminoso, redondo 

e 1 - Diodo 1N4148 ou equivalente 

e 2 - Resistores 330R x 1/4W 

e 1 - Resistor 680R x 1/4W 

e 1 - Resistor 33K x 1/4W 

e 1 - Resistor 6M8 x 1/4W 

e 1 - Resistor 10M x 1/4W 

e 2 - Trim-pots (verticais) 2M2 

e 1 - Capacitor (eletrolítico) 10u x 16V 

e 1 - Capacitor (eletrolítico) 22u x 16V 

e 1 - Capacitor (eletrolítico) 100u x 16V 

e 1 - Placa de Circuito Impresso específica para a mon- 
tagem (6,1 x 3,8 cm.) 

e 1 - Push-bulton (interruptor de pressão) tipo Normal 
mente Aberto 

e 1 - Interruptor simples (chave H-H mini ou standard 

e -Floe solda para as ligações 


PGD-02 
CONVERSOR 12V PARA 6-9VCC 


e 1 - Circuito Integrado LM7805 (Regulador de iai 

e 2 «- Capacitores 33n (polléster) 

e 1 - Resistor 180R x 1/4W 

e 1 - Resistor 680R x 1/4W 

e 1 - Chave H-H mini | 

e 1 - Plaquinha de Circuito Impresso específica para a 
montagem (3,8 x 2,5 cm.) 

e 1-“Plugão” para tomada de acendedor de cigarros 
de veículo 

e 1 - Jaque tipo J2 ou J4 (à escolha) para a Saída de 
Tensão. Se for para levar a “colsa” a sério, reco- 
mendamos que o LeitorAluno” candidato a “Mi- 

























E Nome extras, que os CONVERSORES sejam dotados sk 
multaneamente de ambos os tipos de laques, am- 
pliando a versatilidade final do “produto”... 

ki Endereço e -Floe solda para as ligações 


Bete ss 


& À 
- 











cro- Empresário”, produza os CONVERSORES com 
saídas nos ditos tipos de Jaques... Também nada 
impede, com um mínimo de trabalho e criatividade 






















Cidade Estado 





q” 








COZINH, 











“Esta Revista não é só o “ABC” da 


Eletrônica, mas sim o completo 
ABECEDÁRIO da Eletrônica, princi- 


palmente para mim, que era um comple- 
to leigo no assunto, mas realmente come- 


cei a entender o assunto no exato mo- 
mento em que passei a “estudar” 
o ABC... Tenho uma consulta aos 


“mestres”: adquiri um trafo de força, 
com primário para 0-110-22º e 
secundário para 12-0-12 x 600mA, com 
a intenção de realizar uma fonte, basea- 
da no digrama da PRÁTICA 5, mostrada 
na 3º “Aula” do ABC... Montei tudo 
direitinho, efetuei as necessárias substi- 


tuições (já que, no circuito original, 

caracteríticas eram Saída de 6V x 5 
maA...), conferi cuidadosamente, poré. 
ao final, a Saída, que deveria ser de L. 
mostrou, na verdade, 16V (medidos cc 
um multímetro...). Será que foi algur 
falha minha, ou erro de identificação | 
fabricante do transformador...? Gost 
ria que ABC me desse algumas “dicas 
inclusive quanto a conselhos sobre 
compra e sobre o teste de transform 
dores, relês e outros componentes... 
Antônio Mauro de Santana - Carapici 


ba - SP 


A idéia que nos levou a criar o ABC f 
exatamente essa, Antonio: “pegar” 

“cara”” realmente interessado em apre 
der Eletrônica em suas bases, mas qi 
tinha um certo ''medo”” do assunto (p 
achá-lo muito complicado, cheio « 
““matemáticas, essas coisas...) e mostr 
concretamente ao dito cujo que Eletrôr 
ca é, na verdade, uma Ciência fác 
quase intuitiva, de aprendizado eleme 
tarmuito simples, ao alcance de qualqu 
um que saiba ler e fazer algumas “'co 
tas”. Parabéns por ter acreditado na no 
sa proposta, e por ter aproveitado bem ; 
““Aulas””, como Você afirma...! Cont 
nue conosco! Quanto à sua questão, é ui 
“galhinho”” que sempre confunde « 
iniciantes, derivado de uma importan 
“diferença”” na mensuração de Tensã 
Contínuas ou Alternadas... Explicamo 
quando dizemos (os fabricantes de tran 


formadores, inclusive...) que determin: 


do componente apresenta, em seus te 
minais, uma Tensão CA de (um exen 
plo) 12V, estamos nos referindo, co! 
vencionalmente, ao VALOR MÉDI 
QUADRADO (RMS) dessa manifestaçã 
energética cíclica, conforme Você ri 








ABC DA ELETRÔNICA 1 





COZINHA - GARTAS 19 








cordará facilmente através do diagrama 
ja FIG. 1 (originalmente na pág. 6 de 
ABC nº3-fig. 5). Os valores de “pico” 
Jessa Tensão Alternada, atingem na ver- 
jade o seu valor RMS multiplicado pela 
raiz quadrada de 2 (cerca de *'1,4142""..), 
» que - no caso - corresponde a uma 
Tensão um pouco maior do que 16V... 
Lembramos que o mesmo vale para as 
indicações da Tensão nas tomadas aí da 
sua casa (onde se manifesta a Corrente e 
à Tensão na forma Ailternada e com 
“desenho”” senoidal...). Quando o ele- 

ricista diz que “a tomada é de 110V””, 
está se referindo ao valor RMS, já que em 
seus “picos”, a “voltagem” atinge mais 
de 150V... Continuando as explicações, 
se Você aplicar o seu multímetro (cha- 
veado para medir Tensão em Corrente 
Alternada...) diretamente ao secundário 
do trafo de 12V que adquiriu, a indicação 
do instrumento será de 12V, uma vez que 
circuitos internos do aparelho de medição 
já realizam a ''compensação”” entre os 
valores de ““pico”” e RMS (efetuando a 
leitura em RMS...). Observando agora a 
FIG. 2 note que os dois diodos acoplados 
os extremos do enrolamento secundário 
simplesmente retificam e ““enfileiram”” 
ambos os semi-ciclos da Corrente Alter- 
nada, manifestando o resultado na forma 
de um “'trem”” de pulsos de polaridade 
única (todos positivos, no caso...), repre- 
sentando porém os reais valores de 
“pico” de Tensão... Temos o que se 
convencionou chamar de Corrente Con- 
ínua Pulsada... Com o “armazenamen- 
o”, filtragem (““alisamento””...) feito 
belo convencional capacitor eletrolítico 
Je alto valor (C), esse ““trem”” de pulsos 
je manifesta como uma autêntica Cor- 
ente Contínua, não pulsada (talvez com 
ma leve *“ondulação””, chamada de rip- 
ple...), cujo valor - na prática - corre- 
sponderá aos valores de ““pico”” da C.A. 
riginal... É por isso que - nos terminais 
je Saída do conjunto - encontraremos 
cerca de 16V, para um trafo com 
secundário de 12V. Esse fenômeno, con- 
udo, se limita a uma medição da fonte 
em carga, ou Seja, com seus terminais 
le Saída ““livres”” (acoplados unicamente 
is pontas de prova do multímetro...). A 
Tensão real de Saída de uma fonte deve 
er parametrada quando a dita cuja está 
ubmetida a uma carga (fornecimento 


TENSÃO 







SECUNDÁRIO 
500mA 





“consistente”” de Corrente...) que 


“*puxe” a sua Corrente nominal... No 


caso do diagrama/exemplo da fig. 2, com 
um trafo para 500 mA, se acarga “'pedir"” 
os tais 500 mA, a Tensão medida (C€.C. 
na Saída da Fonte...) será de 12V, con- 
forme era de se esperar...! Para “fugir” 
desse diferencial de medição, a única 


“alternativa prática é elaborar um circuito 


de fonte do tipo ““regulado e estabiliza- 
do””, bem mais complexo (e caro...) do 
que aquele - simples - em que Você se 
baseou para uma montagem da sua fon- 
te...). Essa simplicidade (e aparente 'de- 
ficiência””...) da Fonte que Você usou 
como ''gabarito”” técnico para a modifi- 
cação (PRÁTICA 5 - ABC nº 3) não tem 
grande importância na alimentação de 
circuitos também simples, pouco exi- 


-gentes no rigor da “'voltagem”” de ener- 


gização, ou de componentes (lâmpadas, 
LEDs, motores, etc.) cuja natural ca- 
racterística é justamente “puxar” uma 
considerável Corrente, com o que - auto- 
maticamente - os parâmetros “entram 
nos eixos””... Num futuro não muito re- 


SEMI-CICLO 
pps de aeee POSITIVO 


NÓS JÁ VIMOS 
ISSO... 





TEMPO 


SEMI-CICLO 
NEGATIVO 





FIG. 5 
PÁG. 6 
ABC 3 


FIG. 1 


OS ELETROLÍTICOS |. 
SÃO MUITO 
IMPORTANTES 
NAS FONTES... 


e SEM CARGA 
>16V 


s COM CARGA (500mA) 
=12V 





moto, ensinaremos a Vocês a montagem 
(e também os aspectos básicos da Teo- 
ria...) de uma Fonte Regulada e Estabili- 
zada, naturalmente muito mais sofistica- 
da do que aquela - simples - de ABC nº 
3... Por enquanto, Antônio, pode usar, 
“sem susto””, sua fonte que ““aparente- 
mente”” dá uma Saída “'mais elevada” 
do que deveria ser... 


“Uma “Lição'' realmente abrangente 
(apesar da já tradicional simplicidade 
na linguagem e clareza despojada nas 
explicações, que sempre temos na “'nos- 
sa”" Revista) sobreo conhecido (mas não 
muito, em seus aspectos práticos...) Inte- 
grado 555, foio que nós, Leitores/Alunos 
dessa fantástica ABC, tivemos no exem- 
plar nº 17... Eu não sou (ou melhor - não 
era...) um absoluto leigo nos aspectos 
fundamentais da Eletrônica, porém tinha 
sérias e profundas dúvidas sobre o funci- 
onamento ““dinâmico"'de muitos dos 
componentes com os quais “convivia” 
em minhas montagens experimentais... 


O TIE TETE O US SP TETE CEDO EEE ESSES DSP SS ESSFE EE RO SEE RESETE SECR E SEE EESTI RE 





18 ABCDA ELETRÔNICA 


— atcamaando EF 





COZINHA - CARTAS . 











Quando, porém, comecei a acompanhar 
o ABC DA ELETRÔNICA, tais dúvidas 
(que persistiam por anos, desde que me 
interessei pelo Hobby eletrônico...) fi- 
nalmente foram se dissipando e hoje 
posso me considerar um bom entendedor 
do assunto (principalmente nos seus as- 
pectos práticos e até nas tentativas - 
todas com sucesso, até agora - de criar 
meus próprios projetinhos...). Foi assim 
que, a partir do que aprendi nas suas 
“Aulas”, criei o circuitinho de BIP-BIP 
TEMPORIZADO (esquema anexo) que 
funcionou maravilhosamente (estou man- 
dando, para que os colegas de “'classe”” 
tambémpossam experimentar...). A ““coi- 
sa”" funciona assim: em espera, o circui- 
tofica “mudo””, porém basta um brevíssi- 
mo “toque”” no push-button N.A. para 
que seja emitido um “bip-bip”” compas- 
sado, que dura aproximadamente 30 se- 
gundos, ao fim do que o sinal cessa, 
ficando o circuito no aguardo de novo 
comando... Comprovei que o contato 
N.A. necessário ao “disparo” é muito 
sensível e assim pode muito bem ser 
“usado em sistemas simples de alarme, 
como aviso de abertura de portas, essas 
coisas... Só tem um ponto que me deixou 
dúvidas, sobre o qual gostaria de ter 
alguns esclarecimentos: no meu projeti- 
nho original, não tinha incluído aqueles 
dois diodos em série com o sinalizador 
piezo (8-3/30V-1C)... Embora o circuito 
também funcionasse, “sobrava”, em 
stand by, um leve “apitinho””, audível, 
emitido pelo “Sonalarme””. Efetuando 
algumas medições, verifiquei que isso se 
dava devido a restar uma certa Tensão 
negativa no pino 3 do 555, mesmo ““em 
espera”, o que estabelecia um diferen- 





+ 
, 


FUNCIONA, 
SIM 
QUEIMADINHO! 


E 30 SEGUNDOS 
DE "BIP-BIP"... 


cial (com referência à linha do positivo 
da alimentação...) suficiente para exci- 
tar o sinalizador piezo... Lembrando 
(aprendi isso de forma objetivo também 
numa das “Aulas” do ABC...) que dio- 
dos comuns estabelecem um “degrau” 
(a propósito, acho esse termo que Vocês 
usam - “degrau” - de uma absoluta 
clareza para explicar a tal “barreira de 
potencial”” dos diodos, coisa que até 
então eu nunca tinha compreendido per- 
feitamente...) de Tensão inerente à sua 
junção PN... Coloquei, então, um diodo 
em série com o piezo... O “apitinho” 
diminuiu, porém persistiu... Apliquei, en- 
tão, os dois diodos em série (conforme 
esquema), com o que o probleminha 
solucionou-se satisfatoriamente... Será 
possível uma explicação para esse fato 
(que eu não esperava, em Teoria, na fase 
inicial da elaboração do projeto...)?”" - 
Luiz Fernando Vermini - Campinas - SP 


Um “*monte”” de PARABÉNS pra Você, 


Luiz...! Primeiro pela sua excelente 
redação! Você escreve com um estilo e 
uma correção realmente profissionais 
(não será, por acaso, jornalista ou escri- 
tor, além - obviamente - de Hobbysta de 
Eletrônica...?). Mostrada a sua (elegan- 
te...) carta ao big boss (Prof. Bêda 
Marques...), ele leu, releu, coçou a bar- 
ba, recoçou a barba, forneceu a resposta 
técnica à sua consulta e depois disse: “*- 
Chamem esse cara para trabalhar aqui 
em ABC, como Redator, que ele escreve 
melhor do que Vocês, seus andróides...” 
(Ele sempre nos trata assim, carinhosa- 
mente...). Como vê, nosso emprego pa- 
rece estar por um fio (e descascado...). 
Por favor, NÃO ACEITE o convite, 


senão pelo menos um de nó 
“dança””...! O segundo '“'PARABÉN 
vai pelo projetinho, inteligente, utíliz 
do o pino 4 do 555 em função difere 
do seu habitual e convencional “rest 
mento”” puro e simples da temporiza 
ou mera ““inibição/autorização”” do f 
cionamento como ASTÁVEL... O “* 
que”” de estabelecer uma rampa de T 
são sobre o dito pino 4, via Constante 
Tempo do módulo RC paralelo (resis 
de 100K e capacitor de 100u) é mi 
bom, funcional em muitos arranjos pr 
cos e inteligentes centrados no “'fan 
so” 555...! Quanto à razão de Você te: 
“enfileirar”” dois diodos com o sinali 
dor piezo, para ''segurar”” uma “T 
sãozinha”” que teimava em sobrar 
condição de stand by (outra providên 
pela qual Você merece parabéns, já « 
foi criativa e simples, como devem se; 
“sacadas” * em Eletrônica Prática...), 4 
plicamos: na função ASTÁVEL, cor 
oscilação inibida pela ''negativaçã 
do pino4, o pino 3 do 555 mostra ““quas 
a Tensão correspondente à linha do | 
sitivo da alimentação, mas NÃO exa 
mente a dita Tensão... Emboranos cák 
los e projetos mais elementares, c« 
sideremos que o dito pino 3 só po 
assumir dois ““estados””, ou totalmei 
negativo ou totalmente positivo, na v 
dade, em termos rigorosos, sempre “*s 
bra” um diferencial de Tensão, ain 
que pequeno, porém - no caso do seu lx 
elaborado projetinho - suficiente ps 
excitação de um eventual dispositi 
capaz de operar sob baixíssima Corren 
e mesmo sob Tensão bem baixa (caso 
sinalizador $-3/30V-1C...). Os dois d: 
dos, simplesmente '*engolem”” esse dii 
rencial, de modo que, em ““espera””. 
piezo não ''veja””, entre seus termina 
Tensão suficiente para emitir o tal “le 
apitinho””... Você verificará isso m: 
facilmente, medindo a Tensão nos e 
tremos do sinalizador, na decorrência 
temporização, quando verificará que n 
estão “lá” todos os9V, porém um pou 
menos (esse “*poucomenos””, justamer 
correspondente aos '“degraus”” dos di 
dos em ““totem"” com o sinalizador.. 
Se Você observar outros circuitos n 
quais o 555 trabalhe com sua Saí 
“relezada”” (e estando o outro termir 
da bobina do relê ligado diretamente 


ES TESS SO SS ES ES RES RES A O OTIS E SETE TI CEEE RIR mem 





ABC DA ELETRÔNICA 

















COZINHA - CARTAS 19 








linha do positivo da alimentação...) que 
é comum a presença do “diodo série””, 
justamente lá enfiado para “engolir” 
aquela mencionada ““Tensãozinha”” de 
stand by... 


“Deu para aprender um bocado nas 
“Aulas” sobreos Integrados 741 e 555... 
Eu já tinha utilizado esses componentes 
em várias montagens publicadas em 
Revistas de Eletrônica, mas não tinha 
exatas noções de como funcionavam os 
“bichinhos”, e nem de como “'circuitá- 
los” em projetos que eu mesmo pudesse 
criar... Agora já está dando para “'voar” 
um pouco (sempre gostei muito do ABC, 
mas não imaginava, no início, que em 
menos de 20 “Aulas” eu pudesse me 
tornar - como acredito estar - um “'pro- 
Jetista””...!). Tenho um duvidazinha téc- 
nica, para a qual peço explicações aos 
Professores do ABC: um hipotético cir- 
cuito que deva conter como elementos 
ativos tasnto um 741 quanto um 555 
(embora esteja falando em “hipótese”, 
estou - realmente - tentando criar um 
circuito com estas características...), e 
no qual o dito 741 tenha que trabalhar 
com alimentação simétrica (9-0-9V ou 
12-0-12V), como poderei arranjar as 
linhas de alimentação, de modo a com- 
partilhar a energia com o citado 555 
(que trabalha somente com alimentação 
simples, de 0-9V ou 0-12V...)?"" - No- 
emir Valongo - Recife - PE 


Conforme temos dito, ABC não tem a 
pretensão de *“transformar”” Vocês, caros 
Leitores/** Alunos””, em verdadeiros pro- 
jetistas, qualificação que realmente só 
pode ser obtida através de Cursos Regu- 
lares de nível superior (engenharia) ou - 
no mínimo - via Cursos Técnicos bastan- 
te sólidos... Entretanto sabemos (e essa 
certeza vem de muitos anos de ““janela” 
no ensino prático e básico da Eletrônica, 
sempre através de Revistas, Livros, etc.) 
que, com um mínimo de raciocínio e 
criatividade (costumamos afirmar que 
Eletrônica é muito mais ““Arte”” do que 
*““Ciência””...) mesmo quem detenha a- 

penas conceitos relativamente básicos, 
elementares, pode perfeitamente se 
“aventurar” com sucesso na criação de 
pequenos projetos (e até projetos não tão 


"TERRA"GERAL (0 


'“*pequenos”” assim...). Uma prova 


“viva” disso temos com Você, com o 
Luiz Fernando (carta anterior da presen- 
te Seção...) e com muitos e muitos outros 
Leitores/** Alunos””...! Vai fundo, No- 
emir...! Quanto à sua questão, desde que 
respeitados os naturais limites de Tensão 
de alimentação, tanto para o 741 quanto 
para o 555, nada impede (muito pelo 
contrário, eles trabalham muito bem de 
““parceirada”...) que ambos convivam 
num mesmo circuito, compartilhando 
linhas de uma alimentação split (simétri- 


- ca)! O diagrama da FIG. 4 mostra, em 


essência, como isso pode ser feito, sem 


, problemas, com o 555 tendo seus pinos 1 


e 8 energizados por apenas um dos 
“ramos” da mesma dupla alimentação 
que energiza o 741 (este, via pinos 4 e 
7...). Note que o “'terra”" (referencial de 
“zero volt”) de todo o circuito, é 
plenamente compatível aos dois Integra- 
dos e bastará Você diagramar e calcular 
as demais peças (resistores, capacitores, 
etc.) necessárias às polarizações e '“apo- 
ios passivos”, acoplamentos, desaco- 
plamentos, realimentações, temporiza- 
ções, etc., relativos aos dois blocos (cada 
um centrado no “'seu”” Integrado como 
elemento ativo...), para que tudo funci- 
one a contento...! Observar, porém, no 
““manejo”” dos sinais entre os diversos 
blocos, que - no caso - a Tensão na Saída 
do 741 (pino 6 do dito cujo) poderá, 
teoricamente, '*excursionar”” desde 
“menos 9 volts” até “'mais 9 volts” 
(uma 'excursão”' real, teórica, de quase 
18 volts, portanto), enquanto que, na 
Saída do 555 (pino 3 do ““bichinho””...) 
a''excursão” da ''voltagem”” ficará den- 





tro dos limites teóricos que vão desde 
“zero” até “mais 9 vols”, não podendo 
o dito 555 - no arranjo - manejar ou 
mostrar níveis de Tensão “abaixo de 
zero” (negativos, portanto, com referên- 
cia à linha central de ““terra””, da alimen- 
tação split do 741... Já demos, em “*Au- 
las”” anteriores do ABC, ''Lições”” espe- 
cíficas sobre esse (aparentemente...) 
““confuso”” tema do referencial de '“ter- 
ra” ou “linha de zero volt”... Consulte 
com atenção e raciocínio aqueles temas, 
que Você (como dizia o Rex Humbard...), 
“verá a Luz”... % 





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20 ABC DA ELETRÔNICA 





nm pa INFORMAÇÕES 











0000000000000000000000000000000000000000000 


Conforme o Leitor/*' Aluno”” já deve 
ter notado em muitas das figuras e dia- 
gramas mostrados na presente ** Aula” 
do ABC, praticamente todos os Circuitos 
Integrados de Potência para Amplifi- 
cação de Áudio são externamente dota- 
dos de uma ““lapela”” ou aba metálica, 
cuja função é fácil de explicar: destinam- 
se a facilitar o acoplamento térmico e 
mecânico de dissipadores externos, ge- 
ralmente feitos de alumínio, dotados de 
várias ““dobras”” ou aletas (esses artifí- 
cios destinam-se a aumentar a área de 
contato com o ar, sem com isso exagerar 
muito no volume físico da peça... 

