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Full text of "Estrada de Ferro Central do Brazil.Relatorio do anno de 1890 apresentado ao cidadão Dr. João Barbalho Uchôa Cavalcanti, Ministro e Secretario de Estado dos Negocios da Agricultura, Commercio e Obras Públicas, pelo Engenheiro João Chrockatt de Sá Pereira de Castro. Director da mesma Estrada."

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' ESTRADA. DE FERRO CENTRAL DO RRAZIL 

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RELATORIO DO ANNO DE 1890 


APRESENTADO 


AO CIDADÃO 


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DR. JOÃO BARBALHO UCHÔA CAVALCANTI 
, Ministro e Serietario de Estado dos Negoeios da Agricultura, Coimercio e Otaras Micas 


PELO ENGENHEIRO 


JOÃO CHROCKATT DE SA PEREIRA DE CASTRO 


DIRECTOR DA MESMA ESTRADA 



RIO DE JANEIRO 

NA.CIOKTAL 


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ESTRADA DE FERRO CENTRAL DO BRAZIL 


RELATORIO DE 1890 


ÍNDICE 


Pags. 

I. Extensão <la estrada em trafego 1 

li. Oontat>ilidade.— I.° Custo da estrada. 2.° Receita. 3.° Despeza. 

4.° Receita e despeza effectivas. 5.° Renda fictícia. 6.° Accordos de trafego 
mutuo e outros. 7.° Reclamações. 8.° Bitola de 1 m . 00 2 a 21 

III. Trafego. — l.° Movimento. Numero e percurso dos trens. Percurso dos 

vehiculos. Composição média dos trens. Utilisação dos trens e dos vehiculos 
nos transportes de viajantes. Utilisação dos trens e dos vagões no transporte 
’de mercadorias, animaes e vehiculos. 2.° Horário dos trens. 3.° Modificação 
nas tarifas. 4.° Telegrapho. Linhas telegraphicas . Apparelhos e accessorios. 

Officina telegraphica e electrica. Sinetas de alarma. Serviço telephonico. 

Luz electrica. Transmissão telegraphica. 5.” Illuminação das estações e 

trens. 6.' 1 Despeza 22 a 48 

IV. Locomoção.— l.° Material rodante. Locomotivas. Carros e vagões. 

2.° Tracção. Percurso das locomotivas. Percurso dos vehiculos. Consumo 
de combustível e lubrificantes. Despeza da condueção dos trens. Despeza 
de lubrificação dos carros. 3.° Ofiicinas e depositos diversos. Reparações 
de locomotivas. Reparação de carros e vagões, 4.° Recapitulação das despezas 
feitas pela locomoção por conta do custeio. 5.° Obras diversas. Obras novas 
do material rodante. Fundição de ferro e bronze. Fornecimentos a diversos. 

Augmento das officiaas do Engenho de Dentro. Usina de gaz. Machinas 
— ferramentas + 49 a 70 

5 3 J J 


3 5 ,) 


, 1 . ' % 


I 


• • 


IV 


# • Pags. 

V. Binfia, e ed.ifi.cios.— 1 .° Linha propriamente dita, desvios e linhas auxi- # # * 

liares. 2.° Trilhos e accessorios. 3.° Lastro. 4.® Modificação da linha. 5.° * 

Roçado de matto. 6.° Cercas. 7.® Passagem de nivel. 8.° Fossos americanos . * 

9.° Pontes e pontilhões. 10.° Boeiros. ll.°Tunneis. 12.° Obras de terra e • 

pedra para esgoto e consolidação do leito da linha. 13.° Muros e paredões. 

14.°Drains. 15.° Estações edependencias. 16.° Edifícios diversos. 17.° Ranchos * * 
e telheiros. 18.° Caixas e encanamentos d’agua. 19.° Trabalhos diversos. • 

20 . 0 Occurrencias . 21.® Despeza 71.a 168* 

• » • 

VI. Almoxarifado * „ ... 169 a 173 

VII. Accidentes «*... % 17? 


ANNEXOS 


I a DIVISÃO — ADMINISTRAÇÃO CENTRAI. 

• < 

A 1 — Relação dos contractos, etc., celebrados durante o anno de 1890 e registrados no 
mesmo anno. 

A S — Quadro do pessoal em 31 de dezembro de 1890. 

A 3 — Quadro demonstrando desde 29 de março de 1858, em que se inaugurou a Estrada, até 31 
de dezembro de 1890, as datas em que se abriram as diversas estações, a extensão de 
linha entregue ao trafego, o custo por secção e por kilometro, não incluindo a 
importância das estações . 

A 4 — Quadro dos accidentes no anno de 1890, que produziram ferimentos e mortes . 

2 a DIVISÃO — TRAFEGO . * 

B 1 — Quadro do pessoal em 31 de dezembro de 1890. 

• # 

BS — Demonstração da despeza de custeio no anno de 1890 (Bitola larga). 

B 3 — Idem idem idem (Bitola estreita). 

B 4 — Despeza geral de custeio no anno de 1890. 

3 a DIVISÃO — CONTABILIDADE 

O 1 — Quadro do pessoal em 31 de dezemtg-o de 1890. 

OS— Balanço do exercido de 1890. 

O 3 — Demonstração da conta de Lucros e Perdas no exercicio dfe 1890. 

O 4 Balanço da receita e despeza 'do trafego no anno de 1890. 

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• . •* 


O £> Cynopse->da receita e despeza effectiva (ao Rio de Janeiro e uo estrangeiro) no 
-i i exercício de 1890. 

O 6 — Capital empregado no anno de 1890 (exercício de 1890). 

^ ^ Demoustráção da despeza effectiva por conta do credito ordinário desde o exercício de 
1866-1867 até ode 1890 e dos créditos votados pela assemblóa geral legislativa para 
a mesma despeza. 

■> * 

OS — Comparação da receita e despeza nos exercícios de 1866-1867 a 1890 com indicação das 
médias da receita e despeza por kilometro em trafego nos mesmos exercícios. 

O 9 — Demonstração do movimento e receita por estações no anno de 1890. 

O IO Demonstração das receitas por mezes no anno de 1890, com exclusão da renda perten- 
çento as estradas estranhas . 

^ H Demonstração, por mezes, do movimento e producto de viajautes dos suburbios do anno 
J de 1890. 

1^ — Demonstração do movimento e receita com que concorreram as diversas companhias em 
trafego mutuo para a receita geral desta estrada no anuo de 1 890. 

C 13 — Demonstração da receita com que a Estrada de Ferro Central do Brazil concorreu para 
as Companhias em trafego mutuo, e bem assim para a Thesouraria do Estado de 

, ^ S. Paulo pela arrecadação do imposto estadoal no auuo de 1890. 

*) 

014,,— Balancete da renda do anno de 1890. 

O 11» — Demonstração do movimento e producto dos transportes effectuados por conta do Governo 
Central, Estados Federados, Intendência Municipal da Capital, Companhias, durante 
o anno de 1890. 

O 1C — Demonstração dos transportes em serviço da Estrada e dos concedidos grátis, durante 
o anno de 1890. 

C IV — Quadro demonstrando o movimento e renda de passageiros desde 29 de março de 1858, 
em que se inaugurou a Estrada, até 31 de dezembro de 1890. 

O 1 © _ Movimento de bagagens, encommendas, mercadorias, animaes e vehiculos no ultimo 
decennio. 

C 19 — Movimento e receita de passageiros nos trens de suburbios nos annos de 1861 a 1890. 

€* 

4 a DIVISÃO — LOCOMOÇÃO 


t» ^ Quadro do pessoal em 31 de dezembro de 1890. 

D 2 —Consumo de combustível e lubrificantes por serviços e secções e por locomotiva-kilo- 
metro no anno de 1890. , 

I j Demonstração de todas as despezas uo anno de 189 0 . 

^ Desenvolvimento das despezas da reparação do material rodante no anno de 1890. 

D gj _ ^^envolvimento da despeza feita com o serviço da conducção dos trens no anno de '890. 


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VI 


5 a DIVISÃO — LINHA E EDIFÍCIOS 


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El — Quadro do pessoal em 31 de dezembro de 1890. «■ 

JH 2 — Synopse geral da despeza durante o anno de 1890. 

E 3 — Demonstração das despezas effectuadas por esta divisão em 1890, por conta delérceiros, a 
indemnisar à referida divisão. ' r 

E 4 — Emprego de dormentes, trilhos e seus accessorios no anno de 1890. . r c 

r r r 

E 5 — Substituição do material durante o anno de 1890. < 

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E O — linha em trafego — Extensão. c. . 

E — Desvios existentes nas estações em 31 de dezembro de 1890. r f 


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ESTRADA DE FERRO CENTRAL DO BRAZIL 


(PARTS EH TRAFEGO) 


' • • • I 

EXTENSÃO DA ESTRADA EM TRAFEGO 

<Ti 

A 12 de Abril de 1890 foi recebido o trecho de linha de Itabira a Gaya, 

k 

depois’ Honorio Bicalbo, com a extensão de 37,228, atim de manter-se trafego 
provisorio, e a 1 de Junho foram franqueadas ao trafego as estações de Santo 
Antonio do Rio Acima e Honorio Bicalho, no mesmo trecho. 

Ficou r elevada a 865,771 a extensão total da estrada em trafego, em 
31 de Dezembro de 1890, attingindo a extensão média durante o mesmo anno 
a 855,363. 

Aquella extensão total divide-se do seguinte modo: 

Bitola de l m ,60: 

k 

Linha central da Capital a Lafayetlc 462,290 

! da Gamboa até o cáes 1,123 

do Campinho 1,524 

de Santa Cruz 34,090 

de Macacos 4,929 

de S. Paulo 157,198 

\do Porto Novo do Cunha 63,764 

724,918 

Bitola de l m ,00: 

Linha central de Lafayette a Honorio 

Bicalho 98,402 

Ramal de Ouro Preto 42,451 140,853 

©.A)’ 


865,771 


Foram mais franqueadas ao publico durante o mesmo anno : c r r 
A 1 de Maio e 23 de Novembro, as paradas do « Bangú » e « Santíssimo » , 
no ramal de Santa Cruz, entre as estações de Realengo e Campo Grande. 

A 15 de Junho, a parada de « Madureira » entre as estações de Cascadura e 
Sapopemba. r f 

A 12 de Outubro, a estação « Ewbank da Camara », entre as de Dias Tavares 
e de João Gomes na linha do Centro. t r r r f 

A 28 de Abril foi transferido o Escriptorio do Centro Commèrcial da rua do 

C c c 

General Camara n. 2 para o edifício que serviu de Thesouraria do antigo Paço 
da Cidade. r <- 

II 

CONTABILIDADE 

I o — Custo da Estrada 


O capital empregado na estrada em trafego, no fim do exercício de 1890, 


era o seguinte: 

Bitola de l m ,60: 

I I a Secção 8.020:4108800 

2 a » 13.859:3138644 

3 a » 4.803:2728008 

4 a j> 12.024:1368511 

5 a » 19.141:3958742 

I de Santa Cruz 1.217: 4398408 

Í de Macacos 71: 708 8111 

de S. Paulo 10.463:7168099 

do Porto Novo do Cunha 5 . 369 : 5828091 

do Paty do Alferes . . . 1 1 : 6788770 



• * 


74.982:6538184 


Estações 

Officinas e depositos em S. Diogo 


9.724:8848941 

1.498:5708808 


Transporte 


85. 906 íl 088933 


f» 




* * 

>3 


® r 

*» ^ s Transporte 

Officinas do Engenho dc Dentro 

* 

Ca'áfts de machinas na Barra c Entre Rios 

p 

Material rodante 

Moveis e.uáensilios 

Proprios diversos 

t í 

Illüminação a gaz Pintsch 

Bitola ode T',00: 

x * 


5. 1 Secção (de bafayette a Congonhas). 1 . 799 : 539$410 

Estação de Congonhas 30 : 4G 1 $406 

6 . * Secção (de Congonhas a II . Bicalho) 7 . 023 : 398SS80 

Estacões 103 : 410S653 

Ramal de Ouro Preto 4 . 230 : 407 $804 

Estações 159 : 079SG32 

Material rodante 275:793$706 

Animaes 18:395S940 


Material em ser 


83.900: 1088933 
1 .910:5585795 
461 :G83$553 
10.254:504$475 
466: 024$ 304 
298: 237 $990 
130:269 $492 


99. 442: 38 7 $002 


13.040:487^431 

M3.082:875$033 

2.000:972$242 

M5.083:847$275 


A impoytancia acima indicada de 99.442:387$002 dividida pela extensão de 
724,918 (bitola de l, m 60) da estrada em trafego, dá para o custo médio por kilo- 
metro a quantia de 137: 177$429; ade 13.G40:487$431 dividida pela extensão 

k 

de 140,853 (bitola de 1,00) dá para o custo médio kilometrico 9G:842$085. 

2° — Receita 

A receita geral da estrada em 1890, 
deduzidas as verbas susceptíveis de 
annullação pelas correspondentes de, 
despeza, foi de • • 12.041 : 192S249 

Em 1889 1 1 . 870 : 537 $974 

• 

Differença para mais em 1890 164:654$275 

©o - _ 

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9 




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r • 


— 4 — 

C 

r 

Foram arrecadadas durante o anno, além 

C r 

r 

da quantia de 

12.041: 1921249 ' / 

as seguintes verbas escripturadas como 

c 

c 

despeza a annullar : 

r 

Indemnizações 

2:9868678 r f 

Materiaes cedidos a emprezas diversas e 

f 

a particulares e despezas diversas 

99:0918933 r 0 « 

Obras feitas por conta de diversas em- 

f 

prezas e particulares 

5:5208483 « 

r r 

Quotas das despezas nas estações deen- 

«*> f * 

r c 

troncamento pagas pelas Companhias 
em trafego mutuo, inclusive desvios. . 

79:7098110 


12.228:5008453 . 


Comparação da receita total do trafego e outras fontes, nos anno*s 
de 1890 e 1889 : 


4890 

1889 

11.93S:654$863 

34:3018229 

56:0135090 

4:051?5S7 

8:T71$480 

11 .S23:754$688 
32:7185167 
9: 5085975 

10:556$144 


12.041:192$249 

11.876:5375974 




— 

- DIFFERENÇA EM 

*890 

PARA MAIS 

PARA MENOS 

114:9005175 

1:583$062 

46:5045115 

• I 

6: 504*557 

• 

8.-Í7154SÒ 

171:1585832 

6:5045557 

164:654$275 . # 


receita 


ído trafego.. 

Renda We proprios. 

(eventual 


Multas de empregados 

» por infracção de contractos. 


Differença para mais em 1850. 


Esta differença para mais foi devida aos notáveis accrescimos em quasi todas 
as verbas de receita, com excepção da de transporte de café, que ainda este anno 
teve a considerável diminuição de 15.264,556 kilogrammas na importância de 
622:4238430. 

Contribuiu ainda para este decrescimento de renda o desvio dos productos 
que a Companhia Leopoldina exportava por esta estrada e que paseou a fazel-o 
pela de Cantagallo. 





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• c 


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c 


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• • 

• ^O^seguinte quadro mostra a ronda total por kilometro de extensão média da 
linhar, desde o anno de 1858, em que foi inaugurada a estrada: 


ANNOS 

• • 


1S5S.* 

11859.. ..... 
IS*)...:... 

1861 

1862 

1863 

1861.. ..... 



1S66 

'1S67. ...... 

186S 

1869 

1870 

1S71 

1872 

•1873 

,1874 

1S75 

1876 

1877.. 1.. 

1S78 

«79 

1880 

1881 

1882 

1883 ...... 

1884 

lí85 

1886 

1S87 

1888 

1889 

1890 


EXTENSÃO 

MÉDIA 

EM TRAFEGO 


k 

50.835 
61.675 
61.675 
65.144 
70.102 
79.466 
99.397 
125.204 
138.249 
176.015 
202. 59S 
212.311 
221.762 
275. 11S 
319.563 
363.409 
394.423 
445 .537 
501.525 
516.117 
583.360 
621.752 
633.725 
64S.33S 
682.571 
682.571 
724.908 
724.908 
735.570 
765.707 
807.194 
82S.467 
855.363 


AUGMENTO 

POR CENTO DA 

RENDA 


DIFFERENÇAS 
DA Kl 

KXTBNSÃO 

TOTAL 

POR 

KILOMETRO 

PARA MAIS 


295:845*130 



21,32 

720:900*543 

11:688; 

1699 

134,67 


920:765*784 

14:929 

1157 

27,72 

5,62 

1.099:8145988 

1.021:598*835 

16:882*828 

19,44 

7,45 

14:593 

1849 

13.52 

1.001:997*249 

12:60.) 

(131 


25,08 

1.211:615*805 

Í2:1S9J 

165 > 

20,92 

25,96 

10,41 

1.761:666*485 

14:076 

(360 

45,3 1 

1.858:076*025 

13:440 

(068 

5,47 

27,31 

2.523:296*721 

14:335 

5691 

35,82 

15,10 

2.808:342*250 

13:861 

ÍA< 

11,29 

4,79 

4.325: 810*100 

20:374*997 

5-4,03 

4,45 

4.149:010*565 

20:062*096 

19:7568102 

2,84 

24,06 

5.431:984*370 

22,16 

16,15 

5.731:971*010 

17:936, 

*779 

5,46 

13,72 

6.384 : 309*360 

17:567 

*835 

11,38 

7,70 

13,82 

7.604:032*290 

19:426 

* >34 

19,05 

8.079:700*923 

18: 134*747 

6,25 

12,56 

7.987:221*180 

16:022*068 


2,92 

9.269:261*019 

17 :064 

*107 

1Ò.Ó5 

13,00 

9.970:500*070 

17:094 

1247 

7,56 

6,58 

11.105:725*890 

17:861 

989 

11,38 

1,92 

11. 2 >0:520*730 

17:753*000 

1,30 

2,31 

13.067:911*130 

20:156 

*203 

13,53 

5,28 

12.429:319*330 

11.550:101*226 

11.502:561*370 

18: 209*562 
lfi:921£464 

6,20 

15:807 

*615 



12.212:955*090 

16:847 

*593 

6,17 

1,47 

11.524:020*159 

1 >:606 

$789 


4,10 

10.263:S03*340 

13:404*352 


5,41 

12.514:20 >*64 > 
11.823:75!*6S8 
12.041:192*249 

15:5033343 

14:5í71<*S47 

17,98 


14:077 

*289 

1,81 


l'ARA M8NOS 


7,05 

1,95 


1,15 


4,88 

7,07 

0,41 

7,53 

10,93 

5,83 


5 










0 








J 


% 


J 


• * 


I 


6 — 


0 seguinte quadro mostra o movimento geral da receita nos dous últimos annos, 

t r 

com exclusão, porém, das rendas pertencentes ás estradas em trafego mutuo: 


RENDA DO 
TRAFEGO 


Passagens 

Bagagens 

Encommendas. 

Animaes 

Vehiculos 


MereadoA Café ‘ 
rias ^Diversos 


Rendas diversas. 
Armazenagens... 

Telegrapho 

Multas 


Rendas arrecada- 
das pela Thesou- 
raria : 


Renda eventual... 

Renda de proprios 

Multas de empre- 
gados 


EM 

1890 


QUANTIDADE 


6.621.883 
4.829.183 k 
20.209.567 k 
183.217 
359 

82.431.759 k 
401.253.319 k 


PRODUCTO 


Multas por infrac- 
ção de contractos 


3.3SO:652$730 
' S8: 159$923 
473:403,?275 
664:6728795 
5: 406$870 

2.323:269$140 

4.743:0758593 

124:7218534 
27 : 2378020 
104:1458850 
9108130 


56:0138090 

34:30i$229 

4:0518587 

8:1718480 


12.041:1928249 


EM 

1SS9 


QUANTIDADE 


5.438.635 
3.212.035 k 
18.613.964 k 
166.612 
387 

103.696.315 k 
396.804.694 


PRODUCTO 


2.953:005$430 

72:195S957< 

438:6018568 

558:S27S780 

7:576$610 

2.948:6928570 

4.636:8418739 

80:3398668 
28:1798956 
98:0668810 
l: 366$600 


9:5088975 

32:7188167 

10:5568144 


11.876:5378974 


DIFFEREXÇAS PARCIAES 
NO PRODUCTO EM 

t t 

1890 


PARA MAlJ 


427:6478300 

15:9638969 

34:8018707 

105:S458015 


106:2338854 


44:3218866 


6:0798010 


46:5045115 

1:5838062 


8:1718480 


797:l5i$40S<-- 


PARA SlENOÍ. 


2:169S740 


622:4238430 


94^8936 


4568470 


6:5045557 


632:4978133 


Differença para mais em 1890 


164:65482/5 


Arrecadou mais a estrada durante o anno a quantia de 5. 908:8828324 per- 
tencente ãs Companhias em trafego mutuo, ao Thesouro Nacional e aos impostos 
dos Estados de S. Paulo e Minas Geraes. 

Do confronto das diversas verbas de receita do anno e 1889 com as de 
1890, chega-se ás seguintes conclusões : 

o 

Passagens — Houve accrescimo de 1.110.964 passagens de suburbios na 
importância de 91:568^390 e de 72.289 passagens do Interior na de 336:078$910, 
o que perfaz a notável differença para mais nesta verba . 


i 


< < 



— 7 — 


\ 


’ Kaga^ens e oaconimondag — Nestas verbas houve também a 

o 

differença para mais de 3.212.751 kilos c de 50:7658676 noproducto. 

o 

, Animaes — A notável differença para mais de 23.605 no numero e 
105:8458015 no producto provém de maior transporte de gado. 

Vehiculos — Nesta verba deu-se uma differença para menos no numero 
c producto, pouco dignado nota. 

* liercadorias — 0 augmento de 94.448.625 kilogrammas, representando 
106 : 233$854 a bem como as notáveis differenças para mais cm quasi todas as outras 
verbas, com excepção das de rendas diversas c multas, cm que se deram pequenas 
differença?, foi mais que sullicicnte para compensar a diminuição de 21.264.556 
kilogrammas, representando 622:4238430 no transporte exclusivo do café, dando 
logar ao alludido augmento na receita. 

Multas de empregados — Parte da differença para menos nesta verba 
explica-se por ter-se entregado á Associação de Auxilios Mutuos dos Empregados 
da Estrada a importância das multas cobradas, em virtude do decreto n. 707 de 
30 de Agosto deste anno. 

Renda eventual — A differença para mais provem do producto de 
grande quantidade de ferro em obra inservivel nas Ofíicinas da Locomoção ven- 
dida a particulares. 

Nas outras verbas as differenças para menos são pouco dignas de nota. 

Asdifferentes verbas de receita comparadas com o total, dão as seguintes 
relações : 



Em 1890 

Èm 1889 

Viajantes 

28,00 

22,22 

Bagagens e encommendas 


3,63 

Animaes 


4,31 

Vehiculos 

......;. 0,04 

0,04 

Mercadorias 

58,71 

68,06 

Telegrapho 

0.86 

0,60 

Armazenagens 

*... 0,23 

0,18 

Multas e diversos.. 

1,90 

0,96 

5 

100,00 

100,00 


o o 


•> * * 


o 






O 


n 


O 


A 


n 


J 


9 O 




9 


* * 


O 


r 


: • 

r • 

0 movimento e a receita dos passageiros, discriminados pelos trens des suf)- 
urbios e do interior, foram : 



MOO 


MUMEItO 

POR CLASSE 

TOTAL DOS 

PASSAGEIROS 

RECEITA 

POR CLASSE 

c. 

TOTA/, f 

DA RECEITA* 

0 


1.012.704 


330:633*170 

337:140*780 

h 

< r 

1 aMHIgQllOri fiou sutjurbioí!, . jg a 

3.091.638 

5. 304. 400 

070:774*250 , 

_ 

573.381 


1.573:175*400 

1.130:703*020 



714.107 

1.317.488 

2.703:878*480 



Ü.021. 888 


3.380:052*730 


1889 


NUMERO 

POR CLASSE 

TOTAL DOS 

PASSAGEIROS 

RECEITA 

POR CLASSE 

<i 

TOTAL . 

' DA RECEITA 

1 

1.117.809 


284:201*350 

301:004*510 


Passageiro» do» subúrbio», . jj â 

3.075.507 

4,193.430 

585:205*800 


200.885 


1.120:103*310 

1.238:000*260 


Passageiros do interior daMo. : !!‘. 

048.364 

1.245.100 

2.307:709*570 



5.438.035 


< 2.053:005*430 







DIFFERENÇA em 

1890 









nu Mimo 

WS PASSAUKIROS 

UBCDITA» 


404.805. 

010.000 

270.540 

204.257 

65:432*120 

30:136*270 

443:082*150 

107:003*210 

Passageiros do* subúrbios. . U, 

Passageiros do interior classe";!'. 

• 



i 





1.183.233 

• 

427:047*300 


( í 
c 

«■ c < 


\ V 1 


l 


9 


\ 

\ 

tf 


t) 


O 

Comparação da quantidade c producto de bagagens, encommcndas e mercadorias 


enj; 1890’ e 1889 : 

o 


" 'designação 

o 

isao 

ISSO 

QUANTIDADE 

KILOS 

PRODUCTO 

QUANTIDADE 

' KILOS 

PRODUCTO 

Bagagens o enconuttondas pelos trons dos 
suburbios 

5. 808. S75 

1 .314.015 
18.035.560 

50:9144300 

53:84:1130 

450:*03$I21 

7.289.531 

1.218.555 

13.237.910 

44:4074430 

51:9951457 

4 li :391$63S 

Bagagens >pelo^ trons do interior.. 

En^omraen^s polos trens do interior. . . 

Total das bagageus e encomiuendas. . 
Mercadorias da Capital para o interior. T . 
Mercadorias do interior ( Caf<5 

85.038.750 

269.590. 1SS 

S8.3i9.263 

131. 715.627 

561:563$201 

3.745:935.4108 

2. 325: 669$. 140 

997:739$691 

21.825.999 

147.543.930 

103.696.315 

2l9.260.76i 

510:797$525 

2.690:723$6S6 

2.948:692$570 

1.946: US$053 

para a Capital e demais ? 
estações ( Diversos . 

% 

Total 

50S.723.S8S 

7.630:907$934 

522.327.00S 

S.0.«:331$S3í 




No ultimo decennio o numero de passageiros transportados foi : 


SERVIÇO DOS SUBURBIOS 

SERVIÇO DO INTERIOR 

T O T A E S 

GERAES 

ÀNKOS 

la CLASSE 

2 a CLASSE 

TOTAL 

1® CLASSE 

2 a CLASSE 

TOTAL 

18S1 

1SS2 

18S3 

1554 

1555 0. 

1556 

1887 

1SSS 7 . 

18S9 

1S90 

509.032 
532. 116 
54S.292 
57S.345 
6S4.072 
S21.752 

1.055.519.5 

1.188.765.5 
*1.117.863 

1.612.764 

1.3Í3.S7S 

1.332.632 

1.404.685 

1. 591.SÍ1, 5 

1.791.197 

2.002.213 

2.iSJ.014,5 

2.764.897,5 

3.075.537 

3.691,636 

1.S52.970 

1.864.743 

1.032.977 

2.170.206,5 

2.475.269 

2.S23.955 

3.574.914 

3.953.663 

4.193.436 

5.30Í.400 

279.708.5 
25). 932, 5 
2)0.050 

259.397.5 
256.966 
238.790 
253.099 
253.556 
296.S35 
573. 3S1 

622.715.5 
655. 4 i7 
688.191 
695.523 

695.025.5 

672.119.5 
708.669 
921.269 
918.301 
714.107 

902.517 

915.379.5 
948.241 

951.920.5 

954.994.5 

910.900.5 
962.368 

1.177.825 

1.213.199 

1.317.488 

2.755.487 
2.7*0. 127.5 
2.901.218 
3.125.127 

3.430.253.5 

3.734.874.5 
4.537.282 

5.131.488 
5.433.635 
6.621.88S 


Movimento de passageiros e respectiva receita nos trens de suburbios durante o 



E. F. 2 


O 


o 


o 


o 


r 




•> 


> 






y y 


3 O 


y 


o 


y 


y 


o 


3 1 


y > 




0 seguinte quadro mostra a quantidade de bagagens, encommendas e «mer- 
cadorias transportadas no mesmo período: * , 


ANXOS 

BAGAGENS 

E 

ENCOMMENDAS 

MERCADORIAS 

c l 

TOTAL 

DAS 

MERCADORIAS « 

r 

DA CAPITAL 
PARA 0 INTERIOR 

DO INTERIOR PARA A 
CAPITAL E DEMAIS 
ESTAÇÕES 


k 

k 

k 

k 

1881 

12.034.372 

133.374.256 

254.663.276 

388.037.542 

1882 

12.835.229 

127.423.072 

256.070.552 

c 3S3. 493.621 

1SS3 

14.76S.7.:S 

. 131.125.154 

273.953.578 

40G.077.732 

1SS4 

12.187.3S4 

143.916.636 

270.395.218 

414.371.S54 * 

1885 

, 17.152.936 

147.654.349 

282.232.331 

•129.886.680 c 

18Sò 

16.051.313 

160.832.0:34 

2r9.216.344 

420.048.37S 

1S87 

17.717. 9S4 

96.156.153 

275.439.132 

371.595.28.5 

1SS8 

20.671.731 

106.454.03) 

327.220.544 

433.674.643 

1S89 

2l.S25.999 

147.543.930 

352.957.079 

500.501.003 

1SJO 

25.03S.750 

269.590.1SS 

214.094.S)0 

483.685.078 


Transportes por conta dos diversos Ministérios e Estados, £tc. 

c 

Na receita do trafego correspondente ao exercício considerado está compre- 
hendida a quantia de 458:506$210, proveniente de passagens e transportes 
concedidos a varias repartições, por conta de diversos Ministérios e Estados, a 
saber : 


Passagens 



290: 855 $300 

c 

Bagagens 



3:228$480 

Encommendas 



24:935$360 

Mercadorias 



85: 185$570 r c 

Animaes 



787$060 

Telegrammas. ; , 



1 :798$430 

Rendas diversas 

• 


51 :716$310 

458:5063210 


O debito, porém, dessas repartições sobe a 459: \62$250. incluídas as quotas 
creditaLdas ás Companhias em trafego mutuo, na importância de 656SQ40, re- 1 - 
lati va á telegrammas, etc. c « c c 



f) 


A dfàcri mi nação dos referidos transportes segundo os Ministérios, Estados, 
Repartições, etc., debitados, é a seguinte : 


ida Agricultura 

40: 472$ 410 

da Fazenda 

4:940*740 

Ida Guerra 

79:792*350 

jdo Interior 

8:933*150 

Ministério ( ] a Justiça 

23:077*370 

Ida Instrucção Publica, Correios 
•> * 1 e Tclegraphos 

126:244*390 

da .Marinha 

290*860 

do Exterior 

4*000 

[do Estado de Minas Geraes. . . . 

55:301*950 

Governo jdo Estado do Rio de Janeiro. . . 
do Estado de S. Paulo 

29 : 350*960 

5:431*620 

Intendência Municipal da Capital 

14:936*280 

Inspectoria Geral dcllvgiene 

131*100 

Inspectoria de Saude dos Portos 

13*300 

Construccão do prolongamento 

17:720*020 

Companhias em trafego mutuo 

52:521*750 


A59 : 1 62* 250 


3° — Despeza 


A despeza de custeio foi: 

Em 1890 9.184: 083 $476 

» 1889 7.708:201*968 

sendo a diíTcrcnça para mais em 1890 1 . 475 : 881*508 

o o 


o 


— 12 — 





r 


r 


r 


r 

A despeza de custeio ficou distribuída pelas diversas DivisõeS da Efstrada /lo 

, . t , 

modo seguinte : 


r 


verbas de despezas 

PESSOAL 

MATERIAL 

• 

TOTAL 

•_* 


110 ‘3588078 
50:2398346 
2.403:2958841 
222:0528816 
1.186:9388382 
2.514:7628532 

7:3628390 

6:2098371 

334:18ls612 

22:2845110 

1.631:4528500 

674:9458468 

117:7208468 
56:4488717 • 
2>757:478S453 
244:3368926 
, 2.818:3908912 

3.189:7088000 







6.487:6478995 

2.696:435845) 

# # 9.184:083$476 . 

. M 


T 


A despeza de custeio foi, em 1890 e 1889, a que demonstra o quadro*seguinte : 


VERBAS 

1890 

1889 

DIFFERENÇA 
PARA 9.IAIS EM 

1890 

• 


117:7208468 

56:4488717 

2.757:47S8453 

244:3368926 

2.818:3908912 

3.189:708|005 

109:725$024 

50:4418698 

2.233:8688197, 

157:7128422 

2.159:6328693 

2.991:8218934 

7:995844-4 

6: 0078019 

5 IS: 6 1082 46 
86:6248504 
658 : 7588219 
197:S868066 

Aiinoxarilado 






9.184:0838476 

7. 708:20 1896S 

1.475:8S1$508 

Differença para mais em 1890 1.475:8818508 


A differença de 1. 475:8818508, para mais, no custeio da estrada, proveio 
principalmente do augmento de vencimentos do pessoal titulado, em consequência 
do novo regulamento approvado pelo Decreto n. 406 de 17 de Maio desse anno, 
inclusive a porcentagem de 20 °/ 0 abonada aos empregados de mais de 20 aqnps de 
serviço. 

Além desta causa influiram : na Divisão do Trafego a despeza de pessoal e mate- 
rial para as estações entregues ao trafego ; na da Locomoção o ter-se dado maior 
impulso ás reparações de locomotivas e carros, contribuindo, também, maior con- 
sumo de carvão e lubrificantes, pelo augmento que soífreu o horário dos trens que 
circularam durante o anno, e finalmente na da Linha e edificios, maior despeza 
com a policia, conservação ordinaria e extraordinaria^da linha, para «egurança no 
movimento dos mesmos trens. 

<■ •• 


c c 


c 


C C 


c 


c 


c 


c 



\ 











— 13 






% 


• 0 

• Comparadas as despezas de custeio separadamente, pessoal o material, com 
as correspondentes ein 1888 e 1889, chega-se ao seguinte resultado : 


. 

VERBAS 

1988 

1890 

1900 

Pessoal 

4.806:53i$45S 
1.984: 17S$785 

5.ast:S2l.<3'>S 

2.326:3808610 

0.487:647*995 

8.098:5978276 




Houve, portanto, um accrescimo de despeza com o pessoal, entre 1890 c 1889, 

dê 1 . 105^82^^637 e como material de 372:2168666. 

• • 

• A despeza -total por kilometro de extensão média foi : 

Em 1890 10:7373060 

» 1889 9:5498380 


* Differença para mais em 1890 1:1878680 


À distribuição da despeza kilometrica pelas differentes repartições consta do 
seguinte quadro : 


VERBAS DE DESPEZA 

DESPBZA 

^ POR KILOMETRO 

RELAÇÃO 

POR CENTO DO TOTAL 


i37.$627 

63*99-1 

3:2>3$7:.2 

1,28 

0,61 

30,02 

2,66 

Âlmoxarifãdo 


28ÕS653 


3:2J4S'J65 

3:729$0ò9 

30|t)9 


3-1*71 

i 


10:737.^060 

100,00 


Tendo sido a renda bruta em 1890 12.041: 1928249 

• * e o custeio 9.184:0838476 


a renda liquida foi 2.857:1088773 

a qual comparada com a de 1889 4.168: 3368006 

apresenta para menos a differença de 1.311: 2278233 

A relação da despeza para a receita foi : 

Em 1890 76,27 % 

. » 1889 64,90 % 




/ 


14 


r 


€ 


A despeza com as obras novas 


seguinte : 


e augmento de material • rodarôe foi a 

* . 


VERBAS DE DESPEZA 

PESSOAL 

MATERIAL 

TOTAL 

LINHA E EDIFÍCIOS 

la Secção 

59:1388164 

27:3058511 

• t 

S6:443,<375 

2a » 

187 : 9928536 

40:3828689 

22S: 3758225 * 

3a » 

2i:S328S24 

S: 8758110 

30:7588634 

4a » 

14:í87$í;00 

9:2988151 

23:7*t5§751 

5a » 

12:SS4SS87 

11:6068294 • 

24:491.816» 


16:7848102 

3:337§186 

25 : 12182SS 

Ramal de Santa Cruz 

10:i71$78!i 

6:928.8723 r 1 

17:4C0.$509 

» de S. Paulo 

33:9168890 

25:995s27S 

59:911S16S . 

» de Porto Novo 

5 : 723J600 

15:535§688 

' 21:2*98288 

» de Ouro Preto 

12:4058591 

8:395.8963 

20^018-554 # 


875:6878960 

162:659SS93 

5?8:347s853 

LOCOMOÇÃO 




Material rodante 

21:7678410 

479:5288781 

504:296$191 


12:7748626 

100:9928682 

113:767S30-! 

Usina de gaz Pintsch 

656.80,81 

3:1938083 

3:8408670 


3S:193$617 

583:7148.552 

• . 

621:913$169 

Total 

413:SSÔ$577 

746:374$445 

1.160:2318622 

• 


A despeza geral de custeio, incluindo obras novas e augmento de material 
rodante, foi, portanto, a seguinte : 


VERBAS DE DESPEZA 

PESSOAL 

MATERIAL 

TOTAL 

c 

c 

Administração Central 

Í10:35S§07$ 

7:36283)0 

c 

117:720$i68 

Almoxarifado ‘ 

50:239.8346 

6:209.8371 

56:448$717 

Trafego 

2.403:296.8841 

354:1S1S612 

2.757:1788453 

Contabilidade 

222:052.8816 

22:284$110 

244:3338926 

Locomoção 

1 .225 : 137$029 

2.215:1678052 

3.440. 30 4.80S1 

Linha c edifícios 

2.8S0:450$492 

837:6058361 

3. 728:055.' 853 


6.901 :534$302 

3.442:809§S96 

10.344:344849S 


Comparada esta despeza com c a de 1889, que altingiu a 8.584:220$362, 
vê-se que houve excesso de 1 .760: 124$ 136, proveniente de 1 .47^: 881 $508 no 
custeip e 284 ; 242$ 628 em obras novas. 


« 






t 




C 




• • 



15 






* • • 

0 seguinte quadro mostra a renda bruta, o custeio, a renda liquida e a 

pwçentagcm do custeio para a renda bruta, desde o anno de 1858, em que foi 

inaugurada a estrada: • 


* ANNOS 

• 

RENDA BRUTA 

CUSTEIO 

RENDA LIQUIDA 

RELAÇÃO 

DO CUSTEIO PARA A 
RENDA BRUTA 

185S 

302:2788900 

205:5S.'$63S 

90:0808262 

68,01 

1859 

720:1008540 

618:2718030 

1 10:9258510 

66,66 

1860 « 

031:207.8768 

620:84 1.8360 

310:118.8108 

03,78 

lSfii * t 

1.100:55.7.8810 

707 : 7 12S >7 j 

101:813.8144 

79.81 


1 . 036 : 5458898 

827:287.8,107 

2)9:2578901 

73,75 

JS63 

1.033:9668031 

865:9633350 

168:001^084 

.80,11 

185-4. 

1.223:0038164 

9S0: 127S772 

212:875,8392 

62.55 


1.775:332.8118 

1.110:732.8897 

664 :019S52l 

■10,53 

1S66 

1.044:711.8182 

423:475801 1 

621:23S82At 

43,99 

1807 

2.520:534.8552 

1.112:7958680 

1.416:7388872 

44,52 

1868 

2.810:8318178 

1.255:5148101 

1.5.U:316$.)87 

44,98 

1850 

4.348:181.8222 

1.956:1028341 

2.391: 90 1S9S1 

42,97 

1870 

4 . 460 : 5678902 

1.919:477.8369 

2.547:0908533 

45,13 

1871 

5.45 >: 060.8031 

2.462:5138299 

2.993:5268632 

56,75 

1872 

5.760:400.8782 

5. 272: 001. <7 10 

2.403:508,8063 

53.24 

1S73 

6.411:066^907 

3.542:0218177 

2.809:0128130 

40,20 

1874 

7.636:1188230 

3. 456: S07j$l51 

4.170:5218079 

49,15 

lítfã 

8. 116:603.8211 

3.989:7628332 

1. 126:81118882 

54 .72 

1876 

S. 025: 4488250 

4.392:0328440 

3.633:4158810 

58,00 

1S77 

0.314:517.8652 

5.408 :7S3$276 

3. 905: 764.8376 

53,47 

1878 

10.022:5258121 

5.560:206.8085 

4.462:319.8331 

42,87 

1879 

11.163:5278867 

4.766:201.8802 

6.397:3218005 

47,50 

ISSO..'. 

11.300:9738408 

5.372: 1 128081 

5.937:561.8327 

43,34 

1SS1 

13. 115:157.8422 

5 . 6S4 : 7 10$ 166 

7.430:417.8255 

56,62 

1SS2 n . . . 

12.478: 630. <037 

6.567 :2>0.<519 

5.911:240.8416 

56,62 

1883 

11. 597: 087.8569 

6 . 560 : 360.0*0 > 

5.036:7268700 

56 , 50 

1$S4 

11.551:017.8711 

6.591:3508140 

4.960:5078574 

57.05 

1885 

12 . 260 : 685,^756 

0.312:990.8810 

5.917:601.8)16 

51,73 

18S0 

11.51)8:776^995 

6. 470; 838858-1 

5.088:9388411 

56.00 

1SS7 

10.316:816.8185 

6.599:3288573 

3.717:4878612 

03,96 

1SSS 

12.573:6258801 

6.880:810.8243 

5. 692 :S 158648 

54,72 

ISSO 

1 1 .S76:537s974 

7.708:2018068 

4.168:336.8006 

64.90 

1S90 

12.041:192,8210 

9.184:033.8470 

2.8,7:158.8773 

70,02 


Neste quadro foram incluidas, a começar de 1877, a renda do proprios e 

* 

eventual, e a despeza da Administração Central, que não tinham sido consideradas 
nos annos anteídores . 

Considerada na receita da estrada a renda fletida proveniente de transportes 
gratuitos em serviço proprio, no de diversos Ministérios e Repartições do Governo, 
Companhias, etc., cuja importância de 938 :795$800, entendo, que deve seraddicio- 


nada á renda bruta, esta se elevará a 12.979:988^049 

e sendo o custeio de 9.184: 083S476 

será a renda liquida de 3.795:9048573 


ea despeza corresponderá a 70,07 °/„ da renda bruta. 

o 

9 

»> & 




9 


9 




9 

.* 




• • 


/ 







— 16 — 

r r 

r r 

4 o — Receita e despeza effectivas 


o 

A receita effectiva no exercicio de 1890 

foi de 13. 359:4708888 

e a despeza effectiva por conta do credito ordinário 10 .212 : 2448452 

• — > 

ficando o saldo de 3.147: 2268436 

Comparada a renda effectiva no exercicio de 1889 13 .418 : 1§68444 

coma do exercicio de 1890 13. 359: £703888 

r 

verifica-se a differença para menos no ultimo exercicio de . . 58:6858556 

No exercicio de 1889 a despeza effectiva foi de 9.300:3258983 

enodel890 10.212:2448452 

Differença para mais no ultimo exercicio 911:9188469 

Para o exercicio de 1892 foram orçadas em 13 . 310:0008000 


as despezas prováveis com o custeio da parte em trafego e em 2.050:0008 a que 
será necessária para obras novas e augmento de material rodante (conta de 


capital) a saber : 



Administração Central 


141:0608683 

Almoxarifado 


48:9398317 

Trafego 


4.500:0008000 

Contabilidade 


290:0008000 

Locomoção. 


4.100:0008000 

Linha e edificios 


4.230:0008000 



13.310:0008000 


Obras novas e~acquisição de material rodante (conta de capital) : 


Linha e edificios : 

Obras complementares nas diversas Secções, etc 1.120: 0008000 

Locomoção : 

Augmento de locomotivas, carros e vagões 550:0008000 

Idem nas oíficinas do Engenho de Dentro ‘380:0008000 

( — 


2.0504)008000 


C 


c 


c « 


c 


c 
c . 


c 


c 


c 


V 


— 17 


j 


5 o — Renda fictícia 

Os transportes effectuados gratuitamente durante o anno de 1890, em virtude 
de diversas disposições, importaram em 350:777)3550, sendo : 


/da Agricultura 19:9803230 

Ministério jdo Interior 4:0583320 

da Fazenda 2:5383580 

Inspectoria G<y’al das Terras e Colonisação 187:5323720 

Santa Casa da Misericórdia da Capital 3603720 

» » * » » de Ouro Preto 1:1883280 

Matriz de Lorena 533860 

Asylo de Santa Izabel 5563100 

Jardim Zoologico 83360 

* 9 deS. Paulo 243660 

Obras Publicas de Minas Geraes 30: 4803680 

Intendências diversas e particulares 29:9073460 

Companhia Viação Central 3:4063660 

» Industrial 4:5963100 

» Serraria a vapor 1523200 

» Leopoldina 3:6823220 

» Minas e Rio 253400 

Escola de Minas de Ouro Preto 893020 

288:6723570 

Saccos vazios 62:1043980 

. • 350:7773550 

Os transportes e telegrammas em serviço da estrada attingiram 

a somma de 588:0183250, distribuida do seguinte modo : 


Administração Central 1:2283800 


Trafego 253:9583310 

Contabilidade 3:0733240 


Locomoção . 47:1613380 

Linha e edifigios 280:8163300 

Prolongamento 1:7803220 588:0183250 

^ 938:7953800 

O l> « ■ ■■■ — 

E. F. 3 * 




o* 


«s» 


1* 



o 


9 


i 


6 o — Accordos de trafego mutuo e outros 


A 29 de Março foi alterado o accordo com o Estado de Minas Geraes, para 

r 

a cobrança do imposto Mineiro. 

Foi celebrado em 1 de Julho accordo com a Companhia Terrestre e Maritima 
Rio de Janeiro . 

fé 

Em 1 de Julho cessou o accordo com a Empreza F. Carril v assourense. 

A 10 de Setembro foi encampadajpelo Governo Federal a Companhia E . "F . 

<■ e 

S. Paulo e Rio de Janeiro. 


7 o — Reclamações 

Foram apresentadas durante o anno~ 1458 reclamações, sendo 1212 por dif- 
ferencas de frete, e 246 por perdas e avarias em mercadorias, taxas de tçlegrammas, 
etc. 

Das primeiras (differença de frete) : 

Foram pagas 776 / 19: 0588934 

» indeferidas 83 / \ 

na importância de) 

Ficaram por pagar 40\ j 

Pertencem ás estradas estranhas 313 1 4:6758050 


As emprezas em trafego mutuo restituiram, por conta desta estrada, 169 re- 
clamações, na importância de 1:6528120. 


Das 313 pertencentes ás estradas 

á Leopoldina 

» S . Paulo e Rio de Janeiro 

» Rio das Flores 

» União Valenciana . 

» Oeste de Minas 

» Minas e Rio 

c 

» Empreza F. C. de Itaguahy . . . . , 


estranhas cabem : 


158l 


2:0948190 

95 


1:0748220 

12 


, 538160 

4 

na importância de 

1528560 

e! 

I 

e 6088980 

37 


6848200 

çÇ 

1 


r 78740 

C C 


— 19 — 

Das segundas reclamações (perdas e avarias) foram : 

201 por perdas ou extravios ' 

25 » avarias I 

13 » frete a restituir jna importância dei 

1 » taxas de telegrammas \ 

0 » serem de assumpto da Contabilidade 

^ « 

Das«2í6 reclamações apresentadas este anno são : 

33 pcír volumes extraviados em 1889 e 233 por volumes extraviados em 
1890. 

Das 201 reclamações por perdas : 

Autorisou-se o pagamento de 95 


8:777*975 

2:807*090 

110*318 

4*400 

298*670 

12:059*053 


Foram indeferidas . . 
Ficaram sem effeito. 


23 
15 i 


em processo 281 


Foram julgadas de accordo com o 

art. 99 das tarifas 

Foram devolvidas á Companhia Leo- 

poldina 

* 

Das «25 reclamações por avarias : 


na importância de 


38 

2 


Foram pagas 14 


Ficaram ‘sem effeito, 


Foram indeferidas 4^ 


na importância de; 


Ficaram em processo . 


3/ 


Das 13 reclamações de restituições de frete : 


Foram pagas 0 

Foi indeferida - 1 

Ficaram em processo •. 4 

Ficaram s&ü effeito 3 


na importância de 


2:235*018 
1:350*090 
804*228 
1 : 499*21 1 

2 : 255*247 

32*555 


546*410 

1:231*180 

28*640 

290*600 


56*898 

11*240 

12*940 

5*800 






9 


D 


/ 


• f» 


— 20 — 


A unica reclamação sobre taxa de telegramma : * 

Foi indeferida 1 4$ 400 

Das 48 reclamações por avarias e restituições de frete, em processo, em 1889 % : 
Foram pagas 22\ / i:716$585 

» indeferidas 3] l 

/ 1 • 

Ficaram sem effeito 5 na importância de 

» por liquidar 17] f 

Enviada á Contabilidade 1/ \ . 50: 91 7 $280 

A importância das reclamações pagas foi de * 4:555$511 

• • 

■ Da qual se deduz a somma de 847$640 de 10 reclamações por conta dars 

* • 

companhias : 

Leopoldina 7] / 470$ 120 

Minas e Rio 2jna importância dej 345 $480 

Oeste de Minas 1/ ( 2 $0£0 

817$640 

Sendo a importância liquida paga por esta Estrada 3 : 737 $87 1 

Foram mais apresentadas oito reclamações por meio de officios, de diversas 
estradas, na importância de 21 9$360, dasquaes : 

Foram pagas 4\ / 194 $3 60 

Foram indeferidas 3>na importância dej 25$000 

Fica em processo 4/ l 

Esta ultima não tem importância declarada . • 

Das quatro reclamações pagas foram 3 pela Companhia S Paulq e Ri5 de Ja- 
neiro e uma por esta estrada. 

Pagou-se mais uma reclamação por depreciamento, na importância de 2Q1&000. 

8 o — Bitola de l m ,00 

0 capital empregado no fim do exercicio de 1890 na linha de Lafayette a 
Sabará e no ramal de Ouro Preto, comprehendido o custo do material rodante, 
era de 13.640:487$431 . 

c 

A receita destes trechos de linha foi de* . . . 529:427$727 

A despeza * 740:687$443 

c ~ ‘ 

* • I • 


V 


— 21 — 

Discriminação da receita 


t» Passagens 


Bagagens 


Encommendas 


Auimaes 


Vebiculos 


Mercadorias 


Telegrapho 


„ ’ 0 Armazenagens 

2:4378090 

Multas diversas 

6988872 


529:4278727 


Distribuição da despeza 

Tendo sido a receita de 529:4278727 e a despeza 740:6878443, veriíi- 
ca-se um déficit de 211:2598716. 

As differentes verbas de receita comparadas com o total, dão: 


Viajantes 51,82 

Bagagens e encommendas 7,33 

Animaes 0,21 

Veliiculos 0,19 

Mércadorias 38,08 

' Telegrapho 1,78 

Armazenagens 0,46 

e Multas e diversos 0,13 

100,00 


100,00 


VERBAS 

PESSOAL 

MATERIAL 

TOTAL 


91:6818938 

65:458*519 

424:039*887 

19:874*931 

69:120*323 

70:511*845 

111 : 556*869 
134:578*842 
494:551*738 




5S1 : 1SQJ344 

159:507*099 

740:6S7*443 


A relaçãp da despeza para a receita elevou-se a 139,90 %’ 

<s> 

A despeza total por kilometro de extensão média foi de 13:3218717. 


•> o © 


o 



— 22 — 



TRAFEGO ' •< 

I o — Movimento 

r 

Numero e percurso dos trens 

O seguinte quadro mostra o numero de cada especie de trens nas diversas 


secções e ramaes, durante o anno de 1890: 


SERVIÇOS 

c 

l< 

a- 

o 

a 

Kl 

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O 

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a 

OURO PRETO 

Bitola estr eita • 


18 073 












2.293 

2.293 

S33 

730 

730 


730 

837 

3.650 



» mistos". 

5.475 

3.650 

1.460 

2.190 

730 

1.46Ò 

2.190 

1.460 

3.285 

1.460 

1.466 


2.309 

1.96S 

669 

1.004 

1.389 


037 


1.290 


39 



s 

1 





1 

2 


39 


606 

170 

25 

30 

43 

129 

539 

9 

173 


68 

Numero de trens em 1S90 

28.761 

S.0S9 

2.9S9 

3.954 

2. 892 

1.654 

4.103 

2.30Õ 

S.400 

1.460 

1.606 

y> » » » 18S9 

26.041 

7.421 

2.993 

3.G76 

2.617 

2.259 

3.720 

2.247 

5.135 

1.460 

1.253 

Differenças em 1890 

4- 2.720 

4- 6iS 

— 4 

+ 278 

4- 275 

- 605 

4- 3S3 

-r 53 

+3.265 

4.0 

+ 353 

Média diaria do numero de trens em 1890 

7S.7 

22.1 

S.l 

10,8 

7,9 

4,5 

11.2 

6.3 

2310 

4,0 

4.4 

» » » » » » ■» 1S89 

71,3 

20,3 

8,2 

10,0 

7.2 

6.2 

10,2 

6,2 

14,1 


3,2 

Dilferenças em 1890 

+ 

+ 1,8 

— 0,1 

+ 0,8 

+ 0,7 

— 1,7 

4 - i,o 

+ 0,1 

+ 8,9 

= 

+ 1.8 


0 percurso dos trens em kilometros e a respectiva média diaria em 1889-1890 


foram : 


SERVIÇOS 

O 

\< 

a* 

o 

H 

os 

a 

O 

*à» 

o 

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O O 

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S 

RAMAES DE r- 

S. PAULO 

PORTO NOVO 

N 

a 

PS 

-í 

< 

X/i 

MACACOS 

OURO PRETO 

Bitola estreita 

* 

k 

k 

k 

k 

k 

k 

k 

k 

k 

k 

• t 


310. 6SS 











Trens de viajantes do 













142.166 

107.771 

74.970 

58.400 

135.070 


114.610 

53.312 

38.690 



Trens mixtos 

264.200 

171.550 

131.400 

118 990 

135.050 

109.854 

289.810 

93.440 

110.595 

13.140 

62.780 

Trens de cargas 

107.110 

92.49o 

59.386 

7S.81G 

91.067 

2.710 

100,008 




1.677 

Trens especiaes de 












295 

291 

90 




1.099 

64 

12 


1.209 

Trens especiaes de 









13.724 

7.799 

2.139 

2.400 

3.114 

5.609 

70.591 

128 

5 629 


2.852 

Kilometros era 1890... 

838.243 

379.907 

267.935 

25S.606 

364. 2S1 

118.173 

576.11S 

146.944 

197. 47S 

Í3.140 

6S.41S 

Kilometros em 1889. . . 

748.101 

358.274 

256.673 

246.422 

3S5.504 

113.491 

513.988 

143.611 

125.982 

13.140 

52.023 

Differenças em 1S90. . . 

+90.139 

+21.633 

+11.312 

+12.184 

-21.223 

+4.682 

+62. 150 

+3.333 

+70.496 

= 

+16.395 

Percurso médio diário 












em 1890 

2.296 

1.040 

734 

708 

99S 

326 

1.575 

402 

541 

36 

187 

Percurso médio dtario 












em 1889 

2.049 

981 

703 

r 675 

1.056 

310 

1.408 

393 

347 

36 

142 

Dilferenças em 1890. . . 

+2-17 

+59 

+31 

+33 

— 5S 

+16 

+167 

+9 

+194 

= 

+45 










• 




(*) Estão incluídos ides te nuraeto os trens especiaes nos suburbios. 

(•*) Está incluído neste numero o percurso dos especiaes em suburbios# 






c < 


c 


e 


•« 

c • 




V 





' o , - 23 - 

* 

Quantidade de trens e respectivos percursos nos annos de 1888-1890 


SERVIÇOS 


BITOLA LARGA 

Trens de viajantes dos subúrbios 

» » » «do interior 

» nflxtosí 

» de .targas 

» especiaes de viajantes. 

» » do cargas 

o 

Total 

BITOLA ESTREITA 

Trens mixtos 

» de cargas 

» especiaes de viajantes 

°» 1 » de cargas 

Total 


1SSS 

ISSO 

1SOO 

NUMERO 

PERCURSO 

NUMERO 

PERCURSO 

NUMERO 

PERCURSO 

15.372 

3.7(55 

11.712 

4.448 

1(3 

1.432 

k 

25 1 . 07(3 
S15.142 
1.029.936 
407.486 
2.731 
120.121 

16.78.3 

5.377 

12.646 

5.291 

20 

1.560 

k 

280.276 

70S.092 

1.121.016 

487.560 

2.255 

139.692 

18.073 

0.674 

14.965 

5.960 

5 

1.455 

k 

310. 0SS 
724.969 
1.32S.235 
571.435 
1.851 
105.524 

36.745 

8.628.492 

41.680 

2.738.891 

47.13S 

3.042.702 

2.193 

34 

2 

102 

122.244 

1.477 

122 

4.219 

2.920 

87 

5 

535 

135.270 

2.184 

208 

20.771 

2.920 

SS 

39 

151 

172.634 

4.287 

1.209 

8.461 

2.334 

128.052 

3.o47 

15S.433 

3.19S 

183.590 


* 


/ 



24 


r 


r 

Percurso dos vehiculos 


SERVIÇOS 

KILOMETROS PERCORRIDOS PELOS CARROS DE 

•> 

PERCURSO TOTAL 

* ^ 

! 

VIAJANTES EM 

BAGAGEM 

ANIMAES 

CORREIO 

HERCADODIAS 

O 

m 

n 

ci 

15 

ci 

© 

03 

3 

a 

15 

a 

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05 

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og 

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05 

© 

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> 

c 










r 

|a secção 






c 


r 

• 

Nos trens dos su- 










bnrbios 

2.434.638 

2. 393. 850 

4.828. 4S3 

573.296 






Nos trens de viajan- 









tes do interior... 

67 d. 189 

319.603 

998.792 

394.933 

49.056 

308.665 

53.198 

10.459 

1.815.103 

Nos trens mixtos. .. 

30S.40J 

309.394 

617.803 

288.005 

70.311 

15.530 

2.928.344 

1.517.866 

5.437.859 

» » de cargas. 

7.320 

21.320 

28.640 

14.600 

550.795 



1.636:451 

993.005 

3.223.491 

» » especiaes 










de viajantes 

1.404 

1.436 

2.840 

496 

526 


243 



Nos trens especiaes 







de cargas 





14.725 


69.021 

43.505 

127.251 

2 a secção 







Nos trens de viajan- 










tes 

52S.S92 

245.338 

774.228 

299.625 

42.982 

240.989 

48.420 

9.1S3 

1.415.427 

Nos trens mixtos... 

203.371 

186.758 

390.129 

171.826 

52.793 


1.855.211 

1.012.669 

3.4S2.628 

*• » de cargas. 





722.063 


1.029.883 

665.961 

2.417.907 

» » especiaes 






de viajantes 

922 

1.0S1 

2.003 

282 

376 


188 


2.849 

Nos trens especiaes 









de cargas 





16.490 


83.700 

32.416 


3» seoção 







Nos trens de viajan- 










tes 

442.067 

132.884 

574.951 

142.471 

2.712 

197.424 

33.220 


95-1 .229 

Nos trens mixtos. . . 

232.012 

231.233 

493.245 

224.270 

74.557 

65.700 

2.077.983 

1.164.237 

4 099.992 

» » de cargas. 





468.693 


847.965 

3SÜ.538 

1.699.198 

* » especiaes 







de viajantes 

180 


ISO 

90 





270 

Nos trens especiaes 









de cargas 





9.217 


23.408 

c 20.269 


4 a secção 






5S.oy* 

Nos trens de viajan- 









* c 

tes 

240.127 

117.266 

357.393 

59.140 

1.1C4 

175.500 

29.358 

160 


Nos trens mixtos. . . 

194.214 

159.215 

353.429 

208.724 

4S.467 


855.917 

345.438 

1.811.975 

» » de cargas 





452.098 


628.095 

608.533 


* » especiaes 






1 . l/oo . i 

de cargas 





8.460 


18.764 

41.231 

/'n rr-r- 

5a secção 







Nos trens de viajan- 










tes 

301.063 

270.140 

571.203 

133.820 

850 

392.810 

33.843 

172 

1 122 692 

Nos trens mixtos... 

133.160 

135.145 

270.305 

269.900 

139.459 


1.217.145 

492.215 

2^3^9.024 

» » de cargas. 





69.989 


777.475 

3S5.413 


» * especiaes 



c 





de cargas 





9.020 


22.850 


58.238 

6 a secção 






c 

c 

bitola estreita 










Nos trens mixtos. . . 

164.102 

168.096 

332.198 

155.209 

63.967 


368.200 

3iS.7fí 

1.23S.345 

» * de cargas. 







22 47g 



* * especlaes 





c 



c ç 






















Somma. .. 

5.9030.070 

4.692.757 

10.595.827 

2.936.687 

2.868.712 

1.396.618 

14.730.459 

8.092.296 

41.129.599 


c 


t « 


1 c 




c 


•c 


c 


c 


V 


c 


c 


c 


25 


* 


KILOMETROS PERCORRIDOS PELOS CARROS DE 












H 

•» 









- 

SERVIÇOS 

VIAJANTES EM 




MERCADORIAS 

C 

w 










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1» 

• 

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D AG AG EM 

ANIMAKS 

CORREIO 

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o 

N 

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o 

S 

n 

Transporte 

* 

5.903.070 

4.692.757 

10.595.S27 

2.936. 6S7 

2.86S.7 12 

1.398.618 

14.730.459 

8.092.296 

41.129.599 

Ramalxle S,, Paulo” 










Nos trens do viaian- 

473.957 

° 262.021 
303.111 

7 35. 97 S 

236. 3$ f 
400.860 

6.803 

236. 12S 

2.237 

50.993 

1.268.523 

Nos trens mixtos. .. 

» » de cargas. 

> » especiaes 

472. 4 IS 

775.559 

268.696 

1.312.603 

1.250 

10.173 

115.090 

2.485.951 

<458.109 

1.080.508 

930.977 

5. 132*664 
2.701.749 

3.454 

3.611 

7,065 

1.089 


628 

413.912 

10.038 

Nos trens especiaes 


727.531 

1 151.046 

Ramal de Porto Novo 








Nos trens de viajan- 
tes 

123.074 

95.164 

21S.S3S 

5-4.192 

467 

93.440 

230 

1.4S0 

368.047 

Nos trens mixtos. . . 

* » especiaes 

132.660 

128 

135.404 

268.034 

128 

93.440 

64 

50.951 


750.930 

40S.175 

1.571.566 


192 

Nos trens especiaes 




1.528 

43 

1.571 










Ramal de Santa Cruz 










Nos trens de viajan- 

200.106 

267 . 850 

527 .956 

76.3S4 




3SIL493 

440.469 

001.340 

1.120.905 

1.367.045 

20 

Nos trens mixtos... 
» «de cargas. 

> » especiaes 

156.748 

12.810 

10 

173.468 

32.760 

330.216 

45.570 

10 

124.914 

24.050 

10 

34.065 

376.422 

23.478 

22 i. 739 
473.934 

Nos trens especiaes 


1G.326 


7.864 

75.106 

93.296 










Ramal de Macaoos 

Nos trens mixtd.». • • 

13.140 

13.140 

26.2S0 

13.140 

126 


20.976 

9.207 

63.729 





Ramal de Ouro Preto 










Sitola estreita 










Nos trens mixtos. . . 


95.420 

192.232 

94.635 

5.080 


159.287 

109.425 

560.659 



10.183 

2.640 

12.823 

» » especiaes 

2.356 

1.395 

3.751 

465 



160 



4.376 

de viajantes 

Nos trens especiaes 



27.44S 

7.152 

34.600 

Vehiculos kilometros 

em 1890 

Vehiculcskilometros 

7.651.343 

6.076.131 

13.727.474 

4.062.914 

4.951.74C 

1.864.754 

19.774.61 

12.328.49: 

56.709.98S 

52.028.593 

Differenç.a para mais 









4.681.335 






C 






o 


3 


n 


E. F«. 4 * 


Q) 


•> 


0 


I» 


3 


*f> 


J 


/ 


O 


«» 1 


r 





— 26 — 

c 

r 

r 

Composição média dos trens 

r 

O numero médio de vehiculos por trem-kilometro nas diversas secções e 
ramaes foi: 


No total geral está incluido o que pertence a bitola estreita. 


SERVIÇOS 

I a SECÇÃO 

0 

K 

O 

O 

a 

CO 

ei 

01 

O 

l-< 

o 

o 

H 

m 

a 

CO 

O 

l-í 

O 

O 

« 

CO 

c 8 

O 

o 

o 

H 

tt> 

eS 

6 a SECÇÃO 

Bitola estreita 


RAMAES 

DE : 


EM GERAL 

NOS ANNOS DE 

O 

o 

D 

< 

03 

P. NOVO 

N 

D 

P5 

0 

01 

• MACACOS 

OURO PRETO ] 

Bitola estreita | 

r 

1&90 , 

1G89 

c 

Nos trens dos sabur- 














bios 

17,38 











17,38 

14,26 

Nos trens de viajantes 













do interior 

12,76 

13,13 

12,68 

10,66 

8,38 


11.06 

6,91 

15,62 



11.00 

11,10 

Nos trens mixtos 

20,57 

20,30 

31,20 

15,22 

17,68 

11,27 

17,71 

16,81 

10,13 

5,30 

8,93 

17,93 

19,10 

» » de cargas.. 

30,09 

26,14 

28,61 

21,42 

13,53 

15,94 

27,01 


32,12 


7,64 

24,98 

23,98 

> » especiaes de 














viajantes 

13,93 

9,79 

3,00 




9,13 

3,00 

1,66 


3,61 

7,14 

6,51 

Nos trens especiaes de 







9,27 

17 00 

27,53 

28,52 

18,70 

12,93 

16,31 

12,27 

17,64 


12,18 

15, §3 

20,21 

Numero médio de ve- 



biculos, em geral, 














por trem-kilometro 

19,09 

19,61 

25,41 

16,20 

13,21 

11,45 

17,81 

13,21 

16,16 

5,30 

11,28 

17,57 

17,59 


r 


c 


c 


c 


c 


c 


c 


c 


\ 


c 


c 



Numero de viajantes embarcados Numero de viajantes embarcados 

a um kilometro 


— 27 — 


Utilisação dos trens e dos vehiculos no transporte de viajantes 


890 

Em 1989 

DIFFERENÇAS EM 1990 

! 

bitola estreita 

1 

«4 

g 

d 

3 

O 

H 

s 

◄ 

M 

03 

H 

CO 

W 

■4 

>4 

O 

£ 

S 

1 

BITOLA LABGA 

BITOLA ESTREITA ^ 

) 




-f- 3.604 





-f- 24 . 060 



572.141 


+ 157.090 



1.425.632 


-\- 317.900 



74.054 


4- 14.010 



239.838 


+ 14.484 





-f 1.270 





4- 131 



20.301 


-f- 22.865 



S4.854 


— 1.048 



258.600 


+ 67. 560 



1.131.900 


+ 419.660 



87.780 


-j- 48.639 



134.100 


4- 67.444 


25.395 

181.797 

10.802 

-t- 22.075 

+ 14.593 

66.223 

S82.570 

47.350 

-f 3.724 

4- 18.873 

2.398 

53.2S2 

526 

4- 14.515 

+ 1.872 

5.969 

13.386 

863 

10.352 

-f 5.106 

1.630 

27.785 

3.221 

11.135 

— 1.591 

1.250 

13.721 

58S 

- 5.278 

-4- 662 

331 

37.034 

136 

— 22.795 

4- 195 

18.332 

3.113 

81 

— 1.191 

+ 18.251 


39.121 

798 

- 39.067 

— 792 

43S 

4.S33 

141 

4- 381 

+ 297 

736 

5.659 

213 

4- 936 

+ 523 


2.018 


-f- 549 



151.927 


— 18.428 





+ 24.542 











122.702 

5.486.502 

64.719 

+ 1.123.678 

57.983 


6.787.308 


+ 1.116.268 



13.003.189 


4- 8.274.103 



776.338 


4- 165.043 



2.129.521 


4- 366.425 




-r 17.208 





4- 1.385 



240.769 


-j- 469.718 


í 

Ml. 373 


4- 186.945 



2 875 622 


-4- 1.746.888 



14 366^074 


4- 8.837.346 



1.273.987 


4- 772.281 



2.463.141 


4- 656.091 ^ 




85.340 





| 240.757 



SERVIÇOS 


Nos trens dos( 
I subvtrbios. 


Nos trens do 
interior. 


j Em serviço dn Estradaji* 
j Passagens simples. ... 

de ida e volta, jg* 

grátis jg* 

por conta dojl a 
Governo . (2a 

de coupons. . |g^ 

com reducção|l a 
de 75 %.. . (2 a 

simples 

de idae volta jg^ 

por conta do jl a 
Governo... (2» 

em serviço da 11a 
Estrada.. ..(2» 


classe 


grátis. 


jla 

2 ' 


com reducção jla 
de 75 %.... (2 a 


em trens no- 


la 


[Nos extraordi- 
nários em su 
burbios 




eturnos.. 
para corridas I a 
para festas . . I a 


Em geral e nas duas classes 

/Passagens simples. 


(la 

2a 


de ida e voltai^ 


(Nos trens dos- 
subnrbios. 


grátis. 


jla 

2 a 


por conta dojla 
Governo.. . (2a 

Ha 

0 de coupons.. 
com redueçãojla 

de 75 (2 a 

em serviço dajl» 
7 Estrada (2a 


3.604 

24.060 

729.835 

1.713.532 

8S 004 
254.322 

1.270 

131 

43.166 

83.806 

326.160 

1.551.560 

136.419 

201.544 

203.872 

886.294 

67.797 


28.741 

38.920 

8.446 

14.239 

1.922 

57 

5.214 

6.595 

2.567 

133.499 

24.542 


6.610.180 

7.903.576 

21.277.292 

941.381 

2.495.946 

17.208 

1.385 

710.477 

998.318 

4.622.520 

23.203.420 

2.046.268 

3.119.232 

«85.340 
• 240.757 


f 


— 28 


SERVIÇOS 


Passagens simples.... â a 


I a classe 


|Nos trens do in- 
terior. 


de ida e volta 

por conta doj 
Governo... | 

em serviço da| 
Estrada... j 


grátis. 


íta 

2a 


comreducção] 
de 75 %... . i 

em trens no-| 
cturnos. . . . | 


Nos trens extra-i 
ordinários nos 
suburbios. | 


paracorridas 
para festas. . 
Em geral e nas duas classes 


(la classe 
sh 


Percurso kilometrico 
médio de um viajante. 


Numero médio de via-l 
jantes por trem-kilo-/ 
metro. I 


Numero médio de via- 
jantes por carro-kilo- 
metro. 


Percurso dos logares' 
otferecidos. \ 


Relação por % entre os\ 
logares occupadose os! 
otferecidos. / 


do interior 


U 

ior. . (2 

h 


Trens dos suburbiosfea 
| (Em geral 

la classe 
2a 

Em geral 

! "l a classe 
2a 

Em geral 
classe 
geral 


do interior 


Í i a cia 
2a „ 
Em g( 


(la classe 

S?2 


do interior 


..je 

ÍEr 


dos suburbios fea 

(Em geral 

classe 

Era geral 

(I a classe 
dos suburbios «a 

(Em geral 

(la classe 

do interior.. «a » 

(Em geral 

(I a classe 

dos suburbios ?2a 

(Em geral 


do interior 


.ss 

(Eo 


classe 


Em geral 


Em 1890 

Em 1889 

DIFFERENÇjJ 

< 

O 

d 

*4 

<; 

o 

r* 

5 

« 

K 

< 

O 

H 

H 

< 

O 

C5 

à 

►j 

o 

£ 

5 

d 

ITt 

d 

c 

o 

H 

5 

* 

O 

d 

•< 

H-J 

ft 

M 

o 

h 

s 





r 







. • 

14.616.S40 

1.101.750 

14.036.142 

4S4.577 

+ 

5S0Í69S 

41.108.954 

3.622.63S 

41,0S0.591 

1.723.289 

-r 

28.363 

13.373.774 

32.585 

9.488.907 

37.526 

+ 

3.8S4.S67 

634 




+ 

637 

3.378.339 

416.131 

1.013.582 

61.982 

+ 

2.334.777 

2.833.403 

1S1.197 

3.533.492 

251 . 504 


694.0S9 

752. S76 

S7.372 

1.192.305 

22.246 



439.429 

1.716.S28 

17.512 

1.362.474 

9.079 

_j_ 

354.354 

295.604 

3.990 

20S.53S 

6.383 


S7.066 

4.777.516 



7.193.348 

63.042 


2.415.832 

703.262 

33.252 

585.211 

13.577 

+ 

120.051 

655.729 

48.363 

483.118 

11.033 


172.611 

52S.744 


257. S21 


4 . 

270.923 

667.495 


940.276 



t 

272.781 

147.232 




147.252 






133.228.383 

5.544.790 

126.133.120 

2.6S7.238 

+ 

27.095.263 

11,53 


10,93 



0,57 

13,30 




I 


12, SI 


10,98 


+ 

1,83 

105,63 

31,14 

98,50 

48.17 


7,13 

54,00 

56,14 

54.07 

39,84 


t 0,07 

67,01 

45, IS 

63,64 

41,52 

+ 

3,37 



46,00 


+ 

9*17 

165 1 23 


116,91 


4- 

c 48,32 

$20,40 


162,93 


4- 

57 .'47 

16, 3S 

9,63 

14, 2J 

3,72 

+ 

2,18 

24,89 

22.26 

28.56 

12,45 


3,67 

41,27 

31,89 

42,82 

16,23 

— 

1,55 

7,04 


6,94 


+ 

0.10 

2l|44 


Í8j50 


2,94 

14*18 


12Í60 


+ 

1,58 

6,5S 

6,36 

6,18 

3,21 

+ 

0,40 

14,16 

14.60 

17,59 

9,79 


3,43 

9,80 

10,49 

10,89 

6,65 

— 

1,09 

76.015.649 


51.914.242 


+ 

24.101.407 

111.117.682 


85. 753. 150 


+ 

25.364.532 

187.133.331 


137.667.392 


_i_ 

49.465.439 

106.207.732 

4.510.270 

96.S26.920 

3.2S5.300 

+ 

9.3S0.S12 

144.195.326 

7.314.077 

136.770.340 

5.926.778 

+ 

7.424.986 

250.402.05S 

11.S24.3S7 

233.597.260 

9.212.07S 

+ 

16.805.798 

22,54 


24,83 



2,29 

46^19 


38^21 


4 - 

r 7,98 

36,59 


33çl7 


+ 

3,42 

31, 6S 

37,13 

27,63 

19,66 

_L 

3,99 

35.43 

52,90 

39,22 

34,77 

— 

3479 

33, S4 

46, S9 

34,44 

29,17 

— 

0,60 



c 

• 

1 


C 1 


617.173 

•1.893.349 


4.941 


354.149 

70.307 


65.126 

S.433 


2.393 

63.042 


19.675 

37.330 


-f- 2.857.552 


+ 


17,03 

16,30 

3,66 


5,91 

9,81 

15,66 


3,15 
4, SI 

3,84 


1.22Í.970 

1.3S7.299 

2.612.269 


1S,07 

18,13 

17,72 


c <v 


\ *• 



o 


o 


— 29 — 


UtiliSação dos trens e vagões no transporte de mercadorias, 

animaes e veliiculos 


Em 1S90 

Bm ISsíí» 


DIKPERENÇAS 

1S90 

EM 

J 

J 

o 

H 

< 

f- 

2 

rf > 

U 

O 

3 

« 

•4 

O 

H 

H 

5 

CS 

H 

M 

U 

a 

0 

H 

3 

| 

ti 

J 

0 

H 

3 


2 

03 

H 

< n 
a 

■j 

0 

H 

3 

82.303 

1 .309 

92.071 

552 

- 

0.769 


+ 

757 

10.070 


12.260 



2. 184 




367.620 

22.631 

332.991 

3.275 

+ 

43.629 


+ 

19.350 

386.696 

22.631 

315.251 

3.275 

+ 

41.445 


4 - 

19.356 



1.470 



1 .470 




9.007 

120 

2.746 

1.175 

d- 

0.241 


— 

1.055 

9.007 

120 

4.216 

1 . 175 

+ 

4.791 


— 

1 .055 

4 178 

2 764 



+ 



4- 

2.704 

4:870 

2.004 

58.874 

4.226 


53.798 



2.102 

43 


9 



34 




53 


5 


+ 

48 




10 


12 



2 




9 


34 




25 




101 


22S 




60 




ISO 


274 




64 




1.421 

121 

1.043 

53 

+ 

378 


+ 

68 

58.291 

39 

44.500 

72 

+ 

13.791 



43 

1.853 


1.740 

14 


112 


— 

9 

1.033 

54 

2.260 

12 

— 

1.027 


4 - 

42 

701 

29 

883 

25 

— 

182 


4 - 

4 

3.5S7 

88 

4.884 

51 

— 

1.297 


4 - 

37 

09 

1 

103 lú 

40 

— 

34 

!4 

— 

39 

56 

1 

261 

34 



205 




33 





+ 

5 




8 


1 


+ 

7 




2 


2 







10 


3 


+ 

7 




136 

4 

64 

2 

+ 

72 


4 - 

2 

179 

21 

293 

14 


114 


4" 

7 

315 

25 

357 

16 

— 

42 


4* 

9 



6 


— 

r» 




9 




+ 

2 




351.091 

29.163 

551.657 \i 

9.494 


536 

li 

4* 

19.669 

17.905.159 

96.116 

17.265.253 

41.585 

+ 

639.903 


4 - 

54.531 



165 059 




20. 681 




72.909.621 

1.439.427 

5S.66»:02t 

196.749 

4" 

14.213.600 


4- 1.242.678 

73.053.999 

1.439.427 

5S.831.080 

196.749 

+ 15.022.919 


4- 1 

lí . 0 4 3 



23.520 


— 

23.520 




*> 600.913 

5.392 

0.50.453 

93.551 

— 

1.350.460 


— 

88.159 

2:000. 913 

5.392 

67.973 

93.551 

d' 

1.950.460 


— 

SS.159 


*254.119 



4 - 

1.082.369 


4- 

244.119 

7.097.329 

181 . 15S 

6.278.998 

267.670 

T 

818.331 


— 

86.512 

l(f L. 73 ) .769 

1.936 212 

83.049.304 

599.555 

18.690.465 

1 

366.657 


SERVIÇOS 


Café. 


{Suburbios. 

Pagando freto (Interior. . , 

(Total 




Por 


(Total 


Grátis 

Km serviço da estrada. 


O o 

■*“* — 


/Suburbios 


Ja classe jCavallares 
(Vaccuns.. 


I 1 

* 


13a 


Í Carneiros 
Porcos... 
Diversos. . 
Total 


115 

133 

107 

08 

1.617 

1.822 


\Tnterior. 


la 

i2a 


jCavallares 4.737 
(Vaccuns.. 145,729 

Carneiros. 18.53» 
Porcos.... 10.336 
Diversos.. 7.016 
Total 35.8S7 


51 

541 


SS7 


Animaes por conta do go- 
verno Cavallares. 234 

Animaes em serviço da es- 
trada o » 188 4 

Animaes grátis s .... Diversos... IS 


CD 1 


73 

O O 

5 ^ 

rt o 
J3 M>£ 
O 

> & 


I Suburbios. 


la classe. 
2 a * 
Total 


Í la classe. 
2a » 
Total 


IVehiculos por conta do governo. 
I » grátis (I a classe) 


Total das toneladas de mercadorias embarcadas. 
/Café 


r O <3 
cá 

4)r3^, 

£ «g ® ] 

i-i a 

^ Q O ( 

^ Qrt \ 

73 ^ , 


VSuburbios. 

/Pagando frete (Interior 

(Total 


Jpor conta do go 
verno 


ISuburbios 

'(Interior 

Total 


1 Grátis 

\Em servijo da Estrada.. 
9 

Soinma . 


o 


o 


o 


f 


o 


30 



« 










\ X 



v 



r 


r 


— 31 — 


Prochictos médios por classes de viajantes e unidades de percursos: 




PRODUCTOS 


PROPORÇÃO 

POR CENTO DAS CLASSES 

ÁS QUANTIDADES T0TAE8 

^ SERVIÇOS 

Média por 
viajante 

Por viajanto 
kilometro 

Por carro 
kilometro 

Por trem 
kilometro 

Quanto ao 
numero 

Quanto ao 
producto 

O 

SHRVIÇO DOS SUBÚRBIOS 







I a classe. . . 

$190 

$016,5 

$115,9 

$166,1 

$908,7 

$027,8 

$042,1 

2 a » 

$100 

.$007,5 

8247,0 

8072,2 

$057,9 

Em geral 

$125 

$009,8 

$13S,7 

2$155,7 

$ 10 o -,0 

$100,0 

SHRVIÇO DO INTERIOR 







I a classe 

4$726 

$044,2 

$281,7 

$679,1 

$024,5 

$075,5 

§055, S 

2» » 

1$215 

$024,7 

$315,2 

$537,1 

$044,2 

Em geral 

2$076 

$032, S 

§295,6 

1$216,2 

$100,0 

$100,0 

ambos os serviços 







I a classe 

$996 

$035,0 

$230,0 

$707,3 

$027,2 

$053,1 

2 a » 

S32S 

SõlO 

$014,9 

$255,9 

$623,9 

8072, S 

$046,9 

Em geral em 1S90 

8022*4 

8241,4 

1$331,2 

$100,0 

$100,0 

Idem eia 18S9 

$554 

$024,7 

$257,7 

1$27S,0 

$100,0 

$100,0 

Differença em 1889 

— $044 

— $002,3 

— §016,3 

+ $053,2 









Quantidades, percursos e productos das bagagens, encommendas e mercadorias 
com exclusão das concessões grátis e dos transportes em serviço da Estrada : 


DESIGNAÇÃO 

r> 

% 

QUANTIDADES DE TONELADAS 

PERCURSOS KILO MÉTRICOS 

PRODUCTOS 

Bitola larga 

Bitola estreita 

Bitola larga 

Bitola estreita 

o 

4.160 

790 


43.247 
139. 0S3 


33:476$140 

69:827$096 

Bagagem J In ‘ erior 

211 

10.115 

(Em geral 

4.950 

5.670 

14.029 

211 

1S2.330 

78.295 

2.784.660 

10.115 

103:303$236 

25:981$360 

422:486$555 

Encommendas. J Iat0rior 

(Em geral 

Bagagens e encommendas em geral 

/ Diversos 

1 Animaes 

/Suburbios ( Carros 

Mercadorias, [ j 

carros eani-4 (Em geral 

maes. < 

1 JCafô 

J Diversos 

)Animaes 

(•Em geral 

Total das mercadorias, animaes e carros... 

441 

15.972 

19.699 

24.649 

10.076 

276 

10 

441 

652 

2.862.955 

3.045.285 

144.378 

6.129 

150 

15.972 

26.087 

448:467$915 

551:771$151 

21:1534400 

1:1118760 

63$600 

10.362 

82.302 

376.627 

63.368 

315 

1.309 

22.751 

249 

$5 

150.657 

17.905.159 

75.510.534 

13.923.399 

31.700 

96.116 

1.444.819 

12.313 

1.500 

22 . 32S$760 

2.325:669$940 
7.048:188*153 
' 663:56 1$035 
5:3438270 

o522.61 2 

532.974 

24.334 

24.334 

107.370.792 

107.521.449 

1.554.748 

1.554.748 

10.042:762$398 

10.065:091$158i 

J 


o o 


o 

o 


o° 

J? 


o 


o 


9 

0 


o 



32 


Productos médios e por unidade de percurso das bagagens, encommçndas, e 

mercadorias com exclusão da concessão grátis e dos transportes em serviço da 

«■ r « 

Estrada : 


DESIGNAÇÃO 


PRODUCTOS 


r 

MEDIA 

POR TONELADA 

POR TONELADA- 
KILOMETRO 

POR 

vagao-kilometro 

POR ' 

TREM-KILOMETRO 

( Suburbios 

8$047 

$774 

$058 


8107 f 

Bagagens.... 5 Interior 

69Ç757 

$46S 

$020 

f 

$033 

! Em geral 

20$01G 

.$533 

$025 

c 

r .$043 

(Suburbios 

48382 

$331 

$045 


. $083 

Encommendasj Inter ‘ or 

29$197 

8130 

$121 


r 

[Em geral 

22$267 

$155 

$110 


$1S9 

Bagagens e encommendas em geral. . 

2i$80S 

3179 

$135 


8233 

ICafé 

Mercadorias .'Diversos (inclusive 

27$S15 

$12$ 

$117 


1$051 

( carrose animaes) . . . 

i0?33S 

$0S4 

$313 


3*533 

Total das mercadorias 

18$060 

$032 

$407 


4$594 


Extensão média da estrada em 
cada um dos vinte e um annos de 


trafego e quantidade de café 
1871-1890 : 


transportado em 






DIFFEREÍJÇA 

r 

POR CENTO DA 

ANNOS 

EXTENSÃO MÉDIA 

AUG MENTO POR 

QUANTIDADE DE 

QUANTIDADE DE CAFÉ 


KM TRAFEGO 

CENTO DA EXTENSÃO 

CAFÉ TRANSPORTADO 

Para mais 

Para menos 

• 

1870 

221.762 


85.C9S.440 



1871 

1S72 

275.1 18 

24,6 

16,15 

89.957.950 

7S.963.6S2 

4,97 


1873 _ 

363.409 

391.423 


14,92 

1874 

. 13,72 

79.247.336 

100.760.611 

1 18.272. 605 
101.350.300 

0,35 


1875 

7,70 

13, 82 

12,56 

27,14 


1870 


16,69 


1S77 

516.197 

583. 300 


10, G9 

1S7S 

2.92 

13,00 

6,58 

1.92 

114 240.025 

12,71 


1879 

129.548.110 

151. 303.398 
133.470.490 

13,30 


1880 


10,79 


1881 

048.332 


7,82 

1882 

2,30 

187.593.092 

3i,43 


1883 

682.571 

5,28 

171.491.726 

163.533.799 

155.365.468 

172.153.168 

112.331.668 


8,58 

1,62 

5,01 

1884 

1885 

724.908 

724.908 

6,20 


1886 

1887 

732.125 

761.210 

828.538 

828.538 

2, SI 

10,81 

17,32 

30,10 

1888.. . 

4,32 

90.94(5. 000 

• 

1889 

8,68 

140.708.000 

92.071.000 

82.302.000 

54,71 


loWJ, tu»,,,,,,,, , 

805.768 

4,49 


34 1 oG 

10,61 










f 


•c 

V 


c 



33 


0 producto médio dc tonelada de mercadoria embarcada foi: 



$3Q0fi0 


v:,s >o:{ 

1S72 



27$276 



gõStoi) 


2\i<tOk 

1S77 

25?032 




ISSO.» . , . . 


iSSl 



g4$332 


21^1S3 


2083.V7 


22Í3S5 



1S87 .... 

16SSÜ1 




1 Os 120 

1SJ0 

18^030 



Utilisação dos trens em geral no transporte de viajantes, bagagens, encom- 
mendas, mercadorias, animaes e carros inclusive os transportes grátis e os em serviço 
da Estrada : 







DIFFERENÇA EM 


EM 1S90 

EM ISSO 

1SOO 

DESIGNAÇÕES 








© 

BITOLA LARGA 

BITOLA 

BITOLA LARGA 

BITOLA 

BITOLA LARGA 


BITOLA 


ESTREITA 

ESTREITA 


ESTREITA 

Toneladas de viajantes trans- 
portados a um kilometro.... 
Toneladas de bagagens e en- 

10.725.9Sl) 

3SS.135 

S.S29.31S 

18$. 103 

-j- 1.893.66S 

-j- 1.333.0SS 

+ 

200.029 


3.977.595 

33.401 

1.931.507 

23.181 

+ 

10.220 

Toneladasde mercadorias, idem, 


101.739.7(39 

1.963.212 

76.7S0.303 

331. S85 

4- 24.969.463 

_u 

1.634.327 

Toneladas de animaes, ideir., 



-1- 3.086.021 


í rl p m 

13.950.-W7 

12.396 

10.8)4. 42) 

12.016 


380 

Toneladas de vehiculos, idem. 





jrlpni 

31 .953 

1.500 

33.737 

914 

-1- 1 .779 

+ 

580 

Toneladas total de viajantes, 






bagagens, encoinmondas, mer- 
cado rias, animaes e car- 
ros transportados a um kilo- 









129.735.755 - 

2.401.044 

9S.436.29i 

r>õó . 102 

— 31.239.461 

+ 

1 .845.542 

Percurso dos vehiculos 

Numero médio de toneladas 

5t.7i3.277 

1.960.711 

50.369.023 

1.6)9.570 

+ 4.374.254 

-j- 

307.141 

transportadas por carro-ki- 

2,37 

1,£2 

1,74 

0,20 

4- 63 


1,02 

Peso morto médio de cada 

6,00 

12.63 




5,00 

6,00 

3.594 

5,00 


-1- 

9,36 

0,33 

9,69 


12.S7 

52,70 

3,51 

4- 6,69 

— 2,41 

4- 

Peso medio de^ „ morto .. 

107,94 

11.035 

52,37 

cada trem...j Total ..^ 

150,57 

4 65,57 

14.62) 

55, SS 

+ MS 


Relação por % entre o peso 
util e o peso ^otal de cada 

1 




-f- 3,75 


* 

28,31 

19,62 

2.456 

0,70 

+ 

12, ‘2 






E. F. 5 


o 


0 

á> 


tf 


i> • 




# 



— 34 — 


e 


2 o — Horário dos trens 

\ c ; » 

Em I o de janeiro erearam-se dous trens ( G V 2 e C V 4 ) expressamente para 
o transporte de carne verde do Matadouro para S. Diogo. 

Em 15 do mesmo mez foram creados mais dous trens de suburbios (SU 47 e 
S U 48 ) . 

' c 

No mesmo dia começaram os trens mixtos a parar no estabelecimento denomi- 
nado Sanatorio, entre Barbacena e Ressaquinba. 

( 

Em I o de fevereiro começaram os trens S P 1 e S P 2 a parar na estação da 
Saudade independente do respectivo signal naquella estação . 

Em 10 de março creou-se um trem especial para o transporte da carne verde des- 
tinada ás estações dos suburbios. 

Em 28 do mesmo mez foi modificado o horário dos trens CV2, C V 4, M S 7 
e CS 4. 

Em 30 de abril começou o trem M 0 2 a parar no ponto "telegrapliico de 
Tripuhy. 

Em 1 de junho foi modificado o horário dos trens M 1 7, C 31, C 33, C O 1, 
M 18, C 36, C 38, eCO 2. 

Em 15 do mesmo mez foi modificado o horário dos trens S U 1, S U 5, S U 27, 
S U 35, S U 39, M 3, M 7, M 9, M S 1, M S 3, S U 2, S U 4, $ U 12, S U 38, 
SU40, M 8, MIOeMS 6. 

Em 13 de julho começarm como experiencia, nos domingos, dous trens de pas- 
seio ( um de ida e outro de volta) entre as estações de Ouro Preto e Rodrigo Silva. 

Em 25 de agosto foi alterado o movimento do trem SU 6. 

Em 5 de outubro crearam-se trens especiaes (D 1, D 3, D G e D 8) nos do- 
mingos, para auxiliarem os trens S U 19, S U 21, S U 36 e S U 40. 

Em 12 de outubro modificou-se o horário dos trens S 1,M 15, S 2 e M 16. 

Em 20 do mesmo mez começou a vigorar o novo horário para os trens mixtos e de 

cargas M S 1, M S3, M S 5, M S 7, M S 2, M S 4, M S 6, C V 2, C V 4, C S 1, C S 3, 

CS 5, CS 2, CS4 e CS 6 no ramal de Santa Cruz. 

* 

Em 25 de novembro foi alterado o horário dos trens C 12, C 15, C 19, 
C 24, C 27, C 29, C 32 e C 34 na 5 a ^ecção. 


c 


c 


1 w 

V 






\ 

l 


— 35 — 


Em 5’ de dezembro começou o trem M O 1 a parar no ponto telegraphico de 
Tripuhy . 

• Em 14 do mesmo mez foi modificado o horário dos trens cspeciaes nos domingos. 

Em 24 do mesmo mez começaram os trens M 17 e M 18 a parar no ponto 
telegrapljico de Bemtevi. 

3 o — Modificação nas tarifas 

* 

♦ 

Por Aviso n . 4 de 4 janeiro foi autorizada a inclusão, na classe — G — da tarifa 
especial n. 1, da casca moida ensacada para cortumes. 

Por Aviso n. .14 de 12 de fevereiro tornou-se extensiva á estação do Engenho 
Novo a faculdade de effectuar os despachos coinprchcndidos na tarifa especial n . 1 , 
applicaveis ás estações Central, Gambôa, S. Diogo, Alfandega, Belém c Macacos, 
afim de poderem ser exportados para o Estado de S. Paulo os produclo da fabrica 
de phosphoros de segurança Cruzeiro, estabelecida na dita localidade. 

Por Aviso n. 18 de 14 de fevereiro foi approvada a proposta para regularisar os 
preços das passagens nos trens de suburbios desta estrada de ferro, tomando-se por 
base a taxa de 18,75 réis por viajante-kilómetro, adoptada entre Central eCascadura, 


estabelecendo-se os seguintes : 




la Classe 

2 a Classe 

Central a Realengo 


300 réis 

» Campo Grande 

900 9 

500 » 

». » Santa Cruz 

1.100» 

600 » 


Outrosim, a concessão de assignaturas nas mesmas condições das que se acham 


em vigor pelos seguintes preços : 




I a Classe 

2 a Classe 

Central a Sapopemba 

208000 

108000 

» » Realengo 

248000 

128000 

» » Campo Grande 

368000 

188000 

» » Santa Cruz 

448000 

228000 

Por Aviso circulam. 2Ç, de 2 de abril, foi declarado que nos termos da circular 

n. 41, dg 20 de setembro de 1887, e instrucções a ella 

, annexas, 

fica prorogaçlo por 


° €> 


V 


f> 

í) 


* 


O 


o 


O 


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* 


«**■ 36 — * 

mais dous annos o prazo para que os agricultores e fabricantes de vinhos puros de 
uvasdopaiz façam gratuitamente o transporte, nesta estrada, de todos os productos 
viniculos. 

\ 

Por Aviso n. 59, de 14 de abril, foi autorizada a incluisão do arame para cercas 
na clausula 5 a da tarifa n . 3 . 

Por Aviso n. 69, de 2 de maio, foi autorizado o considerar-se validos durante 60 
dias os bilhetes de ida e volta de passagens com destino a Poços de Caldas. 

Por Aviso n . 70, de 2 de maio, em addilamento ao da mesma data n . 69, foi 
autorizado a considerar-se validos durante 60 dias os bilhetes de passagens úe ida 
e volta com destino ás aguas. mincraes do Lambary e Cambuqui . 

Por Aviso n. 76, de 19 de maio, foi approvada a nova tarifa de passagens dos 
trens de suburbios. 

Por Aviso n. 80, de 28 de maio, tornou-se extensivo aos trens mixtos do Ramal 
de Santa Cruz o preço das passagens estabelecido para os trens dos suburbios, 
emquanto não for modificado o actual horário. 

Por Aviso n. 89, de 10 de junho, foi facultado aos passageiros possuidores de 

c 

bilhetes de ida e volta viajarem por escalas parando nas estações intermediarias e 
proseguirem dentro do prazo dos mesmos bilhetes, mediante as cautelas necessárias 
para evitarem-se os inconvenientes que possa trazer á íiscalisação do serviço a me- 
dida ora tomada. 

Por Aviso n. 92, de 2 de julho, foi declarado, para os devidos effeitos, que, na 
conformidade do accordo a que com a Directoria chegou o chefe da I a Secção da Di- 
rectoria Central da Secretaria de Estado do Ministério da Agricultura, a autdrização 
dada pelo Aviso n. 105, de 4 de Setembro de 1889, para que as expedições de mer- 
cadorias fossem despachadas com frete a pagar nas estações de destino, seja restrin- 
gida exclusivamente aos productos agrícolas expedidos do interior para a Estação 
Central. 

Por A vison. 123, de 29 de agosto, tornou-se extensiva a reducçãp permittidapelo 
aviso de 30 de março de 1889, aos generos de pequena lavoura nacional, ás batatas 
vulgarmente conhecidas por inglezas e exportadas pelos nucleus coloiiiaes de Barba- 
cenae S. João d’El-Rei, passando assim a ser classificadas na tarifa especial n. 5. 

Por Aviso n. 125, de 30 de agosto, foi elevado para trinta dias o prazo conce- 
dido anteriormente aos bilhetes de passagem de idac volta desta Capital paça Ouro 




c 


<s. 


> 


• • 
K 


— 37 — 


Preto e, pontos extremos da linha desta estrada, comprehendidos aquelles <pte 
estejam anuiu, em vigor. 

Por Aviso ii. 127, do 1° de setembro, mandou-se pòr em execução desde já a con- 
cessão de bilhetes validos por 60 dias, de ida c volta, com destino a Poços de Caldas, 
aguas mmeraes de Lambary e Cambuqui, porquanto naquella data se providenciara 
para que tal medida fosse também observada pelas Companhias » S. Paulo e Rio de 
Janejro, » « S. Paulo Railway », « Paulista », eMogiana em trafego mutuo com esta, 
na conformidadS do accordo celebrado perante o Governador do Estado de S. Paulo 
com as mesfhas Companhias. 

Por Aviso n. 148, de 23 de setembro, altendendo-se ajusta representação da Asso- 
ciação Commercial do Rio de Janeiro, quanto aos prejuizos que resultam para o com- 
mercio desta Capital, da restricçâo estabelecida pelo Aviso n. 92, de julho ultimo, que, 
em vez do systema em execução de expedição de mercadorias com frete a pagar na 
estação do destino, passou a ser exclusiva aos productos agrícolas expedidos do inte- 
rior para a estação inicial ; foi declarado, para os devidos fins, ficar de nenhum elfeito 
aquelle Aviso,. para o fim de substituir o anterior, n. 105, de 4 de setembro de 1889, 
que autoriza o estabelecimento daquelle systema sobre as mercadorias em geral. 

Por Aviso n. 158, de 16 de outubro, foi approvada a proposta para ser elimi- 
nado o sal bruto da tarifa especial n. 4, e creada para transporte deste genero outra 
tarifa sob n. 10, com a seguinte classe : 

• Por tonslada s por kilometro 


Atè 100 kilometros 70 réis 

Por kilometro excedente a loO até 300 35 » 

D » » 300 25 » 


Por Aviso n. 184, de 27 de novembro, tornou-se extensiva á estação do Matadouro 
a tarifa de passagens approvada por Aviso n. 76 de 19 de maio ultimo, applican- 
do-se áquella estação os mesmos preços estabelecidos para Santa Cruz. 

Por despacho de 7, declarou a Directoria que a farinha de trigo deve ser incluida 
na relação das mercadorias a que se refere o Aviso-Gabinete de 29 de março de 1889. 

Declarou-se igualmente que ao café em sacco ou cerveja, cujo despacho é feito de 
accordo com a tarifa especial n . % também cabem os abatimentos consignados ao 
art. 30 das fàrifas geraes . 


0 

I 



— 38 — 


c 


4 o — Telegrapho 

' \ 

Linhas telegraphicas 


Pelo regulamento approvado por Decreto n. 406, de 17 de maio do corrente 
anno, passou para a 5 a Divisão o assentamento e conservação das linhas telegrarphicas. 

r 


Apparelhos e accessorios 


A estrada possue 179 apparelhos telegraphicos do systema Morse de um manipu- 
lador e de um e dous galvanometros e accessorios correspondentes, inclusive pilhas 
Leclanchè e Enzemann, achando-se em serviço 157 apparelhos. 

Durante o anno foram installados apparelhos nos seguintes pontos : nas estações 
de S . Christovão e Piedade ; no deposito da Via Permanente, em communicação com 
a Estação Central e Locomoção na linha n. 10; nas estações de Bangú, Lafayette e 
ltabira, ficando a communicação directa entre esta estação e a deSabará no ponto te- 
legraphico de Bemtevi ; na estação de S. Francisco Xavier em communicação directa 
coma Central; nas estações do Rodeio, Ewbank da Camara, Santíssimo e Man- 
gueira, sendo o apparelho installado nesta estação sómente para o serviço de corridas 
e retirado logo que estas terminam. Também foram installadas em diversos logares 
campainhas eléctricas, reformadas e substituídas diversas pilhas e mudados àlguns 
apparelhos . 

O seguinte quadro indica o local em que se acham os diversos apparelhos e 
accessorios : 


DESINAÇÃO 

EM DEPOSITO 

*1 

EM CONCERTO 

EM SERVIÇO 

emprestados 

TOTAL 

Apparelhos 

5 

14 

157 

«154 

3625 

500 

3 

• 

179 

154 

3625 

500 

e 














* 


• • 




K 


* 


— 39 — 


Si netas de alarma 


Estas sinetas eíeclro-inagneticas, do systema Siemens, continuam a func- 
cionar com regularidade. Durante o anno foram collocadas tres sinetas. 

O quadro seguinte mostra os logares onde estão assentadas: 


NUMERO 

DAS' 

SINETAS 

V 

, ONDE ESTÃO ASSENTADAS 

NUMERO 

DAS 

SINETAS 

ONDE ESTÃO ASSENTADAS 

i 

J 

Casa dos signaes 

17 

Estação de Todos os Santos 

o 

Estação Marítima 

IS 

» do Engenho de Dentro 

3 

Casa dos signaes (rua da Providencia) 

19 

» » Encantado 

4 

Cancella n. 3 

20 

» da Piedade 

5 

» n. 5 

21 

» de Cupertino 

6 

Estação de S. Diogo 

22 

* » Cascadura 

7 

Cancella n. 7 

23 

» » Sapopemba 

8 

» n. 11 

24 

» » Belém 

9 

Estação do S. Christovão 

25 

Parada da Bifurcação 

10 

» da Mangueira 

20 

Tunel n. 12 (Bocca superior) 

11 

» de S. Francisco Xavier 

27 

v » ( » inferior) 

12 

» do Rocha 

is 

Estação da Barra do Pi rali v 

13 

» » Kiachuelo 

29 

Kilometro n. 277 

11 

» » Sampaio 

30 

Ponte de Sapucaia 

15 

» » Engenho Novo 

31 

Estação do Porto Novo 

10 

» » Mejer 

32 

» do Realengo 


Serviço telephonico 

Instai laram-se durante o anno 4 estações e 19 appa rei lios, e mudaram-se 

9 

outros de logar por conveniência do serviço. 

Com as novas installações funccionam actualmente 8 estações telephonicas, nas 
estações Central, S. Francisco Xavier, Engenho de Dentro e Cascadura, e nos escri- 
ptorios do Centro Commercial, do Chefe da Linha, do da Contabilidade e da 
•I a residência, e 7 1 apparelhos telephonicos em communicação com as estações dos 
Suburbios, Residências, escriptorios dos chefes de serviço. Repartição Geral dos 
Telegraphos, e por esta com todas as Secretarias do Governo, Corpo de Bombeiros 
e Companhia Telephonica do Brazil. 

O centro telephonico que era mantido no deposito foi, de accordo com o novo 

4 

Regulamento, transferido para a Agencia Central. 

O quadro seguinte iTidica os pontos em que se acham collocados os appa- 
relhos’ ^ telephonicos: * 


> 


X 

f 


»• 


2 » 


— 40 — 


á 

y. 

p 

Zf 

TONTOS ONDE SE ACHAM COLLOCADOS 

Q 

£ 

Y. 

Ó 

cr 

PONTOS ONDE SE ACHAM COLLOCADOS 

, 

i 

•Secretaria da Agricultura 

3 

Agencia Central 

1 

Inspectoria de Terras e Colonisaeão 

3 

Estação marítima, almoxarifado e combustível 

1 

Gabinete do Director 

11 

Escriptorio do Chefe da Locomoção e dependencias 

1 

Residência » » 

1 

» » Centro Commercial 

% 

Gabinete do Chefe do Trafego e dependencias 

1 

» da I a Residência 

i 

Residência » » » 

1 

Estação de S. Christovao 

3 

Escriptorio do ajudante do Chefe do Trafego e 

1 

» da Mangueira 


dependencias 

1 

» de S. Francisco Xavier 

t 

Residência do ajudante do Chefe do Trafego 

i 

» do Rocha * 

2 

Escript. do Chefe da Contabilidade e dependencias 

1 

» » Riachuelo 

1 

Residência do Chefe da Contabilidade 

f 

» » Sampaio < 

1 

Escriptorio rio Chefe da Linha 

t 

» » Engenho Novo 

1 

Kcsidencia » * » » 

1 

» » Meyer • 

1 

» » Ajudante do Chefe da Linha 

1 

» de Todos os Santos 

1 

Escriptorio da Via Permanente 

1 

» do Engenho de Dentro 

9 

» do Ofiicial do Trafego e dependencia 

1 

» » Encantado 

i 

» da oíficina telegraphica e electrica 

1 

» da Piedadj 

i 

Kesidencia do Encarregado da officina telegra- 

1 

>> de Cupertino 


phica e electrica 

1 

» » Cascadura 

i 

Residência do Inspector de apparelhos 

1 

» do Madureira 

i 

Deposito de machinas 

1 

» de Sapopemba 

i 

Saía dos apparelhos 

i 

» da Barra do Pirahv 

Ü 

Estação de S. Diogo e dependencias 




Officina telegraphica e electrica 

Pelo regulamento approvado por Decreto n. 406, de 17 de maio, passaram 
a ficar reunidos, de Junho em diante, á ofliciua telegraphica, os serviços com os 
apparelhos eléctricos e respectiva illuminação. 

Acha-se esta officina montada com o machinismo e pessoal necessários para 
attender aos concertos dos apparelhos e accessorios. 

Além dos trabalhos de lubrificação e limpeza na sala dos apparelhos, illu- 
minação electrica para inspecção dos túneis c outros serviços de menor impor- 
tância, executou esta oíficina, durante o anno, mais o seguinte: reparação <Je 217 
apparelhos do systema Morse, de 14 telephones, de 18 campainhas eléctricas, 
de 38 rodas para filas, de 39 sinetas de alarme, de 6 commutadores, de 1 
quadro de chamadas, de 24 botões de contacto, de 1 escova para dynamo, dc 
1 estação telegraphica e de 1 carimbador de bilhetes, fabricação de 18 chavetas 
para apparelhos, de 20 supportes para lampadas e de 3 commutadores e modi- 
ficação de 2 lampeões JabloekkoíT. 

Todos estes trabalhos foram effecluados com perfeição. 

Luz electrica 

c 

c 

Este serviço manteve-se durante o anno com regularidade. 

o ° t £ 

Assentou-se um novo dynamo em substituição de outro. 



1 


— 41 — 


„ Despendeu-se: 

Com installações novas 4:708í?291 

» o custeio 15:4178091 

Total 20: 125$382 


cm média 1:2848757 mensaes para o custeio. 

Fazendo-se' a comparação das despezas feitas com a illuminação electrica 
e a gaz, teremos o seguinte resultado: com o gaz, conforme as contas pagas, 
accrescentando ,os vencimentos do encarregado, na importância de 2:0038000 

i m3 

foi o consumo de 190.224,0 pela quantia de 38:362i?355 ou 201, G reis por 
metro cubico de gaz ; d’onde se conclue que a Estrada pagou por um com- 
bustor de gaz, de consumo de 100 litros por hora, nas condições da clausula 
i r do contracto de 26 de junho de 1886, isto é, de valor photometrico equiva- 
lente a 10 velas (proximamente um carcel), a quantia de 20,1 reis por hora 
de serviço. 

Com a luz electrica, se tomarmos a média da despeza diaria do custeio, 
que é de 42S238, e dividirmos esta importância por 4900, valor photo- 
metrico da illuminação, descontado o da illuminação Jablockhoff, que só funcciona 
algumas vezes por anno, teremos cada carcel hora de luz electrica por 8,6 réis 
proximamente: sejam 10 réis. 

Desta comparação deprehende-se que a illuminação electrica, ainda que 
mantida em condições pouco favoráveis, foi não obstante muito mais vantajosa 
que a illuminação a gaz. 

Pelos quadros seguintes, se verificará a despeza mensal de installação e 
custeio e a distribuição e intensidade luminosa em 31 de dezembro. 


Quadro da despeza geral durante o anno 


MEZES 

INSTALLAÇÃO 

CUSTEIO 

TOTAL 


s 

$ 

i 

70*600 

i 

* 

77*032 

145*932 

2:826*323 

174*386 

282*292 

1:125*636 

1:6453813 

1:397*760 

1:551*330 

1: 380$785 
1:7223536 
903*235 
1:088*149 
973*150 
S67*415 
1:435*530 

1 : 196*379 
l:24S*ií9 

1:645*613 

1:397*760 

1:551*330 

1:458*385 

1:722*536 

909*235 

1:165*241 

1:119*112 

3:693*738 

1:609*976 

1:478*671 

2:373*785 











Sõrama 

> 

4: 7083291 

15:417*031 

20:125$3 82 

* — 


t 


>» 


E. F. 6 



r 


r 


— 42 — 


Quadro da distribuição e intensidade luminosa em 31 de Dezembro r 



NUMERO 

DB LAMPÀDÀS 

INTENSIDADE 

EM CARCEIS 

DURAÇÃO MÉDIA 

EM 

HORAS DE SERVIÇO 

MUMERO DE CARCEIS, 
HORAS EM MÉDIA 


a 

o 

^4 

3 

o 

o 

_o 

3 

c£ 

Regulador 

• 

Incandescência 

fcj 

o 

3 

o 

o 

o 

3 

d 

*"3 

Regulador 

Incandescência 

Totaes 

JablocokkofT 

Regulador ] 

! 

Incandescência 

5a 

o 

ã 

o 

o 

o 

3 

cá 

5-5 

Incandescência j 

t 

' 1 

Regulador j 

Totaes 




53 



795 

795 



6 



477 

477 

Fachada da Estação . . . 

6 

1 

180 

40 

2200 

150 

4 

4 


720 

160 

880 


10 

150 



6 

c 

90 

90 



i 

8 


40 

120 

520 


4 

6 


189 

72 

232 



1 

8 


40 

120 

520 


4 

6 


160 

72 

232 




2 


30 

30 



6 


18 

18 




12 



180 

180 



6 



108 

108 




4 



60 

60 



6 



36 

36 




14 



210 

210 



6 



126 

126 

Platafórma de partida. 
* > chegada 


5 

8 


200 

120 

2120 


4 

6 


800 

72 

872 


6 


240 

240 


4 


960 

960 



36 


540 

540 



6 


324 

324 

» U 



34 




510 



6 



306 

303 



6 


250 


250 


4 


950 

9o0 













6 

20 

189 

ISO 

800 

2S35 

12635 

4 

24 

66 

720 

3200 

1701 

5621 

— 



Intensidade photometrica de um lampeão Jablocokkoff 30 carceis 

» de um regulador dilferencial de Siemens 40 » 

» de uma lampada incandescente de Sivan Edison, 16 velas ou pouco mais de.,..., 1 i/ 2 * 


Transmissão telegraphica 

O modo por que são feitas as transmissões de telegrammas para as diversas 
estações, estradas ou companhias, que manteem trafego mutuo, acha-se discriminado 
no quadro seguinte, que demonstra quaes as estações que servem de intermediarias 
nesse serviço : 


I 


c 


6 


C 


c 




c 


< c 

C c 




> 


— 43 — 


Centro Commercinl. 
S. Diogo. 

Kscriptorio da linha. 
Marítima. 

I S. Christnvão. 

S. Francisco Xavier. 
Riachuolo. 

Engenho Novo. 
Locomoção. 

Engenho de Dentro . 
Piedade. 

Cascadura. 
Sapopemba. 

Central (sala dos apparelhos) in- 

termodiaria de... Matadouro. 

Barra do Pirahy. 
Entre Rios. 

Rodeio. 

Commercio. 

•Juiz de Fúra. 
Barbacena. 
Laffayette. 

0>yo 'Preto. 

Barra Mansa. 
Rezende. 

Cruzeiro . 

Cachoeira. 

Porto Novo. 

! Realengo. 

Bangú. 

Maxambomba, 


Santa Cruz, idem, idem. 


Belém, idem, idem. 


Santíssimo. 
Campo Grande. 


Queimados. 

Macacos. 

Oriente. 

Serra. 


Rodeio, idem, idem Palmeiras. 


Ypi ranga. 
Vassouras. 

Barra do Pirahy, idem, idem...{ var^m° Alegre. 

SanVAnna. 
Mendes. 


Volta Redonda. 

Barra Mansa, idem, idem.i ^ Pombal. 

Saudade. 

Divisa. 

Rezende, idem, Idem | Campo 'Bello. 

Itatiaya. 

Boa Vista. 

Cruzeiro, idem, idem \ LavHnhas. 

E. de Ferro Minas e Rio 


'Commercio, idom, dem. 


Entre Rios, idem, idem. 


Juiz doFóra, idem,' idem. 


JBarbacena, idem, idem. 


Desengano. 
Alliança. 
Concordia. 
Casal . 

Paty. 


Avellar. 

Parahyba. 
Serraria. 
Parahybuna. 
Espirito Santo. 
Barão de Cotegipo. 
Santa Fé. 

Penha Longa. 
Chiador. 

Sapucaia. 


Mathias Barbosa. 
Cedofeita. 

Retiro. 

Mariano Procopio. 
Bemfica. 

Ewbank da Camara. 
Dias Tavares. 

E. de Ferro Piau. 


João Gomes. 
Mantiqueira. 
Joao Ayres. 
Sitio. 

Ressaquinha. 

Carandahy. 


Sitio, idem, idem.. E.deF. Oeste de Minas, 


Laffayette, idem, idem. 


Itabira, idem, idem. 


Ouro Preto, idem, idem. 
Cachoeira, idem. idem... 


Kilometro 425. 
Christiano Ottoni. 
Buarque de Macedo. 
Congonhas. 

Miguel Burnier. 
Itabira. 


Prolongamento. 

-S. Antonio do Rio Acima 
Honorio Bicalho. 
Sabará. 

Construcção. 


Tripuhy. 
Rodrigo Silva. 


E, deF. S. Paulo e Rio 
de Janeiro. 


Sapucaia, idem, idem..,.. Anta. 


Porto Novo, idem, idem. 


Conceição. 

Benjamin Constant. 
Sapucaia. 

E. de Ferro Leopoldina 


Transmittiram-se 393868 telegrammas contendo 5508012 palavras. 

A renda dos telegrammas particulares e em serviço do Governo Geral e dos 

* 

Estados attingio a quantia de 104:1458850, conforme se verifica pela quadro compa- 

a 

rativo seguinte : 




) 



r 


•— 44 — 



QUANTIDADE 

DE TELEGRAMMAS 

QUANTIDADE DE PALAVRAS 


RENDA 

• 

DESIGNAÇÃO 

1889 

1890 

es 

M 

fè 

a 

1889 

1890 

99 

s 

■a 

M 

t§ 

A 

1889 

1890 

s 

a 

M 

S 1 

Era serviço da Estrada. . 

278.363 

278.673 

4- 310 

3.701.365 

3.550.510 

— 150.855 

209:1308849 

2:OS3*200 

201:000*290 

— 8:130*559 

» » do Governo. 

5.009 

8.649 

-1.630 

163.626 

134.946 

— 2S.680 

1 : 795*130 

— 288*070 

> » de particula- 
res 

iiO.099 

iii.546 

+1.447 

1.833.049 

1.822.556 

— 10.493 

117:082*015 

102:350*720 

—12:936*165 

Somraa... . 

393.471 

393. S68 



5.698.040 

5.508.012 


328 : 293*064 

305: 146*140 

* 



Addiciouando-se a renda real dos íelegrammas de particulares e do Governo de 
104 : 145S850 á renda ficticia dos da estrada de 201 :000$290 obtém-se para o total 
da receita a importância de 305:146$ 140. 