O metal (do qual são feitas as ditas abas 
ou “lapelas”” dos Integrados de Potência 
é um material excelente para ““trans- 


mitir” o calor internamente gerado no 
componente, e convenientemente "“levá- 
lo para fora”” (o eventual dissipador ex- 


ternamente acoplado, se encarregando 


de ““distribuir esse calor para o ambien- 
te, para O ar que cerca o conjunto...). 
Normalmente, “lá dentro” do Integra- 


do, a “lapela” metálica está solidária 


com o próprio substrato de silício no qual 


é montada a estrutura semiçondutora . 


complexa do componente (conforme já 
explicamos em “* Aula” anterior, quan- 
do falamos sobre “*como e por que” os 
Integrados são construídos...). Por uma 
série de questões industriais e práticas, 
quase sempre esse substrato (ou, pelo 
menos, a sua base metálica), correspon- 
de ao “'terra”” geral do arranjo circuital 


interno, por definição e por convençã 
levado ao negativo geral da alimentaçã 
do circuito, como um todo... 

Entre os diversos pinos com os qua 
todos os Integrados são dotados (os pinc 
ou “pernas” dos Integrados são os pot 
tos através dos quais o componente ''s 
comunica”” com o '“mundo' exterior 
recebe energia para o seu funcionamer 
to, acolhe os sinais que deva processa 
emite a sua saída e recebe polarizaçõe 
acoplamentos, desacoplamentos e cor 
troles diversos ...), é, obviamente c 
brigatória a presença de pelo menos do! 
contatos correspondentes à entrada d 
energia de alimentação, na forma de ui 
terminal para o positivo e outro para 
negativo... Considerando que interná 
mente a já mencionada ““lapela'” metál 
ca faz contato direto com o “terra” 
negativo geral do arranjo, temos, entã 
um literal **curto”” entre a dita cuja e 
pino ou “'perna”” destinado justamente 
entrada da alimentação negativa! 

Em termos mais diretos, a aba metálic 
e o pino do negativo da alimentação sãc 
eletricamente, o mesmo ponto... Até a 


não parece haver problemas práticos n 


constatação... Simplesmente podemc 
considerar que além do pino destinado 
ligação do negativo da alimentação, tarr 
bém a ““lapela”” metálica pode ser usad 
(além da sua função de “condução té: 
mica” de dentro para fora do componer 
tes...) para acessar essa entrada negativ 
da energia necessária ao funcionament 
do componente... | 

Só que tem uma “'coisinha”” impoi 
tante: circuitos elétricos, por óbviz 
razões, são totalmente estruturados coi 
suas interligações feitas em metais, st 
jam nos pinos ou terminais de compc 
nentes, sejam nos âmagos dos fios cot 
dutores, sejam nas pistas € ilhas do Im 
presso, etc. Como o dissipador de calo 
acoplado à aba externa dos Integrados d 
Potência, também é metálico, se o dit 
cujo "encostar" em qualquer outro poi 
to também metálico do circuito, será : 
estabelecido um contato elétrico int 
vitável... | 

Se tal ponto metálico do circuito NA! 
ESTIVER sob o mesmo potencial d 
negativo da alimentação (geralmente 
“linha de terra””...), seríssimos probk 
mas (não previstos tecnicamente no pr 


ABC DA ELETRÔNICA 2 


iii ni in iii a SS e e 


INFORMAÇÕES - TRUQUES & DICAS 





jeto eletrônico do circuito...) podem ocor- 
rer! Na hipótese mais “suave””, se O 
citado ponto estiver, normalmente, sob 
potencial positivo, se estabelecerá uma 


“inevitável Corrente entre este e o dissipa-: 


dor (que está “'negativo””...). Essa Cor- 
rente, não prevista nos cálculos, sobre- 
carregará a fonte geral de alimentação, 
podendo gerar até a “'queima'” de trans- 
formadores, fusíveis, etc.! Além disso, 
Correntes ou fluxos de energia não pre- 
vistos, e absolutamente não desejados, 
ocorrerão sobre os próprios componen- 
tes envolvidos no ““curto””, com o que 
peças importantes também poderão 
“dançar” (aquela fumacinha e aquele 
cheiro de queimado que é o ““pavor* de 
qualquer pessoa que lida com Eletri- 
cidade ou Eletrônica...). 

Uma saída prática e aparentemente 
óbvia para tal problema é - simplesmente 
- isolar eletricamente o dissipador metáli- 
co externo da “'lapela”” do Integrado... 
Embora essa não seja uma providência 
difícil, embute um ““galho”” muito sério: 
quase todo material bom isolador elétri- 
co, é também um bom isolador térmico, 
com o que seria estabelecida uma abso- 
lutamente indesejável “barreira” ao calor 
que pretendemos ver ““escapar'” facil- 
mente do Integrado! Felizmente existe 
uma solução para isso, através de finíssi- 
mas lâminas isoladoras de mica, um 
mineral capaz de bloquear bem o trânsito 
da Eletricidade, sem contudo inibir a 
passagem do calor... No presente T&D 
serão dadas algumas importantes infor- 
mações práticas de como sobrepassar 
tais problemas e de como utilizar corre- 


É IMPORTANTE 
CONHECER 
TODOS OS 


DETALHES... TDA 2002 


OU NEGATIVO) 


LAPELA METÁLICA 


LIGADOS 
INTERNAMENTE 





tamente os dissipadores (e seus isola- 
mentos elétricos...), quando não houver 
outra maneira... 


- FIG. 1 - A “COINCIDÊNCIA” 
ELÉTRICA ENTRE A “LAPELA” 
METÁLICA E UM DOS PINOS DO 
INTEGRADO TDA2002 - No TDA2002, 
Integrado de Potência para Amplificação 
de Áudio já citado na presente “' Aula” 
do ABC, a aba metálica externa faz 
contato com o pino central (ou o 3º, 
contando-se a partir da esquerda, visto O 


“componente pela frente...). Conforme já 
'foicitado, tal pino corresponde à conexão 


do negativo da alimentação geral (quase 
sempre o referencial de “'terra”” para o 
circuito aplicativo...). Assim, não es- 
quecer: a ““lapela”” do TDA2002 não 
pode fazer contato com nenhuma parte 
do circuito aplicativo que não esteja sob 
potencial de *'terra”” ou negativo (se isso 
ocorrer, a *“fumaça”” será inevitável...). 


- FIG. 2 - O INTEGRADO LM2005, 
SUA ABA METÁLICA E O CORRES- 
PONDENTE PINO - No LM2005, tam- 


bém a “lapela” extema para acopla- 
mento do dissipador faz contato elétrico 


direto com o pino central, ou seja, o de 
número 6 entre as 11 “'pernas” do 
“bichão””... Coincidentemente, corro- 

borando o que já dissémos, esse é o pino 
do negativo da alimentação... Então, de 
novo lembramos: tanto a aba metálica, 
quanto o eventual dissipador a ela aco- 
plado de forma direta, não podem ““en- 












A ABA 
METÁLICA É 
SEMPRE 
LIGADA A UM 
DOS PINOS... 





costar”” em nenhuma outra parte condu: 
tora do circuito, a menos que tal pontc 
também esteja - normalmente - sob po: 
tencial de ““terra”” ou negativo (o ''me: 
nos”” da alimentação). 


Em muitos dos “esquemas”” ou dia: 
gramas de circuitos publicados nas Re: 
vistas ou mostrados em livros e manuai!: 
diversos, o Leitor/'' Aluno”” encontrarí 
todas as indicações numéricas das pina- 
gens dos Integrados de Potência, o que 
lhe permitirá montar, aparentemente 
“*sem susto””, mesmo projetos contendc 
Integrados “'desconhecidos”"... Entre- 
tanto, muito raramente é dado, nesses 
“esquemas”, o ''semblante”” do Inte: 
grado utilizado, e mais raramente aind: 
é indicado a qual dos pinos sua eventual 
aba metálica de dissipação está eletrica- 
mente ““juntada””... Embora seja quase 
uma “'regra”” geral que a dita “lapela” 


“seja eletricamente solidária ao pino cor- 


respondente ao negativo da alimentação. 
isso não corre de forma absolutamente 
obrigatória entre a infinidade de mode- 
los e códigos de Integrados disponíveis 
no mercado! 

Assim, principalmente se o Leitor/'A: 
luno”” for trabalhar com um componente 
“desconhecido”, para aplicá-lo num 
circuito do qual só tem o “esquema”, é 
importante descobrir a qual dos pinos < 
aba metálica está internamente ligada 
Uma forma simples, prática e segura de 
se determinar tal coincidência elétrica 
está detalhada nas próximas figuras... 


LAPELA METÁLICA 


LM 2005 


LIGADOS 
-| INTERNAMENTE 


PINO 6 
(“TERRA"OU NEGATIVO) 


FIG. 2 














22 ABCDA ELETRÔNICA 





INFORMAÇÕES - TRUQUES & DICAS 








PILHAS 3V 


SIMPLES E ESSENCIAL... 
É O "PROVADOR 
DE CONTINUIDADE"! 


DEVE SER PRA 
DAR INJEÇÃO 
NA BUNDA DO 


CABECINHA... 


COLADA NO CENTRO 
DO FUNDO 





y 
TUBINHO 7 cm X03,5 cm 


PONTA VERMELHA | 


42! 
9) “"SONALARME" 
) FIXADO 


“ COMO TAMPA 


CABINHO 
ISOLADO 
FLEXÍVEL 
(=50cm) 


a di 


Ee 


- Orr 
——— A! Se 





- FIG. 3 - UM SIMPLES (E MUITO 
ÚTIL...) PROVADOR DE CON- 
TINUIDADE, “USÁVEL” (ENTRE 
OUTRAS FUNÇÕES...) PARA DESCO- 
BRIR A CONEXÃO INTERNA DA 
“TAPELA” METÁLICA... - O Leitor/ 
“*Aluno” do ABC já tomou contato com 
o instrumento chamado de PROVADOR 
DE CONTINUIDADE, cuja extrema 
utilidade foi citada mais de uma vez no 


decorrer do nosso ““Curso”” (inclusive , 


mostramos alguns exemplos práticos de 
como construir provadores desse tipo...). 

Apenas, então, para anexar mais uma 
possibilidade prática, aí está um prova- 
dorzinho de facílima realização, e que 
mostrará sua validade na questão central 
do presente T&D, mas também poderá 
ser usado em muitas e muitas outras 
verificações super-importantes, no dia à 
dia dos Estudos ou Práticas Eletrônicas... 
Nada mais do que um sinalizador piezo, 
tipo “'Sonalarme””, modelo $-3/30V-1C 
(aquele **3/30”” dentro da sua identifi- 
cação indica que o dito cujo pode ser 


FIG. 4 


alimentado por qualquer Tensão entre 3 
e 30 volts...) interligado a um suporte 
contendo duas pilhas pequenas (os 3 
volts necessários à geração do caracterís- 
tico “apito” pelo dispositivo piezo..)e a 
um par de pontas de prova, polarizadas 
(uma vermelha para o positivo e uma 
preta para o negativo...), com cabos não 
muito curtos... Com os poucos compo- 
nentes ““juntados”” da maneira indicada, 
estando as extremidades metálicas das 
duas pontas de prova separadas, não há 
continuidade, não há percurso de Cor- 
rente e, portanto, o sinalizador fica ““qui- 
etinho””... Encostando-se, contudo, as 
pontas de prova uma à outra, estabelece- 


se a dita continuidade, determinando-se . 


um percurso de Corrente (muito baixa, 
apenas uns 3 mÃ) capaz de fazer soar O 
“apito” do $-3/30V-1C... Poucos ins- 
trumentos em Eletrônica podem ser tão 
simples (e, ao mesmo tempo, tão úteis...) 
quanto um provador de continuidade 
desse tipo! Aproveitamos para notar e 
lembrar que as extremidades de prova 


são nitidamente polarizadas, ou seja: à 
Corrente apenas circula (e apenas pode 
circular...) num único sentido! Essa ca- 
racterística também representa impor- 
tante “ajuda lógica” nos testes que 
podem ser efetuados com o mini-instru- 
mento... Só para citar um exemplo fora 
do contexto da presente “Lição”, um 
diodo comum deve permitir a passagem 
livre da Corrente num sentido, porém 
inibir totalmente tal passagem no sentido 
inverso... Seisso não for constatado no 
componente (através do PROVADOR 
DE CONTINUIDADE...), podemos con- 
siderar o dito diodo como ““dançado” 
(lixo com ele...).Outra importante carac- 
terística do PROVADOR mostrado é a 
Corrente máxima entre as pontas de pro- 
vas em níveis muito baixos (no caso, uns 
3mA, nãomais...). Esse é um parâmetro 
essencial para que os testes possam ser 
efetuados “'sem medo””, mesmo sobre 
componentes muito delicados, feito tran- 
sístores de baixo sinal, fiações muito 
finas, ete. E tem mais: a Tensão (3V) 
também é suficientemente baixa para ser 
“aguentada”” sem problemas por 
quaisquer junções semicondutoras, mes- 
mo em sentido inverso, e mesmo as mais 
delicadas... Por tudo isso, o uso do PRO- 
VADOR é totalmente seguro, porém es- 
tabelecendo-se uma regra, elementar é 
importante: qualquer componente, fiação 
ou circuito a ser testado com o PROVA- 
DOR tem que estar com sua ALIMEN- 
TAÇÃO DESLIGADA! Se tal providên- 
cia não for tomada, poderão ocorrer da- 
nos ao próprio provador, ou ainda indi- 
cações “falsas” da continuidade ou não 
continuidade, lembrem-se... 


- FIG. 4 - DANDO FORMA FINAL AQ 
PROVADOR - Qualquer instrumento de 
testes e prova, para uso prático em 
Eletrônica, deve ser compacto, de fácil 
manuseio, confortável nos seus aspectos 
ergonométricos (ou seja, na ““combi- 
nação” com a forma da mão do operador 
e com os métodos "'mecânicos ' da sua 
aplicação/movimentação nouso...), leve, 
resistente, etc. Seguindo a risca todos 
esses preceitos, podemos encapsular o 
circuito do PROVADOR (fig. 3) de ma- 
neira a transformá-lo num “real nstru- 
mento””, bonito e prático... Basa arran- 
jar um tubinho, metálico ou plástico 


ES eee". 


ABC DA ELETRÔNICA 23 





INFORMAÇÕES - TRUQUES & DICAS 








(provavelmente alguma embalagem va- 
zia de medicamentos ou cosméticos ser- 
virá...), cujas medidas sejam iguais ou 
pouco maiores do que 7 cm. de compri- 
mento por 3,5 cm. de diâmetro, dotado 
de tampa (de encaixe ou de 
rosquear...jnuma das extremidades do 
seu corpo cilíndrico... No interior do 
tubo enfia-se o suporte com as pilhas; o 
sinalizador piezo pode ser fixado exter- 
namente à tampa da embalagem (pode 
ser colado com adesivo de epoxy ou de 
cianoacrilato, mas efetuando-se antes 
uma furação de passagem para os termi- 
nais do dispositivo, que devem penetrar 
na base do tubo, para ligação aos demais 
componentes conforme fig. 3). Depen- 
dendo das reais dimensões do tubo 
(diâmetro, principalmente) pode até ser 
- possível usar o próprio sinalizador piezo 
no lugar da tampa... No fundo do tubo 
faz-se uma furação central capaz de re- 
ceber o diâmetro da capa plástica de 
ponta de prova vermelha, que deve ser aí 
inserida e fixada com o adesivo forte (os 
mesmos indicados para a eventual fi- 
xação do sinalizador à tampa...). Na la- 
teral do tubo, em ponto próximo ao seu 
' fundo (onde se fixou a ponta de prova 
vermelha...), deve ser feito um pequeno 
furo para passagem do cabo (este não 
muito curto) da ponta de prova preta... A 
disposição geral mostrada na figura não 
é difícil de entender, nem de *'copiar””, 
acreditamos... Como resultado o Leitor/ 
“Aluno” terá um instrumento extrema- 
mente prático no seu manuseio (além de 
útil, em termos puramente eletrônicos...). 


- FIG. 5 - ENCONTRANDO O PINO 
CORRESPONDENTE (ELETRICA- 
MENTE) À ABA METÁLICA EXTER- 
NA, NUM INTEGRADO ““DESCO- 

NHECIDO"” - Considerando a natural 
polarização das pontas do PROVADOR, 
e por medidas de segurança e lógica, é 
sempre bom efetuar a **procura”” do pino 
coincidente com a ““lapela””, da seguinte 
forma: encosta-se a ponta de prova po- 
sitiva (vermelha) à aba metálica e, com 
a ponta de prova preta (negativa), vai se 
tocando cada um dos pinos do hipotético 
Integrado “'desconhecido””, até ouvir-se 
o nítido apito do sinalizador piezo... O 
pino que “apitar” será o internamente 
ligado à “lapela”... Notem que, depen- 


LAPELA 
METÁLICA 


FÁCIL DE 

USAR E 

FÁCIL DE 
INTERPRETAR! o 





dendo do arranjo semicondutor interno 
ao Integrado, pode ser que no ““toque” 
em mais de um pino surja o sinal sono- 
ro... Nesse caso, deve ser considerado 
“coincidente o terminal que ocasionar 
o apito mais forte e nítido, não se con- 
siderando o(s) outro(s) que eventual- 
mente tenha feito surgir um ““apitinho” 
mais tênue... 


APROVEITANDO AS 
CARACTERÍSTICAS 
“ELÉTRICAS” 

DA “LAPELA” EXTERNA, 
NA DISSIPAÇÃO 
PRÁTICA EM 
CIRCUITOS DE ÁUDIO... 


Os circuitos de áudio, principalmente 
os que tenham estágios que trabalhem 
com sinais de baixo nível e alta impedân- 
cia (parâmetros característicos de prati- 
camente toda Entrada de amplificador 
ou pré-amplificador...), sempre precisam 
de excelentes ““aterramentos”” ou blin- 
dagens, ou seja: ““envoltórios”” metáli- 
cos ligados eletricamente ao referencial 
de “'terra”” (negativo da alimentação, 
quase sempre...) inibindo a captação de 
campos eletro-magnéticos externos, ca- 
pazes de induzir zumbidos e ruídos 
“pavorosos”” em qualquer sistema... 

Podemos, na prática, “combinar” tais 
necessidades, com o fato dos Integrados 


AMPLIF. 
INTEGRADO 
HIPOTÉTICO 


V 
UR 
ty” 


o, 


o a 
1/2 HI" 
VM = 


de Potência precisarem de dissipação 
externa, e, além disso, terem suas abas 
metálicas ligadas internamente ao pino 
correspondente à alimentação negativa! 
Vejamos ““truque”” (simples, prático, e 
muito utilizado...) na próxima figura... 


- FIG. 6 - USANDO A CAIXA DO 
CIRCUITO NA FUNÇÃO DE DIS- 
SIPAÇÃO - É bastante conveniente (para 
boa blindagem contraa captação de cam- 
pos eletro-magnéticos interferentes...) 
encapsular-se circuitos de áudio em con- 
tainers metálicos (existem muitas boas 
caixas metálicas padronizadas à venda 
nos varejos de Eletrônica, que podem 
“quebrar grandes galhos ' no acabamen- 
to e abrigo de circuitos do gênero...). 
Para que o ““escudo”” contra zumbidos 
seja realmente efetivo, a caixa metálica 


deve estar eletricamente ligada ao nega- 


tivo daalimentação... Dessa forma, nada 
impede (muito pelo contrário...) que a 
“lapela metálica do Integrado de Potên- 
cia para Amplificação seja firmemente 
acoplada (pelo lado de dentro...)à própria 
estrutura do container! A grande área 
metálica da caixa servirá perfeitamente, 
em muitos casos concretos, para a con- 
veniente dissipação do calor natural- 
mente gerado no dito Integrado! Temos, 
assim, BLINDAGEM e DISSIPAÇÃO, 
ambas promovidas pela própria caixa, 
que “mata três coelhos com uma só 
paulada” (uma vez que serve também - 


CSS E CS E ROME O O O OESTE DOS STS TSE EEE EE EEE EEE EE EEE E ESTO EE EE 





24 ABC DA ELETRÔNICA 





INFORMAÇÕES - TRUQUES & DICAS 





TRANSISTORES DE POTÊNCIA 
TAMBEM PODEM USAR A CAIXA 
METÁLICA COMO DISSIPADOR! 


LAPELA METÁLICA DO AMP. INTEGRADO, 


obviamente - como EMBALAGEM para 
o circuito...) Com um pouquinho de 
criatividade e raciocínio, obtemos ECO- 
NOMIA, COMPACTAÇÃO. EFICIÊN- 
CIA...! 