No seguinte quadro acha-se desenvolvido o movimento telegraphico nos últimos 
14 annos : 


ANNOS 

TELEGRAMMAS 

PALAVRAS 

RENDAS 

• 

© 

rs 

d 

rs 

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«5 

) * 
cr 

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P 

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-< 

O 

ld 

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‘tf 

tf 

'1 

s 

1877 

192.711 
74.712 
81.191 
102.751 
105.209 
139.007 
137.815 
147.077 
153.465 
189. 0S7 
196.216 
227.560 
393.471 
333.868 


315.336 

18.065 

1.332.087 
1.002.876 
1. 006.562 
1.074.137 
1.853.334 
2.155.260 
2.140.723 
2.357.851 
2.230.431 
2.43S.775 
2.482.110 
3.023.427 
5.698.040 
5.508.012 


472.601 

329.208 

34:372*000 
37:514*660 
34:944*460 
47:308*740 
57:764*140 
5S: 045*370 
65:291*830 
68:162*150 
66:082*670 
72:576*640 
73:552*720 
76:222*210 
119:165*215 
104:145*850 

1:955*640 

3:142*660 


1878 




1879 

6.479 

21.560 

2.458 

33.798 

3.683 

67.575 

779.197 

301.935 

2:570*200 

1880 



12:364*280 

10:455*400 

281*8:0 

7:246*460 

2:870*32» 

1881 




1882 




18S3 

1.192 

14.543 


1884 

9.262 

6.383 

35.622 

7.129 

31.344 

165.911 

377 

117.125 


1885 


127.424 

2:079*4S0 

1886 


303.344 

43.335 

541.317 

2.674.613 

6:493*970 

976*150 

2:669*420 

42:943*005 

1887 




183S 




1889 




1890 


190.029 

12:936*165 






Quadro comparativo da despeza com o telegrapho 


Pessoal..» K 

1890 

1889 

229:898*513 

17:812*417 

• 

193:69S*220 

20:311*270 

Material 

• 

c 

247:710*730 

% 214:003*798 

• 

• 




c 

< € 

< c 




\ 


— 45 — 


Quadro comparativo da despeza com a conservação de linhas e apparelhos 


Pessoal 

1890 

ISSO 

23: 818$865 

19:828^736 

46:8548153 

16:3368581 

Material 


43:6173001 

63:2903731 


* 

Quadro comparativo das despezas com a officina telegraphica e electrica 


Pessoal 

*890 

1889 

26:338$379 

21: 396|219 

8: 896$500 

10: 9873639 



47:7343598 

19:8843139 


5 o — Illuminação das estações e dos trens 


Estabeleceu-se em alguns carros de passageiros do interior a illuminação agaz 
Pintsch, continuando em outros o serviço por meio de velas, motivo porque se nota 
augmento naquella verba e diminuição nesta. 

A differença para mais na despeza das estações provém, na maior parte, do 
consumo de gaz, que foi augmentado em algumas estações com novos fócos de luz, 
e principalmente pelo abaixamento do cambio . 

Na despeza das estações verifica-se para mais em 1890 a differença de 
Rs. 11:374$711, sendo a do gaz de Rs. 6 : 330^153, e nos trens, ainda que a diffe- 
rença do gaz Pintsch seja de Rs. 6:910$ 197, íià vantagem na luz por este systema, 
e houve grande differença pa?a menos no consumo de velas, sendo a differença para 
mais, nobtotal da despeza de Rs . 6:7 95$659 . 


.* 

% • 



r 


— 46 — 


0 que acima fica exposto melhor se apreciará no seguinte quadro comparativo 
da despeza com a illuminação das estações e dos trens: 


ESTAÇÕES 

1890 

1889 

Quantidade 

Importância 

Quantidade 

Importância 


7.02'. 

2.353 

443 

433 

129 

998 

2:411$792 

15:1178005 

206$195 

1638863 

1498667 

789$31S 

34:4738525 

6.171 

2.833 

866 

359 

122 

751 

1:619.8035 

11:2473660 

3SSS630 

1318335 

1518439 

2253165 

28 : 143$372 



53:311$347 

• 


r- 

41:936*636 

TRENS 






866 

43$300 

21.674 

l: 1783196 


1.522 

701*210 

1.583 

6438307 


6 

48800 

1.460 

303660 




3 

118685 


m 3 


m 3 



13.759.510 

16:551§163 

8.029.9SS 

9:6408966 



17:300?473 


11 : 5043S14 


6 o — Despeza 

2.757:4788453 
2.238:8688197 

518:6108256 


Por kilometro em trafego 

» trem-küometro 

» vehicalo.kilometro 

1890 

1889 

Bitola larga 

Bitola estreita 

Bitola larga 

Bitola estreita 

3:6503010 

8869,5 

$048.3 

7923036 

$597,8 

$056,7 

2:9788214 

$775,6 

$042,8 

787$057 

$498,6 

$049,7 


A diíferença para mais em 1890 è explicada pela abertura do trafego de algu* 
mas estações ; elevação de classe para outras, em ambas as bitolas ; augmento de 
trens ; circumstancias estas que motivaram a necessidade de ser augmentado o pes- 
soal em diversos ramos do serviço desta Divisão, c principalmente pela exeehção do 


Com a divisão do trafego despendeu-se 

í 1890 . 

No anno 

( 1889 . 

Diíferença para mais em 1890 . 




9 


< • 

« € 


X 



* .K 



— 47 — 


novo r-egulamento approvado pelo Decreto n. 406 de 17 de maio, que augmentou os 
vencimentos dos empregados, 

Com relação ao material, a despeza foi maior do que a do anno anterior, devido 
ao desenvolvimento geral de todos os serviços annexos ao trafego nas differentes 
verbas, o que melhor se verificará nas discriminações que se seguem. 

Da comparação das differentes verbas com as do anno anterior nota-se que em 


1890 tiveram augmento : 

Em pessoal : 

Éscriptorio 25:3138556 

Movimento... 122:0728711 

Estações 275:8568429 

Telegrapho 36:2008285 

Officina telcgraphica e electrica 17 : 4418879 

Somma 476:8848860 

Em material : 

Movimento 6: 5628082 

Estações 49:4238288 

Officina telegraphica e electrica 10:4088580 

Conservação do linhas e apparelhos 3:4328155 

Somma 546:7708965 

Tiveram diminuição : 

Em pessoal — conservação de 


linhas e apparelhos 23:1358888 

Em material — éscriptorio.. . 2:5258668 


» » — telegrapho... 2:4908153 28:1608709 

Differença para mais em 1890 518:6108256 


Pela discriminação acima nota-se que as despezas do material do éscriptorio e 
telegrapho e a do pessoal da conservação das^ linhas e apparelhos são as únicas 
que demonstram differenças para menos, que o augmento de pessoal foi de 

o 

453:7488972 e do material ile 64:8618284; finalmente, que se compararmos o 
total de cada verba, a despeza, exceptuando a da conservação de linhas e appa- 


) 


•t , 




relhos, que pelo novo regulamento passou a ser feita, de junho em deante, pela 
Via Permanente, excedeu em todas as outras, apresentando as seguintes differenças: 


Escriptorio 22:7878888 

Movimento 128:6348793 

Estações 325:2798717 

Telegrapho 33:7018132 

OfTicina telegráphica e electrica 27:8508452 

Somma 538:2538989 

c 

Conservação de linhas e apparelhos 19:6438733 

r 

Differença para mais 518:6108256 


Para maior clareza seguemos quadros comparativos dos dous últimos annos. 
Quadro comparativo da despeza com o escriptorio : 



1890 

1889 

89: 693$ 348 . 

8:049$2oi 

64 : 379$792 

10:574$929 



97:742|609 

74:954$72i 


Quadro comparativo da despeza com o movimento : 


Pessoal 

1890 

1889 

c 

530:S3S$762 

27 : 394$134 

408:766$05i 

20: 832$052 

Material 


568:232$S96 

429:59S$103 


Quadro comparativo da despeza com as estações : 


Pessoal 

1890 

1889 

1.502:709$574 

259: 700$S45 

c 

1.226:853^145 

210:277$557 

Material. . 

c 

c 

■ 

1.762:410$419 

1.437: 130.4702 

*ri -iit. , 


IV 


LOCOMOCÂO 


I o — Material rodante 

Locomotivas 


O numero dc locomotivas cm 31 de dezembro de 1890 era o seguinte: 



As condições destas locomotivas eram as seguintes: 
Bi tela de l n \60 

p 

58 Em bom estado. 

37 » estado regular. 

20 Em grande reparação. 

■11 » pequena » 

4 Imprestáveis . 

Bitola de l m ,00 

6 Em bom estado. 

4 » estado regular. 

2 » grande reparação. 

2 » pequena » 


50 


Os seguintes quadros mostram as dimensões principaes e proveniências das 
locomotivas: 


Locomotivas para bitola <1© l m »60 


PROVENIÊNCIAS 


TYPOS 


PESO EM 
K1LOGRAMMAS 


m 

< 

Q 

§ 

ca 

o 

o 

<À 

ca 

a 

p 

z 


DIMENSÕES 
EM MILL1 METROS 


K 5 

W P 


«O 

a § 


Inglaterra. 


Estados Unidost 


Bélgica.... 

França.... 

Inglaterra 

Em 1890 . . 
Era 1889... 


4 

4 

8 

2 

18 

3 
12 
13 

4 
4 
3 

6 

10 

13 

6 

14 


130 

130 


I Passageiros 

JCargas 

\ldem 


i Passageiros. 


jMogul 

Jconsolidation.. 

Decapod 

^Machina tender 


25.000 

17.200 

4 

3S1 

508 

1.680 

29.400 

20.400 

6 

406 

603 

1.374 

27. S00 

27.800 

6 

406 

60) 

1.527 

26.500 

16.500 

4 

330 

539 

1.574 

27.000 

17.000 

4 

381 

609 

1.432 

32.300 

20.100 

4 

406 

609 

1.524 

34.500 

21.100 

4 

431 

609 

1.574 

31.000 

21.100 

4 

431 

609 

1.686 

39.100 

25.460 

4 

450 

609 

1.524 

36.200 

22.000 

4 

450 

609 

1 524 

3S.000 

84.000 

4 

431 

609 

1.600 

34.600 

26.400 

6 

457 

559 

1.219 

36.600 

29.700 

0 

457 

609 

1.320 

35.600 

29.700 

6 

457 

009 

1.371 

43.500 

30.500 

8 

508 

609 

1.219 

48.000 

41.400 

S 

508 

609 

1.219 

65.400 

58.100 

10 

559 

660 

1.143 

17.525 

17.625 

4 

292 

501 

0.978 

18.750 

18.750 

6 

2S0 

500 

1.200 

10 .930 

10.930 

4 

280 

496 

1.190 









Locomotivas para bitola de 1“,00 


• 

• 



CO 

< 

> 

t-i 

R 

O 

s 


PESO EM 
K1LOGRAMMAS 

to 

Q 

O 

tí 

DIMENSÕES 

EM M1LLIMETROS 

PROVENIÊNCIAS 

o 

o 

TYPOS 



a 

« 

o 

tí 

H 

a 

p 

z 

W 

O 

p 

' . 1 

DIÂMETRO DAS 
RODAS 

1 

H 

Q 

o 

3 

a 

a 

p 

55 

<! 

O 

É< 

ca 

I 

ca 

cá 

ca 

n 

p 

< 

DIÂMETRO 
DOS CYLINDRO 

a 

2 

ca 

o 

P 

6 

ta 

cá 

P 

p 

Inglaterra j 

1 


20.000 

14.000 

4 

330 

406 

1.148 

3 


27.000 

21.000 

6 


457 

0.915 


6 

c 

20.430 

13.620 

4 

330 

457 

1.143 


4 


30.872 

27.240 

8 

406 

508 

0.939 




. « 

Em 1390 

14 


< 






Em 1889 

12 








c 







« 



c 







51 


Efn 57 locomotivas de bitola larga estão applicados apparelhos do freio Wes- 
tinghouse, funccion&ndo somente em 28, tanto nas rodas dos tenders como nas das 
machinas. 

Estão providas desses freios, não só nos tenders como nas rodas, todas as loco- 
motivas de bitola estreita. 

O apparelho Kutlus Hill está collocado em 27 locomotivas. 


Carros e vagões 

Os seguintes quadros indicam o numero, classificação e outros detalhes rela- 
tivos aos veiiiculos diversos, existentes em 31 de dezembro de 1890, destinados ás 
linhas de l m ,60 e l m ,00 de bitola: 


Carros e vagões para loitola do 1“>,60 






H 

O 









o 



m 




H 

Co 

OD 


N 

< 

o 

c 

H 

<Á 

o 

<< 

tao 

<< 

o< 
— Q 
a c 

£0 
p o 

< 

O 

3 

O 

o 

m 

w 

DK 

D 

pi 

<& 

O 

O 



p 









& 

O 







O 



15.500 

20 

8 

\ 


1 

28 

20.400 

20 

8 

2 


2 

10 

7.000 

10 

4 

3 


3 

7.100 

- 10 

4 

2 


2 


7.150 

10 

4 


i 

1 

34 

10.350 

20 

8 

2 


2 

4S 

17.000 

20 

8 

40 

24 


40 

00 

10.000 

20 

8 


24 

32 

12.750 

20 

8 

ió 

10 

21 

7.175 

10 

4 


.... . 

18 

90 

13.500 

20 

8 

40 


40 

59 

7.000 

10 

4 

39 

42 

30 

7.500 

10 

4 


5 

5 

10.000.ldg. 

7.200- 

15 

4 

19 

3 

14.0U0 

lô 

8 

4 

10 


10 


7.500 

10 

2 

12 

4 


* \ 

7.200 

10 

4 


8 


0.000 

10 

4 



0.500 

10 

4 




10 

14.000 

18 

8 


70 


(5 

7. S00 

10 

4 




40 

O.oOO 

10 





lO.OOOkil' 

13.500 

20 

8 

19 



S.000 » 

5.500 

10 

4 



S.uOO p 

4.800 

15 

4 


7 


10.000 » 

5.000 

15 

4 




10.000 » 


15 

4 




s.odo » 

4.500 

10 

4 


17 


10. OOP » 

6.000 

16 

4 


606 


19.000 » 

13.000 

30 

8 


81 


20.000 » 

17.700 

32 

8 






4 












DESIGNAÇÃO 


Carros aspeciaes 


aes. | 


1» classe. 


2a classe. 


Carros mixtos de] 
la e 2a classe. ] 


Carros diversos.. j 

Carros paratran-í 
sporte de animaesj 


O 

D 

E2 


P 

R 

S 

u 

X 

z 

rr 

o 

j 

lí 

Ij 

>x 

]V 

O 

1» 

Q 


Carro de Estado 

Carros dormitorios para trens no- 
cturnos 

Carros salões. 

» de inspecção da linha 

Carro do pagador 

Carros coui gabinetes, dormitorios e 

salão 

Carros americanos com gabinetes re- 
servados para trens expressos 

Carros salões para trens de suburbios 
» inglezes para trens mixtos. . • 
« salões com gabinetes para 

trens mixtos. . 

Carros de typo americano para trens 

expressos e de suburbios 

Carros para trens mixtos.., 

» com divisão central para ser- 
viço dos trens mixtos 

Carros p ira bagagem dos expressos. 
» de ;ypr> americano para o 

correio dos trens expressos 

Carros para correio dos trens mixtos 
» para chefes de trem e expe- 

diento 

Carro fúnebre de 1» classe 

» » » 2 a » 

Carros para o gado em pé 

» » animaes de sella 

» » gadosuino.. 

» » carnes verdes 

» » explosivos 

Vagões abertos para transporte de 

madeiras, pedras, etc 

Vagões sem coberta 

» com tapamento latteral 

Carros para lastro 

» fechados para mercadorias.. 
» abertos para mercadorias, tri- 
lhos, etc 

Carros americanos fechados para 

mercadorias# - 

Carros dormitorios para o pessoal do 
lastro.. 


10 

21 

-10 

30 

40 

55 


13 

10 

Ô 

12 

2 

2 

97 

2 ? 

31 

56 

12 

34 

03 

49 

K)1 

4109 

81 

51 


— 52 — 

Cftrros e vagões para bitola de l m s OO 


designação 


Carros especiaes. 


Carros do passa - ( 
geiros 


Carros diversos... 


J 


Carros para am- 
uiaes. . . . 


Carros para mer- 
cadorias 


l> 

u a 


f 

vv 

S 

li 

1 

d 

m 


Carro de Estado, typo americano, 
com um salão e quatro comparti- 
mentos 


Idem para inspecção da linha, com 
duas plataformas, americano 


Idem salão para expressos. 


Carros mixtos de I a e 2 a classes para 
expressos 

Idem de I a classe para trens mixtos. . 

Carro-salão de 2 a classe, tvpo ameri- 
cano para expressos 


Carros de 2 a classe para trens mixtos 

Carro para bagagem de expressos. 

Carros mixtos, americano, para cor- 
reio, expediente e bagagem, destina- 
dos aos trens expressos.... 


Carros para animaes de sella 

Idem para gado bovino 

Idem para animaes de sella 

Idem para gado suino 

Carros-abertos para mercadorias 

Idem para pedras e outros materiaes 
de construcção. 


Idem com tolda para mercadorias e 
carvão 


Idem para lastro 

Idem fechados para mercadorias. 
Idem abertos para mercadorias... 


Idem americanos fechados para mer- 
cadorias 


50 

46 

12 

50 

18 

.000 kilogs. 


.400 kilogs. 

.000 > 

.000 

.000 

000 

000 > 


12.000 


13.100 


5.S35 

12.000 

14.000 
5.500 

8.000 

5.500 

6.000 

10.700 
4.6C0 
G . 675 
S.285 
7.100 
3.517 

3.517 

3.800 

4.000 
4.000 
5.500 

6 SOO 


H . 

Co 

cs^ 

c- 

*3 

2 a i 
Z'r 
p 


16 

6 

15 

17 
7 

12 

7 

10 

12 

6 

10 

10 

10 

10 

10 

10 

10 

12 

16 

18 


COM FREIO 


NUMERO DE RODAS 



1 


— 53 — 

2 o — Tracção 

Percurso das locomotivas 

O percurso total das locomotivas cm serviço do trafego e dos lastros da linha 
na secção de 1,G0 c nos trechos dc 1,00, foi de 4.222.702 kilometros, a saber : 


• 

SECÇÕES 

EM SERVIÇO 

TOTol, 

1)0 TRAFEGO 

1)0 LASTRO 

Bitola de lm.oo : 





318.251 


348.2)1 

/ 1 . .1 

617.0915 

34.899 

(>82.595 

\ 2 ; ‘ 

<132. S7J 

28.032 

4 10.963 


314.132 

15.0 59 

329.201 

) 4.» 

307.298 

9.534 

316.852 

\ 5. a 

•121.318 

42.405 

463.753 

f S. Paulo 

6 >1.073 

26.641 

678.21 í 


168.302 

13.378 

181.880 

1 Santa Cruz 

20 í . : 0 í 
13.140 

.>.057 

209.561 

13.140 


270.967 


270.967 

Total em 1S30 

3.780.282 

175 035 

3.953.377 

» » 1889 

3. 490.791 

ISO. 489 

3.G77.2S0 


283.491 


278. 097 



5 . 394 


Bitola de l>n,00 : 



Ga Secção...» 

110.080 

27.457 

187.537 

Ramal de Uuro Preto.-w» 

73.307 

22.510 

97.817 


1 .94 1 


1.941 





Total em 1830 

217.328 

41.997 

257.325 

» » 1S3.1 

199.165 

42.284 

21 1 .449 

Dirterença para mais 

* 

18.113 

7.713 

23.876 


O quadro seguinte mostra o numero de machinas que entraram em serviço e 
seu percurso total, médio e annual nos annos dc 1880 a 1890, comprehendendo 
nesse numero as machinas da linha de 1,00 casque fizeram serviços de lastro e 
de manobras nas estações : 


-> 




1 




*» 


1 



54 


PERCURSOS 

1886 

1887 

1888 

1888 

1880 

NUMERO 

DE LOCOMOTIVAS 

KILOMETROS 

NUMERO 

DE LOCOMOTIVAS 

KILOMETROS 

tn 

< 

> 

O H 

St 

s o 
p ü 

5. O 

2 J 

H 

Q 

KILOMETROS 

NUMERO 

DE LOCOMOTIVAS j 

j 

KILOMETROS 

m 

< 

t 

o £ 
ps 2 
a 

S ° 

B O 

2 iJ 

W ' 
Q 

O 

tf 

H 

a 

2 

o 

a 

s 

100 a 10.000 

18 

68.908 

16 

75.504 

13 

90.612 

20 

118.541 

18 

106.851 

10.000 » 20.000 

33 

506.192 

32 

507.070 

30 

452.000 

29 

443*540 

27 

428.532 

20.000 » 30.000 

25 

652.115 

21 

52S.122 

24 

593.637 

16 

398.907 

50 

498.736 

30.000 . 40.000 

21 

727.575 

22 

760.163 

26 

909.410 

31 

1.073.135 

22 

763.716 

40.000 » 50.000 

12 

536.959 

19 

847.100 

15 

687.225 

10 

475.317 

25 

1.112.228 

Superiora 50.000 

9 

495.835 

10 

529.439 

13 

736.409 

25 

1.409.289 

23 

1.312.639 

Totaes 

119 

2.987.584 

120 

3.247.418 

121 

3.697.293 

,131 

3.918.729 

135 

4.222.702 

Percurso médio annual 


25.105 


27.051 


30.556 


29.913 


31.289 










Neste quadro estão comprehendidas 14 locomotivas de bitola de l ra ,60 que esti- 
veram em serviço e que percorreram : 

1 

3 

2 

3 f 10.000 » 20.000 

5 100 » 10.000 

O percurso das locomotivas ns. 64, 66, 90, 110, 111 e 113, typo expresso, 
excedeu a 60.000 kilometros, tendo a de numero 110 percorrido 67.573 kilometros. 
Asdens. 1, 19, 21, 78, 81, 82, 91, 94 c 95, typo expresso, as de ns . 68, 83, 
84, 96. 99 e 100, typo Mogul e as de ns. 108 e 109, typo Consolidation, per- 
correram mais de 50.000 kilometros. 


40.000 a 50.000 
1 20.000 » 40.000 

mais de 20.000 » 30.000 


Percurso dos vehiculos 

Os carros e vagões percorreram em 1890, no serviço do trafego e do lastro, 
43.502.875 kilometros, mais 3 .075.560 kilometros que em 1889, sendo: 

Bitola de 1,60 

Em serviço do| ll l ^° 42.080,130 

' lastl ‘° ‘ 210,368 

Total 42.290,499 


. / 



/ 



— 55 — 


ra 

Bitola de 1,00 


Em serviço do 


í trafego 
(lastro . 


Total 

Em 1889 os percursos dos carros foram: 

m 

Bitola de 1,60 


Em serviço do. 


[trafego 
lastro . 


Total 

m 

Bitola de 1,00 

, (trafego 

Em serviço do( 

(lastro 


Total 


1 

.158,471 


53,905 

1 

.212,376 

39 

.174,596 


219,233 

39 

.393,829 


985,346 


48,140 

1 , 

.033,486 


Houve, pois, em 1890 a differença para mais na linha de l m ,60 de bitola, de 
2.905.534 carros-kiiometros em serviço do trafego e de 8.864 carros-kilometros 

m 

para menos em serviço do lastro, e para mais na linha de 1,00 de bitola de 
173.125 carros-kilometros em serviço do trafego e de 5.765 carros-kilometros em 
serviço do lastro . 

Comparando-se os percursos das locomotivas em serviço do trafego, nos 
annos de 1889 e de 1890, exceptuando-se as machinas de manobras com os 
percursos, correspondentes dos carros e vagões no mesmo serviço e respectiva- 
mente para cada uma das linhas de l m ,60 e de 1,00, resulta que para uma 
locomotiva-kilometro, correspondeu : 

Bitola de 1,60 : 


Em 1890 11,99 \ 

» 1889 12,02 jcarros-kilometros. 

» 1888 11,70 ) 

ra 

Bitola de 1,00 : 

Em 1890 5,37 \ 

» 1889 4,94 (carros-kilometros. 

# » 1888 5,32 ) 


56 


Comparando-se o percurso dos vehiculos com os percursos das locomotivas 
por especie de trens, resulta o seguinte quadro, que mostra o numero médio de 
carros correspondentes a uma locomotiva-kilometro, nos trens de suburbios, e 
viajantes do interior, mixtos e de cargas em todas as secções e ramaes da es- 
trada : \ 


SECÇÕES E RAM A ES 

TRENS 

SUBURBIOS 

VIAJANTES 

MIXTOS 

r 

CARGAS 

: l.a, 

S,3 

7.6 

8,1 

7,2 

5,9 

4.8 

6.7 

4,5 

5.9 

13,4 

16.6 

26'A 

13.2 

15.2 

13,4 

13,7 

8,7 

4.5 

8,2 

6.5 

12.4 

14.4 

15.8 

13,6 

9.8 

12,0 

0,2 

13.5 

4,4 

4,4 

\ 2 a .... 



1 i.a 


\ 5. a 






Ramaes , Santl cruz 


(. » Macacos 


6a Sécção .... 


2;7 

2,7 

Ramal de Ouro Preto 





Consumo cie combustível e lubrificantes 


Nosdous últimos annos o consumo de combustível, de lubrificantes e de estopa 
nas locomotivas e nos vehiculos, foi o seguinte : 


Serviço cio Trafego « 




CARVÃO 

GRAXA 

OLEO 

ESTOPA 

ANNOS 

DESIGNAÇÃO 

t/5 

* 

5 £ 
gS 

5 j 

ó 2 

Cf _ 

xr. 

2 

ti 

o 

> 

C/5 

< 

B p. 

C 3 
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b 2 
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2 

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3 » 

5 o 

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b 

o 

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*2 

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ti 

o 

A 

< 

> 

O! 

K 5 

5 3 

C « 

H c 

2 J 
< « 

D 2 

o* to4 

H 

VALOR EM RÉIS 

1890 

Locomotivas 

Carros 

59.231,870 

9 16 :SSS.<987 

123.589 

40.336 

4U:jU5$372 
15 : 926$597 

S2.23S 

63.291 

36 : 1 65$502 
13:653>;S90 

38.234 

3.378 

13:094.4723 

1.126.8014 

1.883 

Total 

50.231.870 

945:8884987 

166.125 

65:072 <069 

147.528 

49:8224392 

41.642 

11:22018737 

» 

42.654.639 

780:762.4900 

162.893 

59:595.4184 

133.760 

41:5328383 

33.119 

12: 1S14876 

Mais 

c 


7.357.231 

150: 1234087 

3.232 

5 : 476.488" 

16.76S 

S: 230.8009 

5.523 

2:0394861 


c 

c 


< > 


c 


57 


> 


Serviço cio Lastro 




CARVÃO 

GRAXA 

OLEO 

ESTOPA 

ANNOS 

DESIGNAÇÃO 

QUANTIDADE 

EM KILOGRAMMAS 

VALOR EM RÉIS 

t/5 

63 5 

c 

< -t> 

o bí 

C <5 

Ç O 
'' *-3 

< ü 
o ui 

Zf M 

u 

VALOR EM RÉIS 

QUANTIDADE j 

EM KILOGRAMMAS 

VALOR EM RÉIS 

75 

63 í 

2 * 

£ o 

g s 
< *> 
o 

<y ~ 

VALOR EM RÉIS 

1890 

Locomotivas 

2.713.121 

54:344$069 

8.334 

3:273SG3S 

5.869 

2:57')$70i 

3.074 

1: 0483409 

1SS9 

» 

2.443. 7>6 

41:9403877 

7.971 

2:823,1235 

5.534 

2:2113710 

2,922 

9123394 

Differença para mais 

2S7.63S 

9:4033192 

303 

1508373 

335 

3633961 

, 152 

1358415 


No trecho da bitola de l ra ,60 os consumos foram os seguintes por loco- 
motiva-kilometro e vehiculo-kilometro: 


Serviço do Trafego 


ANNOS 

DESIGNAÇÃO 

y 

CARVÃO 

GRAXA 

OLEO 

ESTOPA 

C/5 

■< 

63 S 

O 53 
à k 
fc o 

2 £ 

& « 

O* a 

63 

VALOR EM RÉIS 

QUANTIDADE j 

EM KILOGRAMMAS j 

1 i 

1 

1 

VALOR EM REIS j 

75 

< 

63 £ 

O 2 
•4 < 

O X 

& § 

D X 

a 

63 

*63 

BÍ 

63 

X 

O 

.J 

> 

75 

Sã 

O « 

£ o 

3 £ 

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o» « 

*5 

63 

75 

•63 

Bi 

63 

05 

O 

>-3 

> 

1890. . . . 

Locoraotiva-kilo metro; 

12.6S2 

210 

0,032 

12 

0,020 

9 

0,009 

3^ 

1839. . . . 

» » 

11,610 

213 

0,031 

11 

0,018 

7 

0,008 

2 


Differença para mais 

1,072 

27 

0,001 

1 

0,032 

2 

0,001 

1 

-1800 .. 




0,00038 

1,50 

0,0033 

1,13 

0,009 

0,31 

1889.... 




0,0027 

0,98 

0,0016 

0,66 

0,007 

0,24 

Differença para mais 



0,0011 

0,52 

0,0017 

0,47 

0,002 

0,07 






a 


E. F. % 



58 


Serviço do Lastro r 


ANXOS 

DESIGNAÇÃO 

CARA 

r ÃO 

GRAXA 

OLEO 

ESTOPA 

V. 

p p? 

< 

£ § 
n 3 
< ^ 

13 Ui 

Zf M 

K 

Vi 

ã 

a 

cá 

o 

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> 

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£ 2 
£* Z 

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o M 

H 

V. 

ã 

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P 

> 

QUANTIDADE EM 

LITROS 

Vi 

cá 

cá 

o 

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V. 

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K 

Vi 

s 

Cá 

O 

P 

> 








c 



i8Q0_. .. 


12,671 

2U 

0,039 

15 

0,02i 

10 

o;oi2 

4,2 

1SS9 


11,733 

214 

0,03S 

13 

0,024 

9 

0,013 

4, 1 


0,933 

30 

0,001 

2 


1 


0,1 







0,001 












No trecho de bitola de l m ,00 os consumos foram os seguintes por loco- 
motiva-kilometro e vehiculo-kilometro : 


ANNOS 

DESIGNAÇÃO 

CARVÃO 

GRAXA 

OLEO 

ESTOPA 

< 

5 § 

2 a 

H O 

5S 

p 

O* 2 

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a 

a 

a 

o 

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-< 

> 

1S30 


10,779 

191 

0,025 

s 

0,019 

8 

0.010 

3 

1SSJ 

» » 

9ÍS33 

ISO 

0,020 

7 

0^020 

7 

0,008 

2 



0,744 

1) 

0,005 

1 


i 

0,002 

1 





0,001 













1890 




0,003S 


0.0050 

1,9 

0,002 

0,7 

1SS9 

» » 



o;oou 

1,4 

0,0041 

L6 

o;ooi 

c 

0,5 





0.1 

0,0009 

0,3 

0,001 

0,2 





0,0003 













Serviço cio Lastro 




CARVÃO 

GRAXA 

OLEO 

ESTOPA 

ANNOS 

DESIGNAÇÃO 

CO 
< 
a 7. 

C 7 
< < 

E s 

h p 

33 

p a 
<y 

■a 

a 

a 

a 

o 

p 

Vi 
< 
a 7. 

E 2 

E « 

£ s 
< £ 
p % 

a _ 

a 

CO 

ã 

ã 

a 

o 

p 

< 

> 

QUANTIDADE EM 
LITROS 

•1 

a 

o 

p 

< 

> 

02 

< 

H 7 
p 2 
-*í < 

p a 

£ ° 

H J 

< P 
p a 
c? ^ 

a 

W3 

*ã 

a 

7. 

a 

a 

o 

p 

> 

K90 


■c 

10,494 

7,973 

212 

143 

0,029 

0,023 

ii 

a 

0,031 

0,026 

13 

10 

0,016 

0,012 


1889 


3 

Diflerenca para mais _ Tt ... T 

2,521 

67 

0,0)3 

2 

0,005 

3 

0,001 

c 

c 

2 


c 



— 59 — 


O consumo tolal do carvão em kilogrammas e por locomoliva-kilometro de 
1881 a 1890, foi o seguinte: 


ANNOS 

BITOLA 

DE 1,60 

BITOLA 

DE 1,00 

TOTAL EM 
KILOGRAMMAS 

POR LOCOMOTIVA 
KILOMETRO 

TOTAL EM 
KILOGRAMMAS 

POR LOCOMOTIVA 
KILOMETRO 

ÍSSI > 

87.S93.0VS 

12,101 



1SS2 

31.063.125 

12,328 



1SS3 

31.54S.9S3 

12,504 



«Si 

3 1.503. 60 V 

11. SI ) 



1885 

33.770. 515 

11.935 




33.973.776 

12,0)1 

72.70"» 

5,731 

1887 

34.S42.437 

10,979 

416.325 

6,460 


30 10.'. 33 V 

10.041 

1. 5S8.33> 

S.1’23 

ISSO 

42.S2V.516 

11,643 

2.295.871 

9.501 

1S90 

30. 153. 2 VS 

12,679 

2.822.016 

10 , 553 


0 consumo total de lubrificantes e respectiva despeza por locomoliva-kilometro, 
pertencentes á linha de l m ,60 constam do seguinte quadro : 


AN NOS 

CONSUMO 

TOTAL 

EM 

KILOGRAMMAS 

DESPEZA 

TOTAL EM RÉIS 

CONSUMO 

POR LOCOMOTIVA 
KILOMETRO 

DESPEZA 

POR LOCOMOTIVA 
KILOMETRO 

CONSUMO 

POR CARRO 
KILOMETRO 

DESPEZA 

POR CARRO 
KILOMETRO 

kilo 

réis 

kilo 

réis 

1SS1 

221.509 

95: 4978519 

0,097 

41,4 

0,009 

3,8 

1SS2 

213 432 

93:1048542 

0,084 

36,9 

0.008 

3,5 

1SS3 

214.0)1 

94 : 595.S0S5 

0,084 

37. 4 

0,008 

3,6 

1834 

230. 6S1 

102: 33 ÍSSI 4 

o,oss 

38,3 

0,00* 

3,8 

1SS5 

233. 53S 

1 >2: 4 26$ 18 5 

0.0S3 

3). 3 

0.008 

3.0 

1SS3 

2V5.227 

103:363*923 

0.0*5 

3 .,7 

0,C0* 

3,5 

1SS7 

2ÍS.2V7 

8.5: 179*245 

0,078 

27,1 

0,007 

2,7 

1S8S 

239.S79 

69:973*203 

0.07S 

21.2 

0,107 

2,3 

1889 

30 V. 037 

99:850*01* 

0,084 

27.1 

0.007 

2,5 

1S30 

31Í.532 

115:527$ 498 

0,079 

29,2 

0,007 

2,7 


0 consumo total de lubrificantes e respectiva despeza por locomoliva-kilometro 
pertencentes á linha de l'\00, constam do seguinte quadro : 


AN NOS 

CONSUMO 

TOTAL 

EM 

KILOGRAMMAS 

DESPEZA 

TOTAL EM RÉIS 

CONSUMO 

POR LOCOMOTIVA 

KILOMETRO 

DESPEZA 

POR LOCOMOTIVA 
KILOMETRO 

CONSUMO 

POR CARRO 
KILOMETRO 

DESPEZA 

POR CARRO 

KILOMETRO 

kilo 

réis 

kilo 

réis 

1886 

02 5 

2fl9$260 

0,0i9 1 

21,2 

0,010 

4 ,5 

1SS7 

3.703 

i :47d$ t74 

0.053 

21.3 

0,911 

4,6 

1888 

10.803 

3:2305471 

0.031 

1S.1 

0,013 

4,0 

188) 

12.101 

3 4 -.3418015 

0.0 10 

17,8 

0,011 

4,2 

1890 

13.324 

5:2165302 

0,049 

19,5 

0,010 

4,3 

y 










60 


Consumo do carvão por locomotiva-kilometro em diversos trechos da Estrada: 



Despeza da conducção de trens 
As despezas geraes da conducção dos trens, tanto em serviço do trafego como 
do lastro, comprehendendo a lubrificação dos carros e eventuaes, importaram em 
1.721:4468699 durante o anno de 1890, sendo : 

Em serviço do trafego : 

r . , , ( l m ,60 1.543:8328522 

I in ha qg * 

U m >00 ' 85:7008055 1.629:5328577 

Em serviço de lastro : 

í l m ,60 72:5148572 

m a Üe (l m ,00 19:3995850 91:9148122 

O seguinte quadro mostra a despeza acima, tanto em material como em pes- 
soal, referida á locomotiva-kilometro e ao carro-kilometro e a sua comparação com a 
do anno de 1889 : 

Serviço do Trafego 


ANNOS 

NUMERO 

PESSOAL 

MATERIAL 

PESSOAL E IÜATERIAL 

DE LOCOMOTIVAS 
KILOMETROS 

DE CARROS 
KILO M E T R O S 

TOTAL 

LOCOMOTIVA 

KILOMETRO 

O 

cs 

C 8-1 

s a 
cs s 
< o 
o J 

TOTAL 

LOCOMOTIVA 

KILOMETRO 

CARRO 

KILOMETRO 

TOTAL 

LOCOMOTIVA 

KILOMETRO 

CARRO 

KILOMETRO 

Linha de 1“,60 

1890 

18 <9 

Diflercnça para 

3.780.2.82 

3.496.791 

42.0^0.130 

39.174.596 

487:831^859 
33 1:473.5748 

12>, 0 
96,0 

10,1 

8,5 

1.035:9 17S 563 
873:322$734 

279.3 

210,7 

25.0 

22.2 

1.543:8323522 
1.209:796$ 482 

408,3 

346,0 

35,1 
30, S 

283.411 

2.905.534 

151:8613111 

32,8 

1,6 

182:674.2923 

38,6 

2,8 

334 : 033$040 

71,4 

4,3 

Linha de lm.00 

18SO 

188 J 

Diflercnça para 
mais. 

217.328 

191.16) 

1.158.471 

985.316 

< 

36:7778190 
24: 4235562 

169,2 

122,6 

31.7 

24.7 

4S:122$S76 

41:0üJ$S26 

223.1 

296.2 

42,2 

41,6 

84:700.3055 

65:496$388 

394,3 

32S,8 

73,9 

66,4 

18.163 

173.125 

12:330$ 537 

46,6 

7,0 

7:853$030 

18,9 

0,6 

20:203$S6* 

* 65,5 

7,6 







61 


Serviço <lo Lastro 


II 

ANXOS 

NUMERO 

DE 

LOCOMOTIVAS 

KILOMETROS 

DESPEZA 

PESSOAL 

MATERIAL 

PESSOAL E MATERIAL 

rt 

o 

H 

Locomotiva 

kilometro 

O 

Eh 

Locomotiva 

kilometro 

"rt 

o 

Eh 

Locomotiva 

kilometro 

m 

Linha de 1,60. 

1890 

175.095 
ISO. -489 

23:131$il4 

23:8738120 

132.1 

132.2 

49:3832455 

43:8868821 

252.0 

243.1 

72:. 514$572 
67:7592941 

414,1 

375,3 

1889 





5 : 496J637 

3S,9 

4:7542331 

38, S 


5.394 

742$00ô 

0,1 

Linha de 1,00 

1S90 





49.997 

42.284 

7:185$325 

5:2268875 

143,7 

123,6 

12: 214|225 
7:2492104 

244,2 

171,4 

19:3992550 

12:4762279 

387,9 

295,0 

18S9 


7.713 

1:958$450 

20,1 

4: 964$821 

72,8 

6:9232271 

92,0 



Despeza da lubrificação dos carros 


• 

AN NOS 

NUMERO 

DE 

CARROS 

KILOMETROS 

DESPEZA 

PESSOAL 

MATERIAL 

PESSOAL E MATERIAL 

Total 

Carro 

kilometro 

Total 

Carro 

kilometro 

Total 

Carro 

[ kilometro 

Linha de l m ,60 

1S90 

42.0S0.130 

39.174.596 

36:5í5.3075 

37 ; 553-3 1 56 

0,8 

0,9 

30:2892745 

32:2512073 

0,7 

0,8 

66 : 8342S20 
69:8042529 

| 10 r- 




2.905.534 








1 : 00S$381 

0,1 

1; 9312328 

0,1 

2:7692709 

0,2 

Linha de 1,00 

1390 


1.153.471 
935. 3 i6 

2:894$350 

2 : 2693575 

J>,4 

2,3 

4192856 

4702905 

0,3 

0,4 

3:3142703 

2:740$481 

2,7 

2,7 



1*3. 125 

625$275 

0,1 



5743225 



512070 

0,1 


— . — • — 





> 





— 62 — 

3° — Officinas e depositos diversos 

Reparação de locomotivas 

Durante o anuo fizeram-se 126 reparações em 77 locomotivas, conforme 
consta dos quadros seguintes, onde se acham discriminadas, segundo a im- 
portância das reparações, em grandes as que passaram além de 3:000$000, 
médias as que excederam do 1:000# c pequenas as comprehendidas entre 300# 
c 1:000# e segundo o typo e o local cm que ellas foram feitas: 


AN NOS 

OFFICINAS DO ENGENHO DE DENTRO 

DEPOSITOS 

GRANDES 

MÉDIAS 

PEQUENAS 

GRANDES 

MÉDIAS 

PEQUENAS 



20 

1$ 

32 

2 

S) 

30 

isso 

27 

7 

■17 

■1 

3 

17 



11 



6 

22 


i 


13 

2 











Ivocoinotivas «la bitola «lo l ln ,CO 


TYPOS 

OFFICINAS DO ENGENHO DE 

DENTRO 

DEPOSITOS 

NUMEROS 

GRANDES 

MÉDIAS 

PEQUENAS 

OB 

O 

« 

to 

6 

n 

GRANDES 

MÉDIAS 

PEQUENAS 


33 

190:399$i5i 

8:44S$459 

0: 1078333 

30 


3:3J0$321 

41 *110.204(1 


1 

2:0398212 


3 

3:437$4Í9 

f 8 õ3.^ iS7 

Mogul 

is 

3): 9218009 

5:S2I$9J3 

4: 734$743 

9 

5:3125335 

2: 7048980 

3:3858408 

Consolidntion.. . . 

12 

25: 1000091 

0:390$S20 

2:78, >$785 

5 


2: 168$502 

2:01S$7SJ 

Decapod 

1 

i 


1 : 070S99S 

7458429 






09 

255: 193$ 011 

24:377$4S7 

14:3748310 

47 

8:9198801 

8:3218109 

17:0808990 


Locomotivas da bitola de l m ,00 


1 

OFFICINAS DO ENGENHO DE DENTRO 

DEPOSITOS 

TYPOS 

50 

O 

a: 

u 

5 

/. 

grandes 

MÍDIAS 

PEQUENAS 

NUMEROS ] 

GRANDES 

MÍDIAS 

PEQUENAS 

Pftssagoiros 

3 


2:03182 )7 

1 : 109$38 ! 
407$398 

1 

1 


1:1998312 

1:1038134 

1 : 413SOIO 


Tendur 

3 

3:8028742 

1:022$ >80 



Consolidation... 

t 

5:2498215 


i < 



c 

7 

0:1128077 

3:010$ >77 

l:810$’8í 

3 


3, 803$432 t 





Nestes quadros não figura a importância das reparações om andamento. 


Às reparações constantes deste quadro importaram em 347: 031 $823 

As concluídas em 1889 attingiram a 255:05G$829 

Resultando a diííerenç.a para mais .91:974^994 

A média geral destas reparações por locomotiva, foi : 

1890 . 2 : 551 $704 

1889 2: 425$ 112 


Comparadas as despezas realizadas em 1890 com as reparações das locomotivas 
nas ofíicinas do Engenho de Dentro e nos depositos da Locomoção, com as impor- 
tâncias respectivas de 1889, resulta o seguinte : 


Pessoal Material Total 

1890 313: 141 $502 176:274$837 489:416^339 

1889 244:416$626 122:644$947 367:061$573 

Differença para mais .. . 68:724$876 53:629$890 122:354$706 


0 quadro seguinte refere-se á despeza total das reparações de locomotivas desde 
1881, á média das importâncias de reparações por locomotiva, tendo percorrido 
mais de 100 kilometros, e á média por locomotiva-kilometro : 


ANXOS 

NUMF.no 

DE LOCOMOTIVAS 
EM SERVIÇO 

PERCURSOS 

IMPORTÂNCIA 
DAS REPARAÇÕES 

POR 

LOCOMOTIVAS 

POR 

KILOMETRO 

1SS1 

103 

2.301.783 

331:332$'. 85 

3:155$517 

143,7 

issá 

103 

2.520.035 

335:6125$97 

3: 72S.?104 

153,9 

JSS3 

110 

2.522.661 

392:686.5233 

3:367.8147 

155,5 

138 í 

110 

2.667.381 

341:635$ 460 

3:103$776 

123,0 

1885 

110 

2.814:187 

307 : 73 4$205 

2:797$5S3 

103,3 

1SS5 

119 

2.9S7.SS4 

337:234.8242 

2:95S$195 

112,8 

1S87 

120 

3.212.418 

367: 045$ 179 

3:03S$709 

113,2 

1888 

121 

3.477.233 

352:33t>$932 

2:911.8892 

101,3 

ISSO 

131 

3.91S.729 

337: 061 $57 3 

2: 801$393 

S3,6 

1S90 

*135 

4.222.702 

4S9:41Í'$339 

3:625<161 

115,9 

* 





1 



— 64 — 


Reparação de carros e vagões 

O numero de carros e vagões reparados nas officinas do Engenho de Dentro 


em 1890 foi : 

Carros de viajantes, chefe de trem, correio e bagagem . . 436 

Vagões de mercadorias e diversos 2.105 

Total 2.541 

Em 1889 tinha sido: 

Carros de viajantes, chefes de trem, correio e bagagem. . 394 

Vagões de mercadorias e diversos 2.071 

Total 2.465 

Com as reparações dos carros e vagões nas officinas do Engenho de Dentro, esta- 
ções ediversos depositos, despenderam-se : 

durante o anno de 1890 606:7228923 

tendo sido respectivamente a despeza de 1889 437 : 2638975 

ou mais em 1890 ,? 169 : 458$948 


Comparadas com as importâncias em 1889 e discriminadas por pessoal e mate- 
rial, foram as seguintes as importâncias das reparações de carros e vagões nos 
dous annos : 

Officinas do Engenho de Dentro, depositos e estações: 



Pessoal 

Material 

Total 

1890 

261:2988377 

345:4248546 

606:7228923 

1889 

201:3648732 

235:8998243 

437:2638975 

Mais em 1890 

59:9338645 

109:5258303 

169:4588948 

ou separadamente : 




Officinas do Engenho de Dentro:. 




Pessoal 

Material 

Total 

1890 

21 R9628732 

345:2388404 

557:2018136 

1889 

156:8408369 

209:1488514 

r 

365:9888883 

Mais em 1890 

55:1228363 

f 

136:0898890 

19^:2128253 

* 

C 


/ 


— 65 


depósitos c estações : 


Pessoal Material Total 

1890 49:335*645 1868142 49:5218787 

1889 44:5248363 26:7508729 71:2758092 

Mais cm 1890 4:8118282 

Menos em » 26:5648587 21:7538305 


Divididas as despezas dc carros e vagões pelas espccies de 


vehiculos, leremos : 

Para carros de viajantes, correio, chefe de trem e bagagem 259:4628888 

Para vagões de mercadorias c diversos 347:2608035 

Total G06: 7228923 


Estas despezas foram respectiva mente superiores ás correspon- 


dentes em 1889= 

Carros de viajantes, correio, chefe de trem e bagagem, de 99:1308795 

Vagões de mercadorias e diversos 70:3288153 

Differença para mais 169:4588948 


As quotas das despezas com as reparações dos vehiculos exe- 
cutadas nas ofllcinasdo Engenho deDentro foram em 1890: 


Carros de viajantes, correio, chefe de trem e bagagem 250:2298508 

“I 

Vagões de mercadorias e diversos 306 : 97 18628 

557:2018136 


as quaes foram respectivamente superiores ás correspondentes de 1889: 


Carros de viajantes, correio, chefe de treme bagagem, de 105:9708182 

Vagões de mercadorias e diversos 85:2428071 


191:2128253 

As quotas das despezas com as reparações dos carros e vagões, 
nas officinas do Engenbo de Dentro, subdividem-se pelos vehiculos 
das linhas de l m ,60 e de 1^,00, do seguinte modo: 

E. F. V) i 


Estas importâncias comparadas com as correspondentes do anuo de 1889 dão 


as seguintes diííerenças : 

Para mala 

Reparação de locomotivas 122:3548826 

Idem de carros e vagões 169 : 4588948 

Conducção de trens 354:2398707 

Dcspezas geraes e escriptorio 12 : 7048738 


658:75811219 


As unidades de trabalho referidas ás despezas dos dous annos de 1890 o 1889 
dão os seguintes coefiicientes : 



1890 

1889 

Por kilometro da estrada em trafego 

3:2948964 

2:6068782 

» trem-kilometro 

872 

745 

» locomotiva » 

705 

551 

» vehiculo » 

065,1 

053,4 

Estes coefficientes comprehendem os i 

resultados reunidos aos trechos das 

bitolas de 1,60 e 1,00; separando-se 

para cada uma 

destas bitolas , 

teremos : 



in 

Linha de 1,60 




1890 

1889 

Despeza total do custeio da locomoção 

2.683:8128070 2 

.062:5408085 

Por kilometro da estrada em trafego 

3:7028228 

2:8458243 

» trem-kilometro 

882 

753 

» locomotiva * 

709 

560 

» vehiculo » 

063,5 

052,3 

ui 

Linha de 1,00 



Despeza total do custeio da locomoção 

134:5788842 

97:0928608 

Por kilometro da estrada cm trafego 

1:0318690 

9368592 

» trem-kilometro 

721 

612 

» locomotiva » 

619 

402 

» Vfhiculo » 

116,1 

c 093,9 


, Bitola de l‘»,60 

Carros cie viajantes c diversos 242:6851(278 
Vagões dc mercadorias e diversos 296 : 340f283 

539:025*561 


Bitola de l><>,00 

7 : 544*230 
10:631*345 

18:175*575 


Total 

250:229*508 
306:97 4628 
557:201*136 


As quotas das despezas com as reparações nos depositos e estações da estrada 
distribuem-se do seguinte modo : 


Bitola de l n ',60 

Carros de viajantes c diversos 7:301*285 
Vagões dc mercadorias e diversos 36 : 641*430 


Bitola de |u',00 Total 

1:932*095 9:233*380 

3:646*977 40:288*407 


43:942*715 5:579*072 49:521*787 

As médias por vehiculos das importâncias das reparações executadas nas 
oílicinas do Engenho de Dentro para carros e vagões de bitola de l m ,60 
foram : 


1890 


1889 


Carros de viajantes, correio, chefe de trem c bagagem.. 595*098 406*908 

Vagões de mercadorias e diversos 164*969 133*581 


4 o — Recapitulação das despezas feitas pela locomoção por conta 

do custeio 

0 total das despezas do custeio, comprehendendo reparação e construcção do 
material rodante, conducção dos trens em serviço do trafego, etc., etc., 


importou 

Em 1890 2.818:390*912 

Em 1889 2.159:632*693 

Resultando a differença para mais de 658:758*219 

A despeza dc 1890 decompõe-se do seguinte modo : 

Reparações dc locomotivas 489:.416*339 

Idem de carros e vagões 606 : 722*923 

Conducção dos trens 1 . 629 : 532*577 

Escola annexa ás oílicinas ? 2 : 145*372 

Despezas geraes e escriptorio. . 90:573*701 




2.818:390*912 


— 68 — 

5° — Obras diversas 

\ 

Obras novas do material rodante 


A importância da despeza feita por conta desta verba elevou-se a 504:2968191 
que se distribuiu pelas linhas de l m ,60 e de l ra ,00 do seguinte modo : 

in 

Linha de 1,60 386:4448504 

m 

. de 1,00 117: 851 $687 

504:2968191 


Sendo estas importâncias respectivamente representadas pelos seguintes trabalhos 
e material adquirido : 


Linha de 1,60 

Conclusão de 2 carros para o correio, systema 

americano 

Idem de 5 ditos dito sobre 4 rodas 

Idem de 12 ditos de 2 a classe e custo 

Idem e montagem de 6 locomotivas e custo 

Armação de 30 vagões de gado em pè, em con- 
tinuação 

Construcção de 9 vagões, sl. Pem, continuação. . 
Installação de apparelhos de illuminação dos 
carros de I a e 2 a classes, correio, bagagens 

locomotivas 

Applicação de freios Westinghouse 


4:2248484 

15:5658447 

157:0828139 

154:3678672 

15:4278670 

3178058 


38:3318935 

1:1288099 386:4448504 


Linha de 1,00 

Custo de 4 locomotivas 

Idem e armação de 2 ditas 

Construcção de 4 carros-dormitorios para o pessoal 
de lastro da linha 


71:6018040 

43:3608411 

2:8908236 


117:8518687 

504:2968191 


/ 


Fundição de ferro e bronze 


Fundiram-se em ferro 551.307 kilos, que custaram 80:1098605, sendo esta im- 
portância superiora correspondente do anno de 1889 em 5:5968987 e tendo sido 
igualmente superior em 60.922 kilos a correspondente ao mesmo anno. 

O preço médio do ferro fundido foi de 156 réis o kilo, ou menos 9 réis que o seu 
correspondente em 1889. 

Fundiram-se em bronze 34.735 kilos no valor de 40:8848389, cuja importância 
é’superior á do anno de 1889 de 8:3308245, sendo o preço médio 18117, ou mais 
177 réis que cm 1889, notando-se que foram empregados 4.000 kilos de phosphoro 
bronze, material este que foi adquirido á razão de 18400 o kilo, e sendo a producção 
igualmente superior de 944 kilos á correspondente ao anno de 1889. 

Fornecimentos a diversos 

A importância da despeza total como fornecimento a diversos elevou-se em 1890 
a 85:0298471, tendo sido a do anno de 1889 de 88:8548638. 

E§ta importância distribue-se do seguinte modo : 


A’s repartições do trafego 76 : 5018551 

A’s estradas de ferro do Estado 5 : 7098320 

A’s particulares 9278600 

A particulares 3788000 

Ao Ministério de Obras Publicas 1 : 5138000 


85:0298471 

Augmento das officinas do Engenho de Dentro 

Com o augmento das oílicinas do Engenho de Dentro e de suas ferramentas 
despendeu-se em 1890 a quantia de 113:7678308, que foi levada á conta de capital 
e consta dos seguintes trabalhos, machinas e ferramentas : 

Prolongamento de mais dous lances ao eixo principal de transmis- 

O 

são da serraria 3S38851 

Montagem de uma serra- pendulo, uma vertical de furar, uma para 

• 

abrfr rasgo em caixilhos, uma para ornamentação e seu custo 3 : 9798386 


— 70 — 


Montagem de uma engrenagem cónica para transmittir ao eixo 

subterrâneo o movimento geral da serraria 336$ 87 2 

Idem para tornos pequenos, suas transmissões e custo 6:6688785 

Idem uma machina de brocar e uma plaina vertical e custo 6:9308049 

Idem da machina de raspar e lixar madeira e de amolar ferra- 
mentas e custo 2:7038814 

Idem nas officinas de torneiros de uma machina vertical a Fraiser 

e um torno automático de atarrachar e custo 2: 1408437 

Custo de um martello a vapor de 2 toneladas 4 : 979S5Ô9 

Idem da machina de abrir malhetes e furar longerons. Serraria. . 3:0368295 

Montagem de 4 forjas duplas na ferraria 7 : 175S999 

Armação de um guindaste para descarga de maleriaes nas officinas 2708457 

Construcção de 4 vãos na officina de carpinteiros, em continuação 45 : 2978715 

Idem um muro fechando as oflicinas, em continuação 14:3258360 

Idem um telheiro na ferraria 6:7688095 

Prolongamento de 2 vãos nos telheiros da officina de fundição. . 5:2578868 

Augmento de officina de caldeireiro 1:0018990 

Collocação de 4 grupos de latrinas 1:7978706 

4 Sóccos de cantaria e 2 columnas para a casa do motor da 

serraria 7138120 

113:7678308 

Usina de gaz 

A importância desta verba no anno de 1890 foi de 3:8938070, a saber : 

Assentamento de um novo motor e custo 3:6018550 

Collocação de uma tolda no locomovei 1808590 

Idem de 200 bicos em lampadas c diversas reparações 1108930 

3:8938070 

c 

Machinas - Ferramentas 

c 

Tedas as machinas-ferramentas das officinas continuam em estado regular. 


/ 


— 71 — 


V 

LINHA E EDIFÍCIOS 


I o — Linha propriamente dita, desvios e linhas auxiliares 


k in 

A extensão total da linha a conservar por conta do custeio foi de 850.282.000 
incluindo a linha dupla da Capital a Sapopcmba e Ramal da Gamboa, sendo de 

k m k ui 

bitola larga 746. 883, 000 e de bitola estreita 103.399,600. 

Foi aberto ao trafego o novo trecho de Itabiraa Honorio Bicalho na extensão de 

k m 

37.279,00, cuja conservação foi feita por contada conslrucção. 

A essa extensão deve-se addicionar as linhas auxiliares e desvios existentes 
nas estações, distribuídas do seguinte modo: 


l I a secção da I a residência. . . . 
I a secção; 




) 2 a 

1) )) 

[2 a 

» 

Ç)a 

residência 

|3 a 


3 a 

» 

Linha central,. . . 4 a 

» 

4 a 

)) 

| 


i 5 ‘ 

» 

1 


,6 a 

)) 

:5 a 

» 

1 


* 1 


7 a 

1 

16 a 

b 

8 a 

u 

Santa Cruz . . 


Macacos. 





í I a 

residência . 

Ramaes ^ . 

Paulo 

) 

{ 2 a 

> 


Porto Novo 
Ouro Preto 


25.829,90 

7.932,97 

9.978,00 

9.616,52 

5.756.80 
2.261,95 
2.432,90 
4.530,70 
2.470,85 
4.185,50 

2.865.65 
6.834,09 

6.359.65 

5.002.80 
1.116,18 


97.174,46 

jí ui k ín 

Essa extensão de linha compreliende 845.353,00 de trilhos de aço e 4.929,00 
de trilhos de ferro de 2 a e 3 a secções existentes no ramal de Macacos. 


72 


k m 

Os 97. 174,40 de linhas auxiliares e desvios são formados dos seguintes.typos : 


SECÇÕES E RESIDEXCxAS 

TIUUIOS BABI.OW 

trilhos brunkl 

5 

o 

cs 

CS o 

~ tf 
a e 

O «2 

O! « 

o ^ 

3 

5 

5 

o 

os 

cs o 

g‘S 

o 
.1 a 
p* 

o« 

3 

5 

< 

_ O 
p c; 

K . 

o g 

3 3 

g B 

■ c 

s 

fi c 

E- 

o K 
o 5 

< A 
a 

Q •"* 

lá 

51 

tf 

TOTAL 

/ /I a secção da I a 

i <•> = „)residencia 

1 1 k 2 a secção da I a 

1 ' residência 

Linha central \ residência.... 

14 a » 4a » . 

(5a » 

99,70 

15,00 

14.500,92 

1.24S.12 
5. 171 ,95 
3.50ô,05 
701,55 
935,70 
1.249.70 
1.002,40 

8.393,55 

271,50 

470,45 

2.515,62 

1.000,78 

5.704,03 

3.530.05 

4.335.60 
3.594!S5 
4.054,47 
1.326,25 

1.656.60 
1.881,50 



2S.713.20 

5.049,67 

9.978,00 

9.616,52 

5.756.80 

2. 261^59 
.2.906,30 
4.265,30 

2. 2&S, 85 

4.185,50 

2.865.65 
5.834,09 

7.359.65 

5.002.80 
1.116.1S 

5 a y> ^t>a » 





» 

G* * 8 a 




1.381.40 

2.262’85 

Santa Cruz 



2,243,50 

699,00 

2.865,65 

2.638.24 

6.076,60 

3.398,74 

1.243,00 

1 Macacos 




Ramaes Js. Paulo IJ* «-esidencia. .. . 



1.455,35 

1.2S3.05 

.570,82 

1. 740,50 


1 Porto Xovo 



1.033,24 









1.116,18 

99,70 

15,00 

33.869,11 

28 330.13 

1 

30.100,09 

4.760,43 

97.174,46 


I a secção 

l 1 Secção da I a residência 

Assentaram-se na pedreira de S. Diogo duas linhas para o transporte em 
Iroliies da pedra para o britador, medindo um 113,00, outro 100’õ00, e .um desvio 

medindo 141,00 para entrarem os vagões do lastro e para o carregamento de 
pedra. 

ÍVa estação da Mangueira construiu-se um desvio de ligação medindo 104,00. 

2 a secção 


2 a residência 


Prolongou se de fii.oo o desvio da Estação do Rodeio, empregando-se 205,00 de 
terça para formação do mesmo. * 


✓ 



3 a secção 


*i- residoncia 

m 

Foi augmentado do 106,00 o desvio da Estação de Ypiranga. 

5 a secção 

25 a residência 

Na Estação de Bemfica construiu-se um desvio morto com o comprimento 

m 

de 227 ,00. 

ra 

Na Estação de Ewbank da Gamara construiu-se um desvio medindo 250,00 e 

ni3 

empregando-se 300,00 de terra. 


T a i*esideiicií* 

UI 

Na parada do kilometro 425 construiu-se um desvio morto medindo 260,00, em- 

w3 m 

pregando-se 440,00 de terra e foi prolongado de 50,00 o desvio da Estação de 
Lafayette. 

6 a secção 

8 a residência 

111 

Construiu-se no kilometro 523 + 660 um desvio medindo 48,00 para descarga 
de carvão na carvoeira. 

Ramal cie Santa Cruz 

m 

Foi reconstruido o desvio morto da Estação dcSapopemba na extensão de 180,00. 

Hl 

Na Estação do Santíssimo construiu-se um desvio' medindo 252,00. 

m 

Foi augmentado de 41,30 o desvio da Estação de Santa Cruz. 

Ramal da Gamboa 

m * 

Construiu-se um desvio medindo 60,00 junto ao armazém provisorioda Estação 
Marítima. 

E. F. 10, 


Ramal cie Ouro Preto 


ni 

Augmentou-se de 32,00 o desvio do kilometro 529 . 

2 o — Trilhos e accessorios 

Empregaram-se durante o anno 3.407 trilhos de aço, sendo em substituição de 
outros quebrados e arruinados 67, em transformação nos desvios das Estações 
2.306, em construcção de linhas e desvios t .019 e em diversos trabalhos 15. 

Foram também empregados cm substituição de amassados e em construcção de 
desvios e linhas auxiliares 1.234 trilhos de ferro. 

Empregaram-se 142.609 dormentes de madeira de lei, sendo 117. 098 de bitola 
larga e 25.511 de bitola estreita, nos seguintes serviços: em substituição dos estra- 
gados 140.301, em construcção de desvios c linhas auxiliares 2.085 e em diversos 
trabalhos 223 . 


3 o — Lastro 


Foram empregados na Unha os volumes de lastro e especies especificadas no 
quadro abaixo: 


SECÇÕES E RESIDEXCUS 

TERRA 

SAIBRO 

mac’adam 

H sec-ão.l I a sec<;ão da 1» resideucia... 

i 2 a » 2 a resideucia 

\ 3» » 3» » 

Linha central.. / 4 a » 4» » 

h ■ !s : :::::::::::::::::::::::: 

'Ca » 8 a » 

m3 

4.531 ,100 

22.370.000 

1.815.000 
20. 04.), 000 

1.020.000 
S. 876, 0)0 
7.207,1X10 

21.807.000 
11.71’., 000 

3.254.000 

3.535.000 
1.938,600 
4.104,800 

10.500.000 

ui 3 

1.177,000 

15.525,0)0 

líO.OOO 

402.000 
791,400 

178.000 

m3 

3. 375, SOO 
344,600 

5.022.400 

1.316,570 

301,510 

320,000 

7.052.400 

L p-i.ilr. 1 ,a residência 

Uamacs 's>. 1 au!o...j g a „ 

234 , í >Ó 
. 8 . S25 , SOO 
3.822,050 

1,587,995 

1 Porto Novo.' 

'Ouro Preto ^ 

1 . 1 10,73-3 
458,102 



, ni3 

133 . 169 , 400 

ni3 

31.1515,000 

ni3 

20.872,112 



4° — Modificação da linha 


Continuou a modificação da grade da linha entre os kilometros 25 a 28, exe- 
cutando-se o seguinte: 

ni3 

Ex cavação de terra para alargamento da linha. ... 1 .030,00 


5°- — Roçado de matto 

Foram roçadas as margens da linha nas seguintes superfícies : 


m2 

, I a secção da I a residência 27.740,000 

I a secção 

I 2 a » » » 121.440,000 

1 2 a » 2 a residência 71.041,000 

13 a » 3 a . 46.526,000 

Unha central . . . , 

/'5 a « 372.100,000 

5 a » ) 6 a » 25.290,000 

( 7 a » 48.940,000 

1 6 a » 8 a » 328.218,000 

Santa Cruz 212.179,000 

I Macacos 8.342,000 

] (I a residência 118. 286,000 

Ramaes S. Paulo... < 

J (2 a . 343.585,500 

I Porto Novo 71. 630,000 

Ouro Preto 468.000,000 


2.263.317,500 


6 o — Cercas 


m 


Construiram-se á margem da linha 63.053,00 de cercas de arame e postes 
de trilhos, foram reparados 68.707,00 de cercas também de arame, reconstruídos 


— 76 — 


tu in 

36.942,60 e transformados 15.481,00 de cercas de varas de trilhos por arame, 
conforme vê-se no quadro seguinte : 


SUCÇÕES E UESI DEXCIAS 


Linha central 


Uaraaes, 



la secção da 1» residência 
2a » 

2a residência 

3a » . 

4 a » 

5a » 

6 a » 

7a » 

8 » » 


, Santa Cruz 

j s- paul»., j 

) Porto Xovo.... 
\ Ouro Preto 


residência, 


t» 

a < 

2 t 5 

« g 

o " 

'§ 1 
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55 % 

g 2 

a * 

* s 

REPARAÇÃO 

DE CERCAS DE 

TRILHOS K 

ARAME 

TRANSFORMAÇÃO 

DE CERCAS 

DE TRILHOS POR 

ARAME 

713,00 

4.0.)7,80 

3 911, SO 

14.733.00 

13.930.00 

3.580.00 

1.592.00 
1.503,50 

4.471.00 


to, 00 

740.00 

7.799,00 

455,03 

301,00 

4.477.00 

5.701.00 

4.911.00 

13.007,00 

630,00 

8.525,00 

-2.717,00 

2.335.0J 

2.35t,U0 

1.9S2,00 

2.067.00 

1.766.00 

158,00 


1.119,00 

S. 800, 00 

613,00 

408,00 

0.305,00 

822,00 

1 570.00 

5.050.00 

3.050.00 

2.960.00 

7.408,01 

2.160,60 

307,00 

2.800.00 

3.547.00 

2.799.00 

2.503,00 

63 053,00 

36.142,60 

68.707,00 

14.481,00 


A pintuia com verniz coaltar dos moirões das cercas construídas e recon- 

rn2 

struidas mediu 21.998,00 


7 o — Passagens de nivel 

I a secção cia I a residência 

Reparou-se o calçamento a parai lelipipedos das passagens de nivel de ns. 2, 

i»2 

4, 9, 10, 11, 12, 13, 24, 25, 26, 27 e 28 na superfície de 529,20. 

Foram reparadas as duas cancellas da passagem de nivel n . 18. 

Fintaram-se com alcatrão as cancellas das passagens de ns. 7 e 11 na super- 
ficie de 131,50. 

Deu-se começo ao assentamento das cancellas na nova passagem de nivel n. 9. 

2 a secção da I a residência 

Foram substituídas as cancellas de madeira em cada uma das passagens de 
nifrtel de ns. 27, 40 e 44. 

c 

Foram calçadas a parallelipipedos as passagens de ns . 56, 57 e 58. 



77 — 


3 a secção 


it a resicleiicisi 

Demolia-se a passagem superior do kilometro 115 + 408 e foram substituídas 
as canccllas da passagem de nivel do kilometro 194. 

5 a secção 

íí 1 i*esi<lencií» 

Foram substituídas por outras as cancellas de madeira das passagens de nivel 
dos kilometros 302, 305, 312 e 345. 

<* a residência 

Substituiram-se também por outras as cancellas de madeira das passagens de 
nivel dos kilometros 369 e 379. 

8 o — Fossos americanos 

I a secção da I a residência 

Reconstruiu-se o fosso americano do kilometro 16 a 17 medindo 

m m m 


10,50x1,20x2,00 e empregando-se : 

qi3 

Alvenaria de pedra e argamassa 31,478 

m2 

ftejuntamento 60,90 


Foram alteadas de 0,70 as duas paredes do fosso do kilometro 17, empre- 
gando-se : 

ni3 

Alvenaria de pedra e argamassa 0,700 

3 a secção 

íí a residência 

m 

Foram reconstruídos os fossos americanos dos kilometros 190-f-840 e 

ui m m m 

190-1-856, tendo cada um 6,00x1,60x2,20. 

^ ni3 

Alvenaria de pedra e argamassa 57,852 


— 78 — 


4 a secção 

4 a residência 

m m 

Altearam-se as paredes do fosso do kilometro 253+92,50 de 0,30 e substitui- 
ram-se as vigas por duas outras formadas de trilhos. 

Nos kilometros 249 + 340 e 253 + 60 construiram-se dous fossos americanos, um 

jll UI ui tu ni 111 

com 5,20x2,00x1,20 e outro com 4,60x2,00x2,00 empregando-se : 


in3 

Alvenaria de pedra com argamassa 26,960 

m 3 

» » » secca 3,680 

ni2 

Rejuntamento 45,00 


5 a secção 

s» a residência 

Foram substituídas as vigas dos fossos dos kilometros 290, 325, 326 e 337 

m iu2 

medindo todas 36,30, sendo alcatroadas na superfície de 14,40. 

Construiram-se os seguintes fossos : 

m m m m m 

Kilometro 288 + 602, um com 5.00x4,00x2,00, no kilometro 288 + 675 

m m m m m m ni 

outro com 7,00x4,00x2,00, no kilometro 286+679, outro com 5,20x4,00x2,00, 

ui m m m 

outro no kilometro 287 + 302 medindo 5,20x4,00x2,00. 

m3 

Alvenaria de pedra com argamass i 89,9 19 

» 

y” residência 


Construiram-se dous fossos americanos, um no kilometro 451 + 60, medindo 

n m ti*. ui ui ni m 

3,60 <2,40x1 .50 e outro no kilometro 482+582, medindo 4,80x2,00x3,60, 
empregando-se : 

Alvenaria de pedra e argfcmassa 83^526 

m3 

• * * secca . 6,890 

iu2 

64,50 


Rejuntamento 


() a seceão 


8 a residência 

111 

Construiram-se os seguintes fossos: um no kilometro 512- 1-462, medindo 

ui m m ui m m ln 

3,60x2,00x1,50, um no kilomet o 517+652 medindo 3,80x2,00x2,20, um 

m m m m m 

no kilometro 530 + 867 com 3,60x2,00x1,50 e o quarto no kilometro 510 + 200 

m m m 


com 3,60x2,00x1,50. 

ui 3 

Alvenaria de pedra e argamassa 161,138 

»i3 

» » » sccca 28,128 


Ramal de Santa Cruz 

ui 

Foram reparados os fossos dos kilometros 23, 21, 25+530, 26, 27, 20, 

ui in2 

33-J— 020, 34, 30 e 41 rejuntando-se com cimento a alvenaria cm 56,04. 

m 

lleconslruiram-se as paredes do fosso do kilometro 25 + 464, empregando-se 

n?3 iu2 

3,880 e rejunlamenlo a cimento 2,60. 

Ramal de S. Paulo 

2 a i*esiclenci& 

m ui 

Foram reparados os fossos dos kilometros 101+707, 102-j-636 e 

m 

203 + 60. 

ni3 

A lvcnaiia de pedra e arg imassa 3,788 

Ramal de Porto Novo 

m m 

Construiram-se quatro fossos americanos nos kilometros 238 + 168, 238 + 187, 

m in m ui ni 

254 + 100 c 254 + 210, lodos com 2,00x1,70, lendo os dous primeiros 5,70 de 

m 

comprimento e os outros dous 4,00. 

ni3 

Alvenaria com argamassa empregada 52,768 

Ramal de Ouro Preto 

in ui in 

Foram construidos dous fossos no kilometro 521+380 medindo 4,40x1 ,50x 


111 

2,00, empregando-se : 

ni 3 

Alvenaria de pedra e, argamassa 45,3 10 

ui 2 

Rejuntamento 26,52 


— 80 — 


9° — Pontes e pontilhões 

I a secção 

I a residência 

2 a secção 

I a residência 

m m 

Na ponte de Nazareth, kilometros 27+42, substituiram-se 34,00 de vigas 
de madeira de lei, collocaram-se 28 cantoneiras, 30 chapas pira apoio das vigas 
e recravaram-se 1.850 rebites. 

m m 

Na ponte de S. Pedro, kilometro 58 + 587 substituiram-se 24.00 de vigas de 

m2 

madeira de lei, as quaes foram alcatroadas em 30,70. 

Nas pontes do kilometro 23 e n. 12 e nos pontilhões do kilometro 30 e 37 
foram recravados 1,673 rebites, e no pontilhão do kilometro 32, além de 130 rebites 
recravados, foram collocadas 2 cruzetas e 2 guarda- ventos. 

2 a secção 

S a residência 

m 

Concluiu-se a reparação da ponte do Cunha, kilometro 99 + 43, rejuntando-se 

m2 

a cimento a cantaria em 574,77 

Na ponte de SanCÀnna foram as vigas de madeira de lei substituídas na 

m m2 

extensão de 45,80, sendo alcatroadas em 370,98 e substituiram-se os pranchões 

m 

do passadiço na extensão de 158,90. Pintura da ponte com verniz coal- 

m2 

tar 613,35. 

Na ponte dos Andrades empregaram-se 100 rebites. 

ni2 

Na do Piraliy rejuntaram-se a cimento as cantarias em 120,00 e alcatroa- 

rn2 

ram-sc as vigas em 1779,00. 

ra3 

Enrocamento de pedra secca no 2 o pegão. . 33,480 

3 a secção 

3 a residência 

ra 

Na ponte do Secretario, kilometro 169 + 900 e na da Boa-Vista, kilometro 

m m 

173 + 902, substituiram-se 43,50 de vigas de madeira de lei. 


/ 


— 81 — 


m 

Na do Desengano, kilometro 1 30 + 450 e do Paraizo, kilometro 135-1-466, 

ui 2 

alcatroaram-se as vigas em 92,00. 

in2 

Foram rejuntadas com cimento na superlicie de 967,20 as cantarias das 

m m 

pontes do Pocinho, kilometro 114+329, Boa- Vista, kilometro 1 73— j— 902 e 

•u 11) 

S. Roque, kilometro 177 +459 e dos pontilliões dos kilometros lll-f-763, 

ni m 

179 + 459 e 180 + 453. 

I a secção 

•4 a residência 

• 111 
Foram substituídas as vigas na extensão de 419,90 das pontes do Para- 

hybuna, kilometro 227, n. 2 do Rio Preto, kilometro 236, n. 1 do Poço Manso, 

kilometro 237, do Bom Successo, kilometro 240, da Cayoaba, kilometro 246, da 

Cachoeira, kilometro 263 e de José Carlos, kilometro 274 e do viadueto do 

luS 

Retiro, medindo o alcatroamento das vigas 269,40. 

Nas pontes n. 2 do Rio Preto e Cayoaba rejuntaram-se a cimento as Canta- 

nrê 

rias na superfície de 48,40. 

Nos pontilhões dos kilometros 275 e 277 substituiram-se as vigas de ma- 
deira de lei por outras formadas de trilhos, collocaram-se sapatas de alvenaria 

m3 

de pedra para o assentamento dessas vigas, medindo o volume de 7,840. 

Na estrada de rodagem da União e Industria substituiu-se uma estiva de 

ra 

madeira por um pontilhão de 9,00 de extensão, também de madeira. 

5 a secção 

» a residência 

Foram rejuntadas a cimento as cantarias da ponte do Pires, kilometro 290 

iu2 

em 3,00. 

Na ponte do kilometro 299 e pontilhões do kilometro 315 foram alca- 

m2 

troadas as vigas em 804,40. 

Foram pintadas a verniz coaltar as pontes e pontilhões entre os kilometros 

iu2 

299 a 237 e 305 na superücie de 2.583,80. 

6 a residência 

~ w2 

Foi reparado o assoalho da ponte dos Geraes, kilometro 378 em 8,86 e na do 

ou 

Rio das Mortes, kilometro 370, foram substituídas as vigas na extensão de 73,55. 

E. F. 11 


— 82' 


6 a secção 


I a residência 


Foram substituídas as duas vigas de madeira de lei das pontes dos kilometro» 

m rn tu 

463+679, 471+690 e 479+190. 


8 a residência 


Na ponte do kilometro 514+120 foi reparada a alvenaria, empregando-se o 


m3 


volume de 16,348, sendo construída na base do encontro uma muralha de pedra 

m3 

secca com 5,00. 


Ramal de Santa Cruz 


m2 


Foram reparados quatro pontilliões, rej untando-se com cimento 23,80. 

Ramal de Macacos 

m 

Rec.onstruiram-se as paredes dos pontilliões dos kilometros 67+982 e 

m m3 f 

67+881, empregando-se. alvenaria de. pedra com argamassa 20,592. 

m m» m 

Reconstruiram-se tres pontilliões, nos kils. 65 + 740, 65+982 e 66+440, 

ra3 

empregando-se alvenaria de pedra com argamassa 23,096. 

m 

Nokil. 70+320 reconstruiram-se também as paredes de um outro pontilhão, 

m3 

empregando-se alvenaria de pedra e argamassa 10,560. 


Ramal de S. Paulo 


I a ' residência 

r ra BL5$ m 

No kil. 124+846 concluiu-se a construcção do pontilhão com 1,50 de vão, 
empregando-se : 


«■ m3 

Alvenaria de pedra e argamassa 1 5,778 

1 ra3 

Cantaria 9,608 

c m2 

Rejuntamento a cimento 33,50 


/ 


— 83 — 


111 

Na ponte de Barra Mansa, kil. 152 + 397, deu-se principio á reparação do 
pilar, sendo este demolido e construido outro, empregando-se : 


ui 3 

Alvenaria de pedra com argamassa 1 1 , 4-00 

rn3 

Cantaria 7,144 

tn2 

Rejuntamento a cimento 517,00 

ui 3 

Concreto 84,00 


Recravaram-se 200 rebites. 

Deu-se também começo á reparação da ponte de Santo Antonio, kil. 181, na 
reconstrucção do encontro superior : 


ni3 

Alvenaria de pedra com argamassa 286,278 

m3 

Cantaria 5,300 

in3 

Concreto 17,052 

ni2 

Rejuntamento a cimento 131,00 


2 a residenci» 

111 

Nas pontes do Salto, kil. 219 + 369 e de Lavrinhas, kil. 244, substituiram-se 

m m2 

151,60 de vigas de madeira, sendo as mesmas alcatroadas em 55,57. 


Ramal do Porto Novo 

m 

Na ponte de Sapucaia, kil. 234 + 682 enopontilhão do kil. 203, substituiram-se 

m 

136,00 de vigas de madeira de lei. 

m 

Na ponte de Humaytá, kil. 205, foram substituídos 114,40 de vigas de madeira, 
36 cantoeiras e 1.521 rebites. 

ra 

Na ponte de Santo Antonio, kil. 220+837, fizeram-se os seguintes 
trabalhos : 

Substituição de 43 peças de ferro em T, 189 cobrejuntas, 260 cantoeiras, 299 

m 

enchimentos de ferro, 4 longarinas de trilhos Barlow e 5.499 rebites e 13,00 de 
vigas de madeira de lei . 

Na ponte de rodagem sobre o rio Parahyba em Porto Novo, substituiram-se 175 

ni 

couçoeiras e 1 .213,50 de vigas de madeira de lei^e empregou-se na reconstrucção do 
pilar : 

m3 

30,695 

m2 , 

57,50 







Alvenaria de pedra e 1 argamassa 
Rejuntamento a cimento 


Ramal de Ouro Preto 


No viaducto n. 2 do kil. 536, no n. 4 do kil. 560 e no pontilhão do kil. 516 

ra \ 

snbstituiram-se 128,60 de vigas de madeira de lei que foram alcatroadas 

m2 

em 133,66. 

m 

Na ponte n. 4, kil 535 + 40, substituiram-se 50 rebites frouxos. 

m m 

Naden. 5. kil. 535 + 740, substituiram-se 139,97 de vigas de madeira de 

m2 

lei, alcatroadas em 123,11 e 65 cantoeiras e 280 rebites frouxos. 


— 85 — 


10° — Boeiros 


Repararam-se os seguintes boeiros 


.SECÇÕES K RESIDÊNCIAS 


I a secção — I a ros.dencia 
on > £■■> » 


— 3» 


Linha central 


i 4 a * 


_ 4.1 


Ramaes. 


r * "í 

, . . ' 

r 

» 

5^ » — 7 a » | 

( 

6» » — S a » ^ 

Santa Cruz j 

S. Paulo — 2 a residência 

1 ■> 

Porto Novo 

Ouro Preto ^ 


fOSIÇAO 

KILOMETRIOA 


48 

64 

107 

120+160 
120 f210 
1 15+837 
131 
13‘> 

13J 

lSO+64 > 
180+936 
181+407 
192+581 

Pateo de E. Rios. 
211 
214 
227 

230 a 235 
233 a 213 
218 a 263 
270 
236 
308 
317 
323 

Barbacena 

425 

44> 

44) 

494+419 
4 (7+820 
500 a 503 
507+208 
512+424 
2 — 24 e 25 

1 — 30 

1 — TA 

1 — 197 + 148 

2 — 236 

10 — 501 a 537 

510a513 — 522 e 524 
1 530+397 

5— 531 a 533 + 829 


RE J UNTAM KNTO 


n>2 
22,00 
ro2 
31, .80 
ii)2 

5,60 


ui2 

1,00 


m2 

6,00 


u)2 

0,64 


m2 

49,60 


ro2 

56,75 

m2 

7,50 

m2 

12,60 


m2 

4,80 


m2 

3,60 


■n2 
18,10 
Dl 2 

242.00 


ni2 

14,36 

m2 

44,00 


m2 

8.40 
m2 
3,60 
m2 

2.40 
m2 

3.00 
m2 

29,42 

ni2 

HJ,73 

ni2 

8.00 


ALVENARIA DK IMIDBA 
COM A ROAM ASSA 


m3 

5,400 

■u3 

5,500 

m3 

12, ISO 
in3 
3,000 


■n3 

1,350 

m3 

3,600 

m3 

16,030 

ru3 

7,200 

m3 

1,440 

m3 

11,475 

m3 

3,980 

m3 

0,600 

m3 

1,800 


m3 

67,860 


m3 

6,870 


m3 

2,000 

ni3 

31,600 


m3 

1,162 


m3 

33,700 


m3 

3,400 

m3 

0,108 


m3 

27,970 


ni3 

46,545 


m3 

2,880 


■i 



86 


Foram reconstruídos os seguintes boeiros : 


SECÇÕES E RESIDÊNCIAS 


1» secção — 1» residência. 
2 » » » » 


2 a 


_ ga 


3» 


— 3» 


4» 


4 a » 


G» 


Macacos. 


— 5* 


- 




I S. Paulo — 2a residência j 

Rorto Novo., 

Ouro Preto 


POSIÇÃO 

KILOMETRICA 


9 

23 + 456 
73 + C94 
108 

114 + 947 

115 + 479 

116 + 976 

118 + 35 í 

119 + 963 

120 + 93 
120 + 308 
120 + 583 
182 + 623 
190 + 925 
215 + 215 
215 + 276 
215 + 776 

215 + 816 

216 + 145 
216 + 23$ 
216 + 370 
242 + 982 
249 + 913 
251 + 142 

332 

324 

325 
332 

4)5 + 80 
67 + 55 
67 + 254 
65 + 640 
67 + 644 
242 + 440 
24? + 528 
255 + 438 
499 + 670 


7.40 
m 

6.40 
ra 

6.00 

m 

4,00 


5,60 

m 

6,00 


5,23 

m 

6,00 

m 

3.60 
m 

6,00 

ra 

5,90 

m 

5.60 
m 

5,00 

m 

9.60 


3.00 
m 

3,80 

m 

4.00 


4.70 
m 

5.70 
m 

5,70 

m 

5,70 

m 

9.00 

m 

5.80 

m 

21,70 


SECÇÃO 


1,20 

m 

1,30 

m 

0,60 

m 

0,50 

m 

1,10 

m 

1,30 

m 

0,60 

m 

0,60 

m 

0,60 

ra 

0,60 

m 

0,60 

m 

0,80 


X 1,90 
m 

X 0,60 

ra 

X 0,60 
m 

X 0,50 
m 

X 0,80 
m 

X 0,80 

ra 

X 0,50 
m 

X 0,60 

m 

X 0,50 
m 

X 0,50 
m 

X 0,55 

m 

X 0,60 


1,00 X 0,80 
m m 

0,80 X 0,60 
m ra 

0,80 X 0,60 


0,80 X 0,70 
m ra 

1,60 X 1,00 
m m 

0,70 X 0,60 
ra ra 

0,80 X 0,60 

m m 

0,60 X *,60 


0,50 X 0,50 
m ra 

0,60 X 0,60 
m m 

0,80 X 0,45 


0,60 

m 

0,60 

m 

0,60 

ra 

0,80 

m 

1,80 

m 

1,00 


X 0,50 
m 

X 0,50 

m 

X 0,90 
ra 

X 1,00 

m 

X 1,00. 
ra 

X 1,00 


1,00 X 0,80 


m2 

8,80 


ALVENARIA 


m3 

7,428 


COM 
ARGAMASS1 


m3 

12,090 

m3 

11,360 

m3 

10,560 

m3 

5.800 
m3 

18,720 

m3 

22,880 

m3 

12,900 

m3 

11,040 

m3 

9.100 
m3 

9.600 
m3 

5.600 
m3 

11,376 

m3 

92,000 

ra3 

9,564 

m3 

2.400 
m3 

8.400 
m3 

3.600 
m3 
3,600 
m3 
7,680 
ra3 
4,2C0 
m3 

4.100 
m3 
9,072 
m3 
1,350 
m3 
3,980 
m3 
5,436 
m3 

12,160 

ra3 

4.800 
m3 

10,596 

m3 

40 ,986 
ra3 
7,210 
m3 
6,822 
m3 

10,470 

ra3 

14,253 

m3 

34.240 

m3 

28,320 

m3 

20,185 

m3 

82,460 


/ 


87 


Foram prolongados os seguintes boeiros : 



UNHA CENTRAL 


— 88 — 


Foram construídos os seguintes boeiros 


SECÇÕES E RESIDÊNCIAS 


I a secção — I a residência. 


2 a » — 2 a 


3 a 


- 3 a 


_ 4a 


7» 


6» 


- 8 " 


POSIÇÃO 

K1LOMETRKA 


Estação da 
Mangueira 


70 + 342 
10S 
108 
108 

132 + 183 
171 + 647 
176 + 388 
134 

213 + 352 

214 + 757 
215 

333 + 571 
340 + S32 

453 + 125 
449 + 836 
457 + 16 

461 + 635 

462 + 280 

500 + 860 

527 + 111 

528 + >39 
o23 + 643 
532 + 719 
532 + 797 
532 + 980 
540 + 121 

550 + 612 

551 + 70 
551 + 197 
551 + 400 

553 + 419 
5)4 + 70 

554 + 555 

554 + 833 

555 + 853 


7,34 

w 

3.50 
m 

25.00 
in 

9.90 
m 

12.00 

m 

17.50 
m 

6.50 
m 

7.00 
m 

5.00 
in 

5.00 
m 

4,60 

in 

5,30 

m 

9.10 
m 

3.10 
m 

6.00 

m 

6,00 

m 

5,00 

ra 

8.50 
m 

6.90 

ra a 
9,75 * 
m 

4.50 
m 

4.50 

m 

4,50 

m 

4,50 

m 

5.00 
ra 

5,70 

ra 

5,16 

ra 

6.40 
in 

4.40 
in 

4,40 

ra 

4.00 
ra 

4,00 

m 

4.00 
ra 

5.00 
m 

4.00 
ra 

4.00 


SECÇÃO 
DF. VASÃO 


1.29 X 1,00 

m ra 

0,50 X 0,60 
m ra 

1.00 X 0,80 

m ra 

0.60 X 0,80 
ra ra 

0,60 X 0,60 

ra ra 

1.00 X 1.00 

in ra 

1.00 X 0.80 

ra ra 

1.30 X 1,00 

m ra 

0,50 X 0,69 

ra ra 
1,55 X 0,60 
ra ra 
0,50 X 0,50 
ra ra 
0,80 X 0,60 

ra m 
0,60 X 0,55 
ra m 
0,60 X 0,55 

m ra 
0,50 X 0,50 
m m 
0,30 X 0,40 
m ra 
1,00 X 0,70 
m ra 
0,40 X 0,30 
m m 
0,40 X 0,40 


0,80 

m 

0,85 

m 

0,85 

m 

0,85 

ra 

0,85 

m 

0,80 

m 

0,80 

ra 

0,63 

m 

0,60 

m 

0,85 

m 

0,85 

m 

0,90 

m 

0,90 

m 

0,90 

ra 

0,50 

rr 

0.90 

ra 

0.90 


X 0,60 
m 

X 0,60 
m 

X 0,60 
m 

X 0,60 
m 

X 0.60 
m 

X 0.60 
m 

X 0,60 
m 

X 0,40 
ra 

X 0,50 
m 

X 0,50 
m 

X 0,50 
m 

X 0,S0 

X 0,80 

ra 

X 0,80 
m 

X 0,30 
ra 

X 0,80 
ra 

X 0,80 


m2 

48,78 


tijolo 

20,448 


m2 

34,50 


ALVENARIA 


m3 

4,890 


- < 
o 
es 


iu3 

13,590 

in3 

2,310 

ra3 

90,623 


m3 m3 
46,170 142,740 


ra 3 

51,610 

ui3 

15,456 

m3 

20,040 

m3 

8,800 


in3 

5,850 

m3 

4,810 

in3 

4,870 

m3 

9,034 

m3 

9,094 

m3 

6,600 

m3 

3,600 

m3 

8,400 

m3 

7,220 

ra3 

4,672 

m3 

11,000 

m3 

9,820 

m3 

9,820 

ra3 

9,820 

m3 

9,820 

m3 

10,400 

m3 

14,217 

ra3 

14,690 

m3 

8,234 

m3 

5,286 

m3 

5,886 

m3 

5,868 

m3 

5,868 

ra3 

5,868 

m3 

4,750 

m3 

5,868 

in3 

5,868 


89 


posição 

KILOMETRICA 

COMPRIMENTO 

. 54 + 369 

ra 

26,00 

. 24S 

m 

8,00 

. 216 + S33 

m 

15,35 

/ 51o + i’3 

m 

10,60 

521 + 3S0 

m 

11,00 

1 510 + 610 

ra 

11, SO 

{ 525 -|- S00 

m 

10,50 

/ 528 + 70 

m 

3,00 

531 + 996 

m 

2S,76 

1 528 + 310 

m 

4,00 


SECÇÕES E 1? ESIDENCIAS 


Santa Cruz 

S. Paulo — 2 a residência. 
Porto Novo 


Ouro Preto . 


sbcçao 

UB VASÃO 


1,10 X 0,60 

iu m 
1,00 X 0,S0 
m m 

0,60 X 0,80 
m m 
0,90 X 0,53 
m m 
0,40 X 0,40 
m m 
0,90 X 0,52 
m m 
0,50 X 0,50 
m m 
0,60 X 0,52 
m m 
1,20 X 0,60 
m m 
0,60 X 0,50 


ra2 

64,00 


ALVENARIA 


ui3 

3,000 

m3 

32,160 


m3 

9,790 


m3 

48,957 

m3 

20,480 

m3 

26,800 

m3 

8,374 


m3 

10,385 

m3 

13,125 

m3 

5,550 

m3 

20,500 

m3 

7,400 


11° — Tunneis 


Continuaram as reconstrucções dos revestimentos dos seguintes tunneis, exe- 



Continuaram as construcções dos revestimentos dos seguintes tunneis : 


SECÇÕES E RESIDÊNCIAS 

TUNNEIS 

numeros 

ESCAVAÇÃO EM 
ROCHA 

REVESTIMENTO 

DOS 

PÉS DIREITOS 

REVESTIMENTO 

DAS 

ABOBADAS 

ALVENARIA DE 
TIJOLO 

ENCHIMENTO 
COM ALVENARIA 

B ARGAMASSA 

< 

s 

-<! 

►J 

W 



m3 

m2 

ra2 

m3 

m3 

rn3 

[ 

2 

117,441 

109,84 

71,13 

39,858 

27,335 

60,856 

í 


Dl 3 

ni 2 

m2 

m 3 

m3 

m3 

Linha central — 2 a secção— 2 a residência. .< 

7 

102,466 

187,35 

97,02 

18,730 

4,056 

160,618 

j 



ra 2 

rn2 

m3 

m3 



14 

82,648 

118,01 

76,01 

84,458 

4,731 



E. F. 12 


— 90 — 


Deu-se principio ao prolongamento das boccas inferiores dos tunneis 1 e 10 e 
continuou a do tunnel n. 7. 


SECÇÕES E RESIDÊNCIAS 

£2§ 

£ S 

S 3 

f* Z 

K 

Si 

a! 

< 

O 

K 

REVESTIMENTO 

DOS 

PÉS DIREITOS 

REVESTIMENTO 

DAS 

ADORADAS 

a 

Q 

M ° 

í^g 

a H 
> 

►J 

■< 

Í7 < 

£ 5 <5 
& < % 

£ _ 

H g a 

O 



in 3 

m2 

m2 

m3 

m 3 

1 

1 

142.210 

29.67 

38,15 

49.018 

16.795 

V 


m3 

n>2 

ni2 

m3 

m3 

Linha central — 2» secção — 2» residência < 

7 

12,352 

12,48 

45,43 

40,718 

29,992 

/ 


n)3 

m2 

ra2 

m3 

ui 3 


10 

41,760 

17,82 

33,47 

33,291 

4,200 


4 a secção 

Na 4* residência foi reparado o tunnel n. 20, sendo rej untadas com cimento as 

m2 

fendas em 85,00. 


5 a secção 

Na 5* residência também foi reparado o tunnel do kilometro 344, collocando-se 

m2 

19 cunhas de ferro na abobada e rejuntando-se com cimento as fendas em 169,62. 


12 o — Obras de terra e pedra para esgoto e consolidação do leito 

da linha 


De«obstrucçào de valias 


Linha central. 


(1* secção da 1* residência 

1* secção; 

' (2‘ » * . 

2 l » 2* residência 

3* » 3* * 



123. 137.00 

m 

54.056.00 

ni 

6.216,00 

m 

29.271.00 

ui 

32.224.00 

m 

125.050.00 

m 

78.300.00 

ni I 

47.484.00 

m 

79.488.00 


/ 



— 91 — 


Rainaes 



Santa Cruz . 

Macacos 

\l a residência 

Paulo 

/2 a » 


Porto Novo 
Ouro Preto. 


46.137.00 

m 

1.367,00 

m 

31.632.00 

m 

114.033.00 

Hl 

13.433.00 

m 

20.412.00 

m 

702.240.00 


Abertura de valias em terra e em pedras 


Linha central.. 


Ramaes. 


6 a 


secção I a residência. 

» 3 a » . 

» 4 a » 

5 a » . 

7 a » 

8 a » . 


IS. Paulo 


Santa Cruz. . 
^l a residência. 

V 

(2 a » 


Porto Novo. 
Ouro Preto. 


Terra 

in3 

2.828,00 

ni3 

553.00 

m3 

12.124,70 

ni3 

700.00 

m3 

359.00 

in3 

5.652,50 

m3 

452.00 

in 3 

4.211.00 

in3 

3.165.00 

ni3 

858.00 

m3 

21.293.00 

m3 

52.196.00 


Pedra 


m3 

53,00 


m3 

53,00 


Regulamento de taludes 


I a 

secção! 

[I a secção I a residência 

^2 a » » » 

m 

8.326,00 

m 

18.770,00 

2 a 

0 

2 a residência 

10.785,50 


3 a 

7 ) 

3 a » 

25.470.00 

m 

69.150.00 

ni 

73.500.00 

m 

84.000,00 

m 

40.230.00 

m 

40.058.00 

Linha central. . . 

i4 a 

» 

4 a . 




5 a 


5 a 

» 

je a • 




ij a . 

6 a 

» 

8 a * 


92 — 


Raraaes 


Santa Cruz 

I a residência de S. Paulo 
2 a » » » » 

Porto Novo 

Ouro Preto 


li. 815, 40 
400,00 
21 . 000,00 
6.840,00 

m 

35.537,00 

465.90L90 


Revestimento de córtes com leivas 


I iü 2 

2 a secção 2. a residência 1.464,00 

m2 

/5 a » 5.764,00 

5 a » <6 a » 2.700,00 

f m2 

\7* » 8.787,00 

ro2 

6 a » 8 a y> 10.202,00 

m2 

Ramal de Ouro Preto 16.102,00 


45.019,00 


Enroeamento de aterros 


Pedra 


m3 

1 2 a secção 2 a residência 888,100 

Linha central < m3 

/6 a » 8 a » 75,600 

m3 

Ramal S. Paulo 2 a » 327,800 


1.291,500 


Empedramento de cortes 


1 5 a residência 

ft a » 

7 a . .... 


w2 

8,00 


mH 


20,00 

m2 


88,00 

ni2 


150,00 


m2 

266,00 


Pedra 

m3 

8,044 

m3 

36,000 

m3 

39,960 

• m3 

84,004 


• Ramal Ouro Preto, 


Ramaes 


93 — 


Remoção tio terra e pedra desmoronada 


Terra Pedra 

in3 m3 

2 a secção 2* residência 2.679,730 323,000 

Linha central J 4» » 4a , 789"200 — 

ni3 

6 a » 8 a » ,. 267,000 — 

in3 

Santa Cruz 304,000 — 

ni3 

Ramaes ) S. Paulo I a residência 43,500 — 

Porto Novo 190,000 — 

ui3 ra3 

Ouro Preto 5.085,000 933,000 

m3 ie3 

9.358,430 1.256,000 


Rampamento d© cortes 


Linha central : 

Terra Pedra 

m3 m3 

I a secção 2 a secção da I a residência. . 2.048,600 750,000 

m3 m3 

2 a » 2 a residência 12.011,090 2.638,000 

m3 m3 

3 a » 3 a » 2.593,400 12,920 

Í m3 

5 a . 567,000 — 

ui3 

6 a » 556,000 — 

in3 

7 a » 1.837,000 — 

m3 

6 a » 8 a - » 7.812,500 — 

m3 

/Santa Cruz 280,000 

j in3 

Macacos 376,000 

I m3 in3 

) (I a residência 444,480 47,700 

\S • Paulo? m3 “ 3 

) (2 a . 26.117,120 126,000 

I iii3 m3 

Porto Novo 1.147,600 2.125,560 

1 '* m3 m3 

'.Ouro Preto 20.747,400 471,780 

m3 m3 

76.538,190 6.171,960 


Saibro 


m3 

241,200 


m3 

1.772,500 


m3 

2.013,700 


Linha central 


— 94 — 


Reforçamento cie aterros 


1* secção — 2 a secção da I a residência 

,2 a » — 2 a residência 

\4 a » — 4 a » 



0 

y> 


0 


Ramaes< 


jS. Paulo 2 a 
'Ouro Preto 


» 


Terra 

m3 

4.520,000 

m3 


8.564,100 

ra3 

1.960.000 

m3 

7.588.000 


m3 


2.781,000 

m3 


9.016,000 

iti3 

10.326,000 

m 3 

670,200 


ni3 

67.001,300 


in3 

102.426,600 


Valias de alvenaria 

2 a secção 

í£ a residência 


Foram construídas as seguintes valias de alvenaria : 

m . 

Concluiu-se a construcção da valia no pateo da Estação da Barra, kil. 107 + 729, 

m 

na extensão de 54,80, empregando-se : 

m3 

Alvenaria de pedra e argamassa 39, 184 

m2 

Rejuntamenlo a cimento 197, 18 

m m 

No kil. 72+669 construiu-se outra, medindo 95,00, empregando-se : 

ni3 

Alvenaria de pedra e argamassa 105,450 

m ra 

No kil. 72-J-694 construiu-se outra valia medindo 68,00 e parallelamente 

m k 

á linha outra de 50,00 de extensão, empregando-se em ambas : 

c ui3 

Alvenaria de pedra e argamassa 78,82 

m m 

No kil. 73 + 234 uma com o comprimento de 19,50 de alvenaria de pedra e 

m3 

argamassa, empregando-se o volume de 63,38. 


— 95 — 


3 a secção 

3 a residência 

m 

Construiu-se uma sargeta de alvenaria medindo 9,00 de comprimento no pateo 
da Estação do Desengano, empregando-se alvenaria de pedra com argamassa 

m3 

2,430. 

4 a secção 

4L 3 - residência 

m 

Construiram-se duas valias de alvenaria de pedra secca, medindo ambas 108,00 

m3 

e empregando-se 56,00 de pedra. 

5 a secção 

3 a residência 

ra 

Reparou-se uma valia na extensão de 8,00, empregando-se alvenaria de pedra 

ui 3 

com argamassa -no volume de 5,600 e rejuntou-se com cimento outra em 

ra2 

16,50, sendo a primeira no kil. 293 e a segunda no kil . 348. 

m 

No kil. 293 construiu-se uma valia medindo 33,00 com alvenaria de pedra e 

ra3 m 

argamassa 23,100 e no kil. 279 outra medindo 2,50 de alvenaria de pedra e 

m2 

argamassa 6,032. 

6 a residência 

m 

No kil . 403 construiu-se uma valia com 12,00 de comprimento, empregan- 

ra3 

do-se 13,440 de alvenaria de pedra e argamassa . 

T a residência 

m 

Em Lafayette, kil. 462, construiu-se uma valleta com 65,00 de comprimento, 

ni3 

empregando-se alvenaria de pedra e argamassa 39,000. 

Ramal de S. Paulo 

I a residência 

ra m m m 

Foram construídas valias nos kils. 140 + 531, 160+850, 1 66— {—556, 176+40 e 

ra ra 

175— [—895, medindo todas 352,30, empregando-se alvenaria de pedra com argamassa 

n>3 ra3 

164,107 e de pedra secca 133,330. 


* 


2 1 residência 


m 


Foram construídas nos kilometros 217+840, 228 e 256 valias de alvenaria, 

m m3 

medindo todas 391,00, empregando-se 47,400 de alvenaria de pedra com ar- 

ra3 

gamassa e 305,400 de alvenaria de pedra secca. 


Ramal de Porto Novo 


ra 

No pateo da Estação de Chiador construiu-se uma valia medindo 46,70 

m3 

de comprimento, empregando-se 58,303 de alvenaria de pedra secca. 


m m 

Nos kilometros 233 + 120 e 238 + 187 construiram-se duas valias medindo 

mm m3 


uma 34,00 e outra 64,00, empregando-se em ambas 85,130 de alvenaria de 
pedra secca . 


m ra 

No kilometro 235 + 187 construiu-se outra valia medindo 24,00 de com- 

m3 

primento e 50,460 de alvenaria de pedra com argamassa. 


Ramal de Ouro Preto 

m3 

Com alvenaria de pedra secca no volume de 50,925 construiram-se valias 

ra ra m m m 

nos kilometros 514 + 200, 516 + 462, 517 + 600, 526+30 e 539 + 644 na ex- 

ra 

tensão total de 57,00. 

ra mm na na 

Nos kilometros 503 +900, 504 + 97, 504 + 207, 509+950, 519+980, 

ra na m m na m ra 

520 + 600, 520 + 660, 520-]-700, 520 + 800, 520+850, 520+884, 521 + 400, 

m m m m m m m 

522 + 800. 522+850, 522 + 400, 522+960, 522+970, 523+500, 524 + 880, 

m m m ra 

524+900, 526 + 750, 532+300, e 534 + 782, construiram-se valias de alvenaria 

ra 

de pedra com argamassa, na extensão total de 1.304,50, empregando-se o volume 

ra3 

de alvenaria 1.873,240 


13 o — Muros e paredões 

2 a secção 

t residência 

Construcção de um muro de apoio no kilometro 70 com 12,90x4 00x0 75 
e alvenaria de pedra com argamassa 36,337. 


— 97 


No kilometro 70+049 e 70+033 construiram-se dons muros, tendo 

m ni m ui m m 

um 2,50x4,60x075 e o outro 4,00x2,50x0,75. 

ra3 

Volume de alvenaria com argamassa 16,125 

m 

Nos kilometros 85 + 394 e 108 construiram-se muros de arrimo, medindo 

Jn ui m m 

o primeiro 11,50 e o segundo 10,30x4,20x1,40. 

m3 

O volume de pedra secca empregado foi de 64,014 

Na base do aterro da Estação do Rodeio construiram-se dous muros de 

ui m m m m m 

arrimo, medindo um 93,40x1,20x1.00 e o outro 37,00x3,00x1,00, ambos 

ni3 

construídos de pedra, empregando-se o volume de 340,260 

3 a secção 

3 a residência 

m 

No kilometro 115 + 408 construiu-se um muro de apoio para suppressão da 
passagem superior na Estação de Ypiranga. 

oi m m 

Tem o comprimento de 40,00x1,00x0,00 e empregou-se o volume de 

ni3 in2 

alvenaria de pedra com argamassa 6,912. Rejuntamento a cimento 148,00 


4 a secção 

4 a residência 

mm m 

No kilometro 206 construiu-se um muro medindo 106,00x0,80x0,80, 

ii)3 

empregando-se 67,840 de alvenaria de pedra secca. 

6 a secção 

I a residência 

m m 

Construiu-se no kilometro 482+582 um muro de arrimo medindo 25,00x 

m m 

X 1,20x0,70 com alvenaria de pedra e argamassa, empregando-se o volume 

ra3 

de 22,875 

8 a residência 

m . m 

No kilometro 516+850 construiu-se um muro de arrimo medindo 24,20 

m3 _ 

de comprimento, empregando-se 201,750 de alvenaria de pedra ^com arga- 
massa . 

E. F. 13 


— 98 — 


m m m m 

No kilometro 518+444 construiu-se um muro de arrimo com 6,00X3,50X2,70 

m3 

e o volume de alvenaria secca 56, 700. 


Ramal de Macacos \ 

m 

No kilometro 67+990 construiu-se um muro de arrimo medindo 

m m m ui3 

18,00x0,80x0,50, empregando-se 7,200 de alvenaria de pedra secca. 

Ramal de Porto Novo 

m m 

Nos kilometros 248 + 795 e 254-j-200 construiram-se dous muros de arrimo 

m ra m 

com alvenaria de pedra secca, medindo o primeiro 13,40x1,00x1,70 e o 

ra ra in ro3 

segundo 24,00x0,80x1,50, empregando-se o volume de 51,010 de pedra. 

Ramal de Ouro Preto 

ra ra m m 

Nos kilometros 520 + 400,5 24 + 223, 528 + 848 e 534 + 782 construiram-se 

ra m 

muros de arrimo de pedra secca, medindo o primeiro 15,60, o segundo 51,00, o 

m m m3 

terceiro 35,00 eo ultimo 53,35, empregando-se em todos o volume de pedra 472,298. 

14° — Drains 


3 a secção 

3 a residência 

m 

Construiram-se dous drains de pedra secca nos kilometros 187 + 342 e 

m m m m ra m ra 

197 + 598, com as seguintes dimensões: 80, 90x1, 50x0, 30 e 43,90x1,20x0,30. 

m3 

Alvenaria empregada 84,300. 


5 a secção 

€> ? residência 

m 

Reconstruiu-se o drain do kilometro 378 na extensão de 60,00, empregando-se: 


Alvenaria de pedra e argamassa 3,600 

m3 

» » » secca 25,200 


/ 


— 99 — 


6 a secção 


í^ a i*esiclencia 


m m ui 

No kilometro 523 + 780 foi construído um drain medindo 7,00x1,50x0,40 


ni 3 


com alvenaria de pedra secca 4,200. 


Ramal de S. Paulo 

‘i 1 residência 

m 

No kilometro 202+320 foram construídos 3 drains, medindo cada um 

m m m ni3 

4,80x0,40x0,40, empregando-se 1,90 de alvenaria de pedra secca. 

Ramal de Ouro Preto 

m m m m 

Nos kilometros 505, 527+550, 532 + 300, 532 + 414, 533 e 520+840 

m m m 

construiram-se drains, medindo o primeiro 102,00x1,20x0,80, o segundo 

in ui ui m m m m m m 

35,00x1,00x0,80, o terceiro 22,50x1,00x0,80, o quarto 38,00x2,80x0,80, 

ui m m ui ui m 

o quinto 6,80 x 1,00 x 0,80 e o sexto 79,00 x 0,20 x 0,20, empregando-se 

iu3 

331,480 de alvenaria de pedra secca. 


15° — Estações e dependencias 


Executaram-se os seguintes trabalhos de reparações, reconstrucções e obras 
novas. 


I a secção 

I a resideneia 

Estação Central e dependencias (reparações e reconstrucções): 


in2 

Telhado reparado 2.911,00 

iu2 

Forro » 384,50 

n>2 

Assoalho » 509,48 

n>2 

Pintura a oleo 2.439,45 

mg 

Emboço e rebôco de paredes. 471,15 


— 100 — 


m2 

Caiadura nas paredes 878,55 

m3 

Alvenaria de tijolo nas paredes 7,603 

m3 

Dita de pedra com argamassa 6,312 

m2 

Chão cimentado e ladrilhado 20,57 

Vidros substituidos em caixilhos. 144 

Soldas feitas no encanamento d’agua e em calhas 

dos telhados 125 

m 


Na plataforma de passageiros foram substitnidos 3,00 de canos de chumbo de 

m 

0,019 de diâmetro no encanamento d’agua. 

No archivo da Contabilidade foram abertos 6 vãos de janellas e no armazém A 
foram abertos outros 6 e tapadas duas portas. 

m m 

Na officina telegraphica construin-se um sotão com 5,67 x 3,00 de área e pre- 

m 

parou-se 2 1,60 de grades de madeira. 

A sala que servia de reservada á agencia foi modificada para servir de casa forte. 

m ra 

Na sala das senhoras construiu-se um compartimento medindo 5,77 x 2,30. 
Na plataforma, no logar dos despachos e bagagens, construiu-se um commodo para 
dormitorio dos ajudantes do agente. 

ra ra 

Na Thesouraria foi assento um biombo envernizado de 4,00 X 2,20. 

No pateo da Estação ao lado do portão da rua do General Pedra construiu-se 


um necrotério, executando-se os seguintes trabalhos : 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 68,886 

tu3 

Dita de tijolo 15,016 

in2 

Emboço e reboco 249.00 

m2 

Caiadura 364,82 

m2 

Pintura a oleo * 136,14 

m2 

Rejuntamento a cimento 0,30 

ni2 

Forro e assoalho 18,02 

m2 

Cobertura com telhas planas 31,08 

Centro commercial 

No Escriptorio da rua da Alfandega fizeram-se os seguintes reparos : 

m2 

Emboço e reboco r 12,00 

Caiadura 224,00 

Soldas no encanamento d’agua 2 


— 101 — 


ksse Escriptorio foi transferido para o local occupado pela thesouraria do 
ex-Paço Imperial, para o que executaram-se os seguintes trabalhos : 

Emboço e reboco 1 40, 70 

Caiadura 597,00 

Pintura a oleo 541,30 

Assoalho reparado 72,60 

Telhado » 102,00 

Alvenaria de pedra com argamassa 0,970 

Vidros substituídos nos caixilhos 28 

Soldas no encanamento d/agua 13 


Estação d© S. Diogo © cl©p©nd©ncias 

m2 

Telhado reparado 1 .141,60 

Caiadura 323,00 

m2 

Pintura a oleo 2.763,00 

raí 

Cliao cimentado 152,40 

Soldas nos encanamentos d’agua c calhas do 

telhado 25 

Prolongou-se a valia que conduz a agua da lavagem dos carros, empregando-se : 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 7,930 

in3 

» » » secca 7,280 

n>2 

Ilejuntamento a cimento 34,00 

Substituiu-se a lona do abrigo das carroças por 

m2 

folhas de ferro rugado na superfície de 1.255,05 

Concluiu-se o augmento da coberta da plataforma empregando-se mais 12 co- 
lumnas, formadas de trilhos vignole assentes sobre sapatas de alvenaria : 

rn3 

Alvenaria de pedra com argamassa 3,120 

m2 

Cobertura com telhas planas 215,66 

ra 

Calhas de cobre 50,00 


Foram calçadas as extremidades da plataforma com parallelipipedos. 


Construiu-se uma sargeta de pedra em volta da reservada, empregando-se : 


in3 

Alvenaria de pedra com argamassa 14,456 

in2 

Rejuntamenío a cimento 17,25 

Foi reparado o gradil de madeira do embarcadouro 

m 

de carneiros em 70,70 


Na parada substituiram-se 13 vidros nos caixilhos. 

Officinas de S. Diogo e depeiidencias 

ni2 

Telhado reparado 4,20 

m2 

Emboço e rebôco 10,00 

Soldas no encanamento d’agua e calhas 56 

Vidros substituídos nos caixilhos 4 

Na valia de lavagem das machinas da rotunda 

m 

substituiram-se 92,87 de vigas de madeira de 


m2 

lei, sendo alcatroadas em 41,02 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 16,000 

m2 

Respaldo a cimento 28,00 

Na casa do agente da Estação : 

in2 

Caiadura 42,00 

m2 

Pintura a oleo 12,50 

Vidros substituídos nos caixilhos 7 

Soldas no encanamento d’agua 4 


Junto á casa do chefe do deposito construiu-se uma valia para encaminhar 

in 

aguas, medindo 5,00, empregando-se: 

iu3 

Alvenaria de pedra com argamassa 0,300 


Estação d© S. Ctiristovão 

Pintura a oleo 323,68 

LU *. 

Substituição de 3,00 de cancjs de chumbo de 1" no encanamento d'agua. 

Soldas nos encanamentos d' agua f § 

Foram assentes quatro guaritas sobre pilares de tijolos. 


— 103 — 


Alvenaria de tijolo 

Dita de pedra com argamassa 

Rejuntamento com cimento 

m 

Foi prolongada na extensão de 23,50 a plataforma da linha n. 

Alvenaria de pedra secca 

» . » » com argamassa 

Capeamento a tijolo 


ii)3 

0,912 


m3 


0,080 

ii)2 

0,80 


empregando-se: 


ni3 


12,280 

m3 


5,290 

i»3 


0,103 


Estação da Mangueira 


)n 2 

Telhado reparado 0,50 

LM 2 

Pintura a oleo 772,95 


Foi prolongada de 36,00 a plataforma de madeira da linha n. 2, e 


foi substituída a de madeira n. 1 por alvenaria: 


ni3 

Alvenaria de pedra com argamassa 68,890 

ra3 

» » > secca 39,300 

m 3 

Capeamento de tijolo 6,955 


Foi assente um encanamento dagua na extensão de 36,00, empregando-se canos 

m 

de chumbo de 0,019 de diâmetro. 

Em seguimento á valia aberta nos terrenos do Turf-Club abriu-se outra na 

m 

extensão de 267,00. 

m 

Construiram-se duas valias de alvenaria medindo 26,00, empregando-se: 


in3 

Alvenaria de pedra secca 36,170 

ui 3 

» » » com argamassa 4,000 


Estação cl© S. Francisco Xavier 

má 

Telhado reparado 1,20 

m3 

Capeamento de tijolo da plataforma reparada 0,686 

Para abastecimento d'agua do deposito da estação assentou-se urn encanamento 

ra m 

medindo 36,00 de cano de chumbo de 0,019 de diâmetro. 


— 104 — 


Estação do Rocha 


Foi assente o novo edifício de madeira para estação e de uma guarita exeeutan- 
dose os seguintes trabalhos : 


m3 

Alvenaria de pedra secca 30,000 

m3 

i » » com argamassa 8,928 

m3 

» » tijolo 1,396 


Prolongamento da plataforma de alvenaria : 


m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 17,404 

m 3 

» » » secca 22,800 

m3 

Capeamento de tijolo 2,130 

m2 

Ladrilho na plataforma 17,36 


m m 

Assentamento de 52,00 de canos de chumbo de 0,019 de diâmetro para 

ui tn 

encanamento d’agua e de 25,00 de manilhas de barro de 0,10 para esgoto. 