- FIG. 7 - QUANDO NÃO TIVER OU- 
TRO JEITO, ISOLAR O DISSIPA- 
DOR... - Conforme já mencionamos, se 
for inevitável que o dissipador externo 
de calor do Integrado toque outras partes 
metálicas do circuito (às vêzes, mecani- 
camente, essa condição simplesmente 
não pode ser evitada...), devemos pro- 
videnciar um isolamento elétrico (porém 


PARAFUSO (1/8"ou 3/32") 


BUCHA DE TEFLON 


LAPELA METÁLICA 
DO COMPONENTE 


LÂMINA 
DE MICA 


DISSIPADOR 


PORCA (1/8"ou 3/32") RETA 


| 
' 





ACOPLADA À PRÓPRIA CAIXA, 


PARA DISSIPAÇÃO... 


CAIXA METÁLICA, 
LIGADA ELETRICAMENTE 
À LINHA DO NEGATIVO 
DA ALIMENT. 





não térmico...) entre a “'lapela”” do Inte- 
grado e o dito dissipador... Para tanto, 
existem no varejo de Eletrônica lâminas 


especiais de mica (um mineral que “'fa-. 


tiado”” em finíssimas placas, parece uma 
espécie de vidro que se ““esfarela”" sob 
esforço mecânico transversal...), previa- 
mente ''recortadas'' em formase dimen- 
sões apropriadas ao ''casamento”” com 
as abas metálicas dos componentes e já 
dotadas de furos estrategicamente posi- 


” cionado de modo a permitir a passagem 


de buchas e parafusos... Em conjuntos 
com tais lâminas, deve ser usada uma 
pequena bucha de teflon (plástico, iso- 


AS PEÇAS JÁ 
SÃO FEITAS 
PARA "CASAR" 
UMAS COM AS 


lante, porém bastante resistente ao ca- 
lor...) que impede o contato elétrico “*vi 
parafuso” entre a aba e o dissipador. / 
montagem mecânica do conjunto dev: 
sempre ser feita conforme indica a vist 
explodida da fig. 7. Para que ocorra un 
perfeito contato térmico entre a ab: 
metálica e o dissipador (agora eletrica 
mente isolados um do outro, pela pre 
sença da lâmina de mica e da bucha d 
teflon...), deve-se “lambuzar"” as super 
fícies da aba, da lâmina e do dissipado: 


- (nos pontos de mútuo contato...) com « 


chamada “pasta térmica””, uma “'geléia” 
de silicone, geralmente branca, isolante 
mas que preenche os pequenos espaços 
ou frestas que restarem após a fixação 
(devido a minúsculas imperfeições 
mecânicas do conjunto...). Esse 
“preenchimento” restabelece “'cami- 
nhos”” sólidos para o calor emanado po- 
der transitar livremente, “'saindo”” do 
Integrado para o ar, via dissipador... 


OS CABOS BLINDADOS 
EM ÁUDIO... 


Já que falamos várias vezes em ““blin- 
dagens”” no decorrer do presente T&D, 
vamos aproveitar para dar algumas im- 
portantes informações sobre um tipo es- 
pecial de condutor (fio ou cabo...) bas- 
tante necessário nas interligações de cir- 
cuitos de áudio... ' 
Basicamente, um CABO BLINDADO 
não é mais do que um (ou mais de um...) 
condutor isolado, “embutido” dentro de 
uma espécie de ''malha”” metálica, tudo 
recoberto por uma isolação externa... 
Nos circuitos de áudio, notadamente nos 
estágios de Entrada e Controle, onde 
sinais de muito baixo nível e impedância 
média ou alta são manipulados, as inter- 
ligações devem ser feitas com tais cabos, 
de modo que os sinais, propriamente, 
“passem”” pelos condutores centrais iso- 
lados, enquanto que a “'malha”” metálica 
deve ser ““aterrada”” (formalmente, liga- 
da ao negativo geral da alimentação, e às 
vezes até à própria caixa do equipamen- 
to, conforme sugerimos na fig. 6...). 
Assim dispostas as coisas, a citada ''ma- 
lha”” forma um eficiente ““escudo”” con- 








ABC DA ELETRÔNICA 25 





INFORMAÇÕES - TRUQUES & DICAS 


ISOLAMENTO 


CONDUTOR INTERNO 


INTERNO (VIVO) 


ISOLAMENTO 
EXTERNO 


MALHA 
(TERRA?) | 


tra a penetração de campos eletro-mag- 
néticos externos que poderiam (e podem 
mesmo, acreditem...) introduzir fortes 
zumbidos no som final amplificado ou 
processado... 

Esse famigerado ''campo”” está presente 
à nossa volta, irradiado “'sem perdão” 
pela fiação de C.A., submetida aos 60Hz 
da rede, e que funciona como verdadeira 
antena emissora do dito campo... A fi- 
ação de interligação dos circuitos, por 
sua vez, na presença desse campo ““inun- 
dante” e ““onipresente”” (desde que haja 
rede C.A. próxima...), age como ““ante- 
na receptora””, captando o campo, trans- 
formando-o em minúsculos sinais elétri- 
cos (a 60 Hz) que, depois de amplifica- 
dos pelos (geralmente) sensíveis está- 
gios iniciais dos circuitos, surge como 
desagradável e distorcedor zumbido nos 
alto-falantes ou fones (coisa que, certa- 
mente, ninguém quer...). 


00000 
- FIG.8-OCABO BLINDADO MONO, 


SUA CONSTRUÇÃO E SUA ES- . 


TILIZAÇÃO NOS DIAGRAMAS DE 
A.B.C. - A figura mostra como é consti- 
tuído um cabo blindado mono (contendo 
um condutor central, isolado, chamado 
de “vivo”, e a ''malha”” de “terra”, 
tudo recoberto por um isolamento exter- 
no. Ao lado da aparência do dito cabo, 
temos a fórmula visual adotada pelos 
desenhistas técnicos do A.B.C. para repre- 
sentá-lo nos nossos diagramas... Trata- 
se de uma ““estilização”” (simplificação 


«É UM ASSUNTO 
PRÁTICO 
IMPORTANTE! 


A ESTRUTURA DO CABO 


ESTÉREO É A MESMA DO MONO, 
PORÉM COM "DUPLO VIVO"! 


ESTILIZAÇÃO 





do desenho, sem perda da “informação 
visual””...) bastante clara, e que não deixa 
dúvidas sobre “*o quê é o quê e onde está 
ligado””... 


- FIG. 9 - O CABO BLINDADO ES- 
TÉREO... - Construído de modo seme- 
lhante ao cabo mono, porém com dois 
condutores isolados internos (dois ''vi- 
vos”, portanto...), o cabo blindado (tam- 
bém chamado de cabo “'shieldado”' numa 


= corruptela de shield, ou ““escudo””, em 


Inglês...) estéreo tem sua estilização (nor- 
ma gráfica adotada em A.B.C.) clara 
mostrada no diagrama... É comum que 
os dois condutores internos tenham cores 
diferentes na “'vida real” (geralmente 
vermelho e branco) para que os dois 
canais de “*vivo”” possam ser facilmente 


- identificados, nas duas extremidades do 


ESTILIZAÇÃO 


CABO 
BLINDADO 
ESTÉREO 


cabo, quando das ligações... Assim, na 
estilização, sempre um dos cabos vivos é 
mostrado em preto, e o outro em branco 
(não dá para imprimir as páginas internas 
da Revista a cores; ficaria muito caro e 
Vocês, seus ““duros””, se recusariam à 
comprar o A.B.C. pelo preço resul- 
tante...), para que a diferenciação e iden- 
tificação não deixe dúvidas. Lembrem- 
se, então: nos CHAPEADOS do ABC 
(vistas ““reais”” das montagens dos cir- 
cuitos práticos...) os cabos blindados 
são sempre representados de uma das 
formas aqui mostradas (figs. 8 e 9). 


- FIG. 10 - UM EXEMPLO PRÁTICO 
(E MAIS “DICAS” DE BLINDA- 
GEM...)- É bom não esquecer que, quan- 
do falamos nos módulos de Entrada dos 
amplificadores, e dos seus problemas de 


NÃO TEM 
O QUÊ 
ERRAR...! 


VAO 
de T CIRCUITO 


REUNIÃO 


Pq DAS MALHAS 





DE "TERRA" 


“ATERRAMENTO” DO 


CORPO METÁLICO 


DO POTENCIÔMETRO 


FIG. 10 








26 ABC DA ELETRÔNICA 


INFORMAÇÕES - TRUQUES & DN 








captação de zumbido, estamos nos refe- 
rindo não só às ligações ou cabos, mas 
também nas próprias peças e componen- 
tes que - de uma maneira ou outra - fazem 
parte de tais estágios... Jaques, plugues, 
potenciômetros, microfones, captadores, 
tudo deveter suablindagem, sob pena de 
servir como “'porta de entrada” para os 
indesejados campos de 60 Hz (ou mesmo 
emissões de rádio provenientes de es- 
“tações comerciais ou de comunicações, 
que não deveriam “entrar por aí””...). 
Num exemplo prático, vejamos como 
deve ser feita uma conexão microfone/ 
potenciômetro/entrada de amplificação, 
pelas normas recomendadas... A figura 
mostra, ao alto, o ''esqueminha”” do 
arranjo, incluindo um microfone e o 
respectivo potenciômetro de pré-ajuste 
de nível... Como tema principal da figu- 
ta, temos a “vista real'” do arranjo, 
enfatizando-se as conexões, todas feitas 
com o necessário cabo blindado (mono, 


no caso...). Observem que existe um 
perigoso “buraco” (e isso é quase ine- 
vitável..) no sistema, para a “entrada” 
de interferências externas! Essa ““jane- 
la” é o próprio potenciômetro, onde os 
cabos blindados são, forçosamente, in- 
terrompidos em sua função de “escudo” 
contra campos externos... Existem, 
porém, duas providências básicas e 
recomendadas (principalmente quando 
os níveis de sinal envolvidos são muito 
baixos...) capazes de minimizar o efeito 
dessa “'fresta"” no ““escudo””: uma delas 
é procurar juntar sempre, todas as 
conexões de “terra” (correspondente, 
como sabemos, às ''malhas”” dos cabos 
de ligação...) a um só ponto (evitando, 
assim, que existam ““percursos”” resisti- 
vos entre um “'terra”' e o “outro””...). A 
segunda providência, também recomen- 
dada para máxima blindagem, é ““ater- 
rar”” o próprio corpo metálico do poten- 
ciômetro, ligando-o ao tal “ponto único 


de terra” através de um pedacinho d 
nú, soldado nas duas extremidad 
Com isso, a “'casca”” metálica do 

potenciômetro também passa a Í 
parte do ““escudo””, blindando o inte 
do dito cujo, sua pista resistiva de ca 
no, seucursor, etc., garantindo a máx 
“defesa”” do sinal contra interferên 
externamente aplicadas pelos cam 
eletro-magnéticos... Enfim: tod 
qualquer percurso de sinal de baixon 
(ainda na casa dos milivolts ou ce 
volts...) e provenientes de fontes de 

impedância (elevada “'resistência”” 
trínseca...) DEVE ser protegido p 
convenientes blindagens, em tod 
qualquer circuito de áudio (também 
circuitos que envolvam sinais de Ré 
Frequência, de Vídeo, dados digil 
etc., mas isso é uma outra história, 

abordaremos no devido momento...) 
qual se pretenda boa fidelidade, b: 
nível de ruído ou zumbidos, e por aí v 















K-1 (MCD 198K) - LARANJA. 
A-5 (MCD 1914) - LARANJA. 
K-8 (MCD 194K) - LARANJA. 
K-17 (MCD 348K) - VERDE. . 
K-19 (MCD 368K) - LARANJA 
K-20 (MCD 398K) - LARANJA 
K-46 (MCD 144K) - VERDE... 
A-7 (MCD 1964) - LARANJA. 
A-16 (MCD 3964) - LARANJA 









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— 144K 
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194K 


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Cn ss Cuiosé das rosa roda ray e! ade OA CORA DUSO 
e MÓDULO DE PRECISÃO (0999-APE) - 
Termômetro eletrônico preciso/sensível, faixa até 100º, Labo- 
ratório, controles Industrials, estufas, chocadelras, aquários, 
etc. Pode ser acoplado a multímetro digital ou analógico, ou 
(opcional) a galvanômetro próprio , . . + «« « CR$3,400,00 
e CONTROLE REMOTO FOTO-ACIONADO (112/21-APE) - Alcance 
2 a 7m, sensível, versátil, 6 a 12V, C/safda C,C. até 1A (acoplá- 
vel a relê opcional). Acionamento p/simples lanterna de mão, 
Multkaplicável, Ideal PARA INSCIANTES . . .. CR$ 6.150,00 
e MÓDULO SENSOR DE IMPACTO MULTHUSO (113/21-APE) - 
“Sente” batidas, vibrações, movimentos bruscos, etc, contra só- 
lidos, Múltiplas aplicações, Safda temporizada por relê (cargas 
de potência) ...ccccuacra cara «o «CR$ 3.910,00 
e SUPER CONTROLE-REMOTO INFRA-VERMELHO - 9 CANAIS 
(133/25-APE) - Módulo completo (transmissor. portátil mais re- 
ceptor, d'9 canais sequenciais e progressivos) dotado também 
de “resetamento” remoto! Saídas “em aberto”, aceitando Inúme- 
ros tipos de drivers ou interfaceamentos de potência p/qualquer 
tipo de carga CLA. ou CC. +... «cc... CR$ 9.870,00 
e CAÇA-TESOURO (DETETOR DE METAIS MD (137/25-APE) - 
Sensível e fácil de utilizar, c/indicação por Instrumento (gal- 
vanômetro ou V.U.). Mil aplicações “aventurelras” ou sé- 
Mas= qrsoções possas té poeira DAM As SE CONSUETN 
e SUPER-DETETOR DE METAIS (180/36-APE) - Modelo mais 
sensível, totalmente transistorizado (Indicação por galvanôme- 
MO) osso ola a de uaro roca ato elas ana to VON TD ROS AUS DO 
POT (197/41- 
APE) - Eficiente, sensível (um único ajuste permite adequar a 
vários tamanhos de superfície metálicas sensoras) e com saída 
potente, por relê (Incluso no KIT). Totalmente transistorizado, 
trabalha sob 12 VCC (apenas 100mA) e pode ser usado em vef- 
culos, em alarmes domésticos, em aparelhos comerciais ou In- 
dustriais. Instalação facflima - Completo . . .« . CR$3.280,00 
e AUDI-CHAVE MULT-USO (216/43-APE) - Interruptor de CC, boa 
Potência (6 a 12V x 1A) acionável por ruídos amblentes ou pela 
voz humana, multo versátil o multkaplicávell Pode comandar fa- 
cilmente qualquer aparelho, circulto ou dispositivo eletro-ele- 
trônico (que trabalhe na faixa de Tensão/Corrente indicada) 
Com a simples anexaçãútie um relô (opcional, não fornecido c'o 
Km), a Potência de controle poderá ser grandemente aumenta- 
dal Ideal para Experimentadores, Hobbystas “avançados”. Mó- 
dulo eletrônico básico completo . ......«« CR$1.340,00 
e DETETOR DE CAMPOS ELETRO-MAGNÉTICOS (222/44-APE) 
Sensível à presença de campos oscilantes ou pulsados (pode 
detetar também campos estáticos, pela rápida movimentação do 
sensor) c'indicação por LED, Aliment, bat, 9V. Parte eletrônica 
completa (não Inclul formas especiais p/a bobina ou suas varlan- 
Os 5 ecorstane so dos eso cirieoo de etapa D A O IDOL OA 


4“ 





E, A 





DESCONTO DE 20% 


ALARMES E 
ITENS DE SEGURANÇA 


OU PASSAGEM (007/02-APE) - “Radar 


e ALARME DE PRESENÇA 
Ótico” sensível, fácil instalação. Aviso por “bip” temporiza- 
O esbger aca dm e tao uno Sra co So co js co D+ 190,00 
e ALARME DE PORTA SUPER-ECONÔMICO (008/03-APE) - Pro- 
teção simples e eficiente p/portas, janelas, vitrines, etc, Ideal 
PARA INSANTES Pr RR Ds SE pt 6 2 o js Fat 
e GRAVADOR AUTOMÁTICO DE CHAMADAS TELEFÔNICAS 
(01304-APE) - Controla e grava chamadas acoplado a um gre- 
vador comum, Projeto “secreto” . +... «+ «« CR$3.470,00 
e ALARME/SENSOR DE APROXIMAÇÃO TEMPORIZADO (016/05- 
APE) - “Radar Capacitivo” sensível, temporizado, c'saída poten- 
te pícargas até 10A; (1000W em 110 ou 2000W em 220), 
NOM no carícia did a E ale ar dço! cio ra o CHIS = 040,00 
e BARREIRA ÓTICA AUTOMÁTICA - Aclonado 
pºquebra de feixe”, opera c'luz visível. Sensibilidade automáti- 
ca (sem ajustes), Saída temporizada cirelê p/cargas de potência 
(até 10A em C.C. ou até 2000W emC.A,) . .» .« CR$3.630,00 
e LUMINADOR DE - Automático, es- 
tado sólido, acionamento instantâneo em caso de black out, Re- 
set automático, alimentação p/baterla . .« .« . « CR$ 1.890,00 
e RADAR ULTRA-SÔNICO (ALARME (0511-APE) 
« Controla e deteta movimentos em razoável volume amblental 
(sala, passagem, entrada, Int, de veículo, etc). Fácil de montar 
C>MBtalara ss cuca so cv 00 o 56 « «— CH$:6,970,00 
e MAXECENTRAL DE ALARME RESIDENCIAL (055/12-APE) - Pro- 
fisslonal e completíssima c/3 canais de sensoreamento (um tem- 
porizado p/entrada e saída). Saídas operacionais de potência 
- qualquer dispositivo existente, Alimentação 110/220 VCA elou 
bateria 12V. Inclul carregador automático Interno, Todos senso- 
' res'controles/lunções monitorados por LEDs . CR$ 14.560,00 
e SUPER-SIRENE PI/ALARMES (057/12-APE) - Módulo de Potência 
(até 50W), som “ondulado” e penetrante, Ideal p/alarmes rest 
dencials, Industriais, veículos, etc. Pequeno tamanho e som for- 


Orsa e sjas é ala acao a ops asa a CR$ 2.380,00, 
o ESPIÃO TELEFÔNICO (061/13-APE) - Basta discar o nº do tele- 


fone controlado p/ouvir tudo o que se passa “lá Temporizado, 
secreto, pídiversas aplicações (segurança, esplonagem, vigllân- 
cla, “babá” eletrônica, etc.). Fácil de acoplar a linha telefônk 
Ci sro sis in Es ecnde ace oca aos de ie aa OS 020,00 
e ALARME OU INTERRUPTOR ÃO TOQUE (065/13- 
APE) - Liga cargas de C.A. até 200W em 110 ou 400W em 220 a 
um toque de dedo! Sensível e multiaplicável, Ideal PARA IN 
CIANTES “ e a “ 4. “ +“ “ a + E . ““. [O . . CR$ 1.760,00 
e MICRO-AMPLIFICADOR ESPIÃO (087/14-APE) - Incrível desem- 
penho, super-sensível, altíssimo ganho! Pfescuta secreta” offio 
ou como “telescópio acústico”, Util também para naturalistas, 
observadores de pássaros e estudantes de animais. Inclul mi 
crofone super-mini ve... ..... as“ CRS 2.940,00 
e MICRO-TRANSMISSOR TELEFÔNICO (080/16-APE) - Acoplado à 
linha telefônica, sem alimentação transmite p/receptor FM pró- 
ximo toda conversação. Ideal para esplonagem e vigllân- 
papa ror A ao RM) O 5 fo 980,00 
e ALARME MAGNÉTICO C.A. (082/16-APE) - Mini-módulo p/con- 
trole de portas e passagens, Utllíssimos p/segurança localizada, 
Aciona carga de C.A, (até 300W) - funciona 110/220V. . . .. 
Ma RO ge aa us Xe ero add evo o o CRS “147 00,00 
e SUPER SENTE-GENTE (098/19-APE) - “Vigla Eletrônico” p/mo- 
nitorar e avisar presença de pessoas em áreas ou passagens 
controladas! “Radar Ótico” sensível, multt aplicável em Insta- 
lação de segurançal ... cacau as vw «+ « CR$ 4,470,00 
e MINE-CENTRAL DE ALARME COMERCIAL (101/19-APE) - Peque- 
na no tamanho, grande no desempenho. Ideal pícontrole de vi 
trines, passagens, portas, caixas resgistradora, etc. Canais 
N.F. e N.A, Incorpora alarme sonoro temporizado. Montagem e 


instalação fáceis . . creo cos co o « CR$ 3.470,00 | 
TOQUE/PROXIMIDADE, TEMPORIZADO 


e ALARME DE (PRMAÇA- 
NETA) (140/26-APE) - Exclusivamente p/fechaduras/maçanetas 
METÁLICAS. Instaladas em portas NÃO METÁLICAS. Alarme so- 
noro forte, instantâneo ou temporizado (à escolha, p/chavea- 
mento) c'controle de sensibilidade. Reage ao toque de um Intru- 
so sobre a maçaneta, mesmo que a pessoa esteja usando lu- 
MAE E o BM ss sto cd ds o eo dO CR$ 4.260,00 

e MÓDULO DE MEMÓRIA PALINK TEMPORIZADO DA “MACARE” 
(148/27-APE) - Complemento final para a MAXkCENTRAL DE 
ALARME RESIDENCIAL (APE nº 12) Permite a memorização da 
violação da entrada controlada pelo link temporizado, incremern- 
tando muito a já alta segurança do sistema original, Fácil de 
acoplar à “MACARE” e de Instalar ('allmenta-se” da própria 
CENTRAL) «is ase o o vórs to vzdlo e ese raro CR$ 1.760,00 

e SUPER-BARREIRA DE SEGURANÇA  INFRA-VERMELHO 
(154/28-APE) - Completo sistema com “centra” e môdulos opto- 
eletrônicos específicos de longo alcance (barreiras de até deze- 
nas de metros, em condições Ideais). Admite ampliação no nú- 
mero de barrelras o trabalha com bateria acessória de no break 
(Inclul carreg. automático p/bateria). Saída temporizada (4 min.) 
e potente sirene intermitente Incorporada. Fácil Instalação, 
adaptação e modificação! . « «+» + «« CR$ 21.060,00 

e SIRENE DE 3 TONS (171/31-APE) - Módulo eletrônico (sem 
transdutor) super-potente c/chaveamento p/3 sirenes diferen- 
toa SEM Am gs W vce dr es IORO 1.760,00 

e RELÊ ELETRÔNICO PIGRAVAÇÃO (173/82-APE) - 
Não usa relê, não precisa de alimentação “própria'.' Pode ser 
embutida dentro da caixa do mintgravador . . « CR$ 940,00 

e PORTEIRO A TICO (183/37-APE) - Um verdadeiro mor- 
domo-robô, vigla, cortêz. Quamdo algum visitante noturno tocar 
a campainha, liga automático e temporizado a luz de entrada da 
residência. Não há alteração na Instalação elétrica, 110 ou 220 
GOB Sa sa a aa m o ho é: 6; 6 :0 CAS B920,00 

o ALARME LOCALIZADO CIMEMÓRIA (PISENSORES NA) 
(185/38-APE) - Ideal p/controle/vigitância de Postal, etc. Uma 
vez disparado, permanece nesse estado, Com reset, sirene, In- 
corporada - 6 Volts eve au dis aaio eo o CHS 35990,00 

e PODEROSA SIRENE “DEDÁ” (206/42-APE) - Trabalhando sob 
12 VCC (4A). Ideal para alarmes, buzinas, avisos, sirenes de 
viaturas, etc. Libera cerca de 20W de Intensa e diferente sono- 
ridade modulada em dols tons periódicos (como sirene de bom- 
beiros, tipo “dil-dã4”). Tamanho pequeno, podendo ser acopla- 
da nas “costas” do próprio projetor de som (corneta eletro- 
magnética de 2 a 4 ohms, NÃO Inclufda no KIT) CR$ 2.370,00 

e BARREIRA INFRA-VER MELHO PROFISSIONAL (211/43-APE) - 
Módulo duplo, formado pelo emissor (BIVEP-E) e pelo receptor 
(BIVEP-R), estabelcendo uma "barreira invisível” de proteção 
em passagens, portas, locais cujo acesso ou “penetração” de- 
vam ser controlados, monitorados ou fiscalizadosl Excelente al- 
cance (dependendo da parte ótica, não fornecida com o KIT), 
saída com relê (capacidade dos contatos = 2A) cicontatos re- 
versíveis, e “pilotagem” por LED (facilitando o ajuste e alinha- 
mento). Circuito ultra-compacto, dimensionado para acomoda- 
mento em caixas padronizadas tipo 4 x 2º (standard - em insta- 
lações elétricas residenciais e comerciais). Aliment. 12 VCC 
(fonte ou bateria, baixo consumo), ideal para profissionals Insta- 
ladores de alarmes, etc, Módulos eletrônicos na aa 
partes óticas, lentes, caixas, etc.) .. cv... 3.530, 

e MONITOR DE ÁUDIO PALINHA TELEFÔNICA (250/48-APE) - Am- 
plificador e módulo de “casamento” (dotado de fonte Interna, 
alimentada pela C.A, 110/220...) que permite ouvir, alto e bom 


som, as conversações telefônicas, a partir de uma simplés co- 
nexão à lInhal Fácil de montar e Instalarilnclul saida específica 
para gravação... Ideal para “esplonagem”, controle e registro 
das llgações/conversações! Módulo eletrônico completo (sem 
CAMAS SA see ana EB É ei oa Nida Ss erals CR$ 6.870,00 


e ALARME DE TOQUE C.A, PIMAÇANETA (25649-APE) - Alarme 


sersivel e potente, podendo acionar cargas de C.A, (respect. 
até 300W e 600W, em 110 e 220V) pelo simples toque de mão 
numa maçaneta metálica (cu outro sensor metálico) em porta 
não metálica! Fácil instalação, não necessitando de ajustes ou 
regulagens. Só o módulo eletrônico, sem caixa e implementos 
CMBIMOS: ssa do o borda toras Udo (é 04 QUAD AS IROIUO 


EFEITOS LUMINOSOS 
(LUZES RÍTMICAS, SEQUENCIAIS OU COMPLEXAS) 


o SIMPLES MULTIPISCA (01 - Efeito alternante tipo 
“porta de Drive-In" c'6 LEDs, Ideal PARA INICIANTES. . . . « 


“ “0... ..... .... 4. a «e CR$ 9.930,00 


e TRI-SEQUENCIAL DE POTÊNCIA, - 
Três canais, velocidade ajustável, bktensão (110-220), Até 
600W ou até 1200W p/canal. Acionamento em Onda Completa, 
PROFISSIONAL ,. cc... o « CR$ 7.600,00 

e SEQUENCIAL 4Y (043/0-APE) - Efeito luminoso automático e 
inédito c/5 LEDs especiais (val verde volta vermelho")! Ótimo 

sad isto o a qrnconar ns DO. ESOM OU 

A DE POTÊNCIA R (044/10-APE) - Luz rítmica pro- 

fisslonal de alta potência (800W em 110 ou 1600W em 220). 
Sensibilidade ajustável, acoplável desde a um simples “radinho” 
até amplif. de mais de 100W ....««««« CR$3,090,00 

e EFEITO MALUQUETE (058/12-APE) - Três cores luminosas, se- 
quencialmente geradas no mesmo LED! Bonito, “maluco” dife- 
rente! Montagem simplíssima, Ideal PARA INICIANTES. . . .. 
Das SS ÇA, E AN o er ani ar ova as o END IS IODO 

e PISCA DE POTÊNCIA NOTURNO AUTOMÁTICO (05912-APE) - 
Múltiplas aplicações em sinalização ou propaganda noturna, 
Automático (liga ca noite), econômico, fácil de Instalar. Potente 
(400W em 110 ou 800W em 220). Pllâmpadas incandescen- 
OS so dan na sie aa 4,6 00, 6.0) GH. JS IOU,0O 

e SUPER-PISCA 10 LEDS (0714-APE) - Simplíssimo de montar e 
utilizar, aclona até 10 LEDs (Incluídos no KIT) simultaneamente. 
Diversas aplicações em sinalização, modelismo, brinquedos, 
etc. Especial PARA INICIANTES ....«.«« CR$1,750,00 

o LUZ FANTASMA (089/17-APE) - Efeito luminoso “diferente” acio- 
nando lâmpadas incandescentes comuns (200W em 110 ou 
400W em 220) c'resultados “fantasmagóricos” aplicáveis em fes- 
tas, vitrines, teatro, etc. Minkmontagem PARA PRINCIPIAN- 
TES ss ea ret asas cs ama ea 60 ce CEA SAULO LDO 

e PISCA 2 LEDS (PLO2) - “Fllp-Flop” alternante, pisca elementar 


para hobbysta INSCIANTE Facílimo ...... « CR$1.120,00 
e EFEITO SUPER-MÁQUINA (0148-ANT) - São 7 LEDs em efeito 
“abre-fecha”, dinâmico, “hipnótico”, super-dierente, . «. . +» 
« CR$ 2.270,00 
o LED EFEITO GALÂXIA (103/20-APE) - Fantástico efeito luminoso 
cAEDs ('contra/expande”) dinâmico e Inédito! Display c/13 
INCIANTES 


LEDs. Ideal PARA > essa 0:44: CRS 2,5940,00 
e EFEITO ARCO-ÍRIS (157/28-APE) - Efeito multicor em arco c/du- 
plo sequenciamento automático e oposto, c/inversão de cor no 
centro do display LEDs especlais, controlados pelo toque de um 
dedo! 9 pontos luminosos em manifestação dinâmicas e *hipotê- 
tica"! Ideal para principlantes .. . «o» «« CR$3.880,00 
o ÁRVORE AUTOMÁTICA (170/31-APE) - Inédita decoração nata- 
lina, “Desenho animado” de Árvore de Natal em manifestação 
dinâmica, luminosa e colorida (display com 14 LEDs). Alimen- 
tação 12V (também pode ser usado no vidro traseiro do carroh. - 
Fantástico “enfeite luminoso” de época! . +... CR$ 3.880,00 
e TR-PISCA DE (AJUSTÁVEL-BAIXO CUSTO) 
(172/31-APE) - 3 canais digitalmente casados, com frequências 
ajustáveis e proporcionais, 400W (em 110) ou 800W (em 220) de 
lâmpadas incandescentes por canal, Ideal para efeitos de fa- 
chada, vitrines, decorações, danceterias, etc, . CR$ 5.950,00 
e PISCA-LED DE QC05M2-APE) - “Relê alternante de 
estado sólido”, aciona, sob 3 Hz, nada menos que 30 LEDsl Alk 
ment. p/12 VCC x 1A (aceita também 6 ou 9V). “Mil e uma” aplk 
cações práticas, em avisos, propaganda, vitrines, decorações, 
maquetes, brinquedos, etc. Montagem facilima CR$ 2.650,00 
e BARRA-PISCA (214/43-APE) - Elementar e super-fácil multi pis 
ca, Ideal p'principlantes! 5 LEDs em linha, alimentados por 12 
VCC (o que facilita a utilização também em veículos) numa pla- 
quinha mini, de montagem super-fácil, Utilizando-se vários mo- 
delos, é possível construir interessantes displays luminosos e 
dinâmicos, formando figuras, letras, números, etc, Comple- 
ÃO! asa sa E a imita ea ra a 6.600 19724 SECO AO PM 
e MOBLIGHT - EXPANSÍVEL (241/47-APE) - Efeito luminoso em 
“sequencial aleatória” de baixa Potência, cflâmpadas de Neon 
mint (8 pontosk Montagem simplíssima, aliment, por C.A, 
(110-220V), balxíssimo consumo. Ideal p/móblies luminosos em 
quartos de criança, Permite fácil expansibllidade, para 16, 24, 
32 pontos luminosos, etc. Módulo eletrônico completo, Ins- 
truções super claras . cv... « «CR$ 2.700,00 





UTILIDADES PARA 
ACASA 


e CAMPAINHA RESIDENCIAL PASSARINHO (005/02-APE) - “Difo- 
rente”, temporizada, reproduz o canto de um pássaro! Fácil de 
instalar, não usa pllhast . ... 00 +++ + « CR$ 5.980,00 

e LUZ DE SEGURANÇA A! TIA (00602-APE) - Interruptor 
crepuscular p/400W em 110 ou 800W em 220. Sensível, fácil de 
montar e Instalar ..cccscc rc.» +» o CR$ 2.440,00 

e INTERCOMUNICADOR (002M03-APE) = Com flo p/residência ou 
local de trabalho, adaptável como “porteiro eletrônico”. Senst 
vel eclarono som .. «cc... e. «s CR$ 6.610,00 

e LUZ TEMPORIZADA TICA (MENUTERIA DE 
(011/03-APE) - P/residôncias, prédios (escadas, corredores, pá- 
tios, etc.) 300W em 110 ou 600W em 220, Fácil instalação ou 
ampliação. . « «cancro ro ss... CR$ 4.480,00 

e SUPER-TIMER REGULÁVEL (025/06-APE) - Piresidência, 
comércio ou Indústria. Precisão e potência (400W em 110 ou 
800W em 220). Temporização facilmente ajustável ou ampliá- 

NÉ spo vio aero EO aa cd alaca-s CB 4,480,00 

e SUPER-TERMOSTATO DE (030/07-APE) - Módulo 
controlador de temperatura p/aplicações domésticas, profissio- 
nais ou Industrials, Preciso, confiável e potente CR$ 3.090,00 

e RELÓGIO DIGITAL INTEGRADO (048/11-APE) - Modo 24 Hs, 
display a LEDs de alta luminosidade. Ajustes Individuais p/horas 
e minutos, Super-precisão, totalmente com C.l,s C.MOS con- 
vencionalus (9) “censo o so 0 0 é CR$ 16.450,00 

e CAMPAINHA RESIDENCIAL “DHADONM" (062H43-APE) - Gera 2 
notas harmônicas e eequentes, a partir de um só toque no 
“botão” da campainha. Interessante também p/sistemas de aviso 


“e MINFGERADOR DE BARRAS PITV 





ATÉ 07/11/93 - PREÇOS VÁLIDOS ATÉ 07/12/93 (SEM DESCONTO) 


ou chamada em P.A. Fácil Instalação . . .« « « CR$ 3.530,00 
e IONIZADOR AMBIENTAL (076/16-APE) - Gerador de fons negail- 
vos alimentado p/C.A. Comprovadas ações benáficas no relaxa- 
mento físico/emocional das pessoas. Montagem super-simples 
(sem transformador). . «vc cv. 0. 0 «o CR$ 3.710,00 
e RELÓGIO ANALÓGICO-DIGITAL (090/18-APE) - “Imperdiver 
fusão entre o tradicional e o modermíssimo! Mostrador análo- 
go/digital circular (12 Hs) c/'display numérico central p/os minu- 
tos. O LED/ hora” pisca, dinamizando o funcionamento e a vi- 
sualização, Incluindo um fantástico “tique-taque”, absolutamen- 
te surpreendente num retógio digital! Incrível presente p/Você 
mesmo ou para alguém de quem gosta . . « » CR$ 14.560,00 
e CAMPAINHA RESIDENCIAL CARRELHÃO (093/18-APE) - Novíssi- 
ma e exclusiva, simulando ciperfeição um carrilhão de 3 sinos 
Cdim, dém, dom”...). Facílima montagem e Instalação, Ideal 
plhobbystas avançados . . «o «« «oo «+ SOBCONSULTA 
e TEMPORIZADOR LONGO LIGA-DESLIGA (102/20-APE) - Duplo 
temporizador p/apliicação de longo período (atô 24 Hs) progra- 
mação independente p/momento de “ligar” e “desligar”, Saída 
de potência (até 1200W em C.A, ou até 10A) cftomada de “re- 
versão” (ligada ou desligada durante o período) CR$ 8.600,00 
e CAMPAINHA DIGITAL P/TELEFONE (120/23-APE) - Aliment. pela 
própria linha telef, Sinal forte diferenciado, economiza ex- 
tensões e inclul “piloto luminoso” de chamada p/identificação de 
Unha . cu o cm o nveraa é CAE R SON AS GAS E E RAPOSO 
e LUMINÁRIA ACIONADA POR TOQUE (132/24-APE) - Liga/desliga 
lâmpadas comuns (até 200W em 110 e até 400W em 220) a partir 
do toque de um dedo sobre pequeno sensor metálico! Pode ser 
usado como “interruptor de parede” ou como comando “melo de 
flo” em abajures! “Mi” outras aplicações, compacto, fácil de 
montar e Instalar . caco c ovo 0.» « CR$ 1.760,00 
e REATIVADOR DE PLHAS E BATERIAS (135/25-APE) - Prolonga 
a vida de pilhas comuns! “Paga-se” a sf próprio em pouquíssimo 
tempol «cocco sons cmo os o oass n/a CRP 10390,00 
ESCALONADO DE TOQUE - BAIXO CUSTO (149/27- 

- Uma alternativa mais simples ao DIMMER DE TOQUE 
COM MEMÓRIA (APE nº 21). Ideal para controle de abajur ou 
luminária (também pode ser adaptado parta luzes amblentals). 
Funciona por toque, em “degraus” escalonados de luminosida- 
de! Diferente e avançado (porém de fácil montagem, ajuste e 
instalação) - 110 ou 220 VCA - p/até 400W ou 800W de lâmpa- 
das, respectivamente .. cr caco co o « CR$3,750,00 
e RELÓGIO DIGITAL-ANALÓGICO DE BAIXO CUSTO (161/29-APE) 
- Mostrador c'dols círculos (12 pontos) de LEDs discretos, em co- 
res diferentes para Horas e Minutos (resolução: 5 minutos). Indk 
cação de Hora e Minutos (a Intervalo de 5) por “piscagem” do(s) 
LED(s) correspondente(s). Dotado de botão de “acerto rápido” e 
trim-pot de ajuste de ciock Interno. Funciona Independente da 
rede C.A, (pode ser alimentado p/pilhas ou baterias). Inôdito, o 
menor custo em circuito de relógio digital baseado em Integra- 
dos comuns] .cacc o voo 0 0 0 0 0.0. 0-0 LHS TOSTU OO 
e CAMPAINHA RESIDENCIAL MUSICAL (169/31-APE) - Totalmente 
Inédita, cfharmonlosa melodia já programada em €.l. especlall 
Bom mesmo com um breve toque no “botão” campainha! 110 ou 
DOU aire aC as E ala Do Postas (0 070 BOTO CR$ 8.600,00 
e TESTA-DOLAR (199/41-APE) - Simples e sensível, portátil, verk- 
fica c'grande facilidade a autenticidade das notas “verdinhas”. 
Basta apertar um botão e “passar” o sensor sobre a nota, c/um 
LED indicando a presença do “flo magnético” autenticador da di- 
ta nota, Aliment. pípilhas (3V) - Completo . . . CR$ 4.140,00 
e EXCITADOR MUSCULAR (MASSAGEADOR E] 
« Versão atualizada de um best-seller (Massagea- 
dor Eletrônico), valioso auxiliar em sessões de fisloterapla, tra- 
tamento de dores musculares por contusão ou cansaço (A- 
TENÇÃO: apenas deve ser usado sob supervisão profissional de 
um fisioterapeuta ou pessoa qualificadal). Pulsos totalmente 
controlávels, para adequar a qualquer necessidade particular 
de tratamento ou usol Super-seguro (se usado de acordo com as 
normas, recomendações e culdados), super-portátil, allment. 
p/bateria pequena de 9VI NÃO Inclui os eletrodos de aplicação, 
correlas de fixação, etc, (itens facilmente realizávels pelo pró- 
prio montador). Parte eletrônica completa . . . CR$ 5.190,00 
e MÃE TICA (231/45-APE) - Aciona, temporizadamente, 
cargas de alta Potência em C.A. (300W/600W em 110/220V), ao 
“ouvi” o som da voz (ou do choro de uma criança)! Mil util 
zações possíveis, como Interruptor Acústico de Potência, Tem- 
porização básita (20s) modificável. Montagem e ajuste muito fã- 
ceis. Módulo eletrônico completo . ....«« CR$9,980,00 
e TREUX (23546-APE) - Simples, potente e efetivo atenuador lu- 
minoso de 3 estágios, que pode substitulr diretamente o Inter- 
ruptor de qualquer lâmpada incandescente (até 400W em 110V 
ou até 800W em 220V). Montagem/Instalação super-fáceis (mó- 
dulo eletrônico sem o “espelho"...) +... « « CR$ 3.290,00 


- e MINEINTERCOMUNICADOR (243/47-APE) - Pode ser um brin- 


quedo ou uma utilidade, dependendo da sua criatividade! All 
ment por bat 9V, permite a comunicação bilateral, cífio entre 
dois pontos, a nível “telefônico”! Idela p/Iniclantes, Módulo ele- 
trônico completo (sem caixas e cabagém de Inter-ligação remo- 
DESIO O o ersuo d e canorava a e poi na DS ASTOULUU 
e MORDOMO AUTOMÁTICO (257/49-APE) - Aclona (ligando ou 
desligando, alternadamente) cargas de C.A, (até 600W em 
110V, ou até 1200W em 220V) sob o comarco de um... bater de 
palmas! Atêntica “merdomiz eletrônica”! Sensível e potente, 
ajuste e montagem multo fáceis... Só o módvio eletrônica (não: 
inclui caixa e implementos externos) . .« .« «»«« CR$3,640,00 
e TOMADA MÚLTIPLA CANDICADOR DE TENSÃO (260/49-APE) - 
Utllíssimo Identificador da Tensão de rede, por LEDs ir.dicaco- 
ves. Válido para iso doméstico ou profissionall Só o módulo 
eletrônico (não inclul caixa específica e tomadas exter: as) . « » 
É mê sw are 160.0 6.6 a; 0 0/0 É 0CGO O GA 4 CEPA OC 


MEDIÇÃO & TESTES 
(INSTRUMENTOS DE BANCADA) 


- Pitócnicos, 
amadores e estudantes (barras horizontais preto & branco). 
Simplíssimo de montar e operar . . «vv «=.» « CR$ 1.300,00 

2 MICRO-TESTE UNIVERSAL P/TRANSÍSTORES (033408-APE) - 
P/hobbyta avançado e estudante. Montagem e utilização simples 
CESOQUIAS O sisa vs end eo ndo ES CR$ 2.370,00 

e MICRO-PROVADOR DE CONTINUIDADE (048M0-APE) - Instru- 
mento obrigatório na bancada do hobbysta. “Testa tudo”, sim- 
ples, eficiente, fácil de montar e usam .. .. .« CR$ 1.760,00 

e DISPLAY NUMÉRICO DIGITAL - 7 SEGMENTOS (050/17-APE) - 
Minkmontagem, Display funcional e completo, feito a partir de 
LEDs comuns.PARA PRINCIPIANTES ......« CR$,810,00 

e MINIHELIMINADOR DE PELHAS (084/17-APE) - Mink-fonte p/ban- 
cada ou aplicações gerais (sem trafo) na alimentação, pequenos 
circuitos, projetos, dispositivos ou aparelhos sob corrente mo- 

+ derada (até 50 mA), Saída em 3, 6, 9 ou 12V opclonals, "Paga- 
se" cfeconomia de pilhas! , . cc vc. ««« CR$ 1,380,00 

e TESTA-TRANSÍSTOR NO CIRCUITO (092718-APE) - Valloso ins- 
trumento de bancada, verifica o estado do componente sem pre- 
clsar desligá-lo do circuito! Ideal p/estudantes e táonicos . . . 
escororcorcro cnc oc. 0 0 + + « CR$,2,510,00 

e SEGUIDORANJETOR DE SINAIS C/AMPLIFICADOR DE BANCA- 
DA (095/16-APE) - Versátil/completo Instrumento pítestes e 





e ea qe prai 


e FONTE 


e MÓDULO CAPACÍMETRO 


e MÓDULO UNIVERSAL DE M 


e MICRO-PROVADOR 


» trada”, campings, etc 





O. 