Estação do Itiacliiielo 

Telhado reparado 

Pintura a oleo 

Caiadura 

Soldas no encanamento d’agua 

Vidros substituídos 

Foi assente uma guarita e prolongada a plataforma: 

Alvenaria de pedra com argamassa 

Rejuntamento com cimento 

Capeamento de tijolo 

Estação de Sampaio 


m2 

242,50 

n>2 

158,30 

m2 

60,60 

4 

26 


m3 


19,300 

m2 


26,00 

ra3 


0,880 


m2 

246,40 

m2 

25,00 

3 




Pintura a oleo 

Cerca de madeira reconstruída 
Soldas no encanamento d’agua 


105 — 


Concluiu-sc o augmento da plataforma : 

ui3 

Alvenaria dc pedra e argamassa 5,445 

in3 

» » » secca 73,598 

m3 

Capeamento de tijolo 7,268 

ai 2 

Ladrilhamento 19,68 

in 2 

Rejuntamento a cimento 100,10 

Construcção de dous muros de testa no boeiro em frente á plataforma 

ni3 

Alvenaria de pedra secca 6,720 

Construcção de uma sargeta ao lado da estação: 

in3 

Alvenaria de pedra secca 32,000 

m 2 

Calçamento a parallelipipedos 27,76 

Mudou-se a guarita que serve de reservada para junto da cancella: 

ui 3 

Alvenaria de tijolo 0,368 

ii)3 

» » pedra com argamassa 0,320 


Estação do Eiigenlio Kovo 

m2 

Telhado reparado 1,00 

ni2 

Caiadura 418,50 

in2 

Emboço e reboco 23,00 

m2 

Pintura a oleo 2.308,86 

ro2 

Pintura a verniz coaltar 44,30 

Solda nos encanamentos d’agua e calhas 86 

Vidros subslituidos 14 

Prolongamento da plataforma da linha n . 1 : 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 4,320 

m3 

Alvenaria de pedra secca 3,780 

m3 

Capeamento de tijolo 1 1,049 

ni2 

Rejuntamento a cimento 26,25 

m2 

Ladrilhamento 46,20 


E. F. 14 


— 106 — 


Reparação do muro da plataforma : 

ni2 

Emboco e reb ôco 1 9, 20 

ui 2 

Caiadura 27,20 

Deu-se começo ácoustrucção de um necrotério no extremo da plataforma 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 13,340 

ii)3 

» » tijolo 28,811 


Estação do Meyer 

Soldas no encanamento d’agua 3 

Prolongou-se a plataforma, executando-se os seguintes trabalhos : 

in3 

Alvenaria de pedra e argamassa 27,749 

in3 

» » » secca 39,906 

ni3 

Capeamento de tijolo 7,674 

LO 2 

Rejuntamento a cimento 42,50 

Construiram-se tres sargetas calçadas a paralleli- 

m2 

pipedos na superfície de 22,00 


Estação de Todos os Santos 

Soldas no encanamento d’agua 7 

ni 

Construcção de 57,00 de cercas de madeira no jardim: 

ni2 

Pintura a oleo 167,60 

Foi prolongada a plataforma, excutando-se o seguinte : 

Alvenaria de pedra com argamassa 2,276 

ni3 

• • » secca 8,160 

Capeamento com tijolo í, 3 286 

Rejuntamento a cimento 12,24 

Estação do Engenho, de Dentro e dependencias 

31,30 

m2 

2. 98c, 20 


/ 


Telhado reparado 
Pintura a oleo . . . 


107 — 


ui2 

Emboço e reboco 134,30 

ni2 

Caiadura 145,00 

Vidros substituídos 15 


Soldas no encanamento d’agua 


Foi prolongada a plataforma, fazendo-se o seguinte: 

x in3 

Alvenaria de pedra e argamassa 18.3G0 

m3 

» » » secca 24,540 

m3 

Capeamento com tijolo 6,256 

in2 

Rejuntamento a cimento 441,60 

in 2 

Cobertura da plataforma com telhas planas.... 384,00 

Concluiu-se a construcção do gradil de madeira 

m 

no jardim da estação 90,00 


OíTlcinas da Locomoção e dependencias 

Continuou a modificação e augmento nos commodos destinados a morada 


do chefe da Locomoção. 

in2 

Caiadura 284,00 

iu2 

Pintura a oleo 2.251,20 

m2 

Emboço e reboco 99,50 

ii)2 

Telhado reparado 4,00 

Vidros substituídos 68 

ni2 

Assoalho 55,00 

ii)3 

Alvenaria de tijolo 2,344 

in2 

Ladrilho no terraço 280,56 

Reparação da casa n. 4 da rua Padilha. 

ni2 

Emboço e reboco 23,50 

m2 

Caiadura 289,80 

ui 2 

Pintura a oleo 12,80 


Casa das oiHcinas, reparações 

* ni2 

Emboço e reboco 543,00 

rn2 

Caiadura. r ? r 4 .054,90 


— 108 — 


ra3 

Pintura a oleo • 2 . 385,60 

m2 

T8lhado reparado 163,50 

ra2 

Cimentação 170,50 

m2 

Assoalho 137,60 

m2 

Forro 5,90 

Soldas no encanamento 34 

m3 

Alvenaria de pedra e argamassa 5,400 

m 

Reconstrucção do gradil de madeira 32,00 

No collegio: 

Soldas nas calhas do telhado 4 

No jardim das Officinas foi assente o busto do cidadão Mariano Procopio 
Ferreira Lage sobre uma columna de cantaria. 

m3 

Aterro nos terrenos das Officinas, terra 289,000 

Estação cio Encantado 

m2 

Pintura a oleo 48,70 

Soldas no encanamento d’agua 12 

m3 

Alvenaria de pedra secca 0,320 

m3 

* » tijolo 0,163 

Augmento da plataforma da estação: 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 14,320 

m3 

» » » secca 11,720 

m3 

Gapeamento com tijolo 2,865 

T . . m2 

Rejuntamento a cimento 79,45 

m2 

Ladrilhamento 19,95 

Estação da Piedade 

Assoalho reparado 28, *35 

Chão cimentado 5^20 

Pintura a oleo „ 1 , 143,50 

Emboço e reboco 24,00 

Caiadura 85,00 

Alvenaria de tijolo 0,072 


/ 


— 109 


Foi assente um encanamento de manilhas de 0,10 na extensão de 8,00 e 35,00 

m 

de canos de chumbo de 0,019 para encanamentos de esgoto e d’agua para a reser- 
vada. 

Para encaminhar as aguas pluviaes de uma valia assentou-se um encanamento 

m m 

de manilhas de barro de 0,30 na extensão de 2,40. 

Estação d© Cupertino 


m2 

Telhado reparado 12,00 

ui 2 

Pintura a oleo 296,00 


Foi substituidaa plataforma, que era formada de trilhos Barlow, por alvenaria de 


pedra. 

iu3 

Alvenaria de pedra e argamassa 77,650 

m 3 

» » » secca 14,875 

in3 

» » tijolo no capeamento 28,348 

m2 

Rejuntamento 307,75 

ni2 

Ladrilhamento 16,00 

Soldas nos encanamentos d’agua 2 


Estação d© Cascadura © depeodencias 


in2 

Assoalho reparado 1,94 

m2 

Emboço e reboco 11,02 

Cimentação 8,00 

Substituição de vidros 3 

Soldas no encanamento d’agua 19 

m3 

Alvenaria de tijolo 0,640 

ra3 

» » pedra com argamassa 0,792 

Prolongou-se o armazém : 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 95,544 

ui3 

» » tijolo 17,086 

J m2 


356.80 

ni2 

322.80 


Emboço 
Reboco . 


— 110 — 


mi 

Assoalho 81,84 

in2 

Piotura a oleo 489,40 

m2 

Cimentação 151,85 

Foi prolongada a plataforma: 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 35,625 

m3 

Capeamento de cantaria 1 ,938 

ni2 

Calçamento de parallelipipedos 233,00 


Foi assente uma guarita para guardar chave e uma para servir de reservada. 
Deu-se principio á conslrucção da casa para residência do agente, no pateo da 


estação. 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 33,174 

LU 3 

» » tijolo 9,113 

m 3 

» » pedra secca . 7,300 


Estação de Madureira 

Ficou concluida a construcção desta estação, executando-se os seguintes tra- 


balhos: 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 4,190 

m3 

Capeamento de tijolo na plataforma 23,124 

m2 

Rejuntamento 588,70 

m2 

Pintura a oleo no edifício . . . .. 505,55 

Cobertura da plataforma com columnas de trilhos 

ni2 

e telhas planas 89,00 


Foram assentes duas guaritas uma para dormitorio do praticante e outra para ser- 
vir de reservada da casa de residência do agente. 

Foram assentes os encanamentos para esgoto e agua, tanto da agencia, como da 

ni m 

reservada, medindo o primeiro 26,40 e empregando-se manilhas de barro de 0,10 e 

m in 

o segundo 250,00 empregando-se canos de chumbo de 0,019. 

Construiu-se ,uma cerca de madeira no pateo da casa de residência do agente, 

m 

ipedjndo 24,45. 


/ 


— 111 — 


Estação de Sapopeinba 


mi 

Telhado reparado 38,00 

Soldas no encanamento d 5 agua 14 

Foi reparado o gyrador, empregando-se : 

ni3 

Alvenaria de pedra com argamassa 1,02 

m 2 

Respaldo com argamassa 22,00 

Estação de Maxambomba e dependencias 

m2 

Telhado reparado 175,00 

m2 

Emboço e reboco 24,00 

in2 

Pintura a oleo 74,60 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 12,760 

ui m 

Substituição de 80,00 de cano de chumbo de 0,019 no encanamento d’agua e de 

ui ui 

180,00 de manilhas de barro de 0,15 no de esgoto. 


Assentamento de uma balança Fairbank no armazém : 


m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 22,677 

in3 

» de tijolo 5,184 

m m 


Encanamento de esgoto da balança 96,00 de manilhas de barro de 0,10 
Reparação do calçamento de parallel ipipedos na 


m 2 

plataforma 256,00 

Estação de Queimados 

m2 

Pintura a oleo 1.245,55 

m2 

Caiadura 191,90 

m2 

Reboco e emboco 168,50 

m2 

Telhado reparado 100,00 

m 2 

Assoalho reparado, 116,080 

m2 

Rejuntamento a cimento 65,00 

Vidros substituidos 20 

Soldas no encanamento d’agua 12 


— 112 — 


Estação cie Belém e dependenciag 


Telhado reparado 485,80 

m2 

Reboco 61,00 

m2 

Pintura a oleo 20,40 

_ ms 

Cimento no chao 47,20 

Soldas no encanamento d’agua 24 

m 

Calhas substituidas nos telhados. 1 15,00 

m 

Conductores idem 24,00 

m ra 


Foram substituidos 284,00 de cano de chumbo de 0,019 no encanamento d’agua. 
Foram assentes dous encanamentos de esgoto das aguas pluviaes, empregando-se 

m m 

140,00 de manilhas de barro de 0,10 de diâmetro. 

Foi construída uma plataforma de madeira com columnas de trilhos para em- 
barque de lenha da Companhia Ramie. 

Na casa de residência do agente fez-se o seguinte trabalho : 

hi2 

A ssoalho reparado 51,20 

2 a secção — 2 a residência 

Estação cie Oriente 


m2 

Cimento na plataforma 239,20 

Solda na calha do telhado 1 


Foi demolida esta estação para construcção de novo edifício . 
No embarcadouro de gado construiu-se uma cerca 


m 

com duas varas de trilhos, na extensão de 16,70 

Estação de Palmeiras e dependencias 

ro2 

Pintura a oleo 1 . 129,00 

m3 

Caiadura 124,90 

Vidros substituidos 14 

Na casa de residência do agehte : 

m2 

Pintura a oleo 352,50 

Soldas no encanamento d’agua 2 


113 — 


Estação cie Rodeio e dependencias 

Concluiu-se a constmcção da nova estação : 


m2 

Pintura 4,70 

Vidros substituídos 11 

m2 

Telhado reparado 5,00 


Estação de Mendes 


m2 

Assoalho reparado 93,30 

m2 

Pintura a oleo , , 33,70 

m2 

Coberta da plataforma reparada 122,90 


Collocação de 2,80 de conductores de zinco no telhado. 

m2 

Construiu-se na estação um commodo medindo 10,00 para dormitorio de um 
guarda . 


Estação de SanPAnna 


Substituiu-se 2,00 de cano de chumbo de 2” e 3,00 de canno de 3/4 no enca- 
namento d’agua da estação . 

m3 

Terra empregada em aterro 2.804,200 


Estação da Barra e dependencia 


m2 

Telhado reparado 14,00 

m2 

Pintura a oleo 852,90 

m2 

Emboço e reboco 22,75 

m2 

Ladrilhamento 12,00 

m3 

Alvenaria de pedra e argamassa.. .’ 7,560 

m2 

» » tijolo 0,895 

Soldas no encanamento d’agua. 14 

P. F, 15 


— 114 ~ 


Substituiram-se 19,00 decano de chumbo de 1/2” no encanamento d’agua. 
No hotel da estação üzeram-se as seguintes reparações e construiram-se dous 
commodos : 


m2 

Emboço e rebôco 284,00 

m2 

Pintura a oleo 573,30 

m2 

Chão cimentado 210,40 

»i3 

Alvenaria de pedra com argamassa 5,425 

m3 

» » tijolo 15,380 

m2 

Caiadura 129,50 

Vidros substituídos 36 


Foi reparado o encanamento d’agua, substituindo-se 128,00 de cano de 

m 

chumbo de 1/2” e assentou-se 15,00 de canno de chumbo de 3/4 para encana- 
mento da reservada. 

Continuou a construcção de um banheiro no hotel : 


m3 

Alvenaria de tijolo 0,616 

m2 

Pintura a oleo 10,30 

Deu-se principio á construcção de um deposito para agua : 

m3 

Alvenaria de tijolo. 5,283 


Continuou-se a construcção da rotunda da Barra, executando-se os seguintes 
serviços : 


ni3 

Alvenaria de pedra com argamassa 12,760 

m3 

Alvenaria de tijolo 617,395 

ra3 

Terra empregada no aterro 26.264,000 


Na casa de residência do agente assentou-se uma caixa d’agua medindo 

i» m in m 

0,91x0,50x0,48 e 7,00 de cano de chumbo de 1/2”. 

3 a secção — 3 a residência 

« 

Estação cl© Vassouras 

3 


/• 


Soldas no encanamento d’agua 


115 — 


Estação do Desengano e dependencias 

in2 

Telhado reparado 22,00 

Assentamento de uma privada no torreão e dos encanamentos d’agua, na ex- 

m m 

tensão de 106,00, empregando-se canos de ferro galvanisados de 0,06 e de manilhas 

111 m 

de 0,10 para esgoto na extensão de 145,00. 

Na casa de residência do agente lizeram-se as seguintes reparações : 

ni2 

Caiadura 743,20 

in2 

Pintura a oleo 400,50 

m2 

Chão cimentado 25,40 

Estação da Goncordia 

ui 2 

Telhado reparado 73,50 

ni2 

Pintura a oleo 2.488,60 

Vidros substituídos 16 

Soldas no encanamento d’agua 13 

m3 

Alvenaria de pedra e argamassa 31,860 

m3 

Cantaria.... 4,560 

Construiu-se uma plataforma e coberta da mesma com 5 columnas de trilhos e 

in2 

cobertura de telhas planas, medindo 80,00. 

Estação do Commercio 

mS 

Telhado reparado 21,70 

Soldas no encanamento d’agua 15 

Estação de Alliança 

m2 

Pintura a oleo 275,60 

Soldas no encanamento d'agua 11 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 80,000 

o 

m m 

Substituição de 59,60 de manilhas de barro de 0,10 no encanamento de esgoto. 
Continuou a construcção da coberta da plataforma. 


— 146 — 


EstaçSò cie Cãsál e dependencias 

m2 

Telhado reparado 16,00 

Na casa de residência do agente fizeram-se as seguintes reparações : 

m 2 

Telhado reparado 7,00 

ra2 

Pintura a oleo 297,60 

m2 

Gaiadura i 167,90 


Estação do I»aty 

m2 

Telhado reparado 3,60 

w2 

Pintura a oleo 221,25 

m 2 

Caiadura 316,20 


Estação de Avellar 

Continuou a construcção da casa para residência do agente : 

m3 

Alvenaria de tijolo 45,627 

m3 

» » pedra e argamassa 37,210 

m2 

Rejuntamento a cimento 70,00 

m2 

Pintura a oleo 678,10 

m2 

Emboço e reboco 168,60 

ra2 

Caiadura . ;.;.i 168,60 

m2 

Cobertura com telhas planas 110,00 

m 

Assentou-se o encanamento d’agua na extensão de 30,00 e y 2 de diâmetro e o de 

m m 

manilhas de barro de 0,10 para esgoto, na extensão de 51,00. 

Estação da Parahyba 

m2 

Telhado reparado 744,00 

' m2 

Pintura a oleo 451,80 

Emboço e reboco ; 970 . 10 

Caiadura 970,10 


/• 


— 117 


m2 

Parede de estuque reparada 30,00 

Soldas no encanamento d’agua 5 

m2 

Plataforma reparada 128,50 

ni2 

Chão cimentado 312,30 


Estação cl© Entre Rios e dependências 


m2 

Telhado reparado 243,20 

Vidros substituídos 27 

ni2 

Assoalho reparado do passadiço 21,75 

ra2 

Pintura do mesmo 898,60 

ra3 

Alvenaria de pedra com argamassa 14,500 

in2 

Rejuntamento a cimento 2,35 


Foi augmentada a plataforma e construiu-se um commodo com divisão de 

m m 

madeira na estação, medindo 6,30x5,80 para deposito de materiaes da Locomoção. 

m m 

Substituiram-se 11,00 de manilhas de barro de 0,10 na reservada da estação. 

m 

Na casa do fiel e encarregado do deposito substituiram-se 37,00 de manilhas 

ra 

de barro de 0,10 nos esgotos das reservadas. 


4 a secção — 4 a residência 

Estação cia Serraria e dependeneias 


m2 

Telhado reparado 1,32 

m3 

Rebôco 4,12 

Soldas no encanamento d’agua 14 

Vidros substituídos 20 

Construcção de um botequim na plataforma da estação : 

ra3 

Alvenaria de pedra com argamassa 1 1,842 

m3 

» » tijolo 65,220 

m2 

Assoalho 44,60 

m2 

Pintura a oleo 737,90 

m2 

Emboço 5,50 

m2 

Cobertura com telhas planas 99,00 


— 118 — 


Foi prolongada a plataforma da estação e a coberta : 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 23,030 

iu2 

Cimento no chão 127,90 

m2 

Pintura a oleo 142,00 

m2 

» a verniz 34,00 

Na casa de residência do agente : 

ni2 

Caiadura 12,80 

m2 

Pintura a oleo 63,80 


Estação cie Parahybuna 

in2 

Telhado reparado 2,25 

in2 

Caiadura 166,60 

m2 

Pintura a oleo 60,50 

in2 

Assoalho reparado 95,70 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 15,600 


Estação de Barão de Cotegipe 

ni2 

Telhado reparado 3,80 

ui 2 

Assoalho » 4,40 

in2 

Caiadura 406,50 

in2 

Pintura a oleo 133,20 

m2 

» a verniz coai tar 42,20 


Estação de Mathias Itaebosa 

m2 

Telhado reparado 4,60 

m3 

Concreto da plataforma reparado 2,000 


Estação de Cedofeita e dependencias 

Soldas no encanamento d ! agua 5 

m 3 

Concreto da plataforma reparado. 1,000 




— 119 — 


Na casa de residência do agente: 

m2 

Caiadura 349,80 

m2 

Pintura a oleo 327,50 

Vidros substituídos 8 


Estação do Ftetiro 

ni2 

Telhado reparado 26,25 

Estação d© Juiz de Fóra 

m2 

Telhado reparado 22,00 

in2 

Assoalho » 1,30 

in2 

Pintura a oleo 915,75 

ni3 

Concreto da plataforma reparado 0,300 

Vidros substituídos 47 

Soldas no encanamento d’agua e calhas 25 

ni3 

Alvenaria de pedra com argamassa 1,820 

m3 

» » tijolo 0,650 

Estação de M. Procopio e dependencias 

m2 

Assoalho reparado 24,00 

m2 

Pintura a oleo 38,75 

m2 

Caiadura 153,30 

m3 

Concreto da plataforma reparado 3,230 

Vidros substituídos 66 

m 

Assentaram-se 6,00 de cano de chumbo de 3/4 para encanamento de agua. 
Reconstrucção da casa de residência do agente: 

m2 

Caiadura 82,75 

m2 

Emboco e reboco 107,20 

m2 

Pintura a oleo 286,70 

m2 

Forro substituído 65,80 

Vidros substituídos 15 


5 a secção — 5 a residência 

Estação de Bemfica e dependeneias 


m2 

Pintura a oleo 1.084,55 

m2 

Gaiadura 623,80 

m2 

Assoalho reparado 10,00 

ra2 

Rejuntamento a cimento 654,00 

Construiu-se a coberta da plataforma, formada de 12 columnas de trilhos 

m2 

e coberta de telhas planas em 215,66 


Construiram-se dous compartimentos na Estação para dormitorio do pessoal dos 


trens especiaes de gado. 

n>2 

Pintura a verniz coaltar do embarcadouro de gado 79,20 

Na casa de residência do agente: 

m3 

Pintura a oleo , 46,70 

Vidros substituidos 8 


Estação Dias Tavares e dependencias 

Casa de residência do agente : 


m2 

Caiadura 77,90 


Estação de «João Gomes e dependencias 

m2 

Emboço e reboco 329,80 

m2 

Caiadura 2936,50 

ra2 

Cimento no chão 38,35 

ni2 

Pintura a oleo . 3758,55 

rn2 

» a verniz coaltar 1 .985,00 

Vidros substituidos ' 33 


Casa de residência do agente: 

Construiu-se um compartimento para servir de reservada e assentou-se um 

m m 

encanamento de manilhas de barro de 0,15 na extensão de 14,40 para esgoto. 


Estação Ewbank da Gamara 

Ex.ecularam-se os seguintes serviços para o assentamento do edifício da estação: 

m3 

Alvenaria de pedra e argamassa 1,232 

in§ 

» » tijolo 0,960 

in2 

Rejuntamento a cimento 38,20 

ui 2 

Pintura a oleo... 28,00 

Construcção de uma plataforma de madeira me- 

m 

dindo 18,70 

0 edifício é de madeira efoi construído por empreitada. 

Estação de Mantiqueira e dependeiicíaís' 

Casa de residência do agente: 

ui 2 

Gaiadura 172,00 

in2 

Pintura a oleo 1.043,10 

6 a residência 

Estação de «João Ayres e dependencias 

Gasa de residência do agente: 

ni2 

Caiadura ; 600,00 

m2 

Pintura a oleo 700,00 

Estação do Sitio e dependencias 

m2 

Telhado reparado 100,00 

Concluiu-se a construcção do barracão para deposito de sal: 

in3 

Alvenaria de pedra com argamassa 4,500 

iii2 

Pintura a oleo 700,00 

Na plataforma da estação construiu-se um barracão de madeira: 

m2 

Pintura a oleo * 304,00 

ií)3 

Gapeamento da plataforma .*;.**.. 56,000 

ui 2 

Rejuntamento a cimento * . . . 109,20 

E. F. 16 


Para commodo do fiel e telegraphista dividiu-se o antigo barracão por uma 
parede : 

in2 

Emboço e reboco 861,50 

m 2 ' 

Caiadura 704,00 

iu2 

Pintura a oleo 352,00 

m2 

d a verniz coaltar 20,00 

ii)2 

Assoalho e forro 42,00 

m 

Assentou-se um encanamento de chumbo de i / i « na extensão de 40,00 para agua 

in m 

e um de manilhas de barro de 0,15 na extensão de 50,00 para esgoto. 

Estação de Barbacena 


ni2 

Pintura a oleo 47,60 

m2 

» a verniz coaltar 21,00 

Vidros substituidos 6 

Soldas no encanamento d' agua 5 


Estação de Resaquinha e dependencias 

Na casa de residência do agente : 


ni2 

Caiadura 114,73 

Vidros substituidos 9 

m 


Assentaram 75,00 de canos de chumbo de l / i « para encanamento d’agua. 

7 a residência 

Estação de Garandahy e dependencias 


ii)2 

Telhado reparado 2,00 

iu2 

Caiadura 220,00 

ni2 

Pintura a oleo 280,00 

Na casa de residência do agente: 

in2 

Caiadura 360,00 


— 123 — 


Estação d© Clicistiano Ottoni 

ni2 

Telhado reparado 225,00 

m2 

Caiadura 391,00 

m2 

Pintura a oleo 1.026,80 

m2 

» a verniz coaltar 23,25 

m2 

Assoalho 37,15 

Vidros substituídos 5 

m3 

Alvenaria de tijolo 2,550 

m2 

Rejuntamento 34,00 

Estação de B. d© Macedo © de pendências 

Construiu-se um barracão de madeira para deposito de aguardente com 
columnas de trilhos e coberta de folhas de ferro rugado : 

m.t 

Alvenaria de pedra com argamassa 14,200 

m2 

Reboco 13,00 

m2 

Pintura a oleo 75,60 

Estação de Lafayette e dependeneias 

m2 

Telhado reparado 16,00 

m2 

Pintura a oleo 201,65 

Construiu-se um barracão para baldeação de mercadorias com columnas de 
trilhos e tapamento de madeira : 

m.3 

Alvenaria de pedra com argamassa 31,200 

ra2 

Cobertura com telhas planas 456,00 

Foi augmentado o restaurante : 

ra3 

Alvenaria de pedra com argamassa 3,672 

m3 

» » tijolo 5,426 

m2 

Emboço e robòco 22,36 

m2 

Pintura a oleo 1.090,45 

m2 

Assoalho 90,60 

m2 

Forro 76,95 

m2 

Cobertura de zinco 91,20 


Construcção de commodos para ferraria no abriga das ma chi nas : 


ir3 

Alvenaria de pedra e argamassa , . 0,202 

m3 

« de tijolo 1,240 

m2 

Reboco 116,10 

m2 

Caiadura 110,10 


Construiu-se uma valia para receber as aguas 

ra 

pluviaes do telhado do barracão, na extensão de 127,00 


m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 27 ,300 

ra2 

Rejuntamento a cimento 127,80 


Assentou-se um encanamento de manilha de barro de 0,15 na extensão de 

m 

32,00 para esgoto das aguas servidas do restaurante , 

Casa de residência do agente : 


m 

Caiadura ... . 470,05 

m2 

Forro substituído 5,87 


6 a secção — 8 a residência 

Estação de Congonhas 


Telhado reparado 14,25 

Saldas no encanamento d’agua. 2 

Na casa de residência do agente : 

Caiadura 279,85 

it>2 

Pintura a verniz coaltar 88,50 

Estação Miguel Burnier 

m2 

Pintura a oleo 121,00 

Soldas no encanamento d’agua . 3 

Concluiu-se a cobertura da plataforma : 

ii 2 

Pintura a oleo 128,20 

Capcampnto da cantaria na carvoeira. 3,0$ 1 


Construia-se um restaurante na estação : 

i»3 

Alvenaria de pedra com argamassa 8,925 

uiS 

Pintura a oleo 358,40 

m2 

Cobertura de zinco 39,00 


d© )0)bira 

ni2 

Pintura a oleo 318,85 

Vidros substituídos 10 

m m 

Assentaram-se 320,00 de cano de chumbo de 0,019 para encanamento d’agua 
da estação , 

Estação d© Santo An tonto cio Efcto Acima © dependências 

. . 1 m3 

Alvenaria de pedra o argamassa 10,200 

Continuação da construcção da casa para residência do agente : 

71.3 

Alvenaria de pedra secca 1 0, 380 

ui 3 

» » » com argamassa 21,670 

m3 

» » tijolo... 35,360 


Estaçíío Honorio Bsicallio 

Calçamento da rampa da plataforma : 

m2 

Alvenaria de pedra secca 64,120 

Continuação da construcção da casa de residência do agente: 

Dl 2 

Assoalho 23,60 

ni2 

Forro 21,10 

in2 

Cobertura com telhas planas 117,08 

Continuação da construcção do armazém : 

ui2 

Emboço e rcbôco 184,00 


— 126 — 


Ramal da Gamboa 

Estação Marítima 

in2 

Telhado reparado ' 210,00 

m2 

Pintura a oleo 2. 121,82 

ni2 

* a verniz coaltar 564,40 

in2 

Assoalho..... 14,06 

m3 

Alvenaria de tijolo 1,816 

m2 

Rejuntamento a cimento 1,36 

m2 

Forro collocado 78,56 

Soldas em encanamentos d’agua e calhas 82 

Vidros substituidos 144 

m 

Na ponte substituiram-se 6,00 de vigas de ma- 

m2 

deira de lei e fez-se a pintura a oleoem 819,44 

m2 

e do guindaste 664,68 

Foi augmentada a rampa, empregando-se 8 vigas em estacas forradas com 
folhas de cobre. 

m2 

Assoalho collocado 253,15 

Construiu-se um armazém provisorio no pateo da estação com tapamento de 
taboas. 

m2 

Assoalho 695,36 

m2 

Pintura a oleo 1 . 600,06 

m2 

Alcatroamento 821,00 

m2 

Cobertura com folhas de zinco rugado 897,80 

Deu-se principio a construcção de um armazém provisorio para inflammaveis : 

ui 3 

Alvenaria de pedra com argamassa 4,718 

iu3 

» de tijolo 0,086 

No pateo da estação assentou-se uma columna paralampeão de gaz : 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 1,745 

ni2 

Calçamento a parallelipipedos no pateo 237,20 


✓ 


— 127 — 


Ramal de Macacos 

Estação de Macacos 

Soldas no encanamento d’agua 7 

Ramal cie Santa Cruz 

Estação do Kealengo e dependencias 

Na casa de residência do conferente foram substituídos 23 vidros. Augmentou- 

m m 

se o encanamento d' agua de 15,00, empregando-se canos de chumbo de 0,019. 

Na do pessoal dos trens executaram-se os seguintes reparos : 


m2 

Telhado reparado 22, U0 

m2 

Reboco 68,60 

ni2 

Caiadura 190,20 

ni2 

Pintura a oleo 174,75 

ni2 

Rejuntamento a cimento 36,00 

Soldas no encanamento d’ agua 15 


Foi collocada na plataforma da estação uma columna e pia e 100,00 de encana- 

m 

mento d’agua com canos de 0,019 . 

Estação do Bangú 

Reparação nas guaritas que servem de estação e do guarda-chave: 


ii)2 

Assoalho reparado 18,16 

m 2 

Pintura a oleo 196,50 

ni2 

Cobertura com folhas de ferro rugado 91,00 


Augmento da plataforma de 22,00. 

Deu-se começo á construcção de um barracão para servir de armazém: 

n;2 

134,00 


Pintura 


05 


— 128 


Estação do Santíssimo 

Concluiu-se a construcção da estação no logar denominado Santíssimo: 


Alvenaria de pedra com argamassa 81,401 

in2 

Cantaria 1,541 

in2 

Rejuntamento a cimento 42,88 

m2 

Terra no aterro 923,80 

in m 


Assentamento de 9,80 de manilhas de barro de 0,30 para esgoto das aguas 
pluviaes . 

Estaçào de Campo Grande e dependendías 


m2 

Emboço c reboco 4,50 

iu2 

Caiadura . 201,G6 

ui2 

Pintura a oleo 998,08 

jd2 

» a verniz coaltar 10,75 

Soldas no encanamento d’agua 15 

Na casa que serve para dormitorio dos empregados da estação: 

n>2 

Caiadura 39,44 

mi 

Pintura a olee. . . . 78, G4 


Estação de Santa Cru* e dependenefas 

m2 

Caiadura 415,80 

ir>2 

Pintura a oleo 1.712,77 

Vidros substituídos 24 

Soldas nas calhas do telhado 25 


m 

Na casa de residência do agente foram assentes 8,40 de manilhas de barro de 
,10 para esgoto das aguas pluviaes. 

Soldas no encanamento d’agua. 5 


n>2 

230,55 




Abrigo de machinas : 
Pintura a oleo 


129 — 


Augmento dos commodos quo servem para dormi torio do pessoal dos trens: 


ni3 

Alvenaria de pedra com argamassa 4,308 

in 2 

Assoalho assente 36,34 

ni2 

Pintara a oleo 456,10 

Reparação do calçamento a parallelipipedos do 

in2 

paleo da estação e plataforma 96,48 

m 

Foi augmentado de mais 122,00 o curral de gado. 

iu2 

Calçada 182,26 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 2,200 

Foi reparado o circo do gyrador, empregando-se : 

ui 3 

Alvenaria de pedra com argamassa 12,000 

inJÜ 

Rehôco 199,40 

Estação do Matadouro 

ni2 

Telhado reparado 15,00 

ii)2 

Reboco 2,00 

m2 

Pintura a oleo 510,22 

ni2 

Forro 14,30 

Vidros substituidos, 7 


Collocou-se ama coberta na balança de pesar carros, formada com columnas de 


trilhos. 

in3 

Alvenaria de pedra com argamassa 3,600 

ni 2 

Pintara a verniz coai ta r 18,65 


Ramal de S. Paulo 
I a residência 

Estação de "Vargem Alegre e dependeneias 

Construiu-se uma casa para residência do conferente e telegraphista, cs- 


ecutando-se os seguintes trabalhos : 

ni3 

Alvenaria de pedra com argamassa 4,160 

m 3 

» de tijolo 38,831 


E. F. 17 


so 


— 130 — 


ni2 

Emboco e reboco 415,94 

m2 

Caiadura 493,56 

m2 

Pintura a oleo 433,44 

m2 

Rejuntamento a cimento MO, 00 

in2 

Assoalho 89,13 

m2 

Forro 89,13 


Assentou-se um encanamento d’agua medindo 110,00, empregando-se canos 

m 

de 0,019. 

Casa de residência do Agente : 

mâ 

Emboço e reboco 34,50 

m 

Foi assente um encanamento na extensão de 26,00 de manilhas de barro de 

m m 

,15 para esgoto da reservada e 20,00 de canos de chumbo de 0,019 para agua. 
Augmento da plataforma da estação : 


m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 44,250 

ni3 

Cantaria 2,224 

m2 

Rej untamento a cimento 54,40 

Cobertura formada de columnas de trilhos e telhas 

m2 

planas 118,20 


Estação de I»in lieiro e dependencias 

Continuou a construcção da casa para residência do conferente e telegraphista : 


rr.3 

Alvenaria de tijolo 56,100 

m2 

Emboço e reboco 635,45 

m2 

Caiadura 168,00 

m2 

Pintura a oleo 502,65 

ni2 

Forro e assoalho 89,46 

4 iri2 

Cobertura com telhas planas 189,88 

m 

Assentou-se um encanamento para esgoto de manilhas de barro de 0,15 na 

m m m 


extensão de 210,00 eum com canos de chumbo de 0,019 na extensão de 520,00 
para agua . 


/ 


— 131 — 

Foi augmentadaa plataforma c construída a coberta formada de columnasde 
trilhos: 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 51 ,75G 

m3 

Cantaria 3,984 

ui 2 

Rejuntamenlo 47,00 

m2 

Pintura a oleo 71,00 

in2 

» a verniz coaltar 16,80 

m2 

Cobertura com telhas planas 42,50 


Estação d© Volta Redonda © d ©pendem ei as 

Continuou a construcção da casa do conferente e telegraphista . 

IR 3 

Alvenaria de pedra com argamassa 0,966 

1113 

» » tijolo 36,328 

ni2 

Emboco e reboco 510,55 

m2 

Pintura a oleo 542,20 

ui 2 

» a verniz coaltar 8,24 

ib 2 

Caiadura 461,40 

ín 2 

Forro c assoalho 86,80 

ii)2 

Cobertura com telhas planas 181,30 

Foram assentes os encanamentos de esgoto c para agua, empregando-se no 

in ra m 

primeiro 183,00 de manilhas de barro de 0,15 e no segundo 130,00 de cano de 

1T1 

chumbo de 0,019. 

Augmento da plataforma: 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 22,970 

m 3 

Cantaria 8,115 


Estação da Barra Mansa 

ui 2 

Caiadura 550,28 

ni2 

Pintura a oleo 3046,55 

m2 

» a verniz coaltar 200,00 

ni2 

Assoalho reparado 23,35 

Construiram-se em cada um dos torreões um commodo com paredes depáo 


a pique. 


— 132 — 


Estação da Saudade e dependencias 

Foi augmentada a plataforma: 

ni3 

Alvenaria de pedra com argamassa 112,930 

in3 

Cantaria 7,500 

in3 

Capeamenlo de tijolo 1,275 

ii)2 

Rejnntamenlo 54,40 

ni2 

Cobertura de columnas de trilhos e telhas planas. 195,00 

Na casa do agente 

ii)3 

Alvenaria de pedra com argamassa 54,000 


Estação de Pombal 

Concluiu-se a construcção da casa de residência do agente: 

mg 

Caiadura 117,60 

ni2 

Pintura a oleo 457,70 

Assentaram-se os encanamentos para esgoto e agua, empregando-se no pri- 

ra mm" 

meiro 200,00 de manilhas de barro de 0,15 e no segundo 50,00 de canos de 

m 

chumbo de 0,019. 

Estação da Divisa 

Construiu-se o augmento da plataforma: 

» id3 

Alvenaria de pedra com argamassa * 80,350 

m3 

Cantaria 15,850 

mS 

Rejuntamento a cimento 244,50 

mg 

Chão cimentado 1 395,80 

Coberta formada de columnas de trilhos e telhas 

mS 

planas 388,40 

mg 

Pintura a oleo 262,50 


/ 


— 133 — 


2 a residência 

Estação de Rezende 

ni2 

Telhado reparado 1,68 

ni2 

Caiadura 259,96 

Soldas no encanamento d’agua 22 

Casa de residência do agente : 

Soldas no encanamento d’agua 2 

Estação de Campo Itello 

in2 

Telhado reparado 1,00 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 1 ,030 

Vidros substituidos 8 

Estação de Ita tiaya 

Casa de residência do agente: 

ni2 

Ladrilho reparado 20,00 

Vidros substituídos 12 

Estação de Boa "Vista 

n 2 

Telhado reparado 928,45 

id2 

Caiadura 494,35 

in2 

Pintura a oleo 1633,44 

ni2 

Assoalho reparado 6,71 

Forro » 40,00 

ui2 

Ladrilho da plataforma reparado 2,20 

Soldas no encanamento d’agua 11 

m m 

Foram substituidos 2,40 de manilhas de barro de 0,15 no encanamento de esgoto 
da reservada. 


— 134 


Estação cl© LavrinUas 


m2 

Telhado 112,00 

m2 

Emboço e rebòco 29,00 

m2 

Chão cimentado 03,20 

ni2 

Pintara a aleo 746,45 

Soldas no encanamento d’ agua 11 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 2,40Q 

Casa de residência do agente : 

nj2 

Telhado reparado 110,00 

ni2 

Assoalho » 2,20 

m2 

Emboco e rebòco 44,80 

Construiu-se na estação um commodopara o pessoal: 

m3 

Alvenaria de tijolo 71,400 


Estaçãode Queluz © clependeneias 

m2 

Emboco e rebòco 113,00 

nr, 2 

Caiadura 113,00 

m2 

Pintura a oleo 88,80 

Casa de residência do agente: 

m2 

Telhado reparado 129,45 

m2 

Emboço e rebòco 296,00 

m2 

Caiadura 192,50 

m2 

Pintura a oleo 962,15 

id2 

Assoalho reparado 15,84 

Vidros substituidos 19 


Estação cl© Cruzeiro e clependeneias 


Telhado reparado 

Pintura a oleo 

Vidros substituidos 

Soldas no encanamento d’agua 


m 2 

0,06 

m2 

12,75 

5 

8 




— 135 — 


Foram substituídos 5,00 de cano de chumbo de 0,019 no encanamento d’agua. 
Substituiu-se um portão no armazém. 

m 

Foi reparada a cerca do embarcadouro de gado na extensão de 250,00. 

Estação <1© Caclioeira 

ni2 

Assoalho reparado 40,35 

Vidros substituídos 87 

Soldas no encanamento d’agua 15 

Foram substituídas 4 columnas de ferro fundido na plataforma. 

Concluiu-se a construcção do armazém para inílammaveis: 

ni 3 

Alvenaria de pedra com argamassa 0,520 

m3 

Concreto 25,180 

m 3 

Pintura a oleo 477,30 

ni2 

Coberturas com folhas de zinco 204,00 

m 2 

Foi reparado o assoalho da carvoeira em 20,70 

Ramal de Porto Novo 

Estação d© Sarais E© 

Ficou concluído o edifício da estação : 

ín 2 

Pintura 29,45 

in2 

Concerto na plataforma 120,00 

Construiu-se uma casa para residência do agente : 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 53,040 

m3 

i> » tijolo 0,945 

ni2 

Emboço e reboco 239, 10 

m2 

Caiadura 129,30 

in2 

Pintura a oleo 235,00 

m2 

Rejuntamento a cimento 58,35 

Estsçso da S^erulia Longa © dependeneías 

Casa de residência do agente : 

Pintura a oleo. 04,00 


— 136 — 


Estação cio Cliiador e dependencias 


Telhado reparado . 

Reboco 

Caiadura 

Pintura a oleo — 
Forro reparado... 
Vidros substituídos 


m2 

74,20 

D) 2 

343,70 

ib2 

343,35 

ni2 

319,60 

m2 

205,00 

7 


Foi reconstruída a casa que serve de morada do agente : 


in 3 

Alvenaria de pedra com argamassa 18,290 

m3 

» » tijolo 5,680 

u )2 

Emboço e reboco 52,68 

ni2 

Caiadura 51,20 

m2 

Pintura a oleo 128,51 

m2 

Rejuntamento 11,20 


No armazém construiu-se um compartimento para deposito de bagagem. 


Estação d© Anta 

)h2 

Caiadura 81,00 

Casa de residência do agente: 

n)2 

Assoalho reparado 10,00 

in2 

Caiadura 104,00 

in2 

Pintura a oleo 144,10 

Estação de Sapucaia 

Pintura a oleo 36,80 

Vidros substituídos 17 

Soldas no encanamento d’agua 3 

Estação de Ouro Fino 

in 2 

Telhado reparado 25,50 

ii)2 

Assoalho * 96,65 

ii)2 

Forro » 88,45 


— 137 — 

ii)2 

Eraboço e reboco 18,40 

m2 

Caiadura .* 827,85 

m2 

Pintura a oleo 353,75 

Casa de residência do agente : 

m2 

Assoalho reparado 42,20 

Estação de Conceição 

Caiadura 

Soldas no encanamento d’agua 


m2 

48,00 

2 


Estação de Porto \’ovo e dependencias 


Soldas no encanamento d’agua 10 

m3 

Concreto reparado da plataforma 10,00 

Nas casas de residência do agente e ajudante fizeram-se os seguintes reparos : 

m2 

Reboco 46,00 

m2 

Caiadura 496,80 

m2 

Pintura a oleo 1213,35 

m2 

Forro reparado 9,00 

m2 

Chão cimentado 10,15 

Vidros substituídos 15 

Soldas no encanamento dagua 3 


Nos commodos destinados ao pessoal da locomoção executaram-se os seguintes 
reparos : 

Reconstruiram-se duas paredes de páo a pique. 


ni2 

Emboço e reboco 45,60 

má 

Caiadura 101,70 

m2 

Pintura a oleo 96,80 

m2 

Assoalho’ reparado 1 7,00 


E. F. lí 


— 138 — 


Ramal de Ouro Preto 

Estação do Tripuhy 

Foi assente um edifício de madeira para servir de estação : 


ni3 

Alvenaria de pedra com argamassa 125,232 

m3 

Cantaria. 11,660 

m3 

Concreto 9,527 

Estação de Ouro Preto e dependencias 

ni2 

Caiadura 204,80 

Soldas no encanamento d’agua.. 6 

Constrncção de um restaurante : 

in3 

Alvenaria de pedra com argamassa . . 23,980 

ni2 

Rejuntamento a cimento 1 1,00 

ii)2 

Pintura a oleo 48,65 


1 6 0 — Edifícios diversos 

I a secção da I a residência 
Casa do engenheiro residente, em S . Francisco Xavier : 


m2 

Caiadura 10,50 

m2 

Pintura a oleo 226,20 

Soldas no encanamento d agua 2 

No escriptorio da residência, em S. Christovão: 

m2 

Caiadura 66,00 

ra m 


Encanamento d’agua assente 59,00 de cano de 0,019. 

Cisa de residência do chefe do movimento, em S. Francisco Xavier: 


Soldas no encanamento d’agua : 6 

Na casa de residência do armazenista, rua Senador Pompeu: 

m2 

Caiadura 588,50 

ni2 

Pintura a oleo 369,60 


/ 


— 139 


Reparação do telhado, collocando-se 4 ventiladores. 

Soldas no encanamento d’agua 14 

Conslrucção de commodo para servir do cozinha: 

in3 

Alvenaria de pedra.com argamassa 3,018 

m3 

» » tijolo 8,950 

ni& 

Emboço e reboco 63,15 

m2 

Pintura a oleo 44,95 

m2 

Caiadura 146,75 

oi 2 

Assoalho 7,20 

m2 

Forro 13,45 

ni2 

Cobertura com telhas planas 13,36 

Nas casas de residência dos mestres de linha dos I o e 2 o districtos fizeram-se os 
seguintes reparos: 

in2 

Pintura a oleo 271,20 

Vidros substituidos 2 

Soldas nos encanamentos d’agua 5 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 0,144 

m3 

» í tijolo 0,144 

m in 

Assentamento de 7,20 de encanamento de chumbo de 0,019 para agua da 

m m 

reservada e reassentamento de 54,00 de manilhas de barro de 0,10 do encanamento 
de esgoto. Foram reparadas as casas das 2 a e 4 a turmas: 

m2 

Telhado 2,40 

m2 

Emboco e reboco 6,00 

i»2 

Caiadura 56,00 

rr.2 

Pintura a oleo 17,90 

Nas casas dos guardas das cancellas ns. 6, 10 e 15: 

Substituição de vidros 11 

»i2 

Caiadura 43,40 

n)2 

Emboço e reboco 1,20 

m2 

Pintura a oleo 231,45 


— 140 


Foram construídas duas casas nos kilometros 1 e 17 para residência das 1* e 7* 


turmas: 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 32,189 

m3 

» » tijolo 66,000 

m2 

Emboço e reboco 736,06 

m2 

Caiadura 257,45 

m2 

Pintura a oleo.. 205,60 

m2 

Assoalho 37,65 

m2 

Chão cimentado 0,25 

m m 


Assentamento de 250,00 decano de chumbo de 0,019 para agua. 


2 a secção da I a residência 


Fo r am reparadas as casas dos mestres de linha dos 3 o e 4 o disírictos: 
Caiadura. 86,10 

n>2 

Pintura a oleo 246, '45 

1 ri)2 

Foram reparados os telhados das casas das 5 a e 6 a turmas em 128,55. 

2 a Secção 


S a residência 


Foi reconstruída a casa de residência do engenheiro, em Rodeio : 


. ni3 

Alvenaria de pedra com argamassa 8,975 

nt3 

» tijolo.. 2, "860 

I » id2 . 

Emboço e reboco 138,20 

n>2 . , 

Caiadura 14,75 

j»2. 

Assoalho 17,50 

m2 

Pintura a oleo 236,00 

m m 

Assentamento de 42,00 de manilhas de barro de 0,15- para esgoto da reser- 

m m 

vada e 26,00 de cano de chumbo de 0,019 para agua. 

m2 


No deposito de materiaes foi reparado o assoalho 25,46 e no escriptoHo da resi- 
dência substituídos 4 vidros. 


/ 


141 — 


Na casa de residência do armazenista : 


m2 

Emboço 9,15 

m2 

Caiadura 102;65 

Vidros substituídos 6 


e na casa do mestre de linha do 5 o districto : 


m2 

Caiadura 103,15 

m2 

Pintura a oleo 340,70 

Vidros substituídos 9 


Foram reconstruídas as casas de residência das I a c 4 a turmas, situadas nos 

m m 

kilometros 64+837 e 77+457 : 


m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 27,359 

m3 

» » » secca 10,395 

m3 

» » tijolo 19,535 

iti2 

Emboço e reboco 439,89 

m2 

Caiadura 250,25 

n>2 

Pintura a oleo 63,20 


3 a secção 

3 a residência 

Na casa de residência do engenheiro, em Entre Rios, foram substituídos 6 
vidros . 

Foi reparada a casa do mestre de linha do 8 o districto: 


m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 7,040 

m3 

» » tijolo 23,235 

m2 

Emboço e reboco 145,60 

in2 

Pintura a oleo 134,65 

• m2 

Forro reparado 24,00 

Vidros substituídos 16 

Na casa de residência da 10 a turma : 

m2 

Telhado reparado 10,00 


— 142 — 


Foram construídas as casas para residência das I a , 2 a , 3 a e 4 a turmas, nos 


kilometros : 

in m m m 

HO-f-790, 116 + 213, 121 + 400 e 126+568, executando-se os seguintes trabalhos: 

id3 

Alvenaria de pedra com argamassa 77,720 

m3 

* » tijolo., 155,920 

mi 

Emboco e reboco 490,80 

mi 

Pintura a oleo v 450,45 

mi 

Cobertura com telhas planas 59,50 


4 a secção 

4* residência 

Concluiu-se a construcçãò da casa para residência do engenheiro em Mariano 


Procopio . 

- ; m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 8,450 

m3 

• • tijolo 141,130 

u>3 

Cantaria 1,530 

m2 

Rejuntamento 172,60 

mi 

Emboço e reboco 207,70 

mi 

Pintura a oleo 1534,95 

n>2 

Assoalho 83,70 

mi 

Forro 126,45 

m2 

Coberturacom telhas planas 213,00 

Assentamento dos encanamentos de esgoto para agua, empregando-se no pri- 


m ra m 

meiro 9,00 de manilhas de barro de 0, i 5 e no segundo 30,00 de cano de chumbo 

m 

de 0,019. 


Na casa do mestre de linha do 14° districto: 

ni2 

Telhado reparado 3,00 

Foram reparadas as casas das 9 a e 10 a turmas. 

. m2 

Emboço e reboco 38,75 

m2 

Caiadura 439,55 

mi 

Pintura a oleo 84,50 

mi 

» a verniz coaltar 130,65 


— 143 — 


5 secção 

ÍJ J residência 

Na casa de residência do engenheiro, em João Gomes : 

Substituição de vidros 15 

m íTi 

Substituição de 2,00 de cano de chumbo de 0,019 no encanamento d’agua. 
Foram reconstruídas as casas das l a ,2 a ,3 a ,4 a ,5\6 a ll*, 12 a , 13 a , 14 a e 15 a turmas- 

m m in m rn 

situadas nos kilometros 2794-932, 284+643, 291+803, 295 + 704, 299+G62 1 

m m m m m 

305 + 216, 328+846, 334+942, 338 — | — 9 10, 344 e 349— J— 800, executando-se os- 
seguintes trabalhos: 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 18,168 

m3 

» » tijolo 82,748 

m2 

Emboço e reboco 1095,00 

m2 

Caiadura 1953,00 

Pintura a oleo 780,00 

Foi também reconstruída a casa do guarda da passagem de nivel do kilometro 

m . . 

331+285: 

m3 

Alvenaria de tijolo 5,645 

Emboço e reboco 168,65 

m2 

Caiadura 160,00 

m2 

Pintura a oleo 70,00 

Vidros substituídos 15 

Executaram-se as seguintes reparações na casa do guarda do tunnel n. 23, do 

m 

viaducto da Posse, kilometro 318+571 e da passagem de nivel do kilometro 328: 

m2 

Emboço c reboco 257,40 

m2 

Caiadura 233,35 

m2 

Pintura a oleo 171,45 

6 a residência 

Na casa de residência do engenheiro, em Barbacena, fizeram-se as seguintes 
reparações : 

ni2 

Pintura a oleo 152,03 

Vidros substituídos 18 


— 144 — 


Na do mestre de linha do 23° disteicto, kilometro 379, foram : 

Vidros substituidos — ... — .. ... . . .. 4 

Na casa da 7 a turma, kilometro 383, foram feitas as seguintes reparações : 

m2 

Emboco 192,00 

n>2 

Pintura a oleo 78,60 

Reconstruiu-se a casa da 6 a turma, kilometro 378 : 

m3 

Alvenaria de tijolo 14,000 

m8 

Telhado 60,00 

m2 

Emboço e reboco 140,00 

m2 

Pintura a oleo 72,00 

iu2 

Forro e assoalho 64,00 

T a residência 

Casa de residência do engenheiro e no escriptorio, em Lafayette : 

m2 

Pintura a oleo 2012,75 

m2 

Rejuntamento a cimento 146,80 

m m 

Foram substituidos 4,80 de manilhas de barro de 0,15 no esgoto da reservada. 
Na casa de residência do armazenista, situada também em Lafayette : 

m2 

Caiadura 281,00 

Nas casas dos mestres de linha dos 27° e 28° districtos, situadas em La- 

m 

fayette e kilometro 482 + 856, fizeram-se os seguintes reparos: 

m2 

Caiadura 389,00 

Vidros substituidos 7 

Foram reparadas as casas das 7 a , 8 a , 9 a , 10 a , 11 a , 12 a e 13 a turmas nos 
kilometros 452, 455, 462, 463, 470, 476 e 480. 

k m2 

Emboço e reboco 497,75 

m2 

Caiadura 1535,70 

m2 

Pintura a oleo 414,30 

m2 

» a verniz coaltar 223,60 


/ 


Foi augmentado o abrigo que serve dc deposito aos niateriaes da Residcncia 


em Lafayette, dc 22,30x5,50. 

m3 

Alvenaria dc pedra com argamassa 0,110 

in 2 

Pintura a oleo 54,40 


6 a secção 

8 a residência 

Na casa de residcncia do engenheiro, em Itabira, foram collocados no te- 


m m 

lliado 14,00 de calhas e 9,00 de conductores de zinco: 

m2 

Pintura a oleo 120,0. 


Na casa do mestre de linha do 30° districto, kilometro 523, assentaram-se 

ttl 

0,50 de calhas no telhado. 

Foi reparada a casa da 0 a turma: 

m2 

Telhado 20,00 

m 

Foram construidas as casas para a 10 a e 13 a turmas nos kilometros 530 + 452 


e 540: 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 10,010 

ra3 

» » tijolo 11,040 

m2 

Assoalho 72,22 

m2 

Forro 15,50 

m2 

Cobertura com telhas planas, 138,00 

m2 

* * folhas de zinco 83.70 


Ramal de Santa Cruz 

Na casa do engenheiro da 2 a secção da I a residência, em Realengo, fizeram-se as 


seguintes reparações: 

ni2 

Emboço e rebôco 7,87 

m2 

Caiadura 00,80 

m2 

Pintura a oleo 80,00 

Vidros substituídos 8 


E. F. 13 


— 146 — 

Na do armazenista : 

Soldas no encanamento d’agua 5 

Na do mestre de linha do I o districto: 

Soldas no encanamento d’ agua 3 


Ramal de Macacos 

Casa da turma : 

m2 

Pintura a oleo 290,50 


Ramal de S. Paulo 

I a residência 

Casa do engenheiro residente em Pinheiro : 

m 2 

Emboço e reboco 21,45 

m2 

Caiadura 49,15 

m2- 

Pintura a oleo 78,10 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 0,270 

m3 

» » tijolo 0,596 

Na casa do armazenista e dos mestres de linha do 2° e 4° districtos, fizeram-se 
as seguintes operações: 

m2 

Emboço e rebôco 130,10 

mZ 

Caiadura 806,30 

m 2 

Pintura a oleo 469,95 

m2 

» a verniz coaltar 72,50 

m3 

Concreto 3,670 

Nas casas da 10 a e 12 a turmas foram substituidos 21 vidros nos caixilhos. 

m 

No kilometro 156 + 732 começou a construcção da casa para residência do 
mestre de linha do 3° districto executando-se os seguintes trabalhos : 

m2 

182.55 

m 2 

210.55 


/ 


Caiadura 
Pintura a oleo 


Concluiu-se aconstrucção da casa para a 1’ turma, kilometro 110 + 640. 


mg 

Pintura a oleo 17,00 

mg 

j> a verniz coaltar 24,35 

Na carpintaria da residência foi reparado o te- 

mZ 

lhado em 264,00 


8 a residência 


Na casa de residência do engenheiro em Queluz : 


m2 

Assoalho reparado 6,45 

Soldas nos encanamentos d’agua 6 

ra m 


Substituição de 18,60 de manilhas de barro de 0,10 no encanamento de 
esgoto . 

Na casa de residência do armazenista e dos mestres de linha do 5 o e 6 o dis- 
trictos, fizeram-se as seguintes reparações: 


mZ 

Telhado reparado 2,60 

mZ 

Emboço e rebôco 125,50 

ra2 

Caiadura 983,50 

mg 

Pintura a oleo 283,95 

Vidros substituídos 2 

m3 

Concreto 3,680 

m3 

Calçamento com alvenaria ordinaria 9,290 


Foram reparadas as casas da 1% 2 a , 4 a e 5* turmas : 


mg 

Telhado reparado 9,40 

mg 

Caiadura 622,55 

mg 

Pintura a oleo 266,85 

m2 

» a verniz 66,55 


Foram construídas as casas paraa 3 a , 13 a , 14 a e 15 a turmasnos kilometros 

m m m m 

206+ 620, 253 + 517, 258 + 560 e 263 + 300: 

m3 


Alvenaria de pedra com argamassa 94,120 

m3 

» > tijolo 62,440 

J m3 

» » pedra secca 16,570 


— 148 — 


ii)2 

Emboco e rebõco 687,45 

m2 

Caiadura 224,65 

m2 

Pintara a oleo 170,57 

iii2 

Rejuntamento 8,28 

íii 2 

Cobertura com telhas planas 459,10 


Ramal de Porto Novo 


Na casa do mestre de linha do 3 o districto, em Sapucaia, foram reconstruidas 

id2 

duas paredes de páo a pique medindo ambas 52,58: 

Foram reparadas as casas da 2 a , 3 a , 8 a , 12 a e 13 a turmas. 


Telhado reparado. 

Assoalho 

Emboco e reboco . 