DESCONTO DE 20% ATÉ 07/11/93 - PREÇOS VÁLIDOS ATÉ 07/12/93 (SEM DESCONTO) 


acompanhamento dinâmico de qualquer circuito de áudiê (ou ' 
mesmo RF, modulada). Imprescindível na bancada do estudante, 
técnico ou amador avançado! ......«.. CR$4,480,00 
VEL ESTABLIZADA (0-12V x 1-2A) (100/19- 
APE) - P/bancada do estudante ou técnico, Conflável, simples, 

precisa, excelente regulação e estabilidade. Saída continua- 
mente ajustável entre “0” e “12V”, Fornecida o'trafo de JA. . . 

« « « CR$ 8,110,00 


e PROVADOR AUTOMÁTICO DE TRANSÍSTORES E DIODOS 


(024-ANT) - Testa cirapidez e segurança, indicando o estado 
pEDs. Ideal pfhobbysta avançado ...... CR$ 1,960,00 


e WATTÍMETRO PROFISSIONAL (114/22-APE) - Testo dinâmico de 


potência c/amplificadores. Gera um sinal “silencioso” e mede a 
waltagem (indicada em barra de LEDs “bargraph”) RMS. Ideal 
PARA PROFISSIONAIS o Instaladores ..... CR$11.620,00 
PIMULTITESTE (119/22-APE) - Trans- 
forma seu multiteste num eficiente e conflável CAPACÍMETRO 
(também pode ser montado como unidade independente, c'ane- 
xação de um galvanômetro). Multifaixa, boa precisão e fácil “lel- 
tura”. Não pode faltar na bancada do estudante ou amador 
avançado! , Ed “e. u- . . . . 6:-8+:6 “sa sa . CR$ 2.760,00 


e MICRO TESTE CA, (122/23-APE) - Utilíssimo p/eletricistas, Ins», 


taladores e p/uso doméstico. Ferramenta p/Hobbysta que gosta! 
de fazer manutenções no Lar. Simples, barato, portátil e confiá- 
vel (MinkMontagem pfiniclantes). . +... . «. «CR$ 730,00 
MÓDULO 


E) FREQUENCÍMETRO PIMULTITESTE (147/27-APE) - 


Permite utilizar o seu multímetro analógico como prático fre- 
quencímetro de áudio (4 faixas, até 100KHz). Boa precisão e 
conflabilidade. Entrada de alta sensibilidade e protegida até 
100W, Também pode ser usado como unidade Independente 
(com um opcional miliamperímetro de 0-1 mA Incorporado), All 
ment, p/bat, Ideal pfestudante ou técnico Iniciante. . +. . ... 
alo qro arena serao co aaa, aro o q. 0:40 v0::o CAS: 2.940,00 
DIGITAL (159/29-APE) - 
Versátil e multhaplicável módulo DPM c'3 dígitos (display de 
LEDs, 7 segmentos), alcance básico de 1V, Indicação automátk- 
ca de sobrecarga e de polaridade invertida, entrada de medição 
«super-protegida, alimentação 9VCC (6 a 12). Facilmente 
adaptável p/funcionar na leitura de tensões, correntes, resistên- 
cia, potência, frequência, temperatura, etc, Inclul acesso p/cha- 
veamento de ponto decimal; Montagem e ajustes (calibração) 
facflimost! ........... ......a CR$ 12,520,00 


e TESTADOR PICHESTAIS OSCLADORES (162/29-APE) - Verifica 


e Indica seguramente o “estado” de cristais osciladores de fre- 
quência (fundamental até 30 MHz) cfindicação por LED. Ideal pa- 
ra montadores de aparelhagem p/ºPX” e “PY”, Portásil, permite 
o teste do cristal no próprio local da compra . . CR$ 2.020,00 


e SUPER-FONTE REGULADA (12V = 54) (168/30-APE) - Fonte “pe- 


sada”, regulada, estabilizada, baixíssimo ripie, Ideal p/bancada 
ou p/alimentação de toca-fitas, PX, monitores de TV. Excelente 
desempenho e alta potência . . . . ..« «+» CR$1 7.070,00 


e MINI-INJETOR DE SINAIS (181/36-APE) - Pequeno, mas eficlen- 


te, alimentado por 2 pllhinhas, gera sinais desde a faixa de Áu- 
dio, até a casa demegaheriz ..... +... CR$ 2.510,00 

DINÂMICO PITRANS (C17MA4-APE) 
- Simples e efetivo, indica “num piscar de olhos”, estado, pola- 
ridade e terminais do transístor sob teste! Válido p/transístores 
bipolares, e com indicação sonora, chaveamento e utilização 
super-fáceis, Imprescindível na bancada do Iniciante ou estu- 
dante. Aliment. pilhas (3V). Módulo eletrônico completo . . . » 
“<<. “ s +“ W +  . .. 4 “ . . . e . +. . +. +. « CR$ 3.190,00 


e GANHOMETRO PITRANSISTORES (247M8-APE) - O testa- 


doricomparador de transistores bipolares definiitvol Identifica 
polaridade, analisa estado e determina (comparativamente) o fa- 
tor de amplificação (ganho)! Permite estabelecer facilmente "pa- 
res casados” de transístores! Ideal p/bancada do Hobbysta, Es- 
tudante, Técnico “pobre”... Indicações áudio-visuals precisas! 
Aliment, bat, 9V. Módulo eletrônico completo (sem caixa). . . 
Wise e qo servers de a de d alo quo ev ee Oro SEDOUCOO 


CARRO E MOTO 


e ALARME DE BALANÇO PICARRO OU MOTO (021/06-APE) - 
Sensível, c/disparo temporizado/intermitente da buzina (8 ou 
12V) c'sensor especial .. rc cv cc. « «+ CR$ 4.470,00 

e CARREGADOR PROFISSIONAL DE BATERIA (041/09-APE) - Es 
peclal p/baterla e acumuladores automotivos (chumbo/ácido) 
12V. Automático, c'proteção a bateria, monitorado pLEDs, 
PROFISSIONAL (não acompanha o trafo) . . . CR$ 4.780,00 

e CONVERSOR 12V PARA 6-9V (056M - Pequeno e fácil 
de instalar. Fornece 6 ou 9V regulados e estabilizados, alimen- 
tação p/12V normais do carro. Corrente 1A . . . CR$ 980,00 

e AMPLIFICADOR (100W) PIAUTO- E TOCA-F- 
TAS - “AMPLICAR BEK” (063/13-APE) - Booster de áudio, alta 
potência, alta fidelidade, balxa distorção. Especial p/uso auto- 
motivo. Montagemvinstalação facílimas. . . « + CR$ 4.600,00 

e VOLTÍMETRO BARGRAPH PICARRO (075/15-APE) - UtiVelegan- 
te medidor p/painel. Indicação da tensão p/barra de LEDs em 
arco. Util também como unidade autonôma em oficinas auto-elé- 
tricas. MontagemvInstalação/utilização facflimas . CRS 1.300,00 

e CONVERSOR 12VCCAM10-220VCA (105/20-APE) - Transtorma 
12 VCC (bateria carro) em 110-220 VCA (20 a 40W), Excelente 
módulo de apolo p/sistemas de emergência ou utilização “na es- 

coco ra co» « « «o CR$8,320,00 

e BUZINA SUPER-PÁSSARO PICARRO (115/22-APE) - Diferente! 
Potentel Um “super-piado” que ninguém tem! (não Inclui o trans- 
dutor). Apenas o módulo eletrônico . .« «««« CR$ 3.440,00 

e CHAVE DE IGNIÇÃO SECRETA (136/25-APE) - Im- 
pedeque ladrões liguem o carro, mesmo cfligação direta” 
Aclonada magneticamente e secretamente, com monitoração por 
LES Ss e ud VU 0.0 vidro ao é 00 CRM 3.710,00 

e CONTA GIROS BARGRAPH PICARRO (144/26-APE) - Medidor 
analógico/digital de RPMs do motor p/veículo, c/ display em bar- 
ra de 12 LEDs coloridosl Mostrador eiegante, em “arco” (modi- 
ficâvell. Montagem, Instalação e calibração fáceis, Informação e 
beleza p/palnel do carrol . ... «cv» «+» « CR$4,060,00 

e BUZINA MUSICAL (164/30-APE) - Potente buzina musical p/vef- 
culos (12V) c/50W de pico (35W RMS), contendo melodia harmo- 
nlosa e completa, já programada em Integrado específico. Pode 
ser usada como buzina simples ou como “sinal de chamada” em 
caminhões de entrega (de gás llquefelto, por exemplo), confor- 
me já exigem algumas das legislações municipais, O KIT não in- 
chusl o transdutor (projetor de som) .......« CR$6.220,00 

e BUZINA “FIU-FIUP (175/34-APE) - Imita o tradicional assobio que 
os rapazes usam para chamar uma “tremenda gata”, +. . . .. 
memo eueqecnno ncssde ms upa os too acesa, 0 CAP 1.700,00 

e ANTLROUBO RESGATE PICARRO E (192/39-APE) - imobiliza o 
carro, possibilitando o resgate, após ter sido levado pelo gatu- 
no, Funcionamento automático .. «e» «CR$ 6.150,00. 

e PROTEÇÃO PICARRO CISEGREDO DIGITAL (195/41-APE) - 
Fantástico, simples, seguro e eficiente! Mostra apenas 4 teclas, 
onde o usuário tem um “prazo” de 5 segundos (a partir do aclo- 
namento da ignição) p/digitar um código secreto (que pode ser 
amplamente modificado, a critério do montador) admitindo ele- 
vado número de combinações e sequências, Se o código não for 
Inserido corretamente, e/ou se o tempo de prazo “estourar”, o 


clrculto “trava” Imediatamente o sistema de Ignição do carrol 
Montagem, instalação e adaptações facílimas (admitindo apik 
cações “não automotivas", Saída de Potência por reiê (incluso). 
Aliment, 12VCC sob baixo consumo Intrínseco - Completo . . .« 
ess ejosa si Bic e a e Om v mo serao oss.a CH 6.710,00 
e ALARME UNIVERSAL MINI-MAX (198/41-APE) - Aplicável a car- 
ros ou motos, sob 6 ou 12V (também pode ser adaptado p/apik 
cações não automotivas), c/disparo temporizado (15 segundos) e 
Intermitente (2 Hz). Módulo eletrônico básico, sem relê e sem 
sensor (que dependerão da aplicação desejada, Tensão de Tra- 
balho, 0). « cu e o apra aaa sro aerea» CRS 800/00 
e ALARME AUTOMOTIVO SEM SENSOR (2034 2-APE) - Poderoso, 
sensível e sofisticado, c/ delay ajustável para entrada e saída do 
vefculol Saída por relê de Potência, Intermitente e temporizada 
(podendo controlar a buzina, o sistema de Ignição, etc.). O pon- 
to forte é a Instalação SUPER-FÁCIL, uma vez que NÃO HÁ 
SENSORES a serem colocados ou ligados especialmente,..l 
Parte eletrônica completa . .... 0... «« « CR$5.250,00 
e MÓDULO RÍTMICO-LUMINOSO PICARRO (224/45-APE) - Sim- 
ples, sensível e eficiente ...ódulo de "luz rítmica”, p/uso automo- 
tivo (sob 12 VCC). Dotado de ajuste de senslb, p/ampla gama de 
volume de audição... Boa potência de saída, permitindo o co- 
mando de até 25 lâmpadas de 12V x 40mA ou de até 240 LEDs! 
Módulo eletrônico, completo (NÃO Inclul as lâmpadas ou LEDs, 
&m virtude das Inúmeras configurações possíveis, conforme Ins- 
truçoes anexas ao KT ...c.ccccr cas « CR$ 3.120,00 
e LUZ DE FREIO (22645-APE) - Um KIT exciust 
vo de APE, agora disponível ao Leltores/Hobbystas! Brake-Light 
sequencial e dinâmica c/5 pontos de luz em efeito convergente, 
comandado pelo pedal de frelo de qualquer veículo (12 VCC) 
Instalação super-fácil (apenas 2 filos! Um Item de segurança para 
Você e de beleza p/o seu carrol Módulo eletrônico completo (in- 
clusive lâmpadas/soquetes). NÃO incluindo caixa, refletores, 
máscara de acrílico, etc. (itens de fácil confecção d'instruções 
COMBMURIOS qro Tor gre maroto naca o od GOA TODO 
e AMPLIFICADOR DE ANTENA (FM) PIVEÍCULOS (249/48-APE) - 
Simples e efetivo “reforçador de sinais”, específico, de fácil ins- 
talação (Intercala-se no próprio cabo de antena). Alimentação 
(baixíssimo consumo) pélos 12 VCC do sistema elétrico do vefcu- 
lo, acrescenta um novo ganho às estações distantes ou fracas! 
Não precisa de ajustes. Módulo eletrônico completo (sem cal- 
e «o « CR$ 1.880,00 


O LARS TD E SRS PA E 


TRANSMISSORES & RECEPTORES 
(R.F.) 


e RECEPTOR EXPERIMENTAL VHF (00201-APE) - Pega FM, som 
da TV, polícia, aviões, comunicações, etc. Escuta em alcance 
(ou em fonte, opcional. Sintonia pirimmer . . CR$ 4.660,00 

e BOOSTER FM-TV (020/05-APE) - Amplificador de antena sincro- 
nizado) de alto ganho para sinais fracos e difíceis. . . «2. 
dis 06,0 Ur alia ra da Jo dio ce tura La Co do o 20 CD 45000,00 

e RÁDIO PORTÁTE. AM-4 (027/07-APE) - Ideal p/hobbystas e INK 
CIANTES. Escuta em falante. Sensibilidade p/estações locais 
(pode ser acoplada antena externa, para maximização da sensi 
bilidade). Não requer ajustes! .... ..««« CR$4,910,00 

e RECEPTOR PORTÁTIL. FM (03408-APE) - Completo, c/audição 
em falante (ou fone, opcional), Sensível, alto ganho, nenhum 
ajuste complicado! .. crus. cs. o «CR$ 6.430,00 

e MINHESTAÇÃO DE AM (039/09-APE) - Transmissor expe- 
rimental de AM (O.M.), balxa potência. Permite até mixagem de 
voz e música, Alcance domiciliar, fácil montagem e ajuste. Ideal 
pAINSCIANTES ....ccocccc corso. e CR$ 3.680,00 

e MAXI TRANSMISSOR FM (049/11-APE) - Pequeno, potente e 
sensível transmissor portátil, O melhor no mercado de KITs, 
atualmente. Em condições ótimas pode alcançar até 2 
KMS. .ccavc cc orcs vor a. oo «CR$ 3.610,00 

e SINTONIZADOR FM.E (123/23-APE) - Facílimo de montar, Insta- 
lar e de FM comercial c/excelente rendimento, sensibilidade e 
fidelidade (junto c/ um bom amplificador, faz um ótimo recek- 
ver p'aplicações gerais). +... «2... «« « «CR$ 4.030,00 

e RECEPTOR EXPERIMENTAL (VHF FM B (182/37-APE) - Pega" 
FM, som das emissoras de TV (VHF) e faixas de comunicação ex- 
tre 50 e 150 MHz - Bobina principal intercamblável (p/abranger 
maior número de faixas e frequências) . .... CR$ 8.000,00 

e MICROTRANS FM (187/38-APE) - Alcance de até 500 metros. 
Ideal p'principlantes, Funciona c/bateria comum de 9 volts, . . 
SEunalio oii sin ço era alaço assco vid é a Se CD e dO 000 

e RECEPTOR EXPERIMENTAL MULTEFAIXAS (218M4-APE) - Mó- 
dulo experimental super-versátil que “cobre” (dependendo de 
bobinas e capacitores de sintonia providenciados pelo Hobbys- 
ta) praticamente todas as faixas comercials e amadoras de 
transmissão! Regenerativo cicontrole, atinge desde a faixa de 
OM comercial, até dezenas de Megahertz, podendo excitar dire- 
tamente um pequeno alto-falante! Aliment, p/pilhas ou bat, (6- 
9V). Módulo básico, “em aberto”, O Hobbysta deverá provinden- 
clar/experimentar bobinas e cap./variáveis diversos, a seu crké- 
rio, Ideal p/os “amantes” de recepção experimental, pesquisa- 
dores e amadores de rádio, Iniciantes . .. . . CR$6.930,00 

o “ESCUTADOR” AL MBF (234/46-APE) - Especial 
p/Hobbysta experimentador, permite, c”antenas” ou sensores 
de fácil realização, “escutar” manifestações de Muito Baixa Fre- 
quência, fenômenos elétricos naturais ou não (que não podem 
ser “pegos” por rádios comuns...). Módulo eletrônico não irclul 
o materlal p/antenas/sensores, nem o fone de ouvido. Aliment. 
3V (2 pllhas pequenas) . . . cccrcr cc. «« 3.780,00 





VÍDEO DOMÉSTICO, 
AMADOR E PROFISSIONAL 


e MIXER DE ÁUDIO PIVÍDEO-EDIÇÃO (143/26-APE) - Específico 


p'edição de fitas de vídeo, c/“troca”, modificação ou complemen- 
tação da trilha sonora original! Entradas de Áudio p/VCR. Con- 
troles independentes, Sensível, eficiente (inclusive p/uso profis» ' 
sional em vídeo-edição). Aliment. p/bat, 9V. Baixo ruído, alta fl- 
delidade,. Pode ser usado também c/Camcorder ! CRS 4.330,00; 





AMPLIFICADORES & 
EQUIPAMENTOS DE ÁUDIO 


e AMPLIFICADOR ESTÉREO P/WALKMAN (014/04-APE) - C/fonte, 
transforma s/ walkman num “sistema de som” de balxo custo, 
boa potência e fidelidade! ..... «0 «+ «« CR$ 6.710,00 

e MÓDULO AMPLIFICADOR LOCALIZADO PISONORIZAÇÃO AM- 
BIENTE (066/4-APE) - Especial p/Instalações de sonorização 
ambiente. Permite até 100 pontos de sonorização, excitados 


p/pequeno receiver, Ideal p/Hotóis, Motéis, Chalés, Inst, Co» 
merclais, etc, Baixo custo, alta fidelidade, excelente potência, 
PROFISSIONAL ...ccscocco cc. «e « CR$ 5.800,00 
e SINTETIZADOR DE ESPACIAL (074/5-APE) - Simu- 
lador eletrônico de efeito estéreo “espacial”. Transforma qual 
quer fonte de sinal mono (rádio, gravador, TV, vídeo, etc.) em 
convincente “estéreo”, c'excepcionais resultados sonorosl . . « 
BNDES aà SONO Er is ar e duros el obesa too O SORO SS DOU 
AMPLIFICADOR TRANSISTORIZADO MÉDIA POTÊNCIA 


(106/20-APE) - Super-compacto, totalmente transistorizado, 7 a 
10W, Alta-fidelidade, balxa distorção, boa sensibilidade e exce- 
lente resposta, Sem ajustes! Requer fonte. Módulo p/ fácil real 
zação de sistemas domésticos de somlt . . . . « CR$1.790,00 
e SUPER V.U. SEM FIO (111/21-APE) - “Diferente”, não precisa 
ser eletricamente ligado ao sistema de som (funciona sem fio). 
Indicação em bargraph (barra de LEDs c10 pontos). Monitora 
desde um “radinho” até amplificadores de centenas de watis, 
Pode ser transformado opcionalmente, em decibelfmetro p/apll- 
cações profissionais, Alimentação 12V (pode ser usado em car- 
TO sose-a ve Crusade 6 jo otario no aro e O SEN ODEOO 
e VU, DE LEDS (0520-ANT) - Bargraph c/10 LEDs, podendo ser 
usado como “medidor” ou “ritmica”, Super compacto! Alimen- 
tação B=T2V es se so o osacoo à 00 0:40 CR$ 4.000,00 
e SIMULADOR DE - BAIXO CUSTO (121-23/APE) - DI- 
visão Eletrônica" de um sinal mono p/faiso estéreo”! Simples 
adaptação e equipamentos de áudio já existentes! Baixo custo, 
alto desempenho, montagem facflima . . . « « CR$2,100,00 
e CÂMARA DE ECO E REVERBERAÇÃO ELETRÔNICA (124/23- 
APE) - Super-Especlal, com Integrados específicos BBD, dotada 
de controle de DELAY, FEED BACK, MIXER, etc.) admitindo vá- 
rias adaptações em sistemas de áudio domésticos, musicais ou 
profissionais! Fantásticos efeitos em módulo versátil, de fácil 
instalação (p/Hobbystas avançados) . . . « « SOB CONSULTA 
e PRÉ-MIXER UNIVERSAL (PROFISSIONAL) (128/24-APE) - Mistu- 
rador/pré-amplificador de áudio “universal” de alto desempe- 
nho! Controles Individuais de nível (4 entradas), mais controle, 
“master” e “tonalidade”! Alta fidelidade, alta sensibilidade e 
compatibilidade ciqualsquer equipamentos já utilizados pelo 
hobbystal Ideal p/aplicações profissionais e amadoras em áudio, 
PA. gravações, edições, etc Ss; eraro sia e". CR$ 8.950,00 
e CONTROLE DE VOLUME DIGITAL (138/25-APE) - "Potenciômetro 
eletrônico” totalmente digital, c/8 “degraus” de ajuste, mais “ze- 
ramento”, tudo por toque digital! Substitui facilmente qualquer 
potenciômetro comumi Permite multas outras aplicações e adap- 


e a A SAD AA A E 
e DE DELAY P/ÁUDIO (CÂMARA DE REVERBERAÇÃO E 
ECO) (186/838-APE) - C/fonte de alimentação Interna - Filtros 
eletrônicos de entrada p/atenuar ao máximo a superposição do 
sinal do Clock. « e cuco. 0 «0 « «o « SOB CONSULTA 
e SPEED LIGHT CIRCULAR (194/41-APE) - Efeito totalmente Inédi- 
to, c'dispiay circular de 10 LEDs, cujo atendimento sequencial 
se dá em velocidade proporcional à intensidade do sinal de áu- 
dio, acoplado, dotado de controle de sensibilidade. Diferente e 
super-bonito, Completo . .«ccz. 2 «. « «+» CR$4,030,00 
c AMPLIFICADOR EM PONTE - 35W (20842-APE) - 
Compacto, potente, boa fidelidade, baixa distorção! Aliment, 
nominal de 12VCC (limites de 6 a 20 VCC) podendo atingir 35W 
RMS (dependendo da Tensão de alimentação e Impedância da 
carga) acionando falantes ou conjuntos de falantes entre 2 e 8 
ohms! Excelente módulo p/bancada, aplicações gerais e profis- 
slonals! Apenas o módulo (NÃO Inclul falantes, dissipadores, 
FOMO, 010) era acsea cio o Cio elos 00-00 é CRP 2.540,00 


ES 


PARA INSTALADORES E 
APLICAÇÕES PROFISSIONAIS 


e MÓDULO CONTADCR DIGITAL PADISPLAY GIGANTE (042/10- 
APE) - Especial p/placares, painéis externos, grandes displays 
numéricos p/rua ou fachadas, out-doors computadorizados, etc. 
Alta potêrcia p/segmento. Comando picirculto lógico e conven- 
clonal . a +. “ “s“ “ “ “+. “ E) . . 2. 97-00 CR$ 6.930,00 

o MINUTERIA PROFISSIONAL - COLETIVAIBITENSÃO (07315- 
APE) - Especial p/eletricistas e Instaladores profissionais, Co- 
manda até 1200W de lâmpada (110 ou 220V). Admite qualquer 
quantidade de pontos de controle, Unica cfisolamento em onda 
completa visa Camara eta o sue o sto suo CPI TAD0O 

e CONTROLE DE VELOCIDADE PIMCTORES C.C. (083/6-APE) - 
Acionamento “maclo”, linear, s/perda de toque, de “O a 100%” 
da velocidade motora CC (6 a 12V). Ideál p/controles maquiná- 
rios, etc. Permite Incorporação de tacômetro opcional. Ins- 
truções inclusas, Mil aplicações .. .. «+» « CR$2.840,00 

e INTERRUPTOR CREPUSCULAR PROFISSIONAL (088/17-APE) - 
Especial p/eletricistas e Instalação prediais. Comanda automáãtk 
co acendimento de lâmpadas ao anoitecer, apaga ao amanhe- 
cer. Até 500W em 110 ou até 1000W em 220, Fácil montagem e 
instalação (apenas 3fios) .. cce vv «+» CR$ 3.360,00 

e CONTADOR DIGITAL AMPLIÁVEL (096/19-APE) - Módulo (1 digk 
to) versátil, multkaplicável e ampliável p/displays c/qualquer 
quantidade de digitos! Montagem e “enfileramento” facflimos. 
Ideal p/maquinários, jogos, controles numéricos, instrumentos e 
“mi outras funçõesl Es . . “+. . 2. 0.06 . +. CR$ 2.840,00 

e MINUTERIA PROFISSIONAL “EK-1º (110V) E “EK-2º (220V) - 
300W (110) OU 600W (220). Tempo 40 a 120 seg. Instalação su- 
per-simples, PROFISSIONAL - MONTADA . . . CR$ 3.360,00 

e DIMMER PROFISSIONAL “DEK”" - 110/220V - Até 300W em 110 
ou 600W em 220, Universal, bi-tensão, ajuste de “zero” disponf- 
vel, fácil de Instalar. Ideal p/eletricistas PROFISSINAIS - MON- 
TADO s ma a ta cale aa Sado VA Ser Te CR$ 3.360,00 

e SUPER-CONTROLADOR DE POTÊNCIA P/AQUECEDORES - 5 
KW (151/27-APE) - Um dimmer “bravíssimo” exclusivo p/cargas 
resistivas aquecedoras (não serve p/lâmpadas ou motores...) de 
até 2500W (em 110) ou até 5000W (em 220). Controle seguro, 
“macio” e linear, por potenciômetro comum (entre 0,5% e 99,5% 
da potência nominal total). Ideal p/fornos, aquecedores, estufas 
e outras aplicações domésticas, comerciais ou Industriais. Subs- 
titul com vantagem. os “velhos” reostatos ou chaves “pesa- 
das” cerco oc acao oa a o oo» o «o CR$ 6.990,00 

e NO BREAK PROFISSIONAL PALUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA 
(153/28-APE) - Módulo píserviço pesado em Iluminação de 
Emergência, cicarreg. interno p/bat, de 12V. Dois Ramais de 
Safda operados automatática e instantaneamente por relê (10A 
ou 100W cada). Todas as funções, ramais e condições (Inclusive 
fusívels) monitorados por LEDs, Item realmente profissio- 
DANOS Se SERIES Sra PR ne q q ai CR$ 15.120,00 

e CAMPAINHA LUMINOSA PITELEFONES (159/29-APE) - Ligada à 
rede C.A. (110V) aclona uma lâmpada (até 400W) ou várias de- 
las, ccmo “aviso” da “chamada telefônica”. Ideal p/ambientes. 
ruldosos, oficinas, grandes galpões de trabalho, etc. Completo: 
isolamento da rede cirelação à linha telefônica (também pode, 
opclonalmente, acionar sinetas elétricas de potência, ao tcque 





Pd 





DESCONTO DE 20% ATÉ 07/11/93 - PREÇOS VÁLIDOS ATÉ 07/12/93 (SEM DESCONTO) 


do telefone). Item “profisslionaP . . . «0» «« CR$ 2,100,00 
e MINUTERIA PROFISSIONAL EK (189/39-APE) - 300W em 110V 
ou 600W em 220V. Tempo 40 a 120 seg. Instalação simples, 
Fomecido em KIT para montar . «cv. «« CR$ 1.760,00 
e LAMPEJADOR DE POTÊNCIA - P/VEÍCULO DE EMERGÊNCIA 
( = Módulo profissional (12V) para controle de lam- 
pejadores alternados de teto (veículos de emergência, polícia, 
ambulância, bombelros, etc.). 80W por saída (160W total), sob 
Corrente de 6,6A. Frequência de 3Hz. Simples, potente, efi- 
cliente e de fécil Instalação , .. «cc. +«« CR$5.810,00 


e TESTA CABOIPLUGUE (DIGITAL) (212MS-APE) - Utilíssimo 
píquem lida com Instalações de som, palco, estúdio, sonork 
zação amtlente, etc. Diagnostica de forma rápida, segura e ca- 
ra, defeitos (“curtos”, “abertos”, Inversões, etc.) na cabagem 
coaxial de sinais de áudio de baixo ou alto nfvell Indicação por 
bargrap de LEDs, aliment, 6 VCC (pilhas). Módulo eletrônico 
completo, porém não acompanhados dos conjuntos de jaques 
(que dependerão dos modelos a serem costumeiramente testa- 
dos pelo usuário) . . cc cavaco. «+ « CR$3.530,00 

e ANALISADOR DE CONTATOS (213M43-APE) - Um provador su- 
per-especializado. Ideal para eletricistas e técnicos Industriais, 
capaz de detetar balxíssimos valores de Resistência de contato 
(a serem evitados nas Instalações de alta Potência/alta Corren- 
te). Preciso, portátil, fácil de usar. Indicação por buzzer (opcio- 
nalmente por LECL;), Allment. 9VCC (bat,). Completo. . +. « «+ 
REA a E O ro teia tara Ve TIS “Se OUSOU 

e MÓDULO INDUSTRIAL P/TEMPORIZAÇÃO SEQUENCIAL OU EM 
“ANEL” (220/44-APE) - Especial p/técnicos Incustrials, versátil, 
ampllável e multi-configurável p/corandc de operações, even- 
tos ou processos, em sequência ou em “anel fechado”. Aliment, 
12 VCC (baixa Corrente), cisaída de Potência por relê (contatos 
de 104). Acessos totals p/controle de “encadeamento” de quar- 
tos módulos se quelra (em fila ou er: elo fechado). Lay outtipo 
“industrial” p/fácll manutenção e utilização. Módulo completo, 
cfInstruções detalhadas ce uso e adaptação . . CR$ 3.440,00 

e DIMMER PROFISSIONAL (PANST. E25M5-APE) - 
Atenuador progressivo p/iluminação amblente (lâmpadas Incan- 
descentes), bl-tensão (110-220V) c/Potêrcia de até 300W/600W, 
Instalação facflima (2 flos), ajuste de luminosidade “zero” por 
trim-pot, desligamento completo no próprio controle de ate- 
nuação! Compacto (lay out esp-eclal para calxa/padrão 4º x 29, 
eficiente e durável. item profissional, Completo CRS 3.470,00 

e “ON-OFF” POR TOQUE, DE (5-15V x 1A) 227/45- 

- Módulo que permite acionamento por toque de um dedo 
(Ilga/desliga) de qualquer aparelho/dispositivoicircuito que ork 
ginalmente trabalhe sob 5 a 15 VCC x até 1A... Instalação e 
acoplamento facílimos, Tame nho facilmente “embutívef” na caixa 
do próprio aparelho controlado! Sensível e versátil. Módulo ele- 
trônico completo ...ccusc uau «= « CR$ 1.510,00 

e ILUMINAÇÃO TICA P/ÁREAS EXTERNAS (237/46-APE) 
- Para profisstonals/Instaladores. “Relê Foto-Eletrônicc” Saída 
de Potência p/lâmpadas incandescentes de até 1000W (220V, 
somente). Ideal p/acendimerto autoráticc de luzes de jardins, 
estacionamentos, pátios, etc.) ao anoitecer.” Lay cut moderno e 
funcional, fácil ajuste e instalação. Clrculto Impresso em “rose- 
ta” octagcral. Módulo eletrônico completo, não Incluindo a lu- 
minária, soquete, strorte, flançe, etc. (obteníveis em cases ce 
materiais elétricos) +... «cce... CRS 4,340,00 


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JIVA Nº WUIINOO) VOL TVIDHINOI VIINQUILIII NHVINI 
Y SIVNINON IHdAIS 'SIVISOS SINVA NO SINDIHI :OYÔNILV 


FAVOR PREENCHER EM LETRA DE FORMA 


“PEDAIS DE EFEITOS” & “MODIFICADORES” 
P/AINSTRUMENTOS MUSICAIS 


e SUPER-FUZZ/SUSTAINER PAGUITARRA (017/05-APE) - Dis 
torção controlável e sustentação da nota, simultâneas num su- 
per-efeltol, « «vo A retei ordi e ao ss RO SSI LUDO 

e ROBOVOX (VOZ DE ROBÔ 1 (018/05-APE) - intercalado entre 
microfone e amplificador, modula e modifica a voz (Igual robôs 
dos filmes de ficção científica) . +... ««««« CR$3.290,00 

e AMPLIFICADOR PIGUITARRA - 30 WATTS (032/08-APE) - Com- 
pleto, cifonte, pré e controles, Boa potência e sensibilidade (en- 


tradas empllávels) . sos... a... «- CR$ 11.340,00 


e TRÊMOLO PIGUITARRA (072/15-APE) - “Pedal de efeito” 
cigrande beleza na execução musical de solos ou acordesi Sim- 
ples de montar, fácil de ajustar, agradável de ouvir e utilk 
TOM eo a am ado E EL OR Nao ETA 01056 07 À CR$ 3.710,00 

e VIBRATO PIGUITARRA (0217-ANT) - Efeito regulável e super- 
agradável p/solos e acompanhamentos! . .« « « CR$ 3.320,00 

e CAPTADOR ELETRÔNICO PARA (125/23-APE) - Módu- 


— lo de “eletrificação” acoplável a violões comuns, “embutíve” no 


próprio instrumento (transforma num “Ovatlon”) c/'controles de 
Volume, Graves e Agudos! Aliment. p/bateria9V CR$ 4.380,00 


“e UA-UÁ AUTOMÁTICO PIGUITARRA (131/24-APE) - Pedal de 


efeito p/músicos, “sem pedaf (não há necessidade de se cons- 
trulr a “parte mecânica”), dotado de comando automático ajustê- 
vel (velocidade do efeito). Totalmente inédito, excelente sensibk 
lidade e compatibilidade total com qualsquer Instrumento, nota- 
damente gultarras. . cc cc cru. «+ «CR$ 3.090,00 
e OVER DAIVE PIGUITARRA (134425-APE) - “Suja” controlada- 
mente o som, Imitando os “velhos amplificadores valvulados"! 
Controle de ganho e over drive, Ideal p/“metaleiros* e solis- 
(ABES ro o tocetndissa eldeete Grao See onde OM NÕO 
e REPETIDOR PARA GUITARRA 2 (FALSO ECO) (188/38-APE) - 
Simula falso eco, velocidade e profundidade do efeito ajustáveis 
por potenciômetro. . . cc vc cao. «o «CR$ 3.980,00 
e CAPTADOR AMPLIFICADO ESPECIAL PIVIOLÃO (228/45-APE) - 
“Eletrifica” violões c'cordas de aço ou de mytonl Alto ganho e 
excelente fidelidade! Montagem super-compacta, especial p/er- 
butir no próprio instrumento! Aliment. bat, 9V. Dotado de com 
trole de volume... Permite acoplamento a praticamente qualquer 
bom amplificador/gravador! Completo . .. .. CRS 3.360,00 
e 3 GUITARRAS EM 1 AMPLIFICADOR (242/47-APE) - Pró-mistu- 
rador-casador especial p/músicos, permite llgar duas gultarras e 
um contra-baixo num só amplificador, sem “roubo” mútuo de 
Potência, e sem “descasamentos"! Controles Individuais de nf- 
vell Completíssimo, incluindo fonte interna p/C,A. (110-220V). 
Ideal p/pequenas bandas com pouco “tutu”! Não inclui caixa, 
knobs e material de acabamento extemo . .. CRS 8.510,00 








e BATERÍMETRO “SEMÁFORO” 


e SERENÃO AUTOMÁTICO 








LANÇAMENTOS 





- indicador do esta- 
dofvoltagem” da bateria picarros « motos (12V) preciso, conflá- 
vel, fácil: de “ler” (3 LEDs coloridos indicam a falxe de Tensão 
entre “balxe-normat-aita”,..). Montagem super-compacta e sim- 
ples (também pode ssr usado como Instrumento de teste em oft- 
cinas de auto-etétrico). Módulo eletrônico completo (sem caixa 
ou pontas de prova opcionais). . . « - « « « « CR$1.790,00 
MÓDULO DIVISOR ATIVO (287/50-APE) - Divisor de Frequência 
ativo p/equiparentos profissionals ou domésticos de áudio, com 
transição em 2 KHz, criando, a partir de um sinal mono e “fla”, 
saídas específicas para amplificação de Potência em Graves e 
Agudos, Aliment, CA, 110/220V, aceita bem qualquer sinal de 
Entrada (módulos pré-amplificadores ccnvencionals, ou mesmo 
fontes de sinal “diretas”) e excita bem qualquer módulo amplift- 
cador de Potência. Montagem simples, compacta e sem nenhu- 
ma necessidade de ajustes. PROFISSIONAL - Módulo eletrônico 
completo, sem caixa . “essas. csu..e... CR$ 7.560,00 


e BASTÃO MÚSICAL (264/50-APE) - Balança que ele cantal Brin- 


quedo musical com Inéditos efeitos sonoros comandados pela 
simples agitação da sua caixa, em forma de basiãoi Uma pro- 
fusão de sons “esquisitos”, sempre dependentes do movimento, 
direção e intensidade (velocidade, também...) Imprimidos ao 
bastão...! Aliment. por bat, 9V em montagem simples, ao alcarn- 
ce msmo dos iniciantes... Módulo eletrônico completo, porém 
sem a caixa cilíndrica (bastão externo). « . « « CR$ 4.840,00 
26851-APE) - Sirene tipo “polícia 
americana”, boa Potência (5 a 10W), grande fidelidade no som e 
dupla possibilidade de controle (por push-buiton ou por inter- 
ruptor, para disparos tipo “um ciclo” ou “ininterrupto”, Ideal pa- 
ra alarmes, avisos Industrials, viaturas de emergência, etc, 
Montagem compacta e simples, alimentada por 12 VCC x SA 
(pode trabathar de 9 a 15V, sem problemas). Módulo eletrônico 
completo, não - incluindo o transdutor específico (pode acionar 






- até um alto-falante comum, de boa Potência...) . CR$ 6.230,00 
e SIMPLES E SE 





ALARME DE TOQUE (269/51-APE) - Clr- 
culto de montagem muito fácil e múltiplas aplicações, aliment, 6 
VCC (pilhas ou fonte), reage a um toque de dedo ou mão sobre 
pequena superfície metálica, aclonando um alarme sonoro mar- 
cante, Não requer nenhum tipo de ajuste ou regulagem, Funcio- 
na pelo “ruído” de 60 Hz (não pode ser utilizado ao ar livre ou 
longe de fiação de C.A.). Módulo eletrônico completo, « « » « 











Pra - DA 07040 0-0" Cr, 0cTA*- 5 UA QE = ID CR$ 4.900,00 
e FONTE REGULÁVEL ESTABLIZADA PLABORA 





«1,5 A 
13,5V x 1,5A (C7OSI-APE) - A forte de bancada/laboratório 
“definitiva”, baseada num Integrado específico super-confiável! 
Excelente regutação e estabilidade, ripple praticamer:te “zero”, 
defesas inerentes contra sobrecargas e “curtos”, boa capacida- 
de final de Corrente, Fácil montagem, Imprescindível na banca- 
da do Hobbysta sério, Módulo eletrônico corrpleto CR$ 17.509,00 









e SINETA DE 3 TONS PICHAMADA (274/51-APE) - Boa Potência 





sonora final num circuito baseado em Integrado específico (facf- 
lima realização), gerando três tons harmôniccs em sequência, 
ideal para sistemas de chamada em P.A,, campainhas residen- 
ciais e multas cttras aplicações... Aliment 9 a 12 VCC (pilhas 
ou fonte), O KIT básico permite várias adaptações e ade- 
quações, todas explicitadas nas Instruções que acompanham o 
produto, Módulo eletrônico completo. . . « « « CR$ 7.840,00 






. Estado: 


o) Lu) [6!-[6) 6) o) 2) (0) >> 


«JUDO... 