Reboco 

Caiadura 

Pintura a oleo 

Alvenaria de tijolo 


ii) 2 

157,20 

m2 

16,00 

ii)2 

69,90 

ni2 

45,50 

m2 

595,30 

m2 

200,25 

n)3 

2,178 


Nas oííicinas da residência. 

in2 

Telhado reparado 35,20 


Ramal cie Ouro Preto 


Casa de residência do engenheiro em Rodrigo Silva: 

ii)2 

Telhado reparado 51,00 


Na do mestre de linha foram substituidos dous vidros nos caixilhos . 
Concluiu-se a construcção da casa para o mestre de linha do I o districto, no 
kilometro 498 + 450. 


iu2 

Rebõco 356,30 

m2 

Emboco 18,30 

id2 

Pinturaaoleo 524,80 

m2 

Chão cimentado 77,10 


/ 




149 — 


m m 

Assentamento de 18,00 de manilhas de barro de 0,15 para esgoto c de 

m m 

556,00 de cano de chumbo de 0.05 para encanamento d’agua. 

Foram construídas as casas para a 2 a , 5 a e 8 a , turmas nos kilometros 


504— j— 950, 520 + 45 c 534 + 342. 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa G9,3G0 

iu3 

» • » tijolo 39,236 

ni2 

Emboço e reboco 639,50 

m2 

Rebòco 33,50 

m2 

Caiadura 537,10 

id 2 

Pintura a oleo 292,25 

m2 

Rejuntamento 29,15 

m2 

Chão cimentado 89,60 

m2 

Cobertura com telhas planas 233,50 

mi 

» com folhas de zinco 42,75 

m 


No kilometro 520 + 300 concluiu-se a construcção do deposito para inflam- 


maveis . 

ni3 

Alvenaria de pedra com argamassa 3,000 

n)3 

» » tijolo 5,310 

m2 

Rejuntamento 2,35 

No kilometro 541 construiu-se um deposito para areia, \ 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 4,800 

m3 

» » lijolo 2,715 

m2 

Emboço rebòco 23,00 

ra2 

Caiadura 11,60 

ii)2 

Chão cimentado 4,85 

m2 

Rejuntamento 2,18 

iu2 

Pintura a oleo 56,35 

m2 

Telhado 20,00 


SIGNAES SAXBY & FARMER ( BLOCK-SYSTE.M ) 

Foram assentados os mastros para os signaes nas estações deS. Christovão, 
S. Francisco Xavier, Riachuelo, Engenho Novo, Todos os Santos, Engenho de 
Dentro, Piedade e Cascadura. 


— 150 — 


17° — Ranchos e telheiros 

I a secção 

1* residência 

Foi assente uma guarita para o guarda da cancella n. 9 sobre pilares de 


alvenaria de tijolo. 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 0,600 

m3 

» » tijolo 0,037 

m 2 

Pintura a oleo 53,40 

m2 

» » » da guarita do guarda da cancella n . 2 16,47 


Foi augmentado de 12,70 o telheiro que serve de abrigo ao britador. 

2 a secção 

S a residência 

Foi reparado o barracão que serve para deposito 

mS 

de cimento da Residência em 142,00 

No pateo da Estação do Oriente construiu-se um 

m2 

abrigo para o velocipede. Pintura 59,34 

No kil. 74 construiram-se dous ranchos para abrigo do pessoal e material 

m2 m2 

usado, occupando o I o a área de 11,50 e o 2 o de 20,00. 

3 a secção 

3 a residência 

Pintura a oleo nas guaritas construidas para os 
guardas da ponte do Desengano, Paraiso e 


m mí 

passagem de niveí do kil . 186X940 11,40 


4 a secção 

4 a residência 

Gonstruiu-se e assentou-se uma guarita para o guarda da passagem de nivel do 
kil. 275. 


/ 


154 — 


5 a secção 


6 a residência 


Construiu-se um rancho para abrigo do guarda do rio das Mortes. 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 10,000 


6 a secção 

8 a residência 


Foram construidos nos kilometros 497, 498 + 250 e 523 + 736 ranchos cober- 
tos de zinco e paredes de páo a pique para abrigo das turmas . 

m 

No kilometro 523 + 660 construiu-se um barracão para deposito de madeira. 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 3,840 


Ramal de Santa Cruz 


Construiu-se no kilometro 27 um abrigo para o velocipede. 

Deu-se começo á construcção de um barracão, em Realengo, para deposito 
de materiaes da Residência, formado de columnas de trilhos e cobertura com folhas 

m2 

de zinco, occupando uma area de 32,00. 


Ramal de S. Paulo 


I a residência 

Reconstruiu-se o barracão para a carpintaria, em Pinheiro, cujas paredes eram 
de madeira, sendo substituidas por tijolo. 


m3 

Alvenaria de tijolo 17,108 

m2 

Emboço e reboco 236,85 


Ramal de Porto Novo 

ra2 

Foi reparado o telhado de uma guarita em 9,60. 

Foi coberto com folhas de zinco o barracão para deposito de vigas em Porto 

m2 

36,82 


Novo 


— 152 — 


18° — Caixas 


e encanamentos d’agua 


2 a secção 


I a residência 


Em volta da caixa d’agua de Maxambomba construiram-se duas sargetas me- 

in 

dindo 84,78 e empregando-se: 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 10,180 

Para abrigo dos registros do encanamento construiram-se 5 caixas de: 

m3 

Alvenaria de tijolo 0,640 

Foi ligado o encanamento d’aguaparao reservatório de Maxambomba, assentan- 

m m 

do-se 1.160,50 de canos de ferro galvanisado e 100,00 de canos de chumbo. 

m 

Foi construído um muro de arrimo de 68,00 de comprimento. 

m3 

Alvenaria de pedra secca 58,860 

2 a secção 

S a residência 


Deu-se começo á construcção de uma caixa na Estação do Rodeio, assentando-se 


uma caixa de ferro. 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 61,690 

i»3 

» » tijolo 9,330 

ni3 

Cantaria 2,450 


Construiu-se em volta da caixa uma sargeta medindo 25,00. 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 14,500 

Encanamento d’agua assente, empregando-se canos de chumbo de i" l / 2 na ex- 
tensão de 92,00 

>u2 

Pintura da caixa com verniz coaltar 23,40 

No encanamento d’agüa da caixa da Barra : 

Soldas 2 

' 



— 153 — 


4 a secção 

4 a residência 

• Nos encanamentos d’agua das caixas de Retiro e Mariano Procopio fizeram-se: 
Soldas 7 

ni2 

Foi cimentado com 10,00 o interior do deposito d’agua de Matinas Barbosa . 

5 a secção 

S 1 residência 

m2 

Deu-se caiadura nas paredes da caixa d’agua do kilometro 304 em 42,00. 

6 a residência 

m 

Foram substituidos 20,00 de canos de ferro galvanizado no encanamento d’agua 
da caixa da Estação de Carandahy. 


6 a secção 

I a resideneia 

Foi pintada com verniz coaltar a caixa d’agua da 

m2 

Estação de Miguel Burnier em 8,00 

Na Estação de Congonhas construiu-se uma caixa d’agua. 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 49,745 


m3 

» » apparelho 2,044 

m2 

Rejuntamento 69,20 

m2 

Pintura a verniz coaltar 36,00 


8 a resideneia 

ii)3 

Construiu-se um reservatório com a capacidade de 22,500, executando-se os 
seguintes trabalhos : 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 93,855 

ni3 

» » » secca 45,390 

m m 

Assentamento de 164,00 de tubos de ferro de 0,057 para encanamento d’agua. 


— 154 — 


Ramal de Macacos 

No encanamento d'agua da caixa da Estação de Macacos foi collocada uma 
luva de ferro e um ralo . 


Ramal de Santa Cruz 

Nos encanamentos d’agua das caixas das Estações de Realengo, Campo Grande e 


Santa Cruz fizeram-se soldas 16 

Foi pintada a verniz coaltar a caixa d’agua da Estação 

. m2 

de Campo Grande em 30,00 


Na Estação de Santa Cruz foi assente sobre columnas de trilhos uma nova caixa 
para agua . 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 15,320 

Ramal de S., Paulo 

I a residência 

Foi reforçado o encanamento d’agua da caixa da Estação de Pombal, assen- 

ra m 

tando-se 40,00 de cano de chumbo de 0,05 . 

Ramal dePorto Novo 

Foi collocada uma coberta de madeira na caixa d’agua da Estação de Chiador e 

m 

substituidos 30,00 de canos de chumbo de 1” no encanamento d’agua. 

m 

Foram substituidos 5,00 decano de chumbo de */, ” no encanamento d’agua da 
caixa da Estação de Sapucaia. 

Ramal de Ouro Preta 

* 

Construiu-se uma caixa para o registro do encanamento da caixa d’agua da 
Estação de Rodrigo Silva. 

m3 

Alvenaria de tijolo . . 0,055 


/ 


1 9 0 — Trabalhos diversos 


Prolongamento 

. Executaram-se diversos trabalhos de conservação por conta dessa Divisão . 

* m 

Valias desobstruidas 14.594,00 

m 

Abertura de valias 20.716,000 

m 

Regularisamento de taludes 13 . 824,000 

m3 

Reforçamen to de aterros, volume de terra 17.295,000 

ra3 

(Terra 20.184,710 

Rampamento de córtes 

(Pedra 823,200 

m3 

Cercas de arame construidas 19.459,000 

ra3 

/Terra 10.369,000 

V m3 

Renovação do lastro (Cascalho 479,000 

( ra3 

\Pedra britada 1.425,070 

m 

Valias de alvenaria, extensão de 69,80, empregando-se 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 28,332 

m m m 

No kilometro 552 construiu-se um drain medindo 180,0x0,30x0,20 empre- 
gando-se: 

rn3 

Alvenaria de pedra com argamassa 11,520 

m3 

» » » secca 10,800 

in mm 

Construiram-se nos kilometros 540, 542 + 330, 545, 547 + 985, 547 + 216 e 

m 

548, muros de arrimo na extensão total de 132,10, empregando-se 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 583,910 

m3 

» x> » secca 63,360 

Na ponte provisória do kilometro 547 foram collocadas quatro mãos francezas. 
Foram recravadas tres superstructuras metallicas de pontes, empregando-se 740 
rebites . 

m 

No kilometro 551 construiu-se um fosso americano medindo 4,80 de ex- 

m m 

tensão e 2,20x2,00 de secção de vasão. 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 101,210 


156 


Foi reparado o tunnel do Bemtevino kilometro 542 + 468: 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 23,185 

in3 

» » tijolo 0,378 

m ra 

Foram construidos 9 boeiros, nos kilometros 554, 541 + 944, 542 + 511, 

m m mm mm 

542+266, 539+612, 539+900, 540+447, 542 + 659 e 542+957, o primeiro com 

m m m m 

5,00 de comprimento e 3,00x1,50 de secção, o segundo com 4,00 de comprimento por 

mm m mm 

0,80x0,75 de vasão, o terceiro com 22,00 de comprimento e 1,00x0,60 devasão, o 

m mm m 

quarto com 4,40 de comprimento por 2,00 x 1 ,90 de vasão, o quinto com 4,45 de com- 

mm m 

primento por 0,60x0,50 de secção de vasão, o sexto com 4,60 de comprimento por 

mm m mm 

0,60x0,50 de vasão, o sétimo com 5,15 de comprimento e 0,60X0,60 de secção de 

m mm m 

vasão, o oitavo com 4,45 de comprimento e 0,60x0,50 de vasão e o nono com 5,15 de 

m m 

comprimento e 0,60X0,60 de vasão ; nessas construcções foram empregados: 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 138,040 

m ra 

Prolongaram-se quatro boeiros nos kils. 528, um de 4,30, outro de 2,50, outro 

m m 

de 4,50 e o ultimo de 2,00, empregando -se: 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 33,526 

Reparação em 4 boeiros nos kils. 537 e 538. 

m2 

Rejuntamento a cimento 140,00 


Estação de Honorio Bicalho 

m 

Construiu-se um triângulo de reversão com o desenvolvimento de 264,00, 


m3 

Capeamento com cantaria na plataforma 5,962 

m2 

Rejuntamento a cimento 69,00 

m2 

Calçamento com alvenaria ordinaria 130,75 

in3 

Alvenaria de tijolo 34,170 


Foram substituidos nos caixilhos 16 vidros. 

Para abrigo das machinas foi construído com columnas de trilhos, tapamento de 

m 

madeira e cobertura de folhas de zinco um barracão medindo 17,00 de comprimento 
e 3,80 de largura. 

ti 

Alvenaria dd pedra com argamassa. ; » » . 47,808 


/ 


— 157 — 


Construiu-se um armazém no kil. 560+530, empregando-se: 


1113 

Alvenaria de pedra com argamassa 31,370 

m 3 

» » tijolo 31,760 

m3 

» » lajões no calçamento 24,420 

m2 

Emboço, reboco e caiadura 184,00 

iti2 

Cobertura com telhas planas 148,50 

in2 

Pintura a oleo 96,20 

Deu-se começo á construcção de uma casa para residência do Agente. 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 18,800 

m3 

» » tijolo 34,170 

Jii2 

Assoalho e forro 99,30 

ii)2 

Cobertura com telhas planas 120,00 


Deu-se também comeoo á construcção de uma casa para residência do Agente da 
Estação de Santo Antonio . 


in3 

Alvenaria de pedra com argamassa 27,240 

m3 

» » tijolo 11,620 

m2 

Assoalho 38,58 

ii)2 

Cobertura com telhas planas 120,00 


Casas para residências dos mestres de linha do 31° e 32° Districtos e para 
turmas : 

m m 

Foram construidas nos kils. 524 + 280 e 550 + 510, duas casas para mestres 
de linha, executando-se os seguintes trabalhos: 


ni3 

Alvenaria de pedra com argamassa 50,277 

ii)3 

» » tijolo 95,680 

in2 

Emboço e reboco 621,13 

in2 

Caiadura 621,00 

id2 

Pintura a oleo 434,00 

m2 

Chão cimentado 28,75 

in2 

Assoalho e forro » . » 241,16 

m2 

Cobertura com telhas planas 247,55 


— 158 


Assentamento de 22,20 de manilhas de barro de 0,15 para esgoto e de 150,00 

m 

de canos de chumbo de 0,019 para agua. 

Casas de turmas: 

m 

Construiram-se casas para a 9 a , 14 a , 15 a e 16 a turmas nos kils. 525+962, 

m ra ra 

550 + 298, 556 + 769 e 560+749, executando-se os seguintes trabalhos: 


m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 61,060 

m3 

» x tijolo 107,430 

m2 

Emboço e rebôco 452,70 

m2 

Pintura a oleo 361,90 

m2 

Assoalho e forro 132,05 

m2 

Caiadura . . 150,90 

m2 

Cobertura com telhas planas 296,05 


Caixas d’agua . 

Foi assente uma caixa d’agua para abastecer as machinas na 
Antonio . 

Alvenaria de pedra com argamassa 

m m 

Assentamento de 25,00 de manilhas de barro de 0,12 para 
sobra da caixa . 

ra m 

Assentamento de 82,20 de canos de ferro galvanisado de 0,055 para o encana- 
mento d’agua . 

Construiu-se uma repreza sobre o rio do mesmo nome, empregando-se: 

m3 

Alvenaria de pedra com argamassa 82,880 


Estação de Santo 

m3 

9,249 

escoar as aguas de 


20° — Occnrrencias 


I a secção 

A 8 de janeiro, deu-se entre as cancellas 2 e 3 o abalroamento das machinas 45 
e 34 do trem M 6 resultando o descarrilhamento do tender desta machina eodescar- 
rilhamento do carru n. 12 E, soffrendo este e as referidas machinas algumas avarias. 
0 accidente deu-se ás 4 horas e 50 da tarde, ficando desembaraçada a linha às 7 
horas da noite. 


* 


/ 


— 159 — 


A 18 de janeiro, descarrilhamento do carro da serie Q n. 983 do C 7 na Estação 
Central, ficando aquelle carro completamcnte inutilizado. Occasionou o accidente o 
ter uma das rodas galgado a ponta da agulha aberta. Os trens S e U 21 e C 9 circularam 
pela linha n. 2 até á cabine B. . 

A 8 de fevereiro, descarrilhou na chave superior da linha n. 2 da Estação do 
Engenho Novo, quando manobrava, a machina do M. 5 devido ao guarda não ter unido 

ra 

convenientemente a ponta da agulha, percorrendo descarrilhada 20,80. A ma- 
china e a linha soffreram pequenas avarias, occasionando também o atrazo de 1 hora 
e 27 minutos ao referido trem. 

A 26 de fevereiro, por occasião de manobras descarrilharam na chave 29 da 
Estação Central os carros 429,767 e 285 serie Q do trem M 7, sendo esse descarrilha- 
mento motivado por achar-se um tanto gasto o trilho de encosto da referida chave. 
A linha pouco soffreu. 

A 3 de março descarrilhou no cruzamento 28 da Estação Central o carro serie 
T n. 20, devido a defeito nas rodas, occasionando não só avarias na chave desse 
cruzamento, como também atrazo para os trens M 9, S U 33, S 4, SU 30 e 32. 

A 22 de março, devido a defeito de manobras na casa dos apparelhos Saxby, 
descarrilharam os carros da serie Q ns. 440 e 647 do trem C 14 e percorrendo des- 
carril liados 32 metros. 

A 30 de março deram-se pequenos descarrilhamentos nos córtes do kilometro 5 
devido ás chuvas torrenciaes desse dia motivando o transbordamento das aguas do 

ra 

rio da Joanna, que galgando a linha subiram á uma altura média de 0,20 sobre os 
trilhos, entre a ponte 3 e a parada de S. Christovão. Na parada de S. Diogo as aguas 
também subiram acima do nivel dos trilhos. 

A 8 de abril, ao sahir da linha 7 para a linha 2, da Estação Central, descarrilhou 
na I a chave de ligação dessas linhas uma das rodas motrizes e o truck da frente da 
machina n. 101 . O accidente foi devido a ir de rasto uma grade da grelha da machina, 
a qual prendeo-se ao parallelismo das agulhas, entortando-as e tirando-as para fóra 
de sua justa posição, produzindo assim o descarrilhamento. A linha soffreu pequenas 
avarias e como ficasse interrompida a linha n. 2, correram pela de n. 3 até S. Diogo 
os trens SU4e6eNR2 desse dia. 

A 17 do mesmo mez, por occasião de manobras na Estação do Engenho Novo, 
devido a não acharem-se dentro dos limites dos marcos de entre-via, os carros do 


— 160 — 

trem C 14 abalroaram os de ns. 489 Q, 11 N e 334 Q, descarrilhando os dous pri- 
meiros e tombando o ultimo com o carro 17 B do trem S U 37, ficando impedidas 
as linhas 1 e 2 e atrazando-se os trens S U 37 a S U 45. 

Em 1 de maio, quando partia da Estação Central o Ml, descarrilharam os carros 
da serie Q ns. 1189 e 569, devido a não achar-se convenientemente aberta a chave, 
para sahida desse trem, resultando pequenas avarias, tanto nos referidos carros, como 
na linha, além do atrazo de 1 hora e 10 minutos para esse trem e de 15 minutos 
para os trens S 1 e S U 3. 

A 22 de maio descarrilhou na passagem do nivel 6, Estação de S. Francisco, 
o carro n. 12 E que seguia no trem M 5, por ter-se partido um dos estáes. Esse trem 
soffreu o atrazo de 7 minutos, e a linha n. 1 esteve impedida desde 9 horas e 
30 minutos até as 11 horas em que foi retirado o referido carro. 

A 7 de junho, poroccasião de manobras na Estação Central, descarrilharam os 
carros da serie Q n. 961 e serie T n. 31, na chave n. 21, devido a engano do 
pessoal doapparelho Saxby. Percorreram descarrilhados 21 metros. 

A 13 de julho, na occasião em que cruzavam na Estação de Queimados os 
trens M 1 e M 2, este foi alcançado pelo meio, por ter aquelle excedido do marco de 
entre-via dos desvios dessa estação, resultando do choque o descarrilhamento e 
damnificação completa dos carros da serie Q ns. 589, 661 , 723 e 589 e os da serie N de 
ns. 8 e 11 do trem M 2, e assim também a machina do trem M 1 que soffreu grandes 
avarias. Ficaram gravemente feridos tres guardas-freios e o foguista do M 1 . Houve 
baldeação dos trens S 1, SP 1 e S 3, por ficarem interrompidas as linhas principaes'. 

A 17 de agosto, na occasião em que sahia o CS 2 do desvio das offlcinas do 
Engenho de Dentro, devido a estar indevidamente aberta a chave da linha de bitola 
estreita dessas offlcinas, descarrilhou o carro serie Q n. 678 e assim percorreu pela 
linha 2 a distancia de 428 metros. O carro soffreu pequenas avarias e da linha partiu- 
se um dormente. Os trens S U 36 e S U 38 circularam entre Engenho de Dentro e 
Engenho Novo pela linha n. 2. 

No mesmo dia, na occasião de passar da linha n. 1 para a linha n. 2 
na ligação da cancella 7, descarrilhou a machina do C V 2, devido a ter-se 
partido o rebordo da I a roda do I o truck do tender, percorrendo a dis- 

m 

tancia de 25,00 assim descarrilhada. Não houve atrazo para os trens e a ligação 
não soffreu avaria alguma. 


/ 


— 101 — 


A 18 do mesmo mez, devido a não estar convenienlementc aberta a chave 
por onde entrava em uma das linhas de mercadorias, descarrilhou o carro 073 Q 
e nestas condições percorreu 18 metros. 

A linha nada solTreu. 

Na noite de 25 do mesmo mez, na cancella 2, proximo á Estação Central, 
abalroaram as machinas 28 e 41 que seguiam pela mesma linha, porém, cm sen- 
tido opposto, resultando do choque consideráveis avarias, tanto para as referi- 
das machinas como para a chave que fica próxima á cancella . 

A 20 de setembro, por occasiãode sahir da Estação Central o C 5, descarrilhou 
a machinan. 57 que fazia esse trem, por ter a mesma galgado a ponta da 
agulha da chave 27, a qual apresentava alguma differença em sua justa po- 
sição ao respectivo trilho de encosto. 

A machina e a linha soffreram avarias. 

A 25 de outubro, na occasião em que entrava para a linha da Gamboa um 
trem de cargas e recuava pela linha, outro trem, que ahi estacionava, foi este 
de encontro áquelle, resultando o descarrilhamento dos vagões da serie Q 
ns. 885, 929, 78i, 88 e 405. Soffreram avarias não só estes carros como tam- 
bém os de ns. 1080, 1135 e G59 c a linha em dous tirantes da chave. 

A 10 de dezembro, por occasião de manobras, descarrilhou na chave n. 23 
da Estação Central, o carro n. 1085 da serie Q, devido á morosidade com que 
foi virada a alavanca desta chave pelo pessoal da Cabine, não havendo porém 
avaria alguma. 

À 16 do referido mez, depois de haver passado a chave da linha n. 1 para a 
de n. 2, a machina e carro de bagagem do S U 22, descarrilharam tres carros 

m 

de I a classe desse trem, que assim percorreram a distancia de 46,00. 

O accidente foi devido a ter caindo a porca do parafuso que prende a 
agulha. Não houve avaria alguma, occasionando apenas atrazo de 1 hora ao 
referido trem. 

A 19 do mesmo mez, devido a engano da cabine B, descarrilhou no cru- 
zamento n. 4 da Estação Central o carro da serie D n. 8 que percorreu descar- 
rilhando 52 metros, não havendo, porém, avaria alguma. 


E. F. 21 


— 162 


2 a Secção 

A 3 de janeiro, depois da passagem do M 11, desmoronou uma barreira 
no córte do kil. 80 que interrompeu a linha, dando-se porém passagem aos 
trens S 1 com 1 h. 29' de atrazo, S P 1 com 57', M 1 com 30' e o M 6 com 41'. 
Com a quéda dessa barreira foi deslocado e curvado um poste telegraphico que 
occasionou a interrupção das communicações telegraphieas . Durante o dia remo- 
veu-se parte da barreira . 

A 27 do referido mez descarrilharam na chave do desvio do lastro, na Estação 
da Barra, as duas rodas da frente da machina 99 do trem S 4, percorrendo descarri- 
Ihadas a extensão de 15 metros. 

A 8 de abril, na Estação da Serra, descar rilhou um carro serie HdoM 11, devido 
ao descuido do respectivo guarda-chave que deixou entrar esse trem pelo desvio, 
onde tinha de entrar o M 4, e reconhecendo o seu engano deu movimento ás agulhas 
quando parte daquelle trem já tinha passado, do que resultou o descarrilhamento . 

O carro percorreu descarrilhado 76 metros e a linha apenas soffreu pequenas 
avarias. Os trens Sl, M4 e Mil tiveram atrazo em sua marcha. 

A 5 de maio, no kilometro 69 houve um encontro entre a machina 86 que 
circulava de tender apenas com um carro de freio eo trem Mil, do que resultou o 
descarrilhamento de tres rodas da machina deste trem, como também ficar inutilisado o 
tender daquel la machina. O foguista da machina 86 ficou com uma perna esmagada, 
diversas contusões e queimaduras, e o machinista com grandes contusões na cabeça e 
perna direita, um guarda-freio com o craneo fracturado, sendo gravissimo o seu estado. 
O lubrificador do trem Mil fracturou uma clavicula e o conductor desse trem leve- 
mente contundido na testa . 

0 accidente foi devido ao descuido do Agente e guardas-chaves da Estação do 
Oriente na apresentação de signaes. Fez-se baldeação dos trens Sl, SP1 e S3, ficando 
a linha desimpedida ás 2 horas da tarde, tendo soffrido pequenas avarias. 

A 16 de dezembro desmoronou uma pequena barreira no kil. 104, pro- 
ximo á bocca inferior do tunnel n . 15, occasionando apenas meia hora de atrazo ao 
trem M 7 emquanto era removida . 

A 22 do mesmo mez, na chave superior do desvio da Estação de SanPAnna, 
descarrilharam 5 carros da serie Q do trem M7, devido a ter cahido um dos tra- 


/ 


vessõesdos freios, que ficando engastado no coração dessa chave, produziu o descar- 
rilhamento. Os referidos carros percorreram descarrilhados 81 metros e soffreram 
avarias e a chave ficou com uma agulha torta e partida a alavanca de movimento . 

* 3 a Secção 

A 4 de janeiro fracturou-se um eixo da roda motriz da machina do lastro n. 25, 
no kilometro 137. 

A 17 de maio, no kilometro 142, foi abalroado pelo trem de lastro o trolley da T 
turma por não estar coberto com os signaes regulamentares, ficando inutílisado o 
referido trolley e quebrado o lampeão da machina desse trem . 

A 13 de agosto descarrilhou no desvio da Estação de Casal o carro n . 26 da serie 
O do trem M 5, por ter-se partido os raios das rodas do referido carro, percorrendo 
descarrilhado 120 metros, e apenas occasionou o atrazo de 1 hora ao referido trem. 

A 22 do mesmo mez descarrilhou o carro da serie Q n. 178 do M 8 no kilometro 
182, por ter-se fracturadoum dos eixos do referido carro e percorrendo descarrilhado 

m 

800,00. A linha soffreu pequenas avarias e o referido trem um atrazo de 3 horas e 
10 minutos. 


4 a Secção 

A 12 de março, quando manobrava na Estação de Parahybuna, o trem S 4 des- 
carrilhou um carro na chave inferior, devido ao descuido do respectivo guarda. A 
linha nada soffreu e o trem seguiu com atrazo de 7 minutos. 

A 20 de agosto, quando manobrava na Estação de Serraria o trem C 24, des- 
carrilhou um carro da serie Q na chave inferior, devido a engano do respectivo guarda. 
A linha nada soffreu, sendo immediatamente encarrilhado o carro. 

5 a Secção 

A 28 de maio, quando o S 2 atravessava a passagem de nivel do kilometro 314, foi 
de encontro a uma boiada que nessa occasião invadira alinha, apezar de todos os 
esforços empregados pelo machinista para evitar esse accidente ; foi tal a violência 
do choque, que a machina, depois de inutilisar 27 rezes, passando por cima de al- 
gumas e arremessando outras para fóra do recinto da estrada, descarrilhou juntamente 


164 — 


com os carros de bagagem e do correio dentro de um cúrte a 50 metros de distancia. 
A machina, tender e carro de bagagem ficaram voltados e neste estado atravessa- 
ram-se na linha, abrangendo toda a largura do córte. 

A linha soffreu grandes avarias, bem como o material rodante. 

O machinista deste trem foi encontrado comprimido entre a machina e a ban- 
queta da linha, fallecendo poucos momentos depois do accidente, e o foguista recebera 
leves ferimentos . 

6 a Secção 

A 4 de abril, quando recuava para abastecer-se d’agua na 2 a caixa da 
Estação de Lafayelte, a machina n. 49 que devia fazer o trem M 16 descar- 
rilhou na chave mixta, proximamente cá referida caixa, devido a não estar no 
seu posto o respectivo guarda e achar-se a chave aberta para a linha de bitola 
estreita, resultando uma hora de atrazo a esse trem. Depois, quando dahi seguia, 
numa distancia de 60 metros da chave inferior abalroou com o trolley da 9 a 
turma que vinha auxiliar o serviço de encarrilhamento, resultando do choque 
quebrar-se completamente a mesa do dito trolley e entortar-se um rodeiro. 

A 10 de novembro, devido ás chuvas torrenciaes e a um rego d’agua exis- 
tente no córte do kil. 558, houve alli pequeno desmoronamento não inter- 
rompendo a linha, devido á prompta remoção da terra. 

A 5 de dezembro, devido ainda á continuadas chuvas, abateu o aterro 
grande do kil. 554 proximamente á passagem do trem mixto, que teve de 
voltar para Santo Antonio por achar-se interrompida a linha, que só a 9 desse 
mez pôde ficar consolidada, visto terem cessado as chuvas. 

Apenas íizeram-se trens mixtos entre Santo Antonio e Honorio Bicalho. 

Ramal de Santa Cruz 

A 5 de fevereiro, ao entrar o S U 1 na chave da Estação de Realengo, 
descarrilharam a machina, o tender e um carro de 2 a classe, devido a incúria 
do respectivo guarda quando manobrava a chave. 

A 31 de março descarrilhou no kil. 34 o carro de bagagem n. 177 do 
M S 7 e passando por duas pontes e um pontilhão inutilisou cerca de 80 pa- 
rafusos e as cabeças dos dormentes nas referidas pontes. 


✓ 


A 16 de maio, por descuido dos respectivos guarda-chaves, deram-se tres 
descarrilhamcntos, sendo: o de um carro da serie 11 na chave superior de Santa 
Cruz, o da machina de reserva na mesma chave o o 3 o finalmente também 
de dous carros da serie Q na chave superior do Matadouro. Não houve avaria 
alguma . 

A 4 de agosto, por occasião de manobra na Estação de Realengo, descar- 
rilharam na chave inferior as rodas motrizes da machina e o tender do S U 35, 
devido á incúria do respectivo guarda que não tinha convenientemente aberta 
a respectiva chave, resultando tomar o tender uma linha e a machina outra. 
Soffrcram avarias as agulhas c os contra-trilhos da chave, alluindo. também a 
pregação . 

A 2 de novembro, descarrilharam as duas rodas da frente da machina n. 57 
do CS 4, no cruzamento da chave superior da Estação de Sapopemba, quebran- 
do-se apenas o braço da chave do desvio da plataforma. 

Ramal da Gamboa 

A 24 de agosto, por occasião de manobras na Estação Maritima, descar- 
rilhou na chave da bocca do tunncl o carro n . 163 da serie Q, que percarreu des- 

m 

carrilhado 30,00. Não houve avaria. Nesse mesmo logar descarrilhou na ma- 

m 

nhã de 25 o carro n. 212, abrindo a linha em um espaço de 20,00, sendo 
preciso interrompel-a para fazer a reparação. 

À 13 de novembro, quando a machina 5 manobrava carros na Estação 
Maritima, alcançou o ultimo destes o bond n. 131, ao atravessar a rua da Gam- 
boa e atirando-o de encontro a um dos pilares do gradil, não só o inutilisou 
como também avariou um dos portões. Desse accidente resultou ficarem leve- 
mente contundidos o cocheiro do referido bond e dous passageiros. 

Ramal de S. F“aulo 

A 14 de janeiro, descarrilhou no kil. 134 de um especial de cargas, o carro 
n. 975 Q devido a ter-se partido o freio de uma roda desse carro, percorrendo 

m 

descarrilhado 800,00. Apenas a linha teve alguns parafusos partidos. 

A 3 de maio, ao entrar na Estação da Volta Redonda, o trem S P 3 foi de 
encontro ao S P4 que alli se achava, resultando do choque não só o descar- 


— 166 


rilhamento das machinas desses trens ns. 79 e 110, como também dos carros 
ns. 23, 29 e 42.^0 aceidente foi devido a engano do gnarda-chave, qne deu entrada 
ao S P 3 para a linha onde se achava oS P 4. 

Sofíreram avarias não só as referidas machinas e aquelles carros, mas tam- 
bém os de ns. 42 serie M e 17 serie 0. Houve pequenos ferimentos em pas- 
sageiros do S P 3 . 

A 23 do mesmo mez foi abalroado pelo trem de lastro no kil. 231 o trolley da 
9 a turma, devido a não estar elle coberto com os signaes regulamentares, resultando 
ficar o trolley inutilisado, e quebrada uma regoa do limpa-trilhos da machina. 

A 14 de agosto, quando recuava na Estação de Divisa o S P 3, descarrilhou 
uma das rodas da machina na chave superior do desvio, sendo com o proprio 
movimento encarrilhada, ficando apenas torta a agulha. 0 descarrilhamento foi 
devido ao respectivo guarda não ter firmado a alavanca. 

A 8 de setembro, na chave do kil. 169, descarrilhou um jogo do ultimo carro 

m 

do S P 2, percorrendo assim 600,00. O aceidente foi attribuido a acharem-se 
gastos os frisos das rodas . A linha teve pequenas avarias . 

A 11 de outubro, por occasião de manobras na Estação de Pinheiro, descar- 
rilhou do M Pio carro n . 29 da serie N, devido ao grande impulso recebido 
pela machina, occasionando apenas avarias na referida chave superior. 

A 12 do mesmo mez descarrilhou a machina n. 64 do G P 2 na chave 

do desvio da Estação de Pinheiro, devido á incúria do respectivo guarda, resul- 

tando ficarem tortos alguns trilhos e quebradas as pontas das agulhas . Este trem 
soffreu atrazo de 1 h. e 40 minutos e o S P 1 de 21 minutos. 

A 31 do mesmo mez descarrilhou no kil. 223 o carro n. 221 Q de um es- 
pecial que partira de Rezende com destino á Cachoeira, devido a ter-se fractu- 

rado o eixo de uma das rodas do jogo posterior, que vinha queimando, percor* 

m 

rendo assim 300,00. Alinha soffreu avarias em alguns dormentes. 

A 10 de novembro, do córte do kil . 150, depois da passagem do S P 2 
desmoronaram algumas pedras, occasionando apenas pequena parada a um espe- 
cial que vinha de Cachoeira. 

A 23 de dezembro deu-se o abalroamento dos trens S P 2 e C P 7 na Es- 
tação de Vargem Alegre, devido ao descuido do guarda da chave superior, que jul- 
gando achar-se a mesma aberta para o desvio onde estava o C P 7 que havia feito 



manobra, virara na occasião em que entrava o S P 2, resultando do choque o descarri- 
lhamento do tender da machina n. 82 e do carro de bagagem n. 512 Q. Além de con- 
sideráveis prejuízos nas machinas desses trens, soffreu atrazo de duas horas o S P 2 . 

Ramal dl© Porto \ovo 

A, 20 de fevereiro, quando oMR 1 manobrava na Estação de Sapucaia, a ma- 
china desse trem dera grande impulso ao carro sem freio n. 23 M, resultando ir 
o mesmo carro de encontro ao trem de lastro que se achava carregando pedras 
na chave superior . Apezar de ter sido diminuída a velocidade do carro, deu-se o abal- 
roamento, descarrilhando esse carro, do que soffreu avarias, bem como o den. 1109 
do referido lastro. 

A 11 de outubro descarrilhou a machina e um carro do M R 1 na Estação 
da Penha Longa, por ter-se escapado uma porca da braçadeira da chave do des- 
vio morto. A machina soffreu algumas avarias e o trem 40 minutos de atrazo. 

Ramal d© Ouro Preto 

A 5 de janeiro, devido á copiosa chuva, desmoronaram duas barreiras, sendo 
uma no kil . 539 e outra no kil. 537, tendo esta ultima causado atrazo de 25 
minutos ao trem SOI. 

A 26 de fevereiro descarrilharam tres pares de rodas da machina do M O 2 
no kil . 535 por ter abalroado em uma barreira que momentos antes havia des- 
moronado, motivado pela copiosa chuva . O accidente não pôde ser evitado em 
consequência das disposições da linha nesse ponto, resultando ficar inutilisado o 
limpa-trilhos e torneira do cylindro da machina. 

O M O 2 foi supprimido, seguindo no trem de lastro os passageiros para 
Rodrigo Silva. 

A 25 de abril, devido á copiosa chuva, proximo a Ouro Preto, correu grande 

m 

quantidade de terra do córte do kil. 540, cobrindo os trilhos na altura de 0,40 
e na extensão de 80 metros, oecasionando atrazo de 30 minutos ao trem S O 2 . 

A 22 de julho, ao passar o S 0 2 pelo kil. 529 descarrilharam duas rodas do 
truck da frente do carro de I a classe, devido a ter cahido uma porca, percor- 
rendo descarrilhado 108 metros. 

O trem seguiu com 15 minutos de atrazo . A linha soffreu avarias, bem como 
o carro descarrilhado. 


468 


A 42 de outubro descarrilhou no kil. 522 o carro n. 40 0 do MO 2, se- 
guindo descarrilhado atè Rodrigo Silva e tombando sobre a carvoeira dessa Estação. 
0 guarda-freio foi lançado ao chão, ficando levemente contundido. 

À linha soffreu pequenas avarias e houve atrazo nesse trem e no S 0 4 . 

A 8 de novembro desmoronou do córte do kil . 513 uma pequena barreira de 
terra e pedras, logo após a passagem do rondante, cuja barreira não sendo avis- 
tada pelo machinista do S 0 1, resultou ir o limpa-trilhos de encontro a ella, oc- 
casionando o mesmo ficar arriado . 

A 19 de novembro, devido á chuva torrencial, houve desmoronamentos 
de taludes em diversos aterros nos kils. 520 e 521. 

A 9 de dezembro, depois da passagem do trem M 0 2, desmoronou uma 
pequena barreira no kil . 518 que foi logo removida. 

A 16 do mesmo mez, ao passar o trem SOI pelo kil. 506 e desmoronou uma 
pequena barreira, avariando apenas o estribo do carro do correio e o trem não fez 
parada . 


21° — Despeza 


As quotas kilometrieas do custeio da linha no anno findo, não incluindo 


edifícios e comparadas com as de 1889, são as seguintes: 


LINHA 

xr. 

o 

cá 

£ 

d 

g 

3 

-á 

O 

3 

O 

& 

H 

o 

Y. 

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2 

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5 

o 

CONSERVAÇÃO 

< 

O 

2 

< -*! 
í a 
a y 
« 3 
o 
< 
tf 

H 

Y 

W 

TOTAES 

1890 

18S9 

1890 

1889 

1890 

1889 

1890 

18S9 

( la .... 

61,675 

896,875 

727,516 

6:454,295 

6:237,434 

1:174,385 

1:013,594 

8:525,555 

7:973,544 

g 1 2* 

40,405 

655,521 

603,278 

4:758,632 

4:556,699 

4:806,605 

2:434,840 

10:230,779 

7:599,817 

\ 3a 

89,539 

223,691 

192,141 

2:200,699 

1:950,676 

1: 826,20u 

219,460 

4:256,590 

2:362,277 


80,081 

207,244 

203,870 

1:891,370 

1:824,454 

278,353 

402,258 

2:376,967 

2:430,582 


184,530 

145,998 

110,407 

1:896,954 

1:586,881 

377,533 

261,240 

2:420,485 

1:958,523 

V G* 

98,459 

116,216 

136,985 

1:526.560 

2:800,474 

695,235 

1:162,383 

2:338,017 

4:0)9,842 

/ da Gamboa 

1,123 

684,344 

130,845 

8:076,419 

2:569,382 

4:785.322 


13:546,095 

2:700,227 

2 1 de Santa Cruz. . 

31,090 

330,999 

230,433 

2:546,397 

1:819,0)9 

333,484 

351,253 

3:210,880 

2:400,785 

2 1» Macacos.... 

4,929 

163,906 

256,324 

1:657,787 

1:455,868 

1:087,230 

330,005 

2:908.923 

2:042,137 

5 \ » S. Paulo. . . . 

157,198 

171.116 

133,733 

2:066.341 

1:463,178 

323,991 

409,073 

2:561,448 

2:005,984 

Si F » Porto Novo. 

63,764 

169,247 

86,927 

2:488,676 

2:297.415 

465, 4S5 

260,425 

3:124,403 

2:644,707 

\ » Ouro Preto.. 

42,385 

263.327 

104.S21 

3:129,921 

3:139,845 

2:854,923 

1:985,603 

6:248,171 

5:230,269 


/ 




— 169 — 


VI 

ALMOXARIFADG 


Não sendo possível discriminar em geral todos os artigos fornecidos por esta 
Repartição, vão aqui registrados apenas os de maior consumo durante o anno 
de 1890: 


Carvão d© Cardiff. — Saldo 

figurado de 1889 1.110,890 

Verificou-se, porém, mais tarde, reunidas 
todas as sobras em deposito, que a exis- 
tência real deste material era daquella 

quantidade e mais de 9.835,088 

Do carvão recebido durante o anno foram es- 
cripturados pelo peso verificado os car- 
regamentos dos navios: Ellerslie, Kate 
C. Maguire, Jam Melchers, Brandon, 

Colchester, Gann, T uskar, Grandée, Em- 
blemm, Robert Fernie, Pegasus, Hecta- 
nooga, Dalhanma, General Domenvill, 

J. P. A., Starbuck, Cavalier, Lalkmé, 

com 43.103,730 

e pelo peso manifestado os seguintes : 

Prince Victor, Cornelio Zino, ContyJcr- 
maudt , Paul Barbe, Hervest Gueen, 

Alphild, Arizona, Bonansa, Cambay e 

Mistley Hall, com 21.466,048 


Total. 


75.515,756 


kilogrs . 




» 


Fornecimentos : 

A’ Locomoção 

A’ Via Permanente 

E. F. ã2 


53.718,860 

90,000 


i 

t 


— 170 


(Estacão Marítima 

Ao Trafego ? 

(Luz Eléctrica 

130.000 

270.000 


kilogrs. 

» 

Ao Ministério da Marinha 

6.559,000 

V 

)) 

A’ Construcção 

104,000 


» 

A Diversos, comprehendendo Reparti- 



C 

ções do Governo e Estradas em 
trafego mutuo 

6.212,550 

67.084,410 

» 

Existência para 1891 


8.431,346 

» 

Carvão J\ T ew*Castle. — 0 depo- 




sito do anno anterior, de duas quali- 
dades existentes, era de 


1.727,883 

V 

dosquaes foram feitos os seguintes forne- 
cimentos: 




A’ Locomoção 

129,800 


Ti 

Ao Ministério da Guerra 

133,000 


T> 

A diversos 

400,090 

662,890 

T> 

Ficando para 1891 o saldo de 


1.064,993 

i ) 

sendo discriminadamente 96,248, mais 
968,745 kilogrs. 

Carvão para forja. — Existiam 




no deposito 

501,869 



Compraram-se no mercado 

952,102 

1.453,971 

» 

Deduzindo os fornecimentos : 




A' Locomocão 

550,010 


T> 

A’ Via Permanente 

266,000 


» 

Ao Arsenal de Guerra; 

190,000 


» 

A diversos . 

46,900 

1.052,910 



401,061 




Ficam em deposito 


— 171 


Cok© (ca i* vai o de).— 0 saldo do deposito do anno anterior com a quanti- 
dade comprada no mercado dá uma existência de 595.672 kilogrammas 

da qual forneceram-se : 

A’ Locomoção 140.000 » 

A diversos 297.472 437.472 » 

Deposito para 1891 158.200 » 

Trilhos. — Pelos navios Altimore, Persian Prince e Arioslo foram recebidos 
7.045 trilhos de aço de 2 a secção, dos quaes foram fornecidos 2.368, ficando em, 
deposito 4.677 para o anno subsequente. 

Graxa do Itio Grande. — Compraram-se no mercado 195.913 kilògrs . , 
na importância de 76: 549, $232 e foi toda fornecida á Locomoção. 

Azeite de sebo.- O saldo de 128 litros do anno anterior, reunido á 
quantidade comprada no mercado deu um total de 10.171 litros, na importância 
de 3:776$334, que fui todo fornecido á Locomoção, Linha e Trafego. 

Oleo de linhaça crú e fervido. — Havia em deposito um saldo de 
142 e entraram 28.915 kilogrammas do mercado, na importância de 11: 309#345, 
para fornecimentos á Locomoção e via permanente, e uma pequena parcella de 20 
kilogrammas para a luz electrica. 

Kerozene brilhante. — Compraram-se 1300 latas no mercado, as quaes, 
reunidas ás 72 que passaram do anno anterior, foram fornecidas á Locomoção, Via 
permanente e Trafego, ficando 54 em deposito. 

Kerozene inexplosivo. — Sendo empregado com vantagem para a illu- 
minação das estações, fez-se acquisiçãode 5.700 latas para os fornecimentos ao 
Trafego e em pequenas parcellas para a Locomoção e Almoxarifado. Ficam 18 latas 
em deposito. 

Estopa. — Havia no deposito o saldo de 5.091 kilos do anno anterior, que 
foi reunido á quantidade comprada no mercado durante o anno, elevando o deposito 
v 64.931 kilogrammas, no valor de 21 : 8928420. 

Cimento. — O deposito elevou-se a 6.893 barricas, das quaes foram forne- 
cidas : 5.975 á Via permanente, 50 á Locomoção, ea diversos 62, ficando um saldo 
de 806 barricas para 1891. 

Col cie pedra. — por intermédio da Via permanente foram comprados no 


interior 1 .306.000 litros para o consumo da mesma divisão. O seu preço foi de 12 e 14 
réis por litro. 

Tijolos de alvenaria. — No mercado da Capital e no interior compra- 
ram-se 1 . 379 . 520 tijolos de diversas marcas para satisfazer pedidos e requisições da 
Via permanente, Construcção e Locomoção. Os preços variaram entre 228000 e 
408000 por milheiro. \ 

Telhas. — Para fornecimento â Via permanente e Locomoção entraram 
426 . 465 telhas diversas, nacionaes e estrangeiras, ficando destas e do pequeno 
saldo do anno anterior 145.390 para 1891 . 

Madeiras de lei. — As entradas do anno são da seguinte fórma discrimi- 
nadas : 

Exclusivamente para a Locomoção para trabalhos das officinas, diversos 

in3 

toros de peroba, cedro e vinhatico em bruto 1.353,806.921, pela impor- 


tância de 60: 881 $882 

m3 

Para a mesma, vigas apparelhadas 327,846.752 22:9498271 

iu3 

52,8 10 de vigas apparelhadas para a Via permanente 2 : 6358785 

Diversas compras no mercado para a Locomoção, Via permanente 

e outras divisões, etc 26:3148115 

Existência do anno anterior 12:1048928 

Somma 124:8858981 

importância total dos fornecimentos 118:6978998 

Saldo para 1891 6: 1878983 


Pinho em geral. — A existência que passou de 1889 


era ae 1:6138640 

As compras durante o anno importaram em 77:7058637 

Somma 79:3198277 

Totalidade dos fornecimentos 79:2358977 

Saldo para 1891 83^300 


O quadro que segue demonstra a importância do custo do material fornecido ; du- 


— 173 — 


rante cada mez do anno de 1890, discriminadas as despezas de cada divisão ou 
repartição por conta da qual foi feito o fornecimento : 


Janeiro ... 
Fevereiro. 
.Março 

Abril 

Maio-, 

Junho 

Julho 

Agosto . . . 
Setembro . 
Outubro . . . 
Novembro 
Dezembro. 


16S:567$047 
201:1118869 
220:2978127 
170:9438853 
189:4288945 
211:0308450 
266:45J$746 
2S6:0,i0S33S 
190:4128794 
289: 1208975 
IS 1:70787015 
224:tí00.<771 


2.606:3J8$625 


Administração Central. 

Trafigo 

Contabilidade 

Locomoção 

Via permanente 

CoDstrucção 

Diversos 


11:0288885 

250:2388274 

26:670$993 

1.539:6588587 

493:4188090 

15:36Syü41 

204:009|149 


2.606:398$625 


VII 

ACCIDENTES 


Os casos de accidentes que interessaram a saude e a vida dos empregados da 
Estrada, dos viajantes e de pessoas estranhas, constam do annexo A 4, o qual 
designa a natureza de taes accidentes. 

Nelle se observa que, como sempre, a maior parte deu-se por imprudência . 

Quanto ao numero, é proporcional ao dos trens que percorreram a linha, 
considerando-se que em 1890 foi de 60.336 a somma total dos trens, isto é, 
mais 15.109 trens do que em 1889 e mais 21.257 do que em 1888. 

A’ pagina 158 sod o titulo — Occurrencias — estão igualmente registrados todos 
os accidentes, descarrilhamentos, etc. 

Directoria da Estrada de Ferro Central do Brazil, Capital Federal, 15 de abril 
de 1891. 


João CkrockaU de Sá Pereira de Castro. 




I ' 

•) I ) ^ 

E 5 — E. F. CENTRAL DO BRAZIL — 5’ DIVISÃO -l LINHA E EDifIClOS 

■) ^ ■» 

» ^ ^ km 

Linha em trafego. Extensão 865,766 

i ■> 

Substituição «lo uinterinl uurnntc o anuo «1© 1SOO 


V 

\ 


designação 


Trilhos de ferro 

*» 

» de aço 

Aecessorios de trilhos 

Agulhas 

Ceuzameratos 

" m m ui 

Dormentes de 3, 03X0, 20X0, li... 

o m iu m 

» d» i,S5X0,iSX0,13.., 


Lastro. 


de pedra britada . 


« s 

■ã E; 


9 annos . 


4 annos . 


PESO 

EM KILOGRAMMAS 
do material 
substituído 


co, ou 

k 

31,00 


k 

2S,30 

k 

27,00 


132,00 

k 

233,1)3 


k 

75.00 
k 

50.00 


QUANTIDADE DO MATERIAL 
SUBSTITUID ) 


40. 3 10,50 

ui 

31.171,05 


77.301,55 


ma 

161.345,400 

20.372,112 


1113 

1S5.217.512 


7.137 

3.407 

039.109 

109 

133 

117.121 

25.511 


812.887 


Escriptorio da Linha, 15 de abril de 1831 . — Alberto Macedo de Azambuja, Chefe da Secção Administrativa. 


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r 


J 


£ 6.-1 F. CENTRAI DO BEAZIL -5 a DIVISÃO - LINHA E EDIFI 

' k m 

Parte pm trafego. Extensão 887.561 (comprehendendo desvios, etc.) 


EXTENSÃO EM 
«TRAFEGO 


TOTAL 


MEDIA 


a r 


a s? 


d o* 
3 o 


CAPITAL 


CUSTO 
TOTA L 


rtS ■ 


d o 

(3D 

u cl 
d rfí 

O 


DORMENTES 


'« a < 


Ji a o 

2 X 


— a o 

« x 


0« 


EXTENSÃO TOTAL 
DA ESTRADA 


Escriptmí da Linha, 1> do abril da 1831. — Alberto Alando de Azanbuja, Chefe da Secção Administrativa. 



A * 


A 


.• .* 


' £ 7 -1. F. CMTRAáo BMZIL — 5 a DIVISÃO — LINHA E EDIFÍCIOS 

Desvios existentes nas estdções em 31 de dezembro de 1890 


ESTAÇÕES 


CENTRAL 


Desvio do armazém A 

Dito á direita partindo deste 

Dito do armazém B — I a linha 

Dito idem — 2» Unha 

Dito morto partindo do mesmo armazém.. 

Dito do armazém C 

Dito » » D 

Dito » * E 

Dito % » G 

Dito n. I — centro da plataforma 

Dita ligado á mesma 

Dito ai lado da plataformj de embarque. 


MARÍTIMA 


Desvio 
Dito A 
Di» á 
Dito á 
Dito á 
Dito á 
Dito á 
Dito á 
Dito A 
Dito á 
Dito A 
Dito â 
Dito%í. 
Dito á 
Oito á 


á direita 
direita — 
direita — 
esquerda 
direita — 
direita — 
esquerda 
esquerda 
esquerifti 
esquerda 
esquerda 
esquerda 
esquerda 
esqimrda 
direita — 


— partindo # da linha principal 

partindo deste 

partindo da linha principal. . . 

— partindo deste 

idem 

idem 

— idem 

— partindo da linha principal. 

— partindo deste 

— idem 

— partindo da linh*i direita.. 

— partindo deste 

— partindo da linha direita... 

— partindo deste 

■ idem 


S. DIOGO 


4 a linha — entre Central e S. Diogo. 

linha — idem idemft . .a » 

9» linha — idem idem. 


Desvio partindo da 6 a linha^ , 

Dito A direita deste 

Dito A direita — partindo deste 

iDlto a direita — idem 

Dito^ esquerda — idem 

Dito partindo á esquerda deste... 

Dito idem A direita da Unha n. 4 

Dito idem idem 

Dit® idem idem para o girador.. 

Dito idem á esquerda deste 

Dibo idem á direita daquelle 

Dito idem idem «lo desvio do girador. 

Dito idem á esquerda deste 

Di*o idem á direita deste V 

'Dito idem idem da linha n. 4.. ........ 

Dito idem idem deste 9 

Dito idem idem da Unha n. 4. 

Dito idem á esquerda da linh* n. 9... 

Dito idem idem deste 

Dito ^ein á direita deste? 

Dito ide%i á esquerda da linha n. 9... 

Dito iden%á direita da linha deste 

Dito idem á esquerda da linha n. 9.... 

,Dito fdem idem 

Dito idem idem 


99,70 


15,00 


A transportar. 


TRILHOS 

VIGNOLE 


2 a 


135,30 

141.90 
200,00 
2ô0,00 

00,00 
13', i0 
zl7,00 

77.30 
80,00 

220,40 

161.90 

92.30 


660,20 

354.00 

389.00 

304.00 

104.20 
67,40 

422.80 
98,80 
75,20 

452.20 

428.80 


145,50 


400, 

1160, 

40, 

222 . 

205, 

176, 


80 


3 a 


396,20 

96,80 


132.00 

204,50 


242,30 

321 ,20 


262,00 


AÇO 


40,50 


71,60 

71,60 

42,79 


726,80 


1.358,00 
i j 597 j ÕÒ 


243,00 


60,00 

43,00 


TOTAL 


175. 50 
141,90 

215.00 

260.00 
66 00 

i'8.40 

217.00 

177.00 

86,00 

292.00 

233.50 
135,09 


726.80 
660,20 

334.00 

389.00 

364.00 

104.20 
67,40 

422.80 

98.80 
75,20 

452.20 

428.80 

396.20 

96.80 
145,50 


1.758. 

1.160, 

1.637, 

222 , 

265, 

176 ; 

132 

20i. 

178, 

170, 

242 

243 
66 
94 

321 

224 

286 

.191 

117 

262 

360 

134 

112 , 

293 

266 

226 

174 

188 


16.680,21 


» t 


TOTAL 

DAS RESIDÊNCIAS 


V 


' / 


f , 1 

' ç 


• •. ; f 

»• 


: \ 


ESTAÇÕES 


Transporte. 


Desvio partindo a esquerda deste. 

Dito idcm idem da linha n. 9 

Dito idem idem daquelle 

Dito idem idem deste 


DERBY-CLUB 


Desvio partindo a esquerda da linha n. i. 
DitoHdem a direita deste 

S. FRANCISCO XAVIER 

Desvio partindcTa direita da linha n. 2.. . 


RIACIIUELO 

Desvio partindo a direita da linha n. 2. 
ENGENHO NOVO 


Desvio partindo a direita da linha n. 2 

Dito idem a esquerda da linha n. 2 

Dito de communicação da linha n. 2 para o des- 
vio morto 


ENGENHO DE DENTRO 


Desvio partindo a esquerda da linha n. 1. 
Dito idem idem 


OFF1CINAS 


Desvio partindo a direita da linha n. 2 

Dito idem a direita deste 

Dito idem idem 

Dito idem a esquerda deste 

Dito idem a direita deste • [ . 

Dito idem deste para o novo girador 

Dito idem a esquerda deste 

Dito idem idem do 2 o desvio da linha principal. 

Dito idem idem do 3 o dito idem 

Dito di Rio de Ouro 

Dito partindo a esquerda deste 

Dito idem idem idem 

Dito idem a esquerda do 4* desvio da linha prin- 

Dito partindo a esquerda deste 

Dito idem idem do 12 J desvio da linha principal 
Dito de bitola de im 00 

C 


1 PIEDADE 

Desvio partindo a esquerda da linha n. 1. 
CASCADURA 


Desvio partindo a esquerda da linha n. 2 

Dito idem idem idem para o girador 

Ligação deste desvie para a linha do Campinhó 
Dit i da linha n. 2 ao desvio morto 


A transportar. 


TRILHOS* 
V I]G N|0 L E 


2i 


114,00 

80,00 


41,30 


42, "0 


77,50 


225,30 

3 íü,00 


107, 

175, 

170. 

123, 


171,80 


179,90 


02,00 

131,00 


3» 


104,00 

117,20 


374.20 

31S.00 


313,75 


63,10 


312,10 


(115,00 

421,00 


452.40 

23S,80 


512,80 

253.30 

106,83 

835.60 


AÇO 


38.30 
44,80 
36, S0 

45.30 


TOTAL 


37S.10 


32, S0 







•••••••< 


309,00 

204,74 


113.680,21 


142,34 
102,03 
150, S0 
125,30 


374,20 

318.00 


35S,05 


107,00 


77,50 

378.10 

312.10 


225,30 

310,00 


357.50 

238.30 
131,40 

415.00 

421.00 
107.20 

175.30 

170. 50 
129, scr 
452, 10 

238.80 

171. 50 

512.80 

263.80 

163.80 
SSJ.OO 


173.90 


333.60 
201,74 

62,00 

431.60 


25.S23.90 


V 


TOTAL 

DAS RESIDÊNCIAS 




ESTAÇÕES 


Transporte. 