Endereço: 
Cidade 


Remetente: 


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KIT EDUCACIONAL 





AOS COMPRADOR/CONSUMIDOR DE KITS 


AVISO IMPORTANTE: “KITs" de Projetos Eletrônicos, constituem uma modalidade de comercialização muito específica e que, eventualmente, merece uma explicação mais detalhada, em be- 
nefício de quem não a conhece, ou apenas agora está tomando conhecimento desse tipo de possibilidade... Explicando (pra ninguém dizer que nãofalamos dos “espinhos”, Já que das “flores” 
é fácil...) 


e A palavra KIT designa um CONJUNTO DE PARTES, COMPONENTS ou PEÇAS, suficientes para a montagem ou construção, PELO COMPRADOR, de determinado dispositivo, maquinário ou 
utilidade final! UM KIT NÃO É UM “PRODUTO” MANUFATURADO ou FABRICADO INDUSTRIALMENTE (quem val realizar a “manufatura” ou “fabricação” 6 0 próprio usuário, comprador, cor- 
“sumidor finall 
EA 
e É convencional que os KITs sejam acompanhados de MANUAL DE INSTRUÇÕES, anexos ao máximo de informações necessárias ao bom termo da montagem e ao perfeito aproveltamento dos 
componentes incluídos no “pacote”. Se tals Instruções NÃO FOREM SEGUIDAS À RISCA, o comprador, obviamente, NÃO TERÁ EM MÃOS, ao final, o resultado esperado, fato este advindo 
da SUA RESPONSABILIDADE, e Inerente ao. NÃO CUMPRIMENTO das disposições técnicas e práticas contidas nas tals INSTRUÇÕES! 


e Assim, a denominação comercial de qualquer KIT (notadamente na área da ELETRÔNICA PRÁTICA) Indica o RESULTADO FINAL da montagem (esta realizada pelo próprio consumidor final) e 
NÃO um “PRODUTO ACABADO"! Exemplificando: o KIT denominado, nos anúncios, “PISCA 2 LEDs (PL-02)º não & um dispositivo que, ao ser recbido pelo comprador, “faça piscar 2 LEDs"! 
É, SIM, um CONJUNTO DE PEÇAS E COMPONENTES a serem Interligados pelo próprio consumidor final, RIGOROSAMENTE DE ACORDO COM AS INSTRUÇÕES ANEXAS, ao fim do que 
realizará o que seu “nome* indica (fará piscar 2 LEDs,..). Para quem “ainda se faz de desentendido”, af val uma analogia: um KIT de uma CASA PRÉ- FABRICADA, NÃO É “A CASA”, mas tão 
somente um conjunto de partes e peças que, SE CORRETAMENTE INTERPOSTAS e LIGADAS, sob as orientações da PLANTA e de eventuais MANUAIS DETALHADOS DE INSTRUÇÃO, resul 
tarão numa CASA, SEM ACABAMENTOS E "COSMÉTICOS" (NÃO INCLUEM, normalmente, tintas para pintura, vernizes, azulejos, vidros, etc, restringindo-se aos materials estruturais e de 
acabamento “grosso”. 

e Num KIT ELETRÔNICO, também os materials de ACABAMENTO ESTÉTICO NÃO SÃO INCLUÍDOS (SALVO MENÇÃO ESPECÍFICA EM CONTRÁRIO...). Calxas, pilhas, baterias, Imobs, parafu- 
sos, porcas, colas, adesivos e outros eventuais complementos “extra-circulto” NÃO FAZEM PARTE de KITS ELETRÔNICOS! OS KITs da EMARK - ELETRÔNICA, (sob autorização EXCLUSIVA 
do Autor, BÉDA MARQUES...) ao serem finalizados (pelo próprio comprador/consumidor final) restringem-se à PLACA DO CIRCUIT: O, COM TODOS OS SEUS COMPONENTES e INTERLK 
GAÇÕES BÁSICAS (rigorosamente conforme mostrado nas FOTOS que“abrem” as matérias de APRENDENDO & PRATICANDO ELETRÔNICA, referentes à parte construcional de CADA PRO- 
JETO publicado (e comercializado na forma de KIT). 


e Se, mesmo depois dessa “massa” de INFORMAÇÕES, aqui prestadas (LEIAM TAMBÉM AS DEMAIS INSTRUÇÕES, CONDIÇÕES, AVISOS e REQUISITOS contidos na presente peça publicitá- 
ria, Inclusive junto ao próprio CUPOM DE PEDIDO!) ainda restarem dúvidas ao caro consumidoricandidato a comprador, ENFATIZAMOS: COMUNIQUEM-SE COM A EMARK 
POR CARTA OU TELEFONE, SOLICITANDO S “EXTRAS” OU COMPLEMENTARES, A RESPEITO DE TODO E QUALQUER PONTO QUE TENHA 


PERMANECIDO “NEBULOSO” 
(Seja quanto ao “produto”, em sí, seja quanto à sua forma de comercialização). Teremos o máximo prazer (e estaremos unicamente CUMPRINDO NOSSAS OBRIGAÇÕES LEGAIS, ÉTICAS É 


MORAIS...) em esclarecer quaisquer pontos eventualmente não compreendidos! 





Se faltar ESPAÇO, continue em folha à parte, 
MAS ANEXE O PRESENTE CUPOM! 




















































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INFORMAÇÕE. 





Os Integrados 
de áudio 


POTÊNCIA DE "CABO A RABO" 











Amplificadores de áudio, ou seja, blo- 
cos circuitais capazes de ''pegar”” tênues 
sinais elétricos correspondentes à pre- 
““tradução”” de sons, e elevá-los em nível 
(Tensão ou Corrente, Tensãoe Corrente) 
a ponto de plenamente excitar transdu- 
tores finais os mais diversos (tipicamente 
fones de ouvido ou alto-falantes, de várias 
tecnologias...) com a devida e necessária 


“wattagem””, são mais ou menos (numa 


analogia crua...) como as pessoas... Tem 
as pessoas mais ““delicadas””, completa- 
mente desprovidas da chamada “força 
física””, mas capazes de realizar com 
extrema perfeição trabalhos leves, como 
um suave bordado ou a montagem de um 
minúsculo relógio, e tem aqueles caras 
super-fortões, tipo '“Rambo””, que num 





INFORMAÇÕES 


cais de porto empilham sobre a própi 
cabeça sacos com uma centena de quil 
e os carregam como se fossem de isop« 
realizando, contudo, tal trabalho com 
mesma perfeição daquele outro (já cit 
do...), fraquinho, que monta relógios 
Ambos são, portanto, necessários, cort 
tos e habilidosos em suas funções « 
trabalhos específicos, no entanto, ne 
há como se comparar os ditos exemple 
em termos de “força”... 

Se considerarmos que a plena exc 
tação de um par de fones de ouvido, pa 
um walkman, não requer mais do qj 
uma centena de miliwatts (ou, em o 
tras palavras, um '“'mísero”” décimo « 
watt...), mesmo porque com mais do q 
isso não haveria tímpano capaz de ague 
tar, enquanto que um amplificador pa 
excitar caixas acústicas ambientais (s 
ficientes - por exemplo - para ““dar u 
bailinho”” ou animar uma festa...) prec 
sa oferecer, na sua saída, pelo men: 
algumas dezenas de watts, já se justific 
facilmente, a amplitude da gama « 
Potências com a qual são produzidos 
Integrados Amplificados de Áudio! 

Exemplos ''radicais”” são sempre ma 
fáceis de entender, por isso optam: 
justamente por ““amostras”” de circuit: 
nas duas “'pontas”” da gama de Potênci: 
diretamente obteníveis com Integrac 
específicos dessa ''família””... O prime 
ro deles, baseado num Integradinho e 
pecialmente desenvolvido para utiliz 
ção portátl, em walkman, e o segunc 
centrado num componente criado pa 
utilização '“automotiva””, normalmen 
utilizado em estágios de saída de aut: 
rádios ou toca-fitas ''embarcados”” 
Apesar, contudo, dessas ““intenções 
básicas dos dois circuitos e respectiv( 
componentes ativos, nada impede que 





ABC DA ELETRÔNICA 3 





INFORMAÇÕES - ARQUIVO TÉCNICO 





Leitor/'' Aluno”” criativo adapte quais- 
quer dos dois projetos para um grande 
número de outras aplicações, como 


“microfone espião”, “amplificador para 
guitarra”, e por aí vai... 


Conforme foi citado no ““lid”” da pre- 
sente ““Lição””, o Leitor/'* Aluno”” que 
quiserrealmente aproveitar qualquer das 
sugestões circuitais aqui mostradas, terá 
que - primeiramente - elaborar uma pla- 
quinha específica de Circuito Impresso 
(técnica de montagem praticamente o- 
brigatória, quando se trata de lidar com 
Integrados, conforme Vocês sabem...). 
Em qualquer dos exemplos circuitais, a 
criação do desenho do padrão de ilhas e 
pistas cobreadas será extremamente fácil, 
justamente porque - com a presença dos 
Integrados - os circuitos são muito sim- 
ples, contendo reduzidíssimo número de 
componentes ““discretos””, passivos, de 
“apoio”... Configura-se, então, uma ex- 
celente oportunidade para praticar essa 
fundamental técnica de criação de Im- 
pressos específicos, coisa que, mais cedo 
ou mais tarde (de preferência mais 
cedo...) todoreal interessado em Eletrôni- 
ca terá que aprender (e simplesmente 
não existe outra maneira de aprender, 
senão com a... prática...). 


É UM PRIMINHO AMPLIFICADOR 
COMPLETO (E DUPLO...)! 





- FIG. 1 - O “INTEGRADINHO” ser alimentado com Tensões que vão, 
TDA7050 - Numa “embalagem” tipo tipicamente, de 3,0 a 4,5V (duas ou três 


DIL (dual in line) de 8 pinos, externa- pilhas pequenas, também como é co- 
mente igualzinha à de um mero 741 ou mum na energização de dispositivos tipo 
555, o TDA7050 contém, na verdade, walkman...) e é capaz (dependendo da 
dois sensíveis e completos amplificado- Tensão de alimentação e da real im- 
res de áudio, independentes (salvo pelas pedância dos fones...) de oferecer Potên- 
conexões únicas da alimentação...), e cias que vão desde 35mW por canal (no 
que assim tanto podem ser utilizados no modo estéreo), até 150 mW (em ponto, 
modo estéreo, como numa configuração no modo mono...). À figura mostra a sua 
em ponte, resultando num amplificador aparência e pinagem, com a peça obser- 
mono (obviamente mais potente do que vada por cima, considerando-se o con- 
qualquer dos dois canais em estéreo, vencional sistema de contagem ou nu- 
conforme aprendemos na ““Lição”” de meração, que ““gira”” em sentido anti- 
TEORIA da presente '* Aula”"...). Criado horário, a partir do pino situado junto à 
especificamente para trabalhar com fones extremidade marcada do componente 
- de ouvido, o TDA 7050 precisa de uma (Vocês já deviam ter ““decorado”” isso, 
“carga” de Saída com impedância de 32 hein...?). Quanto a real disposição dos 
ou 64 ohms (valores típicos encontrados blocos nas suas ““entranhas'”, veremos 
nos ditos fones para walkman...), pode nocircuito aplicativo (próxima figura...). 


3V - 50mA 
(PILHAS) 


D Á PRA POT. DUPLO 
VOCÊS 
"CRIAREM" O 


IMPRESSO 
FÁCIL...! 





34 ABC DA ELETRÔNICA 


22K 





POTÊNCIA 
2X 35mW 


(ESTÉREO) 


FONE 
"WALKMAN" 
2x32n 











PRATICA 35 





ad 


(35º MONTAGEM PRÁTICA) 


MINI-SIRENE 
DE POLÍCIA 
— AUTOMÁTICA 


- FIG. 1 - ESQUEMA DO CIRCUITO. 
Não há o que *'não entender” no diagra- 
ma... Apenas “Alunos” que porventura 
estejam só agora “'se matriculando”” na 
“Escola”, poderão encontrar alguma 
dificuldade de interpretação... Nesse 
caso, é inevitável que procurem obter as 
“*Aulas” anteriores (há um CUPOM poi 
aí, em alguma outra página do ABC, 
específico para tal solicitação...), sem o 
que ficarão ''vendo a banda passar”, 
defasados com relação ao restante dos 
Leitores/'* Alunos”. Como todos os com- 
ponentes e conceitos envolvidos já fo- 
ram estudados em ** Aulas” passadas, 
vamos em frente... 


- FIG. 2 - PRINCIPAIS COMPONEN- 
TES DA MONTAGEM - Embora a maio- 
ria de Vocês já seja ''cobra”” nainterpre- 
tação de componentes, pinagens, pola- 

ridades, etc., sabendo muito bem como 
acompanhar um ''esquema”” e ““traduzí- 
lo”” em função do ““jeito”” verdadeiro 
dos componentes e suas interligações, é 
costume, aqui em ABC, detalhar as peças 
principais, suas aparências e pinagens, 
identificações particulares, polaridades, 
etc. Assim, o diagrama dá todo o ''mapa 











46' ABC DA ELETRÔNICA | 





PRÁTICA 35 - MINI SIRENE DE POLÍCIA AUTOMÁTICA 








6-9V 








da mina””, de modo que ninguém 
““dance”” (mesmo os iniciantes, não terão 
dificuldades em interpretar, a partir da 
figura, os símbolos contidos no “*esque- 
ma”, e a posterior conexão real de tais 
componentes no circuito...). O Integrado 
555,0 transístor BC549, odiodo IN4148, 
os capacitores eletrolíticos e o pequeno 


APARÊNCIA 


INTEGRADO 555 


A 


TRANSISTOR BC549 


TRAFO. SAÍDA 
“PINTA VERMELHA” 


PINTA 


O 








transformador ““pinta vermelha””, estão 
todos devidamente “'mastigados”” na 
ilustração... Quanto aos componentes co- 
muns, não polarizados (resistores, no 
caso do circuito da MP-35...) não há 
muito o que falar... Vocês só precisam 
corretamente ““ler'” seus valores através 
dos correspondentes ''códigosde cores” 
(assunto visto na distante e fundamental 
1º ““Aula”” do ABC, vão lá...). 


- FIG. 3 - LAY OUT DO CIRCUITO 
IMPRESSO ESPECÍFICO - O padrão de 
ilhas e pistas é suficientemente ““folga- 
do” para não gerar nenhum tipo de pro- 
blemas durante a confecção (traçagem, 
corrosão, furação, limpesa, etc...). Como 
todas as técnicas de preparo, confecção e 
utilização de Circuitos Impressos já fo- 
ram exaustivamente detalhadas nas “* Au- 
las”” anteriores do ABC, não vamos 
“gastar palavras * aqui com o tema.. Só 
lembramos da “'eterna”” necessidade de 
uma boa conferência final, na busca (e 
para a correção...) de eventuais defeitos, 
lapsos, curtos, essas coisas... Lembrando 
que a figura está em escala 1:1 (tamanho 
natural), e portanto pode ser ““carbona- 
da”” diretamente da página da Revista... 
Usar um “'xerox”” nem sempre é boa 
idéia, já que algumas dessas máquinas 
copiadoras costumam alterar a proporção 
real do original (só uns 2 ou 3%...) de 
forma que componentes cujos terminais 
são rigidamente posicionados e espaça- 
dos (como os Integrados, por exemplo...) 
podem ficar com sua inserção dificulta- 
da... 


TF. SAÍDA 
"PINTA 
VERMELHA” 


FIG. 1 





LISTA DE PEÇAS 


1 - Circuito Integrado 555 

1 - Transístor BC549 

1 - Diodo 1IN4148 ou equivalente 

1 - Transformador de Saída mini, tip 

“pinta vermelha”” (apenas dois fios 

no primário), para transístores. Nãc 

admite equivalências... 

| - Resistor 1IK x 1/4W 

2 - Resistores 10K x 1/4W 

1 - Resistor 1SK x 1/4W 

1 - Resistor 820K x 1/4W 

1 - Capacitor (eletrolítico) 10u x 16V 

1 - Capacitor (eletrolítico) 470ux 16V 

1 - Alto-falante mini, 8 ohms 

1 - Placa de Circuito Impresso especí- 

fica para a montagem (6,2 x 3,2 cm.) 

€ 1 - Interruptor simples (chave H-H 
mini ou standart) 

e 1-““Clip” para bateria de 9V (ou 
ainda suporte para 4 ou 6 pilhas pe- 
quenas - VER TEXTO) 

€ - Fio e solda para as ligações 


OPCIONAIS/DIVERSOS 


e - (Caixa) - Como a MP-35 (MSPA) é 
basicamente um projeto “em aberto”, 
multi-aplicável, não fazemos aqui reco- 
mendação explícita e direta para um tipo 
de container... De qualquer forma, se o 
Lejtor/** Aluno”” quiser dar forma inde- 
pendente, autônoma, à montagem, poderá 
facilmente ““encaixotá-la”” num en- 
voltório plástico padronizado, nas con- 
venientes dimensões, facilmente encon- 
trável nos varejos de Eletrônica. 








ABC DA ELETRÔNICA 47 





PRÁTICA 35 - MINI SIRENE DE POLÍCIA AUTOMÁTICA 





- FIG. 4- O CHAPEADO DA MONTA- 
GEM - Na figuraanterior a plaquinha era 
vista pela face cobreada... Agora a visão 
é feita pela face não cobreada, detalhan- 
do-se a posição, valor, código outros 
itens informativos importantes, de cada 
componente principal do circuito... Ob- 
servar, com maior atenção, a posição do 
555 (extremidade marcada voltada para 
o eletrolítico de 10u), do transístor (lado 
““chato”” virado para o eletrolítico de 
470u), diodo (com a extremidade marca- 
da voltada para a borda superior da pla- 
ca), transformadorzinho ““pinta verme- 
lha”” (com o primário, ou lado da ““pin- 
ta”, virado para a borda inferior do Im- 
presso), polaridade dos dois capacitores 
eletrolíticos (nitidamente marcada na 
figura e nos próprios ““corpos”” dos com- 
ponentes...) e os valores 'dos resistores 
em função dos lugares que ocupam... 
Conferir tudo muito bem ao final, para só 
então cortar as “'sobras”” de ““pernas”” e 
terminais pelo ““outro”” lado (o cobrea- 
do...) da placa... Verificar também a 
qualidade dos pontos de solda, corrigin- 
do eventuais defeitos nesse aspecto... 


- FIG. 5 - CONEXÕES EXTERNAS À 
PLACA - Ainda vista pelo lado dos 
componentes (as peças sobre a placa 
foram ““invisibilizadas””, para descom- 
plicar o visual...), temos agora as li- 
gações externas, devendo o Leitor/''A- 
luno”” tomar cuidado com a polaridade 
da alimentação, lembrando que o fio 
vermelho (do “clip” da bateria ou do 
suporte das pilhas...) corresponde ao 
positivo, enquanto que o fio preto indica 
o negativo. O Interruptor fica intercala- 
do no ramo positivo da alimentação, 


enquanto que o alto-falante - não pola- 
rizado - pode ter seus terminais indife- 
rentemente ligados aos pontos “*F-F”"... 
Os comprimentos da fiação extemna de- 
verão ser condicionados à instalação pre- 
tendida, mas sempre adotando como 
normao axioma: FIAÇÃO CURTA FAZ 
UMA MONTAGEM MAIS BONITA E 
GERA MENOS PROBLEMAS... 


SIRENANDO... 


0000000000 000000006006 
Conforme foi dito, o circuito da MSPA 
pode funcionar sob 6 ou 9 volts CC, 
fornecidos por uma bateriazinha (9V) ou 


” por 4 pilhas pequenas num suporte (6V) 


ou ainda por 6 pilhas pequenas num 
suporte (9). A intensidade final do som é 
parcialmente proporcional à Tensão de 
alimentação... Devidamente energizado 
o circuito, basta ligar o interruptor e... 
ouvira sirene...! A intervalos regulares o 
som “'sobe”” (em Frequência e intensi- 
dade...) para depois decair quase até 
“zero”, novamente começando outro 


ciclo completo, de forma muito realista 
(o volume máximo é bastante razoável, 
se considerado o baixo consumo de Co- 
rrente do circuito...). 

O efeito, além de interessante e ““re- 
alista””, tem a vantagem de não requerer 
nenhum tipo de ajuste no circuito... O 
Leitor/*' Aluno”” poderá embutir o con- 
junto dentro de um brinquedo (carrinho 
de Polícia, Bombeiros, Ambulância, etc.) 
de baixo custo, transformando-o - imedi- 
atamente - num sofisticado brinquedo 
““Eletrônico”" capaz de maravilhar 
qualquer criança (e mesmo alguns adul- 
tos que só cresceram “'por fora””...). 
Existem, é claro, outras aplicações para 
o dispositivo, em avisos e alarmes diver- 
sos, utilizações em que a MSPA se mos- 
trará bastante “*chamativa”” em virtude 
do som característico (mesmo quem “não 
tem culpa no cartório””, costuma ““le- 
vantar a orelha”” quando ouve uma s1- 
rene de Polícia, principalmente num País 
como o nosso, onde a honestidade abso- 
luta campeia...). 


ATENÇÃO 
NESSAS LIGAÇÕES! 





FTE.MINI - 8 


LADO DOS 
COMPONENTES 











48 ABC DA ELETRÔNICA 





PRÁTICA 35 - MINI SIRENE DE POLÍCIA AUTOMÁTICA 





1N4148 
(ISOLADOR) 


MUITO BAIXA 
FREQUÊNCIA 


«FIG. 6 - O CIRCUITO - COMO FUN- 
CIONA - “*Blocando”” o “esquema” 
nos seus módulos básicos (como costu- 
mamos fazer nas “Lições” teóricas ane- 
xas às ““Aulas”” Práticas do ABC...) fica 
fácil entender o funcionamento geral do 
circuito! Centrado no 555 temos um 
oscilador de muito baixa Frequência (o 
intervalo entre cada pulso gerado, ou a 
duração de cada ciclo completo, pode 
levar muitos segundos...), esta basica- 
mente determinada pelos valores dos 
resistores e do capacitor anexos (R-C). 
Quem quiser saber - com precisão 
“matemática”, a real Frequência, deve 
recorrer as fórmulas já mostradas na 
“Aula” sobre o 555 como ASTÁVEL 
(ABC nº 18). Vão lá, que não vamos mais 
“dar boi” aqui... Afinal Vocês já estão 
se tornando “quase técnicos” e não 
podem mais ser tratados como “'*calou- 
ros” boquiabertos... Já é mais do que 
hora de começarem a usar os próprios 
neurônios, com maior assiduidade... 
Voltando às explicações, a saída desse 
ASTÁVEL com 555 é constituída de 
uma série de *“estado”” altos (A) e baixos 
(B), ou seja: instantes em que o pino 3 do 
dito Integrado assume Tensão próxima 
do positivo da alimentação (6 ou 9V) 
seguido de momentos em que a dita saída 
fica negativa (quase “'zero”” volt...). Um 
diodo 1N4148 no percurso do aproveita- 
mento dessa saída, isola os comandos e 
os apresenta a um simples (porém muito 
eficiente...) oscilador controlado por 


OSCILADOR 
CONTROLADO 
POR TENSÃO 


REALIMENTAÇÃO 
INDUTIVA 


f * 


Y 
QUEIMADINHO! 
DEIXA DE 
PENTELHAR...! 





Tensão (tecnicamente chamado de VCO, 
das iniciais em Inglês da mesma ex- 
pressão que o designa...), baseado no 
transístor BC549, que trabalha sob rea- 
limentação indutiva (via “'trafinho pinta 
vermelha””), e apresenta seus sinais dire- 
tamente através do alto-falante mini... 
Nesse oscilador controlado por Tensão 
(é a FREQUÊNCIA o parâmetro deter- 
minado pela Tensão de controle...), à 


“medida em que o capacitor €” é carrega- 


do via resistor de entrada RE, sobe a 
tonalidade (fica o som mais agudo...). 


Quando não mais for oferecida (via 
RE) carga ao capacitor C”, este começa 
a descarregar-se via resisto em paralelo 
(R'), com o que a Tensão sobre seu 
terminal positivo cai, exponencialmente, 
fazendo com que a Frequência do oscila- 
dor acompanhe essa *'queda”” (vai fican- 
do progressivamente mais grave...). 


Agora, se Vocês re-olharem o “'esque- 
ma” (fig. 1), verão que RE é de 10K, Rº 
é de 10K e €' é de 470u, valores calcu- 
lados para obter o desejado “'comporta- 
mento” da MSPA... Aquele diodo no 
meio do caminho entre o ASTÁVEL 
lento com 555 e o oscilador controlado 
por Tensão, evita que, durante as fases 
“negativas”” dos ciclos do mencionado 
ASTÁVEL lento, o capacitor C” possa se 
descarregar (e com isso “'ralentar”” exa- 
geradamente a Frequência básica do 
VCO) viaresistor RE (10K) de Entrada... 


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Existem muitos por aí!... 
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ABC DA ELETRÔNICA 49 





PRATICA 36 

















(36º MONTAGEM PRÁTICA) 


TEMPORIZADOR DE 
UTILIZAÇÃO 
TELEFÔNICA 


- FIG. 1 - ESQUEMA DO CIRCUITO - 
Só símbolos e conexões já perfeitamente 
“entendíveis”” pelos Leitores/'' Alunos” 
que acompanham ABC desde o começo 
do ““Curso””... Qualquer de Vocês que 
não conseguir identificar, na figura, Os 
Integrados, o diodo, os LEDs, os capa- 

citores, resistores, etc., tem que “*começar 


de novo”, relendo e re-aprendendo com 
atenção tudo o que já foi mostrado ao 
longo dessas quase 20 “Aulas”... No 
“esquema”, além dos citados compo- 
nentes, ainda temos trim-pots, interrup- 
tores (de dois tipos...) e bateria/pilhas, 
todos simbolizados de acordo com as 
estilizações adotadas por ABC (e pela 
maioria das outras Revistas ou Livros do 
gênero...). Aos que estão ““chegando 
agora”, lembramos que as '* Aulas” an- 
teriores são essenciais para o perfeito 
aproveitamento e acompanhamento do 
nosso “*Curso””, aproveitando para notar 
que um “esquema” não é mais do que 


“uma espécie de ''mapa”” representativo 


do circuito real, indicando sempre os 


nomes, valores e códigos dos componen 
tes, bem como a maneira pela qualeles s: 
encontram interligados no circuito... 


- FIG. 2 - PRINCIPAIS COMPONEN 
TES DO CIRCUITO - Mesmo estandc 
Vocês numa fase que já inclui bom co- 
nhecimento ““interpretativo”” quanto ao 
diagramas de circuitos, muita gente ain 
da se “embanana”” na identificação d: 
terminais, polaridades, etc., dos compo 
nentes... Como sabemos que esse é um 
probleminha ““universal"”, sempre ane- 
xamos, aqui no ABC, informações vi 
suais quanto às aparências, símbolos « 
pinagens, num só quadro, dos principai: 
componentes dos circuitos... Assim, « 
figura mostra o Integrado 555, o LED, « 
diodo e o capacitor eletrolítico, em todo: 
os importantes detalhes identificató- 
rios... Notar que, no circuito, além do: 
componentes agora ''mastigados”, te- 
mos também alguns resistores comun: 
(fundamentalmente saber “ler” seu: 
valores através do respectivo código de 
cores - revejam - se preciso, a 'Aula'"n 
1), trim-pots, além de chaves e interrup: 
tores ... Tudo de fácil interpretação 
“visual”... 





AJ. "TEMPO" 





* (m) Tá 


TEMPO 


AJ. “IMPULSO” 


1N4148 


ATENÇÃO 


99) 
« 
cAafafalulots 


É 680R 


FA 
9 FIG. 1 


IMPULSO 

















50 ABC DA ELETRÔNICA 


PRÁTICA 36 - TEMPORIZADOR DE UTILIZAÇÃO TELEFÔNICA 








APARÊNCIA 


INTEGRADO 555 


CHANFRO 


Mais é ja. 


CURTA 
DIODO 1N4148 


A K 
— D- 
ANEL 


CAPACITORES 
ELETROLÍTICOS 


ISOLADO Y O 





- FIG. 3 - LAY OUT DO CIRCUITO 
“IMPRESSO ESPECÍFICO - Em tama- 

nho natural, a figura mostra o padrão 
cobreado de ilhas e pistas necessários à 
interligação dos componentes do TUT... 
Apesar da presença dos dois Integrados 
(aliás, por causa dessa presença...) não 
hágrandes complicações ou congestiona- 
mentos no lay out, que poderá ser facil- 
mente traçado com decalques apropria- 


dos, resultando bem “*profissional””, se o 
Leitor/““ Aluno” tiver um certo “capri- 
cho”... A recomendação que persiste é: 
conferir tudo muito bem ao final da 
confecção, já que qualquer correção de 
falhas, “curtos”, lapsos na corrosão, 
etc., será fácil enquanto os componentes 
ainda não estão inseridos e soldados... 
Depois, a “coisa muda de figura””... 


- FIG. 4 - CHAPEADO DA MONTA- 
GEM - Pelo lado não cobreado, vemos 
agora o Impresso com todas as principais 
peças tendo seus terminais já “enfia- 
dos” nos respectivos furos (para solda- 


“gem às respectivas ilhas cobreadas, pelo 
"**outro” lado da placa...). Temos alguns 


componentes polarizados, com posição 
única e certa para inserção e soldagem... 
Então, vejamos: os dois Integrados, am- 
bos com suas extremidades marcadas 
voltadas para a borda inferior do Impres- 
so (no ângulo pelo qual o dito cujo é visto 
na figura...), O diodo, com sua extremi- 
dade de catodo (marcada pelo anel ou 
faixa) apontando para a posição do resis- 
tor de 680R e os três capacitores ele- 
trolíticos com suas polaridades nitida- 
mente marcadas (tanto no chapeado quan- 
to no “'corpo”” dos ditos componentes). 


“Atenção também aos valores dos citados 


eletrolíticos em função dos lugares por 
eles ocupados na placa, o mesmo valen- 
do para os resistores fixos... Nas bordas 
da placa, temos diversos furos/ilhas iden- 
tificados por códigos... Tais pontos des- 
tinam-se às ligações "'da placa pra fora””, 
a serem vistos em seguida... Apenas cor- 
tar as “sobras”” de terminais (pelo lado 


“ cobreado) depois de verificar ponto à 


ponto os valores, polaridades, posições, 


LISTA DE PEÇAS 





€ 2 - Circuitos Integrados 555 

e 1-LED vermelho, redondo, 5 mm, 
bom rendimento luminoso 

e 1- LED verde, redondo, 5 mm, bom 
rendimento luminoso 

e 1- LED amarelo ou âmbar, 5 mm, 

bom rendimento luminoso, redondo 

1 - Diodo 1N4148 ou equivalente 

2 - Resistores 330R x 1/4W 

1 - Resistor 680R x 1/4W 

1 - Resistor 33K x 1/4W 

1 - Resistor 6M8 x 1/4W 

1 - Resistor 10M x 1/4W 

2 - Trim-pots (verticais) 2M2 

1 - Capacitor (eletrolítico) 10u x 16V 

1 - Capacitor (eletrolítico) 22u x 16V 

1 - Capacitor (eletrolítico) 100u x 16V 

1 - Placa de Circuito Impresso especí- 

fica para a montagem (6,1 x 3,8 cm.) 

e 1 - Push-button (interruptor de 
pressão) tipo Normalmente Aberto 

e 1 - Interruptor simples (chave H-H 
mini ou standart) 

€ - Fio e solda para as ligações 


OPCIONAIS/DIVERSOS 


e | - Caixa para abrigar a montagem 
Diversos containers padronizados poderác 
“agasalhar”” o circuito, sem problemas.. 
Entretanto, observe nossa sugestão de um: 
caixa baixa e larga, que possa servir di 
base ao próprio aparelho telefônico ao qua 
o TUT várser acoplado (fig. 6, detalhad: 
mais adiante...). Se o painel frontal for un 
pouco inclinado, melhor ainda... 

€ - Caracteres decalcáveis, adesivos oi 
transferíveis (tipo “'Letraset'”) para mar 
cação externa dos controles, LEDs indica 
dores, etc. 

e - Parafusos, porcas, adesivos, etc., par: 
fixações diversas... 








ABC DA ELETRÔNICA 5 


PRÁTICA 36 - TEMPORIZADOR DE UTILIZAÇÃO TELEFÔNICA 











O PERIGO! 








É AQUI QUE MORA 


ERROU, DANÇOU... 







INÍCIO 


Ee. 6 aaa a KAK AKA 









TUT 
LADO DOS 
COMPONENTES 


VD AM VM 


RES Rai PRE, ER [Rn] 


KIA KIWAKIJA 
LEDS 


“a 


LIVRE ATENÇÃO LIMITE 















BAT. | 


(OU PILHAS) 
9V 


E 


FIG. 5 








estado de cada soldagem, etc. Lembrar 
que enquanto uma peça ainda tem suas 
“pernas” íntegras, não é muito difícil 
promover sua eventual dessoldagem, 
remoção e reposicionamento... Se, con- 
tudo, um erro ou inversão for constatado, 
após o corte das ''pemnas””, fica - no 
mínimo - mecanicamente prejudicado o 
reaproveitamento da dita peça... 


- FIG. 5 - CONEXÕES EXTERNAS À 
PLACA - São poucas (e fáceis) as li- 
gações externas à placa, mas exigem 
(como tudo, na Eletrônica Prática...) uma 
boa dose de ATENÇÃO... Com a placa 
ainda vista pelo lado dos componentes 
(embora a ênfase seja para as conexões 
“periféricas””...), não cobreado, notar 
inicialmente a polaridade da alimentação, 
lembrando do “'velho”” código de fio 
vermelho para o positivo e fio preto 
para o negativo (entre o “clip” da ba- 

teria e, respectivamente, os pontos “+” 
e “*-”” da placa...). O interruptor geral, 
como é convencional, pode ser interca- 
lado no fio do positivo da alimentação 
(vermelho). Quanto ao push-button (in- 
terruptor de pressão), não tem polaridade 
de terminais, que assim podem ser in- 
diferentemente ligados aos pontos ““P- 
B”* da placa. A parte que exige maior 
cuidado, nas ligações externas, refere-se 
aos LEDs, suas cores e identificação de 
terminais... Observar ainda os “'nomes” 
ou rótulos dados aos três LEDs (LIVRE, 
para o verde, ATENÇÃO, para o ama- 
relo e LIMITE, para o vermelho), já que 


tais inscrições deverão constar do painel 
externo ou display do TUT (detalhes 
mais adiante...). Dependendo do arranjo 
final pretendido, das dimensões e forma- 
to do container adotado, pode tornar-se 
conveniente a ligação dos LEDs não 
diretamente à placa, mas um pouco 
“distanciados”” dela, via pedaços de fio 
isolados, flexíveis... Em qualquer caso, 
contudo, lembrar que conexões externas 
à placa devem ser sempre tão curtas 


” quanto o permita a instalação final (e 


uma eventual remoção do miolo do cir- 
cuito, para manutenção...). Fios grandes, 
“pendurados * pra todo lado, deixam 
uma montagem feia e dificultam 
“seguir” as ligações, numa eventual 
verificação de defeito... 


- FIG. 6 - O ACABAMENTO... - O 
TEMPORIZADOR DE UTILIZAÇÃO 
TELEFÔNICA (TUT) destina-se a uso, 
obviamente, junto ao próprio aparelho 
de telefone (detalhes do funcionamento 
e controles, mais adiante...). Assim, nada 
mais lógico do que posicionar a caixa 
com o circuito sob o telefone...Para tan- 
to, o lay out do container, seu painel e 
seu acabamento, podem ficar ““nos con- 
formes”” da sugestão mostrada... Obser- 
var o posicionamento do pequeno dis- 
play de LEDs (verificando as cores na 
fig. 5), do push-button (rotulado com 
“INÍCIO”) e interruptor geral... Certa- 
mente, se o aparelho telefônico anexo for 
do tipo “*de parede””, essa versão para o 
acabamento não será conveniente, caso 


em que o TUT poderá ser abrigado num 
caixinha menor, dotada de abas ou car 
toneiras para fixação também à parede 
ao lado do aparelho telefônico... Como 
TUT tem sua própria alimentação, com 
pletamente independente da linha e d 
telefone, há uma boa flexibilidade n 
acomodação e conjugação dos dois módi 
los... 


AJUSTE E UTILIZAÇÃO.. 
000000000 000006000606 
São dois os (fáceis...) ajustes a serei 
feitos no circuito, antes que o dito cujos 
torne funcional. Ambos feitos através d 
trim-pots. Para facilitar a interpretação 
demos ''nomes”” aos ditos trim-pot: 
Aquele da esquerda, na fig. 4 (no cant 
da placa) é -o de “ TEMPO”*, e o d 
direita, na mesma figura, é o de “IM 
PULSO” (confiram com o “'esquema' 
fig. 1). 

Antes de iniciar os ajustes, é boi 
entender as indicações gerais do TUT. 
Premindo-se o botão de “INÍCIO 
(push-button), inicia-se todo o proce: 
so, em suas múltiplas temporizações. 
Bem ajustado e calibrado o conjunt 
durante cerca de 2 minutos e 30 segur 
dos, permanece aceso apenas o LE: 
VERDE, indicando que o usuário d 
telefone está *“dentro do tempo”” de ut 
lização (o parâmetro dentro do qual, ei 
ligações locais, a Cia. Telefônica cobi 
“um só impulso””...). Quando faltare: 
apenas 30 segundos para o “estouro” d 





52 ABCDA ELETRÔNICA 








PRÁTICA 36 - TEMPORIZADOR DE UTILIZAÇÃO TELEFÔNICA 








TANTA FRESCURA SÓ 
PRA FAZER UM 
SUPORTE PARA O 
TELEFONE, PÔ!? 


E O 


150 SEG. 
T1 


tempo, apaga-se o LED VERDE e acende 
o LED AMARELO (esse “amarelo”, 
assim como nos semáforos ou sinaleiros 
de trânsito, avisa para ter “atenção”, 
que “*o vermelho vem aí...”). 

Durante a vigência do “aviso AMARE- 
LO, é a “janela de tempo”” ideal para se 
encerrar a conversação, ““fugindo”” as- 
sim de um substancial encarecimento na 
tarifa da ligação... ““Estourados””, contu- 
do, 3 minutos, acende o LED VER- 
MELHO (apagam-seo VERDE eo AM- 
ARELO...), indicando que a “'carência”” 
inicial já ““dançou””, e que um novo 
“impulso” está sendo contado pela apa- 
relhagem de controle da Cia. Telefôni- 
ca... 


"O ajuste é simples: sempre *'começan- 


Ê ALI 


e LI(VD) 





do”” as coisas pela pressão sobre o push- 
button (a partir do que podemos “'cali- 
brar”” ou contar os Tempos, com a ajuda 
de um relógio que marque segundos...), 
primeiramente o trim-pot de TEMPO 
deve ser regulado para que o acendimen- 
to do LED VERDE dure 150 segundos (2 
minutos e 30 segundos...). Obtido esse 
tempo no acendimento do LED VERDE 
(no nosso protótipo o ajuste situou-se 
com o knob do trim-pot em sua posição 
média...). Em seguida, deve-se ajustar o 
trim-pot de IMPULSO para que o LED 
VERMELHO acenda 180 segundos (3 
minutos) depois de premido o push- 
button... Embora simples, os dois ajus- 
tes exigem um pouquinho de paciência, 
mas vale a pena perder um pouco de 


tempo nessa calibração, fazendo-a tão 
rigorosa quanto possível, pois disso de- 
pende a real utilidade e confiabilidade do 
E 


A sequência de funcionamento/utiliza- 
ção é simples, então: 


- Liga-se o interruptor geral, com o que 
acende o LED VERMELHO , indican- 
doque todasas temporizaçõs estão “'zera- 
das, aguardando início... | 
- Ão ser feita a ligação telefônica (assim 
que alguém ““atende, do outro lado””...) 
deve ser premido o push-button de 
INÍCIO... 
- Acende-se, então, o LED VERDE, 
avisando que o tempo está vigente. Fi- 
cará assim por 2 minutos e 30 segundos... 
- Decorridos os primeiros 150 segundos 
(faltando 30 para o término do prazo 
final), apaga-se o LED VERDE e acende 
o AMARELO! Para não ser tarifado 
com um novo “impulso”, o usuário 
deve procurar encerrar a comunicação - 
no máximo - enquanto o LED AMARE- 
LO estiver aceso... 
- Se aconversa for comprida, inevitavel- 
mente decorridos 3 minutos do seu início 
(180 segundos), acende o LED VER- 
MELHO, avisando que novo ““impul- 
so” está sendo contado (e cobrado...). 
Lembrem-se, então: o TUT não pode 
evitar que o usuário extenda sua conver- 
sação por mais do que 3 minutos, entre- 
tanto, AVISA da decorrência dos TEM 
POS, de forma nítida e clara, de modo 
que a pessoa possa parametrar o 'tama- 
nho” da conversa, gerando com isso 
uma sensível economia na conta de uti- 
lização do telefone, no fim do mês (as 
tarifas estão barbaramente caras no Bra- 
sil, que o digam os “'falidos”” papais de 
filhas adolescentes...). 


- FIG. 7 - O CIRCUITO - COMO FUN- 
CIONA - Observando conjuntamente o 
diagrama de blocos da fig. 7 e o ““esque- 
ma” dafig. 1,0 Leitor/'* Aluno”” não terá 
dificuldades em acompanhar o racio- 
cínio e entender o funcionamento geral 
do arranjo: os dois 555 estão estruturados 
(com o auxílio dos capacitores/resistores 
emanexo...)em MONOESTÁVEIS, sen- 


E a rs rr Er OI IE rr 


ABC DA ELETRÔNICA 53 


: 





PRÁTICA 36 - TEMPORIZADOR DE UTILIZAÇÃO TELEFÔNICA 


see 





do que o primeiro (parametrado por RT1 
e CTI, ou seja: resistor fixo de 10M, 
trim-pot de 2M2 e eletrolítico de 10u) 
mostra um Tempo T1 correspondente a 
150 segundos (depois de calibrado pelo 
trim-pot). O segundo (Temp. 2), 
parametrado por RT2 e CT2 (ou seja: 
resistor fixo de 6M$8, trim-pot de 2M2 e 
eletrolítico de 22u), gera um Tempo T2 
de 180 segundos (após calibração). A- 
contece, porém, que a partir de dois 
temporizadores, temos que obter três 
indicações de intervalos de Tempo (LEDs 
VERDE, AMARELO e VERMELHO...). 
Isso é obtido inteligentemente através da 
rede formada pelos dois resistores de 
330R (RLl e RL2) e pelo diodo D 
(1N4148). Notem que os dois MO- 
NOESTÁVEIS são disparados (inicia- 
dos) simultaneamente pelo push-button 
(que ““aterra”” os pinos 2 do 555, normal- 
mente ““positivados”” pelo resistor RA 





o Complete sua coleção. 
e Indicar o número com um[X] 


REVISTA APRENDENDO & 
PRATICANDO ELETRONICA 


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[13] ] [ia] ] [asi] 


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E Endereço: 


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COMPLETE SUA 
COLEÇÃO 





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(33K). Durante os primeiros 150 segun- 
dos, apenas o LED verde acende, uma 
vez que o LED amarelo não pode fazê- 
lo, pois tanto seu anodo quanto seu cato- 
do permanecem positivos (não há Cor- 
rente sobre o dito LED, nessa condição). 
Terminados os primeiros 150 segundos, 
a Saída Sl (pino 3 do primeiro 555) 
“baixa”, fica negativa, com o que o 
LED verde € apaga e o amarelo (com 
seu anodo ““positivado'* pela Saída S2 
(pino 3 do segundo 555) passa a receber 
Corrente suficiente para seu acendimen- 
to (limitada pelo resistor RL2...). Duran- 
te todas essas duas fases iniciais, o LED 
vermelho permanece apagado, uma vez 
que o ponto S2 encontra-se positivo du- 
ranteas temporizações... Terminado, con- 
tudo, o Tempo de 180 segundos, com a 
“negativação”” do pino 3 do segundo 
555 (ponto S2), o dito LED vermelho 
acende (via resistor limitador RL3), en- 











e Mais de 





FONE: 


5] ll el bol hs 
RESET 


Estado Ê 





e O preço de cada revista é igual ao preço 
da última revista em banca CrsS.............. 


spesa de correio escoco [ r 
Para cada Revista CR$ 50,00 crê 


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223-20317 


quanto que o verde e o amarelo não têr 
como brilhar, uma vez que as diferença 
de potencial entre seus respectivos ano 
dos e catodos são nulas (não há Corrent 
através deles...). O diodo 1IN4148 evit 
que haja indesejável interação entre a 
Saídas dos dois MONOESTÁVEIS... En 
situação de espera inicial, ou depois d 
decorridas todas as Temporizações in 
trínsecas, apenas o LED vermelho fic. 
aceso, sendo essa a condição geral di 
stand by (com a alimentação ligada...) 
Os mais “espertos” entre os Leitores 
““Alunos””, reconhecerão no funciona 
mento do. circuito a mesma estrutur. 
lógica que rege um semáforo (sinaleiro 
de trânsito convencional... É isso mes 
mo: com alguma habilidade e criati 
vidade, o Leitor/''Aluno'" pode at 
““transformar”” o circuito num real acio 
nador de sinal de trânsito... Pensem nis 


SO...! 2 








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54 ABC DA ELETRÔNICA 





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