SAPOPEMBA 


Desvio por traz ila estação 

Dito*em frente a estação 

•Dito comm unicando a linlia n. 2 com a n. 1 
Dito ideai ideai a linlia n. 1 com o desvio 

morto do Ramal 

Dito n. t para cruzamento de trens 

Dito n. 2 idem idetn 

Dito íi. 3 para deposito de carros 

Dito do Engenho Central 

Dito para abrigo de carros 

Dito para o girado r 


MAXAMBOMBA 


Desvio jyntij a estação 

Dito por traz da plataforma 

Dito i»orto partindo do desvio da estação.. 
Dito ligando o desvio morto a'o da estação. 


QUEIMADOS t 


Desvio da estação 

Dito por traz da platafornia. 


BELÉM 


Desvio ii. 1 para deposito de carros .. 

Dito li. 2 par» manobras 

Dito n. 3 idem 

Dito n. \ idem e deposito de carros.:. 
Dito n. 5 para deposito de carros*. . .*. . 

Dito» n. 6 idem idem 

Dito da carvoeira 

Dito do giPador 

Dito da rotunda 


ORIENTE 


Desvio da estação 

Dito morto ’ 

Dito de ligação ?. 


SERRA 




DesvioMa estação. 
Dito morto 


PALMEIRAS 


IJesvio da estação 

Dito morto 

Dito pequeno • v 


RODEIO 


Desvio mm frente a estação. 


Dito mo^to da entrada . 

Dito idem idem do carvão I. 

Dito idem da via permanente 

Dito»de ligação 

Dito nos fundos da estação 


A tíjnsportãí. 


TRILHOS 

VrONOLE 


2-i 


217,30 


■12.70 

50.00 


232.00 


100,00 

13i,Ü0 


37S,47 

14,70 

169,60 

14,90 


109, Sã 
219,00 


ÍOS, CO 


143,00 


123,70 

57,80 


131,00 


71,70 


158,90 

144,20 

31,40 


394,00 


2)9,00 

1089,00 


271.50 


AÇO 


359,30 


91,50 

539,85 


5 1 , S0 


233,55 


607.00 
703,25 
233,05 

485.00 

220.00 

230,90 

40,55 

54.00 


290.70 

22,80 


297.00 


355,90 

196,40 


377,70 


4S.00 

71,90 


TOTAL 


■>.S29,90 


217.30 

359.30 
42,70 

50,00 

394.00 

832.00 

259.00 
1089.00 

100.00 

134,00 


40 ) . 97 
554 ,55 
109,60 
09,70 


381,35 

453,15 


607.00 
703,25 
203,65 

485.00 

226.00 
230,90 
238,55 

54,00 

143,00 


290,70 

146,50 

57,80 


297.00 

131.00 


355,90 

196,40 

71,70 


377.50 

158.90 
144,20 

31,40 

48,00 

71.90 


2.378,90 


28.713,20 


5.049,67 


33.762,87 


3 


TOTAL 

DAS RESIDÊNCIAS 


c f 
ri r 


( , 


c A' 


r 


estações 


Transporte. 


MENDES 


Desvio pequeno. 
Dito da estação. 


SANTANNA 


Desvio centrai... 
Dito da estação . 


BARRA 


Desvio n. 1 a esquerda.. 

Dito n. 2 idem 

Dito n. 3 idem 

Dito morto 

Dito da escavação 

Dito do Puchini 

Dito morto do armazém. 

Dito novo, do rio 

Dito morto, idem 

Dito de ligação 

Dito n. 1 morto 

Dito n. 2 idem 

Dito n. 3 idem 

Dito da estação 

Dito do centro 

Dito de ligação 

Dito da carvoeira 

Dito morto da rotunda.., 
Dito dos negociantes.... 

Dito n. i 

Dito n. 2 

Dito n. 3 

Dito n. 4 


KILOMETRO 78 


Desvio morto de entrada. 
Dito idem de macadam... 


IPIRANGA 


Desvio para cruzamento de trens. 

Dito para deposito de carros 

Dito para embarque de canas. . . . 


VASSOURAS 

Desvio para cruzamento de trens. 

DESENGANO 


Desvio para manobras e deposito de carros., 
Dito para cruzamento de trens 


CONCORDIA 


Desvio para cruzamentos . . . 
Dito para deposito de carros. 


A transportar. 


TRILHOS 

n 

VIGNOLE 


2 a 


187,70 


415,00 


259,20 

315,65 

331,70 

352.80 
139,10 

370.80 


3 a 


271.60 

198.60 
60,00 

151,20 

132,40 

97,80 


123,30 


320,00 


90,10 
237, S0 
150,00 


146,59 

102,00 


362.94 

235,90 

40,00 


543,00 


192,78 

49,23 


13,03 

35,15 


470,45'. 


75,90 


AÇO 


554,20 


345,90 


33C.00 
, 112,60 


326,00 

245,50 

80,00 


84,00 


t " 591 ^20 


79,15 


c r 

145,40 


13, *2 
499,67 


502,77 

...tf... 


TOTAL 


2.378,90 

\ 


187,70 

554,20 


415,00 

345,90 


259.20 
315,65 
331,70 

352.80 
13J,10 

703.80 
112,60 

271.60 

198.60 
60,00 

151.20 
132,40 

97,80 

326.00 

368.80 
80,00 

320.00 
84, 0C 

470,45 

591.20 
90,10 

237.80 

150.00 


146,50 

. 102,00 


509,34 

235.90 

115.90 


543,60 


205,50 
5íS , 90 


515,80 

114,30 


2.789,64 


33.762,87 


9. 978, 00 (I 


4f.740.87 


c 


'• • \ - 
\ I 


. CASAL 

► Desvio para cruzamento de tr*ns"e manobras. 

. * . 

PATY 


ESTAÇÕES 


Transporte. 

COMMERCIO 


Djjsvio para manobras 

Dito para deposito carros Rio das Flôres. 
Dito idem idem idem 


ALLIANÇA 

Desvio para cruzamento de trens e manobras. 
Dito para deposito de carros 


Desvig para cruzamento de trens e manobras. 

Dito de manobras 

Dito da balança 


•AVELLAR 


Desvio para cruzamento de trens. 
Dito p*ra carregamentos 


PARAHYBA 


Desvio para cruzamento de trens e manobras. 
Dito para descarga e manobras 


ENTRE-R1JS 


Desvio do abrjgo de carros 

• 

Desvio # n. 1\ 

Dito n. 2fpara manobras, cruzamentos de 
Dito n. *3( trens e depositos de carros. 
Dito n. í) 


Dito do girador 

• 

Dito n. 5) » • 

Dito n. eJUnião e Industria. . . 
Dito* n. 7) « 

!•* 

Dito da rotunda .,* 

Ligação n. 1 

Dita n. 2.. .., 

Dita n. 3 

Dita _n. 4 ?..... 


SERRARIA 


Desvio cTa estação 

Dito morto do barracão. 
Dito do rio... 


A tragsportar . 


s a 

z 

D 

ai 

ca 

r/í 


TRILHOS 
V1GNOI, E 


37S.3S 


102,10 


345,00 

238,45 


219,00 


45,43 

219,22 

67,00 


352,69 

2,S0 


310,95 


21,90 


21,90 

1S,65 


3» 


138,10 


229,70 


327,12 


67,00 


157,88 

128,62 


177,40 


192,55 


350,15 

144,90 

236,20 


242,78 

133,00 


\00 


13,72 


34,77 

111,91 

9,1S 


40,68 

4,58 


549,80 


23,00 

500,80 

448,00 

327,60 

48,50 

44,35 

16,95 


49.30 
52,45 
48.10 

52.30 

53.30 


387,70 


total 


2.789,64 


392.10 

138.10 

102.10 


345,90 

238,45 


419,30 


407,32 
331,13 
143, IS 


551,25 

136,00 


549,80 

310,95 


225,30 

500,80 

448,00 

327,60 

162,95 

63,00 

367,10 

144,90 

236,20 

49. 30 
52,45 
48,10 

52.30 

53.30 


242,78 

133,00 

387,70 


763,48 


43.740,87 


9.616,52 


53.357,39 


' ! 


^ 7 

















1 


DAS RESIDÊNCIAS 


( 


( 


c í' 


r r 


í í 


;v 


ESTAÇÕES 

« 

00 

TRILHOS BRUNEL 

TRILJIOS r 

VIGNOLE 

2» 

3* 

Transporte 





PARaHYBUNa 















ESPIRITO SANTO 









138,00 





BARÃO DE COTEG1PE 










MVTHIAS BARBOSA 















CEDOFEITA 














133,00 

RETIRO 








t 





2ü2.0V 

JUIZ DE FÓRA 




r 






I Dito ao lado da Piâu 





M ARIANO PROCOPI9 



C 

r • 

i Desvio do interior da estação 



« 

« 

; Dito do abrigo de carros 



105,00 


Dito do S 4 




Dito a direita da carvoeira 



20 i Ó0 


Dito a esquerda idem 



171,33 


Dito do .*m 14 





Dito do girador 



221,20 


! Dito do guindaste 



64,09 

• BEMF1CA 




sj <C 





j Desvio f . a estação 




c 

Dito coui dum entradas 





Dito morto 



199,60 


jj DIAS TAVARES 




Desvio da estação 





EAVBANK DA CAMARA 





Desvio da estação 





! A transportar..... . .. 



c 

c 


AÇO 


223,00 

3Í1.00 


2Í0.00 


282,00 


>80.00 

4so;oo 


249,30 


265,00 


226.30 

210.87 


«■ 

r 

22S,00 

'222ÍSÕ 


TOTAL 


212,50 


r 

t 251,00 
189, M 


332,60 

250,00 

• c* 


763,48 

\ 


229.00 

311.00 


•136.00 

210,00 


282,00 


450.00 

480.00 


249,30 

133,00 


235,00 
292; 00 


223.30 

210,87 


223, CO 

105.00 

222,86 

204.00 
171,35 
212,50 
221,20 

04.00 


251,00 

189,45 

199,60 


332,60 


250,00 


1.222,05 


53.337f 33 


5.7&3.S0 


c59. 114,010 


V 




DAS HES1DENCIAS 


■v } ) 


• , N 


•» i 


"r 1 1 • 

• 

ESTAÇÕES 

• 

— — r 

& 

c 

5 

z-i 

« 

y 

d 

X 

ca 

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H 

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2 1 

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3» 

AÇ ) 







• 

JOÃO GOMES 

% * 



275,30 

104,0) 

210,00 













«MANTIQUEIRA 

' 




303,20 




11-5,80 


JOAO AVUES 




358,30 

• 

’ , SITIO 



317,50 

223.00 
117,70 

214.00 












> 

% B4RBA.CEN.-V. 









332.00 

152.00 

95.00 

215,30 

233,70 
" 233,70 

14.00 











* R ESS AQUI ATI A \ 3 

• 





• 

CARANDAÍ! Y 










* 

KILOMETRO 425 

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» ■> 

DBsvio para Ananobras e rteposito <le carros... 

* 


182,00 

259,00 


CftRISTIAN) OTTONI 

• 




203,50 

253,40 

9 1 

# BUARQUE DE MACEDO 





9 * 

• LAFAYETTE 










142,90 
406,40 
44 5,10 
54,40 
361,80 


























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0 

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3 

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TOTAL 


1 .222,(1', 


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104.00 

2 10. 00 


303,20 

11(5,30 


3)8,30 


317,50 

223,00 

117,70 


241.00 
332,60 

1 52 . 00 
05,00 


215,30 


230,70 

230,70 


100,00 

259,00 


203,50 


253,40 


142,90 
40 5,40 
415,10 
51 , 40 
331, S0 


2.322,50 


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59 . 111 , 01 .) 


2.2.51,95 


2.903,30 


01.282,44 


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ESTAÇÕES 


Transporte. 


kamal de ouro preto 

RODRIGO SILVA 

Desvio da estacão 


TRIPLHY 


Desvio morto. 


OUR > PRETO 


Desvio para manobras 

Dito para deposito de carros. 

Dito morto 

Dito idem 

Dito do girador 

Dito da carvoeira 

Dito do armazém do sal e cal. 


Total. 


TRILHOS 

VIGNOLE 


I, 






181 , llj 


TOTAL 


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111,16 


110.47 

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152; 30 
127,35 
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85.00 

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152.33 

127.33 
■88,20 
110,65 

80,70 

85,00 

1.116,fJ 



97.174,46 




96.058,28 r 1 


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Escriptorio da linha, 15 de abril de 1891. — Alberto Macedo de Azambuja, chefe da secção administrativa. 


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ESTAÇÕES 


Transporte. 
SANTA CRUZ 


Desvio jy. 1 para manobras. 

Dito n. 2 idein 

Di 1 » do abrigo de carros... 

Dito idem de machinas 

Dito do girador 


Dito n. 2 para carregamentos 
nbn 


MATADOURO 

Desvio n. 1 para manobras 
Dito 
Dito 
Dito 

RAMAL DE MAOAOOS 

o 

MACACOS 


Dito n. 3 para desembarque de suinos. 
n. 4 da casa da matança 


Desvio principal 

Dito da estaçao 

Dito do centro ..... 

Dito morto do abrigo 

Dito Morto da Fabrica de Tecidos 


. 1 ). 


DIVERSOS 


Desvio da Bifurdação (kil.° 66) 

Dito do Pegado (kil.° 68) ._j\ 

Dito de maijobras (Fabrica de Teeid ssM . . 


D VM AL DE S. PAULO 

VARGEM alegre 


Desvio da estação. 
Dito do armazém.. 


PINHEIRCs 


Desvio da estação 

Dito (V) armazém 

Dito da fazenda do Pinheiro. 


VOLTA REDONDA 


Desvio da estaçãò 

Dito do armazém 

JDitb para de,. .sito de carros..... 


BARPA MANSA 


DesvKAda estação 

Dito paiA, deposito de carros. 
A > 


SAUDADE 


Desvio da estação. 


A transportar. 


TRILHOS 

VIGNOLK 


3 a 


66,00 


118,00 

112.00 

81,00 


296,10 

322,50 


235,60 


1.143,;0 


170,00 


301,00 


339,00 

341,40 

284,15 

129,25 

1.352,00 


134.00 

183.00 
102,85 


285,30 


370,80 


62,50 

237,19 


372,50 

103,20 


131,00 


AÇO 


J 


7 


355.00 

261.00 


TOTAL 


404,45 


283,60 


396,92 

185,03 


162,00 


2.040,30 


415.00 

261.00 
118,00 
112,00 

81,00 


2 ) 6,10 

322,50 

304.00 

235,60 


O 
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C O 

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H Pá 


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70.S10.59 


339,00 

341,40 

284,15 

129,25 

1.352,00 


134.00 

183.00 
102,85 


404,45 

285,30 


283,60 

370,80 

1.143,20 


396,92 

247,53 

237,19 


372,50 

273,20 


233,00 


4.307,69 


4.185,50 


2.865,65 


77.861,74 


3 a 


1 4 

4a 


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ESTAÇÕES 


Transporte. 


POMBAL 


Desvio da estação 

Dito morto para deposito de carros 


KILOMETRO 169 ' 

Desvio para britador e locomovei... 

DIVISA 


Desvio da estação. 
Dito do armazém.. 


SURUBY 


Desvio da estação 


REZENDE 


Desvio do armazém 

Dito idem 

Dito do meio 

Dito do abrigo de carros. 
Dito do girador.. 


CAMPO BELLO 


Desvio do arittazem. 
Dito morto 


ITATIAYA 

Desvio da estação 

BOA VISTA 


Desvio da estação.. 
Dito do armazém. 


QUELUZ 


Desvio da estação , 
Dito de manobra.. 


LAVRINHAS 

* 

Desvio da estâ£ã« 

CRUZEIRO 


Desvio da estação 

Dito do armazém 

Dito de embarque do gado. 

Dito idem idem 

Dito Novaes 

Pito idem 

Dito do ligação 


10 


A transportar 


TRILHOS a 
VISNOLE 


2» 


3a 


09,60 

12,55 


63,50 

16,60 

57,15 

16,00 


51,60 


298,00 

98,10 


211,20 


430,45 


259,70 

223,85 

264,35 

142,00 

102,15 


2)9,80 

9*1,00 


383,60 

c t 


415.50 

345.50 


386,50 

307,40 


259,30 


220,85 

259,30 

226,10 

73,00 

896,10 

175,20 

173,00 

c 


AÇO 


308,50 


o n 
? 


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TOTAL 


4.307,69 


29S.00 

98,10 


99,60 

42,55 


249,20 

308,50 


430,45 


323,20 

240,45 

321,50 

158,00 

102,15 


311,40 

94,00 


383,60 
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415.50 

345.50 


386,50 

307^40 


259,30 


280,85 

259,30 

226,10 

73,00 

896,10 

175,20 

173,00 


77.861,74 

r 


5.834,09 


C 


5.672,05_ S3.695.83* 


• 4 




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DAS RESIDÊNCIAS 


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1 4 


: E 4 — E. 1ÍHA E EDIFÍCIOS •' 

°* * , • ■ ’ 

, 0 ’ V 7) 

Emprego de dons, no anno de 1 81)0 


SECÇÕES 


DORMENTES 


ARAFDSOS 


B. ESTREITA 


L 

B. LARcJ 


REBITES 


CALÇOS 


TIREFONDS 

(NOVOS) 


IOS 


1» secção 1» resiclenciajgíj sec ® ao 


» (5 
» .(6 

(7 


2» 

3» 

4a 

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'ô» 

'7a 

(7a 

S» 


Ramal ila Gambôa 

» de Santa Cruz 

» de Macacos 


de S. Paulo |£ reside Jcla. . . 

de Porto Novo 

de Ouro Preto 


5.136 

9.549 


10.263 


24.948 


S.3S1 

77 

.250 

565 

22.272 

6.79.) 



.030 

7b 

26.500 

6.966 


>.300 



55 755 

15.798 





12. $92 





12.302 


.050 


30.000 

10.106 

5 

.700 


23.394 

4.751 


.140 

300 

15.800 



.... 

....... 

3.500 



.760 



15.800 

276 


700 


428 

6.841 



♦ 

7.500 

436 


400 


11.310 


.600 


53 nno 

9.107 





9.306 


.650 

424 

50.400 



.233 


10.590 

115.271 

, 

81 

534 

1.365 

433.106 


633 

1.600 

200 


20 


1.031 


3.487 


72 

92 

1.163 

75 


216 

100 


30 


225 


2.490 


26 


316 


12 


116 

26 


97 135 


6.350 
1 500 
13.000 
13.000 
5.450 


8.000 


8.000 

6.450 


500 


61.250 


EM ISTENTES 


1» secção 1» residência 1» secção 

2» » 2» -» 



93 

192 

19 

200 

200 

300 

650 

652 

30 

308 

400 

960 



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Ramal da Gambôa 

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HOS 3 


1» secção 1» residetuÀa 

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Ramal de Santa Cruz.. 


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de fe. Paulo i o! residenc, ’ a 


» de Porto Novo 

» de Ouro Preto 


100 


100 


49 


44 


94 


94 


240 

18 


302 


10 


60 


1.400 


1.460 


1.511 


30 


1.541 


32 


70 


102 


56 


36 




Es^riptorio da Linha, 15 de abril de 

D O 

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> 1 


líiinistrativa, Alberto Macedo de Azambuja. 


_ _.E 4 — E. í. CENTSÍL DO BRiílL^S 1 ' BITISiO — LI1BA E EBlFICIBS' ‘ ' j . '■ 

Emprego de dormentes, trilhos è seus accessoriols, no anno de 1890 .. 



1 ^ 


E I - 1. F. CENTEAL DO BEAZIL - 5 a DIVISÃO - LINHA E 

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Linha em 5 trafego. Extensão 865,766 


Quadro" do pessoal em 31 de dezembro de 1890 


EMPREGOS E OFFICIOS 


Chefe da Linha 

Ajudante dn Chefe da Linha... 

Chefe da Secção Administrativa 

» » *• Technica 

l°z Escripturarios 

2‘a » 

3os *> 

Amanuenses 

Auxiliares 

Dezenhistas de 1» classe 

1 » » 2 » » 

» » 3a » 

Archivistas *>. 

Contínuos 

Engenheiros Residentes 5 . 

» Ajudantes 

Armazenistas de la classe 

» » 2» » 

Praticantes de Armazenistas 

Mestres de Linha de la classe 

» » » » 2a » 

» » » » 3a » 

Praticantes de Mestres de Linha 

Feitores de turmas (conservação ordi 

naria) 

Trabalhadores (conservação ordinaria). 

Feitores de turmas (de cer Jas) 

Tiãbalhadores ( » » ) 

Feitores de turmas ( » lastro ) 

Trabalhadores ( » » ) 

Guardas 

Carpinteiros 

Canteiros 

Pedreiros 

Cavouqueiros 

Ferreiros 

Serralheiros 

Malhadores 

Soldadores. . . 

Pintores A 

Serventes 

Feitores de turmas de carregamento 

dormentes A 

Trabalhadores de carregamento de do 

mentes 

Encarregados dos signaes Saxby & Far- 

mer 

Encarregados das turmas dostunneis 

Caldeireiros 

Encarregados do telegrapho 

Trabalhadores » » 

Feitor da pedreira S. Diogo 

Trabalhadores da pedreira S. Diogo 

Marcador de dorme.ítes ...... 

Cravadores 


. Soinma geral. 


29 


LINHA 


13 

3 

6 

7 

5 

2 

30 

17 

2 

192 

1.054 

11 
74 

9 

107 

77 

49 

1 

99 

30 

13 

1 

13 

1 

12 
154 

1 

9 


33 


2.094 


59 

592 

4 

25 


3 
25 
20 

126 

107 

4 


14 

2 

12 

242 


1.309 


1 

1 

1 

1 

2 

3 

3 

6 

2 

1 

3 

2 

1 

2 

13 

3 

6 

7 

5 

2 

30 

17 
2 

251 

1.646 

18 
99 

9 

167 

80 

74 

21 

225 

137 

17 

1- 

27 

3 

24 

390 


3.432 


816*666 
f 00*000 
4008000 
4 00*000 
2(08000 
220*000 
1S08000 
1508000 


2608000 

200*000 

150*000 

150*000 

125*000 

500*000 

300*000 

150*000 

123*000 


200*000 

170*000 

150*000 


2*800 


2*760 


2*500 

2*960 

1*800 

2*957 

1*800 

2*890 

2*000 

1*924 

3*524 

3*250 

3*159 

2*141 

3*771 

4*000 

2*600 

3*500 

3*357 

2*000 

3*000 

2*000 

■1*500 

3*780 

3*531 

2*550 

2*000 

3*500 

2*000 

5*000 

4*071 


2*500 a 3*800 
2*500 » 3*750 
2*800 » 4*000 


1*500 
2*500 
3*000 
2*500 
2*700 
3*000 > 

2*000 ; 
3*000 . 
2*400 ■ 
1*500 


3*000 

5*500 

3*5<yi 

5*000 

3*200 

5*000 

3*000 

5*000 

4*000 

2*500 


3*500 » 4*000 
3*500 » 4*000 
2*500 » 3*000 


3*500 »> 5*000 


Escriptorio da Linha, 15 de abril de 1891. — O chefe da secção administrativa, Alberto de Azambvja. 


1^ 


7 7 


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'E/2— I F. CENTRAL RO BRAZIL — ' '5 1 . DIVISÃO — LINHA E EDIFÍCIOS 

. Synopse geral da despcza durante o anno de 1890 


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Alberto Aíar.edo <le Azambitja, Chefe da Secçãj Administrativa. 



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D I -I. I. CESTRAL DO BEAZIL - 4“ DIVISÃO — LOCOMOÇÃO 


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Linha em trafego. Extensão 865,766 


Quadro do pessoal em 31 de dezembro de 1890 


EMPREGOS E OFFICIOS 

° 0 

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7) 

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CONDUCÇÃO 

DE 

TRENS 

OFFICINAS, 

DEPOS1TOS E ESTAÇÕES 

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VENCIMENTO MENSAL 

JORNAL 

MA XI MO 

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MÍNIMO 

1 

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1 

350S000 



1 


















1 

4 >0á000 



1 


















1 

30)8000 



3 


















3 

2608000 





















3 

2208000 


3os » 




















180$000 



5 


















5 

150$000 





















1 

260S000 



1 


















1 





1 

















1 

150.8000 



2 


















2 

2608000 



3 


















3 

200*000 





1 
















1 

3008000 





1 


1 

1 


1 











4 

3258000 





8 


6 

4 


2 











20 

300$000 





13 


8 

7 


1 











29 

250$000 





12 


4 

10 


2 











28 

200^000 











6 










6 

325$000 













1 








s 

2758000 











7 










7 

225&000 





11 


6 

5 

3 

3 











35 


55OOO a 4, 3000 




79 


4? 

35 


13 











169 


aSsno » 2Ã500 


.1 


2 

1 

1 


1 


1 










6 


4^00 » 4,8000 




Sü 


15 

19 


3 











66 


2$6C0 » 28000 




11 

7 

6 

5 

3 

3 













2pOÕ » 28000 










113 


30 



6 




2 

156 


7.3000 » $200 










103 


11 








114 


6Ã000 » $200 










119 

4 

1 


2 





3 

129 


58000 » 8200 










45i 










45 


6.50OO » 1.5000 










115 


8 








123 


6x000 ■> §200 










58 










58 


6.80C9 » 8200 










4 










4 


0X000 » 2§500 










4 










4 


53000 » 28500 










12 










12 


6sfeü0 » 3200 










69 


6 







3 

78 


GS500 » 1&500 










6 










6 


fiÁOOO » «200 










38 









2 

40 


58000 » lSOOO 










63 

6 


4 

6 

4 

2 

1 

2 

5 

95 


58000 » 18000 










2í 


18 










4S(500 .» 2§000 










5 


1 








6 


48500 » 28500 










43 


5 








48 


4 §500 » 2.8000 

Encarregado da uzina de 








































1 


5$000 » % 























28 

i 

167 

15 

» 

89 

86 

7 

28 

842 

10 

83 

4 

18 

13 

2 

1 

2 

18 

1.414 




Escripfcorio da Locomoção, 15 de abril de 1891. — O cbefe de secção, Diogo José Leite Guimarães. 


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D 2-11. CENTRAL DO BRAZIL - 4 a DIVISÃO - 

Consumo’ de combustível e lubrificantes por serviços e -sébções e por 
3 locomotiva-kilom etro no anno de 1890 




BITOLA DE 1,60 


1 


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TOTaL 


POR LOCOMOTIVA 

KILOMETRO 

SERVIÇOS 

SECÇÕES 

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C O M B U S- 
TIVEL 

LUBRIFICANTES 

COMBUS- 

TÍVEL 

LUBRIFICANTES 



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tf 

Carvão 

Graxa 

Oleos 

Estopa 

Carvão 

Graxa 

Oleos 

Estopa 

/ 

Suburbios 

348.251 

5.007.S77 

12.973 

7.384 

3.379 

14,380 

0,037 

0,021 

0,009 

/ 

1» Secção 

173.450 

1.782.049 

6.289 

3.723 

1.757 

10,274 

0,036 

0,021 

0,010 


2a » 

124.03. 

1.356. 1ÍS 

4.283 

2.625 

1.214 

10,933 

0,034 

0,021 

0,009 

0,006 

\ 

3 a » 

85.184 

734.086 

2.190 

1.281 

545 

8,617 

0,025 

0,015 

Viajantes ! 

la » 

66.356 

566.297 

1.749 

70S 

447 

8,534 

0,026 

0,016 

0,006 

5a » 

151.738 

1.297.857 

3.994 

1.614 

1.021 

8,553 

0,026 

0,016 

0,006 

/ 

Ramal de S. Paulo 

132.405 

1.145.717 

2.889 

1.983 

S31 

S,653 

0,021 

0,025 

0,014 

0,,006 


» do Porto Novo. . 

58 . 520 

502. 72S 

1.502 

899 

374 

8,590 

0.015 

’’0,C96 

\ 

» de Santa Cruz. . . 

44.61S 

639.302 

1.652 

941 

432 

14,318 

0,037 

o;c 2 i 

'0,009 


I a Secção 

301.167 

3.473 034 

8.889 

5.9S2 

2.530 

11,531 

0,029 

0,019 

0,008 

( 

2a » 

185. 8S8 

4. 254. 308 

6.721 

5.055 

2.374 

22,SS6 

0,036 

0,027 

0,012 


3a » 

144.639 

1.846.303 

4.746 

2.528 

1.315 

12,764 

0,032 

0,017 

0,021 

0,009 


4 a » 

132.593 

1.743.410 

4 . 536 

2. S 21 

1.322 

13,110 

0,034 

0,009 



148.278 

1.999.356 

5.14S 

3.413 

1.579 

13,483 

13,430 

0,034 

0,046 

0,023 

0,032 

0,010 


Ramal de Macacos 

13.140 

176.478 

616 

421 

220 

0,016 

/ 

» de S. Paulo 

320.467 

3.174.197 

7.210 

4.402 

1.757 

9,904 

0,022 

0,035 

0,013 

0,005 

O 

» do Porto Novo. . 

102.286 

1.209.513 

3.616 

2.035 

1.103 

11,824 

0,019 

0,010 

0,009 

\ 

» do Santa Cruz. . . 

119.167 

1.350.649 

3.606 

2.625 

1.097 

11,334 

0,030 

0,022 

•) 

I a Secção 

173.079 

2.168.155 

5. 787 

4.061 

1.696 

12,526 

0,033 

0,023 

0,009 

/ 

2 a » 

122.948 

3.007.359 

5.003 

4.006 

1.SS7 

21,460 

0,040 

0,032 

0,015 

1 

3a » 

84.309 

1.023.533 

2.722 

1.557 

786 

12,140 

0,032 

0,018 

0,009 

Cargas / 

4 a » 

108.349 

1.522.417 

4.206 

2.991 

1.377 

14,051 

0,03,8 

0,027 

0,012 

5 a » 

121.332 

1.744.575 

4.606 

3.355 

1.523 

14,378 

0,037 

0,027 

0,012 


Ramal de S. Paulo 

198.701 

2.070,517 

4.661 

2.7S9 

1.111 

10,420 

0,023 

0,014 

0,021 

0,005 

0,309 

•> 

» do Porto Novo. . 

7.696 

73.707 

255 

168 

74 

9,577 

0,033 

\ 

» de Santa Cruz. . . 

40.689 

4S7.S40 

_ 1.161 

788 

326 

11,989 

0,028 

0,019 

0,00S 


1» Secção 

34.899 

468'. 090 

1.574 

1,089 

487 

13,412 

0,045 

0.031 

0,013 

0,012 

I 

2 a » 

28.092 

374.147 

1.143 

736 

344 

13,211 

0,040 

0,04S 

0,026 


3» » 

15.069 

196,342 

735 

399 

244 

13,029 

0,026 

0,016 

0,015 

*) \ 

4a » 

9.554 

113.854 

375 

252 

114, 

11,916 

0,039 

0,026 



42 . Í05 

533: 610- 

1.315 


50S 

12,5S3 

11,544 

0,031 

0,033 

0,020 

0,011 

o * 1 

Ramal deS. Paulo 

26.641 

305-, 236. 

829 

473 

222 

o;oi7 

o;oo8 

1 

» do Porto Novo. . 

13.378 

166.. 750 

614 

374 

223 

12,464 

0,045 

0,027 

0.016 


» de Santa Cruz. . . 

5.057 

63:702 

232 

141 

73 

12,596 

0,045 

0,027 

0.014 

Manobras 

Manobras 

270. &67 

3. 577 -.094 

10.119 

7.831 

3.947 

13,201 

0.037 

0,028 

0,014 


Totaes em 1890 

3. 955 .'377 

50.153.248 

127.9,96 

82,304 

38.2)9 

12,679 

0,032 

0,020 

0,009 


» » 1SS9 

3.677.280 

42.824.546 

115.459 

70.653 

33.204 

11,645 

0,031 

0,019 

0,009 


Differença para mais. . . 

278.097 

7.328.702 

12.537 

11.651 

5.095 

1,034 

0,001 

0,001 

0,000," 

1 


BITOLA DE 1,00 


SERVIÇOS 

3 

KILOMETROS 

PERCORRIDOS 

TOTAL 

POR LOCOMOTIVA 

KILOMETRO 

C O M B U S- 

TIVEL 

LUBRIFICANTES 

COMBUS- 

TÍVEL 

LUBRIFICANTES 

Carvão 

Graxa 

Oleos 

Estopa^ 

Carvão 

Graxa 

Oleos 

Estopa 

— 

9 

Passageiros 

48.S10 

323.236 

707 

652 

336 

6.683 

0,014 

0,013 

0.0 >7 

' 

Mixtos 

73.327 

S89.226 

1.219 

1.570 

789 

12,126 

0,023 

0,021 

0,010 


1 Cargas 

6.007 

72.317 

142 

141 

77 

12,031 

0,023 

0,023 

0,012 

4a Secção....: 1 .. 

Especiaes passageiros 

2.665 

26.085 

59 

60 

31 

9,787 

0,022 

0,022 

0,011 

* 

» cargas 

9.271 

112.016 

213 

207 

100 

12,082 

0,022 

0,022 

0,010 


Manobras 

1.941 

17.642 

34 

32 

20 

9,089 

0,017 

0,016 

0,010 


Lastros 

27.457 

304.262 

79.8 

S86 

451 

11,081 

0,029 

0,032 

0,016 


Passageiros 

33.580 

344.877 

606 

660 

366 

10,270 

0.018 

0.019 

0,010 


Mixtos i 

33.5S0 

403.563 

772 

735 

367 

12,107 

0,022 

0,021 

0,010 

Ramal de Ouro 

1 Cargas 

6.760 

86.684 

179 

161 

78 

12,823 

0,026 

0,023 

0,011 

Preto. 

Especiaes passageiros > . . 

1.387 

15.713 

29 

30 

16 

11,328 

0.020 

0,021 

0,011 


Lastro 

15.984 

183.466 

517 

491 

294 

11,477 

0,032 

0,030 

0,018 

Prolongamento. 

L Lastro 

6.5Í6 • 

36.959 

152 

174 

84 

5,637 

0,043 

0,026 

0,012 



267.325 

2.822.046 

5.927 

5.799 

3.039 

10,556 

0,022 

0,021 

0,011 


Em 1889 

243.449 

2-295-879 

5.193 

5.173 

2.278 

9,508 

0,0 9J 

''.021 

0,009 


Differença para mais.. t .. 

25.876 

526.167 

731 

626 

761 

1,048 

0,001» 

0,000 

0,002 

1 


Escriptorio da Locomoção, 15 de abril de 1891. — 0 Chefe de Secção, Diogo José Leite Guimarães. 


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1 


D 3 _ E. F. CENTRAL DO BRÁZIL - 4 a DIVISÃO - LOCOMOÇÃO • 

Demonstração dê. todas as despezas do anno de 1890 



I 


Escriptorio da Locomoção, 15 de abril de 1811, — 0 chefe de secção, Diotjo José Leite Guimarães. 




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• • 






Desenvolvimento das despezas’ <w reparação do material rodante no aiíno de 1890 



Iscriptorio da Locomoção, 15 de abril de 1891.— O Chefe de Secção, Diogo Josó Leite Guimarâe 




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í 


Desenvolvimento da despeza feita, com o serviço de conducção dos trens no anno de 1890 





1 


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riptorio da Locomoçãi 





»• 


E 18 - E. F. CEHTEAL .DO BEAZIL - 3* DIVISÃO - CONTABILIDADE ' 
* 

Movimento de bagagens, encommendas, mercadorias, animaes e veliicülos 

no ultimo decennio 


ANNOS 

KILOÜRAMMAS 

QUANTIDADE 

BAGAGENS 

ENCOMMENDAS 

MERCADORIAS 

ANIMAES 

VEHICULOS 

1881 

2.503.575 

9.530.797 

388.037.542 

50.656 

602 

1SS2 

2.367.989 

10.468.240 

388.593.624 

72.621 

524 

1S83 

2.515.253 

12.553.505 

405.077.732 

69.186 

321 

1884 

2.608.791 

13.578.593 

414.311.854 

67.721 

609 

1885 

2.474.623 

14.678.313 

429.886.680 

72.980 

427 

1886 

2.164.556 

13.886.757 

420.048.378 

87.719 

367 

1887 

2.456.260 

15.261.724 

371.595.285 

138.076 

409 

1888 

2.899.797 

17.771.934 

433.674.643 

173.021 

333 

1889 

3.212.035 

18.613.964 

500.501.009 

166.612 

387 

1890 í 

4.829.183 

20.209.567 

483.685.078 

189.217 

359 


Divisão da Contabilidade, I a secção, 15 de abril de 1891. — O Contador, Iíermogenes de Azevedo 
M arques. » 


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S . -r 


42) 

710 

994 

020 

Í2G 

170 

,235 

1014 

,968 

212 

;453 

>730 

;0 50 

;130- 

i450 

1 

«020 

}2S0 

$670 

<550 

$340 

>570 

$630 

$550 

§910C 

$170 

$770 

<$050 

$600 

'$590 

$S3) 

$560 

.$400 

$430 

$730 


luiclo O 


ninarão 




C 1 9 - E. F. CENTRAL DO BRAZIL - 3“ DIVISÃO - CONTABILIDADE 

Movimento e receita de passageiros nos trens <fr suburbios nos annos de 18(51 a 1890 



C n— S.F. CENTRAL DO BRAZIL — 3 1 DIVISÃO — CONTABILIDADE 


Quadro demonstrando o movimento e renda de passageiros desde 29 de março de 
1858, em que se inaugurou a estrada, até 31 de dezembro de 1890 


AN NOS 

la CEASSE 

2 a CEASSE 

3a CEASSE 

TOTAE 

PROI1UCTO 

í 1° semestre 




23.841 

47:7103520 

1S58? 





h° * 

2.992 

27.111 

55 . 10S 

S5.271 

100:8468710 

1839 

25.663,5 

86.234,5 

76.338,5 

188.926,5 

289:3763994 

1880 

42.707,5 

91 S07,5 

101.247 

235.726 

341:9953620 

ISO! 

52.633,5 

108.305 

118.409 

279.380,5 

(a) 3S3:923;í2G 

1862 

51.715 

110.991 

123.619 

310.235 

(b) 431:0333176 

18 >3 

66.24? 

97.347 

141.171 

304.766 

(c) 399:6'i0$2)5 

1854 

60.877 

63.496 

223.323 

3)3.636 

(d) 421:3823014 

1835 

56 . 395 

54.282 

251.813,5 

372.490,5 

(e) 442:6323968 

18 H» .... 

55.803 

49.600 

301.024 

405.529 

•IS 1:27483 12 


71.440,5 

•'6,697 

342.242,5 

480.380 

561 .7858 15 > 

1868.. 

120.993,5 

132.602 

415.969,5 

6 58.668 

737:9848733 

1S69. 

132.283 

187.988 

458.271.5 

778.543 

852:73 >8050 

1870 

212.433 

124.727 

459.260 

791.423 

631:9858130- 

1871..' 

30S S’>9 

43.351 

351.230 

903.470 

1.025:9)58450 

1872 

346.833 

43. 415 

623.373 

1.013.621 

1.178:0228020 

1S73 

431.021 

42.07) 

70S.62S 

1.181.728 

1.329:76332S0 

1874 

438.710 

42.507 

748.837 

1.230.114 

1.404:450.8670 

1S75 

589.474 

64.37,8 

956.642 

1.610.494 

1.577:9188550 

1S76 

674.142 

61.241 

(f) 1.115.953 

1.S51.333 

1.0S9:4S7,8340 

1S77 


1.412 922 5 


2. 24'). 178 

2.082:4718570 

1S7S 

SOO 730 5 



2.193.357 

2.033:6953630 

1.879 

849.9 -sO 

1 5S> 975 


2.4S3.955 

2.335:0928550 

isso 


1.S73.482 


2.569.143,5 

2.283:043.3910, 

1881 

7SS 890,5 



2.755.487 

2.343:0863170 

1SS2 

792.048,5 

1.9SS.079 


2.780.127,5 

2.249:2028770 


893.342 

2.092.S26 


2.901.168 

2.281:Si2.8050 

18S4 

837.742,5 

2.2S7.3S4.5 


3.125.127 

2.335:471.8600 

1885 

941 038 

2.489.125,5 


3.430.163,5 

2.417:240.8590 

1S86 


2.(')74.332,5 


3.734.S74,3 

2.357:0S7?S39 

1887 

1.339 518,5 

3 197.763,5 


•4.537.282 

2.420: 4753560 

1888 

1.445 321,5 



5.131.488 

2.794:7)38400 

188) 


4.023.931 


5.438.635 

2.953:0058430 

1 

1.801.927,5 

4.819.930,5 


6.717.815 

3.380:6528730 


(a) 9:724$746 \ 

(b) 2:237.8,802 j 

(c) 15'8608274 Rendimento do ramal de Macacos durante o tempo em que não foi propriedade do Estado, incluído o 

(d) 2-5318280 \ producto de cadaanno. 

(a) 2:0333250 

(/) Em 1 de novembro dp 1S76 foi supprimida a 2'* classe nos trens do interior, passando a 3 l a ter a denominação 
de 2», mas conservando as taxas daquella classe. 

D, visão de Contabilidade, l^secção, 15 de abril de 1891. — O Contador, Hannotjeneg de Azevedo Marques. 



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I 


i DO BRAZIL — 3 ’ DIVISÃO — CONTABILIDADE * 

9 

]v conta do governo central e dos Estados, intendência municipal da capital, companhias e particulares, 
durante o anno do 1890 


0 

9 

<• 

fH 

* g 

BAGAGENS 

ENCOMMENDAS 

MERCADORIAS 

ANIMAES 

RENDAS 

DIVERSAS 

telegrammas 

TELEGRAMMAS 

DO TRAFEGO MUTUO 

ri 

O 

<! 

0 

S 

O 

0- 

s 

-ASSE 

Producto 

75 

<} 

3 

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o 

o 

tf 

PRODUCTO 

CO 

5 

£ 

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3 

PRODUCTO 

75 

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3 

PRODUCTO 

W 

tf 

< 

tf 

E- 

K 

< 

D 

O» 

PRODUCTO 


67>600 

77 

113800 

1.718 

2303520 

899 

308180 




^00 


342-5600 

540$ 100 

0 : 466$500 

1.276 

1948760 

7.587 

1:0798880 

76.088 

1:01 4$290 




86$150 

9$000 

8:8415510 

732$4ft0 

2:6563900 

469 

5$140 

1 .295 

465900 

157.114 

587s 7-80 



27:659-3400 

30:956^420 | 

200310$ 

1:581$800 

106 

15$360 

7.3S5 

1:517$520 

778.981 

14:563$Í40 

5 

20$700 

158500 

4$OD0 

17:7203020 1 

3$000 

7243000 


* 

210 

42$980 






2$500 


769$480 

(53700 

105:5108000 



6.938 

1:126$140 

1.691 

2 1 7SFÍM 




79595O 

135600 

106:940$250 ! 

599$500 

2:2H8300 

157 

2Í$V)Ó 

10.705 

656$3Ú0 

168.234 

2:9118260 




85000 

5:7985560 

7: 1193900 

12:736$100 







' 12:736$100 

4:5993300 

43:8443450 

22.147 

1:0165980 

106.246 

8:593$340 

793.119 

7:0638610 

67 

200-3520 

18:509-3100 

74$240 

215840 

79:302$270 

60$400 

2233900 

37 

$880 

7.408 

105$900 

6.227 





103|500 


490$0S0 

1:5633700 

2:945$500 

1.661 

1413680 

6.673 

7778860 

42.156 

2:732.$060 

5 

115360 

2:188$400 

86-5290 

28$600 

8: 933$ 150 

•■'S7$500 

2: 9488300 

87 

143760 

3.551 

1:8003580 

95.408 

1013200 




163100 

§500 

4:9405740 

4:3713200 

20:19'$300 

9.830 

251$560 

15.441 

7378320 

36.851 

478$940 

145 

3778080 

8625760 

1705410 

19$300 

23:0778370 

SO3400 

241$300 



2 

$560 





48$000 

13000 

45OOO 


2905860 










4$000 

7$690 

13:032-8300 

864 

11$340 

6.011 

45$900 

433.566 

1:826$700 

1 

1$540 


18$500 

1$000 

14:936:$280 

6: 68)$ 100 

23:958$900 

16.754 

1:1498360 

16.702 

1: 0398020 

1.301 

59$420 

19 

1055100 

2 : 4383-550 

6005610 

403340 

29:350$960 

5:0513300 

46:018-8050 

3.215 

361$700 

50.531 

6:9868380 

7.149 

7163780 

5 

3851 60 

io$100 

1:1705780 

5205160 

55:301$950 i 

á: 5823100 

5:203$2u0 

280 

313160 

973 

888460 

Valor 

3-3260 

2 

26$600 


135940 


i 5:431$620 


• 803400 





$500 

805400 







256.000 

25 1§780 





251$780- 

O 

0 Í3Ò86ÕÓ 








§500 


1315100 


138300 











138300 














5:5423400 

290:8558100 

56.930 

3:2288180 

249.376 

24: .35.$360 

2.854.784 

32:663$820 

249 

7878060 

51:716$3 0 

2:4543470 

659$340 

’406:640$500 







1 919 236 

28 '0898320 






28:089$320 







2.632.800 

19 • 421§190 






19:421$190 







283 130 

1:7108880 






l: 7105880 







142 000 

1:035-8060 






1:0355060 







45 000 

2418980 






241-5980 







48 000 

301$740 






301-3740 







310.000 

1 : 721$580 






1:721$580 

5:5423400 

290:8553300 

56.930 

3:2283180 

249.376 

24:935$ 60 

8.234.950 

85:1855570 

249 

787$060 

51:716$3l0 

2:4545470 

659-3340 

459:162-5250 

1:4753000 

17 : S62$300 

12.204 

.1 913000 

31 .646 

3338460 

723. 4S0 

1:4658900 

21 

26$760 

339-3500 

128820 


20:1318740 


0 Contador, Hermogenes de Azevedo Marques. 


C 15 E. F. CENTRAL DO BRAZIL 3 DIVISÃO -CONTABILIDADE 


tortos olVectuados poi* conta do governo central o dos listados, in 
durauto o anno do 1890 


municipal da capital, 




C 16 — E. F. CENTRAL DO BRAZIL — 3 a DIVISÃO — CONTABILIDADE 

Demonstração dos transportes em serviço da estrada e dos concedidos grátis durante o anno de 1890 


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3 


3 a -Divisão.— Contabilidade, 1» Secção, 15 de abril de 1891. ^ J j O Contador, Hermogenes de Azevedo Marque». 


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para as Goinpauliias cm trafego mutuo c bem assim para a Tliesouraria do Estado 
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DE S. PAULO 

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138320 

4618740 

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1:6828150 

358420 

981$620 

72$300 

254$100 

34$780 

2348480 

38500 


6:5418705 

2818640 

4:1318160 

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119:6618480 

3: 6518498 
72:2578010 
3:1778535 
5413100 
983:6228118,9 
10:4178575 
1:6968200 


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150$600 

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33-8920 






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15 

201:6798990 

2:6508720 

1:695$280 

7: 283$828 

5:8948650 

20:8718070 

5:3858620 


86:4338195 

1.200:0248516,9 



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225:4208520 

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318720 
357$020 
10$ 140 

2:2553250 
648500 
1:422-8560 
318060 
218900 
21:9148500 
241 $850 

2088300 

148760 

3338660 

68000 

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8:6728345 

3963800 

4:7268390 

1S5: 139-8455 
4:8118310 
84:9458574 
5:9138690 
8388140 
1.127:9458841 
13:600$820 
2:281-8980 



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228$340 

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348940 

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8991 

5:8338360 

978320 

2:436$460 

57-8570 

2:422$620 














40 

279:1818475 

4$700 

2: 487$500 

9:4158735 

6:423$225 

25:6518620 

3:0568750 

6:7248520 

90:S11$995 

1.425: 4768810 , 

55 

480:S61§465 

2:6558420 

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16:6998563 

12:317-8875 

46:522-8690 

8:442-8370 

6:7248-520 

177:2453190 

2.625:501^326,9 

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8358280 
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2648080 
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778$900 

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9648920 

108920 



160$675 
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66$440 

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838240 
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277$280 

3:4918280 

188872 

10:7378241,5 

85$500 

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307$035 

7:8358380 

65$000 






269-8700 










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462:013$885 

4:775$100 

3:9638920 

15:038-8449 

11:6368676,5 

41:4228725 

8:771$180 


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6:7248-520 


312:761$143,4 

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3288810 

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— 



stre e Marítima Rio de Janeiro. I a Secção da 3 a Divisão, em 15 de abril de 1891. — O Contador, Ilcnnogcncs 

de Azevedo Marques . 




3 


1 


C 13 - E/F. CENTRAL DO BRAZIL - 3;' DIVISÃO CONTABILIDADE 


Demonstração da receita com ijue a E. F. Central do Brazil concorreu para as Companhias em trafego mutuo e bem assim para a Thosouraria do Estado 
de s. Paulo, pela armaipçílo do imposto cstadoal uo auuo de 1SÍ10 


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Passagens 

Bagagens 

Encomuienilas 

Animaes — frete p 
o — » a 

Vehiculos... 

Mercadorias — fre 

» » 

Telegrapho 

Armazenagens. . . . 

Multas. . . . 

Rendas diversas... 


Soi 

Saldo do anno antei 
Debito da Companl 


So 




Imposto de transit 
» addiciona 
® » de S. Pai 
» mineiro.. 


Passagens 

Bagagens 

Encoinmendas. . . 
Animaes — frete 

Vehiculos 

Mercadorias — fr 


Telegrapho 

Rendas diversas. 


S 

Saldo de fretes a 

anterior 

Ideui do imposto 


Total gi 


3“ Divisai 


C 14 — E. F. CENTRAL DO* BRAZIL 3 a DIVISÃO— CONTABILIDADE 

Balancete da renda do anno cio 1890 



ESTAÇÕES 


Central 

S. Diogo 

JS. Christovão 

Mangueira........ 

S. Francisco Xavier. 
Rocha.? 


JANEIRO 


F. CEE 

do mio anno de 


56.362 

1.885 

1.550 

733 

2.820 

2.014 


168.535 

8.568 

4.244 

2.567 

8.359 

4.516 


224. S97 
10.453 
5.794 
3.306 
11.179 
6.530 


}S50 

$700 

$400 

$400 

$100 

$600 

$ 70 o| 




3» Divisão, I a Secção de Contabilidad 


JUL 


92.571 

2.719 

1.636 

1.112 

3.137 

2.390 

2.S36 


200.059 

10.S90 

4.775 

3.309 

8.975 

4.624 

7.236 


DEZEMBRO 


227.766 

11.879 

5.002 

4.141 

9.314 

5.100 

6.636 


Moíimeuto e prot 


PROCEDI 


Central 

S. Diogo 

S. Christovão.... 
Mangueira. ... 

S. Francisco Xav 

Rocha 

Riachuelo 

Sampaio.» 

Engenho Novo.. 

Meyer 

Todos os Santos. 
Engenho de Dentr 

Encantado 

Piedade......... 

Cupertino 

Casoadura 

Madureira ...... 

Sapopemba 

Realengo....... 

Bangú .......... 

Campo Grande.. 
Santa Cruz...... 

Santíssimo.. ... 

Matadouro 

Somn 


326.67.5 

14.945 

7.333 

5.868 

12.813 

7.884 

9.605 



970.528 

30.362 

20.094 

11.761 

37.605 

28.725 

32.360 

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PRODUCTO 

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CG 

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CM 

TOTAL 

PRODUCTO 

: 163$950 

: 1 13,$300 












583$400 

: 493, $900 

893$400 











70$500 

599$7õ0 

l:004?300 



8.703,5 

7.660 

6.190,5 

7.628 




DIFFERENÇA PARA MENOS 

1890 


06ENKS ha Azevedo Marqoes. 


Demonstração 


C II — E. F. CENTRAL 00 BRflZIL 3 DIVISÃO. CONTABI 

por inezcs do movimento e produclo de viajantes - dos subur 






6SST 









0 ^ 


5 ’ 


C 12 -B. F. CENTRAL DO BRAZIL — 3“ DIVISÃO— CONTABILIDADE 

Demonstração do movimento e receita com que concorreram as. diversas companhias em trafego mutuo para a receita geral desta Estrada no anno'de 1890 


ANNO DE 1890 

VIAJANTES 

BAOAGENS 

ENCOMMENDAS 

ANIMAES 

VEHICULOS 

MERCADORIAS 

j 


TOTAL 

IT1.WSB || *CL*SSB 

totai. 

CAUÊ 

DIVKHSOS 

TOTAI, 

| 



1 


| 


| 

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10 — E. F. Central do Brazil — 3 a DIVISi 

1 

or mezes no anno de 1890, com exclua 


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BAGAGENS 

BNOOMMENDAS 

A.9VIIMC| 

1 

n 

3 

TELEGRAPHO 

MULTAS 

TOTAL GERAL 


■> TOTAL 


B 

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C /3 

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B 

B 

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B 

w 

a 

0 

a 

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B 

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O 

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PRODUCTO 

O 

C /3 

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cu 

O 

O 

O 

05 

CU 

O 

(ZJ 

a 

cu 

O 

H 

O 

a 

Q 

o 

a 

cu 

QUANTIDADE 


109.676 

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254:2423650 

271. 00S 

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51 

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1.042:435$295 

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232:2763885 

198.677 

4:7S6$950 

1.177.492 

33:0823071 

9.815 

4( 

43470 

7: 152$795 

2313200 

895:4453953 

1 107.763,5 

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246:76S?355 

255.562 

5:7313823 

1.366.782 

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10.306 

4! 

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8:4663795 

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346.667 

477.759,5 

254:5673795 

258.529 

6:9103800 

1.288.450 

3):373$44i 

10.747 

5' 

63540 

7:871$i80 

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357.781,5 

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256:354^510 

280.706 

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1.279.716 

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11 1*790 

5Í 

23400 

8:261$260 

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895:1403962 

MS. 835, *5 

373.918 

522.753,5 

260:530^240 

■> 

262.635 

5:97í$000 

1.290.867 

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55 

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866:2093322 

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2.780.135 

1.504:7403435 

1.527.117 

36:8813S17 

7.766.455 

224 : 6S23445 

53.493 

31! 

8$660 

47:9843925 

627$480 

3.569:1653430,2 















16S.976 

384.944 

553.920 

377:755$480 

280.998 

6: 172$929 

1.403.118 

38:9403789 

12.378 

63 

33030 

9:3803385 

IO.3OOO 

1.058:820.3471 

j 16S. 126,5 

400.309,5 

568.436 

»o 

í> 

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CO 

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439.407 

7:2743520 

1.281.431 

3S : S553962 

11.539 

5S 

0$810 

9: 285$185 

603000 

1.080:1303194 

j 157.973 

41S.437,5 

576.413,5 

302:777.3600 

502.831 

8:7283460 

1.217.933 

38:841,$229 

9.901 

51 

339OO 

9:8443550 

53OOO 

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60 

3368O 

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5SS.766,5 

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9:1883440 

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10.934 

56 

9$200 

8:9143725 

I23375O 

1.034:7563015 

228,003,5 

710.447 

938.747,5 

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79.882 

55 

2374O 

9:2863360 

453OOO 

1.016:002$020 

1.082,170,5 

2.759.582,5 

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1.875:9123295 

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51:2783109 

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35:1 

S|360 

56:160|925 

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6.369:4893433 * 

.. SOI. 927, 5 

4.819.930,5 

6.621 .883 

3.380:6523730 

4.S29.180 

8S:159.$926 

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189.217 

664 

r $020 

104:1453850 

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72:1953957 

18.613.964 

438:601356* 

166.612 

55S 

13956 

98:066,$810 

1:3663600 

11.823:7543668 

387.223,5 

796.029,5 

1.183.253 

427:6473300 

1.617.148 

15:9633969 

1.595.603 

34 :S0 13707 

22.605 

107 


6:0793040 


114^005175,2 

m 















>r, Hermgenat da Ajsevado Marques, 


C 1 0 — E. F. Central do Brazü — 3 a DIVISÃO — CONTABILIDADE 

Demonstração das receitas por mezes no anno de ISttO, com exclusão da renda pertencente ás estradas estranhas 





i» -ti 



I> BRA 


r i mento e re 


ORDINÁRIAS 


’ I a classe 


2 a classe 


Í3.431 


1.354 
1.S21 
5.274 
(5.844 
1.124 
1 . 540 
4.580 


1.536 
1. 80 
2.392 
4.539 
1.073 
795 
1.750 
709 
3.239 
1.530 
725 
789 
1.633 
958 
2.453 
3.105 


28.437 


927 


6.78S 

1.313 

231 

2.8S2 

5.377 

231 


16.822 


)35 . 505 , 5 


34.505,5 


2: 056,87 JO 
3:07õ$240 
4 : 990$53d 
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S:9S6$S40 
2 : 80S8580 
1:3678920 
3:8198710 
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3i040$9J0 
1:455,8040 
1:3218240 
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1:229.8120 


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13:1378330 


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14.77,8 

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9.759 

14.398 


95.S94 


7.166 
S .051 
14.030 
21.222 
5.697 
4.153 
14.008 
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S.860 
6.393 
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158.114 


6.502 


29.011 

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1.486 

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2.658.725,5 


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5:3038040 
4<p43$2S[) 
4:7768780 
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1.231:5828435 


lAL 


ii 


3.5 


47:307.8500 

33:1178280 

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1:55 8700 
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17:1878006 
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10:8463110 
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13:913$460 


5 : S348S20 
1:2418880 
588809 
11:7338180 
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236:4528840 


267:2258140 




-«J 

qg 

c±? 

w 

E-h 


5.694:6048063,2 


85:1858570 


2:5 
1:632 >380 
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1:328,8540 


Ci3 

-«1 


4:04)3560 


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352,8050 
352.8040 
. 910,8230 
244.8690 
90.8600 
62)8890 
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1:1018440 


7:0S2827ü 


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1473 ISO 
13750 

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3.5 


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2:454,8470 


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205720 

2:7048000 

17:370.8370 

•1913455 


4:5758580 


30:0i4.$510 


104:1453850 


447315 O 

458270 
3 56$ 120 
3500 
12í$720 
340$S20 


1:351,8940 


2183780 
1 1 >8360 
93,8200 
4008180 
15$110 
26$660 
4663870 
238900 
157.3620 
1223620 
288860 
43.8)00 
175S6S0 
182$720 
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225,8080 


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40$960 


463980 

$6$3S0 

1$000 

343600 

46S$960 


579.3920 


27: 237$020 


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DESTINOS 


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348807 
36)310 
20,3878 
25984 10 
10$75S 
1582)1 
179$S45 
638208 
17$010 
63591 
-25$5S4 
33.3549 
45$524 
48050 
738489 
493,3189 


1: 319$414 


8$410 


6 1 : 3838625 “ 
50:9408955 
118:3368481 
23:4728760 
77:6148906 
229:967$957 


yj li CZXTJV.- 

Anta. 
Sapucaia. 
Ouro Fino. 
Conceição. 
Porto Novo 


597:356$984 


30.-915$527 
24: 36S$320 
44 : 699, $4x8 
55:743*290 
13:6S0$888 
9:053$401 
70: 5238875 
10: 427$709 
68 : 329,$960 
21:2748971 
27:00486)4 
25 : 589$43 > 
38:4473924 
38:3508130 
40:102,3979 
147:5843679 


9$010 

12$860 


2S$595 

18$156 

$200 


6S$821 


6S: 9093984 


51:7163310 


4: 095|240 


4:095$240 


124:721853 


666:1278160 


24: 193$720 


21:3413760 

6:120$610 

463$230 

29:121.8445 

43:4178856 

240:763$860 


341:2363761 


9.355;047$967,2 


459: 1623250 


3:2238280 
5:2193508 
72:1113712 
116:6^4.3609 
392:9198413 
3: 082,3650 
100: 3228808 
76:5948633 
28:5018217 
529:562$776 
658:2018179 
13:8018399 


124:1698462 


2. 124. -444$546 


11,938:654$863,2 


Ramal de Porto Novo. 


Somma. 


Vargem Alegre. 
Pinheiro , 

V olta Redonda. 
Barra Mansa; 
Saudade. 
Pombal. 

Divisa. 

Suruby. 

Rezende. 

Campo Bello 
ltatyaia. 

Boa Vista. 

Queluz. 

Lavri.ihas. 

Cruzeiro. 

Cachorra. 


) Ramal dr Cachoeira 


Somma. 

Macacos. 


Ramal de Macacos 


Realengo. 
Bangú. 
Santíssimo. 
Campo Grande- 
Santa Cruz. 
Matadouro. 


Ramal de Santa Cruz. 


Somma. 

Total da E. F. C. do Brazil. 
Conta do Governo. 


E. F. C. Santa Cruz a Itaguahy. 
Estrada de Ferro Vassourense. 

» » » Valenciana. 

» » » Rio das Flôres. 

Leopoldina (Ramal da Serraria). 
Companhia Terrestre Marítima. 

Estrada de Ferro Juiz de Fóra e Piau. 
» » » Oeste de Minas. 

» » » Rezende a Bocaina. 

» » » Minas e Rio. 

» » » S. Paulo e Rio. 

» » » do Bananal. 


Leopoldina (Linha Principal) 


Somma. 
Total geral. 


le 1891.— O Contador, Hermogenes de Azevedo Marques . 






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C 9-E. 


F. 


CENTRAL DO BRAZJL 

Demonstração do movimento e receita 


VIAJANTES 



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DIVISÃO 


OOMAWUDVDi: 





ta por estações no anno ce 1890 



ENCOMMENDAS 


ANIMÀES 










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Juií do Fâr». 
Moriaao Pracopin 










übrútiano Ollooi. 
Uuarqgo do M«c«do. 




Prolot^omoDla.^ 






Mutloomhoa. 




IJfvo 








Jui-iit oeOuU" 
















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MERCADORIAS 


Divlafio da ContabUldade, 30 de abril 4o 1891.-0 Contador, Uermogene» de Ajeoedo Marque». 


DESTINOS 






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SÍSÍS 


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C 7 — E. F. CENTRAL DO BRAZIL — 3 a DIVISÃO — CONTABILIDADE 

• a 

Demonstração da despeza eífectiva por conta do credito ordinário desde o 
exercido de 1866-1867 até o de 1890 e dos créditos votados pela Assembléa 
Geral Legislativa para a mesma despeza 


Exercício «le ÍSG6-18GJ 


Credito especial concedido pelo Decreto n. 372S de 7 de novembro do 1866 2.604:4168563 

Despeza enectiva 2.3G8:380$747 

Excesso de credito 236:0358816 


Exercício de 1867-1868 

Credito votado pela Lei n. 1507 de 26 de setembro de 1867 e Decreto n. 4286 de 10 

de dezembro de 1868 2.097 : 7528334 

Despeza eflectiva 2.249:246$027 

Excesso de despeza 151:4938693 


Exercício de 1868-1860 

Credito votado pela Lei n. 1507 de 27 de setembro de 1867 e Decreto n. 4442 de 24 

de dezembro de 1869 2.589:6518270 

Despeza eflectiva 2.936:214$9ôl 

Excesso de despeza 346:563§G91 


Exercício de 1869-1870 

Credito votado pelas Leis ns. 1507, 1587 e 1750. de 26 de setembro de 1867, 28 de 

junho e 20 de outubro de 1869, e Decreto n. 4659 de 26 de dezembro de 1870 2.000:0008000 

Idem extraordinário concedido pelo Decreto n. 4474 de 16 de fevereiro de 1870.... 2.407:2208467 

Idem, idem, idem por Decreto n. 4609 de 15 de outubro de 1870 925:8278650 

5.333:0488117 

Despeza eflectiva 5.010:2518082 

Excesso de credito 322:7978035 


Exercício de 1870-1871 

Créditos votados pelas Leis ns. 1764 e 1836, de 26 de junho e 27 de setembro de 

1870 e Decreto n. 4849 de 18 de dezembro de 1871 2.034:0508000 

Decreto n. 4608 de 15 de setembro de 1870 (extraordinário) 3.365:9508000 

5. 400^228000 

Despeza eflectiva 5.400:0008000 

A despeza total neste exercício foi de 7.809:3908220 

Importância despendida por conta do credito da Lei n. 1953 de 17 de junho de 1871 

(construcção do prolongamento) 2.409:3908220 


5.400:0008000 


Exercido de 1811-187» 


Credito votado pela Lei n. 1836 de 27 de setembro de 1870 § 7 o e Decretos ns. 5021 

e 5148, de 20 de julho e 27 de novembro de 1872 

Despeza effectiva no Rio de Janeiro 4.679 :889$729 

» em Londres 617:396$522 


Excesso de credito. 


5. 647: 825^000 
5.297:286$251 
350:538$749 


U 


Exercício de 181S-1813 


Credito votado pela Lei n. 2348 de 25 de agosto de 1873. 

Despeza effectiva no Rio de Janeiro 

» em Londres 

Excesso de despeza, 


3.908:814$000 

4.18i:704$101 

939:802$! 15 5. 121 : 506$215 


1.212:692$215 


Exercido de 1813-1814 


Credito votado pela Lei_ n. 2348 de 25 de agosto de 1873 e Decretos 
de 25 de abril de 18/4 e 5843 B de 31 de dezembro do mesmo anno. . 

Despeza effectiva no Rio de Janeiro 

» em Londres 


Excesso de despeza 


Exercido de 1814-1813 


ns. 5602 e 5610 

4.585:000$000 

3.760:285§685 

918:589$220 4.678 :874$905 


93:874|905 


Credito votado pela Lei n. 2348 de 25 de agosto de 1873. 

Despeza effectiva no Rio de Janeiro 

» em Londres 


Excesso de despeza. 


3.908:814$000 

3.860:521$873 

313:997$2J7 4.274:519$170 


265:705$170 


Exercido de 1S7SÍ-18T6 


Credito votado pela Lei n. 2640 de 22 de setembro de 1875 e Decretos ns. 6412 e 

6414 de 14 de dezembro de 1876 4.830:186$856 

Despeza effectiva no Rio de Janeiro 4.441 :880$126 

» em Londres 389:2138366 4.831:0938492 


Excesso de despeza 906$636 


Exercido de 1816-1811 


Credito votado pela Lei n. 2670 de 20 de outubro de 1875 e Decretos ns. 6815 e 6816 


de 29 de dezembro de 1877 5.174:994$755 

Despeza effectiva no Rio de Janeiro e em Londres 5.677:049$514 

Excesso] de despeza 502:054$756 




Exercício de 

Credito votado pela Lei n. 2792 de 20 de outubro de 1877 e Decretos ns. 695 de 28 de 

janeiro e 7102 e 7108 de 30 de novembro, todos de 1878 5.100:2688337 

Despeza effectiva no Rio de Janeiro e em Londres 5.110:9678069 

Excesso de despeza 10:6978632 


Exercido de 1878-18T9 

Credito votado pela Lei n. 2792 de 20 de outubro de 1877 4.500:000$000 

Despeza effectiva no Rio de Janeiro e em Londres 5.452:332$570 

Excesso de despeza 952:3328570 


Exercício de 1879-1880 

Credito votado pela Lei n. 2940 de 31 de outubro de 1879 5.370:000$000 

> Despeza effectiva no Rio de Janeiro e em Londres 5.435:197$844 

Excesso de despeza 65:i97$844 


Exercício de 1880-1881 

Credito votado pela Lei n. 2940 de 31 de outubro de 1879 e outras 5.925:0008000 

Despeza effectiva no Rio de Janeiro e em Londres 6.617:824$891 

Excesso de despeza 692:824$891 


Exercido de 1881-188% 

Cpedtito votado pela Lei n. 3017 de 5 de novembro de 1830 e outras 5.583:990$858 

Despeza effectiva no Rio dt? Janeiro e em Londres 6. 536: 3 16$ 159 

Excesso de despeza 952:325$301 


Exercício de 188S-1883 

Credito votado pela Lei n. 3141 de 31 de outubro de 1882 e outras 7.183:990$858 

Despeza effectiva no Rio de Janeiro e em Londres 7.061:007$757 

Excesso de credito 122:983$101 


Exercido de 1883-188-1 

Credito votado pela Lei n. 3141 de 31 de outubro de 1882 7.000:000$000 

Despeza effectiva no Rio de Janeiro e emLondres 6.916:417$840 

Excesso de credito 83:582$160 




Exercício de 1§84*188S 


Credito votado pela Lei n. 3230 de 3 de setembro de 1884 7-079:272|500 

Despeza effectiva no Rio de Janeiro e em Londres 7.6o2:4098991 

Excesso de despeza 573:1378491 


Exercício de 184825-1886 


Credito votado pela Lei n. 3230 de 3 de setembro de 1884 7.079:2728500 

Despeza effectiva no Rio de Janeiro e em Londres 6 832: 298, 8072 

Excesso de credito 246:9748428 


Exercício de 1886-1887 — (*) e semestre de julho a dezembro de 1887 


Credito votado pela Lei n. 3314 de 16 de outubro de 1886 • 11.251: 731$900 

Despeza effectiva no Rio de Janeiro e em Londres 10.580:884|155 

Excesso de crediio 670:8478745 


Exercício de 1888 (*) 


Credito votado pela Lei n. 3349 de 20 de outubro de 1887 8.235:2168261 

Despeza effectiva no Rio de Janeiro e era Londres 7.821:7488502 

Excesso de credito 413:4678759 


Exercício de 1889 f) , • 

Credito votado pela Lei n. 3397 de 24 de novembro de 1888 8.811:1848948 

Despeza effectiva no Rio de Janeiro e em Londres 9 . 300 • 3258983 

Excesso de despeza 489:1418035 


Exercicio de 1890 (*) 

Credito votado pela Lei n. 3397 de 24 de novembro de 1883 8.Sll:1848948 

Despeza effectiva no Rio de Janeiro e em Londres 10.212:2438452 

Excesso de despeza 1.401 :058$504 


(’) Estes exercícios ainda não estão liquidados no Thesouro Nacional. 

Contabilidade Geral, 30 de junho de 1891 .—Jacintho Augusto de Macedo Paes Leme. Guarda-livros. 







> 


•c 8— E. F. CENTRAL D0 BRAZIL — 3 a DIYISAO — CONTABILIDADE 

Comparação da receita e despeza nos exercícios de 1866-1867 a 1890 com 
indicação das médias da receita e despeza por kilometro em trafego nos 
mesmos exercícios 


exercícios 


186G-186Y 

Receita 

Despeza effectiva 

Déficit 

Relação da despeza para a receita. . 

1S67-I868 

Receita 

Despeza effectiva 

, Saldo 

Relação da despeza para aTieceita. . 

18U848G9 

Receita 

Despeza effectiva 

Saldo 

Relação da despeza para a receita. . 

1869- 1810 

Receita 

Despeza effectiva 

Deíicit 

Relação da despesa para a receita., 

1870- 1811 

1 

Receita 

Despeza effectiva 

Déficit. 

Relação da despeza para a receita. 

1811-181» 

Receita 

Despeza effectiva 

Déficit 

Relação da despeza para a receita 

181»-1813 

Receita 

Despeza effectiva 

Saldo 

Relação da despeza para a receita. 


IMPOUTANCIA 

2.090;005$652 

2.368:3808747 

278:3758095 

113,32 % 

2.609:6878387 

2.249:2468027 

360:4418360 

86, 18 % 

3.738:5748630 

2.936:2148961 

802:3598669 

78,53 % 

4.007:3608928 

5.010:2518082 

1.002:8908154 

125,02 u / 0 

5.247:8138923 

5.400:0008000 

152:1868077 

109,90 o/g 

4.911:9278020 

5.297:2868251 

385:359.8231 

107,84 o/g 

6.848:3628570 

5.121:5068215 

1.726:8568355 

74,78 v/o 


EXTENSÃO MEDIA 
EM TRAFEGO 
DURANTE O EXERCÍCIO 


145,304 k | 


| 197,631 k | 


£ 202,564 k | 


| 221,506 k f 


| 237, 550 k | 


I 304, 585 k | 


239,580 k 


MEDIA DA RECEITA 
E DESPEZA 
POR KILOMETRO 
EM TRAFEGO 


14:383^675 
16 : 299$486 


13:2048848 
11 : 381$038 


18:4568263 

14:4958245 


22:5658348 

22:6128905 


22:091$407 

22:7328506 


16:126$621 
17: 391$815 


27:1678155 

18:081$884 


4 




EXERCÍCIOS 

IMPORTÂNCIA. 

• 

EXTENSÃO MÉDIA. 
EM TRAFEGO 

DURANTE O EXERCÍCIO 

MEDIA DA receita 

K DESPEZA 

POR KILOMETRO 

UM TU A FU GO 

18Y3«18r^ 





0.21.' 1:022*078 

| 374,817 k \ 

10:5778748 
12: 183*09*» 

. 


4.678:874*905 



1.534:747$173 





Relação da dojpeza para a receita 

75,30 °/o 








8.438:428|989 

4.174:5198170 

| 419,074 k | 

23:1088541 

9:9478703 




í Saldo*. 

4.203:9098819 







49,47 °/° 






lKYIMSXt 



• 


7.909:1435545 

4.831:0938492 

| 478, (JU0 k | 

• 


in»MO u >4:«07 


±\J , KJ sJK 4 

Saldo 

3.138:0505053 

• 






00,02 % 






I8?«-I8TJ 





8,557:755*218 

5.077:0198514 

| 521 ,898 k | 



iu.oyi»ivw i 



lU:o7 7»>í)yy 

Saldo 

2.880:7055704 






U'daçn<> dn. doftpoza para a rocêita 

00,3.3 «/o 






ísrr.isys 





9.153:3425304 

5.150:907*009 

| 500,4)19 k | 

10:3188474 

9:1118773 

Despeza cfTectiva 


4.042:375$235 







55,83 «/o 











10.880:959,5097 

5.452:3328570 

1 021,752 k | 

17:5005481 

8:7098304 



Saldo 

5.428:020*527 






Relação da despeza para a receita 

50,10% 



IHMMMHO 




Receita. 

Despeza effoctiva 

10.234:0835701 
5.435: 197*811 

| *033,725 k j 

10:227*991 

8:580.8587 


Saldo 

4.848:885*917 






Relação da despeza para a roeeita 

52,85 % 




f 


EXERCÍCIOS 


1880-1881 


Receita 

Despeza eílectiva. 


* Saldo 

Relação da despeza para a receita. 


: Receita 

Despeza effectiva. 


Saldo 

Relação da despeza para a receita. 


Receita 

Despeza effectiva. 


Saldo 

Relação da despeza para a receita. 


Receita 

Despeza eílectiva. 


Saldo 

Relação da despeza para a receita. 

0 

188 4 - 18 »:* o 


Receita 

Despeza eltectiva. 


Saldo 

Relação da despeza para a receita. 

188ÍJ-1886 (•) 


Receita 

Despeza eílectiva. 


Saldo 

Relação da despeza para a receita. 



EXTENSÃO MÉDIA 

MÉDIA DA RECEITA 

IMPORTÂNCIA. 

EM TRAFEGO 

K DESPEZA 


DURANTE O EXERCÍCIO 

POR KILOMETRO 



EM TRAFEGO 

13.241 : 79980.36 

[ 448,232 k | 

29:533$408 

0.017:8248891 

1 1:7008991 

6.023:9748145 



49,98% 



1 1 . S8G : 0848820 

| 082,571 k | 

17:4298225 

G.53G: 31 C$159 

9:5768023 

5.350:3088001 



54,98% 



2.888:4208981 

| 682,571 k | 

19:3138547 

17.061 :0J7$757 

10:0088110 

5.827:4138224 



54,78% 



10.354:3008482 

0.916:417.8840 

| 724, 908 k | 

14:286 >373 
9:4858912 

3.437:9888042 



03, 14% 



12.294:7488378 

| 724,908 k | 

16:9008425 

7.052:4 98991 

10:5568387 

4.642:3388387 



02,24% 



12.123:4748434 

| 724,908 k | 

16:731.8053 

0.832:2988072 

9:4258055 

5.296: 1708362 



50,33 "o 




4 


9 


exercícios 

IMPORTÂNCIA 

« 

EXTEN8ÃO MÉDIA 
EM TRAFEGO 
DURANTE O EXERCÍCIO 

MÉDIA DA RECEITA 

E DESPEZA 

POR KILOMETRO 

EM TRAFEGO 

18§0-18SY o S° semestre 




de 18í*r 





17.360:785*890 


22:085*209 

Despeza effectiva 

10.580:884|155 

> 780,082 k < 

13:460*280 

Saldo 

6.779:901*735 



Relação da despeza para a receita 

60,94% 



1§S§ (•) 




Receita 

13.046:067*527 


16:162*245 

Despeza effectiva 

7.821:748*502 

> 807,194 k | 

9: 690$047 

Saldo 

5.224:319*025 



Relação da despeza para a receita 

59,95% 



1880 (•) 


9 , 

• 


Receita 

12.663:711$204 

, ( 

15:688|559 

Despeza effectiva 

9.300:325*983 

1 807.194 k | 

11:521*797 

Saldo 

3.363:385*221 



Relação da despeza para a receita 

73,44% 



1800 (•) 




Receita 

13.359:470$888 


15:618*481 

Despeza effectiva 

10.212:243*452 

( oJj , 3G3 k. \ 

11:939*075 

Saldo 

3.147:227*436 



Relação da despeza para a receita 

I 

76,44% 

• 



(•) Ainda não estão liquidados no Thesouro Nacional. 

2 a Secção do Contabilidade, 30 de junho de 1891, — Jaointho Augusto de Macedo Paes Leme , guarda- 
livros. 


f 


t 


9 






CENTRAL DO BRAZIL — 3‘ DIVISÃO — CONTABILIDADE 

b da receita e despeza do trafego no anno de 1890 


EITA 


1.572: 

1.341: 

1.443: 

1.356: 

1.290: 

1.269: 

1.508: 

1.675: 

1.626: 

1.722: 

1.531 

1.508: 


999.4135,? 

331S8S1 

6318746,7 

893 | 019, 2 

5458035 

S49&165 

3244520 

353.8393 

170$73S 

3398255 

2258945 

873$645 


4.415:9003769,1 

1S9:138$740 

205:0448730 

1.098:798|375,9 


Estrada.. 


17.847:537$478,2 


5.908:8823615 


11.938:6543863,2 

102:73^$815 


12.041:386$6^,2 


DESPEZA 


Ousteio da Estrada' 


Janeiro. . . . 
Fevereiro. . 

Março 

Abril 

Maio. .... . 

Junho 

Julho 

Agosto. .. 
Setembro.. 
Outubro.. . 
Novembro. 
Dezembro.. 


Saldo. 


690:6228139 
629:7988073 
730:0708394 
702:352|207 
751:0888176 
814: 474$699 
822:5368877 
813:268$509 
826:6628013 
810:6618740 
768:5128716 
824:0353933 


9.184:0838476 

2.857:3038202,2 


12.041:3868678,2 


DESENVOLVIMENTO 



3.874:6028405 






2S9:5S638S5 

189:1388740 



PESSOAL 

MATERIAL 

TOTAL 


15:2248050 

493:949$675 

3.380:6528730 






13.687:337$294,2 






4.097:7308349,1 

189:8203680 

1.09S:798|375,9 

5.386:3498405 

8.300:987|599,2 

Administração central : 

110.-358807S 

50:2398346 

2.403:296$S41 

222:0523816 

1.186:9388412 

2.514:7628532 


117:7208468 

56:4488717 

2.757:4783453 

244:336$926 

2.818:3908912 

3.189:7088000 



27:2378020 


6:2093371 

354:1818612 

22:2848110 

1.631:4523500 

674:9458468 



910M30 



128:82385S5 



24:6778735 

104:1453850 



128:6278044 

3:9058510 


Linba e edifícios 


124:72l$534 









11.938:654$S63,2 

102:7318815 













12.041:3868678,2 


6.487:647$995 

2.696:4358451 

9.184:0838476 


12.011:3868678,2 

11.876:5378974 


1890. 


164:8488704,2 


Custeio em 1890. 
» » 1889. 


Diferença para mais era 1S90. 


9.184:083$476 

7.708:2018968 


1:475:8818508 


Diferença para mais na receita de 1890. 
» » mais no custeio de 1890. 


menos no saldo de 1890. 


164:8483704 

1.475:8Sl|508 


1.311:1)328804 


nha em trafego. 

a annullar, por ter sido a respectiva importância annullada nas 1 competentes verbas de receita. 
,—J. A. de M. Paes Leme , Guarda-livros. 


C 4 — E. F. CENTRAL DO BRAZIL — 3‘ DIVISÃO— CONTABILIDADE 


Balanço da receita e despeza do trafego no anno de 1890 



ZIL — 3' DIVISÃO — CONTABILIDADE 


Synopse cRio de Janeiro e no estrangeiro) no exercicio de 189C 


OROIXAKI.V ; 


Rendimento da Es 
Idem a debito do C 
Importância dos ti 


Renda de proprio: 
Imposto sobre ven 
» sobre non 
» addicional 
Taxa de transporte 


EXTRAORDII 

Muitas por infracç 


» de empreg 
Renda eventual. 59:146$287 


DEPOSITOS í 

E. F. S. Paulo e 


Divida interna.. . 
Diário Official... 

Reposições 

Cauções de contra' 
Fianças de carreg 
Venda de raercadc 
Offerta á Escola d 
Monte-pio dos emj, 
Vencimentos a pa 


MOVIMENTO 


Importância recebu 
Idem de D. Antor 
Supprimentos do 
Pagamentos pela 


$33:4558853 


Contabilidade gei 


30:7918693 


23:7188434 


DESPEZA 


Effectiva (por conta do credito ordinário) : 


Pessoal da Administração Central. 

» do Trafego 

» da Contabilidade 

» da Locomoção 

» da Via permanente 


Material diverso comprado no Rio de Janeiro 

» » » no estrangeiro £ 94.304,5,3. 


Despezas diversas. 


POR CONTA DO CREDITO CONCEDIDO PELA LEI N. 3670 BE 30 DE OUTUBRO 
de 1875: 


CONSTRUCÇAO DO PROLONGAMENTO E RAMÀES 

OBRAS E FORNECIMENTOS FEITOS POR CONTA DB DIVERSAS REPARTIÇÕES 
DO GOVERNO 


DEPOSITOS r 


E. F. Leopoldina (Ramal da Serraria). 

E. F. Vassourense 

E. F. União Valenciana 


Associação de Auxílios Mutuos. 
Cauções de propostas 


MOVIMENTO IDE FUNDOS: 


Remettido ao Thesouro Nacional 

Supprimentos feitos ao exercicio de 1889 

Importância dos transportes por conta do Governo, etc. 
» > » grátis 


177:0398074 

2.448:4588304 

225:1718629 

1.399:2888309 

2.946:6228860 


1.625:9958203 

812:078$332 


17:0008000 

128490 

6:0008900 


7.196:5808076 


2.438:0738535 

577:589$841 


355:240$660 


1008000 

3:5008000 


2.200:0008000 

994:3758075 

391:7048320 

938:795$800 


10.213:243$452 


318:903$617 

341:1438780 


26:5538490 


4.524:875$095 


15.423:718$434; 


O Guarda-livros — Jacintho Augusto de Macedo Paes Leme, 


C 5 — E. F. CENTRAL DO BRAZIL — 3 :| DIVISÃO — CONTABILIDADE 

Synopse da Receita e Despeza effeetiva (no Rio de J aneiro e no estrangeiro) no exercicio de 1S9C 


RECEITA 


S&«S£: 







DESPEZA 


Effeetiva (por conta do credito ordinário) : 


rim 


it. 




15 OLCTIStwj 




C 6 — 1 1 CENTRAL DO ERAZIL — 3* DIVISÃO — CONTABILIDADE 

Capital empregado no anno de 1890 ( exercício de 1890 ) 


Na linha em trafego : 



1 m 

Gtosto da Estrada (Bitola de 1,60) 



la Secção 

8.020:4101800 


2» » 

13.859:313*644 


3 a » 

4.8)3:272*008 


4 a » 

12.021:130*511 


5 a » 

19.141:395*742 


Ramal de Santa Cruz 

1.217:439*408 


» de Macacos. 

71:708*111 


» de S. Paulo 

10.463:716*099 


> do Porto Novo do Cunha 

5.369:582*091 


» do Paty do Alferes (estudo) 

11:678*770 


Estacões 

9.724:884*941 


Offlcinas e depositos em S. Diogo 

1.198:570*808 


» do Engenho de Dentro 

1.919:558*795 


Casas de machinas na Barra e Entre Rios 

461-683*553 


[ Ma'erial rodante 

10.254 5948175 


Moveis e utensilios 

466:0243364 


,Pr prios diversos . 

298:237*990 


1 Illuminação a gaz Pintsch 

136:2691492 

99.442:387*602 j 

m 

(Bitola de 1,00) 1 



! 5 a Secção ( de Lafayette a Congonhas ) 

1.799:539*410 


| Estação de Congonhas 

30:461*406 


| 6 a Secção (de Congonhas a H. Bicalho ) 

7.023:3983880 


|i| Estacões 

103:4108653 


Ramal de Ouro Preto 

4.230:437*804 


Estações 

159:079*632 


Material rodante ; 

275:793*706 


Animaes 

18:395*940 

13.640:487*431 

Material em ser: 



Deposito central (existência) 

406:857*115 


Existência nos depositos filiaes a saber : 



Deposito do Trafego 

’ » da V ia PermaDpnte ' 

128:936*469 


629:699*393 


» da Locomoção 

691:815*355 


» » » (carvão) 

143:663*910 

2.000:972*242 



115.083:847*275 | 


S. E. ou 0. — Contabilidade geral, 30 de junho de 1891. — 0 guarda-livros, Jacintho Augusto de Macedo 
Paes Lema j 




Thesouro Nacional 

Estado de S. Paulo 

» de Goyaz 

» de Minas Geraes. . 

» do Paraná 

» do Rio de Janeiro 

» de Sergipe 


Intendência Municipal. 




Companhia. 


Fabrica Brazil Industrial 

Société Anonyme de Travaux Dy 

Fazenda de Santa Cruz 

Empreza Edificadora 

Diversos devedores 

Imposto do Estado de S. Paulo. 

9 

Deposito Central: Existência.... 


Depósitos, 


Deposito de machinas na Barra . 

» » » em Entre. 

Nova casa de machinas na Barr 
Casa de machinas em S. Julião.. 

Trem rodante j 

Machinas diversas e utensílios... 

Mobilia 

Illuminação a gaz Pintsch 

Instrumentos e livros de engenh! 

Animaes 

Apólices 

Acções 

Ramal do Porto Novo do Cunha 


Ramal de Macacos 


Ramal do Paty do Alferes (estui 


Ramal de Ouro Preto. 


Estações. 


S. E. ou O.— Contabilic 


C 2 -E. F. CENTRAL DO BRAZIL —3 a DIVISÃO -CONTABILIDADE 


Balanço do exercido de 1890 




C 3 — E. F. CENTRAL DO BEAZIL — 3" DIVISÃO — CONTABILIDADE 

Demonstração da conta de Lucros e Perdas no exercício de 1890 


KECEITA 

• 

-* 

DESPEZA 


li.93S:654S863 


9.184:083§476 


35:301*229 


2-8i9$400 


53:121*920 



Multas por iafracção de tarifas 

11$4S0 

Carretos, sellos, etc 

4:890,4030 

! » » » dc contra- 


Rectilicação de balanços men- 


ctos 

S: 1G0.S0C0 

saes: Importância ae folhas 




de pessoal, não incluída no 


Multas de empregados 

4:051.^587 

custeio da Estrada e debitada 




sob este titulo 

4 : 349.S896 

’ Porcentagem do imposto do 





13:302.^679 


2. 98 1:127*202 

Porcentagem do imposto do 


i Estado de Minas Geraes 

54 : 054&70S 



Indemnizações 1 

3: 024 $738 

Xv 


Deposito Central : Lucros em 

■5 

X. 


fornecimentos de carvão ás 




companhias em trafego mu- 


\ 


tuo, etc 

/ 3 : 3ò3,^o5o 

x^ 



12.1S4:056.$757 


12. 1S4:056,<757 


S. E. ou 0.— Contabilidade geral, 30 de junho de 1S91. — J. A. de M. Paes Leme , Guarda-livros. 





* 





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C I— E. F. CENTRAL DO BRAZIL — 3 a DIVISÃO — CONTABILIDADE 

k 

Linha em trafego : Extensão. . . . 865,771 

Quadro do pessoal em 31 de dezembro de 1890 


I 

REPARTIÇÕES 

m 

£ 


JORNAL 

EMPREGOS 

ESCRIPTORIO 

O 

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TOTAL 

VENCIMENTO 

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MÁXIMO 

MÍNIMO 


1 



1 






1 



1 

816$666 





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1 

3003000 





1 


1 

300$000 






i 


1 

4503000 






1 

1 

3253000 







1 

2 

1 

4503000 






8 

10 

325|000 




2os » 


10 

2 

12 

2303000 




3os » 


12 

1 

13 

2203000 





i 

24 

1 

26 

1803000 






27 


27 

I0O3OOO 






7 


7 

ÍOOJOOO 






1 


1 

IOO.3OOO 






1 


1 

2003000 






1 


1 

I203OOO 





1 

1 

i 

3 

1503000 




Trabalhadores servindo na im-j 


3 

3 

1233000 










33OOO 



Trabalhadores servindo naj 


12 


12 








235OO 




1 



i 









1203OOO 





6 

103 

9 

124 





(*) Yencem diíferença para mais em virtude da. observação 4a da tabella annexa ao Regulamento approvado pelo 
Decreto n. 9882 de 29 de fevereiro de 1S8S, e bem assim os 20 % de que trata o Regulamento em vigor, para os em- 
pregados com mais de 20 annos de serviço. 

Contadoria do Trafego, 13 de abril de 18)1. 


0 Contador, Hermogenes de Azevedo Marques 





B 4 — E. F. CENTRAL DO BRAZIL — 2 a DIVISÃO — TRAFEGO 

Despeza geral de custeio no anno de 1890 




♦ 



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B 2 — E. F. CENTEAL DO BBAZIL — 2 a DIVISÃO — TBAFEGO ' 

Demonstração da despeza de custeio no anno de 1890 (bitola larga) 


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Escriptorio Central da 2 a Divisão, 15 de abril de 1S91. — Manuel José de Souza Vieira, Official. 



B l-E. DE F. CENTRAL DO BEAZIL — f DIVISÃO 

Linha cm trafego : extensão 865'%766 

Quadro tio pessoal em : íl de dezembro <le 1890 


EMPREGOS 

• 

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2 j 

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5 í 

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ST AÇÕES 


TOTAL 

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S16$666 





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1 

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1 

4508000 





i 












1 

4258000 




! official 1 

i 












1 

30Õ nu 





1 

1 











2 





20; I 

4 

1 












2208000 





4 

1 


(') 

X 








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1808000 





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13 

12 



2 







1503000 





1 













1 

159^000 





ii 











1 

2008000 





1 












1 

3.5400 




.. .1 

1 











1 

2008000 



Praticantes 

9 


i 

22 

19 

2 


2 

13 

G 

13 

ii 

13 

121 

100.80U0 





3 

1 












4 

1258000 





....1 

17 











17 

2808000 






20 











20 

230 <000 




Coniluctores 3 J, 


3S 











35 

150$000 






3S 











38 

íoogooo 






1.) 











19 

?$701 



Bagageiros.... J de 2a _ 


47 











45 


38000 





22 











22 


3.8000 



Guarda-freios. clasSL ; 


(58 











68 


2$ t00 





2 











2 


3.8000 





23 











23 

1 


18500 







1 










3.} 500 








1 

1 



1 

3 




G 


3$500 

28500 






1 

1 



1 





3 



2§500 

28300 















4 

2Ó:)8Ó0Ò 







3 




8 





11 

1508000 




relegraphistas.j de 3a 




23 




11 

10 

27 

ii 

28 

117 

12.-4000 








8 




4 


7 

1 

2 

27 

100.-.0G0 







1 










1 

4008000 







1 

1 










1 

1 

2758000 
150 ->000 







1 










1 

250 ;000 







3 










3 


5§000 

3.8000 




1 










i 


3850C 





i 










1 


§300 






i 










1 


38000 

















5$000 

3.8500 




6 










6 



28800 

28000 




1 










1 


6S0ÓÓ 






1 










1 


4§J00 






2 










2 


3.j500 

3§000 




1 










1 


38500 




1 










1 


3.8000 







1 









1 

4 16$366 









i 

1 








9 





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1 


9 




10 

2508000 




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17 


21 

17 

183.8333 




' de 5a » ... 












44 

44 

lãOjOOO 












1 





1 

38000 











1 





1 


2§000 







2 









2 

333$333 








1 








1 

2258000 




Ajudantes ! da „ dpS nin „ - n 






1 







1 

225S000 


















200S000 








1 









1 

2S0$0U0 








1 









1 

2333333 








1 









1 

250.8000 








1 









1 

2168(550 




J recebedor da estação Marítima. 





1 

1 








1 

1 

2501000 

2508000 









1 








1 

2508000 










1 







1 

191$366 






















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1 50,<000 








17 


8 







30 

150S000 











7 

9 

21 

1 

1 

39 

1258000 








8 









8 

1S3§333 








9 

1 








3 


48000 

2SS00 






11 




5 





38 



3.1000 

1.8000 








3 

9 


9 


1 

81 



2.8500 

igOOO 

Guardas v rn nd.tnteY TI 




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G 




15 


9 


4 

55 



2§500 

2.1200 





17 

G 

4 








27 



lg800 

18000 





8 

6 

4 



3? 

23 

59 

38 

78 

2)2 



2.8 >00 

18800 






92 

32 



133 

8J 

53 

18 

31 

525 



28500 

1.8700 





1 

1 

1 




i 

3 



12 



5.8000 

28,00 

Ajudantes de manobreiros 




8 

4 

| 



6 





13 



3$ >00 

28200 




5 


3 








8 



58000 

2.8 ,0 0 





3 









3 


3§ÓÒÕ 






1 









1 


4§500 







2 









2 

40§000 








6 








6 

3.?0C0 








1 








i 


3.1500 





















Somrna 

37 

304 

28 

1 

289 

203 

78 


8 

274 

178 

*22 

10 í 

208 

1.331 






Escriptorio Central da 2 a Divisãn, em 15 de abril de 1831.— Manoel José (U Souza Vieira, oflicial. 



r 


<# 





 4 -E. F. CENTRAL 00 BRAZIL-1" DIVISÃO — ADMINISTRAÇÃO CENTRAL 

Quadro dos accidentes no anno de 1890, que produziram ferimentos c mortes 


- 

NATUREZA 

DATA 

MATERIAL 

RODANTE 

AVARIADO 

VIAJANTES 

EMPREGA- 
DOS DA 

ESTRADA 

ESTRA- 

NHOS 

DOS ACCIDENTES 

DOS ACCIDENTES 

yj 

Y. 

Õ 

o 

o 






MORTOS i 

Dor estarem imprudentemen- 
te na linha lerrea ou tenta- 
rem atravessal-ana occasião 
da passagem 0e trem, trolley 











Março 3, 8, 13, 11), 22 e 27. 
Abril fl, !), IS e 27, Maio 2, 
12, e 2o. junho 1, ti, 12, 28 e 
30, julho IS e 2d, agosto 10 
e 20, setembro 7, 20 e 23, 
outubro 3 e 31. novembro 
2, 9, 19 e 23, dezembro 4, 7, 
14, 15, 17,22,24, 29 e2D.... 




1 

10 

8 

17 

12 

Em occasião de manobras.. 

Janeiro 5, março 5, abril i 
e 9, maio 5 e 6. junho 11, 13. 
18 e 22, novembro 13, de- 




1 

11 

1 

Cahindo do trem, trolley ou 
velocípede em movimento... 

Janeiro7e 18, fevereiro 7, 16 
e 27, março 31, abril 4, maio 
20 e 28, junho 18 e 26, julho 
1, 15 e 3Ò, agosto 1, 10 e 26 
outubro 12, e 31, dezembro 
13 o 25 



4 

IS 

1 

1 

1 

Querendo embarcar no triin 







março 3, junho 15 e 25. 
agosto 18, setembro 8 e 12 



5 

2 

2 

2 



Por bater com a cabeça no 
tunel.num mourão de trilhos 

Janeiro 23, julho 31, agosto 31 

Maio 2S 




3 




Em consequência ao descar- 





i 

1 



Ao atirar-se propositalmeute 

Fevereiro 9, novembro 2, de- 















3 

Devido ao descarrilhamento 

Junbo 22, agosto 11, noven- 














4 

1 

1 


Por saltar do trem em movi- 

Fevereiro 17. abril 4, maio 
28, julho 6, outubro 21. 












4 

2 









1 






Indo o M 0 2 de encontro a 
uma barreira 

Saltando de um curro para 
outro, com o trem em movi- 




1 









1 


1 




Por bater com o rosto na 
tolda da Estação ile Barra 






1 




Por coliisão do M 11 e uma 
machina, de uma reserva e 
um caminhão, do M 1 e M 2, 
do M P i e um trolley de 

Maio 6, junho 21, julho 13, 
agosto 26, setembro 23, 














13 

1 

4 














16 

6 

64 

14 

24 

16 




Secretaria da E. F. Central do Brazil, 31 de dezembro de 1890.— O Secretario, Manuel Fernandes Figueira, 


A 3 -E. f . CENTRAL DO BRAZIL — F DIVISÃO— ADMINISTRAÇÃO CENTRAL 

Quadro demonstrando desde 29 de março de 1858, em que se inaugurou a estrada, 
até 31 de dezembro de 1890, as datas em que se abriram as diversas estações, 
a extensão de linha entregue ao trafego, o custo por secção e por kilometro, 
não incluindo a importância das estações 


• 

AN NOS 

INAUGURAÇÕES 

EXTENSÃO DE LINHA 
EM KILOMETROS 

CUSTO EM DEZE 

POR SECÇÃO 

MB RO DE 1890 

POR KILOMETRO 

1 


Parcial 

Accumulada 




ta SECÇÃO 






CÔRTK A BELÉM 





1858 março.... 29 

Central, Engenho Novo, Cas- 






cadura, Maxambomba, Quei- 






mados 

48.210 

' 




i 185S novembro 8 

Queimados aSapopembae Be- 







lém 

13.465 





1890 Junho. ... 15 

Madureira, entre Cascadura e 







Sapopemba. 






1859 

S. Christovão. 






1889 agosto ... 10 

Mangueira. 




kilometros 64.322 


1861 maio 16 

S. Francisco Xavier. 


I 




1868 dezembro. 24 

Todos os Santos. 


1 




1889 maio 13 

Meyer. 



6i .322 

8.020:4108800 

124:8478032 

| 1870 

Riachuelo. 






1871 novembro 

Engenho de Dentro. 






1889 abril 15 

Encantado. 






1873 abril 

Piedade. 






1879 fevereiro. 

Ramal do Carapinho ( entre 







Cascadura e Sapopemba) (') 

1.524 





ISSO março.... 20 

S Diogo. 






1880 outubro.. 23 

Ramal da Gamboa (Estação 







Marítima) 

1.123 





18S5 julho 12 

Sampaio. 





18S5 dezembro. 1 

Rocha. 





1886 maio 1 

Cupertino. 





1888 agosto.... 20 

S. Diogo (Parada) . 






RAMAL DE SANTA CRUZ 





1878 dezembro. 2 

Estações do Realengo, Campo 






Grande e Santa Cruz 

32.466 



kilometros 34.090 


1890 maio 1 

Bangú lentre Realengo e 






1890 novembro 23 

Santíssimo, j Campo Grande. 



98.412 

1.217:433.8408 

35:7l3.$6bi 

1884 janeiro. . . 1 

Matadouro: 







Da estação até o Matadouro.. 

1.624 






RAMAL DE MACACOS (**) 









kilometros 4.929 


1861 agosto ... 1 

Bifurcação a Macacos 

4.929 

103.341 

71:703^111 

14:548*206 





(Inclusive aestação) 



2» SECÇÃO 






BELÉM A BARRA DO PIRAHY 





1S31 agosto ... 1 

Belém a Bifurcação 

3.398 

106.739 



1863 julho 12 

Bifurcação a Rodeio 

20.321 

127.060 



1864 agosto 7 

Estações dos Mendes, Santa 



( 



Anna e Barrado Pirahy.... 

22.6S6 

149.746 

J 13.859:313.8644 

298:359$921 

1878 junho 16 

Estação do Oriente (Entre Be- 






lém e Palmeiras). 





1S78 junho 16 

Estação da Serra (idem). 






(*) A importância do ramal do Carapinho não está incluida no custo da I a secção. Passou ao dominio da 
estrada, por cessão do Ministério da Guerra, em fevereiro de 1S79. 

(•*) Este ramal foi construido por uma emprezaeem virtude de contracto celebrado era 17 de setembro de 1860, 
contribuindo a estrada com a quantia de 61:460^157, importância do terreno, trilhos e estação. Por Decreto n, 3512 
de 6 de setembro de 1865 passou o ramal para o dominio do Estado, por cessão qne fizeram seus proprietários 




ANNOS 


INAUGURAÇÕES 


EXTENSÃO DE LINHA 
EM KILOMETROS 


CUSTO EM DEZEMBRO DE 1390 


POR SECÇÃO 


por ícilomeíbo 


1865 abril 13 

1835 junho .... 18 

1865 dezembro. 17 

1866 novembro 29 

1879 abril 12 

1867 maio 5 

1885 julho 5 

1867 agosto... 11 
1867 outubro.. 13 
1867 outubro.. 1 


1881 setembro. 28 


1874 setembro. 28 

1874 setembro. 28 

1875 outubro... 23 
1875 outubro... 31 

18S5 novembro 5 


1875 dezembro. 30 
1875 dezembro. 30 

1875 dezembro. 30 

1876 novembro. 20 


1877 fevereiro. 1 
1890 ontübro . . 12 

1878 março... . 21 
1878 junho .... 15 

1878 junho 16 

1880 junho 27 

1881 outubro.. 28 

1882 abril 12 

(***) 1883 dez.. 15 
1886 agosto ... 25 


1587 julho 16 

1890 junho 1 


3» SECÇÃO 


BARRA A ENTRE-RIOS 


Barra a Ypiranga 

Ypiranga a Vassouras 

Vassouras a Desengano 

Desengano a Commercio 

Concórdia (entre Desengano e 
Commercio). 

Commercio a U Sá (hoje Paty) 
Estação Avellar. 

Paty a Parahyba'. 

Parahyba a Èntre-Rios 

Estação do Casal (entre Com- 
raercio e Ubá). 

Alliança (entre Commercio e 
Casal). 


4a SECÇÃO 


ENTRE-RIOS A MAR1AXO PROCOPIO 


Entre-Rios a Serraria 

Serraria a Parahybuna. ...... 

Parahybuna a Espirito Santo. . 
Espirito Santo a Mathias Bar- 
bosa », 

Estação Barão de Coteglpe 
(entre as estações do Espirito 
Santo e Mathias Barbosa). 
Mathias Barbosa a Cedofeita.. 

Cedofeita a Retiro 

Retiro a Juiz de Eóra 

Juiz de Fóra a Mariano Pro*- 
copio .. 


5» SECÇÃO 


MARIANO PROCOPIO A CONGONHAS 


Estações de Ludovino Martins* 
Dias Tavares e João Gomes. 
Eu bank da Camara, entre Dias 
Tavares e João Gomes. 

Joao Gomes a Sitio 

Estação da Mantiqueira (entre 
João Gomes e Sitio). 

Estação de João Ayres (idem). 
Estação de Barbacena (do Sitio 

a Barbacena)..» 

Estação de Caraüdahy. 

Estação de Ressaquinha (entre 
Barbacena e Carandahy). 
Estações de Christiano Ottoni, 
Buarque de Macedo e La- 

fayette 

Estação de Congonhas 


6» SECÇÃO 

CONGONHAS A HONORIO B1CALHO 


Estações de Miguel Burnier a 

Itabira 

Santo Antonio do Rio Acima, 
Honorio Bicalho 


Parcial Accumúlâda 


7.399 

13.078 

3.479 

14.647 


23.634 

17.052 

10.300 


14.513 

13.631 

12.402 

14.662 


3.613 

9.935 

8.914 

2.381 


46.425 

39.220 


15.030 

40.965 


42.890 

20.424 


40.750 

37.223 


157.145 

170.223 

173.702 

188.349 


211.983 


229.035 

239.335 


253.848 

267.509 

279.911 

294.573 


298.486 

308.121 

317.035 

319.416 


365.841 

405.061 


420.031 

461.056 


503.946 

524.370 


(kilometros 89.589 
4.803:272$008 


53 : 6140528 


[kilometros 80.081 
12.024:136$511 


iS0:149$69á 


602.358 


kilometros 204.954 
20.940:935$152 


102:173|342 


Í kilometros 77.978 
7.023:3988880 


90:0388973 


abril" 'dl tfSi. d< * “ 5 ° * ** hlau * ,ra « S '’’ de d ° twcho. Eoram definitivamente franqueadas a 22 dê 


annos 


1S71 janeiro. . . 20 

1871 março.... 25 

1871 setembro . 16 

1872 agosto 10 

1S73 fevereiro. 8 

1873 março 23 

1873 junho 30 

1874 setembro. 24 

1874 janeiro. . . 2 

1874 julho 18 

1874 outubro.. 12 

1875 julho 20 

1878 setembro. 4 


1869 junho 27 

1R71 í í* noi 9/1 


1871 janeiro , 

1871 agosto 

1875 dezembro. 

1887 junho 


1888 janeiro. 


INAUGURAÇÕES 


RAMAL DE S. PAULO 


BARRA A CACHOEIRA 


Barra do Pirahy a Vargem 

Alegre ." 

Vargem Alegre a Pinheiro 

Pinheiro a Barra Mansa 

Barra Mansa a Divisa 

Divisa a Rezende 

Rezende a Campo Bello 

Campo Bello a Boa Vista 

Estação do Pombal ( entre Barra 

Mansa e Divisa ) 

Parada de Itatiaya ( entre Cam- 
po Bello e Boa-Vista ). 

Boa-Vista a Queluz 

Queluz a Lavrinhas 

Lavrinhas a Cachoeira 

Estação do Cruzeiro (entre La- 
vrinhas e Cachoeira). 


RAMAL DO PORTO NOVO 


ENTRE-RIOS A PORTO NOVO 


Entre-Rios a Chiador 

Chiador a Sapucaia 

Sapucaia a Porto Novo 

Estação de Anta ( entre Chiador 
e Sapucaia ). 

Parada da Penha Longa ( entre 
Santa Fé e Chiador ). 


RAMAL DE OURO PRETO 


MIGUEL BURNIER A OURO PRETO 


Rodrigo Silva e Ouro Preto.... 


EXTENSÃO DE LINHA 
EM KILOMETROS 


Parcial 


13.705 

8.273 

23.S25 

18.885 

17.S30 

12.945 

12.796 


11.507 

17.854 

19.57S 


19.164 

16.877 

27.723 


42.451 


Accumulada 


616.063 

624.336 

648.161 

667.046 

6S4.876 

637.821 

710.617 


722.124 

739.978 

759.556 


778.720 

795.597 

823.320 


865.771 


CUSTO EM DEZEMBRO DE 1890 


POR SECÇÃO 


kilometros 157.198 
10.463:716$099 


Ikilometros 63.764 
( 5.369:582*091 


^kilometros 42.451 
4 .230:407*804 


POR KILOMETRO 


66:553*926 


84:2113813 


99:653*902 


Secretaria da E. de F. Central do Brazil, em 31 de março de 1891.— O Secretario, Manuel Fernandes Figueira. 




i 



( 



à I — E. F, CENTRAL DO BRAZIL— 1“ DIVISÃO— ADMINISTRAÇÃO CENTRAL 


Relação dos contratos, etc., celebrados durante o anno de 1890 e registrados 

no mesmo anno 



«Janeiro i 


• J. Barbosa A Comp. — Contrato para fornecimento de cadernetas de coupons. 


Fevereiro 13 


Contrato para fornecimento de materiaes, artigos diversos e objectos de escriptorio e de expediente 


no I o semestre de 1890, cornos seguintes proponentes preferidos em concurrencia: Francisco Ignacio 
Luiz Bezerra, Moreira & Ferreira, João Antonio Alves de Brito, Guimarães & Ferreira, Harold J. 
Hampsliire, Gonçalves Ferro &Comp., Diniz& Pinheiro, Gonçalo Soares Cravo, Alberto de Almeida & 
Comp., Figueiredo & Braga, Aurélio Ferreira dos Santos, William Trout, João Joaquim Pinto da 
Silva, Ribeiro Alves & Comp., Companhia União Mercantil, Custodio Baptista Gonçalves, Companhia 
Industrial de cal e mármores de Cara ndahy, Castro Pereira & Comp.. Antonio Fernandes Ribeiro, 
J. F. Marques & Comp,, Castro & Pinto, Ribeiro dos Santos &Comp., F. P. Passos, Couto Guimarães 
& Comp., Buarque & Maya, Leonardo Gomes & Comp,, Pereira da Silva & Martins, Domingos Joaquim 
da Silva, Aspinall Jones&Comp., Fernandes Ribeiro & Comp. , Cunha Guimarães & Comp., José 
Antonio Gonçalves & Comp., Antonio Leandro de Souza, Belmiro Rodrigues & Comp., Leite Guimarães 
& Comp., Jeronymo Silva & Adolpho, Mayrink de Azevedo & Comp. 


Abril ie 


Contrato para compra e venda de ferro fundido velho, em rodas inteiras ou fundido em pedaços, 
com os seguintes proponentes preferidos em concurrencia : Ed Johnston & Comp., e Engenheiro 
ãlanoel Brunet. 


Abril 18 



Companhia Terrestre e Maritima Rio de Janeiro. — Aecòrdo para assentamento de trilhos no 
pateo da estação de Santa Cruz e construcção de um armazém, um deposito de carros e uma carvoeira. 


Abril SÓ 


Joaquim Alves Yianna, sua mulher D. Felisberta Rosa Damacêno e Joaquim Coelho Netto. — Tras- 
slado de escriptura publica de compra e venda de um terreno e aguada situados no logar denominado 
Matta do Carvão, em Ouro Preto. 


Abril 30 


Empreza Publicista. — Accòrdo para venda de jornaes e distribuição de cartazes nos trens e nas 
estações dos Suburbios, 


L_ 


Maio O 


Serraria Bernachot.— Contrato para construcção, assentamento é pintura de um edifício de madeira 
destinado á estação de Taboões. 


Maio 30 


Serraria Bernochot. — Contrato q 
Santíssimo, no ramal de Santa Cruz. 


Contrato para construcção do um edihcio de madeira destinado á estação do 


Maio S9 


Serraria Bernachot,— Contrato para e assentamento de novd cabines para o serviço no Blok System, 
nos Suburbios. 


.luillio í> 

Manoel Joaquim Ramos e Luiz Rias Pereira da Silva. — Termo do transferencia cio contrato; 
celebrado em 27 de Setembro de 1887 com Valentim José Tavares, para arrendamento do botequim na 
estação de S. Diogo. 

» .limbo 11 

Liborato Augusto de Faria Escorrega» — Ajusto para arrendamento do um kiosquo na estação dc^ 
Serraria, para estabelecimento de buflet. 

Junho 1 V 

Vicente Albanese.— Contrato 'para arrendamento de um cdiiicio na estação do Sitio, destinado 
a Restaurante. 

Julho 1 


Manoel Alvos Branco.— Termo de alteração da clausula III do contrato de Agosto de 1889. 

Julho :»l 

Contrato para fornecimento do materiaos, artigos diversos o objectos de escriptorio e de expediente 
no 2 o semestre do 1890, com os seguintes proponentes preferidos em concorrência: Moreira & Ferreira, 
Gonçalo Soares Cravo, Soverino S. Alves, Figueiredo & Braga, Harold Hamnshire, J. J. G. Borlido, 
Guimarães Lemos A. Comp. , William Tro u t , Ribeiro Alves * Comp., I .. íjobrc & Comp., Diniz* 
Pinheiro, Carvalho Massiere & Comp.. Jeronymo Silva * Comp., Companhia Industrial de cal o 
mármores de Carandahy, viuva Rol lo & Filho, Alberto de Almeida A, Comp., José Antonio Gonçalves & 
Comp., Fernandes Ribeiro A Comp., Compinhin União Mercantil, Luiz Macedo & Julio, Araújo Irmãos 
& Comp., Castro Pereira A Comp., A. J. Peixoto do Castro, Domingos Joaquim da Silva, Leite 
Guimarães & Comp., Buarque & Maya, Ennes & Silva, Soares & Niemeyer, J. F. Marques & Comp., 
Pereira da Silva & Martins, Mayrink do Azevedo & Comp., Antonio Leandro do Souza, Leonardo 
Gomes & Comp., Ribeiro dos Santos & Comp., Aspinall Joues&Comp., Gonçalves Terra* Comp., 
Freitas Bossa* Comp., João Joaquim Pinlo da Silva. 

Holoiubro VO 


Antonio Carneiro de Paula Brandão. — Contrato em novação ao celobrado em 27 de Abril do 1885, 
para arrendamento de um armazém de propriedade da Estrada, junto á estação do Chiador. 


Outubro Cf 


Serraria Bornaohot, — Conslrucção do um cdiiicio do madeira destinado a estação do Tripuhy, no 
Ramal do Ouro Preto. 


Outubro 30 


Joaquim Domingos Barboza.— Contrato para construcção de um muro fechando o recinto das 
plllcinas do Engenho do Dentro. 

Novembro II 

Companhia Estrada do Ferro Rozendo e Bocaina. — Accòrdo para continuação do trafego mutuo quo 
existia outro a E . F. Central do Brazil e a oxtincta Companhia E. F. Rezende a Arôas. 

Novembro V i 

Antonio Joaquim Ribeiro. — Termo tio modificação da clausula II do contrato celebrado em 7 de 
Dezembro do 1888. ‘ 


Secretaria da E. F. Central do Brazil om 31 do Dezombro de 1890. —O Secretario, Manuel 
Fernandes Figueira. 



fl 2 — E, F. CENTRAL DO BRAZ1L — l*DIMO — ADMINEITRAÇÍO CENTRAL 
Linha em trafego. Extensão 865,766 


Quadro do pessoal em 31 de dezembro de 1890 






JORNAES 

EMPREGOS 

NUMEROS 

VENCIMENTO 

DIARIA 

— 



ANNUAL 

máximo e 

• 




mínimo 

• 

directoria 





Director 

1 

\ • p;nfi<&nnn 

6$000 






SECRETARIA 





Secretario 

i 




Official 

i 

Qnnsnon 



1° Escripturario 

i 

260S000 

99o«nnn 



2 oS Ditos 

2 



3 o3 Ditos 

2 

vvV/'|>V/l/U 

\ an^nnn 



Amanuenses 

2 




! Praticantes 

2 

1001000 



Comprador 

1 



Despachante 

1 

2258000 

1258000 

9&r»nn 


Continuos 

2 

iCjJJUVA/ 


Guarda 

i 


3$000 




THESOURARIA 





Thesoureiro 

i 

4508000 

3008000 

250.8000 

1708000 

3508000 

2008000 



Escrivão 

i 



Fieis 

4 



Ajudantes de Fieis 

4 



Pagador 

1 



Ajudante de Pagador 

1 



3° Escripturario 

1 

18(1$000 

1508000 

1258000 



Amanuense 

1 



Continuo 

1 



Guarda 

1 


3$000 

ALMOXARIFADO 




Almoxarife 

1 

450|000 

2758000 

2258000 

1508000 

1808000 

150|000 

1008000 



Escrivão 

1 



Fieis 

3 



Ajudantes de Fieis 

4 



Escripturarios 

2 



Amanuense 

1 



Praticantes .... 

2 



Auxiliares . . 

4 


3$000 

2$500 

2$200 

Guardas. . . . 

2 



Rondantes 

2 








56 





Observações 


Percebem mais, mensalmente, 20 °/ 0 de seus vencimentos autorizados pela 6 a observação geral do Re- 
gulamento acima os seguintes empregados : Official, I o Escripturario, Escrivão da Thesouraria, 1 dos 
Ajudantes de Fieis da mesma Thesouraria. Almoxarife e 1 dos Fieis do Almoxarifado. 

O Pagador percebe mais, mensalmenle, 78900 autorisado pela 5 a observação geral do regulamento 
já referido. 

0 Thesoureiro, os Fieis do Thesoureiro e seus Ajudantes, o Pagador e o Ajudante do Pagador percebem 
mais, mensalmente, para quebras, autorizada pela I a observação do regulamento acima, uma gratificação 
correspondente a 15 °/ 0 dos vencimentos respectivos ; e mais, quando em serviço de pagamento fóra da 
Capital, a diaria de 6$000, autorizada pela 2 a observação geral do mesmo regulamento. 

Secretaria da Estrada de Ferro Central do Brazil, Rio de Janeiro, 31 de dezembro de 1890. — O Secre- 
tario, Manuel Fernandes Figueira. 







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* 4 ^ 













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